Um tiroteio em massa na Universidade Estadual do Michigan, nos EUA, matou três pessoas e feriu cinco. O suspeito não está ligado à instituição e suicidou-se antes de ser encontrado pelas autoridades.
A busca pelo atirador demorou horas e obrigou os estudantes a barricarem-se dentro dos dormitórios.
O diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa, Hans Kluge, classificou os terramotos que abalaram a Turquia e a Síria na semana passada como o maior desastre natural no continente europeu no último século.
“Estamos a testemunhar o pior desastre natural na Europa em um século e ainda estamos a tomar conhecimento da sua magnitude”, afirmou o responsável da OMS, durante uma conferência de imprensa virtual para apresentar as necessidades urgentes de saúde e de resposta na Turquia e na Síria, a que a agência Lusa assistiu.
Os dois países foram atingidos, na madrugada do dia 6 de fevereiro, por um terramoto de magnitude 7,8 na escala de Richter, a que se seguiram várias réplicas, uma das quais de magnitude 7,5.
“O verdadeiro custo [dos sismos] ainda não é conhecido, mas a recuperação vai levar tempo e precisará de um esforço fenomenal”, sublinhou Hans Kluge.
Segundo avançou, a OMS contabiliza atualmente mais de 31 mil mortos e 100 mil feridos na Turquia e quase 5 mil mortos na Síria, números que Hans Kluge assegurou que “vão aumentar” rapidamente.
Na segunda-feira, um outro responsável da agência das Nações Unidas, o diretor do Departamento Regional de Emergências da OMS, Rick Brennan, já apontava para um número provisório de vítimas mortais superior: 40.943.
Na conferência de imprensa realizada esta terça-feira Hans Kluge acrescentou que há cerca de 26 milhões de pessoas em ambos os países a precisar de ajuda humanitária e, segundo as autoridades turcas, “quase um milhão perdeu as respetivas casas e vive em abrigos temporários”.
A estes números, a agência das Nações Unidas junta ainda as cerca de 80 mil pessoas que estão em hospitais e que “colocam uma enorme pressão sobre todo o sistema de saúde, já muito danificado pelo desastre”.
Perante tal situação, o diretor regional da OMS lançou um apelo à comunidade internacional para angariar 43 milhões de dólares (cerca de 40 milhões de euros) para apoiar a resposta aos terramotos na Turquia e na Síria.
“Este é o momento para a comunidade internacional mostrar a mesma generosidade que a Turquia tem mostrado a todas as nações do mundo ao longo dos anos. O país abriga a maior população de refugiados do mundo, entre os quais 4,2 milhões de pessoas da vizinha Síria, muitas das quais perderam tudo”, sublinhou Hans Kluge, adiantando que a OMS já canalizou 16 milhões de dólares (14,8 milhões de euros) do seu fundo para emergências.
Lembrando os “resgates milagrosos” a que também se tem assistido, o diretor regional da OMS pediu “a todas as partes, tanto aos governos como à sociedade civil, para trabalharem juntas e para garantirem o acesso transfronteiriço de ajuda humanitária entre a Turquia e a Síria, e dentro da própria Síria”.
O Governo turco recusou abrir as suas fronteiras em áreas controladas pelos curdos na Síria e exigiu à ONU que toda a ajuda humanitária para a Síria passe pelas zonas sob controlo turco.
Hans Kluge também admitiu que a organização está preocupada com as consequências do desastre no futuro próximo.
A prioridade imediata é “apoiar os muitos hospitais e instalações médicas que foram danificados e trabalhar para enfrentar o alto número de doentes com traumas e ferimentos catastróficos”, mas há outros desafios a surgirem, afirmou o representante.
“Pouco mais de uma semana depois da terrível tragédia, também há preocupações crescentes com problemas de saúde emergentes relacionados com o frio, a [falta de cuidados de] higiene e saneamento e com a propagação de infeções, sobretudo entre as pessoas mais vulneráveis”, disse, defendendo a necessidade urgente de uma estratégia para aumentar a cobertura vacinal destas populações.
Quase metade da ilha de Cuba está sem eletricidade, devido a uma avaria na rede, anunciou a empresa nacional de eletricidade (UNE), cinco meses depois de um ‘apagão’ geral.
