A Assembleia da República (AR) aprovou esta quinta-feira, 15 de Dezembro, na generalidade, a proposta de lei da Defesa Nacional e das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, que vai legalizar o envolvimento da “força local” no combate ao terrorismo em Cabo Delgado.
Esta proposta tinha sido submetida ao Parlamento pelo Governo no mês passado [Novembro] e respalda que a “força local” deve ser constituída por “membros da comunidade de uma circunscrição de base”, que só pode actuar sob subordinação do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.
De acordo com o Notícias, a designação “força local” começou a ser usada no País em referência a grupos de antigos combatentes de libertação nacional e seus descendentes, que se organizaram para lutar contra os grupos armados que actuam na província de Cabo Delgado, Norte de Moçambique.
A província de Cabo Delgado é palco de uma insurgência armada desde 2017 com alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.
A violência levou a uma resposta militar desde há um ano com apoio do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
O conflito já fez um milhão de deslocados, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e cerca de quatro mil mortes, segundo o projecto de registo de conflitos ACLED.
O seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, divulgou, esta quarta-feira a lista dos 23 jogadores que vão disputar o Campeonato Africano de Futebol para jogadores internos, CHAN, a realizar-se em Janeiro do próximo na Argélia.
O guarda-redes Ernani Siluane da União Desportiva do Songo é o grande ausente devido a uma lesão contraída no jogo das meias-finais da Taça de Moçambique.
Eis a lista dos 23 convocados:
Guarda-redes: Victor Cuambe (Costa do Sol); Ivane Urubal (Associação Black Bulls) e Fasistencio João (Ferroviário de Nampula).
Defesas: Infren Matola, Bheu Januário, Fernando Macaime (União Desportiva de Songo); Domingos Macandza; Danilo Muze, Francisco Muchanga (Costa do Sol); Martinho Thauzene, Feliciano Jone (Associação Black Bulls).
Médios: Amade Momade, Dário Melo (União Desportiva de Songo); Shaquille Nangy, Aílton Macuácua, Saddam Guambe (Ferroviário de Maputo); João Bonde (Ferroviário da Bera).
Avançados : Stélio Ernesto (Costa do Sol); Nelson Divrassone, Pachoio King (União Desportiva de Songo); Isac Carvalho (Ferroviário de Nampula) e Melven Choi (Ferroviário da Beira).
Agora é oficial: Fernando Santos não é mais técnico da seleção portuguesa de futebol. Nesta quinta-feira, a federação lusitana anunciou a saída do comandante, que estava na equipa europeia desde setembro de 2014.
O fim do vínculo acontece após a eliminação melancólica de Portugal no Campeonato do Mundo de 2022. O conjunto lusitano perdeu para Marrocos por 1 a 0, nas quartas de final, e deu adeus ao sonho do inédito título mundial.
“Foi uma honra ter podido contar com um treinador e uma pessoa como Fernando Santos na liderança da seleção nacional. A FPF agradece a Fernando Santos e à sua equipe técnica os serviços prestados ao longo de oito anos ímpares e acredita que este agradecimento é feito também em nome dos portugueses – declarou a Federação Portuguesa de Futebol.”
Fernando Santos comandou a seleção portuguesa em 109 partidas ao longo desses anos, com 68 vitórias, 21 empates e 20 derrotas. Sob seu comando, Portugal conquistou a Campeonato Europeu de 2016 e a Nations League 2018/19.
Saio com enorme sentimento de gratidão. Enorme pelo privilégio que tive em ser selecionador nacional e pela honra que tive em representar o nosso país. Foi um sonho de vida que realizei, um objetivo de vida que cumpri. Quero agradecer, em primeiro lugar, a todos os jogadores com quem trabalhei desde 2014. Todos, sem exceção – disse Fernando Santos.
Agora, a expectativa é para saber quem será o substituto de Fernando Santos. De acordo com a imprensa europeia, o nome de José Mourinho, da Roma, é o favorito. Existe a chance, porém, do Special One assumir somente no meio do ano. Neste caso, Rui Jorge, do time sub-21 de Portugal, ficaria como técnico interino.
