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Quinta-feira, Agosto 6, 2026
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Pessoas não vacinados não tem acesso a lojas de maconha e álcool no Canadá

A província do Québec, no Canadá, tomou novas medidas para estimular a população a se vacinar contra a Covid-19. Na semana passada, o governo anunciou a exigência da apresentação de um passaporte de vacinação para poder entrar em lojas de cannabis e bebidas alcoólicas administradas pelo Governo.

Após o anúncio das novas regras, o ministro da Saúde do Québec, Christian Dubé, informou que a busca pala primeira dose da vacina contra a Covid-19 aumentaram de 1.500 para mais de 6 mil por dia.

As medidas passam a valer a partir do dia 18 de janeiro. “A mensagem que estou enviando para as pessoas não vacinadas é que, se não forem vacinados, fiquem em casa”, apontou Dubé, que garantiu que o objetivo da política é limitar os contatos entre pessoas não vacinadas.

Dubé garantiu que as restrições nas lojas de bebidas e cannabis são “apenas o começo” e que os habitantes do Québec podem esperar restrições semelhantes em outros negócios não essenciais, incluindo centros comerciais. No Québec, pode-se comprar álcool em supermercados e lojas de conveniência, mas a marijuana só está à venda em lojas administradas pelo Governo.

Espanha atingiu recorde de 179 125 infectados por Covid-19 num dia

A Espanha teve na quarta-feira o maior número de novos contágios num só dia, 179.125 novas infeções, com a incidência acumulada a aumentar para 3.127,9 por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias, segundo o Ministério da Saúde espanhol.

A atualização feita pelos serviços de saúde também indica que o número de mortos associados à doença covid-19 foi de 125 pessoas nas últimas 24 horas.

O total de casos notificados desde o início da pandemia, há quase dois anos, é agora de 7.771.367 e já morreram 90.508 pessoas devido à doença.

Forças de segurança angolanas são acusadas de violações graves dos direitos humanos

A Human Rights Watch (HRW) aplaudiu a entrada em vigor do novo código penal em Angola, que descriminaliza a homossexualidade, mas alerta para a implicação das forças de segurança angolanas em violações graves dos direitos humanos.

O capítulo dedicado a Angola do seu relatório anual, hoje publicado, a organização não-governamental recorda que em 2021 entrou em vigor o novo código penal em Angola, que substituiu uma lei obsoleta, de 1886, que ainda punia aqueles que “habitualmente se entregam à prática de vícios contra a natureza” e que limitava o acesso a emprego, à saúde e à educação aos homossexuais, bissexuais e transgénero.

Segundo o relatório, em 2021 as forças de segurança angolanas “continuaram a ser implicadas em graves violações dos direitos humanos, incluindo execuções sumárias, uso excessivo de força contra manifestantes pacíficos e detenções arbitrárias”.

No relatório recordou-se que, em 30 de janeiro, a polícia matou pelo menos 10 manifestantes quando “disparou indiscriminadamente contra as pessoas que se tinham juntado pacificamente para exigir melhores serviços públicos” na cidade de Cafunfo, na província de Lunda Norte.

A responsável defendeu a “necessidade urgente de reestruturação e reforma das forças de defesa e segurança” angolanas, o que passa por “formação em aspetos de direitos humanos, e a “implementação urgente e eficiente” da estratégia de direitos humanos aprovada há dois anos pelo Governo.

De acordo com Zenaida Machado, a HRW lamenta também a forma como o Governo de Angola está a gerir a crise alimentar no sul do país, que segundo o relatório deixou em situação de fome severa mais de 1,3 milhões de pessoas nas províncias de Cunene, Huíla e Namibe, incluindo 114 mil crianças com menos de 5 anos.

Segundo a governadora do Cunene, citada no documento, esta crise terá levado a um movimento de pessoas “nunca antes visto”, com 4.000 pessoas deslocadas dentro da província e outras 2.000 na Namíbia.

Zenaida Machado disse que a HRW recebeu informação através das autoridades da Namíbia de que crianças terão morrido durante o ano de 2021 porque chegaram à Namíbia demasiado malnutridas e não foi possível salvá-las.

