O Chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, felicita Recep Tayyip Erdogan pela reeleição ao cargo de Presidente da República da Turquia.
Em mensagem, Filipe Nyusi, diz que acompanhou com muita atenção as eleições presidenciais na Turquia que culminaram com a vitória de Recep Tayyip Erdogan.
“A escolha do povo turco demonstra o reconhecimento do trabalho que vossa excelência vem desenvolvendo em prol do crescimento da Turquia e na sua posição na geopolítica internacional”, lê-se na mensagem do Presidente da República, Filipe Nyusi.
A Assembleia da República (AR) adiou para o debate, em sessão plenária, da proposta de lei que define as regras e os critérios para a fixação dos salários dos servidores públicos, titulares ou membros de órgãos públicos e de Administração da Justiça, no âmbito da Tabela Salarial Única (TSU).
Segundo deu a conhecer no arranque da sessão, a Presidente da AR, Esperança Bias, o adiamento deve-se ao facto de as comissões especializadas da Assembleia da República ainda estarem a trabalhar na matéria.
Entretanto, o Ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, disse, na audição pelas comissões, que com esta alteração o Governo pretende ajustar a folha salarial de 15 para 14 mil milhões de meticais por ano.
O Ministério da Defesa da Rússia acusou Kiev de ter lançado na terça-feira um ataque com aparelhos aéreos não tripulados (drones) contra a zona de Moscovo numa operação que classificou como ação “terrorista”.
Poucos minutos antes, o autarca da capital russa, Serguei Sobianin, através de um comunicado, tinha dito que “um ataque com ‘drones'” contra Moscovo teria provocado “danos ligeiros” em vários edifícios “sem provocar feridos graves”.
“Cerca de 25 ‘drones’ foram projetados contra Moscovo (…). Um deles levava artefactos explosivos que não detonaram”, indicou Sobianin.
Mais de 50 pessoas sofreram esta segunda-feira ferimentos ligeiros num protesto sérvio no norte do Kosovo, dispersado com gás lacrimogéneo e granadas de fumo por forças da missão KFOR da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte).
Os sérvios, minoria no Kosovo mas grupo maioritário no norte do país, manifestavam-se em frente à Câmara Municipal da localidade de Zvecan para exigir a demissão do novo presidente da autarquia, pertencente à maioria albanesa.
Segundo o portal digital Kossev, a KFOR (Kosovo-Force) interveio quando a multidão se recusou, apesar do apelo dos seus líderes políticos, a permitir a passagem de dois veículos da polícia especial kosovar que estavam bloqueados entre os manifestantes desde a manhã.
Os manifestantes exigiam a retirada de todos os agentes da polícia especial que se encontravam no edifício da Câmara Municipal e alguns meios de comunicação noticiaram disparos.
Mais de 50 pessoas receberam atendimento num hospital por problemas causados por intoxicação com gás lacrimogéneo e por contusões, três das quais foram internadas, e uma pessoa foi baleada e encontra-se gravemente ferida, em perigo de vida, indicou o diretor do Centro Clínico de Mitrovica, Zlatan Elek, citado pelo canal televisivo N1.
Centenas de sérvios manifestaram-se esta segunda-feira em três municípios do norte do Kosovo para exigir a retirada das respetivas câmaras de novos presidentes eleitos em abril último, numas eleições boicotadas pela comunidade sérvia, maioritária nesses municípios.
Soldados da missão KFOR, encarregada de zelar pela segurança no Kosovo, colocaram-se entre unidades da polícia especial kosovar, que se encontra em frente ao edifício municipal, e os manifestantes, e pelo menos 25 também sofreram ferimentos: alguns foram atingidos por cocktails molotov, outros sofreram fraturas.
Onze deles são italianos, e três encontram-se em estado grave, embora não corram perigo de vida – uma situação que levou a uma reação de condenação da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
A Aliança Atlântica também já condenou os acontecimentos desta segunda-feira no norte do Kosovo, classificando-os como “inaceitáveis”.
