A Procuradoria da África do Sul estendeu o prazo para que o Presidente Jacob Zuma apresente argumentos contra as 783 acusações de corrupção que lhe foram feitas, segundo fontes judiciais referidas por media locais.
O prazo inicial terminava a 30 de Novembro, mas o procurador-geral sul-africano, Shaun Abrahams, recebeu um pedido da defesa de Zuma para o alargar até 19 de Fevereiro.
A decisão da Procuradoria foi dar ao Presidente até 31 de Janeiro, disse o porta-voz da acusação Luvuyo Mafaku ao portal News24, adiantando que “não se permitirão mais extensões”.
As acusações contra Zuma de corrupção e evasão fiscal, algumas das quais relacionadas com um negócio de armas, remontam a 1999 e foram apresentadas pela Procuradoria em 2007, pouco depois de Zuma ter derrotado o então Presidente Thabo Mbeki no congresso para eleger o líder do Congresso Nacional Africano (ANC, partido no poder).
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