No relatório, a organização lamentou também que as autoridades continuem a usar “leis draconianas” para limitar o trabalho dos jornalistas e alertou que milhões de angolanos em todo país veem negado o direito a informação livre, diversa e imparcial, já que o país é o único da África austral sem estações de rádio comunitárias, e recorda que as autoridades reduziram o número de televisões privadas quando suspenderam três canais em abril, o que resultou na perda de centenas de empregos.

No documento sublinhou-se também o problema da violência sexual contra crianças, recordando-se que em junho o Instituto Nacional da Criança (INAC) revelou que mais de 4.000 crianças com menos de 14 anos tinham sido vítimas de abuso sexual desde junho de 2020, na maioria meninas de Luanda vítimas de vizinhos ou amigos da família.

Em setembro, lembrou ainda a organização, o Governo revelou a existência de uma rede de prostituição infantil na aldeia de Cahota, província de Benguela, alegadamente controlada por migrantes chineses, tendo sido noticiados dezenas de casos de meninas, algumas de 13 anos, grávidas dos seus predadores.

Comandante da PRM ordenou o fim do pagamento pelo parqueamento de viaturas nas esquadras e outras sub-unidades da Polícia

O Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) ordenou o fim do pagamento pelo parqueamento de viaturas nas esquadras e outras sub-unidades da Polícia, em todo o país.

Bernardino Rafael diz ter tomado a decisão na sequência das reclamações que tem vindo a receber de automobilistas sobre cobranças de valores monetários pela polícia quando estes deixam as suas viaturas nas unidades policiais.

O Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique fez este pronunciamento na vila de Ressano Garcia, província de Maputo, na cerimónia de encerramento da operação Assanti Sana, referente a quadra festiva.

Insurgência piorou a situação humanitária em Cabo Delgado

Violações dos direitos humanos aumentaram em Moçambique devido à violência em Cabo Delgado, denuncia a Human Rights Watch. Organização aponta também o dedo às forças de segurança moçambicanas.

No capítulo dedicado a Moçambique do seu relatório anual, publicado hoje, a organização não-governamental concluiu que os combates entre as forças governamentais e os grupos islamitas no norte do país contribuíram em 2021 para o retrocesso nos direitos humanos e para o agravamento da crise humanitária na região, o que já tinha acontecido no ano anterior.

Mais de 800 mil pessoas foram forçadas a deslocar-se até setembro, segundo o Governo e o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

Cerca de 48% dos deslocados são crianças e mais de 84% vivem em alojamentos temporários e comunidades de acolhimento no país, enquanto 9% estão em campos de refugiados nas províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula.

Ruandeses abandonam seu país por medo de receberem vacina contra a Covid-19

Uma centena de ruandeses chegou à República Democrática do Congo (RDCongo) nos últimos dias, alegando estar a fugir da vacinação contra a covid-19, que é obrigatória no seu país.

Os ruandeses apareceram em pequenos grupos e viajaram em canoas artesanais para o sul da ilha de Idjwi, localizada no Lago Kivu, na fronteira entre o Ruanda e a RDCongo, onde as autoridades procuram identificar formalmente o seu perfil e as razões da sua chegada.

Segundo Dunia Muhigirwa, uma professora em Idjwi, estes ruandeses, incluindo mulheres e crianças, dizem que estão “a fugir da vacina” contra a covid-19. Estão a ser identificados nas aldeias de Lemera e Nyereji onde, de acordo com a professora, “a maioria vive por agora com famílias de acolhimento”.

No Ruanda, a vacinação contra a covid-19 é obrigatória para andar nos transportes públicos, frequentar bares e restaurantes e participar em conferências e reuniões. De acordo com o Centro de Controlo de Doenças da União Africana (África CDC), o Ruanda tem um total acumulado de 118 mil casos e mais de 1.300 mortos devido à covid-19.