“A NATO condena firmemente os ataques não-provocados às tropas da KFOR no norte do Kosovo, que fizeram vários feridos. Tais ataques são totalmente inaceitáveis. A violência deve parar imediatamente”, declarou um porta-voz da organização de defesa ocidental.
Os Estados Unidos e a União Europeia (UE) juntaram-se também ao coro de condenações dos ataques no norte do Kosovo, pela voz do embaixador norte-americano em Pristina, Jeffery Hovenier, e do chefe da delegação da UE no país, Tomas Szunyog.
“Os Estados Unidos condenam energicamente as ações dos manifestantes hoje em Zvecan, incluindo o uso de explosivos, contra as tropas da KFOR que querem manter a paz. Reiteramos o nosso apelo para que cessem a violência e as ações que estão a aumentar as tensões e a promover o conflito”, escreveu Hovenier na rede social Twitter.
Szunyog instou também ao “cessar imediato da violência e a uma redução das tensões”.
Os sérvios do norte do Kosovo não reconhecem a autoridades dos novos presidentes das câmaras, eleitos em abril num escrutínio em que a participação foi de apenas 3%, devido ao boicote da população sérvia, que é uma minoria no país, mas constitui uma larga maioria em quatro municípios do norte kosovar.
As eleições foram convocadas depois de os representantes dos sérvio-kosovares terem abandonado em novembro passado as instituições do Kosovo em protesto contra a discriminação de que, asseguram, são alvo por parte do Governo central.
Pristina rejeitou a proposta do embaixador norte-americano para, em prol da redução das tensões, os novos autarcas exercerem as suas funções noutras instalações.
O Kosovo, antiga província sérvia povoada por uma maioria de albaneses, proclamou em 2008 a sua independência, que a Sérvia não reconhece. Os dois países estão a negociar a normalização das suas relações com base num novo plano da UE, apoiado por Washington, num processo com frequência interrompido pela ocorrência de confrontos.
Um grupo de organizações não-governamentais dedicadas ao resgate de migrantes no Mediterrâneo Central acusou, esta segunda-feira, Malta de coordenar o regresso de cerca de 500 pessoas à Líbia, onde foram posteriormente detidas, violando as normas internacionais.
O grupo de migrantes, que incluía 55 crianças e mulheres grávidas, tentava chegar à Europa, em 23 de maio, a bordo de um barco de pesca de ferro enferrujado, quando relatou para a linha direta para migrantes em perigo da organização não-governamental (ONG) Alarm Phone que estavam à deriva e a afogar-se em água, explicaram as ONG em comunicado.
Os migrantes a bordo do navio partilharam a sua localização GPS, demonstrando que estavam em águas internacionais numa área do Mediterrâneo onde Malta é responsável pela busca e salvamento.
Apesar dos repetidos pedidos de ajuda enviados às autoridades maltesas, os migrantes terão sido levados de volta para Benghazi, no leste da Líbia, três dias depois, sublinhou a Alarm Phone, que cita familiares dos migrantes.
“Em vez de trazerem as pessoas que tentaram escapar da violência extrema que vivem na Líbia para um local seguro (…) [o Centro de Coordenação de Resgate de] Malta decidiu organizar uma resistência em massa por procuração no mar, forçando 500 pessoas a irem ao longo de 330 quilómetros para uma prisão da Líbia”, pode ler-se na declaração conjunta emitida hoje pela Alarm Phone, Sea-Watch, Mediterranea Saving Humans e EMERGENCY.
As Forças Armadas maltesas responsáveis pelas operações de busca e salvamento não reagiram de imediato às acusações, noticiou a agência Associated Press (AP).
A Organização Internacional para Migração (OIM) e a Agência de Refugiados (ACNUR) da ONU referiram à AP que 485 pessoas terão sido levadas de regresso para Benghazi por uma embarcação pertencente ao autodenominado Exército Nacional da Líbia, uma força no leste do país liderada pelo comandante militar Khalifa Hifter.
As agências da ONU não puderam confirmar imediatamente que se tratava do mesmo grupo de migrantes que pediu ajuda ao Alarm Phone.
