Uma explosão devastadora seguida de um incêndio numa zona habitacional resultou na morte de um menino de apenas sete anos e deixou seis pessoas feridas, na madrugada de quarta-feira, conforme reportado pela Sky News.
As vítimas foram prontamente transportadas para unidades hospitalares, onde estão a receber os devidos cuidados médicos.
O alerta para os serviços de emergência foi dado às 01h00, levando à rápida evacuação dos edifícios circundantes. A explosão, que destruiu seis propriedades, as quais eram compostas por dois apartamentos cada, provocou um cenário de destruição e desespero na comunidade.
Os bombeiros conseguiram extinguir o incêndio, mas continuam as operações de busca nos edifícios afectados, assegurando que todas as pessoas tenham sido localizadas em segurança. A actuação das autoridades tem sido fundamental para minimizar o impacto da tragédia e prestar apoio aos residentes da área.
Neste momento, as causas da explosão estão a ser investigadas pelas autoridades competentes, que trabalham para esclarecer as circunstâncias que levaram a este triste episódio. A comunidade de Newcastle lamenta profundamente a perda do jovem e solidariza-se com as famílias afectadas por esta calamidade.
A Escola Secundária de Magude tem enfrentado uma onda alarmante de desmaios entre os seus alunos, predominando entre adolescentes e jovens do sexo feminino.
Na passada quarta-feira, foram reportados 53 casos de desmaios, uma situação que está a suscitar preocupações entre pais e autoridades educativas.
Isabel Mpfumo, Directora do Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Magude, confirmou que estes incidentes ocorrem principalmente durante o período da tarde. “Estamos a acompanhar a situação de perto e, devido ao receio manifestado pelos encarregados de educação, decidimos suspender temporariamente as aulas na escola,” afirmou Mpfumo.
Para abordar esta preocupação crescente, o serviço distrital de educação anunciou que será realizada uma missa religiosa na quinta-feira, com o intuito de promover um ambiente de reflexão e apoio emocional entre a comunidade escolar. A iniciativa foi decidida em conselho de escola, demonstrando uma abordagem proativa para mitigar os efeitos desta situação perturbadora.
Os relatos de desmaios começaram há pouco mais de uma semana, com um total acumulado de 68 casos sendo registados em um único grupo de alunas do sexto ano feminino. A comunidade escolar aguarda com expectativa as medidas que serão implementadas para garantir a saúde e o bem-estar dos estudantes.
As autoridades locais continuam a investigar as causas por detrás deste fenómeno, na esperança de encontrar soluções sustentáveis que restabeleçam a normalidade na Escola Secundária de Magude.
O músico britânico Liam Payne, ex-integrante da famosa boy band One Direction, faleceu na quarta-feira, 16 de Outubro, aos 31 anos, após uma queda do terceiro andar de um hotel em Palermo, Buenos Aires, conforme comunicado da polícia local.
Segundo as autoridades, “Liam James Payne, compositor e guitarrista, morreu ao cair do terceiro andar de um hotel em Palermo”. O titular do Sistema de Atenção Médica de Emergência (Same), Alberto Crescenti, informou que o músico apresentava “lesões muito graves, incompatíveis com a vida, resultado de sua queda”, o que impediu qualquer tentativa de reanimação.
O serviço de emergência recebeu um chamado através do telefone de segurança pública 911 às 17h04 (horário local), e a equipe chegou ao Hotel Casa Sur sete minutos depois, onde confirmou o falecimento de Payne. “Depois soubemos que ele era cantor de um grupo musical”, acrescentou Crescenti.
Liam Payne havia estado em Buenos Aires no dia 2 de Outubro para uma apresentação de seu ex-companheiro de banda Niall Horan, conforme relata a revista Billboard. A notícia de sua morte chocou fãs e admiradores em todo o mundo, que lembram de sua contribuição significativa para a música pop e do impacto que teve durante sua carreira com o One Direction.
As causas da queda ainda não foram esclarecidas, e uma investigação está em andamento para determinar as circunstâncias que levaram ao trágico acidente. Neste momento, tributos e condolências estão sendo expressos nas redes sociais, à medida que o mundo da música lamenta a perda de um talentoso artista.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Monitoria e Avaliação-OVC. Saiba mais.
