A Vila de Mabote, em Inhambane, está isolada, na sequência do alagamento da estrada Mapinhane/Mabote, a única que garante a ligação terrestre deste distrito e o resto da província.
Dady Mendes, delegado provincial da Administração Nacional de Estradas (ANE), explicou que com as chuvas intensas que fustigam Inhambane, influenciadas pela passagem da depressão tropical severa Freddy, a via terraplanada acumulou água na sua plataforma e bermas, dificultando a circulação de viaturas e pedestres.
Mendes revelou estar igualmente condicionado o trânsito de viaturas nas vias Massinga/Funhalouro, Maxixe/Chicuque, Panda/Inharrime e Maluvane/Nova Mambone, esta última em Govuro. As chuvas destruíram perto de 700 quilómetros de estradas em toda a província, condicionando a circulação rodoviária.
O Governo israelita conseguiu avançar com o projeto de lei que permitirá aplicar a pena de morte a palestinianos que ataquem judeus israelitas, ao obter uma primeira aprovação em sessão plenária do parlamento (Knesset).
O avanço do diploma nesta instância ocorreu numa altura em que o executivo também está a promover no parlamento outros projetos de lei do seu polémico plano de reforma judicial.
A medida que regularizará a pena capital – já formalmente legal em determinadas circunstâncias, embora só tenha sido aplicada uma vez, há 60 anos – foi aprovada na generalidade com 55 votos a favor e nove contra, indicou o Knesset num comunicado.
Para que a proposta seja definitivamente aprovada deve ser ainda votada em mais três leituras no plenário do parlamento, um processo faseado que será iniciado em data posterior.
O projeto de lei, incluído nos acordos da coligação atualmente no poder em Israel, liderada pelo Likud do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, e promovido por um dos seus parceiros de Governo, o partido de extrema-direita Otzma Yehudit (Poder Judaico), pretende punir com a morte aqueles que matarem cidadãos israelitas “por motivo racista ou de ódio” e com a intenção de “causar danos ao Estado de Israel” e ao “povo judeu”.
Nos termos em que está redigido, o diploma destina-se a punir agressores que tenham cometido ataques contra judeus israelitas e não se aplicará a um israelita que mate um palestiniano.
Limor Son Har Melech, deputada do partido Poder Judaico que promoveu a medida, defendeu que a aplicação da pena capital nesses casos é “ética, justa e necessária”.
“Prevaleceu uma situação absurda” em Israel, “em que terroristas desprezíveis que assassinaram judeus são encarcerados numa prisão israelita durante anos” e mais tarde libertados, “no âmbito de um acordo de libertação de terroristas ou de um acordo judicial” que comuta a pena, disse a mesma deputada.
A introdução de legislação como esta surge num momento em que o executivo de Netanyahu está a propor leis controversas que, a serem aprovadas, minarão a independência do poder judicial e a separação de poderes, o que, segundo os críticos, enfraquecerá os alicerces formais do Estado de direito e da democracia israelitas.
Por sua vez, os partidos da extrema-direita que compõem a coligação estão igualmente a tentar aprovar medidas da sua polémica agenda política, em parte centrada em alastrar os colonatos israelitas em território ocupado palestiniano e aplicar penas mais duras aos palestinianos.
Tudo isto acontece no contexto do início de ano mais violento do conflito israelo-palestiniano desde 2000, ano em que começou a Segunda Intifada.
Em dois meses, foram mortos 63 palestinianos, em grande parte devido às quase diárias operações de detenção israelitas na Cisjordânia ocupada, que amiúde se transformam em confrontos armados com palestinianos.
Do lado israelita, os mortos desde o início de 2023 foram 14, após vários ataques mortais cometidos por palestinianos, parte dos quais em Jerusalém oriental ocupada e outros na Cisjordânia.
Mais de duzentas e vinte e cinco mil pessoas foram vacinadas até ao momento contra a cólera na província do Niassa, cuja campanha decorre desde segunda-feira passada.
A meta é vacinar mais de quinhentas e sessenta e seis mil pessoas até, esta sexta-feira, último dia da campanha, segundo o médico-chefe do Niassa, Narciso Rondinho.
Segundo o Médico-chefe, a maior parte das pessoas recebidas nos Centros de tratamento de cólera são jovens do sexo masculino e é este grupo que menos adere a vacina contra a doença.