Sete das 15 províncias do país estão afetadas.
Desde 2022 que a produção elétrica tem vindo a baixar, devido ao mau estado das suas oito centrais elétricas, frequentemente avariadas e paradas mesmo, devido à falta de manutenção.
Em 27 de Setembro, depois da passagem do furacão Ian no oeste do país, a totalidade de Cuba ficou às escuras, afetando 11,1 milhões de cubanos.
Os dirigentes cubanos já admitiram que durante a primeira quinzena de outubro de 2022, a produção elétrica baixou para “níveis inéditos, de 37,9%” da capacidade total do país.
Durante este período, os cortes de energia foram em média de 10 horas por dia e por habitante. Contudo, desde dezembro a situação melhorou.
Além das oito centrais termoelétricas Cuba conta também com oito barcos-geradores, alugados a uma empresa turca, bem como algumas unidades de produção de energia solar e eólica.
A lentidão do regresso da eletricidade provocou no início de outubro raras manifestações de descontentamento em vários quarteirões de Havana.
Os cortes de corrente já tinham sido um dos principais motivos das manifestações sem precedente que abalaram o regime em julho de 2021.
O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, diz que a água que vai chegar aos consumidores da região metropolitana de Maputo será turva, no quadro do restabelecimento do fornecimento gradual do líquido.
No entanto, Carlos Mesquita assegura que a mesma não constitui perigo ao consumo humano, por estar a obedecer todos os procedimentos de tratamento, após suspensão do fornecimento registado no fim-de-semana, devido ao aumento das descargas no rio Umbelúzi.
“Essa água que vai sair pelas torneiras, mesmo turva, está devidamente tratada. Portanto, não há perigo nenhum no seu consumo ”, disse.
Residentes das cidades de Maputo, Matola e Vila de Boane estão a recorrer a fontes inseguras para fazer face às restrições no abastecimento de água, na sequência do agravamento da situação hidrológica e destruição de postes de energia eléctrica na estação de tratamento do Umbelúzi.
Há mais de 48 horas que os residentes socorrem-se das valas de drenagem ou dependem da boa vontade de instituições ou pessoas singulares que se sensibilizaram com o sofrimento para obter alguns litros deste recurso.
Numa ronda efectuada ontem, “Noticias” testemunhou o drama vivido por centenas de homens, mulheres e crianças, que com o bidão à cabeça, ombros ou em carrinhos de mão percorriam longas distâncias à procura de água.
Encontramos Adélia Vasco, residente em Chamanculo, a preencher os recipientes com a água que jorra na vala próximo a praça 16 de Junho, bairro Malanga. Apontou que o corte do abastecimento de água foi surpresa.
A presidente do INGD desmente que tenha havido desvio de aplicação dos mais de 32 milhões de Meticais concedidos pelo Banco Mundial para gestão de calamidades.
Luísa Meque diz que o uso do dinheiro para compra de viaturas, reabilitação de ponte e construção de um sistema de abastecimento de água não viola o Manual de Procedimentos do Fundo de Gestão de Calamidades.
Na entrevista exclusiva, prestada, na segunda-feira, por Luísa Meque, à STV, a dirigente começou por esclarecer que os mais de 32,5 milhões de Meticais do fundo dedicado à gestão de calamidades, para o exercício económico de 2020, já foram devolvidos.
“O valor já foi devolvido. Está claro que o valor já foi devolvido. Nós não temos nenhum problema com o Banco Mundial. Estamos a trabalhar normalmente.”
À STV, Luísa Meque informou também que o Banco Mundial nunca deixou de apoiar a instituição que dirige.
“O Banco Mundial nunca deixou de ser parceiro do INGD. O Banco Mundial sempre foi parceiro do INGD. A chamada de atenção por parte do Banco de Moçambique faz parte do trabalho que sempre tivemos e é recorrente quando se trabalha. Há uma planificação, há uma monitoria, dentro da monitoria vê-se o que está bem e o que está mal, o que se pode corrigir. Mesmo assim, durante o período que devíamos regularizar esta situação, nunca deixamos de ter o vínculo com o Banco Mundial.”
