O Chade declarou estado de “emergência alimentar” devido à “constante deterioração da situação nutricional” provocada pela guerra na Ucrânia. No decreto assinado, esta quinta-feira, 2 de Junho, o governo alerta para o risco elevado a que está exposta a população se não for prestada assistência humanitária, nomeadamente alimentar.
As autoridades chadianas declararam estado de “urgência alimentar” devido à “constante deterioração da situação nutricional” provocada pela guerra na Ucrânia.
O decreto assinado ontem pelo chefe da Junta militar no poder, Mahamat Idriss Déby Itno, chama a atenção para o risco elevado a que está exposta a população se não for prestada assistência humanitária, nomeadamente alimentar.
No documento as autoridades apelam aos parceiros nacionais e internacionais para ajudar a população.
De acordo com a as Nações Unidas, 5,5 milhões de chadianos, ou seja um terço da população, precisavam de “ajuda humanitária de emergência”, em 2021. No entanto, a guerra na Ucrânia, e o bloqueio de cereais imposto pela Rússia, veio agravar a situação.
A ofensiva russa contra a Ucrânia- que assegura 30% das exportações mundiais de trigo- conduziu a um aumento do preço dos cereais e dos óleos alimentares, ultrapassando os recordes de 2008 durante as manifestações contra a fome e no decorrer da revolução da Primavera Árabe, em 2011.
A ONU receia “um furacão de fome”, principalmente nos países africanos que importam mais da metade de trigo da Ucrânia ou da Rússia.
Esta semana, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a invasão russa da Ucrânia, para além de devastar o país, é responsável por “uma crise global tridimensional de alimentos, energia e finanças, que pesa sobre a população, países e economias mais vulneráveis”.
O medo de uma grande crise alimentar é particularmente sentido no continente africano, onde, em muitos países, a população, que vive no limiar da pobreza, sente o impacto do aumento dos preços – que os Estados não podem conter por falta de recursos financeiros.
As autoridades moçambicanas detêm arbitrariamente pessoas por parecerem muçulmanas, no âmbito da luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, alerta o Governo norte-americano em relatório sobre liberdade religiosa no mundo do Departamento de Estado americano divulgado na quinta-feira, 2.
“Numa tentativa de controlar a situação [em Cabo Delgado] e conter a violência, a polícia continuou a prática de deter arbitrariamente alguns indivíduos porque pareciam muçulmanos pela sua roupa ou barba, segundo organizações islâmicas nacionais e outros relatos nos ‘media'”, pode ler-se no relatório anual sobre liberdade religiosa no mundo, divulgado pelo Departamento de Estado.
O documento diz que organizações não governamentais, meios de informação e organizações de direitos humanos continuam “a criticar fortemente a resposta do Governo como exacerbando queixas entre as populações da maioria muçulmana históricamente marginalizadas”.
O relatório faz notar que a violência dos rebeldes em Cabo Delgado tem tido como alvo “comunidades cristãs e muçulmanas”
O Departamento de Estado faz também notar as restrições impostas pela Covid 19 e diz que “sete dirigentes religiosos evangélicos cristãos” foram presos em Junho por realizarem serviços religiosos com pessoas violando as restrições de combate à Covid-19.
Além disso, alguns responsáveis governamentais, observadores e administradores de campos de deslocados notam que, como os ataques extremistas ocorrem em zonas de maioria muçulmana, muitas das vítimas são muçulmanas.
Apesar de os combatentes do ISIS-M dizerem que atacam sobretudo cristãos e aldeias cristãs, os relatos do terreno contam que na prática eles fazem pouca distinção entre as vítimas, visando tanto comunidades muçulmanas como cristãs.
O relatório recorda que o ISIS-M prometeu publicamente fidelidade ao grupo terrorista Estado Islâmico em junho de 2019 e desde então reivindicou mais de 30 ataques.