Pandemia da Covid-19 aumentou a discriminação racial nos EUA

Os Estados Unidos continuam a violar direitos humanos em termos de justiça racial, tendo as injustiças aumentado com o impacto da pandemia de covid-19, acusa a organização Human Rights Watch (HRW) no seu relatório anual hoje divulgado.

Os Estados Unidos continuam a não cumprir os seus compromissos relativos aos direitos humanos, principalmente na área da justiça racial, conforme se vê pelo fracasso do país em acabar com o racismo sistémico ligado aos legados da escravidão”, afirma a organização de direitos humanos no documento.

As minorias étnicas, acrescenta, continuam sujeitas a “estruturas abusivas de encarceramento, fiscalização da imigração e controlo social”, além de se manter uma desigualdade económica entre negros e brancos, que registou até “um leve aumento” em 2021.

No relatório, que analisa a situação dos direitos humanos durante o ano 2021 em cerca de 100 países, a HRW conclui que a covid-19 “aprofundou as injustiças raciais existentes na saúde, habitação, emprego, educação e acumulação de riqueza” das comunidades negras, latinas e nativas norte-americanas.

Estas comunidades “foram desproporcionalmente sobrecarregadas pelos impactos negativos” da pandemia, adianta.

Nota que a pobreza dessas comunidades registou “uma diminuição geral, devido a estímulo financeiros e auxílio no desemprego”, mas que a “diferença de riqueza entre negros e brancos ainda é tão grande como em 1968”.

Além disso, os “crimes de ódio contra pessoas de ascendência asiática e pessoas negras aumentaram significativamente em 2021 em comparação com os níveis de 2019”, sublinha a HRW.

Ainda assim, a organização admite que os Estados Unidos deram “passos positivos em matéria de direitos humanos” durante o ano passado, com a administração do Presidente Joe Biden e o Congresso a “defender os direitos das mulheres e lésbicas, gays, bissexuais, transgénero e intersexuais, que foram enfraquecidos durante a administração anterior”.

Esta melhoria confirma as esperanças avançadas pela HRW no relatório referente ao ano 2020, quando considerava que os quatro anos de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos tinham sido “um desastre” para os direitos humanos e manifestava esperança numa mudança de paradigma com Biden.

No entanto, mesmo com esta evolução positiva, a HRW critica não só a manutenção de um desequilíbrio racial no país, mas também que o país continue a registar a maior taxa de reclusos do mundo, com “quase dois milhões de pessoas detidas em prisões estaduais e federais e vários milhões em liberdade condicional”.

Também nesta matéria se notam discriminações raciais, indica a organização, referindo que “apesar de algumas reduções nas taxas de reclusão de pessoas negras, esta comunidade continua a ser amplamente maioritária nas prisões”.

As prisões, critica a HRW, “falharam em fornecer proteção suficiente contra a infeção por covid-19” e “um terço de todos os reclusos contraiu o vírus, tendo mais de 2.700 morrido”. Além disso, a administração Biden também foi uma deceção para a HRW no que concerne às políticas de migração.

A administração Biden expulsou mais de 750 mil migrantes alegando razões ligadas à saúde pública. Estas expulsões afetaram sobretudo negros, indígenas e latinos, particularmente da América Central, África e Haiti, que, segundo a HRW, foram alvo de “tratamento discriminatório”.

Angolana foi detida na posse de 2,5 quilos de cocaína proveniente do Brasil

Uma mulher angolana foi detida na posse de 2,5 quilogramas de cocaína após desembarque no aeroporto internacional de Luanda, proveniente do Brasil.

Segundo Manuel Halaiwa, a cidadã, de 22 anos, foi detida no passado fim de semana, na sala de desembarque, numa ação conjunta com os órgãos do sistema de segurança do aeroporto.

Halaiwa disse que a droga, a primeira apreensão este ano no aeroporto internacional 4 de Fevereiro, se encontrava dissimulada na roupa da mulher, numa blusa devidamente trabalhada para ludibriar as autoridades.

