A Marinha da Colômbia interceptou um narcossubmarino com 2,4 toneladas de cocaína no Oceano Pacífico. Segundo informações divulgadas pelas autoridades colombianas, na quarta-feira (31), a droga é avaliada em US$ 81 milhões, aproximadamente R$ 412 milhões.
A embarcação de cerca de 17 metros de comprimento, tinha como destino a América Central. As autoridades colombianas afirmaram que assim que os criminosos avistaram a Marinha tentaram afundar o narcossubmarino com a carga milionária.
A droga estava escondida em 125 pacotes pretos no interior da estrutura da embarcação. Logo após serem interceptados, a tribulação e o narcossubmarino foram encaminhados para a Guarda Costeira, no distrito de Tumaco.
Segundo a Marinha da Colômbia, os três tripulantes da embarcação serão investigados e poderão ser condenados a até 14 anos de prisão.
No início de maio, às autoridades colombianas apreenderam o maior narcossubmarino com três toneladas de cocaína que tinha como destino os Estados Unidos.
O líder da República da Chechénia, Ramzan Kadirov, anunciou que as unidades das suas forças especiais “Akhmat” iniciaram uma ofensiva nas regiões de Donetsk, Zaporijia e Kherson, no leste e sul da Ucrânia.
“Sem esperar pela ofensiva da Ucrânia e da NATO, a ofensiva das unidades ‘Akhmat’ começou. Ficamos entediados por esperar. Os satanistas receberão a sua merecida punição”, declarou Kadirov na rede social Telegram.
O líder checheno indicou que recebeu a ordem para colocar as suas tropas na autoproclamada República Popular de Donetsk, cujo território passa a ser a sua área de responsabilidade.
“De acordo com a ordem, os combatentes das unidades chechenas devem começar a agir e libertar várias cidades”, acrescentou.
Kadirov indicou que as unidades “Akhmat” da Guarda Nacional e do Ministério da Defesa, que estão na linha de contacto com as forças ucranianas nas regiões de Zaporijia e Kherson, no sul da Ucrânia, também receberam ordens para iniciar uma ofensiva.
Sobre o ataque de ‘drones’ na terça-feira contra Moscovo, Kadirov afirmou, noutra publicação, que em breve as suas unidades mostrarão no campo militar “o que é vingança, no sentido pleno da palavra”.
O líder checheno alertou os países europeus sobre o risco de fornecer armas à Ucrânia.
“Verão quando a Rússia bater à porta, por exemplo, da Alemanha ou da Polónia. Não vão ter como responder. Todas as armas foram gastas pela Ucrânia”, declarou ainda o líder checheno.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Concursos Públicos. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Concursos Públicos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Contabilista de Custos. Saiba mais.
A Associação dos Cegos e Amblíopes de Moçambique (ACAMO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Nacional de Educação Inclusiva. Saiba mais.
A Rede para o Desenvolvimento da Primeira Infância (Rede DPI) pretende contratar um (1) Consultor para a Capacitação dos Membros da RDPI em Programas de Desenvolvimento da Primeira Infância. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
O Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), entidade que gere o sector empresarial do Estado, vai auditar as contas de 2020 a 2023 de 24 companhias estatais, anunciou a entidade.
Num aviso publicado hoje no nosso jornal, o IGEPE convida empresas de auditoria a apresentarem propostas para analisarem os relatórios e demonstrações financeiras consolidadas do Sector Empresarial do Estado (SEE).
O instituto pede ainda que sejam identificadas “eventuais fraquezas no processo de consolidação das contas do SEE” e que sejam produzidas “recomendações visando a sua melhoria”.
As cerca de 24 empresas que serão sujeitas à auditoria actuam nas telecomunicações, agricultura, petróleo e gás, saúde, serviços e transportes, avança o IGEPE.
No último ano, o Governo e o Fundo Monetário Internacional (FMI) acordaram o reforço da fiscalização e gestão das empresas do sector empresarial e melhoria do controlo da dívida, no âmbito do programa de assistência financeira de 470 milhões de dólares até 2025.