Sobre as viaturas adquiridas com parte dos mais de 32 milhões de Meticais em causa, a governante tem uma explicação.
“As viaturas foram adquiridas e estão no campo, podem procurar e ver, estão a ser usadas pelos delegados, e de facto estão a ser usadas para o trabalho. Decidimos que deveríamos adquirir as viaturas porque sempre recorríamos ao aluguer de viaturas e alugar viaturas, nesta missão, é mais caro que comprarmos viaturas para usar durante muito tempo, mesmo depois da época chuvosa. Nós consideramos até que estivéssemos a poupar o valor existente. Por isso, de acordo com o nosso Manual de Procedimentos Administrativos e Financeiros do Fundo de Gestão de Calamidades, não consideramos desvio de aplicação.”
Mas o manual de procedimentos referido pela dirigente dá outro comando.
“Nos termos dos números 3, 5 e 6 do artigo 2, do Decreto nº 53/2017, de 18 de Outubro, que constitui o Fundo de Gestão de Calamidades e aprova o respectivo regulamento, conjugado com o artigo 2 do Diploma Ministerial nº 96/2019, de 7 de Outubro, que aprova o Manual de Procedimentos Administrativos e Financeiros do Fundo de Gestão de Calamidades, a aquisição de viaturas e obras civis não são despesas elegíveis para financiamento pelo Fundo de Gestão de Calamidades”.
As consequências do descarrilamento de um trem que carregava vagões com produtos químicos perigosos estão causando uma crescente preocupação nos Estados Unidos, potencializada por postagens em tom alarmista nas redes sociais.
O acidente aconteceu há uma semana, em 6 de Fevereiro, numa pequena cidade chamada East Palestine, no estado de Ohio, quase divisa com a Pensilvânia, e a preocupação foi aumentando no rastro da divulgação de imagens dramáticas dos vagões em chamas, lançando na atmosfera uma intensa e tóxica fumaça escura.
Milhares de moradores da cidade chegaram a ser evacuados de suas casas devido ao perigo de intoxicação, mas já foram autorizados a voltar. Ainda assim, há residentes que resistem a voltar diante de notícias como o aparecimento de peixes mortos em cursos d’água da região, apesar de as autoridades norte-americanas garantirem que o perigo já passou.
O trem que descarrilou tinha 150 vagões, dos quais 10 estavam carregados com produtos químicos que vazaram. Em ao menos cinco desses vagões havia uma substância química chamada cloreto de vinila, que liberou gases extremamente tóxicos na região.
As autoridades designadas para controlar a situação optaram por incendiar a carga perigosa, gerando as imagens que estão causando pânico na internet.
Uma bebé recém-nascida, com apenas 27 dias, morreu após ter sido abusada sexualmente na Região dos Lagos, no estado brasileiro do Rio de Janeiro. O pai é o suspeito do crime e foi detido no sábado, na cidade de Cabo Frio, durante o funeral da menina.
Segundo a Polícia Civil, citada pelo g1, “a perícia do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a vítima morreu em função de uma penetração ocorrida nas partes íntimas da recém-nascida, o que causou grande laceração no frágil corpo da criança”.
O pai é suspeito de violação qualificada de vulnerável que resultou na sua morte, mas nega o crime.
A mãe da criança, que também estaria em casa no momento em que ocorreu o abuso, também já foi ouvida pelas autoridades.
Dezenas de transportadores de passageiros da rota Maputo-Durban impediram a entrada de viaturas com matrícula sul-africana no território nacional, junto da fronteira da Ponta do Ouro, em reivindicação aos ataques das viaturas nacionais, em Durban, na África do Sul.
A situação ocorre num momento em que se considera vencido (10 de Fevereiro) o prazo dado pelas comunidades de Mbazwana e Hluhluwe, em KwaZulu-Natal, às autoridades policiais moçambicanas e da África do Sul para a resolução das suas inquietações, entre as quais, o constante roubo de viaturas supostamente para o nosso país e a uma alegada recusa da devolução das mesmas por parte de Moçambique.
Neste momento, a fronteira da Ponta do Ouro encontra-se encerrada e foi reforçada a segurança através da Polícia da República de Moçambique.
