O governo dos Estados Unidos (EUA) recuperou sensores, peças eletrônicas e pedaços da estrutura de um balão chinês supostamente usado para espionagem, derrubado por militares no início deste mês.
“As equipes conseguiram recuperar destroços significativos do local, incluindo todos os sensores prioritários identificados e peças eletrônicas, bem como grandes seções da estrutura”, disse o Comando Norte dos EUA, em um comunicado. Especialistas do Pentágono continuam a análise da estrutura.
Logo após a derrubada do balão por caças US F-22 Raptor, na costa da Carolina do Sul, em 4 de fevereiro, equipes recuperaram as primeiras peças do artefato e garantiram que ele tinha capacidade de monitoramento, a partir de sinais de comunicação.
A China insiste que o balão não tem fins militares ou de espionagem, e trata-se de uma simples ferramenta meteorológica. Os EUA, por outro lado, garantem que era um sofisticado veículo espião de alta altitude, que faz parte de um programa global.
Autoridades dos EUA afirmaram ainda que a China realizou voos de vigilância semelhantes em mais de 40 países nos cinco continentes. Além do norte-americano, a Colômbia afirmou ter registrado um objeto semelhante nos céus do país.
O artefato tecnológico levou a uma nova escalada de tensões entre EUA e China, culminando no adiamento de uma visita a Pequim do Secretário de Estado estadunidense, Antony Blinken, que estava marcada para o último fim de semana.
O dispositivo acendeu o alerta nos céus norte-americanos e, no último fim de semana, outros três artefatos voadores foram derrubados — um perto do Alasca, outro sobre o Canadá e um terceiro sobre o Lago Huron. No entanto, o Pentágono ainda não detalhou a função e a origem desses objetos.
A Estrada Nacional Número Um (EN1) corre risco de ser cortada na zona de 3 Fevereiro, na Manhiça, devido às cheias. O Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos já destacou um empreiteiro para repor a transitabilidade caso haja corte da estrada.
Desde este domingo, as águas que galgaram o rio Incomáti ameaçam cortar a Estrada Nacional Número Um, na zona de 3 de Fevereiro, na Manhiça. A Administração Nacional de Estradas está a fazer o acompanhamento da situação para evitar o isolamento de parte da Província de Maputo com o resto do país. E na tarde desta segunda-feira, o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos foi ver de perto a situação.
Carlos Mesquita garantiu que a EN1 não seria interrompida, isto porque as águas tendem a baixar: “Tudo indica que a situação está controlada em termos de transitabilidade na EN1”, garantiu o governante.
A previsão de chuvas para os próximos dias coloca o empreiteiro numa situação de alerta para intervir na via, evitando ruptura da única via que liga o país de Maputo a Cabo Delgado.
Neste sentido, o ministro avançou que o empreiteiro já tem inertes e outros materiais para intervir de imediato em caso de necessidade ou ameaça de corte da estrada.
O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos disse que a Barragem de Corumana, localizada no distrito de Moamba e num dos afluentes do rio Incomáti (rio Sábie), iniciou com as descargas, o que poderá aumentar o caudal do rio Incomáti e os níveis de alerta.
A última vez que a EN1 ficou interrompida a partir do Sul do país aconteceu quando o rio Incomáti galgou as margens e rompeu com um espaço de cerca de 60 metros de estrada na zona de Nganhane, distrito da Manhiça, na Província do Maputo, a pouco menos de 100 quilómetros da capital do país.
A reposição do tráfego, na altura, foi possível graças ao empenho da equipa de reposição constituída de emergência para atender ao problema e que esteve dia e noite no terreno a solucionar a ruptura que já ameaçava o abastecimento de produtos de primeira necessidade, incluindo combustível, às províncias de Gaza e Inhambane, para além das centenas de viaturas e pessoas que ficaram dias à espera em todos os sentidos.