A embarcação que intercetou os 485 migrantes, a Tareq Bin Zeyad, tem o nome de uma milícia liderada pelo filho de Hifter.
Num relatório do ano passado, a Amnistia Internacional acusou a milícia Tareq Bin Zeyad de submeter “milhares de líbios e migrantes a abusos brutais e implacáveis desde 2016”.
No comunicado, as ONG sublinharam que o Tareq Bin Zeyad foi visto a navegar em “padrões peculiares” perto da última localização conhecida do barco em perigo em 24 de maio, sugerindo que a milícia estava à sua procura.
Separadamente, as forças do leste da Líbia divulgaram este fim de semana que intercetaram uma grande embarcação que transportava mais de 800 migrantes, incluindo famílias inteiras e crianças.
Os migrantes foram trazidos de volta para a costa da Líbia em Benghazi, em 26 de maio, três dias depois da sua embarcação se ter quebrado no Mediterrâneo.
Num vídeo publicado pelas mesmas forças baseadas no leste, em 27 de maio, que mostra o desembarque de migrantes intercetados no mar, um migrante entrevistado diz que a embarcação quebrou na costa maltesa e que a marinha líbia foi resgatá-los.
A AP referiu ainda que não pôde confirmar de forma independente se este era o mesmo navio que tinha pedido ajuda às ONG perto de Malta.
Quer a OIM, quer a ACNUR, têm condenado repetidamente o regresso de migrantes e refugiados à Líbia, alertando que esta nação não deve ser considerada um local seguro para desembarque pela insegurança, conforme exigido pela lei marítima internacional.
Os migrantes devolvidos à Líbia estão sujeitos a detenções arbitrárias, extorsão, tortura e desaparecimentos forçados por milícias e traficantes de pessoas, sendo que, de acordo com um painel de especialistas da ONU, pode constituir crimes contra a humanidade.
A Alarm Phone disse que foi contactada por familiares de alguns dos migrantes intercetados em 26 de maio para denunciar a sua detenção em Benghazi.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), em Sofala, admite que a província pode falhar a meta do recenseamento eleitoral em curso há mais de um mês.
O director provincial do STAE, em Sofala, Jorge Donquene, sublinha que apesar do reforço de equipamento informático nos postos de recenseamento com maior afluência, a possibilidade de o plano ser cumprido na íntegra é menor.
Até agora, já foram inscritos, na província de Sofala, mais de seiscentos, sessenta mil potenciais eleitores, dos cerca de novecentos e quarenta mil previstos.
O novo Presidente da Nigéria, Bola Tinubu, vencedor das disputadas eleições de 25 de fevereiro, foi empossado numa cerimónia em que participaram mais de dez chefes de Estado africanos, apesar das queixas de alegadas irregularidades apresentadas pela oposição.
“Como Presidente da República Federal da Nigéria, desempenharei as minhas funções da melhor forma possível e em conformidade com a Constituição”, declarou Bola Ahmed Tinubu durante a cerimónia de tomada de posse na Praça da Águia, em Abuja, a capital nigeriana.
Tinubu, de 71 anos, do partido no poder, Congresso de Todos os Progressistas (APC), sucede no cargo a Muhammadu Buhari, de 80 anos, que não pôde concorrer às últimas eleições por ter esgotado os dois mandatos permitidos pela Constituição.
A estratégia de salvamento das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) passa por reactivar a rota Maputo-Lisboa e explorar novos destinos, como Brasil, Índia, Dubai e China, anunciou a comissão de gestão.
“Vamos reabrir algumas rotas. A primeira fase vai ser Maputo-Portugal, depois as fases subsequentes vão ser Maputo-São Paulo, Maputo-Guanzhou, Maputo-Bombai, Maputo-Dubai”, referiu Sérgio Matos, membro da comissão, citado pela Lusa.
A companhia conta desde Abril com a entrada na gestão da empresa sul-africana Fly Modern Ark, entidade que entrou em acção no âmbito da reestruturação da transportadora de bandeira moçambicana.
A aquisição de mais aeronaves faz parte dos planos para chegar a novas rotas.