O Exército sudanês suspendeu a participação nas negociações na Arábia Saudita que visavam eventuais tréguas com os paramilitares que disputam o poder no Sudão, disse à France Presse fonte governamental sudanesa.
A fonte do Governo do Sudão, que não quis ser identificado, disse que o Exército de Cartum tomou a decisão de suspender as negociações “porque os rebeldes nunca aplicaram os pontos do acordo sobre tréguas temporárias, que preveem a retirada dos hospitais e das casas”.
Os confrontos no Sudão eclodiram em Cartum no dia 15 de abril entre o Exército e os paramilitares das Forças de Reação Rápida tendo-se alastrado a vários pontos do país.
Devido ao conflito, que agravou as condições de extrema pobreza do Sudão, as Nações Unidas alertam que é necessária ajuda humanitária de emergência para acudir de imediato aos deslocados internos e às populações civis que se refugiaram em países vizinhos.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) diz que ainda está a trabalhar para, a breve trecho, resgatar a empresária que foi raptada há duas semanas, na Cidade de Maputo.
Nas primeiras horas do dia 16 deste mês, uma empresária do ramo do vestuário foi raptada em frente ao seu próprio estabelecimento.
Quase duas semanas depois, a empresária continua fora do convívio familiar e o Serviço Nacional de Investigação Criminal ainda está atrás de pistas.
“Estamos a trabalhar para poder trazer essa cidadã ao convívio familiar, resgatar a vítima, assim como neutralizar os indivíduos que praticaram esta infracção criminal. Estamos a trabalhar, não só neste caso, assim como para outros casos de raptos que têm sido registados na Cidade de Maputo”, revelou Hilário Lole, porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal.
O SERNIC não dá detalhes do ponto de situação das investigações, mas garante que o caso será esclarecido o mais rápido possível.
“Há desenvolvimentos claros. Trabalhos no terreno têm sido realizados pelo SERNIC, em coordenação com as diversas instituições, e acreditamos que, a breve trecho, podemos ter os resultados inerentes a este caso”, assegurou Hilário Lole.
O porta-voz do SERNIC falava depois da apresentação de dois indivíduos detidos sob acusação de venda e consumo de drogas nos bairros de Maxaquene e Mafalala, na Cidade de Maputo.
“Eu não estava a vender droga. Estava no quintal. Nunca vendi droga. Vou à África do Sul comprar roupas para revender. Sou comerciante”, explicou-se um dos indiciados, negando a acusação que pesa sobre si.
E o outro é confesso: “Encontraram-me numa casa, que é boca-de-fumo, a vender droga. Eu sou pedreiro de profissão. Não sei como fui meter-me nisso. Diabo é que me entrou”.
Os indiciados não revelam a fonte da droga, mas o Serviço Nacional de Investigação Criminal tem pistas.
“Já temos na nossa posse as suas identidades. Esses indivíduos são, também, tidos como potenciais traficantes de drogas na Cidade de Maputo e já existem alguns processos contra eles, bem como mandados de captura contra os mesmos”, afirmou Hilário Lole.
A droga apresentada esta terça-feira – canábis sativa, rock e cocaína – está avaliada em 150 mil Meticais.
O Gabinete Provincial de Combate à corrupção na Zambézia está a investigar a administradora de Molumbo Ester Malawene, acusada de desvio de produtos destinados às vítimas de ciclone Gombe, apoderamento ílicito de valores monetários de comerciantes e extorsão.
O porta-voz do Gabinete de Combate à Corrupção na Zambézia, Henrique Pene, disse à Rádio Moçambique que os crimes de que a administradora é acusada ocorreram durante o ano passado.
Sem avançar a quantidade dos produtores alimentares e os valores da extorsão, Henrique Pene disse que o dinheiro dos comerciantes foi em kwacha, moeda malawiana. Indicou que para além da administradora há outros funcionários indiciados no envolvimento destes crimes.
Trata-se de investigação de factos constatados numa inspecção administrativa diante de uma denúncia, tendo o processo sido encaminhado ao órgão competente. A administradora foi a única pessoa ouvida até ao momento.