O rio Incomáti nasce na vizinha África do Sul, entra para Moçambique através do distrito de Moamba, passando pelos distritos de Magude e Manhiça até ao distrito de Marracuene, onde o rio vai desaguar no Oceano Índico.
Pelo menos 12 pessoas morreram em inundações na África do Sul, onde foi declarado o estado de catástrofe natural no seguimento das fortes chuvadas que afetaram várias regiões do país, incluindo no conhecido Parque Kruger.
Segundo a agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP), o número de mortos desta terça-feira soma-se aos 7 do dia anterior, e o estado de catástrofe natural já abrange sete das nove províncias do país, o mais a sul na África subsaariana e que faz fronteira com Moçambique, que também enfrenta fortes chuvadas no sul.
“A província de Mpumalanga (nordeste) parece ser a mais afetada até agora, e a situação no Parque Kruger Park não é nada boa”, disse a porta-voz do departamento de gestão de catástrofes, Lungi Mtshali, à AFP.
A maior reserva nacional do país, que cobre 2 milhões de hectares, tem vários rios que a atravessam, a maioria dos quais tem sido inundada desde o fim de semana, de acordo com o Instituto Nacional de Previsão do Tempo (SAWS).
“As viagens dentro do parque são restritas porque algumas estradas estão danificadas, mas a situação ainda é controlável”, disse Isaac Phaahla, porta-voz da agência dos parques nacionais (SanPark), à AFP, acrescentando que vários campos dentro da reserva tinham sido evacuados por precaução nos últimos dias.
Depois das súbitas chuvadas que interromperam o verão na África do Sul, a previsão para os próximos dias também não é nada animadora, com a previsão a apontar para mais chuva, com a agravante de os rios e as terras já estarem saturadas de água, o que vai levar a mais inundações durante, pelo menos, o resto da semana, segundo o meteorologista da SAWS Puseletso Mofokeng.
A África do Sul sofreu as piores inundações da sua história no ano passado, afetando principalmente Durban, a terceira maior cidade do país e um grande porto, onde as fortes chuvas motivaram grandes deslizamentos de terra e lama que varreram pessoas, pontes, estradas e até edifícios inteiros.
Mais de 400 pessoas morreram e mais de 85.000 foram afetadas por estas tempestades em 2022.
Foi registado esta terça-feira na Roménia um sismo com magnitude de 5,5 na escala de Richter.
O abalo ocorreu às 14h58 (hora local).
Segundo dados do Centro Sismológico do Europeu-Mediterrâneo, o epicentro foi a 56 quilómetros a noroeste da cidade de Drobeta-Turnu Severin, pessoas, revela a Reuters.
A localidade tem uma população de cerca de 100 mil.
Não há, para já, informações sobre vítimas ou danos.
A El Shadai Logistics, que opera na área de logistica, pretende admitir para o seu quadro pessoal uma (1) Assistente Administrativa com Noções de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) está a contratar para o seu quadro de pessoal catorze (14) Docentes de Psicologia Clínica. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Oficial de Transparência e Conformidade. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Logística de Área. Saiba mais.
O Centro de Promoção e Treinamento em Segurança e Saúde Lda (CMTSS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
A Khandlelo – Associação para o Desenvolvimento Juvenil pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Comunicação e Monitoria & Avaliação. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação DREAMS para Gaza. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Supervisor de PPA (Prevenção Primária para Adolescentes). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Supervisor de PPA (Prevenção Primária para Adolescentes). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar dois (2) Supervisores de PPA (Prevenção Primária para Adolescentes). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Supervisor de Fortalecimento Económico Gestão de Casos. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor em Treinamento em Matérias de Fala Pública e Comunicação Estratégica. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) proceder a contratacao de Consultor/es para Rentabilização da Clínica da AMODEFA. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoramento, Avaliação, Responsabilidade e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Mobilizador De Água, Saneamento e Higienização. Saiba mais.