O Bayern de Munique tem sido apontado como o clube na linha da frente para garantir Sadio Mané em 2022/23, mas não é o único na corrida. Segundo o “Bild”, da Alemanha, o PSG está igualmente interessado na contratação do senegalês e até oferece mais dinheiro do que os 20 milhões de euros por temporada que o campeão alemão está disposto a pagar.
Ainda assim, a notícia refere que o ainda jogador do Liverpool vê com bons olhos uma mudança para Munique, onde, sobretudo face à saída iminente de Lewandowski, seria a estrela da equipa. Em França, por outro lado, iria ter a concorrência de nomes como Mbappé, Messi e Neymar no ataque.
Mané, 30 anos, tem contrato por mais uma época com os “reds”, que estarão dispostos a negociar por um valor a partir dos 35 milhões.
Um homem da cidade de Derby, na Inglaterra, foi orientado pela Justiça a parar de doar seu sêmen após descobrirem que ele sofre da condição cromossômica conhecida como síndrome do X frágil, que é rara e hereditária.
James MacDougall, 37, já doou seu sêmen para vários casais lésbicos e é o pai biológico de 15 crianças. As informações são do tabloide britânico Daily Mail.
A doença de MacDougall é incurável e pode levar a um baixo QI e a um atrasos no desenvolvimento do doente. Sabendo que não seria aceite em nenhuma clínica, James começou a fazer doações privadas na Internet para mulheres que não conseguem pagar os altos valores do processo.
A Província de Tete registou um crescimento de quarenta e sete por cento de produção de carvão mineral, exportado para o mercado estrangeiro.
Trata-se do carvão térmico e metalúrgico produzido nas bacias carboníferas de Moatize e Marara, pelas multinacionais VULCAN, ICVL e Jindal Africa, tendo contribuído para o aumento de postos de emprego fixos.
A informação foi partilhada, esta manhã, pelo director do serviço provincial de Infra-estrutura de Tete, Grácio Cune, no espaço Café da Manhã da Rádio Moçambique.
“Isto revela o nosso compromisso de manter os postos de trabalho e as minas em operação. O nosso desafio é, a medida que o tempo for passando, irmos aumentando e recuperando a nossa produção e a nossa comercialização”, disse.
O número de mortes por Covid-19 em África deverá cair 94% este ano face a 2021, os dados são da Organização Mundial de Saúde, justificados pelo aumento da vacinação, a imunidade natural e a resposta à doença.
Em 2021, os países africanos registaram um total de 113.102 mortes por Covid-19. Todavia o número real de casos pode ter ultrapassado os 350 mil.
Para este ano, a Organização Mundial de Saúde prevê que o número de mortes “encolha para 60 por dia”, contra uma “média de 970 pessoas por dia”, no ano passado e antecipa que em 2022 ocorram 166,2 milhões de casos, contra os 227,5 milhões que terão acontecido em 2021.
A diferença entre o número de casos e mortes em 2022 deve-se ao aumento da vacinação, à melhoria da resposta à pandemia e à imunidade por infecção prévia, o que, embora não previna a reinfecção, impede as formas graves da doença e a morte.
A OMS concluiu ainda que, em 2021, na região africana, a Covid-19 foi a sétima maior causa de morte, logo abaixo da malária.
O Presidente angolano propôs aos membros do Conselho da República o dia 24 de Agosto para a realização das eleições gerais, quatro semanas antes do término do mandato do Presidente da República e dos deputados à Assembleia Nacional.
Ao intervir na abertura da reunião daquele órgão consultivo do Presidente, nesta sexta-feira, 3, João Lourenço lembrou que “nos termos do n.º 1 do artigo 112.º da Constituição da República de Angola, as eleições gerais devem ser convocadas até 90 dias antes do termo do mandato” e que para tal “a Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais impõe que a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) emita um parecer ao Chefe de Estado sobre a existência de condições para a sua realização nos prazos constitucionais e que seja ouvido o Conselho da República”, o que aconteceu a 24 de Maio.