A ativista pró-democracia Carmen Lau revelou em Londres, onde está refugiada, que estão detidos 1.491 presos políticos em Hong Kong acusados de violar a lei de segurança nacional e de outros delitos.
“Há cada vez mais presos políticos nas prisões de Hong Kong, não só ao abrigo da lei de segurança nacional, mas também com muitas outras acusações”, afirmou, durante o seminário “Navegar no futuro da democracia de Hong Kong”, organizado pelo centro de estudos Chatham House.
Além dos quase 1.500 presos políticos, referiu que 85 organizações de sociedade civil terão sido dissolvidas após a introdução da lei de Segurança Nacional, em 2020.
Nathan Law, outro ativista que também procurou refúgio no Reino Unido devido ao risco de detenção, confirmou que “nos últimos dias surgiram novos processos com acusações a manifestantes ao fim de quatro anos” dos protestos antigovernamentais de 2019.
“São mais de mais de uma dúzia de manifestantes com acusações apresentadas há poucos dias”, afirmou o antigo deputado, que fugiu antes de um julgamento por participar numa vigília em memória do massacre de Tiananmen em 2020.
Law já tinha estado preso pelo papel no movimento ‘Occupy’, que ficou conhecido como ‘Umbrella Revolution’ [revolução dos guarda-chuvas] em 2014.
O antigo deputado recordou que outras figuras proeminentes, como Jimmy Lai, Benny Tai e Joshua Wong estão detidos “há mais de dois anos sem terem sido condenados”.
Alguns, como Gwyneth Ho e Chow Hang-tung, têm sido “muito fortes a enfrentar esses julgamentos, não se importam com o número de anos que vão receber”.
Outros, continuou o ativista, adotam uma abordagem mais pragmática e declaram-se culpados, não por acreditarem que fizeram algo de errado, mas porque podem reduzir a pena e sair da prisão o mais cedo possível.
Vários detidos estão “mentalmente deprimidos [por estarem] separados dos seus entes queridos há anos”, revelou.
Tanto Carmen Lau como Nathan Law estavam em risco de serem detidos e refugiaram-se no Reino Unido, país que desde 2021 concedeu visto de residência a 160 mil residentes de Hong Kong com passaporte britânico.
O passaporte britânico foi concedido àqueles que nasceram antes de 1 de julho de 1997, data da transferência da administração da antiga província britânica para a China.
“Para os ativistas exilados, tem sido muito difícil instalar-se num novo país e tentar familiarizar-se com uma nova comunidade”, reconheceu Lau.
Para Nathan Law, o desafio agora é mobilizar os antigos habitantes de Hong Kong no Reino Unido continuar a fazer campanha sobre a situação naquele território para a comunidade internacional continuar a pressionar Pequim.
A Assembleia da República é que esta proposta não esteja apenas alinhad da República (AR) sugere a indexação dos salários aprovados no quadro da Tabela Salarial Única no Programa Quinquenal do Governo (PQG), por se tratar de uma proposta estruturante e de longo prazo.
A ideia da Assembleia da República é que esta proposta não esteja apenas alinhada no Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE), por entender que o mesmo está sujeito a alterações anuais resultantes de dinâmicas socioeconómicas.
A sugestão foi apresentada na sessão plenária de ontem, que aprovou em definitivo e por consenso a proposta de revisão da Lei nº 5/2022, que define regras e critérios para a fixação de salários dos servidores públicos, titulares ou membros de órgãos públicos e titulares e membros dos órgãos de administração da justiça.
Uma mulher de 28 anos deu à luz numa rua do bairro madrilenho de Villaverde, em Espanha, com a ajuda de uma enfermeira que passava pelo local, à hora certa.
A grávida ia apanhar um táxi, mas não teve tempo, segundo disseram os serviços de emergência da capital espanhola, através da rede social Twitter.
Isto porque, conforme avançou a Europa Press, a mulher entrou em trabalho de parto em plena rua, tendo sido socorrida por uma enfermeira que passava pelo local.
Os serviços de emergência foram alertados por um vizinho, tendo cortado o cordão umbilical da recém-nascida.