Um enfermeiro foi afastado das suas funções por enviar mensagens inapropriadas a uma antiga paciente a quem prestava assistência enquanto trabalhava numa unidade de saúde mental em Dundee, na Escócia, reporta a Sky News.
Gordon Linton adicionou a mulher como amiga no Facebook depois de esta ter tido alta do Centro de Carseview, após uma curta estadia de internamento, entre março e abril de 2020.
Linton bombardeou, imediatamente, a mulher com mensagens, chamando-a de “bebé”, “bonita” e “adorável”.
Pediu-lhe também que lhe “desse uma oportunidade” e reivindicou pensar que tinha sido estabelecida uma relação especial entre ambos, numa tentativa de forjar uma relação íntima com ela. Apesar de ter sido avisado pelos superiores para parar com tal comportamento, o enfermeiro continuou a enviar mensagens dessa natureza.
Nas provas apresentadas, referia-se que a mulher visada estava “perturbada e preocupada” com o facto de Linton poder aparecer em sua casa, sem aviso prévio.
Quando foi lançada uma investigação interna ao seu comportamento, Linton enviou um email ameaçador ao investigador. Mais tarde veio, no entanto, a pedir-lhe desculpas pela ameaça.
Num relatório publicado no mês passado pelo Conselho de Enfermagem e Obstetrícia (NMC), o regulador concluiu que as ações de Linton eram “sexualmente motivadas”, na medida em que eram feitas “em busca de uma futura relação sexual”. Foi, por isso, retirada a este enfermeiro a licença necessária para o desempenho da profissão, tendo igualmente sido impedido de voltar a trabalhar no setor.
Nesta segunda-feira, mais uma vez milhares de israelitas se manifestaram para contestar a reforma judicial promovida pelo executivo de Benjamin Netanyahu.
Em Jerusalém, às portas do Knesset, o parlamento, as vozes elevaram-se contra o projeto de lei que confere ao governo o poder de nomear juízes do Supremo israelita.
Milhares de pessoas juntaram-se em frente ao parlamento israelita empunhando bandeiras e cartazes a condenar as reformas judiciais do governo. Os manifestantes gritavam “Vergonha! Vergonha!” e em alguns cartazes podia ler-se “Salvem a democracia de Israel” , “O mundo inteiro está a assistir” ou “Não há democracia sem igualdade”.
Em causa está o projeto de lei que pretende retirar ao Supremo Tribunal de Israel competências na supervisão da legislação, permitir aos legisladores anular as decisões judiciais por maioria de votos e conferir ao executivo de coligação com a extrema-direita o poder de nomear juízes.
Em termos práticos, esta revisão legislativa dará a Netanyahu maior controlo sobre as nomeações para o tribunal e enfraquecerá a capacidade do Supremo de contrariar a legislação ou decidir contra o executivo.
A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) adiou a entrada em vigor das novas tarifas do transporte semicolectivo de passageiros nesta segunda-feira para o próximo dia 20 deste mês.
Segundo o jornal O país, três dias após anunciar o agravamento do preço do “chapa”, em sete Meticais, a FEMATRO avançou, ontem, que a data para a entrada em vigor passa do dia 13 para 20 de Fevereiro.
“Não haverá mais subida da tarifa nesta segunda-feira, conforme havíamos anunciado. Estamos ainda em conversações com o Governo, no sentido de vermos qual seria o aumento para a região metropolitana. O Governo exortou os nossos membros para que não haja necessidade de cobrarmos e esperamos pelo seu pronunciamento na próxima semana. Achamos melhor recuarmos porque não estamos em guerra com o Governo, simplesmente estamos a negociar”, disse Paulo Muthisse, porta-voz da FEMATRO.
O aumento do preço dos combustíveis e os custos operacionais para a manutenção das viaturas são as razões apontadas pelos transportadores para o agravamento da tarifa de transporte de passageiros.