O governo dos Estados Unidos (EUA) recuperou sensores, peças eletrônicas e pedaços da estrutura de um balão chinês supostamente usado para espionagem, derrubado por militares no início deste mês.
“As equipes conseguiram recuperar destroços significativos do local, incluindo todos os sensores prioritários identificados e peças eletrônicas, bem como grandes seções da estrutura”, disse o Comando Norte dos EUA, em um comunicado. Especialistas do Pentágono continuam a análise da estrutura.
Logo após a derrubada do balão por caças US F-22 Raptor, na costa da Carolina do Sul, em 4 de fevereiro, equipes recuperaram as primeiras peças do artefato e garantiram que ele tinha capacidade de monitoramento, a partir de sinais de comunicação.
A China insiste que o balão não tem fins militares ou de espionagem, e trata-se de uma simples ferramenta meteorológica. Os EUA, por outro lado, garantem que era um sofisticado veículo espião de alta altitude, que faz parte de um programa global.
Autoridades dos EUA afirmaram ainda que a China realizou voos de vigilância semelhantes em mais de 40 países nos cinco continentes. Além do norte-americano, a Colômbia afirmou ter registrado um objeto semelhante nos céus do país.
O artefato tecnológico levou a uma nova escalada de tensões entre EUA e China, culminando no adiamento de uma visita a Pequim do Secretário de Estado estadunidense, Antony Blinken, que estava marcada para o último fim de semana.
O dispositivo acendeu o alerta nos céus norte-americanos e, no último fim de semana, outros três artefatos voadores foram derrubados — um perto do Alasca, outro sobre o Canadá e um terceiro sobre o Lago Huron. No entanto, o Pentágono ainda não detalhou a função e a origem desses objetos.
A Estrada Nacional Número Um (EN1) corre risco de ser cortada na zona de 3 Fevereiro, na Manhiça, devido às cheias. O Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos já destacou um empreiteiro para repor a transitabilidade caso haja corte da estrada.
Desde este domingo, as águas que galgaram o rio Incomáti ameaçam cortar a Estrada Nacional Número Um, na zona de 3 de Fevereiro, na Manhiça. A Administração Nacional de Estradas está a fazer o acompanhamento da situação para evitar o isolamento de parte da Província de Maputo com o resto do país. E na tarde desta segunda-feira, o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos foi ver de perto a situação.
Carlos Mesquita garantiu que a EN1 não seria interrompida, isto porque as águas tendem a baixar: “Tudo indica que a situação está controlada em termos de transitabilidade na EN1”, garantiu o governante.
A previsão de chuvas para os próximos dias coloca o empreiteiro numa situação de alerta para intervir na via, evitando ruptura da única via que liga o país de Maputo a Cabo Delgado.
Neste sentido, o ministro avançou que o empreiteiro já tem inertes e outros materiais para intervir de imediato em caso de necessidade ou ameaça de corte da estrada.
O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos disse que a Barragem de Corumana, localizada no distrito de Moamba e num dos afluentes do rio Incomáti (rio Sábie), iniciou com as descargas, o que poderá aumentar o caudal do rio Incomáti e os níveis de alerta.
A última vez que a EN1 ficou interrompida a partir do Sul do país aconteceu quando o rio Incomáti galgou as margens e rompeu com um espaço de cerca de 60 metros de estrada na zona de Nganhane, distrito da Manhiça, na Província do Maputo, a pouco menos de 100 quilómetros da capital do país.
A reposição do tráfego, na altura, foi possível graças ao empenho da equipa de reposição constituída de emergência para atender ao problema e que esteve dia e noite no terreno a solucionar a ruptura que já ameaçava o abastecimento de produtos de primeira necessidade, incluindo combustível, às províncias de Gaza e Inhambane, para além das centenas de viaturas e pessoas que ficaram dias à espera em todos os sentidos.
O rio Incomáti nasce na vizinha África do Sul, entra para Moçambique através do distrito de Moamba, passando pelos distritos de Magude e Manhiça até ao distrito de Marracuene, onde o rio vai desaguar no Oceano Índico.
