Um tribunal turco condenou a prisão perpétua 15 antigos militares por terem tentado controlar a sede do partido do Presidente turco Recep Tayyip Erdogan em Istambul durante na tentativa de golpe de Estado de Julho de 2016.
Os 15 homens foram acusados de terem tentado ocupar a sede do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, no poder desde 2002), no decurso do fracassado golpe de Estado de 15 de Julho de 2016, precisou a Anadolu.
Após o falhanço da intentona, atribuída por Ancara ao clérigo Fethullah Gulen, instalado nos Estados Unidos desde 1999 e que nega qualquer envolvimento, foram desencadeados numerosos processos judiciais.
Assim, foram construídos novos tribunais na Turquia para acolher alguns destes processos, nos quais por vezes são julgados em simultâneo centenas de indiciados.
Após o golpe de força, Ancara desencadeou purgas em massa que suscitaram inquietação e críticas dos seus parceiros ocidentais sobre o respeito pelos direitos humanos.
Mais de 55.000 pessoas foram presas e 140.000 suspensas ou despedidas, incluindo militantes pró-curdos, jornalistas da oposição, magistrados, e ainda numerosos militares e polícias.
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