Um trágico incidente ocorreu quando uma estrutura do centro comercial Real Plaza, localizado na área de restauração, desabou, resultando em três mortos e 29 feridos, segundo um comunicado do Ministério do Interior peruano.
As autoridades informaram que, até ao momento, “há três mortos” confirmados, enquanto mais de 200 agentes da polícia e bombeiros estão envolvidos nas operações de resgate. O responsável regional da Saúde, Aníbal Morillo, relatou que do total de feridos, seis encontram-se em estado grave e já foram transferidos para hospitais para receber tratamento urgente.
Segundo a agência de notícias espanhola Efe, o colapso ocorreu durante um período de grande movimentação no centro comercial, o que agravou a situação e complicou os esforços de resgate.
A partir da próxima semana, funcionários e agentes do Estado, com especial destaque para professores e pessoal da Saúde, irão receber a primeira tranche dos subsídios referentes a horas extras, que se encontravam em dívida há vários anos.
O pagamento será seguido pelo saldamento das dívidas aos fornecedores de bens e prestadores de serviços.
Inocêncio Impissa, porta-voz do Governo e ministro da Administração Estatal e Função Pública, enfatizou que esta medida é parte das acções inscritas no plano dos primeiros 100 dias da nova governação. O Governo disponibilizará 1.1 mil milhões de meticais para o pagamento da primeira parte das horas extras, e 400 milhões para a segunda, liquidando, assim, todo o valor em dívida acumulada.
“Neste momento, as unidades orgânicas estão a ser instruídas a imprimir dinâmica e celeridade na produção de folhas, garantindo que no futuro não existam mais atrasos que resultem em dívidas. O nosso objectivo é que, num futuro próximo, as horas extras sejam pagas no mês seguinte, evitando a acumulação de dívidas”, afirmou Impissa.
Relativamente ao pagamento do 13º salário, o porta-voz confirmou que o compromisso foi integralmente cumprido. “Já foi efectuado o pagamento do décimo terceiro salário aos funcionários e agentes do Estado. Neste momento, estamos a processar os salários do mês de Fevereiro, e em seguida iniciaremos o pagamento das horas extraordinárias”, acrescentou.
Durante uma conferência de imprensa para compartilhar as actividades do Governo nas últimas duas semanas, Inocêncio Impissa realçou que o Executivo está comprometido em implementar medidas que aliviem o custo de vida dos cidadãos.
A classe empresarial da província de Maputo manifestou a sua preocupação em relação à falta de condições de segurança para a retoma das actividades comerciais em várias localidades.
Este alerta surge após um encontro com o Secretário de Estado, Henriques Bonjesse, que decorreu na quinta-feira nos distritos de Matutuíne e Boane.
Os empresários relataram casos de vandalização de estabelecimentos e saques de produtos, que têm comprometido a confiança necessária para a reabertura dos seus negócios. Além disso, os bloqueios esporádicos das vias de acesso constituem um entrave significativo à normalização das actividades comerciais.
“No actual contexto, é impossível pensarmos na retoma das nossas actividades sem que haja uma melhoria nas condições de segurança”, afirmou um representante da classe empresarial durante a reunião. A situação tem gerado inquietação entre os comerciantes, que temem por suas vidas e pelos seus investimentos.
O Secretário de Estado, Henriques Bonjesse, ouviu atentamente as preocupações dos empresários e comprometeu-se a articular com as autoridades competentes para implementar medidas que garantam a segurança e a estabilidade na região.
A resposta do governo será crucial para a revitalização do comércio e para o apoio à economia local.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Maputo, o porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, reafirmou a estratégia do Executivo em priorizar medidas de carácter social e económico, em detrimento de acções coercitivas, para lidar com a crescente agitação social que o país enfrenta.
“Estamos a priorizar medidas de carácter social, económicas, mais persuasivas e ambientalistas que permitam que as pessoas intervenham positivamente na pacificação do país”, afirmou Impissa, sublinhando que, embora as medidas coercivas estejam a ser consideradas, não são a prioridade neste momento.
O porta-voz criticou as vandalizações e destruições de infraestruturas públicas e privadas que ocorreram durante os protestos, salientando que estas acções prejudicam directamente as comunidades afectadas. “Nós julgamos que devem ser tomadas medidas para repelir as manifestações sempre que elas ganharem proporções difíceis […] em momentos específicos e em contextos específicos. No entanto, vai-se evitar o máximo”, reiterou Impissa.