Pelo menos 12 pessoas morreram em inundações na África do Sul, onde foi declarado o estado de catástrofe natural no seguimento das fortes chuvadas que afetaram várias regiões do país, incluindo no conhecido Parque Kruger.
Segundo a agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP), o número de mortos desta terça-feira soma-se aos 7 do dia anterior, e o estado de catástrofe natural já abrange sete das nove províncias do país, o mais a sul na África subsaariana e que faz fronteira com Moçambique, que também enfrenta fortes chuvadas no sul.
“A província de Mpumalanga (nordeste) parece ser a mais afetada até agora, e a situação no Parque Kruger Park não é nada boa”, disse a porta-voz do departamento de gestão de catástrofes, Lungi Mtshali, à AFP.
A maior reserva nacional do país, que cobre 2 milhões de hectares, tem vários rios que a atravessam, a maioria dos quais tem sido inundada desde o fim de semana, de acordo com o Instituto Nacional de Previsão do Tempo (SAWS).
“As viagens dentro do parque são restritas porque algumas estradas estão danificadas, mas a situação ainda é controlável”, disse Isaac Phaahla, porta-voz da agência dos parques nacionais (SanPark), à AFP, acrescentando que vários campos dentro da reserva tinham sido evacuados por precaução nos últimos dias.
Depois das súbitas chuvadas que interromperam o verão na África do Sul, a previsão para os próximos dias também não é nada animadora, com a previsão a apontar para mais chuva, com a agravante de os rios e as terras já estarem saturadas de água, o que vai levar a mais inundações durante, pelo menos, o resto da semana, segundo o meteorologista da SAWS Puseletso Mofokeng.
A África do Sul sofreu as piores inundações da sua história no ano passado, afetando principalmente Durban, a terceira maior cidade do país e um grande porto, onde as fortes chuvas motivaram grandes deslizamentos de terra e lama que varreram pessoas, pontes, estradas e até edifícios inteiros.
Mais de 400 pessoas morreram e mais de 85.000 foram afetadas por estas tempestades em 2022.
Foi registado esta terça-feira na Roménia um sismo com magnitude de 5,5 na escala de Richter.
O abalo ocorreu às 14h58 (hora local).
Segundo dados do Centro Sismológico do Europeu-Mediterrâneo, o epicentro foi a 56 quilómetros a noroeste da cidade de Drobeta-Turnu Severin, pessoas, revela a Reuters.
A localidade tem uma população de cerca de 100 mil.
Não há, para já, informações sobre vítimas ou danos.
A El Shadai Logistics, que opera na área de logistica, pretende admitir para o seu quadro pessoal uma (1) Assistente Administrativa com Noções de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) está a contratar para o seu quadro de pessoal catorze (14) Docentes de Psicologia Clínica. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Oficial de Transparência e Conformidade. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Logística de Área. Saiba mais.
O Centro de Promoção e Treinamento em Segurança e Saúde Lda (CMTSS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
A Khandlelo – Associação para o Desenvolvimento Juvenil pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Comunicação e Monitoria & Avaliação. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação DREAMS para Gaza. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Supervisor de PPA (Prevenção Primária para Adolescentes). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Supervisor de PPA (Prevenção Primária para Adolescentes). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar dois (2) Supervisores de PPA (Prevenção Primária para Adolescentes). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) está a recrutar um (1) Supervisor de Fortalecimento Económico Gestão de Casos. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor em Treinamento em Matérias de Fala Pública e Comunicação Estratégica. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) proceder a contratacao de Consultor/es para Rentabilização da Clínica da AMODEFA. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoramento, Avaliação, Responsabilidade e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Mobilizador De Água, Saneamento e Higienização. Saiba mais.
Um enfermeiro foi afastado das suas funções por enviar mensagens inapropriadas a uma antiga paciente a quem prestava assistência enquanto trabalhava numa unidade de saúde mental em Dundee, na Escócia, reporta a Sky News.
Gordon Linton adicionou a mulher como amiga no Facebook depois de esta ter tido alta do Centro de Carseview, após uma curta estadia de internamento, entre março e abril de 2020.
Linton bombardeou, imediatamente, a mulher com mensagens, chamando-a de “bebé”, “bonita” e “adorável”.