Narciso Rondinho afirma que Niassa está a registar um abrandamento de casos da doença, mas o posto administrativo de Meluluca, no distrito do Lago, inspira atenção.
O diretor do FBI, Christopher Wray, admitiu terça-feira (28) que a agência acredita que a pandemia de Covid-19 resultou de uma fuga no laboratório de investigação Wuhan, na China.
“O FBI concluiu há já algum tempo que a pandemia teve, provavelmente, origem num incidente no laboratório de Wuhan”, disse Wray em entrevista à Fox News. O diretor do FBI recusou adiantar pormenores, alegando que a conclusão é baseada em “informações classificadas”, mas acusou a China de “fazer todos os possíveis para travar e ofuscar” os esforços dos EUA e outros países para investigar a origem da pandemia.
O Departamento de Energia dos EUA também chegou à mesma conclusão, embora a opinião não seja partilhada por outras agências governamentais.
AS fortes chuvas que se fazem sentir na província de Gaza levaram a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) a interromper a circulação de comboios na linha do Limpopo, que liga o Porto de Maputo ao vizinho Zimbabwe.
Numa nota enviada ao “Notícias”, a companhia ferroviária faz saber que esta interdição será observada até à normalização da situação, uma vez que ainda se verifica a queda de chuvas intensas na região compreendida entre Chicualacuala, Chókwè e Magude.
A empresa não faz referência aos prejuízos decorrentes desta interdição que, por sinal, já se verifica desde o último domingo. No entanto, além de comboios para Chicualacuala ou Zimbabwe, a linha do Limpopo é também usada para o transporte de minérios do Botswana para o Porto de Maputo.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, abriu na quinta-feira uma reunião do G20 com um apelo ao fim das divisões sobre a Ucrânia, frisando que a governação global “falhou” na abordagem aos desafios internacionais.
“Temos de reconhecer que o multilateralismo está em crise”, afirmou Modi numa declaração pré-gravada na abertura de uma reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros do G20.
O primeiro-ministro indiano frisou ainda que “a experiência dos últimos anos – crise financeira, alterações diplomáticas, pandemia, terrorismo e guerra – mostra claramente que a governação global falhou”.
No encontro em Nova Deli, iniciado na quarta-feira, o primeiro-ministro indiano apelou também aos chefes da diplomacia do G20 para “olharem mais além” das tensões geopolíticas.A Índia, que preside este ano ao G20, tem uma longa amizade com a Rússia e não condenou a invasão da Ucrânia. Nova Deli é também uma importante cliente militar de Moscovo e aumentou as suas importações de petróleo russo no último ano, em contraste com os países ocidentais.
A Índia pretende que a sua presidência do G20, este ano, se concentre em questões como a redução da pobreza e o aquecimento global. No entanto, a guerra na Ucrânia tem, até agora, ensombrado os pontos da agenda.
“Temos as nossas posições e perspetivas sobre a forma de resolver estas tensões. Como maiores economias do mundo, temos também uma responsabilidade para com aqueles que não se encontram nesta sala”, acrescentou.
“Não devemos deixar que os problemas que não podemos resolver juntos se atravessem no caminho daqueles a quem podemos dar resposta”, defendeu ainda Modi.
Em Setembro de 2022, Narendra Modi afirmou a Vladimir Putin que não era tempo de guerra, uma declaração vista como uma crítica à invasão da Ucrânia.
Modi voltou a pedir aos delegados que trabalham no sentido e um entendimento e para “superarem as diferenças”.
Na quarta-feira, o alto representante da União Europeia para as Relações Externas, Josep Borrell, revelou que estava convencido que Nova Deli usaria a reunião do G20 para fazer “Moscovo compreender que esta guerra tem de acabar”.
O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, afirmou que a cidade palestina de Huwara, na Cisjordânia ocupada, deveria ser exterminada pelo governo de Benjamin Netanyahu.
“Acho que a vila de Huwara precisa ser exterminada”, disse o ministro, também responsável pela administração civil de Israel na Cisjordânia ocupada, em entrevista à mídia local. “Acho que o Estado de Israel deveria fazer isso, e não os cidadãos”, ressaltou.
A escalada de tensão na região ocorreu no último domingo (26), após um ataque a tiros em Huwara ter vitimado dois israelenses. Em retaliação, colonos judeus invadiram vilas da região, incendiando casas e carros, além de atacarem a população local com facas, paus, pedras e armas de fogo. Um palestino morreu.