Segundo a mesma fonte, mãe e filha estão bem, e foram transportadas para a maternidade do Hospital Universitario 12 de Octubre.
Um bombardeamento deixou esta madrugada pelo menos cinco mortos e 19 feridos na região ucraniana de Lugansk, ocupada pela Rússia, disseram as autoridades russas, que atribuíram o ataque ao exército ucraniano.
O Centro de Controlo russo para a Segurança na região de Lugansk, no leste da Ucrânia, avançou que o bombardeamento atingiu a aldeia de Karpaty, a 35 quilómetros a oeste da capital, Lugansk.
A instituição disse na plataforma Telegram que, de acordo com informações preliminares, o ataque foi conduzido com Sistemas de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (conhecidos pelo acrónimo em inglês Himars), doados à Ucrânia pelos Estados Unidos.
Encerrou a sétima sessão ordinária da Assembleia da República, referente à nona legislatura.
A sessão solene de encerramento será marcada pelos discursos da Presidente do órgão legislativo, Esperança Bias, e dos chefes das três bancadas parlamentares.
Ontem, o parlamento aprovou em definitivo e por consenso, a proposta de alteração da lei que define as regras, critérios e remuneração dos servidores públicos, membros dos órgãos da administração da justiça e aprova a tabela salarial única.
O Ministro da Economia e Finanças Max Tonela explicou que com esta alteração, o governo pretende melhorar a sustentabilidade da folha salarial, bem como assegurar a justiça salarial na função pública.
“As mexidas propostas consistem fundamentalmente na revisão, em baixa, das remunerações e dos subsídios de representação de titulares e membros dos órgãos de soberano a e de os órgãos públicos, visando contribuir para a redução do fosos salarial entre o topo e a base e assegurar deste modo o reforço da justiça salarial na administração pública e a melhoria da sustentabilidade da folha salarial. A proposta está em linha com os objectivos de melhoria da gestão das finanças públicas e tem em vista aumentar o envelope de recursos para financiar os sectores vitais e impulsionar a economia. O governo vai manter, como anunciado, inalterada a Tabela Salarial Única aplicada aos demais funcionários e servidores públicos, tal como foi aprovado pelo Conselho de Ministros no passado mês de Janeiro ”, disse.
O instrumento aprovado, prevê entre outros, o ajustamento das remunerações dos membros das assembleias provinciais face ao regime de actividade a que estão vinculados.
Pequim rejeitou um encontro entre os responsáveis pela Defesa da China e dos Estados Unidos, à margem de um fórum de segurança em Singapura, complicando a retomada do diálogo militar de alto nível entre as duas potências.
A porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiro da China, Mao Ning, culpou os EUA ao apontar que Washington deve “respeitar, com sinceridade, a soberania e os interesses e preocupações de segurança da China, corrigir imediatamente as irregularidades, mostrar sinceridade e criar uma atmosfera e condições necessárias para o diálogo e comunicação entre os dois exércitos”.
As tensões entre os dois países aumentaram devido ao apoio militar e à venda de armas a Taiwan pelos Estados Unidos, as reivindicações territoriais de Pequim no Mar do Sul da China, e o abate de um alegado balão de espionagem chinês no espaço aéreo dos EUA.
Uma carga declarada como marisco, que estava na responsabilidade de um passageiro que embarcou num voo que ligava Pemba, província de Cabo Delgado, e Dar-Es-Salaam, na Tanzânia, foi apreendida, indica um comunicado conjunto das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e dos Aeroportos de Moçambique.
“Neste momento decorrem as averiguações pelas autoridades competentes para apurar as circunstâncias em que a referida carga foi transportada de Pemba para Dar-Es-Salaam”, refere o documento, sem avançar mais detalhes.
O regime de Kim Jong Un voltou a ser alvo de ameaças após a intenção de lançar um satélite espião no espaço nos próximos dias.
De acordo com as autoridades do Japão, o governo norte-coreano emitiu um relatório informando que o satélite será lançado por meio de um míssil balístico, entre 31 de maio e 11 de junho. Em abril deste ano, a Coreia do Norte anunciou o fim da produção do equipamento de vigilância.