O chefe de Estado angolano afirmou que, tendo já o parecer favorável da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) e a confirmação de que o Tribunal Constitucional está em condições para iniciar a receção das candidaturas dos partidos, pretende convocar as eleições para o próximo dia 24 de agosto, tendo em conta que estas devem ocorrer durante a segunda quinzena do mês de agosto do ano em que terminam os mandatos do presidente e dos deputados à Assembleia Nacional.
João Lourenço garantiu que o seu Governo criou as condições para que, no prazo legalmente definido, os dados definitivos sejam remetidos à Comissão Nacional Eleitoral e afirmou estar
“em execução a prestação de subsídio extraordinário previsto para os anos eleitorais a cada um dos partidos políticos legalmente existentes, referente à preparação do processo de apresentação de candidaturas às eleições gerais”.
Ainda no campo financeiro, ele lembrou que o financiamento público para a campanha eleitoral depende “da validação das candidaturas pelo Tribunal Constitucional”.
A convocatória permite também cumprir as demais tarefas do estado cuja execução não pode ocorrer sem que as eleições sejam marcadas, complementou.
Ao centésimo dia da invasão russa da Ucrânia, Moscovo controla 20% do território ucraniano, cerca de 125 mil km2. As Nações Unidas alertam que a “guerra não tem, nem terá vencedor”.
Depois do falhanço da ofensiva relâmpago por parte das forças russas, lançada a 24 de Fevereiro, a guerra ganha agora novos contornos. Moscovo reduziu as suas ambições e concentra-se na região do Donbass, uma região já em guerra desde 2014 entre o exército ucraniano e os separatistas pró-russos.
De acordo com o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, os russos controlam neste momento “cerca de 20%” do território da vizinha Ucrânia, ou seja, perto de 125.000 KM2.
Neste centésimo dia de guerra, o primeiro-ministro ucraniano Denys Chmygal sublinhou que Kyiv “avança” para “a família europeia”, enquanto a Rússia “se aproxima de uma vida atrás da ‘cortina de ferro’ e isolada do mundo desenvolvido”. Numa mensagem no Telegram, Chmygal escreveu que “A Ucrânia avança com confiança rumo ao seu objectivo: viver num país democrático, livre e no seio da família europeia” e acrescentou que o único caminho possível para o seu país é o da “liberdade”. “A Ucrânia ganhará se duvida” a guerra face à Rússia, concluiu.
A Ucrânia espera, até ao final do mês, obter o estatuto oficial de candidato à adesão da União Europeia, apesar das divisões dentro dos 27 Estados-membros.
A guerra na Ucrânia “não tem, nem terá vencedor” avançou esta sexta-feira o coordenador da ONU no país, que acrescentou que “temos necessidade de paz, A guerra deve acabar”.
O centésimo dia de guerra coincide com o encontro, hoje, em Sotchi, entre o presidente russo Vladimir Putin, Macky Sall, presidente do Senegal e presidente em exercício da União Africana e o presidente da Comissão da União Africana, o chadiano Moussa Faki Mahamat.
A União Africana espera assim “contribuir para algum apaziguamento na guerra na Ucrânia e apelar ao desbloqueio dos stocks de cereais e fertilizantes, cujo entrave afecta gravemente os países africanos”.
A Tabela Salarial Única (TSU), na Função Pública, começa a vigorar a partir do próximo mês de Julho. A garantia foi dada ontem, em Maputo, pelo ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, à margem da abertura da 8.ª Conferência e Exposição sobre Mineração, Petróleo & Gás e Energia de Moçambique, evento que termina hoje.
De acordo com o ministro, que falava a jornalistas, a implementação da TSU será baseada na observância dos critérios estabelecidos na respectiva lei, nomeadamente a idade, nível de escolaridade, tempo de serviço e o tempo de carreira, o que resultará no incremento histórico dos salários mínimos aplicáveis na Função Pública.