Pediu-lhe também que lhe “desse uma oportunidade” e reivindicou pensar que tinha sido estabelecida uma relação especial entre ambos, numa tentativa de forjar uma relação íntima com ela. Apesar de ter sido avisado pelos superiores para parar com tal comportamento, o enfermeiro continuou a enviar mensagens dessa natureza.
Nas provas apresentadas, referia-se que a mulher visada estava “perturbada e preocupada” com o facto de Linton poder aparecer em sua casa, sem aviso prévio.
Quando foi lançada uma investigação interna ao seu comportamento, Linton enviou um email ameaçador ao investigador. Mais tarde veio, no entanto, a pedir-lhe desculpas pela ameaça.
Num relatório publicado no mês passado pelo Conselho de Enfermagem e Obstetrícia (NMC), o regulador concluiu que as ações de Linton eram “sexualmente motivadas”, na medida em que eram feitas “em busca de uma futura relação sexual”. Foi, por isso, retirada a este enfermeiro a licença necessária para o desempenho da profissão, tendo igualmente sido impedido de voltar a trabalhar no setor.
Nesta segunda-feira, mais uma vez milhares de israelitas se manifestaram para contestar a reforma judicial promovida pelo executivo de Benjamin Netanyahu.
Em Jerusalém, às portas do Knesset, o parlamento, as vozes elevaram-se contra o projeto de lei que confere ao governo o poder de nomear juízes do Supremo israelita.
Milhares de pessoas juntaram-se em frente ao parlamento israelita empunhando bandeiras e cartazes a condenar as reformas judiciais do governo. Os manifestantes gritavam “Vergonha! Vergonha!” e em alguns cartazes podia ler-se “Salvem a democracia de Israel” , “O mundo inteiro está a assistir” ou “Não há democracia sem igualdade”.
Em causa está o projeto de lei que pretende retirar ao Supremo Tribunal de Israel competências na supervisão da legislação, permitir aos legisladores anular as decisões judiciais por maioria de votos e conferir ao executivo de coligação com a extrema-direita o poder de nomear juízes.
Em termos práticos, esta revisão legislativa dará a Netanyahu maior controlo sobre as nomeações para o tribunal e enfraquecerá a capacidade do Supremo de contrariar a legislação ou decidir contra o executivo.
A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) adiou a entrada em vigor das novas tarifas do transporte semicolectivo de passageiros nesta segunda-feira para o próximo dia 20 deste mês.
Segundo o jornal O país, três dias após anunciar o agravamento do preço do “chapa”, em sete Meticais, a FEMATRO avançou, ontem, que a data para a entrada em vigor passa do dia 13 para 20 de Fevereiro.
“Não haverá mais subida da tarifa nesta segunda-feira, conforme havíamos anunciado. Estamos ainda em conversações com o Governo, no sentido de vermos qual seria o aumento para a região metropolitana. O Governo exortou os nossos membros para que não haja necessidade de cobrarmos e esperamos pelo seu pronunciamento na próxima semana. Achamos melhor recuarmos porque não estamos em guerra com o Governo, simplesmente estamos a negociar”, disse Paulo Muthisse, porta-voz da FEMATRO.
O aumento do preço dos combustíveis e os custos operacionais para a manutenção das viaturas são as razões apontadas pelos transportadores para o agravamento da tarifa de transporte de passageiros.
“Não é só o preço dos combustíveis, há também a questão dos salários, os custos dos pneus, os lubrificantes, as peças para a reparação das viaturas, entre outros aspectos que fazem encarecer o custo de transporte.”
A FEMATRO afirmou que vai pronunciar-se, em uma semana, assim que tiver o pronunciamento do Governo, sobre os mecanismos para a cobrança da nova tarifa do transporte semicolectivo de passageiros.
Segundo a nova tabela anunciada pela FEMATRO, o preço de “chapa” vai subir, na cidade de Maputo, de 12 para 19, de 15 para 22 e de 18 para 25 Meticais.
A maior festa popular do Brasil está de volta. No Rio de Janeiro e em São Paulo, os brasileiros já começaram a sair à rua para o “Maior Espetáculo na Terra”.