“Não é só o preço dos combustíveis, há também a questão dos salários, os custos dos pneus, os lubrificantes, as peças para a reparação das viaturas, entre outros aspectos que fazem encarecer o custo de transporte.”
A FEMATRO afirmou que vai pronunciar-se, em uma semana, assim que tiver o pronunciamento do Governo, sobre os mecanismos para a cobrança da nova tarifa do transporte semicolectivo de passageiros.
Segundo a nova tabela anunciada pela FEMATRO, o preço de “chapa” vai subir, na cidade de Maputo, de 12 para 19, de 15 para 22 e de 18 para 25 Meticais.
A maior festa popular do Brasil está de volta. No Rio de Janeiro e em São Paulo, os brasileiros já começaram a sair à rua para o “Maior Espetáculo na Terra”.
Um iate e duas propriedades de luxo pertencentes ao vice-presidente da Guiné Equatorial foram confiscados pela justiça sul-africana no quadro de um processo judicial relacionado com detenção ilegal e tortura de um empresário sul-africano e vão ser leiloados.
“Foram apreendidas duas casas na Cidade do Cabo há quinze dias e um iate de luxo na terça-feira”, afirmou Errol Eldson, advogado do empresário sul-africano Daniel Janse van Rensburg, em declarações hoje à AFP.
As duas propriedades de luxo e a embarcação com 67 metros, atracada naquela cidade costeira sul-africana, vão ser leiloadas. O super-iate de Teodoro Nguema Obiang Mangue, vice-presidente e filho do Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, estava listado para venda por um preço indicativo de 127 milhões de dólares (119 milhões de euros), de acordo com a revista da especialidade “Luxury Launches”, num artigo divulgado no início de janeiro, em que descreve o navio como “perfeito para um bilionário”, com “interiores cobertos de mármore e ouro, um heliporto e uma suite de proprietário ultra-luxuosa”.
Um tribunal sul-africano condenou “Teodorin”, como é conhecido, em 2021 a pagar cerca de 2,1 milhões de euros (40 milhões de rands) em indemnizações a Daniel Janse van Rensburg, que se havia queixado de ter sido ilegalmente detido e torturado durante 491 dias numa das prisões com pior reputação em todo o mundo, conhecida como “Black Beach”, em Malabo.
O empresário tinha obtido um contrato na Guiné Equatorial “para a criação de uma companhia aérea”, segundo o seu advogado. Quando “os aviões estavam prontos para voar”, o político equatoriano que o tinha contratado, Gabriel Mba Bela Angabi, ex-presidente da câmara de Malabo, cancelou o projeto e exigiu um reembolso de Daniel Janse van Rensburg, de acordo com o seu advogado.
Confrontado com a perspetiva de não obter do empresário sul-africano o dinheiro exigido, Angabi “pegou no telefone e telefonou ao vice-Presidente Obiang. Em dez minutos, as forças de intervenção rápida estavam lá”, disse o advogado. “Levaram Daniel e atiraram-no para a prisão de Black Beach” em Malabo.
“O que era suposto ser uma curta viagem de negócios à Guiné Equatorial transformou-se numa descida ao inferno”, escreveu Daniel Janse van Rensburg, num livro publicado em setembro de 2022 sobre o caso ocorrido em 2013.
Contactado pela agência France-Presse, o advogado do vice-Presidente equato-guineense recusou-se a comentar.
A Guiné Equatorial – país que conquistou a independência da Espanha em 1968 – é considerado por organizações de direitos humanos como um dos países mais corruptos e repressivos do mundo.
Teodoro Obiang, de 80 anos, governa o país com mão de ferro desde 1979, quando derrubou o tio, Francisco Macias, num golpe, e é o Presidente há mais tempo no poder no mundo.
O filho mais velho do Presidente foi condenado em 2021 em França a uma pena de prisão suspensa e a uma multa de 30 milhões de euros, bem como ao confisco de bens de luxo estimados em mais de 10 milhões de euros no contexto de um julgamento por branqueamento em França de cerca de 150 milhões de euros obtidos com o desvio de fundos públicos da Guiné Equatorial e outras práticas de corrupção.