“O Orçamento do Estado (OE) aprovado para este ano contempla custos para a implementação desta medida, pelo que o Estado estará em condições de cumprir com o que está previsto”, disse.
A Comissão Nacional do Direitos Humanos denuncia focos de prostituição infantil no bairro de reassentamento das vítimas das calamidades naturais de Mandruzi, no distrito do Dondo, em Sofala.
De acordo com a informação avançada pelo RM que cita uma brigada do CNDH que visitou, esta semana a província, alguns menores reassentados, juntam-se à noite e ao longo da Estrada nacional número 6 (EN6) com trabalhadoras de sexo e se envolvem com camionistas de longo curso.
Falando em conferência de imprensa, o chefe da delegação da Comissão Nacional dos Direitos Humanos, Alfredo Dias, disse ser urgente a tomada de medidas para travar a situação.
“Urge uma solução rápida porque existe lá um grande foco de prostituição infantil. Temos lá meninas de doze, treze anos que na calada da noite saem e envolvem-se com motoristas que circulam por aquela via a troco de dinheiro e outros bens. Fizemos um apelo, não só aos familiares mas também aos líderes comunitários para que velem por este assunto que preocupa”, disse.
Os “mambas” empataram, por um a um, esta noite, com o Ruanda, no arranque da campanha de qualificação para a Copa Africana das Nações (CAN), do próximo ano.
A equipa de Chiquinho Conde teve uma entrada em falso, depois de estar a dominar o encontro permitiu a vantagem dos Amavubis, mas valeu a cabeçada de Stanley Ratifo que regressou à selecção e aos golos, empantado a partida a uma bola
Na próxima quarta-Feira, a Selecção nacional joga em, Cotonou, frente ao Benim, a contar para a segunda jornada do grupo L.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Financeiro (M/F). Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas a Moto. Saiba mais.
A Solidarités International (SI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente do Gestor de Monitorização, Avaliação, Responsabilização e Aprendizagem. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Materno Infantil e Neonatal. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Motores. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Caixa de Velocidade. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Receber. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Pagar. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Facturação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Administrativo. Saiba mais.
A Tetra Tech pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Monitoria e Avaliação/Colaboração Aprendizagem e Adaptação (MEL/CLA). Saiba mais.
A All Around Medical Solutions, Lda empresa de emergências medicas pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Gestor de Créditos e Cobrança. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Controlo de Qualidade para Maputo. Saiba mais.
A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O Conselho Norueguês para Refugiados (NRC), está a recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Coordenador de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (M/F). Saiba mais.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) registou o maior resultado líquido de sempre no exercício económico de 2021, ao atingir 10,2 mil milhões de meticais.
Em comunicado, a empresa avançou que o feito foi suportado por um aumento das vendas em 12,5% para 28 986,4 milhões de meticais, sustentado por uma produção global de 14 990Gwh, correspondente a 6,1% acima da produção planeada para o ano de 2021.
Do resultado Líquido do Exercício de 2021, 36,4% será aplicado no pagamento de dividendos aos accionistas e 63,6% para resultados transitados, indica o documento.
Segundo o relatório e contas do Conselho de Administração referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2021, os indicadores de liquidez e solvência da empresa permaneceram fortes, perspectivando resiliência, estabilidade, crescimento e equilíbrio a médio e longo prazo.
“Ao longo de 2021, a HCB manteve um forte cunho comercial. A empresa conseguiu satisfazer a crescente demanda de electricidade em Moçambique, cimentando a sua posição como um dos maiores exportadores de electricidade da região sul-africana”, lê-se no comunicado.
Para este ano, a empresa tem planificada a meta anual de produção de 14 228GWh. “A definição desta meta teve em conta a implementação do Capex Vital e as paragens programadas para manutenção do parque electroprodutor, que têm impactos na disponibilidade dos equipamentos de geração, conversão e transporte de energia”, salienta.