Trata-se de um avanço que vai permitir a “optimização dos recursos humanos” da LAM, que conta neste momento com 753 trabalhadores ao serviço de sete aviões, explicou.
A actual massa laboral dá um rácio de 112 a 115 trabalhadores por avião, enquanto o ideal seria um rácio de 25 trabalhadores, no mínimo, por aparelho, esclareceu Sérgio Matos.
O gestor assinalou que o aumento da frota vai tornar desnecessária a redução em massa do número de trabalhadores, mas “vão sair alguns”, no âmbito do plano de “optimização dos recursos humanos”.
“Podemos tirar alguns que não estão com um desempenho desejável e trazer outros, mas aumentando o número de aeronaves, não haverá necessidade de limpar um grande número de pessoal”, destacou.
A companhia quer igualmente recuperar as cidades da Beira e Nampula como ‘hubs’ (pontos de concentração) para os trajectos das duas regiões, deixando Maputo de ser o único centro da operação da transportadora, enfatizou Sérgio Matos.
O gestor afastou o cenário de mais endividamento para o reforço da frota, destacando que o aumento do número de aviões terá como contrapartida a partilha de lucros para a Fly Modern Ark e outros parceiros.
A polícia da Pensilvânia, nos EUA, deteve um casal que mantinha os sete filhos a viver numa casa sem quaisquer condições sanitárias e de segurança.
O primeiro alerta foi dado a 23 de abril quando três crianças foram vistas a entrar dentro de um atrelado para roubar. A polícia foi ao local e acabou por levar as crianças até casa, para junto dos pais.
Contudo, ao fazerem-no, aperceberam-se das “condições deploráveis” em que viviam, tendo reparado, inclusivamente, que o frigorífico estava fechado com um cadeado, reporta a CNN Internacional
A mãe das crianças – Chrystal – alegou que o frigorífico estava fechado porque as crianças não paravam de tentar roubar comida e referiu-se aos menores como “lixos com pernas”.
Após abandonar o local, a polícia decidiu abrir uma investigação e ativou os serviços sociais. Ao regressarem à residência encontraram mais quatro crianças, dezenas de gaiolas com ratos e muitas fezes.
Shane e Crystal Robertson foram detidos e as crianças, com idades entre os 4 e 16 anos, foram levadas para o hospital para serem sujeitas a testes de rotina, tendo-se concluído que estas estavam “clinicamente abaixo de peso e malnutridas”.
A polícia refere, ainda, que “nenhuma das sete crianças tinha qualquer educação formal e todas careciam de conhecimentos básicos. Algumas das crianças não sabiam as suas próprias datas de nascimento e quatro das crianças sofrem de problemas de fala”. Dentro da casa só foi encontrada comida para animais. Não havia sabonetes nem pastas de dentes para os mais novos.
“Todas as crianças têm dificuldades com a leitura, a escrita e a ortografia. Todas elas demonstraram ansiedade social e revelaram que não gostavam de estar em público ou perto de outras pessoas.”
As crianças foram entregues a famílias de acolhimento.
Os pais foram acusados de sete crimes – referentes a cada um dos filhos – por colocarem em perigo o bem-estar das crianças.
Chrystal, de 37 anos, e Shane, de 47, foram detidos a 19 de maio, mas libertados no dia seguinte depois de terem pago uma caução de 10.000 dólares. As audiências preliminares marcadas para 29 de maio foram adiadas para 7 de agosto.
Os deputados é que mais vão ver os salários reduzidos com a proposta do Governo de revisão da Lei da Tabela Salarial Única (TSU), depositada na Assembleia da República. A proposta visa reduzir os salários dos titulares de órgão públicos e dirigentes do Estado.
Na actual Lei da TSU, os deputados auferem um salário correspondente a 75% do vencimento do Presidente da República e um subsídio de representação de 30%. A redução proposta pelo Governo na lei depositada na Assembleia da República prevê que o deputado receba um salário correspondente a 57,5 por cento do salário do Presidente da República e um subsídio de representação de 15%.