A Associação Progresso (PROGRESSO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa (Prevenção da Transmissão Vertical & Engajamento Comunitário/PTV+EC). Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Sofala, a AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Vice-Coordenador Redução de Riscos de Desastres Climáticos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, pretende recrutar vinte e oito (28) Enumeradores. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Redução de Risco de Desastres (RRD) e Mudanças Climáticas (CC). Saiba mais.
A Rede para o Desenvolvimento da Primeira Infância (RDPI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A empresa AKA Solution, Lda, localizada em Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Profissional em Marketing (Promotor/a de Vendas). Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte e oito (28) Técnicos Urbanos. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais de Queixa e Reclamações. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal catorze (14) Técnicos Sociais. Saiba mais.
A SETH – Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, S.A. – Sucursal de Moçambique está a recrutar um (1) Engenheiro Eléctrico/Electrotécnico (Correntes Fortes). Saiba mais.
Seis viaturas, incluindo um autocarro e cinco veículos ligeiros, envolveram-se num acidente em cadeia na Estrada Nacional Número Quatro (EN4), no sentido Matola-Maputo, na cidade da Matola.
De acordo com informações fornecidas pelo chefe de Educação Pública da Polícia de Trânsito no Comando da Província de Maputo, o acidente não resultou em vítimas humanas, tendo causado apenas danos materiais significativos nos seis veículos envolvidos.
Segundo as autoridades, o acidente terá ocorrido quando um autocarro de passageiros colidiu com os cinco veículos ligeiros que circulavam na mesma direcção. O embate em cadeia foi provocado pelo excesso de velocidade do autocarro, que não conseguiu evitar a colisão.
A Polícia de Trânsito sublinha que o excesso de velocidade é frequentemente uma das principais causas de acidentes rodoviários e apela a todos os condutores para respeitarem os limites de velocidade e observarem atentamente os sinais de trânsito, a fim de garantir a segurança nas estradas.
O incidente está a ser investigado, e as autoridades reforçam a necessidade de prudência ao volante, especialmente em vias movimentadas como a EN4, que liga importantes pontos de circulação entre Matola e Maputo.
Um grave acidente de viação no Egipto resultou na morte de 13 pessoas e deixou 33 feridos, após o capotamento de um autocarro que transportava estudantes universitários.
O incidente ocorreu numa auto-estrada na província oriental do Suez, de acordo com o Ministério da Saúde egípcio.
O autocarro transportava estudantes da Universidade de Galala, uma instituição localizada na mesma província, quando perdeu o controlo e capotou, segundo informações divulgadas pelo meio de comunicação estatal Akhbar al-Youm e citadas pelo Notícias ao Minuto.
As vítimas feridas foram prontamente encaminhadas para o Hospital de Suez, que está sob a jurisdição da autoridade de saúde provincial, conforme comunicado partilhado pelo Ministério da Saúde na sua página oficial no Facebook.
Até ao momento, não foram revelados detalhes sobre as causas que levaram ao acidente, sendo que uma investigação está em curso para apurar as circunstâncias exactas do sinistro.
O Ministro da Saúde, Khaled Abdel-Ghaffar, e o Ministro do Ensino Superior, Ayman Ashour, expressaram as suas condolências às famílias dos estudantes envolvidos no trágico acidente, destacando o impacto profundo que este episódio teve na comunidade universitária e na província de Suez.
As autoridades egípcias estão a acompanhar de perto a situação e reforçam a importância das investigações para garantir que medidas preventivas sejam tomadas e que situações semelhantes sejam evitadas no futuro.
O partido Renamo fez um apelo na terça-feira a todos os seus membros para acompanharem com tranquilidade a actual fase do processo eleitoral que se desenrola no país.
A orientação foi expressa numa nota oficial assinada pela Secretária-geral do partido.
No comunicado, a Renamo enfatiza que nenhum membro deve promover actos que possam comprometer a imagem do líder da formação política, Ossufo Momade. “É imperativo que mantenhamos a integridade e a dignidade do nosso líder e do partido durante este período crítico”, destaca a nota.
Adicionalmente, o partido solicita o reforço das medidas de segurança nas suas delegações, em resposta a possíveis situações de tensão que possam surgir no contexto eleitoral.