Um mágico, não ilusório, à semelhança dos homens vestidos de fato preto, camisa branca e de boné alto à cabeça, pois a sua condição é real, assim como o virtuosismo, os dribles estonteantes que espalha pelos relvados, Lionel Messi, o portento argentino de 36 anos, está em vias de privar o futebol, pelo menos em campeonatos do mundo, das suas aparições.
O mundo viu-o desfilar em cinco mundiais: 2006, na Alemanha, ano de estreia; África do Sul (2010), Brasil (2014), Rússia (2018) e, agora, no Qatar’2022, pode sair de cena coroado Rei, não a lembrar os entronados nos Reinos, longe disso.
La Pulga, alcunha pelo que é tratado, está em busca da consagração que lhe falta na carreira iniciada aos sete anos, nos Newell’s Old Boys, da Argentina.
Deixar os recintos sem levantar o troféu de 18 quilates de ouro, seis quilogramas, terá, assumidamente, sabor agridoce para o “mago da bola”, nascido na cidade de Rosário, da qual saiu aos 13 anos para ingressar na cantera do Barcelona, onde se assumiu como o expoente máximo da sua geração.
Messi quer seguir as peugadas de dois dos principais astros do futebol: Pelé, três vezes campeão do mundo, 1958, 1962 e 1970, e Maradona, 1986, seu ídolo e compatriota.
Considerado por muitos o melhor jogador das décadas de 2000, o jogador do Paris Saint Germain (PSG) também quer ganhar a cobiçada Taça para se perpectuar nos anais da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA).
Pois, o craque sabe que ao materializar tal pretensão entra para a restrita lista da qual constam Pelé e Maradona, e cuja conquista de títulos mundiais deu-lhes dimensão superior, sobretudo, na comparação em relação a quem foi o melhor.
O palmo que o separa de se tornar numa das maiores lendas do futebol está à distância de 90 ou 120 minutos.
Detentor de predicados ímpares, capazes de congregar simpatias até dos fãs afectos a Cristiano Ronaldo, principal concorrente no paralelismo de quem é o melhor da geração de ambos, Messi, pode, caso levante o “caneco”, meter ponto final e sentenciar a discussão levantada faz anos.
No entanto, as sete bolas de ouro, contra cinco de Ronaldo, puseram quase ponto final às controvérsias levantadas em torno das duas vedetas.
Para já, é ponto assente que ter chegado à final lhe confere estatuto de destaque. Aliás, não fosse essa a segun-da da carreira, pois em 2014, também lá esteve, derrota da Argentina, por 0-1, frente à Alemanha.
Após o jogo de domingo, confirmou-o em declarações à imprensa do seu país, colocará ponto final à carreira na selecção. O mundo de certo ficar-lhe-á grato pelos memoráveis feitos. Portanto, nada melhor do que passados 36 anos, quase os mesmos anos de vida, para coroar um percurso marcado por êxitos. Ao marcar o primeiro golo do triunfo por 3-0, da Argentina sobre a Croácia, nas meias-finais disputada na terça-feira, Messi, tal como Kylian Mbappé, companheiro de equipa no PSG, podem discutir o troféu de melhor marcador.
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A seleção marroquina disse adeus ao Mundial’2022 na noite de quarta-feira, ao perder frente a França nas meias-finais da prova. Nesta quinta-feira, a Federação Marroquina de Futebol decidiu apresentar uma reclamação oficial contra a arbitragem da partida.
Diz o Foot Mercatoque a prestação do mexicano Cesar Ramos está no centro dos debates nas redes sociais, com “decisões bastante incompreensíveis”. Uma grande penalidade por assinalar sobre Boufal, provocada por Théo Hernandez na primeira parte, terá sido a gota de água.
Diz a mesma fonte que no documento terá poucas chances de ser tido em conta, especialmente pela pouca diferença de tempo entre a entrada da queixa e a disputa da final do Mundial’2022. Sem muito a fazer, Marrocos fica na história por ser a seleção africana a chegar mais longe em Campeonatos do Mundo, com uma meia-final assegurada e ainda a hipótese de terminar a prova no pódio.