Assim, o vencimento dos deputados poderá reduzir dos actuais 256 928 para 174 249 Meticais, o que corresponde a uma redução de 82 678 Meticais. De resto, a proposta submetida à Assembleia da República fixa critérios de remuneração dos vice-presidentes da Assembleia da República; dos chefes das bancadas parlamentares e seus adjuntos; dos presidentes das Comissões de Trabalho, seus adjuntos e dos respectivos membros; dos porta-vozes; dos relatores e vice-relatores; dos membros da Comissão Permanente e dos membros do Conselho de Administração da Assembleia da República.
Os ministros, com a presente proposta, passarão a receber, todos os meses, 204 544 Meticais, contra os actuais 256 928 Meticais, o que representa uma redução de 52 383 Meticais. O mesmo valor dos ministros vão receber os juízes conselheiros, os procuradores-gerais-adjuntos, o director-geral do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE) e o Provedor de Justiça, que estão no mesmo escalão profissional.
Estes servidores públicos auferem um vencimento mensal correspondente a 75% do vencimento do Presidente da República, acrescido de subsídio de representação equivalente a 30% do respectivo vencimento. A proposta de revisão consiste em reduzir o salário mensal para o equivalente a 67,5% do vencimento do Presidente da República, acrescido de subsídio de representação correspondente a 15% do respectivo vencimento.
A Lei da TSU prevê que os suplementos específicos decorrentes da participação em sessões dos órgãos de soberania e demais órgãos públicos pelos seus titulares e membros, incluindo o respectivo pessoal de apoio técnico administrativo, se mantenham no regime em que são processados.
Os cálculos mostram que o Primeiro-ministro poderá ter uma redução de 33 466 Meticais no seu salário, ao passar a auferir 230 312 Meticais, contra os actuais 263 779 Meticais. O Primeiro-ministro recebe, agora, um vencimento mensal correspondente a 77% do vencimento do Presidente da República, acrescido de subsídio de representação equivalente a 30 por cento do respectivo vencimento. Com esta proposta, Adriano Maleiane poderá manter o equivalente a 77% do vencimento do Presidente da República e um subsídio de representação de 15%.
Os secretários de Estado, vice-ministros e reitores das universidades públicas poderão receber 181 826 Meticais contra os actuais 212 130, o que representa uma redução de 30 303 de Meticais.
O Presidente da República também verá o seu ordenado reduzir. Filipe Nyusi recebe, neste momento, 368 922 Meticais contra uma proposta de 342 570 Meticais, o que equivale a um corte de 26 352 Meticais por causa do corte no subsídio de representação do Chefe de Estado de 40 para 30%.
Os presidentes da Assembleia da República, do Tribunal Supremo, do Tribunal Administrativo, do Conselho Constitucional, bem como o Procurador-Geral da República auferem, neste momento, 274 055 Meticais contra uma proposta de 242 433, o que representa uma redução de 31 622, devido ao corte do subsídio de representação destes servidores públicos de 30 para 15%.
Neste momento, a presidente da Assembleia da República, Esperança Bias e os titulares dos órgãos da Justiça, nomeadamente Tribunal Administrativo, Conselho Constitucional e Procuradoria-Geral da República (PGR), auferem um vencimento mensal correspondente a 80% do vencimento do Presidente da República, acrescido de subsídio de representação equivalente a 30% do respectivo vencimento.
No geral, o Governo espera poupar pouco mais de mil milhões de Meticais com estas reduções salariais.
O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, exonerou o próprio filho do cargo de secretário do Estado após repercussão de festa que o familiar deu em residência oficial no Japão. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (29) a jornalistas do país.
“Seu comportamento no ano passado em espaço público foi inadequado para um secretário político e decidimos substituí-lo”, informou Kishida. Na última semana, uma revista japonesa semanal divulgou as fotos de um evento realizado em 2022 por Shotaro Kishida, filho do primeiro-ministro, com amigos na estadia do pai.
Nas imagens, o então secretário aparece imitando uma entrevista coletiva. Em outra fotografia, um convidado está deitado em uma das escadas da residência.