A Renamo aguarda ainda um pronunciamento oficial sobre os resultados das eleições realizadas no último fim-de-semana, o que deverá ocorrer em breve.
Esta chamada à calma e à segurança reflete a preocupação do partido em garantir um ambiente pacífico e ordeiro, enquanto se aproxima da fase de avaliação dos resultados e da continuidade do processo político no país.
A Renamo reitera a necessidade de união e disciplina entre os seus membros neste momento sensível.
O governo canadiano anunciou a expulsão de seis diplomatas indianos, incluindo o alto representante do país, após a divulgação de provas pela Polícia que associam o Governo indiano a actividades criminosas violentas em território canadiano. Esta decisão representa uma escalada nas tensões diplomáticas entre os dois países.
De acordo com fontes do executivo canadiano, a Índia reagiu à expulsão retirando os seus próprios diplomatas, após ter rejeitado uma notificação das autoridades canadenses que indicava que o embaixador indiano era uma “pessoa de interesse” num caso de assassinato ocorrido no Canadá.
A Índia expressou a sua desconfiança em relação ao actual governo canadiano, afirmando: “Não acreditamos no compromisso do actual Governo canadiano em garantir a sua segurança”.
O Canadá alegou ter em mãos provas credíveis e irrefutáveis que estabelecem ligações entre agentes do Governo indiano e o assassinato de Hardeep Singh Nijjar, um cidadão canadiano que defendia a criação de um Estado sikh independente, designado Khalistan, no norte da Índia. Este assassinato, ocorrido em solo canadiano, intensificou as já tensas relações entre Ottawa e Nova Deli, que têm sido marcadas por desentendimentos diplomáticos.
A Índia, por sua vez, tem consistentemente rejeitado as acusações do Canadá, considerando-as absurdas. Em uma acção de retaliação no ano passado, a Índia ordenou que o Canadá reduzisse o número de seus diplomatas no país, solicitando a retirada de 41 dos 62 diplomatas em missão.
As recentes acções de ambos os governos sinalizam uma deterioração significativa das relações bilaterais e levantam preocupações sobre as implicações para a segurança e a diplomacia entre os dois países.
As autoridades continuam a monitorizar a situação, na esperança de que um diálogo construtivo possa ser estabelecido para resolver as disputas em curso.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) intimou o candidato presidencial Venâncio Mondlane a abster-se de quaisquer práticas que violem a Constituição, a legislação eleitoral e outras normas vigentes.
A intimação surge em resposta a uma série de comportamentos considerados preocupantes por parte do candidato nas redes sociais e em outras plataformas digitais.
Em comunicado oficial, o Ministério Público destacou que a decisão de intimar Mondlane está relacionada com uma “reiterada onda de agitação social, desobediência pública, desrespeito aos órgãos do Estado e incitação à violência”. Estas declarações foram feitas em consonância com a observação de que o candidato tem promovido apelos à desordem e insurreição, além de incitar sentimentos de ódio, racismo e violência.
O Ministério Público informou ainda que a violação das normas do processo eleitoral, especialmente quando envolve incitação a actos de violência ou desordem, é passível de punição com penas de prisão que variam entre dois a oito anos.
Este alerta serve como uma advertência séria sobre as consequências legais que podem advir de comportamentos que comprometam a ordem pública e a integridade do processo eleitoral.
A intimação da PGR coloca em evidência a necessidade de um ambiente eleitoral pacífico e respeitador das normas democráticas, em um momento em que o país se prepara para as próximas eleições. A situação continua a ser monitorizada pelas autoridades, que permanecem atentas a quaisquer desenvolvimentos relacionados com a campanha eleitoral e a conduta dos candidatos.
Sydney Wilson, uma ex-jogadora de basquetebol da Universidade de Georgetown, foi tragicamente abatida com cinco tiros após tentar atacar um polícia com uma faca no prédio onde residia.
O incidente ocorreu no dia 16 de Setembro, quando as autoridades foram chamadas ao seu domicílio para realizar uma verificação de bem-estar.