O anúncio gerou fortes reações de Tóquio e Seul. O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, pediu que o país colabore com os Estados Unidos e Coreia do Sul para garantir que o satélite não seja lançado. Além disso, sistemas antimísseis foram colocados em alerta, com ordens para abater qualquer projétil que ameace o território do Japão.
A Coreia do Sul informou que a Coreia do Norte “pagará os preços devidos” caso prossiga com o lançamento. “Avisamos veementemente contra o anúncio da Coreia do Norte de ações provocativas que ameaçam a paz regional e os instamos a retirar imediatamente seu plano de lançamento ilegal”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Lim Soo-suk.
Além dos dois países asiáticos, os Estados Unidos se pronunciaram sobre o possível lançamento de um satélite espião norte-coreano. De acordo com um porta-voz do Departamento de Estado, a ação representaria violações à resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), que proíbe a Coreia do Norte de testar mísseis de longo alcance.
Há mais de 500 unidades sanitárias total ou parcialmente destruídas pelas inundações, ciclones e terrorismo no país. Destas, 167 foram afectadas pelo “Freddy”. O ministro da Saúde, Armindo Tiago, diz serem necessários mais de 200 milhões de dólares para a reconstrução das infra-estruturas.
O ciclone Freddy afectou o país nos primeiros meses deste ano e causou destruição de infra-estruturas sociais, incluindo no sector da saúde.
Só entre os meses de Fevereiro e Março, perto de 200 unidades sanitárias foram destruídas, nas províncias de Gaza, Inhambane, Sofala, Zambézia e Niassa, pelo “Freddy”.
Uma situação preocupante para o sector da saúde, numa altura em que outras 370 infra-estruturas já tinham sido destruídas em ocasiões anteriores pelos fenómenos climáticos e pelo terrorismo no Norte do país.
A resposta prevista, pelo Ministério da Saúde, é a reconstrução das infra-estruturas, com vista a fortalecer a prestação de serviços.
“A passagem de fenómenos naturais e humanos é um retrocesso para aquilo que são os ganhos da saúde, no sector de infra-estruturas. Sempre que há destruição, nós temos um plano tendo em conta a sua dimensão. O cálculo inicial de reconstrução destas infra-estruturas destruídas apontava para cerca de 200 milhões de dólares.”
O ministro da Saúde falava, esta segunda-feira, à margem da reunião bianual do sector da saúde, com os parceiros de cooperação, na qual foi avançado que há distritos com casos confirmados da cólera, já livres da doença.
Entretanto, Armindo Tiago alertou que ainda não é o fim do surto no país: “O critério para se declarar o fim de determinado surto consiste em permanecer pelo menos 30 dias sem o registo de novos casos”.
Desde a sua eclosão em Setembro do ano passado, o país registou mais de 30 mil casos confirmados de cólera que resultaram em 128 mortos.
O Presidente timorense disse que gostaria que o IX Governo constitucional tome posse a 18 de junho, considerando “natural” a aliança entre o CNRT e o PD, terceira força, para a formação de uma maioria parlamentar.
“A aliança entre o CNRT [Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT)] e o PD [Partido Democrático )PD)] era de esperar. É uma coligação natural, uma aliança natural”, disse José Ramos-Horta em declarações à Lusa em Jeju, na Coreia do Sul, onde está em visita.
“Não via alguma outra opção para o CNRT, dado o historial das relações entre o CNRT e os outros partidos no parlamento”, disse.
O chefe de Estado referia-se à aliança entre o CNRT, que conquistou 31 cadeiras nas eleições legislativas de 21 de maio, e o PD, que conquistou seis, formando uma ampla maioria de 37 dos 65 lugares do parlamento nacional.
Na oposição, nesse cenário, ficam as outras três forças com assento parlamentar, a Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), o Partido Libertação Popular (PLP) e o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO), que sustentam o atual executivo.
Ramos-Horta destacou o facto do PD ter já “grande experiência acumulada” ao longo dos últimos 20 anos, tanto em vários Governos, como no parlamento, referindo-se aos laços entre os quadros médios e superiores dos dois partidos.