Durante os ataques, o ministro chegou a afirmar que a calma para o povo judeu só chegaria depois que as forças israelenses atingissem “as cidades do terror e seus perpetradores impiedosamente, com tanques e helicópteros”.
Após a repercussão negativa da fala, Bezalel Smotrich usou as redes sociais para negar que apoia o extermínio da cidade de Hawara.
“Para evitar dúvidas, em minhas palavras, eu não pretendia acabar com a vila de Hawara, mas apenas agir de maneira direcionada contra os terroristas e apoiadores do terrorismo dentro dela e cobrar um alto preço deles para restaurar a segurança dos moradores da região”, escreveu no Twitter.
Perto de quinhentas famílias residentes, na vila de Nova Mambone, distrito de Govuro, em Inhambane, abandonaram as suas residências.
Na origem da situação, estão as inundações causadas pelo transbordo do rio Save.
Trata-se de família dos bairros Mussassa, Mussanga, Nasso e Matique, Mataúla e Josina Machel, cujas casas estão alagadas.
O administrador do distrito de Govuro, Fernando Muzobingwa, disse que uma parte dos afectados encontra-se nos centros de acomodação e outra refugiou-se em casa de familiares.
Muzobingwa reitera o apelo para a necessidade dos residentes se estabelecerem em lugares seguros, face ao alerta sobre a continuação de chuvas a montante do rio.
O Governo talibã afegão anunciou, na quarta-feira, o início de um novo ciclo escolar para as instituições de ensino superior sem a presença de mulheres, depois de, em dezembro passado, ter decidido excluí-las da frequência universitária.
“O semestre da primavera das instituições governamentais de ensino superior para estudantes do sexo masculino começará na próxima semana”, indicou na rede social Twitter o Ministério do Ensino Superior do governo interino dos talibãs.
Desta forma, os talibãs confirmam que as mulheres não vão poder ingressar nas universidades para já, ao contrário dos colegas homens, depois de terem ordenado a suspensão do ensino superior feminino até novo aviso.
O veto somou-se ao já estabelecido desde que os fundamentalistas afegãos chegaram ao poder, em agosto de 2021, depois de suspenderem o ensino secundário feminino até que o respetivo conteúdo escolar fosse adaptado à lei islâmica.
A queda de Cabul significou uma deterioração dos direitos das mulheres, com restrições como a segregação por sexo em lugares públicos, a imposição do véu ou a obrigação de serem acompanhadas por um parente do sexo masculino em viagens longas.
A realidade que os afegãos vivem hoje é cada vez mais parecida com a época do primeiro regime talibã, entre 1996 e 2001, quando, com base numa interpretação rígida do Islão e do também rigoroso código social, conhecido por ‘Pashtunwali’, as mulheres eram proibidas de frequentar escolas e obrigadas a ficar confinadas em casa.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) apresentou na cidade da Beira, dois indivíduos acusados de assassinar uma idosa no bairro da Ponta-Gea (Goto).
Trata-se de dois rapazes que respondem pelos nomes de Samuel Zacarias, menor de 15 anos de idade, proveniente do distrito de Murumbala, na província da Zambézia, e Daniel Alcídio, também menor, de 16 anos, proveniente da província de Manica, empregados domésticos que trabalhavam para uma idosa de 70 anos de idade. O terceiro elemento está ainda a monte.
O crime ocorreu na residência da finada; os envolvidos, três rapazes, desferiram golpes com recurso a um pilão e um ferro, e, seguidamente, apoderaram-se de bens diversos, um telemóvel e mais seis mil meticais antes de abandonarem a cena do crime.
Seis paquistaneses foram interpelados na sombra de um embondeiro, nas proximidades do Quilómetro (KM) 18, na localidade de Muchenga, no posto administrativo de Chioco, no distrito de Changara, em Tete, tentando encontrar um itinerário no mato, que lhes permitiria escapar do controlo policial, ao longo da Estrada Nacional Número 7 (N7).
A porta-voz do Serviço Nacional de Migração (SENAMI) em Tete, Amélia Direito, explicou que os seis paquistaneses são imigrantes ilegais, porque não têm visto de entrada para Moçambique, nem para a África do Sul, onde pretendiam chegar.