A Ucrânia já perdeu cerca de 20% da sua população desde o início da invasão russa, a 24 de Fevereiro, segundo dados do comissário dos direitos humanos do parlamento ucraniano, Dmytro Lubinets.
Em declarações à imprensa, Dmytro Lubinets, citado pelo Notícias ao Minuto, adiantou que cerca de 7,9 milhões dos 41 milhões de habitantes da Ucrânia abandonaram o país.
“Sete milhões e novecentas mil pessoas deixaram o país em busca de refúgio no estrangeiro, ou seja, 20% da população do nosso país”, disse.
Segundo o Lubinets, há ainda 4,9 milhões de ucranianos deslocados internamente, um terço dos quais são pensionistas e pessoas com deficiências.
Até à data, pelo menos 13 milhões de pessoas permanecem em territórios ocupados pela Rússia ou onde ocorrem combates intensos.
O porta-voz da Renamo, José Manteigas, desmentiu alegações de que foram desviados 12 mlhões de meticais pertencentes ao partido, afirmando que foram feitas por um cadastrado que já não faz parte das hostes renamistas.
Entretanto, sabe-se que a Renamo está a gerir um caso de desvio de fundos alocados ao Gabinete do Presidente do Partido, que inclusive levou à demissão da respectiva gestora, esceve a VOA.
Foi Sandura Ambrósio, membro suplente do Conselho Nacional da Renamo, quem fez a denúncia sobre o alegado desvio do valor, durante uma conferência de imprensa, em que exigiu que o caso fosse investigado.
“Nós somos o garante da fiscalização, mas ao mesmo tempo somos nós que desviamos o dinheiro que seria usado para as actividades do partido; este caso tem que ser investigado”, disse Ambrósio.
A reacção não se fez esperar. José Manteigas, também em conferência de imprensa, disse que Sandura Ambrósio já não é membro da Renamo, acrescentando ser um cadastrado que esteve, recentemente, a cumprir uma pena pelo seu envolvimento em actos criminais, que atentam contra a segurança do Estado e dos cidadãos.
Ele referiu que “esse fracassado e amador político não tem direito nem legitimidade de se imiscuir na vida interna da Renamo, e muito menos de pôr em causa decisões tomadas soberamente pelos órgãos respectivos e competentes”.
O Ministério Público e os advogados dos onze réus condenados no caso das dívidas ocultas recorreram da sentença proferida pela sexta secção do Tribunal Judicial da cidade de Maputo. Com esta acção fica, temporariamente, suspensa a decisão proferida, na BO, pelo Juiz Efigénio Baptista.
O Tribunal Superior de Recurso pode alterar as penas de dez a doze anos aplicadas aos réus. O Ministério Público era o único interveniente do processo Querela 18/2019 obrigado, por lei, a recorrer na instância hierarquicamente superior, no caso, o Tribunal Superior de Recurso de Maputo, para o reexame da decisão.
Ana Sheila Marregula fê-lo em obediência da lei e, por não estar conformada com o veredicto proferido pelo juiz presidente da sexta secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo.
Nas alegações finais, a representante do Ministério Público, solicitara a condenação, com pena máxima a dez arguidos, pena próxima da máxima a outros dez e a absolvição de apenas um arguido. Considerando não haver matéria suficiente, Efigénio Baptista mandou para casa, em liberdade e em paz, oito arguidos pronunciados nos crimes conexos de Peculato e associação para delinquir.
O juiz do caso das dívidas ocultas condenou onze dos dezanove arguidos a penas que variam de dez a doze anos de prisão maior. Mandou confiscar todos os bens patrimoniais adquiridos com dinheiro do suborno e, ainda, aplicou uma indemnização que cobre a totalidade dos dois biliões e setecentos milhões de dólares, acrescidos de juros.
Inconformados com a sentença, e por considerarem útil e necessário, os advogados de António Carlos do Rosário, Gregório Leão, Armando Ndambi Guebuza, Cipriano Mutota, Teófilo Nhangumele, Bruno Langa, Ângela Leão, Manuel Renato Matusse, Maria Inês Maioane, Fabião Mabunda e Sérgio Namburete interpuseram recurso ao tribunal de segunda instância.