Já para os próximos anos, a empresa, apesar do ambiente macro-económico difícil, garante que vai continuar a priorizar a sua estratégia de expansão da capacidade de produção e diversificação das operações, onde se incluem investimentos em novas unidades de produção de energia, com destaque para o projecto Hidroeléctrido de Mphanda Nkuwa, cuja capacidade de produção se estima em 1500MW.
O retorno das actividades de exploração do gás na Bacia do Rovuma, no norte da província de Cabo Delgado, permanece numa incógnita, de acordo com as declarações feitas nesta quinta-feira, 2 de Junho, pelo ministro da Economia e Finanças, Max Tonela.
Falando à margem da 8.ª edição da ‘Conferência e Exposição de Moçambique sobre Mineração, Petróleo & Gás e Energia’, o dirigente afirmou que o Governo está a criar condições para o regresso na totalidade dos investimentos, mas que ainda é muito cedo para determinar quando é que se vai retomar.
“Ainda há um trabalho que precisa ser feito para que se possa retornar aos investimentos. O objectivo do Governo é garantir uma estabilização total da região para que as pessoas possam circular. Se tudo continuar a correr como está, prevemos que a Total possa trabalhar com o Governo para decidir quando vai começar com os projectos, mas, agora, é muito cedo”, disse citado pelo Diário Económico.
Max Tonela defendeu a necessidade de existência de mais transparência na exploração dos recursos naturais visando a promoção do desenvolvimento social e económico do País.
“A exploração deste potencial deve ser feita de forma transparente para que os seus benefícios contribuam, em primeiro lugar, para a elevação da vida dos moçambicanos, hoje e amanhã”, disse o ministro.
Para que a extracção de recursos naturais seja colocada ao serviço da prosperidade dos moçambicanos, o Executivo avança estar a apostar em estratégias que promovam a industrialização do País e a participação do sector privado nacional na cadeia de valor.
“Queremos que a indústria extractiva seja a força motriz da industrialização nacional, garantindo que os nossos recursos possam ser transformados em produtos de alto valor acrescentado, promovendo mais emprego e dinamizando o mercado interno e as exportações”, sublinhou.
Nesse sentido, Max Tonela garantiu que o Governo tem tomado várias medidas para a eliminação de barreiras ao investimento, assegurar a transparência e garantir uma maior participação do sector privado nacional e estrangeiro na exploração de recursos energéticos.
Tonela frisou que Moçambique tem no gás natural um activo importante para ajudar o País, a África Austral e o mundo a empreenderem a transição energética para uma era de maior preponderância das energias limpas face à emergência provocada pela crise climática.
“O compromisso de Moçambique com a agenda climática é inequívoco. Prestamos atenção ao desenvolvimento de fontes renováveis, para a diversificação da matriz energética nacional e alcance das metas de acesso universal à energia eléctrica”, enfatizou o titular da pasta das Finanças.
A Conferência que decorrerá durante dois dias junta mais de 200 participantes de 21 países que vão debater os desafios e oportunidades no sector de mineração, petróleo, gás e energia em Moçambique, tendo como lema “Desenvolvimento sustentável em toda a cadeia de valor mineral e energético, rumo a um futuro com baixas emissões de dióxido de carbono”.
Academia de Ciências Policiais destaca uma equipa de investigadores para a recolha de dados, sobre os recorrentes casos de suicídio, no seio da corporação.
Sofala, Inhambane, Gaza e Manica fazem parte do roteiro de pesquisa, por serem consideradas as províncias com elevados índices desse tipo de incidentes.
O país tem vindo nos últimos tempos a relatar casos em que agentes da Polícia da República de Moçambique tiram a própria vida e a dos familiares, com recurso a armas de fogo, na maior parte das vezes.
O mais recente acontecimento deu-se em Sussundenga, Manica, onde um membro afecto à unidade de protecção de altas individualidades, por motivos passionais, matou a esposa e o filho menor e, de seguida, suicidou-se.
A Academia de Ciências Policiais está preocupada com a situação, e já formou equipas de investigação que, a partir da próxima semana, irão analisar de perto as causas, e procurar possíveis soluções.