Pedido do príncipe Andrew para arquivar denúncia de abuso sexual foi negada nos EUA

Um juiz de Nova York negou na quarta-feira (12) o pedido do príncipe Andrew para rejeitar uma denúncia de agressão sexual que uma americana apresentou contra ele por supostamente abusar dela em 2001, quando ela tinha 17 anos.

Em sua decisão, o juiz Lewis Kaplan decidiu que a petição do príncipe para arquivar a ação civil, apresentada no verão de 2021 por Virginia Giuffre, uma das vítimas dos crimes sexuais do financista americano Jeffrey Epstein, deve ser “negada em todos os seus aspectos”.

Giuffre afirmou que o príncipe Andrew a abusou sexualmente na casa de Epstein em Nova York e em sua ilha privada das Ilhas Virgens, nos Estados Unidos, assim como na casa londrina de Ghislaine Maxwell, que foi companheira sentimental do financista, e que enfrenta a prisão perpétua depois que um júri a declarou culpada recentemente de tráfico de menores com finalidades sexuais para seu amigo.

Giuffre alega que Epstein a ‘emprestou’ para ter relações sexuais com seus poderosos e ricos amigos, entre eles Andrew, acusações que o príncipe negou energicamente em várias ocasiões.

Ainda assim, Kaplan rejeita em seu escrito de 44 páginas que a denúncia de Giuffre seja “ininteligível”, “vaga” ou “ambígua”, como dizem os advogados do príncipe, já que alega “discretos incidentes de abuso sexual em circunstâncias particulares em três lugares identificáveis”, assim como “a quem atribui o abuso sexual”.

A defesa do príncipe argumentou que Giuffre assinou um acordo com o financista americano em 2009 para não processá-lo ou a “outros réus em potencial”. O juiz também rejeita este ponto em seu escrito, que data de terça-feira, mas foi publicado apenas hoje.

O príncipe sempre negou as acusações de Virginia Giuffre. A amizade do segundo filho da rainha da Inglaterra, de 61 anos, com o financista Jeffrey Epstein vem causando problemas há muito tempo. Desde as acusações de Giuffre, Andrew raramente apareceu em público, depois de ser obrigado a deixar a primeira linha da monarquia britânica ao não renunciar ou conseguir se desligar do caso Epstein.

Uma série de fotos que provam os vínculos entre Andrew, Epstein, Maxwell e Giuffre foram divulgadas no Reino Unido. Se todos os recursos de Andrew falharem, um julgamento civil poderá ocorrer “entre setembro e dezembro do próximo ano”, disse o juiz Kaplan no outono de 2021.

Jeffrey cometeu suicídio na prisão em 2019 e um júri recentemente considerou sua ex-companheira Ghislaine Maxwell culpada de tráfico de menores para fins sexuais para o financista.

Vagas de emprego do dia 12 de Janeiro de 2022

Foram publicadas hoje, dia 12 de Janeiro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Assistente Financeiro

A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.

2. Vagas para Digitadores de Dados da Farmácia

A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Digitadores de Dados da Farmácia (iDART). Saiba mais.

3. Vagas para Digitadores de Dados

A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Digitadores de Dados. Saiba mais.

4. Vaga para Oficial de Abrigo

A Solidar Suisse pretende recrutar Para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Abrigo. Saiba mais.

5. Vaga para Diretor de Projectos de Desenvolvimento Económico Local

A ONG CESAL, pretende recrutar para o seu programa um (1) Diretor de Projectos de Desenvolvimento Económico Local. Saiba mais.

6. Vaga para Técnico de Farmácia

A All Around Medical Solutions, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Farmácia. Saiba mais.

7. Vaga para Digitador de Dados

A All Around Medical pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Digitador de Dados. Saiba mais.

8. Vaga para Assistente Administrativo

A All Around Medical Solutions pretender recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

9. Vagas para Motoristas de Ambulância

A All Around Medical Solutions, Lda empresa de emergências medicas pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas de Ambulância. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Representante de Vendas

A Pluma Blinds pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Representante de Vendas. Saiba mais.