O Tribunal Superior de Recursos de Maputo irá reexaminar a matéria de direito, que tem a ver com a aplicação da lei no tempo, e reexaminar os factos que fundamentaram a convicção do juiz Efigénio Baptista.
Fontes consultadas pela TVM indicam que, o reexame da aplicação do direito possibilita a alteração das penas aplicadas aos réus, agravando ou atenuando. Os recursos que, agora seguem para o escrutínio do Tribunal Superior de Recurso de Maputo, poderão ser tramitados de forma prioritária, por estar em causa o interesse público. Contudo, pode demorar cerca de um ano ou mais tempo, tratando-se de um processo volumoso, com mais de trinta mil folhas e uma sentença com 1388 páginas.
O Acórdão que sairá do Tribunal Superior de Recurso de Maputo é passível de recurso ao Tribunal Supremo. O supremo avaliará, apenas, matérias atinentes à aplicação da lei ou seja se a lei utilizada, em sede do julgamento, e a moldura penal aplicada pelo juiz são os mais indicados ao caso. Enquanto o processo percorre os corredores dos tribunais de recurso, os sete réus presos vão aguardar nos estabelecimentos penitenciários, onde se encontram encarcerados. Manuel Renato Matusse, Maria Inês Moiane e Sérgio Namburete vão aguardar em liberdade, até que o veredicto transite em julgado. Fica, igualmente, suspenso o processo cível de indemnização ao estado moçambicano e o arresto dos bens patrimoniais apreendidos aos réus.
A Federação Belga de Futebol (RBFA) está à procura do novo seleccionador após a saída de Roberto Martínez, que se seguiu à eliminação da Bélgica na fase de grupos do Mundial 2022 e fez algo que não é comum para o efeito, mas que também não é inédito: lançou uma oferta de emprego e os interessados podem candidatar-se por email até 10 de Janeiro de 2023.
“Com a publicação da oferta de emprego, lançamos oficialmente o processo de selecção do novo seleccionador nacional”, pode ler-se, no comunicado da RBFA.
E os requisitos solicitados pela Federação são claros. “A RBFA está à procura de um seleccionador nacional a tempo inteiro, que saiba o que significa vencer. O novo seleccionador nacional terá necessária e decididamente de ser ambicioso e ter necessária experiência internacional ao mais alto nível, conhecimentos e ideias tácticas, bem como competências pessoais adequadas. Será um vencedor em série com experiência a orientar jogadores de alto nível. Também saberá criar um grupo coeso e integrar jovens jogadores. A RBFA procura um especialista táctico, que terá apoio às suas escolhas com base em dados, tecnologia e parâmetros objectivos e que utilizará a experiência e a estrutura desportiva da RBFA”, pode ler-se, no anúncio da entidade.
A RBFA já tinha feito o mesmo em 2016, aquando da saída de Marc Wilmots, a quem se seguiu Roberto Martínez. E em comparação com o anúncio online feito há seis anos, o único parâmetro que não consta é o de “comunicador forte e aberto”, pelo que a entidade belga procura algo aproximado a Roberto Martínez para dar continuidade ao trabalho, que não teve, porém, os objectivos desejados no Qatar.
A França venceu Marrocos por 2-0 com golos de Theo Hernández e Kolo Muani. A equipa treinada por Didier Deschamps marca assim encontro com a Argentina na final, no próximo domingo.
No próximo domingo, dia 18 de dezembro, França e Argentina vão lutar pela terceira taça de campeão do mundo. Ambas as seleções têm dois troféus mas com uma diferença: França é campeã em título e a Argentina procura o troféu desde 1986. Colegas no Paris Saint-Germain, Kylian Mbappé e Lionel Messi vão protagonizar um duelo de titãs no Lusail.
O caminho não foi fácil para nenhuma das seleções mas a justiça com que chegaram à partida da final é incontestável. França chegou ao Catar depois de não ter mostrado o seu melhor futebol na Liga das Nações, enquanto a Argentina vinha de uma série de mais 30 jogos sem perder.
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A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal seis (6) Pontos Focais Clínicos de SMI/PTV. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Pontos Focais Clínicos de Cuidado e Tratamentos. Saiba mais.