As imagens captadas pela ‘bodycam’ do agente da polícia de Fairfax foram divulgadas na terça-feira e rapidamente se tornaram virais. As gravações mostram que, após o agente se identificar, Sydney Wilson fechou a porta. Dois minutos depois, ela voltou armada com uma faca, atacando o oficial.
Durante o confronto, a ex-atleta conseguiu golpear o polícia no rosto várias vezes, antes que este recuasse, puxasse a arma e disparasse. Sydney, de 33 anos, foi imediatamente transportada para o hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Em uma conferência de imprensa realizada nesta segunda-feira, o chefe da polícia de Fairfax, Kevin Davis, defendeu as acções do agente Peter Liu, que conta com 14 anos de serviço. “Ele fez as coisas que treinamos e esperamos que ele faça”, explicou Davis, referindo-se ao uso da força em resposta à ameaça.
O obituário de Sydney descreve-a como uma amante de crianças e uma oradora inspiradora para jovens aspirantes a jogadoras de basquetebol, que eram treinadas por suas antigas colegas de equipa e que sonhavam em jogar no liceu e na universidade.
Além de sua carreira desportiva, Wilson havia obtido certificação em primeiros socorros para adultos, após completar uma formação de oito horas, conforme indicado no seu perfil no LinkedIn.
O funeral de Sydney Wilson ocorreu em Harrisburg, na Pensilvânia, a 5 de Outubro. Em vez de flores, a família solicitou que donativos em sua honra fossem feitos à National Alliance on Mental Illness, uma organização dedicada ao apoio de pessoas afectadas por doenças mentais.
O trágico desenlace de sua vida destaca as complexas questões que envolvem saúde mental e a relação com a aplicação da lei.
O Centro para Iniciativas de Democracia e Desenvolvimento Económico anunciou a realização de manifestações pacíficas a partir de 24 de Outubro de 2024, em solidariedade e exigência por justiça em relação ao trágico acidente de avião militar que ceifou a vida do vice-presidente do Malawi, Saulos Klaus Chilima, e de outras oito pessoas.
O anúncio das manifestações surge como resposta ao descontentamento generalizado sobre como o governo tem conduzido a investigação do acidente, sem que alguém tenha sido responsabilizado pelos danos causados.
O relatório preliminar do Bureau Federal Alemão de Investigação de Acidentes Aeronáuticos gerou insatisfação em diversos sectores da sociedade, que clamam por uma investigação abrangente e independente sobre as circunstâncias que cercaram o sinistro.
“Queremos respostas, e as queremos agora. As famílias das vítimas merecem saber e a nação exige transparência”, declarou Overton Jere, representante do Centro para Iniciativas de Democracia e Desenvolvimento Económico, na carta que acompanhou o anúncio das manifestações.
As manifestações seguem a um ultimato emitido em 18 de Setembro de 2024, onde se exigia que o presidente Lazarus Chakwera tomasse medidas administrativas imediatas. Sem resposta e com a pressão a aumentar, incluindo o apoio do Partido UTM e das famílias enlutadas, os organizadores afirmam que a paciência do povo malawiano esgotou-se.
“Parece que a nossa dor está a ser ignorada. Quantas vidas mais devem ser perdidas antes que os nossos líderes ajam?” questiona a carta, reflectindo o sentimento de frustração generalizada.
A manifestação está programada para ter início no Lilongwe Community Ground, passando por locais emblemáticos da capital, e culminando nos escritórios do Conselho Distrital de Lilongwe. Os participantes são convidados a vestir trajes vermelhos e pretos, simbolizando luto e unidade, e uma cerimónia de velas acesas será realizada em memória das vidas perdidas.
Os organizadores sublinham que o evento não é apenas um protesto, mas uma clara demanda por justiça. À medida que se aproxima a data das manifestações, o apelo do Centro para Iniciativas de Democracia e Desenvolvimento Económico por justiça ressoa por toda a nação, reforçando a urgência de um movimento que clama pela responsabilização e pela verdade.
O presidente Nicolás Maduro voltou a dirigir acusações contra o bilionário Elon Musk, afirmando que o magnata sul-africano investiu 1 milhão de dólares em um suposto golpe de Estado contra o seu governo.
A declaração foi feita durante o programa semanal do líder chavista, na passada segunda-feira, 14 de Outubro.