2. Vaga para Gestor de Redes Sociais

A Pluma Blinds pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Redes Sociais. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico de Produção

A Pluma Blinds pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Produção. Saiba mais.

4. Vaga para Coordenador

A Associação Madre Coraje (AMC) pretende recrutar para o seu projecto um (1) Coordenador. Saiba mais.

5. Vagas para Formadores de Língua Inglesa

A EDUdigital, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Língua Inglesa. Saiba mais.

6. Vagas para Motoristas Profissionais

A AAM Transportes pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Motoristas Profissionais. Saiba mais.

7. Vaga para Técnico Agrário

A Inther Beira pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Agrário. Saiba mais.

8. Vagas para Promotores de Vendas

A BDQ-Mobile pretende Recrutar para o seu quadro pessoal Promotores de Vendas. Saiba mais.

9. Vaga para Recepcionista

A TJ Consultants, pretende recrutar para uma empresa uma (1) Recepcionista. Saiba mais.

10. Vaga para Gestora Assistente de Vendas

A Green Revolution, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Gestora Assistente de Vendas. Saiba mais.

11. Vaga para Assistente de Clearance

A Eurotresa Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Clearance. Saiba mais.

12. Vaga para Secretária/ Recepcionista

A Fazenda o Rei de Gado (FRG) pretende recrutar para o seu quadro pessoal uma (1) Secretária/Recepcionista. Saiba mais.

13. Vaga para Oficial Sénior de Desenvolvimento 

O CESC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Desenvolvimento de Capacidades e Aprendizagem. Saiba mais.

14. Vaga para Líder de Implementação de Programa

A FHI 360 pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder de Implementação de Programa. Saiba mais.

15. Vaga para Pedagógico

O CESOFAMA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Pedagógico. Saiba mais.

16. Vaga para Responsável de Administração, Contabilidade e Finanças

O CESOFAMA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Responsável de Administração, Contabilidade e Finanças. Saiba mais.

17. Vaga para Responsável de Logística e Procurement

A WeWorld-GVC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Responsável de Logística e Procurement. Saiba mais.

18. Vaga para Oficial de Saúde Mental e Apoio Psicossocial

A CARE Internacional, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Saúde Mental e Apoio Psicossocial. Saiba mais.

19. Vagas para Motoristas

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Motoristas. Saiba mais.

20. Vagas para Serventes de Mesa

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Serventes de Mesa. Saiba mais.

21. Vagas para Cozinheiros

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cozinheiros. Saiba mais.

22. Vagas para Pasteleiros

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Pasteleiros. Saiba mais.

23. Vagas para Contabilistas

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Contabilistas. Saiba mais.

24. Vagas para Assistentes Administrativos

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Assistentes Administrativos. Saiba mais.

25. Vaga para Assistente Comercial

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Comercial. Saiba mais.

26. Vagas para Nutricionistas

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Nutricionistas. Saiba mais.

27. Vagas para Serventes de Limpeza

Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Serventes de Limpeza. Saiba mais.

28. Vaga para Jardineiro

A PCC- Project Clean & Comércio, pretende recrutar para o seu quadro (1) Jardineiro. Saiba mais.

29. Vaga para Consultor

A FAMOD pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor. Saiba mais.

30. Vaga para Oficial Sénior de Desenvolvimento

O CESC pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Desenvolvimento. Saiba mais.

31. Vaga para Estagiário de Atendimento da Linha do Cliente

A Engie Energy Access pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário de Atendimento da Linha do Cliente. Saiba mais.

32. Vaga para Estagiário de Atendimento da Linha do Cliente

A Engie Energy Access pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário de Atendimento da Linha do Cliente. Saiba mais.

33. Vaga para Analista de Estratégia de Negócios

A Engie Energy Access pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Estratégia de Negócios. Saiba mais.

Ordem dos Advogados exigiu que Vale indemnize as comunidades afetadas

A OAM afirma que “há evidências e provas bastantes de que a Vale não cumpriu o plano de reassentamento”. Por isso, o organismo luta para que multinacional, de saída de Moçambique, pague o que deve às comunidades afetadas.

