
Activistas dos direitos humanos e fontes da comunicação social nacionais relataram diversos casos em que o governo ou seus agentes cometeram execuções arbitrárias e ilegais; a maior parte dos casos implicava as forças de segurança fronteiriça e os guardas prisionais.
Houve alguns relatos de mortes resultantes de abusos praticados pela polícia. Houve relatos de espancamentos em várias prisões. Por exemplo, em Fevereiro, de acordo com o semanário Público, ex-prisioneiros de um centro de detenção na província de Sofala afirmaram ter sido espancados e privados de alimentos, bem como forçados a trabalhar para o benefício financeiro dos guardas.
As autoridades civis em geral mantiveram o controlo sobre a PIC, PRM e FIR, e o governo tem mecanismos para investigar e punir os abusos e a corrupção. No entanto, houve inúmeros relatos de impunidade envolvendo forças de segurança, e ocasiões em que as forças de segurança agiram sem ordens ou excederam as suas ordens. Os agentes policiais frequentemente ocultaram a sua identificação nos postos de controlo após o anoitecer e recusavam identificar-se ou identificarem a esquadra policial a que estavam afectos.
Embora a lei preveja sanções penais para a corrupção oficial, o governo não implementou a lei de forma eficaz e os funcionários envolveram-se frequentemente em práticas corruptas impunemente.
A corrupção nos ramos executivo e legislativo foi no geral considerada generalizada, diz o relatório do departamento de Hilary Clinton…
