“Elon Musk investiu no golpe de Estado, no surto fascista e na violência contra o processo eleitoral na Venezuela, nada menos que 1 milhão de dólares”, declarou Maduro, sem apresentar quaisquer provas que sustentem suas alegações.
Desde as conturbadas eleições presidenciais de Julho deste ano, Musk tem sido alvo de constantes ataques verbais por parte de Maduro. O presidente venezuelano alega que o empresário seria uma das principais peças de uma conspiração para desestabilizar o seu regime.
Entre as acusações, Maduro mencionou um suposto ataque ao site do órgão eleitoral da Venezuela e uma tentativa de invasão ao país. Contudo, até o momento, não foram apresentadas evidências concretas que corroborassem tais afirmações.
A situação política na Venezuela permanece tensa e indefinida. Enquanto autoridades locais, alinhadas ao chavismo, confirmaram a reeleição de Maduro, a oposição e parte da comunidade internacional não reconhecem os resultados eleitorais.
Uma das principais reivindicações contra o governo é a divulgação das atas eleitorais, documentos que poderiam comprovar, ou não, a reeleição do actual presidente.
Após várias promessas e discussões, o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela (TSJ) anunciou em Agosto que os documentos não serão divulgados, aumentando ainda mais as suspeitas sobre a legitimidade do processo eleitoral e a transparência do regime de Maduro.
A falta de clareza e a persistência de acusações entre as partes envolvidas mantém o clima de incerteza no país, onde a crise política e social continua a afectar a vida da população.
Nos últimos tempos, cerca de cem indivíduos, entre jovens, adultos e crianças, que eram utilizados em acções subversivas, entregaram-se às autoridades moçambicanas no distrito de Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado.
Este desenvolvimento representa um sinal de arrependimento por parte de moçambicanos que integraram as fileiras dos grupos terroristas.
Segundo o administrador de Mocímboa da Praia, Sérgio Cipriano, os repentinos retornos de ex-terroristas têm sido registados, com muitos deles já reintegrados nas suas comunidades e envolvidos em actividades produtivas tradicionais. “Estes indivíduos estão a retornar às suas aldeias de origem, onde estão a retomar as suas vidas normais e a participar nas actividades agrícolas e outras actividades económicas”, afirmou Cipriano em declarações à Rádio Moçambique.
O administrador também revelou que há relatos de que outros terroristas, ainda nas matas, estão a manifestar o desejo de abandonar a luta armada. Estes indivíduos têm procurado informações junto das comunidades sobre o perdão decretado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi. Esta iniciativa do governo visa estimular a reintegração de ex-combatentes e a restauração da paz na região.
A entrega de terroristas às autoridades é vista como um passo positivo no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, uma província que tem enfrentado anos de violência e insegurança.
O governo continua a trabalhar na implementação de estratégias que promovam a recuperação e a estabilidade na região, com a esperança de que mais indivíduos se juntem ao movimento de arrependimento e reintegração.
Pelo menos 95 pessoas morreram e 50 ficaram feridas na noite de terça-feira, em resultado da explosão de um camião-cisterna no estado de Jigawa, no norte da Nigéria. A tragédia foi confirmada pelas autoridades policiais locais.
O porta-voz da polícia de Jigawa, Lawal Shisu Adams, divulgou uma breve declaração à imprensa, na qual detalha que o acidente ocorreu quando o camião estava em viagem da cidade de Port Harcourt, localizada no sul do estado de Rivers, em direcção à cidade de Nguru, no estado de Yobe, ao norte do país.
Segundo o porta-voz, o incidente ocorreu por volta das 00h30 (horário local), quando o camião chegou à aldeia de Majiya, na cidade de Taura. “O condutor perdeu o controlo do veículo, o que resultou no capotamento do camião e na subsequente explosão”, explicou Adams.
As autoridades estão a investigar as causas do acidente, enquanto os feridos estão a receber tratamento em unidades de saúde locais.
A tragédia destaca os desafios relacionados à segurança rodoviária na Nigéria, um país que frequentemente enfrenta incidentes semelhantes devido às más condições das estradas e à falta de manutenção adequada nos veículos pesados.