Um iate e duas propriedades de luxo pertencentes ao vice-presidente da Guiné Equatorial foram confiscados pela justiça sul-africana no quadro de um processo judicial relacionado com detenção ilegal e tortura de um empresário sul-africano e vão ser leiloados.
“Foram apreendidas duas casas na Cidade do Cabo há quinze dias e um iate de luxo na terça-feira”, afirmou Errol Eldson, advogado do empresário sul-africano Daniel Janse van Rensburg, em declarações hoje à AFP.
As duas propriedades de luxo e a embarcação com 67 metros, atracada naquela cidade costeira sul-africana, vão ser leiloadas. O super-iate de Teodoro Nguema Obiang Mangue, vice-presidente e filho do Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, estava listado para venda por um preço indicativo de 127 milhões de dólares (119 milhões de euros), de acordo com a revista da especialidade “Luxury Launches”, num artigo divulgado no início de janeiro, em que descreve o navio como “perfeito para um bilionário”, com “interiores cobertos de mármore e ouro, um heliporto e uma suite de proprietário ultra-luxuosa”.
Um tribunal sul-africano condenou “Teodorin”, como é conhecido, em 2021 a pagar cerca de 2,1 milhões de euros (40 milhões de rands) em indemnizações a Daniel Janse van Rensburg, que se havia queixado de ter sido ilegalmente detido e torturado durante 491 dias numa das prisões com pior reputação em todo o mundo, conhecida como “Black Beach”, em Malabo.
O empresário tinha obtido um contrato na Guiné Equatorial “para a criação de uma companhia aérea”, segundo o seu advogado. Quando “os aviões estavam prontos para voar”, o político equatoriano que o tinha contratado, Gabriel Mba Bela Angabi, ex-presidente da câmara de Malabo, cancelou o projeto e exigiu um reembolso de Daniel Janse van Rensburg, de acordo com o seu advogado.
Confrontado com a perspetiva de não obter do empresário sul-africano o dinheiro exigido, Angabi “pegou no telefone e telefonou ao vice-Presidente Obiang. Em dez minutos, as forças de intervenção rápida estavam lá”, disse o advogado. “Levaram Daniel e atiraram-no para a prisão de Black Beach” em Malabo.
“O que era suposto ser uma curta viagem de negócios à Guiné Equatorial transformou-se numa descida ao inferno”, escreveu Daniel Janse van Rensburg, num livro publicado em setembro de 2022 sobre o caso ocorrido em 2013.
Contactado pela agência France-Presse, o advogado do vice-Presidente equato-guineense recusou-se a comentar.
A Guiné Equatorial – país que conquistou a independência da Espanha em 1968 – é considerado por organizações de direitos humanos como um dos países mais corruptos e repressivos do mundo.
Teodoro Obiang, de 80 anos, governa o país com mão de ferro desde 1979, quando derrubou o tio, Francisco Macias, num golpe, e é o Presidente há mais tempo no poder no mundo.
O filho mais velho do Presidente foi condenado em 2021 em França a uma pena de prisão suspensa e a uma multa de 30 milhões de euros, bem como ao confisco de bens de luxo estimados em mais de 10 milhões de euros no contexto de um julgamento por branqueamento em França de cerca de 150 milhões de euros obtidos com o desvio de fundos públicos da Guiné Equatorial e outras práticas de corrupção.
Também neste caso, os bens confiscados a Teodoro Obiang Mangue foram leiloados em janeiro.
O país de língua hispânica integra desde 2014 a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), um processo polémico devido a questões relacionadas com os direitos humanos.
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros cipriota, Nikos Christodoulides, foi este domingo eleito Presidente do Chipre, com quase 52% dos votos na segunda volta das eleições.
Apoiado por partidos do centro, Christodoulides, 49 anos, obteve 51,92% (204.680 votos), ficando à frente do veterano diplomata Andreas Mavroyiannis, que alcançou 48,08%, avançou a organização eleitoral do país.
Mavroyiannis já reconheceu a sua derrota nas eleições, indicou a agência Associated Press.
Um homem faleceu no bairro do Zimpeto, Cidade de Maputo, após ter consumido uma quantidade excessiva de aguardente, uma bebida alcoólica de fabrico caseiro.
Testemunhas...