O mesmo realçou, ainda, que para tentar escapar do controlo das autoridades policiais, os seis imigrantes ilegais contaram com ajuda de quatro cidadãos nacionais, estando três detidos e um à monte. Disse, também, que um dos facilitadores hospedou os imigrantes em sua casa por algum tempo.
Falando à Imprensa, um dos imigrantes detalhou que viajaram de avião de Paquistão para Malawi e de lá foram sendo ajudados pelos seus amigos, com vista a chegarem a África do Sul, usando a via rodoviária. Entretanto, afirmou que não vêem a hora de voltar para o seu país, porque a viagem já vinha sendo “tortuosa”, pois não têm uma pessoa que cuida deles e assim vão passando de “mão-em-mão”.
O paquisnês assegurou que o grupo não deu dinheiro a nenhum dos facilitadores, pois em princípio estavam em contacto com a pessoa que se ofereceu a ajudar. Os facilitadores moçambicanos apresentados juntamente com os imigrantes negam seu envolvimento no caso.
A par dos seis paquistaneses, foram retidos mais quatro malawianos no último fim-de-semana, no terminal rodoviário interprovincial de Mpáduè, na cidade de Tete. O SENAMI assegurou que ambos os grupos serão repatriados, mas os facilitadores nacionais serão responsabilizados criminalmente.
//NO UTILIZAR SIN PERMISO DE FOTOGRAFÍA// Fotógrafo: Carlos Garcia Pozo 21/02/2020 - Madrid - Comunidad de Madrid - Reportaje entrevista con Andrés Roca-Rey torero peruano
Julia Wandelt, a jovem que acredita ser Maddie, já fez um teste de DNA.
Este avanço no processo surge depois das autoridades colocarem a hipótese de Julia, não sendo Maddie, possa ser uma outra criança desaparecida. Na investigação das autoridades, o nome de Julia cruza-se eventualmente com o de uma menina chamada Livia, uma suíça que desapareceu em 2011 com a irmã gémea. As crianças tinham seis anos de idade.
Julia decidiu colaborar com as autoridades e decidiu realizar este teste, que era, de resto, a sua vontade desde o inicio do processo, quando veio a público levantar a hipótese de ser Maddie MCcann.
Mais de sete mil pessoas residentes na vila de Nova Mambone, sede do distrito de Govuro, na província de Inhambane, e na vila de Machanga, em Sofala, viram suas casas alagadas em consequência do transbordo do caudal do rio Save.
As últimas informações recebidas na noite de quarta-feira davam conta de que pouco mais de dez quilómetros da Estrada Nacional Número Um (N1), no troço que vai do cruzamento de Inhassoro ao de Nova Mambone, em secções intercaladas, encontram-se submersos, condicionando o trânsito rodoviário.
O administrador de Govuro, Francisco Mozimbingua, confirmou o facto, realçando que decorre o resgate das famílias para locais seguros. Acrescentou que os bairros Josina Machel, Mussanga, Djenga, Matasse e Matique (bairros da vila de Nova Mambone) estão submersos e mais de quatro mil habitantes tiveram de ser retirados para os centros de acolhimento.
O governo da Argentina adoptou o protocolo internacional que proíbe a venda de frangos e ovos ao exterior, depois de confirmado o primeiro caso de gripe aviária no circuito comercial do país. A informação foi divulgada pelo secretário de agricultura argentino, Juan José Bahillo.
Antes da confirmação comercial, o vírus havia sido detectado em outras 24 aves silvestres e domésticas, aumentando as preocupações de que a doença possa se espalhar e prejudicar as exportações do país sul-americano.
“O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) confirmou o primeiro caso positivo de influenza aviária altamente patogênica em aves de granjas na província de Rio Negro (Patagônia), levando o país a perder temporariamente o seu status de livre da doença e a suspender a exportação de produtos aviários, conforme as normas internacionais”, afirmou a organização, em nota.
O secretário frisou que o Senasa decidiu realizar as medidas de contenção correspondentes, estabelecidas no Manual de Contingência da Influenza Aviária, “a fim de evitar a dispersão em outros estabelecimentos avícolas”.
Contudo, os produtos “continuam seguros para os argentinos”, e a suspensão das exportações atende às exigências das regulamentações internacionais.