O Irão advertiu que “responderá firmemente” a qualquer ataque por parte de Israel, uma declaração feita pelo chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, durante uma conversa telefónica com o secretário-geral da ONU, António Guterres.
O aviso surge num momento de elevada tensão na região do Médio Oriente.
Araghchi afirmou que, embora o Irão esteja a envidar esforços significativos para garantir a paz e segurança na região, está “totalmente preparado para responder resolutamente a qualquer aventura” perpetrada por Israel.
A declaração foi divulgada através de um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, evidenciando a determinação de Teerão em manter a sua posição no cenário geopolítico.
Recentemente, o Irão lançou cerca de 200 mísseis contra Israel no dia 1 de Outubro, incluindo uma nova classe de mísseis hipersónicos, o que marca uma escalada nas hostilidades.
Estes ataques foram justificados por Teerão como uma resposta ao assassinato de um líder do Hamas em Julho, atribuído a Israel, além de terem sido também uma retaliação pela morte de um general iraniano em um ataque no Líbano.
Abbas Araghchi tem intensificado as suas consultas na região nos últimos dias, tentando acalmar as tensões. O diplomata iraniano já visitou países como o Líbano, Síria, Arábia Saudita, Qatar, Iraque e Omã, e está previsto que chegue hoje à Jordânia, seguindo depois para o Egipto e Turquia.
É importante lembrar que o Irão não reconhece o estado de Israel e desde a Revolução Islâmica de 1979, o apoio à causa palestiniana tem sido um dos pilares da sua política externa.
As recentes declarações e acções do Irão refletem a continuidade dessa postura, em meio a um clima de crescente instabilidade na região. As dinâmicas entre o Irão e Israel permanecem tensas, com ambas as partes a manterem-se em alerta perante possíveis confrontos.
Dentro de 15 dias, os professores em Moçambique poderão paralisar as suas actividades devido ao incumprimento no pagamento das horas extras.
Esta situação, que se arrasta há um ano e meio, foi denunciada pela Associação Nacional de Professores (ANAPRO), que acusa o Governo de falhar com a verdade ao anunciar que os valores já eram transferidos para as contas dos docentes.
Os professores deram um ultimato ao Governo, exigindo a regularização do pagamento do subsídio de horas extraordinárias correspondente aos anos de 2022, 2023 e 2024. “Duas semanas é o prazo que estamos a conceder para que esta situação seja resolvida,” afirmou um representante da ANAPRO.
Na Província de Gaza, o descontentamento é palpável, com os professores a expressarem o seu desagrado em relação ao incumprimento das promessas feitas pelo Governo. A classe educativa denuncia também a existência de inverdades em torno dos pagamentos que foram recentemente anunciados. Como forma de protesto, os docentes ameaçam não divulgar as notas do trimestre em curso, o que poderá inviabilizar a realização dos exames escolares agendados para Novembro.
Em resposta às reivindicações dos professores, o Governo reiterou a sua posição de impossibilidade para atender a esta principal inquietação, citando os custos orçamentais envolvidos.
Esta situação gera um clima de tensão no sector educacional, levantando preocupações sobre o impacto que uma eventual paralisação pode ter na continuidade do ano lectivo e na preparação dos alunos para os exames.
As autoridades e os professores continuam em impasse, enquanto a comunidade educativa aguarda uma solução que ponha fim a este conflito e assegure o cumprimento das obrigações financeiras prometidas.
Um balanço preliminar indica que quatro pessoas ficaram feridas durante uma marcha organizada pelo partido PODEMOS na cidade de Nampula.
O incidente ocorreu quando a polícia tentou dispersar membros e simpatizantes do partido que se reuniram para saudar o candidato presidencial, Venâncio Mondlane.
A marcha iniciou no Aeroporto de Nampula, logo após a chegada de Mondlane, e prosseguiu até ao bairro do Matadouro.
Segundo o oficial de comunicação do PODEMOS na delegação de Nampula, a manifestação era pacífica e visava expressar gratidão à população pelos votos recebidos nas eleições realizadas na última quarta-feira.
“Trata-se de uma manifestação pacífica, na qual o candidato presidencial, Venâncio Mondlane, pretendia saudar a população e manifestar a sua gratidão pelos votos confiados nas eleições da última quarta-feira”, afirmou o representante do partido.