Essa, porém, não foi a primeira vez que o primeiro-ministro foi criticado por atitudes do próprio filho, de 32 anos. Shotaro também é acusado de usar carros oficiais em viagens à Europa para comprar presentes para ministros japoneses.
Os partidos da oposição pedem a demissão do secretário desde março de 2020, quando o filho do premiê deixou a empresa japoensa Mitsui & Co. para assumir o cargo, sob a alegação de nepotismo. O primeiro-ministro, porém, defendia que havia oferecido o emprego com base na “personalidade e visão” de Shotaro.
Histórico de demissões
A demissão do filho se soma a uma série de perdas que Kishida tem passado nos últimos três meses. Nesse período o primeiro-ministro exonerou quatro ministros por acusações de irregularidades financeiras e associação com seitas religiosas locais.
Além disso, em fevereiro deste ano, o premiê demitiu um assessor sênior após comentários homofóbicos divulgados pela emissora pública NHK. Na ocasião o assessor comentou que não gostaria de olhar para casais do mesmo gênero, “nem gostaria se eles morassem ao lado”.
Mais de 16.000 pessoas foram forçadas a sair de casa na Nova Escócia, no leste do Canadá, depois de um dos muitos incêndios que assolam o país ameaçar a cidade de Halifax, informaram as autoridades.
O incêndio, ainda não circunscrito, no noroeste da cidade, não avançou mais desde que o estado de emergência foi declarado na noite de domingo, deixando os moradores das redondezas em alerta, prontos para abandonar as casas em qualquer momento.
“Nós realmente pensámos que íamos morrer”, disse à rádio pública CBC Marian e Peter Gillespie, um casal que ficou preso nas chamas, com “cinzas e faíscas caindo sobre o carro” enquanto fugiam do fogo.
“Foi surreal conduzir no meio de veículos e casas em chamas”, disse um bombeiro voluntário à Radio-Canada.
Os canais de televisão transmitem imagens de colunas de fumo e casas e viaturas reduzidas a cinzas, mas sem feridos a registar.
O primeiro-ministro da Nova Escócia, Tim Houston, descreveu uma província “sob tensão”, enquanto o autarca de Halifax, Mike Savage, falou de um incêndio “sem precedentes”.
“Não alargamos o perímetro [da zona de evacuação] desde ontem, o que dá esperanças de que a situação possa ter estabilizado”, acrescentou em conferência de imprensa, sublinhando que “continua perigoso”.
Na segunda-feira, registavam-se incêndios florestais em oito das treze províncias e territórios do Canadá.
Nos últimos anos, o oeste do Canadá tem sido repetidamente atingido por eventos climáticos extremos, cuja intensidade e frequência aumentaram com o aquecimento global.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) AssistentedeRecursosHumanos. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Auxiliares para Limpezas. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Pine3 – Consultoria & Formação Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Formado em Gestão de Empresas/Economia. Saiba mais.
O Presidente do Uganda promulgou uma nova e dura legislação anti-homossexuais, apoiada por muitos neste país da África Oriental, mas amplamente condenada por ativistas dos direitos humanos e outras organizações no estrangeiro.
A versão do projeto de lei assinada pelo Presidente Yoweri Museveni não criminaliza as pessoas que se identificam como LGBTQ, uma preocupação fundamental para os ativistas que condenaram uma versão anterior da legislação como um flagrante ataque aos direitos humanos.
No entanto, a nova lei continua a prever a pena de morte para a “homossexualidade agravada”, definida como os casos de relações sexuais com pessoas infetadas com o VIH, bem como com menores e outras categorias de pessoas vulneráveis.
Em comunicado, a presidente do Parlamento, Anita Among, declarou: O Presidente “respondeu aos gritos do nosso povo” ao assinar a lei.
A Câmara de Representantes do Texas aprovou a abertura de um processo de destituição contra o procurador-geral do estado, Ken Paxton, por acusações de suborno, abuso de confiança pública e inaptidão para o cargo, entre outras.