“Os quadros superiores e médios do PD são praticamente da mesma geração que os do CNRT. Cresceram no tempo indonésio, estudaram na Indonésia, alguns fizeram parte da Renetil [ala juvenil da resistência] e da rede clandestina”, notou.
Antes que o processo de formação do Governo seja concluído, é ainda necessária a validação dos resultados eleitorais pelo Tribunal de Recurso, processo que pode estar concluído ainda esta semana e, posteriormente, a tomada de posse dos novos deputados.
Este último processo tem estado a causar alguma polémica com as bancadas do atual executivo Governo a defenderem que os novos deputados só deveriam tomar posse em setembro, data que marcaria o final da atual legislatura.
Em causa estão diferentes interpretações da Constituição, de outros diplomas e do regimento do Parlamento Nacional, documento que não tem a força de lei.
Para este debate, estão em jogo dois artigos da Constituição, incluindo o que determina que “os deputados do Parlamento Nacional têm um mandato de cinco anos”, enquanto a Fretilin, por seu lado, aponta ao artigo 99, notando que o atual parlamento surgiu na sequência de eleições antecipadas, convocadas em 2018.
“No caso de dissolução, o Parlamento Nacional eleito inicia nova legislatura, cuja duração é acrescida do tempo necessário para se completar o período correspondente à sessão legislativa em curso à data da eleição”, refere-se no artigo 99.
Ramos-Horta rejeita a posição da atual maioria de que os deputados só poderão tomar posse em setembro e remete para as eleições de 2018, notando que as eleições decorreram a 12 maio e a legislatura começou a 12 de junho.
“O presidente do Parlamento é uma pessoa com sentido de estado e responsabilidade. Sabe que é necessário a nova legislatura começar o mais rapidamente possível e haver uma transição, para que o parlamento possa começar o seu trabalho o mais rapidamente possível. Uma transição com dignidade, sobretudo face à mensagem muito clara do eleitorado. Não se pode esperar mais”, disse Ramos-Horta à Lusa.
Motivo pelo qual prefere que a tomada de posse ocorra já a 09 ou 12 de junho, o que o levou a cancelar a sua visita prevista ao Vaticano para um encontro de Prémios Nobel da Paz com o papa Francisco.
“A expectativa é que a tomada de posse do governo ocorra muito rapidamente. Logo a seguir à tomada de posse dos deputados, tenho que receber o líder do partido mais votado, ou da maioria parlamentar. E logo a seguir quero o governo formado”, afirmou.
“Antes de 18 de junho temos o Governo formado”, disse.
O chefe de Estado manteve na semana passada uma reunião preliminar com o líder do CNRT e próximo primeiro-ministro, Xanana Gusmão, que disse estar já “preparado”, incluindo com “muito trabalho de várias semanas no programa do Governo, que começou antes mesmo das eleições”.
“Que eu saiba, não quer um Governo grande. Talvez com um máximo 30 pessoas entre ministros e vices e secretários de Estado. E está seriamente comprometido a fazer transformações positivas. Está animado para dialogar com todos”, afirmou.
“Espero que venha a haver dialogo também com a Fretilin, PLP e KHUNTO, não necessariamente para entrarem no Governo, mas para criar consenso nacional no parlamento e responder as aspirações do povo, às necessidades urgentes de recuperação económica e para implementar o roteiro da adesão à ASEAN”, afirmou o chefe de Estado.
Ramos-Horta disse que “há muito trabalho e exigências pela frente” e que o país não pode “perder energias em continuar com as tensões e conflitos a nível do parlamento e depois entre o governo e as bancadas”.
“Tem que se encontrar diálogo cívico, substancial para que haja um consenso nacional em torno das grandes prioridades”, vincou.
O chefe de Estado falava à Lusa 24 horas depois de os secretários-gerais do CNRT e do PD, Francisco Kalbuadi e António da Conceição, respetivamente, se terem reunido para formalizar a aliança que suportará o próximo executivo.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Concursos Públicos. Saiba mais.
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A Associação dos Cegos e Amblíopes de Moçambique (ACAMO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Nacional de Educação Inclusiva. Saiba mais.
