A presidente da Assembleia da República (AR), Verónica Macamo, defendeu nesta segunda-feira, em Maputo, que o assassinato do professor catedrático, Gilles Cistac, na semana finda, não vai comprometer as relações diplomáticas entre Moçambique e a União Europeia (UE).

Para Macamo, trata-se de um assassinato bárbaro, tal que recomenda às autoridades policiais a trabalharem para localizar os executores e responsabilizá-los, “agora essa coisa de dizer que foi A, B ou C, penso que, na minha opinião pessoal, não é bom”.

Quanto à relação de Moçambique com a UE, sobretudo a França, após o sucedido, Macamo defendeu que “eu penso que isso não põe em causa, acho que tanto nós como os nossos parceiros estamos interessados em descobrir quem matou Gilles Cistac”, disse.