Uma jovem do Texas, EUA, que invadiu uma igreja semi-nua dizendo que tinha sido violada, foi detida e está agora acusada de ter inventado o ataque.
Breana Harmon, de 19 anos, entrou por uma igreja local coberta de sangue aos gritos. Estava vestida apenas com roupa interior e com uma camisola rasgada e contou aos fiéis presentes que tinha sido raptada por um gang de três homens de raça negra.
A adolescente explicou que tinha sido levada para um bosque próximo daquela igreja e repetidamente violada, antes de conseguir fugir. A polícia foi imediatamente chamada ao local e levou Breana para prestar testemunho na esquadra.
Às autoridades, disse que tinha sido violada por dois homens, enquanto um terceiro a agarrava. Contou que tinha sido raptada quando estava a entrar no seu carro, no parque de estacionamento em frente ao prédio onde morava.
A polícia investigou e encontrou o carro da jovem com a porta aberta. O telemóvel, chaves e um sapato de Breana estavam no chão. Ao mesmo tempo, a jovem foi levada para ser examinada no hospital, mas os médicos não encontraram nenhum sinal nem lesões que comprovassem a história contada por Breana. Não havia indícios de violação.
A polícia não encontrou mais provas e confrontou a jovem, dizendo que acreditavam que a cena do crime tinha sido “encenada” e que os ferimentos ligeiros que esta apresentava tinham sido “auto-infligidos”.
Breana acabou por confessar ter inventado a história, foi detida e está agora acusada de dois crimes de adulteração de provas e outros dois de adulteração dos registos criminais governamentais. A jovem não explicou o que a levou a inventar a história da violação e, caso condenada, pode enfrentar até 32 anos de prisão.
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