Sofala, Inhambane, Gaza e Manica são pontos que vão merecer mais atenção nesta primeira fase uma vez que, frequentemente, reportam casos desta natureza, conforme o diz o Reitor da ACIPOL, José Mandra.
“Vamos encontrar as razoes e provavelmente e o ambiente que rodeia o Policia, o seu comando, principalmente porque o policia esta a viver pressão para que cumpra as ordens. Se o comandante da ordens e a pessoa esta em situação de stress, as condições sociais, e mesmo familiares”.
No terreno, o mesmo grupo irá investigar igualmente as causas dos raptos que assolam o país.
“Também vamos ao terreno para estudar o problema, e problema não só de Moçambique, e global, mas nas condições de Moçambique quais são as causas e os autores”.
José Mandra falava, esta quarta-feira, num seminário alusivo aos sessenta anos do Ensino Superior em Angola e Moçambique.
O Ministério da Educação de Moçambique anunciou nesta quinta-feira, 2, a retirada do livro escolar de Ciências Sociais da sexta classe, por causa dos erros contidos e que esteve na origem de várias críticas.
A retirada do manual é uma das quatro medidas anunciadas pela ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, que pela primeira vez desde que a polémica veio a público, há uma semana, falar do assunto.
Carmelita Namashulua decidiu também suspender a Comissão Nacional de Avaliação do Livro Escolar e o director do Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação e criar uma Comissão que vai avaliar a profundidade dos erros e recomendar no final, as medidas a tomar.
Na terça-feira, o assunto esteve na mesa do Conselho de Ministros que deu 15 dias à comissão de inquérito criada para analisar e divulgar a origem e as causas dos erros.
Chegada prevista hoje à Rússia de Macky Sall, presidente do Senegal e presidente em exercício da União Africana. Macky Sall tem encontro marcado amanhã, sexta-feira, com o seu homólogo russo Vladimir Putin, na cidade de Sotchi.
A deslocação acontece a convite de Vladimir Putin e a acompanhar Macky Sall está o presidente da Comissão da União Africana, o chadiano Moussa Faki Mahamat.
A União Africana espera assim “contribuir para algum apaziguamento na guerra na Ucrânia e apelar ao desbloqueio dos stocks de cereais e fertilizantes, cujo entrave afecta gravemente os países africanos”.
“No mesmo sentido, a União Africana aceitou o pedido do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de se expressar junto da organização por videoconferência, em data e modalidade a definir”.
Numa mensagem dirigida, esta terça-feira, aos dirigentes europeus reunidos em Bruxelas, Macky Sall pediu o máximo de esforço possível para que os stocks de cereais ucranianos sejam desbloqueados. Os cereais estão disponíveis na Ucrânia, mas retidos devido à ofensiva russa que controla o Mar Negro e, consequentemente, o acesso ao porto de Odessa.
O presidente em exercício da UA alertou para “um cenário catastrófico de escassez e subida generalizada dos preços”. Macky Sall acrescentou que a crise provocada pela guerra acontece depois da crise provocada pela Covid-19, que já tinha agravado muito a fome em África. “O pior está provavelmente para vir”, acrescentou.
O Governo da Nigéria anunciou a construção de um gasoduto para alimentar a Europa e a África Ocidental com gás natural.
Este megaprojeto, que prevê a construção de um gasoduto de quase 7.000 quilómetros de comprimento ao longo da costa ocidental africana, incluindo a Guiné-Bissau, foi lançado em dezembro de 2016 pelo Presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, e o rei de Marrocos, Mohammed VI.
Desde o início da invasão russa da Ucrânia, as reservas africanas de gás são vistas na Europa como uma alternativa ao gás russo.
O ministro do Petróleo nigeriano, Timipre Silva, anunciou na quarta-feira, 01, que o Governo federal deu “o seu acordo para que a companhia petrolífera nigeriana [NNPC] conclua um acordo com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental [CEDEAO] para a construção” do gasoduto.