Também neste caso, os bens confiscados a Teodoro Obiang Mangue foram leiloados em janeiro.
O país de língua hispânica integra desde 2014 a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), um processo polémico devido a questões relacionadas com os direitos humanos.
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros cipriota, Nikos Christodoulides, foi este domingo eleito Presidente do Chipre, com quase 52% dos votos na segunda volta das eleições.
Apoiado por partidos do centro, Christodoulides, 49 anos, obteve 51,92% (204.680 votos), ficando à frente do veterano diplomata Andreas Mavroyiannis, que alcançou 48,08%, avançou a organização eleitoral do país.
Mavroyiannis já reconheceu a sua derrota nas eleições, indicou a agência Associated Press.
O número de mortos após o terremoto que devastou a Turquia e parte da Síria passa de 36 mil, apontam dados da Organização Internacional de Gestão de Desastres e Ajuda da Turquia. A fase de resgates está chegando ao fim e, agora, a urgência é o fornecimento de abrigo, comida, escola e assistência psicossocial.
Segundo o chefe de ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU), Martin Griffiths, o que impressionou foi o estrago em Aleppo, na Síria. Em seu Twitter, ele afirmou que houve uma falha nas ações de resgate no noroeste do país. “Eles se sentem abandonados, com razão”, disse.
“Meu dever e nossa obrigação é corrigir essa falha o mais rápido possível. Esse é o meu foco agora”, declarou.
No dia 6 de Fevereiro, um terremoto de 7,8 graus de magnitude atingiu a Turquia e a Síria. Desde então, equipes de resgaste têm se empenhado em encontrar sobreviventes entre os escombros. Diversas nações, incluindo o Brasil, se mobilizaram e enviaram auxílio para o resgate das vítimas.
Com a falta de assistência na Síria, o temor é de que o número de vítimas possa dobrar. Pelas informações atuais, na Turquia, foram registradas pelo menos 31.643 mortes. No noroeste da Síria, região controlada por grupos rebeldes, mais de 3.200 pessoas perderam a vida, de acordo com os Capacetes Brancos, uma organização voluntária. Já na Síria controlada pelo governo de Bashar al-Assad, ao menos 1.414 pessoas morreram.
O Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários na Síria, que acompanha os resgates, mostrou a história de Yehya, de 12 anos. O menino foi resgatado há menos de 24 horas.
Além de crianças, mulheres grávidas foram atingidas pela tragédia. De acordo com a ONU, mais de 215 mil mulheres grávidas foram afetadas pelos tremores na Turquia e na Síria. Muitas darão à luz no próximo mês.
Israel anunciou, no domingo (12), a aprovação de nove assentamentos de colonos na Cisjordânia ocupada, cumprindo a promessa de Benjamin Netanyahu de expandir a presença israelense na região.
“Essas comunidades existem há muitos anos; algumas existem há décadas”, diz o comunicado divulgado pelo gabinete do primeiro ministro de Israel. O governo de Benjamin Netanyahu ainda prometeu aumentar o ritmo da expansão de novos assentamentos na região, que considera de “direito exclusivo e inalienável” do povo judeu.
A medida israelense contraria uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, aprovada em 2016, que pediu o fim de assentamentos israelenses em territórios palestinos por violar a lei internacional e dificultar a solução do impasse entre Israel e Palestina.
De acordo com as estimativas da ONU, cerca de 700 mil colonos israelenses vivem em assentamentos irregulares na Cisjordânia ocupada e em Jerusalém Oriental.
Benjamin Netanyahu disse que a aprovação de novos assentamentos na região é uma “reposta aos ataques terroristas assassinos em Jerusalém”. O primeiro-ministro de Israel ainda prometeu reforço militar na região, e o aumento de operações contra palestinos.
