Umaro Sissoco Embaló confirmou que pretende tomar posse como Presidente da Guiné-Bissau na próxima quinta-feira, e que a cerimónia será simbólica, para evitar custos aos “cofres do Estado”.
Fez estas declarações ao chegar ao Aeroporto Osvaldo Vieira, em Bissau, proveniente de Dakar (Senegal), no fim de uma viagem de duas semanas por vários países, em que se assume como Presidente eleito da Guiné-Bissau, apesar de existir uma complicada disputa judicial em torno dos resultados das eleições.
Segundo a Comissão Nacional de Eleições (CNES), o general Umaro Sissoco Embaló venceu a segunda volta das presidenciais a 29 de Dezembro. O Supremo Tribunal, no entanto, que na Guiné-Bissau também tem as competências de tribunal eleitoral, mantém um braço de ferro com a CNE, a quem exige que faça uma recontagem dos votos, para que haja um apuramento eleitoral conforme à lei. Sem isso, não reconhece os resultados – que são contestados por Domingos Simões Pereira, o candidato e líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

