A RH Resolve é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
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Kremlin afirma que a proposta do Presidente da Ucrânia para um acordo de paz constitui “um passo para continuar com as hostilidades”, rejeitando a possibilidade de uma retirada das tropas russas antes do fim do ano.
“Estes são três passos para a continuação das hostilidades”, disse esta terça-feira, o porta-voz da Presidência russa (Kremlin), Dimitri Peskov, referindo-se ao chamado plano de “Três Passos” para a paz e citado pela agência noticiosa russa Interfax.
Peskov sublinhou que uma retirada militar da Ucrânia “é inviável” e argumentou que a Ucrânia “tem de aceitar a realidade que surgiu” nos últimos anos.
“Existem realidades que ocorreram devido à política seguida pela liderança ucraniana e pelo atual regime ucraniano nos últimos 15 a 20 anos”, referiu o porta-voz.
“Essas realidades indicam que a Rússia tem novos integrantes que surgiram como resultado de referendos nesses territórios. Sem levar em conta essas realidades é impossível fazer progressos”, argumentou, referindo-se à decisão de Moscovo de anexar em setembro as regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia, parcialmente ocupadas como parte da invasão russa da Ucrânia, iniciada a 24 de fevereiro.
Proposta de Zelensky
Na segunda-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a proposta prevê a entrega de mais armamento pelos parceiros de Kiev para “encurtar a agressão russa”, para poder também alcançar estabilidade financeira e social em 2023 e uma “nova diplomacia” que levará a um processo de negociações para “travar a agressão russa”.
“A Ucrânia liderou sempre o processo de negociação e fez todo o possível para impedir a agressão russa. Agora sentimos que está mais próxima a oportunidade de usar a diplomacia para conseguir a libertação de todos os nossos povos e de todos os nossos territórios”, afirmou Zelensky num comunicado da Presidência ucraniana.
Nesse sentido, propôs a realização de uma “cimeira especial” do G7 (o grupo dos sete países mais ricos) para “determinar como e quando os pontos da Fórmula da Paz Ucraniana podem ser aplicados”.
Zelensky também pediu aos líderes do G7 que “demonstrem liderança na aplicação da fórmula da paz na totalidade ou em alguns pontos específicos em particular”.
Está finalizada a selecção da empresa que deverá fazer a perfuração e encarregar-se de todo o processo de logística com vista à execução do primeiro furo de prospecção e pesquisa de hidrocarbonetos na Bacia de Angoche, na província de Nampula.
Dados avançados pela Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), o braço empresarial do Estado moçambicano na área dos hidrocarbonetos, apontam para o arranque da perfuração até ao fim deste mês.
Entretanto, o “Notícias” apurou de outras fontes que estas actividades só deverão arrancar no primeiro trimestre do próximo ano, devido a atrasos verificados na mobilização dos equipamentos.
No seu relatório e contas tornado público há dias, a ENH refere que, com a abertura do primeiro furo na Bacia de Angoche, a companhia espera ter melhor conhecimento do potencial de recursos existentes nesta região do país.
Um moçambicano e um zimbabweano foram detidos em Chimoio, província de Manica, indiciados de tentar vender uma criança de quatro anos, enteado do moçambicano, avança o notícias online.
Trata-se de jovens de 22 anos de idade, ambos residentes no bairro 25 de Setembro, em Chimoio, que pretendiam vender a criança por 80 mil meticais para um indivíduo não revelado, no distrito de Manica.
Os traficantes não revelaram o comprador do petiz, mas confessaram que estavam a preparar-se para raptar o menor para vende-lo algures em Manica, e que com o dinheiro do negócio pretendiam melhorar a sua vida, após serem expropriados uma parcela onde exerciam a actividade de garimpo, no mesmo distrito.
Os implicados confessam o crime e defendem que decidiram enveredar pelo crime porque já não tinham um fonte de sustento.