O ministro precisou que o projeto ainda está “num estádio de conceção técnica inicial”, que deverá determinar, entre outros, o seu custo. “É nesse momento que falaremos de financiamento”, disse.
O projeto prevê a extensão do gasoduto existente desde 2010 entre a Nigéria, o Benim, o Togo e o Gana, devendo agora alargar-se à Costa do Marfim, Libéria, Serra Leoa, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau, Gâmbia, Senegal, Mauritânia, Marrocos e Espanha.
O encaminhamento do gás nigeriano até ao Norte de África envolve muitos interesses e também a Argélia lançou discussões, em 2002, para um projeto semelhante através do Sahel.
Um ex-comandante da Polícia da República de Moçambique (PRM) no Niassa é acusado de cobranças ilícitas e de ser o suposto cabecilha de um grupo armado, no distrito de Marrupa, província de Niassa.
A denúncia foi feita pelo presidente da Associação de Exploração de Recursos Naturais no distrito de Marrupa, província do Niassa.
Segundo Rodrigues Carlos, quando associação solicitava a proteção policial para acessar a área do garimpo, eram feitas cobranças absurdas por parte do ex-comandante da PRM no local, Manuel Bacar, e os seus membros. Os valores chegariam a 5.000 meticais, o equivalente a cerca de 70 euros.
O líder da associação afirmou à DW que da última vez que solicitou a proteção da força policial, no início de maio, o comandante rejeitou o seu pedido.
Após este episódio, a mineradora terá sido assaltada por um dos membros da PRM alegadamente mandatado pelo seu comandante.
“O comandante mandava os polícias cobrarem 1.500 meticais por polícia e tinha a parte dele, que eram 5.000 meticais. E ele disse-me ‘estás a querer abrir uma processo contra mim, mas serei eu a te processar’. A partir dali, negou-me dar a força policial e dois dias depois houve um assalto a mão armada [na mineradora]. Fui ao comandante e ele disse ‘porque foste sozinho’ [ao garimpo]”, relatou Rodrigues Carlos.
O ex-comandante da PRM em Marrupa, Manuel Bacar, reagindo às acusações que pesam contra si, afirmou que as informações prestadas pelo presidente da Associação de Exploração de Recursos Naturais são infundadas.
“Eu desconheço plenamente isso, estou distante disso na plenitude destas acusações. As informações são infundadas, porque em nenhum momento a polícia vai trabalhar sozinha, no mínimo devem trabalhar duas pessoas. Ele tem de trazer elementos que provem tais acusações”, defendeu-se o ex-comandante.
Ainda de acordo com Manuel Bacar, a associação de Rodrigues Carlos estaria a funcionar ilegalmente.
“Encontrei essa dita associação a funcionar de forma ilegal. A dado momento, impedi que as pessoas fossem lá, porque o que estava acontecer é que [a associação] vinha extorquindo as pessoas”, acusou o ex-agente da PRM.
Duas pessoas morreram, recentemente, vítimas de ataques de crocodilos na localidade de Mahelane, distrito de Namaacha, província de Maputo.
As vítimas foram atacadas pelos répteis nas margens do rio Umbelúzi, onde possuem machambas.
A Chefe da localidade de Mahelane disse que os crocodilos, para além de ferir e matar pessoas, são responsáveis pela morte de bovinos e caprinos na região.
Emília Mondlane frisou que um dos crocodilos que aterrorizava os povoados de Mahelane, Michangulene e Mafavuque, foi abatido recentemente por caçadores voluntários.
A Enabel, agência belga de cooperação internacional, deu início ao Projecto ValoRe, com a formalização da consignação do terreno destinado à construção do Centro...
A circulação do comboio misto entre os distritos de Cuamba e Mecanhelas, na província do Niassa, deverá ser restabelecida em breve, após quatro anos...
Foram publicadas hoje, dia 10 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...