A empresa mineira brasileira Vale anunciou recentemente a venda dos seus ativos na mina de carvão em Moatize na província de Tete, centro de Moçambique, e da base logística de Nacala.

O negócio, que foi fechado com a Vulcan Minerals do grupo Jindal, preocupa a Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) que durante certa de uma década tem pressionado a multinacional a indemnizar as comunidades afetadas pela mina de Moatize, pelos danos patrimoniais e violações de direitos Humanos.

João Nhampossa, representante da OAM, estranha que as autoridades judiciais moçambicanas se mantenham em silêncio diante de grosseiras violações dos direitos humanos perpetradas pela Vale.

Troika da SADC defendeu prorrogação do mandato das forças que apoiam a missão militar em Cabo Delgado

O presidente da ‘troika’ de Cooperação nas Áreas de Política e Defesa da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) defendeu ontem a prorrogação do mandato das forças que apoiam Moçambique no combate a grupos armados em Cabo Delgado.

Ramaphosa falava durante a cimeira extraordinária que juntou Botsuana, Namíbia e África do Sul, países que integram a ‘Troika’ da SADC, e Moçambique, em Lilongwe, no Maláui, um encontro que debateu os progressos da missão da SADC envida a Moçambique para apoiar o país no combate ao terrorismo.

Para Cyril Ramaphosa, a missão, cujo mandato terminava no sábado, deve continuar, na medida em que o restabelecimento da paz em Moçambique vai contribuir para a ambição de uma região estável.

O encontro da ‘troika’ de Cooperação nas Áreas de Política e Defesa antecede a cimeira extraordinária da SADC marcada para quarta-feira para debater o mesmo tema, também no Maláui, um encontro que vai decidir sobre a permanência das forças estrangeiras em Moçambique.

A cimeira será presidida pelo chefe de Estado do Maláui, Lazarus Chakwera, que é atualmente o presidente em exercício da SADC, e, além de avaliar a missão, os líderes vão debater os modelos de financiamento das operações das forças dos países-membros que estão em Cabo Delgado.

Alemanha regista recorde de 80.430 casos de Covid-19

A Alemanha contabiliza hoje 80.430 casos de Covid-19, o número mais alto desde o início da pandemia. Segundo dados divulgados pelo Instituto Robert Koch, morreram 384 pessoas nas últimas 24 horas.

O anterior recorde fora registado a 26 de novembro de 2021, quando se contabilizaram mais de 76 mil casos. A incidência de novos casos por 100 mil habitantes nos últimos sete dias situa-se nos 407,5, também um aumento em relação à atualização de ontem (387,9).

A incidência da hospitalização foi de 3,4 pessoas por 100.000 habitantes por semana. Cerca de 72% da população alemã recebeu as doses completas da vacina e 43,5% a de reforço. O país regista um total de 7.661.811 infeções e 114.735 vítimas mortais.

Mais de 2200 passageiros foram multados nas fronteiras por não exibir testes negativos à Covid-19 em Portugal

Mais de 2.200 passageiros foram multados, entre 01 de dezembro e 10 de janeiro, por tentarem entrar em Portugal pelas fronteiras aéreas sem teste negativo ao SARS-CoV-2.

Segundo o MAI, foram também multadas 41 companhias aéreas por embarcarem esses passageiros sem teste negativo.

Num balanço desta medida para controlar os casos de covid-19, o Ministério da Administração Interna (MAI) avançou à agência Lusa que, entre 01 de dezembro e 10 de janeiro, a PSP e o SEF fiscalizaram 1.460.089 passageiros e 13.866 voos, de que resultaram em 2.245 contraordenações.

Dos 2.245 autos de contraordenação, 1.465 foram levantados pela PSP, que controla os passageiros provenientes de voos com origem no espaço Schengen (espaço europeu de livre circulação de pessoas), e 780 pelo SEF, que fiscaliza os viajantes oriundos de países fora do espaço Schengen.

Desde 01 de dezembro de 2021 que todos os passageiros que cheguem a Portugal por via área são obrigados a apresentar teste negativo ou certificado de recuperação no desembarque.

As companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo incorrem numa multa entre 20.000 e 40.000 euros por passageiro e os viajantes são também alvo de uma contraordenação, entre os 300 e os 800 euros, por não apresentarem teste à chegada.

O MAI precisa igualmente que nas 2.245 contraordenações estão incluídos oito estrangeiros a quem foi recusada a entrada no país por não terem apresentado teste no desembarque, uma vez que apenas é permitida a realização do teste no aeroporto aos cidadãos de nacionalidade portuguesa, estrangeiros com residência em Portugal e pessoal diplomático.

Os dados do MAI mostram ainda que foram realizados nos aeroportos 2.266 testes de diagnóstico a passageiros que entraram no país sem este documento.

Nas fronteiras terrestres, também desde 01 de dezembro que os cidadãos de países exteriores à União Europeia e dos países da UE considerados de risco vermelho ou vermelho-escuro precisam de teste negativo ou certificado de recuperação.

Os cidadãos oriundos dos países da UE considerados de risco baixo ou moderado devem ser portadores do certificado de vacinação, teste ou recuperação para entrarem em Portugal.

Cerca de 17.237 pessoas ficaram desabrigadas e dez morreram devido a chuvas intensas no Brasil

As fortes chuvas que atingiram Minas Gerais afetaram milhares e causaram a morte de dez pessoas entre domingo e segunda-feira, segundo um relatório oficial revelado na terça (11), que alerta para mais chuvas intensas na região.

As mortes, incluindo a de uma menina de 11 anos, foram registradas nos municípios de Brumadinho, São Gonçalo do Rio Abaixo, Ervália e Caratinga, como consequências de chuvas, deslizamentos e inundações, informou a Defesa Civil em um boletim.

Desde o início da estação chuvosa, em outubro, 19 pessoas morreram no estado, além das 10 que faleceram no fim de semana em Capitólio com o desabamento de um paredão no Lago de Furnas, que é frequentado por turistas em lanchas.

De acordo com o balanço, 17.237 pessoas tiveram que deixar suas casas ou precisam de abrigo devido às chuvas.

Queda de aeronave de instrução das Forças Armadas de Defesa provocou a morte de duas pessoas em Maputo

Duas pessoas morreram em consequência da queda, na terça-feira de manhã, de uma aeronave de instrução das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, próximo ao aeroporto de Maputo.

A aeronave partiu da base aérea e seguia para mais uma das aulas de aviação e, no processo para ganhar altura, teve algum problema e despenhou-se sobre uma residência, explicou Leonildo Pelembe, referindo que se “está neste momento a investigar” as causas da queda.

Segundo Leonildo Pelembe, não há indicação de óbitos por parte dos residentes da casa destruída, havendo equipas multissetoriais no terreno para “garantir que não haja nenhum tipo de ressurgimento do incêndio”.

Em março de 2021, uma aeronave ligeira da Força Aérea moçambicana, destinada a treinos, aterrou de emergência e embateu no muro de uma escola, na periferia de Maputo, ferindo um dos dois tripulantes.

Homossexuais já podem doar sangue na França

Os homossexuais vão poder doar sangue, sem qualquer condicionante, a partir de meados de março em França, após a eliminação de qualquer referência “discriminatória” à orientação sexual nos critérios para a doação.

O Ministério da Saúde francês, no seguimento da lei de bioética e de uma “vontade política”, vai assinar um decreto que tornará acessível a todos a doação de sangue, com base nos mesmos critérios, tanto para homossexuais, como para heterossexuais, revelou o ministro da Saúde.

A partir de 16 de março deixara de haver “referência à orientação sexual” nos questionários anteriores à doação de sangue, explicou Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde, durante uma conferência de imprensa.

Desde julho de 2016 que homens homossexuais pode, em teoria, doar sangue, ação que era proibida desde 1983, devido ao risco de transmissão do HIV/Sida.