Mateus Mindu, porta-voz da PRM em Manica, disse que os traficantes caíram nas mãos das autoridades depois da denúncia de populares, que tomaram conhecimento do negócio e trataram de comunicar a Polícia.D
O parlamento da África do Sul recusou, terça-feira, o relatório de um painel de especialistas que terá encontrado evidências de que o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, violou a constituição daquele país ao guardar grandes somas de dinheiro em moeda estrangeira na sua fazenda.
Com a decisão, o líder sul-africano livra-se de um processo de impeachment.
A recusa em abrir o processo de impeachment no parlamento sul-africano já era esperada desde a semana passada, quando o Congresso Nacional Africano (CNA), decidiu apoiar o presidente no Parlamento.
O ANC detém uma maioria confortável na Assembleia Nacional sul-africana, o que, segundo analistas, tornou o processo de impeachment quase impossível de acontecer.
Os partidos na oposição solicitaram logo no início da sessão de ontem que o voto fosse secreto, o que faria com que parlamentares filiados ao ANC votassem em sentido contrário à decisão da cúpula do partido, mas o pedido foi negado.
Apesar disso, quatro parlamentares do ANC votaram a favor do impeachment, para além da ausência de outros três, tal como a ministra do Turismo, Lindiwe Sisulu.
Ao todo, 214 deputados votaram contra o impeachment e 148 a favor; outros dois abstiveram-se.
A suspeita contra o presidente surgiu em Junho, após o ex-chefe dos serviços secretos da África do Sul acusar Ramaphosa de lavagem de dinheiro e corrupção em decorrência do encobrimento de um grande roubo de dinheiro na sua fazenda.
O processo ficou conhecido por “farmgate” e de Phala Phala, nome da propriedade.
A Selecção de Marrocos joga, hoje, uma cartada decisiva frente à França, com o objectivo de apurar-se para a final do Campeonato do Mundo do Qatar.
Walid Regragui, seleccionador marroquino, antevê um jogo complicado, mas avisa que os jogadores irão dar tudo para sair vencedor.”À medida que a competição avança, fica mais complicado. Vamos jogar contra o campeão mundial, com grandes jogadores, e o melhor treinador do mundo. O nosso foco está em vencê-los e não em ganhar o Mundial. Não estamos cansados, quero deixar isso claro, vamos correr”, disse o técnico de 47 anos.
A partida entre Marrocos e França irá colocar, em lados opostos, os companheiros de equipa no PSG, Kylian Mbappé e Achraf Hakimi. Segundo o seleccionador marroquino, o seu pupilo está motivado em vencer o seu amigo, num encontro que considera especial.
“Se alguém conhece o Mbappé melhor do que eu, é Hakimi. Infelizmente para nós, não é só Mbappé, quando vemos a qualidade de Griezmann entre as linhas, a qualidade de Dembélé. Será um bom jogo entre dois campeões, e o Hakimi está super motivado para vencer o seu amigo”, confidenciou.
Walid Regragui, confrontado sobre se seria também um encontro especial para si, por ter nacionalidade francesa também, afirma que apesar de ser uma honra defrontar os campeões do mundo só pensa em vencer.
“É uma honra defrontar a França, mas estou aqui como treinador do meu país. Também jogámos contra a Bélgica e a mensagem foi a mesma. Faremos a festa da mesma maneira, o mais importante será vencer o melhor do mundo”, concluiu.
As selecções da França e dos Marrocos disputam, hoje, às 21h00, no Al Bayt Stadium, a segunda meia-final da 22ª edição do Campeonato do Mundo de Futebol, a decorrer no Qatar, sendo o primeiro encontro entre ambas na competição.
O jogo entre “Le Bleus” e “Leões de Atlas” está rodeado de interesse, mas a balança pende, claramente, a favor dos franceses, na qualidade de detentores do título e vai, certamente, procurar marcar presença pela segunda vez consecutiva na final do dia 18 do corrente, a partir das 21h00, no Estádio Lusail, em Doha.
Mas a Selecção gaulesa não tem, seguramente, uma empreitada aparentemente facilitada, visto que a formação marroquina pretende, igualmente, garantir uma vaga na grande final.