Após a reeleição de Netanyahu, a tensão entre israelenses e palestinos voltou a aumentar, com diversos casos de agressões e mortes. O último acabou deixando três israelenses mortos, depois de um ataque em Jerusalém.
Neste ano, cerca de 57 pessoas morreram em decorrência do conflito que já dura décadas. Os palestinos representam a maioria de mortes, com 46 registros. Já o lado de Israel registra ao menos 11 vítimas em 2023.
Um indivíduo, de 27 anos de idade, que se fazia passar por enfermeiro no Centro de Saúde de Namiepe, está encarcerado numa das celas da Polícia, na cidade de Nampula, indiciado de falsas qualidades e roubo de material clínico.
O jovem é natural da província de Cabo delgado e, de acordo com as autoridades, auto-intitula-se membro efectivo das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).
Entretanto, o falso enfermeiro disse sofrer de perturbações mentais. O porta-voz da PRM em Nampula, Zacarias Nacute, disse que o indivíduo se introduziu na calada da noite na enfermaria do Centro de Saúde de Namiepe, no bairro de Namicopo, e, em seguida, apoderou-se do material clínico.
A detenção do indiciado foi mercê à prontidão dos agentes de saúde afectos àquela unidade sanitária que se encontravam em serviço e denunciaram as falsas qualidades à Polícia.
Dados preliminares do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) indicam que subiu de seis para sete o o número de mortos na sequência das cheias na cidade e província de Maputo.
O INGD continua a trabalhar nas zonas afectadas e nas próximas horas poderá haver actualização do número de pessoas afectadas e infra-estruturas danificadas. Sabe-se que mais de 7500 casas encontram-se inundadas. Há ainda registo de cinco unidades sanitárias e 15 escolas igualmente alagadas. Foram também destruídas duas pontes.
Os primeiros sinais de alguma normalidade começam a surgir na baixa de Gaziantep, a maior cidade do sudeste da Anatólia, na Turquia, após o sismo que afetou aquele país na semana passada.
Com mais de dois milhões de habitantes, Gaziantep não sofreu o grau de devastação de outras cidades da região, mas pela capital de distrito encontram-se dezenas de edifícios colapsados, sendo ainda mais comum ver pelas avenidas prédios com algum tipo de fissuras provocadas pelo sismo de 06 de fevereiro.
Nos primeiros dias após o sismo, o trânsito pela cidade era praticamente inexistente, as lojas e restaurantes estavam todos fechados e era raro encontrar-se pessoas a andar pelas ruas da cidade.
Hoje, começa a sentir-se alguma normalidade a regressar àquela cidade.
De manhã, carrinhas já transportavam trabalhadores para a zona industrial da cidade, onde se concentram as fábricas de produção de tapetes (há mais de 100 em Gaziantep, que se assume como um dos maiores fabricantes de tapetes do mundo).
Pela baixa da cidade, a agência Lusa viu lojas de todo o tipo abertas, assim como alguns restaurantes de ‘kebab’ e cafés, apesar de ainda serem muitos os estabelecimentos que optam por estarem fechados.
Com vista para o castelo com cerca de 2.000 anos que também foi afetado pelo sismo, pessoas andavam pelas ruas e o trânsito já algo caótico marcava o ambiente sonoro do centro de Gaziantep.
Outras cidades não terão a mesma hipótese de tentar, uma semana depois, retomar algum tipo de normalidade.
A uma hora de distância, em Nurdagi, há prédios colapsados por todo o lado, com ruínas a bloquearem várias vias daquela pequena cidade.
Ali, ao contrário de Gaziantep, ainda domina o som de maquinaria pesada a revolver os escombros.
O número de mortos provocados pelos sismos que abalaram a Turquia e a Síria há uma semana ultrapassou os 35 mil, anunciaram hoje as autoridades dos dois países.