Mas esta possibilidade estava, até agora, sujeita a um período de abstinência sexual, primeiro fixado em um ano, antes de ser reduzido, em 2019, para quatro meses, critério que tinha de ser declarado durante o questionários anterior à doação.

O diretor-geral da Saúde francês sublinhou que não espera um aumento do risco residual da transmissão do HIV/Sida por transfusão devido a esta medida, apontando que “o nível de risco tem vindo a diminuir de forma consistente há décadas”.

INGD alertou para o risco de inundações e cheias na presente época chuvosa no País

A presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) Luísa Meque, apela as comunidades que residem nas zonas baixas para não ignorarem informações, relativas a ocorrência das inundações na presente época chuvosa.

De acordo com Luísa Meque estas informações devem ser acatadas por todos, por forma a se evitarem perda de vidas humanas e danos materiais.

Luísa Meque falava, na segunda-feira, durante a monitoria do impacto da subida do caudal do rio Incomáti, nos distritos de Magude e Manhiça, onde há registo de alagamento de extensas áreas de cultivo e o agravamento da intransitabilidade, em algumas localidades.

Cerca de 18 mil habitantes não tem acesso a água potável devido a chuva em São Tomé

Cheias em São Tomé e Príncipe privaram 18 mil habitantes do acesso a água potável, na região de Lembá. Populares procuram, entretanto, alternativas – mas as autoridades alertam para a probabilidade de doenças diarreicas.

No distrito de Lembá, em São Tomé e Príncipe (STP), a luta pela sobrevivência gira em torno da água potável. As fortes chuvas e as enxurradas do passado 28 de dezembro destruíram o Centro de Captação e Tratamento de Água, que abastecia 18 mil habitantes da região de Lembá.

Edumeu Lima é vereador para área social da autarquia de Lembá e diz que, neste momento, há uma luta contra o tempo para retomar o abastecimento de água. As aulas já deviam ter recomeçado, na segunda-feira (10), mas sem água potável é impossível.

Cresce o número de pacientes recuperados da covid-19 no país

O número de pacientes com Covid-19 que recebem alta hospitalar por melhoria do seu quadro clínico, assim como o de recuperados da infecção pelo novo coronavírus têm vindo a aumentar de forma significativa, no país.

Dados partilhados pelo Ministério da Saúde (MISAU) mostram que, de segunda-feira para ontem, 44 doentes deixaram o leito hospitalar, 14 dos quais na cidade de Maputo, oito em Inhambane, quatro na província de Maputo e igual número em Gaza, três em Nampula e Niassa, para cada. Os outros pacientes recebiam cuidados médicos em hospitais de Tete e Sofala, com dois enfermos em cada unidade.

No mesmo período, 33 pessoas foram internadas por complicações ligadas à Covid-19, permanecendo, deste modo, 217 doentes hospitalizados nos centros de tratamento da doença e em outras unidades hospitalares.

O comunicado do MISAU refere-se, ainda, à morte de três pacientes vítimas da Covid-19, todos na segunda-feira, na cidade de Maputo, cujas idades variam de 38 a 73 anos. Com estes perecidos, subiu para 2099 o total de óbitos por esta enfermidade, no território nacional.

As estatísticas da Saúde indicam igualmente que, de segunda-feira para ontem, 2.646 pessoas foram declaradas recuperadas da infecção pelo Sars-CoV-2, sendo 744 na província de Gaza, 528 na cidade de Maputo, 464 na Zambézia, 248 em Inhambane e 117 em Tete, elevando assim para 173.538 o total de curados, no país.

Em relação às novas infecções pelo novo coronavírus, documento da Saúde mostra que 1868 pessoas testaram positivo para este vírus, nas últimas 24 horas, em 6.200 amostras testadas, em todo o país, o que representa uma taxa de positividade de 30.13 por cento.

A maior parte dos casos foi registada na cidade de Maputo (260), seguido de Manica (256), Nampula (227) e província de Maputo (207). Do total de contaminados anunciados ontem, 259 são crianças de zero a 14 anos, 370 estão na faixa etária dos 15 aos 24 anos e 255 com idade igual ou superior a 50 anos.

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