A acontecer, ou seja, vitória dos Leões do Atlas, será ouro sobre azul, porque nenhuma equipa africana alcançou tal desiderato. O conjunto marroquino está a fazer história na competição, pois, tornou-se no primeiro país do continente-berço da humanidade, a disputar às meias-finais de um Campeonato do Mundo.
Depois de alcançar o penúltimo percurso da prova, a equipa comandada tecnicamente pela ex-estrela marroquina, Walid Regragui, ambiciona voos mais altos, que visam atingir à final do Mundial. Aliás, quem chega às meias-finais de um Campeonato do Mundo, espera vencer o troféu, e Marrocos entrará com este propósito no embate diante da poderosa França.
Para o decisivo desafio frente à equipa árabe, o seleccionador francês, Didier Deschamps conta com toda a armada, ou seja, tem disponível todos os jogadores, sobretudo as estrelas cintilantes, como são os casos de Mbappé, Giroud, Koundé, Kante, Antoine Griezmann, Dembélé e Pavard.
Do lado de Marrocos, Walid Cheddira, avançado do Bari de Itália, falha o jogo com a França, depois de ter sido expulso diante de Portugal, por acumulação de cartões amarelos.
A ausência de Cheddira frente à França em nada abala a Selecção marroquina, pois, o seleccionador Walid Regragui tem várias opções para contrapor o combinado francês. Quem tem Bounou, En Nesyri, Saiss, Hakimi, Ziyech, Boufal, Ounahi e Amrabat dorme e desperta tranquilo.
Contudo, os atletas disponíveis, às ordens do ex-treinador do Wydad Atlético de Casablanca vão, naturalmente, dignificar a bandeira do Reino de Marrocos no tão aguardado desafio por parte dos adeptos do futebol e não só, principalmente pela excelente campanha da equipa magrebina.
O facto de os Marrocos estarem nas meias-finais por si só constitui um grande ganho, mas o “sobrevivente” africano no torneio quer mais. Por isso, aposta todas as fichas no confronto com a França, de modo a marcar presença na final.
Marrocos chega a este duelo sem qualquer percalço, com saldo de quatro vitórias e um empate, ao passo que a França venceu quatro e perde um.
As duas selecções já mediram forças cinco vezes em jogos amistosos, com supremacia da França, ganhou três (5-1, 2-1 e 1-0) e empatou dois (2-2 e 2-2).
Isac de Carvalho decidiu ir à rua comprar o seu troféu de Melhor Marcador do Moçambola, principal campeonato moçambicano de futebol. O jogador internacional moçambicano terminou a época 2022 como melhor marcador da prova, com 11 golos marcados pelo Ferroviário de Nampula
“Pode parecer insólito, mais hoje saí à rua e fui comprar, do meu próprio bolso, o troféu referente a Melhor Marcador do Moçambola 2022. É isso mesmo. Decidi premiar-me. Acho que aqui se encaixa perfeitamente a máxima ‘se tu não fizeres por ti, ninguém fará por ti’. Não se trata só de dinheiro, a vida não é só isso, há pequenos gestos e detalhes que fazem a diferença. Por exemplo é importante para mim, quando me aposentar, mostrar aos meus filhos, sobrinhos etc. as minhas pequenas conquistas (simbólicas)”, começou por escrever, antes de deixar críticas à Liga Moçambicana de Futebol (LMF).
“Quem podia, com legitimidade, facultar-me [o troféu], são as entidades reguladoras do nosso Desporto. E simplesmente não fizeram, nem sequer uma simples mensagem de parabéns. Mas enfim a vida segue, estou grato a Deus e a todos os que ajudaram direta ou indiretamente no processo desta conquista que, legalmente, não mereceu o prémio. Mais isto em nada vai beliscar a minha forma de estar e viver o futebol, estou mais forte que nunca”, escreveu o atacante nas redes sociais.
Esta foi a segunda vez que o jogador terminou o Moçambola com melhor marcador, depois de ter apontado 13 golos em 2014 pelo Maxaquene.
Foram publicadas hoje, dia 14 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve dois indivíduos envolvidos em distintas actividades criminosas na Cidade de Maputo. Um dos detidos é suspeito...
O número de fatalidades provocadas pelo terramoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10), subiu para 240, segundo informações das autoridades...