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A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) AssistentedeRecursosHumanos. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares para Limpezas. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Pine3 – Consultoria & Formação Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Formado em Gestão de Empresas/Economia. Saiba mais.
“As tropas da ATMIS e do Exército da Somália perseguiram com êxito os terroristas do grupo Al Shabab que fugiram depois do ataque contra a base de operações avançada (FOB – forward operating base) da ATMIS em Bulo Marer”, disse a missão da União Africana através de uma declaração transmitida na rede social Twitter.
“Um número substancial de terroristas foi eliminado. A força conjunta também recuperou várias armas que tinham sido saqueadas na FOB”, acrescenta a nota.
A missão da União Africana (UA) indicou que “mantém o compromisso na luta contra o terrorismo” e que vai continuar a trabalhar em estreita colaboração com o Governo Federal da Somália e os parceiros internacionais “para garantir a segurança” no país.
Na passada sexta-feira o Comando Militar dos Estado Unidos em África (AFRICOM) lançou um ataque aéreo contra os alegados responsáveis de um outro ataque a instalações da ATMIS destruindo “armas e equipamento ilegalmente tomados pelos combatentes do Al Shabab”.
Yoweri Museveni, Presidente do Uganda, admitiu no sábado a morte de soldados ugandeses – que integram a missão da UA no ataque dos membros do Al Shabab – em Bulo Marer, a 120 quilómetros de Mogadíscio.
Até ao momento, não foi revelado o número oficial de mortos da missão da UA e do Exército no ataque de sexta-feira.
Um comunicado do Al Shabab referiu que o grupo invadiu a base com êxito tendo a operação resultado na morte de “137 cruzados” (militares da UA e das forças de Mogadíscio).
Atualmente, a ATMIS conta com cerca de 20 mil soldados procedentes do Uganda, Burundi, Quénia, Djibuti e Etiópia que combatem o grupo Al Shabab na Somália.
O grupo terrorista está associado à Al Qaeda desde 2012 na luta contra o Governo central de Mogadíscio tendo como objetivo a instauração de um estado islâmico conservador.
O Al Shabab controla zonas rurais do centro e do sul da Somália e ataca também países vizinhos como o Quénia e a Etiópia.
As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) deixaram de estar insolventes ao cobrar, desde Abril, 47,3 milhões de dólares, em dívidas do Estado e privados, mas mantém risco de colapso, disse fonte da empresa.
“A posição de endividamento ficou reduzida” melhorando o rácio de dívida sobre capital próprio, levando a LAM a deixar de ser considerada insolvente”, afirmou Sérgio Matos, membro da comissão de gestão da empresa.
Estes ganhos operacionais resultam do impacto positivo da intervenção da empresa sul-africana Fly Modern Ark, que entrou em acção em Abril, para a reestruturação da transportadora de bandeira nacional , avançou Matos.
O responsável apontou a recuperação de verbas decorrente de serviços de transporte aéreo não pagos e o fim da venda de bilhetes a crédito como acções que estão a permitir a recuperação.
O esforço fez com que a dívida da LAM caísse, mas não o suficiente para deixar de ser elevada, situando-se acima de 300 milhões de dólares, prosseguiu Matos.
Para estes avanços “não houve injeccão de [capital] por parte do Governo”, principal accionista da empresa – as outras quotas são detidas por gestores e trabalhadores – sublinhou o gestor, recusando-se a entrar em pormenores devido à confidencialidade de algumas cláusulas no contracto entre o executivo e a Fly Modern Arc.
Algumas dívidas à LAM, prosseguiu, são incobráveis, porque pertencem a devedores extintos.
Sérgio Matos revelou que, desde Abril, o preço dos bilhetes da companhia foi reduzido em 30%, visando atrair mais passageiros e aumentar as receitas da empresa.
“No nosso entender, é uma redução para sempre e podemos reduzir ainda mais”, enfatizou.
Foram publicadas hoje, dia 12 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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Um cidadão faleceu este sábado na sequência do desabamento de uma loja na cidade de Maxixe, na província de Inhambane.
Segundo informações avançadas pela TV...