Diante do temor dos cidadãos do país quanto ao risco de contraírem o vírus, a autoridade sanitária frisou que “a doença não é transmitida através do consumo de carne de frango e de ovos”.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é altamente mortal para aves e pode ser transmitida aos humanos a partir de contato com animais doentes, contudo, não pelo consumo da carne.
Há duas semanas, a Argentina declarou a emergência sanitária em todo o território, reforçando os controles nas fronteiras.
De todos os 37 hospitais afectados em Moçambique, alguns continuam sitiados, o que forçou o enceramento. No entanto, o Ministério da Saúde garante que há assistência médica para as populações.
As chuvas intensas que afectaram as zonas Sul e Centro do país, no período entre 07 e 27 de Fevereiro, agravadas pela passagem do ciclone Freddy, deixaram muitas infra-estruturas parcial ou totalmente destruídas e outras ainda sitiadas.
No sector da saúde, o mau tempo causou perturbações no funcionamento normal dos hospitais. Alguns tiveram de suspender actividades. O último levantamento do Ministério da Saúde indica que 37 hospitais foram afectados de diversas formas pela água da chuva, em todo o país.
Apesar do ocorrido, o director nacional-adjunto de Planificação e Cooperação no Ministério da Saúde, Ivan Manhiça, garantiu que não falta assistência médica às pessoas: “Criámos alternativas, como a instalação de postos de saúde através de tendas ou outros meios móveis para garantir o atendimento nas zonas onde as unidades sanitárias foram afectadas”.
Em relação ao número de hospitais cujo impacto das águas forçou o encerramento, o Ministério da Saúde diz que decorre o processo de mapeamento.
“Continuamos a trabalhar para fazer um levantamento mais exaustivo para que tenhamos mais detalhes em relação ao nível de intervenções que deverá ser feito a posterior para que todas as unidades sanitárias voltem ao seu funcionamento normal”, avançou o director nacional-adjunto de Planificação e Cooperação no Ministério da Saúde.
O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, confirmou em Nova Deli, na Índia, que não haverá uma declaração conjunta no final da reunião ministerial do G20 e culpou os países ocidentais pelo fracasso.
“Falámos com boas maneiras. Bem, os nossos colegas ocidentais tornaram-se muito maus nesta matéria. Não pensam mais em diplomacia, apenas fazem chantagens e ameaças a todos”, disse Lavrov aos jornalistas.
“Infelizmente não foi possível aprovar a declaração conjunta dos ministros do G20, os nossos colegas ocidentais, tal como há um ano durante a presidência indonésia, tentaram (…) com mentiras e declarações retóricas, trazer a situação da Ucrânia para o primeiro plano”, declarou Lavrov.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia espanhol, José Manuel Albares, já havia declarado hoje que seria muito difícil a Rússia aceitar uma declaração conjunta.
“Infelizmente, a intervenção do ministro [Lavrov] foi no âmbito da narrativa russa, negando a ilegalidade da guerra e não ouvindo todos aqueles que pedem paz para a Ucrânia”, disse Albares à agência de notícias EFE.
Albares manteve um encontro bilateral com o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Qin Gang, sublinhando que “o importante é que a China tenha clareza sobre a ideia e a necessidade de paz”.
“Estamos a falar de um país [China] que é membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e que tem uma relação com a Rússia que é evidente. O ministro chinês disse-me que está alinhado a favor da paz”, declarou Albares.
A Associação Esmabama pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Psicólogo com Especialização em Violência no Género & Mindfulness. Saiba mais.
A Women’s Voice and Leadership – ALIADAS contratar um (1) Consultor para Produzir Um Manual de Gender Action Learning (GALs) “Banda Desenhada”. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Prestação de Serviços no Âmbito do Engajamento Comunitário no Ensino Bilingue (ECEB). Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Segurança de Área. Saiba mais.
A Reencontro pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Design Gráfico do Módulo de Nutrição do Growing With You. Saiba mais.
Um indivíduo de 36 anos de idade, residente no bairro Mateus Sansão Muthemba, na cidade de Tete, violou sexualmente a sua filha de 12 anos, estando já detido numa das esquadras desta capital provincial.
Segundo o Notícias Online, a denúncia foi feita pela mãe da menor, que encontrou o esposo, com quem está casada há 14 anos e tem cinco filhos, em flagrante com a sua filha no quatro, após abandoná-la em meio a “uma bebedeira”.