Paxton, que é próximo do ex-Presidente norte-americano Donald Trump, está a ser investigado pelo FBI (polícia federal) há vários anos por alegadamente ter usado o cargo para ajudar um doador, sendo ainda acusado de fraude, um crime pelo qual ainda não foi julgado.
No sábado, a Câmara dos Representantes do estado, liderada pelos republicanos, aprovou com 121 votos a favor e 23 contra a abertura de um processo de destituição contra o procurador, que foi temporariamente suspenso de funções, como exigido pela lei estatal.
A União Africana (UA) vai enviar uma missão de observação eleitoral para as legislativas de 04 de Junho na Guiné-Bissau. A referida missão será chefiada pelo antigo Presidente da República, Joaquim Chissano.
De acordo com o comunicado, citado pela Lusa, a missão de curta duração será composta por 29 elementos e estará naquele país entre 29 de Maio e 08 de Junho.
A missão irá encontrar-se com Umaro Sissoco Embaló, Presidente até à data das eleições, com vários membros do Governo, com representantes da sociedade civil e com representantes dos partidos políticos que concorrem às eleições, entre outros, escreve o Notícias ao Minuto.
Perto de 900 mil eleitores são chamados a votar no dia 04 de Junho para elegerem os 102 deputados da Assembleia Nacional Popular e o novo Governo, entre 20 partidos políticos e duas coligações.
A China anunciou que iniciou a “fase de pouso tripulado na Lua” do seu programa de exploração lunar, uma meta que planeia alcançar antes de 2030, na véspera de colocar três astronautas em órbita.
O vice-diretor da Agência Espacial Tripulada da China, Lin Xiqiang, explicou, em conferência de imprensa, que o Escritório de Engenharia Espacial Tripulada da China “iniciou os trabalhos de desenvolvimento” em projetos que incluem “novos veículos de exploração, fatos de astronauta, uma nova geração de naves espaciais e novos foguetões”.
O trabalho visa possibilitar no futuro uma “curta estadia na Lua”, uma “exploração conjunta homem-máquina” e as tarefas de “pouso na lua, movimentos na superfície, recolha de minerais, pesquisa científica e retorno à Terra”, disse Lin.
Lin anunciou ainda o lançamento do Shenzhou-16, que vai transportar três astronautas para a estação espacial de Tiangong, na terça-feira.
Jing Haipeng, Zhu Yangzhu e Gui Haichao, vão partir para Tiangong, a partir da base de lançamento de Jiuquan, situada numa área desértica no norte do país.
Para Jing, o comandante da missão tripulada, esta é quarta missão em que participa, o que o tornará no “taikonauta” – como são chamados os astronautas chineses – com mais missões.
Para Zhu e Gui esta é a primeira missão no espaço.
Jing e Zhu vão ficar encarregados de manobrar e gerir a nave e realizar experiências.
A construção da estação espacial foi concluída no final de 2022. É provável que a Tiangong se torne na única estação espacial do mundo até 2024, se a Estação Espacial Internacional, uma iniciativa liderada pelos Estados Unidos à qual a China está impedida de aceder devido aos laços militares do seu programa espacial, for desativada naquele ano, conforme está planeado.
A China já conseguiu pousar a sonda Chang`e 4 no lado da Lua não visível a partir da Terra em 2019, tornando-se o primeiro país a fazê-lo.
O país asiático anunciou também recentemente a quarta fase do seu programa de exploração lunar, que inclui a construção na próxima década de uma base de exploração científica no polo sul do satélite natural da Terra.
epa10575924 Police officers stand guard at a market in Prayagraj, Uttar Pradesh, India, 16 April 2023. Jailed former politician Atiq Ahmed and his brother were shot dead on 15 April while talking to reporters on live TV on their way to a medical check-up. Ahmed died two days after his son Asad was killed during an encounter with the Uttar Pradesh Special Task Force (STF) in connection to a murder case. The entire state was put on high alert after the incident. EPA/PRABHAT KUMAR VERMA
As autoridades da Índia anunciaram a morte de pelo menos 33 alegados militantes armados em diferentes áreas do estado de Manipur, no nordeste do país, que foi palco no início do mês de confrontos étnicos.