Desde Outubro, Moçambique tem vivido um clima de intensa agitação social, desencadeado por protestos e paralisações convocadas pelo ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane, que contesta os resultados eleitorais. Esses protestos têm frequentemente culminado em confrontos entre manifestantes e forças policiais, resultando em feridos e vítimas mortais de ambos os lados.
Nos últimos meses, os protestos, embora em menor escala, continuam a eclodir em várias localidades do país. Além da contestação aos resultados eleitorais, os cidadãos também expressam descontentamento face ao aumento do custo de vida e a outros problemas sociais.
Segundo dados da plataforma eleitoral Decide, uma organização não-governamental que monitora os processos eleitorais, desde o início da agitação, pelo menos 327 pessoas, incluindo dezenas de menores, perderam a vida, e cerca de 750 foram baleadas durante os tumultos.
Em conferência de imprensa realizada na quarta-feira, o porta-voz do Governo moçambicano, Inocêncio Impissa, reafirmou a determinação das Forças de Defesa e Segurança (FDS) em proteger a população e repelir qualquer ameaça à vida dos cidadãos.
A declaração surge em um contexto de crescente preocupação sobre as actividades do grupo paramilitar conhecido como Naparamas, que têm gerado inquietação nas comunidades.
“Estamos atentos. As FDS e as autoridades locais devem repelir qualquer situação que ponha em perigo a vida dos moçambicanos. Esta é a responsabilidade do Estado. Esforços têm sido feitos para garantir que isso não aconteça”, afirmou Impissa, ao apresentar o balanço das actividades dos primeiros cem dias de governação.
O porta-voz do Governo sublinhou a importância de identificar as origens das reivindicações apresentadas pelo grupo Naparamas, para encontrar uma solução adequada. “Não sabemos o que reclamam efectivamente, e este é um grande problema. É preciso saber quais são as reivindicações para, a partir daí, ajustarmos as medidas ou soluções necessárias”, acrescentou.
Os Naparamas surgiram na década de 1980, durante a guerra civil em Moçambique, e são conhecidos por combinarem conhecimentos tradicionais com elementos místicos na sua luta. Historicamente, este grupo tem-se organizado espontaneamente para a autodefesa da população, submetendo os seus membros a rituais que lhes conferem uma alegada protecção sobrenatural.
Recentemente, a tensão entre as FDS e os Naparamas aumentou, culminando em confrontos que resultaram na morte de quatro supostos membros do grupo. O incidente ocorreu na segunda-feira, quando tentavam invadir um posto administrativo na província da Zambézia.
Em outro episódio, em Janeiro, elementos do grupo foram acusados de decapitar um secretário de bairro e expor a cabeça da vítima em praça pública, um ato que chocou a população local.
O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, abordou recentemente uma questão que afecta muitos cidadãos: o elevado custo associado à aquisição da habilitação de condução.
Segundo Matlombe, este valor monetário está aquém das capacidades financeiras de uma parcela significativa da população.
Em resposta a esta realidade, o ministro revelou que já orientou o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) a avançar com a digitalização das cartas de condução. Esta medida visa não apenas modernizar o processo, mas também promover a economia nos gastos envolvidos na impressão dos documentos.
A digitalização das cartas de condução é uma iniciativa que, segundo o governo, poderá facilitar a acessibilidade e reduzir os encargos financeiros para os cidadãos.
Esta mudança representa um passo significativo em direcção à modernização dos serviços públicos e à melhoria da qualidade de vida da população.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve um homem de 39 anos no bairro de Infulene, no município da Matola, sob a acusação de posse de uma substância que se suspeita ser heroína.
A operação, realizada pelas autoridades policiais, culminou com a apreensão da droga, que será submetida a análises laboratoriais para confirmação da sua composição. O detido encontra-se actualmente sob custódia, enquanto as investigações prosseguem para determinar a origem da substância e possíveis ligações a redes de tráfico de drogas.
As autoridades apelam à população para continuar a colaborar com a polícia na denúncia de actividades suspeitas, reforçando o compromisso da PRM na luta contra o tráfico de drogas e na promoção da segurança pública.
Este incidente destaca a importância de uma vigilância contínua e da colaboração comunitária na erradicação de práticas ilícitas que ameaçam a saúde e a segurança da sociedade.
A Polícia da República de Moçambique anunciou a recuperação de duas viaturas que haviam sido roubadas nos dias 16 e 17 de Fevereiro, nos bairros da Liberdade e Matola F, na região metropolitana de Maputo.
Uma das viaturas, uma Toyota modelo Sienta, foi encontrada abandonada na localidade de Mussumbuluco. A outra viatura, uma Nissan Caravan, foi localizada na Matola “D”, apresentando-se sem bateria e com danos na lateral esquerda, evidenciando os esforços dos criminosos para ocultar o veículo.