As autoridades turcas registaram pelo menos 31.643 mortos no país.
O antigo presidente executivo da Wirecard, Markus Braun, rejeitou em julgamento as acusações de fraude que lhe são feitas, no âmbito do escândalo financeiro que levou a empresa alemã à falência.
“Rejeito todas as acusações” contra mim, disse Markus Braun, que dirigiu a empresa entre 2002 e 2020, durante o seu depoimento, citado pela AFP.
“Não fiz parte de qualquer grupo” e “não tive conhecimento de falsificação ou peculato”, disse Braun num tribunal de Munique.
Braun disse ter ficado “chocado” quando foi publicado em junho de 2020 um comunicado da empresa a revelar o escândalo.
Os dirigentes da Wirecard admitiram então que 1,9 mil milhões de euros de ativos, supostamente em contas na Ásia, na realidade não existiam.
Até ao último momento, “ninguém suspeitou que havia fraude, que os fundos não estavam lá”, disse Braun.
A empresa, que disponibilizava serviços de pagamentos ‘online’, tinha conseguido em menos de duas décadas tornar-se uma das estrelas do DAX, o principal índice da bolsa alemã, onde chegou a ter mais peso do que o Deutsche Bank.
Uma das figuras centrais neste caso é o austríaco Jan Marsalek, responsável pelas operações e, em particular, pelo desenvolvimento de negócios na Ásia, que está em fuga desde junho de 2020.
O tribunal prevê 100 dias de audiências até 2024 para tentar esclarecer este escândalo financeiro sem precedentes na Alemanha, que atingiu o mundo económico e político.
Mais de seis mil pessoas estão isoladas em Catuane, distrito de Matutuine, depois do desabamento da ponte que liga aquele posto administrativo ao resto da Província de Maputo.
A infra-estrutura em causa foi reabilitada no ano passado e foram gastos cerca de 10 milhões de Meticais.
Em Mahau, a ponte que liga a comunidade a Catuane e outras três desabou e a população está desesperada.
Há cerca de 48h que os residentes de alguns bairros das Cidades de Maputo e Matola estão sem água. Para ter o precioso líquido, muitos moradores dos bairros Matola “A” e Trevo recorreram a valas.
A cada instante chegam pessoas de vários pontos da Cidade da Matola, carregando bidões e outros recipientes e todas estão à procura de água.
A população diz que a falta de água foi uma grande surpresa. A situação é originada pelas chuvas que caíram nos últimos cinco dias na Cidade e Província de Maputo, onde até causaram cheias.
A presidente da Moldávia, Maia Sandu, acusou a Rússia de usar agentes infiltrados para derrubar o atual governo com o objetivo usar o país no conflito contra a Ucrânia.
“O plano tem ações com envolvimento de diversionistas com treinamento militar, à paisana, que realizarão ações violentas, atacarão alguns prédios estatais e até farão reféns”, disse a presidente da Moldávia em entrevista coletiva nesta segunda-feira (13).
Segundo Maia Sandu, cidadãos da Rússia, Montenegro, Bielorrússia e Sérvia estariam envolvidos na conspiração com o objetivo de “mudar o governo legítimo para um governo ilegal controlado pela Federação Russa”, o que dificultaria o “processo de integração europeia”.
A acusação de que a Rússia estaria tentando interferir no governo local acontece após a aproximação da Moldávia, uma ex-república do período soviético, com a União Europeia depois do início da guerra na Ucrânia. Em junho de 2022, a Moldávia recebeu o status de candidato ao bloco europeu, e tem estreitado laços com os países membros.
Além da aproximação com a União Europeia, outro ponto de tensão entre Rússia e Moldávia diz respeito a região da Transnístria, onde cerca de 470 mil habitantes vivem sob o controle de separativas com apoio russo desde a guerra civil no país, em 1992.
No ano passado, o governo de Vladimir Putin negou a intervenção de interferir na Moldávia.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...