“Disse-me que queria adiantar e que iria encontrá-lo em casa, mas a dado momento senti a necessidade de voltar e acabei encontrando-o no quarto, violando a nossa filha”, detalhou.
A vítima, que se fez à esquadra na companhia da mãe, conta que seu pai a violou, mas pede que seja perdoado, alegando que nestes dias em que está detido a família tem estado a passar por dificuldades para se alimentar.
Entretanto, o pai nega ter violado a menor e acusa sua esposa de querer prejudicá-lo, manchando a sua reputação, pois ultimamente tem apresentado uma moral sexual não ajustada aos padrões sociais.
“Essa história de que violei minha filha é mentira! Desde os tempos que vivíamos em Manica que não nos entendemos muito bem. O desentendimento deve-se ao facto de ela abandonar a casa para ir ao distrito de Moatize e outras vezes para Tambara (em Manica), alegando que está a trabalhar. Já lhe disse para parar com esse tipo de comportamento, porque temos crianças por cuidar, mas não me quer ouvir”, defendeu-se.
Por seu turno, o porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM), Feliciano da Câmara, atesta que houve violação, recorrendo aos exames médicos como a prova do crime.
Garantiu, por outro lado, que a menor já foi conduzida aos serviços de saúde para que possa ser assistida. Quanto ao pai, decorre o expediente para que seja responsabilizado criminalmente, como forma de também dissuadir este tipo de comportamento.
A presidente do Tribunal de Contas de Angola, Exalgina Gambôa, apresentou a sua renúncia ao cargo, segundo uma nota de imprensa do órgão judicial.
A demissão foi apresentada esta manhã ao Presidente da Republica, João Lourenço, com conhecimento ao Conselho Superior da Magistratura Judicial, de acordo com a nota.
Exalgina Gambôa e o seu filho Hailé da Cruz foram constituídos arguidos por crimes de extorsão e corrupção, anunciou a Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana na terça-feira.
Num documento a que a Lusa teve acesso, a PGR revela que Exalgina Gambôa já foi notificada, enquanto Hailé Vicente da Cruz, que esteve na administração do banco Yetu, se encontra atualmente no exterior do país, não tendo sido ainda notificado.
O processo de inquérito foi aberto “em reação a informações e denúncias públicas”.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, promulgou a suspensão da participação russa no Novo Tratado Estratégico de Redução de Armas (New START), o último tratado de desarmamento nuclear com os Estados Unidos ainda em vigor.
A informação foi publicada no portal oficial russo sobre medidas legislativas, tendo entrado de imediato em vigor.
Previamente, a medida, anunciada pelo líder do Kremlin no seu discurso sobre o Estado da Nação na passada terça-feira, tinha sido aprovada pelas duas câmaras do parlamento russo.
No seu discurso, Putin anunciou que a Rússia foi forçada a suspender a sua participação no tratado devido à política do Ocidente.
Segundo a nova lei, caberá ao líder russo decidir se no futuro Moscovo regressa ao cumprimento das suas obrigações no âmbito deste tratado de controlo de armamento.
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Riabkov, assinalou na semana passada que a suspensão do tratado era “uma decisão difícil” mas “a única correta”.
“Nestas condições, é impossível interatuar [com os Estados Unidos] como sucedia previamente e numa área tão decisiva e importante como o controlo de armas”, disse então.
Em simultâneo, o embaixador russo junto da ONU, Anatoli Antonov, acusou Washington do sistemático incumprimento das suas obrigações em torno do tratado, fator que também contribuiu para a sua suspensão.
Esta semana, o Departamento de Estado dos EUA informou não ter recebido a notificação oficial sobre a suspensão do New START.
O New START foi assinado em Praga em 08 de abril de 2010 pelos então Presidentes dos EUA, Barack Obama, e da Rússia, Dmitri Medvedev.
O ex-Presidente russo é atualmente vice-presidente do Conselho de Segurança russo, órgão composto pelos principais funcionários estatais da Rússia e chefes das agências de defesa e segurança e no qual se tomam todas as decisões militares mais urgentes e importantes.
O tratado New START limitou o número de armas nucleares estratégicas, com um máximo de 1.550 ogivas nucleares e 700 sistemas balísticos em terra, mar e ar para cada uma das duas potências.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...