Politica Presidente da República lamenta morte Eduardo José Koloma

Presidente da República lamenta morte Eduardo José Koloma

O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz que foi com profunda consternação que o Governo tomou conhecimento da morte de Eduardo José Bacião Koloma, embaixador de Carreira e antigo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

“A República de Moçambique perde um dos seus melhores filhos, da geração pioneira da luta de libertação nacional, fundadora da Nação independente e percursora da nossa diplomacia como país livre”, diz o Chefe de Estado, na nota enviada ao “O País”.

Eduardo Koloma distinguiu-se como abnegado combatente da luta de libertação nacional e educador de jovens aderentes ao ideal de uma Nação soberana.

Depois de se filiar à Frente de Libertação de Moçambique com 31 anos, em 1967, o Eduardo Koloma  foi, entre 1968 e 1972, membro do Comité Central e do Comité Executivo, secretário do Departamento de Educação do movimento nacionalista, tendo dirigido, de 1967 a 1968, o Instituto Moçambicano, em Dar-es-Salaam, Tanzânia.

“O seu nome está intimamente ligado à história da diplomacia moçambicana desde a independência. Licenciado, mestrado e doutorado em direito internacional pela Universidade Karl Marx, em Leipzig, República Democrática Alemã, o Dr. Koloma notabilizou-se como jurista ao serviço da jovem nação moçambicana, integrante de um selecto grupo de moçambicanos que deram forma ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, ao qual serviu como proeminente assessor jurídico”, indica o comuncado a nos referimos.

Segundo Filipe Nyusi, ao dirigir por 11 anos a Direcção dos Assuntos Jurídicos e Consulares do Ministério dos Negócios Estrangeiros, não só participou activamente na concepção da arquitectura jurídica nacional, como também contribuíu na configuração do direito internacional, mormente na área do mar.

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