O líder do governo de Manipur, Nongthombam Biren Singh, disse no domingo que alguns militantes foram detidos: “Estamos a tentar encontrar os culpados, os militantes que estão a atacar civis”.
O governante insistiu que os confrontos ocorreram entre “desordeiros armados e forças de segurança, não entre comunidades”, pelo que pediu à população de Manipur “que mantenha a calma e permaneça unida”.
O chefe do exército da Índia, o general Manoj Pandey, chegou à capital de Manipur, Imphal, no sábado para tentar implementar uma estratégia para pôr um fim à violência, avançou o jornal New Indian Express.
Cerca de 23 mil pessoas fugiram da violência étnica que abalou o estado indiano a 03 de Maio e fez, pelo menos, 54 mortos, após uma marcha de protesto organizada por um grupo tribal ter levado a confrontos, nos quais automóveis e casas foram incendiados.
O exército mobilizou milhares de soldados em Manipur, estado fronteiriço com Myanmar (antiga Birmânia), e deu ordem para disparar indiscriminadamente em “casos extremos”. Toques de recolher foram impostos e a internet foi cortada.
Vários grupos tribais estão insatisfeitos com a perspetiva de ver a comunidade Meitei, maioritária no estado, reconhecida como “tribo classificada”, uma designação que lhes daria acesso a uma cota de empregos públicos e vagas no Estado.
O nordeste da Índia tem visto décadas de turbulência entre grupos étnicos e separatistas que procuram maior autonomia e até secessão.
Pelo menos 50 mil pessoas foram mortas em Manipur desde a década de 1950. Os conflitos diminuíram ao longo dos anos, com muitos grupos a fazerem acordos com Nova Deli para obterem mais poder.
O julgamento de 13 pessoas alegadamente envolvidas no ataque ao parlamento de Hong Kong, em 2019, começou na segunda-feira na região administrativa chinesa.
O episódio foi o mais violento dos primeiros dias dos protestos pró-democracia que abalaram Hong Kong nesse ano, com milhões de manifestantes a organizarem marchas e concentrações durante várias semanas.
Na noite de 1 de julho de 2019, quando se assinalava o 22.º aniversário da transferência de Hong Kong do Reino Unido para a China, manifestantes atacaram o Conselho Legislativo (LegCo), o parlamento de Hong Kong, depois de forçarem a entrada e exibirem a bandeira da era colonial britânica
Os manifestantes partiram janelas e pintaram as paredes com graffiti.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) aprendeu vários tipos de drogas em todo o país no ano de 2022, no valor superior a 126 milhões de meticais.
De acordo com o inspector do SERNIC, Augusto Bambo, citado pelo Notícias Online, as drogas referidas incluem metanfetamina, heroína, e outras que são produzidas nos países do corno de África (Etiópia e Somália), onde o consumo não é punível.
“Estas drogas apreendidas ao longo do ano transacto, estão avaliadas em cerca de 126 milhões”, disse o inspector do SERNIC, há dias em Maputo, durante a apresentação do relatório anual intitulado “Evolução do Consumo e Tráfico Ilícito de Drogas”, divulgado pelo Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga.
Na ocasião, referiu que, em termos de quantidades, em 2022 foram apreendidas 1.542 quilos de canabis sativa (vulgo soruma), contra 3.348 quilos em 2021, o que representa uma redução de 1.806 quilos, ou seja, 46 por cento.
“Quanto à heroína, no ano 2022, houve a apreensão de 154 quilos e no ano anterior houve apreensão de 759 quilos. Portanto, registou-se uma redução de 605 quilos, o que corresponde a 79 por cento”, disse, segundo a AIM.
No que concerne à cocaína, foram aprendidas no mesmo período 36 quilos contra 42 quilos do ano anterior, uma redução de pouco mais de seis quilos, cifra que corresponde a uma redução de 14 por cento.
Bambo explicou igualmente que o fim último de todas as drogas apreendidas é a incineração, com base num despacho judicial.
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