No entanto, o clima pacífico da marcha foi interrompido quando a polícia disparou para dispersar os participantes, resultando em feridos. A situação gerou preocupações sobre a segurança e o direito à manifestação pacífica no país.
A porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), Rosa Chaúque, afirmou que irá pronunciar-se sobre o ocorrido nas próximas horas, o que poderá esclarecer as razões do uso da força para dispersar a manifestação.
A marcha e os incidentes subsequentes levantam questões sobre o espaço político e os direitos de livre expressão em Moçambique, em um contexto onde as tensões políticas têm sido uma preocupação crescente entre os cidadãos e as organizações da sociedade civil.
Um voo da companhia aérea ‘Air India’, designado AXB684, foi alvo de uma ameaça de bomba que levou a Força Aérea de Singapura a mobilizar dois jatos F-15SG para escoltar a aeronave.
O incidente ocorreu na terça-feira, em meio a uma série de ameaças similares que têm assolado a companhia nos últimos dias.
Segundo Ng Eng Hen, ministro da Defesa de Singapura, a ameaça foi recebida através de um email enviado à companhia aérea, levando à rápida acção das autoridades. Os jatos foram mobilizados para assegurar a segurança do voo, que foi redireccionado para longe de áreas residenciais.
Após a aterragem, a polícia de Singapura confirmou que não foram encontrados objectos que representassem uma ameaça, tranquilizando assim os passageiros e a tripulação.
O incidente não resultou em feridos e todos os passageiros do AXB684 puderam continuar as suas viagens sem maiores complicações.
Este foi o terceiro incidente relacionado com ameaças de bomba dirigido a voos da ‘Air India’ em apenas dois dias, conforme relatado pelo jornal The Guardian.
A companhia aérea declarou que tanto ela como outras transportadoras locais têm sido alvo de várias ameaças nas últimas semanas, todas as quais foram posteriormente confirmadas como falsas.
A ‘Air India’ sublinhou a seriedade com que trata todas as ameaças, reafirmando o seu compromisso com a segurança dos seus passageiros.
As autoridades continuam a investigar as origens destas ameaças, enquanto a companhia se prepara para garantir a segurança das próximas operações aéreas.
Dois dos três arguidos envolvidos no caso de desvio de mais de 27 milhões de meticais do Programa Mundial de Alimentação (PMA) foram condenados a penas de prisão de sete meses e dois anos, respectivamente.
O julgamento teve lugar no Tribunal Judicial Provincial de Sofala, onde o juiz da causa, Nelson Gololombe, proferiu a sentença na terça-feira.
Os condenados, um responsável financeiro e sua auxiliar, foram acusados de peculato e falsificação de documentos, crimes que resultaram num significativo rombo financeiro em 2021. A terceira arguida, que é a ex-esposa de um dos co-réus, foi absolvida das acusações que pesavam sobre ela.
Durante o processo, ficou demonstrado que os arguidos utilizaram o montante desviado para adquirir uma série de bens pessoais, incluindo viaturas e imóveis de luxo, além de terem criado empresas que agora terão os seus activos arrestados pela justiça.
Na sentença, o juiz Gololombe informou que a condenação dos arguidos foi convertida em multa, estabelecendo uma taxa diária de 700 meticais. O tribunal justificou esta decisão pela atitude colaborativa dos arguidos, que confessaram os crimes durante o julgamento. Um dos condenados expressou satisfação com a sentença, embora tenha manifestado arrependimento pela sua conduta.
O caso foi desvendado pelo Gabinete Provincial de Combate à Corrupção de Sofala, após a recepção de várias denúncias sobre a gestão dos fundos do PMA. Este desvio de verbas levanta preocupações sobre a utilização de recursos destinados a programas humanitários e a necessidade de reforço na supervisão financeira para prevenir futuras irregularidades. A condenação dos arguidos é vista como um passo importante na luta contra a corrupção na região.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Finanças. Saiba mais.
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A Rede para o Desenvolvimento da Primeira Infância (RDPI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
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A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, Montepuez, Nacala e Nampula pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais de Queixa e Reclamações. Saiba mais.
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