Após a recuperação, as autoridades lavraram os autos de informação e iniciaram diligências para identificar e capturar os suspeitos envolvidos nos roubos. A viatura Toyota já foi devolvida ao seu legítimo proprietário, enquanto a investigação em torno da Nissan Caravan continua em curso.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que a Ucrânia não será excluída das futuras negociações de paz que envolvem os Estados Unidos, desqualificando as recentes afirmações do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, como “histeria”.
A declaração foi feita durante uma conversa com repórteres após uma visita a um complexo industrial de defesa em São Petersburgo.
Putin sublinhou que as negociações avançaram nas últimas semanas, com delegações dos EUA e da Rússia reunindo-se na Arábia Saudita na passada terça-feira (18), para debater o tema. Contudo, o líder russo ressaltou que um progresso real nas discussões mediadas por Washington só poderá ser alcançado se forem restauradas boas relações entre os dois países.
“Eles querem se sentar à mesa de negociações e serem mediadores entre a Rússia e os Estados Unidos?”, questionou Putin, referindo-se às críticas de Zelensky e de autoridades europeias que têm contestado o formato actual das negociações, o qual exclui a Ucrânia. O presidente russo acrescentou: “Por que ficar histérico aqui? Histeria é inapropriada”.
Putin também revelou que, numa conversa telefónica com Donald Trump no dia 12 de Janeiro, o presidente dos EUA garantiu que a Ucrânia participará das discussões. “O processo de negociação ocorrerá com a participação da Rússia e da Ucrânia. Ninguém vai excluir a Ucrânia deste processo”, afirmou.
Contudo, é importante notar que as mais recentes discussões sobre a guerra na Ucrânia ocorreram sem a presença de representantes ucranianos, levando a críticas acentuadas por parte de Zelensky e de líderes europeus que exigem um lugar à mesa de negociação.
As tensões aumentaram ainda mais após Zelensky expressar a sua recusa em aceitar qualquer acordo que não envolvesse a sua presença e a de aliados europeus. Em resposta, Trump manifestou o seu descontentamento com as declarações do presidente ucraniano, chegando a classificá-lo de “ditador” e alertando-o de que poderia perder o seu país caso não tomasse medidas rápidas.
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro manifestou-se nas redes sociais, afirmando ser um perseguido político e denunciando a existência de uma ditadura no Brasil.
As suas declarações surgem logo após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter formalizado uma acusação contra ele, relacionada com tentativa de golpe de Estado e formação de uma organização criminosa armada.
Na sua publicação na rede social X, Bolsonaro alegou que o cenário político actual no Brasil é um reflexo de práticas autoritárias, afirmando que “o mundo está atento ao que se está a passar”. O ex-chefe de Estado criticou as acusações contra líderes da oposição, considerando-as uma estratégia comum em regimes totalitários para justificar perseguições, censura e prisões arbitrárias.
Embora não tenha mencionado directamente o actual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro reforçou a ideia de que o Brasil está a viver sob um regime que tenta sufocar a liberdade de expressão e silenciar vozes dissidentes. O antigo presidente comparou a situação do país a regimes autoritários na Venezuela, Cuba, Nicarágua e Bolívia, afirmando que “o Brasil está a repetir a cartilha desses países de regimes autoritários”.
As acusações apresentadas pela PGR referem que, após a sua derrota nas eleições presidenciais de 2022, Bolsonaro teria idealizado e tentado implementar um plano para subverter a ordem institucional, um processo que, segundo a PGR, não se concretizou devido à recusa de dois dos três chefes militares em se juntarem à revolta.
Além disso, a Procuradoria-Geral da República alegou possuir provas de que Bolsonaro teria apoiado um plano de generais ligados a ele para assassinar o então presidente-eleito, Lula da Silva, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, e o juiz Alexandre de Moraes, que actualmente é o relator dos processos que envolvem o ex-presidente.
Um incêndio significativo ocorreu na tarde de terça-feira nos Estúdios Globo, localizados em Curicica, na zona oeste do Rio de Janeiro, resultando na destruição de cenários de três novelas da prestigiada emissora brasileira.
Os cenários afectados incluíram os da novela ‘Dona de Mim’ e ‘Êta Mundo Melhor’, que se encontravam em fase final de construção e ainda não tinham sido utilizados. Além destes, a produção ‘Tô de Graça’, que já estava em funcionamento, também foi danificada pelas chamas.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, citadas pela CNN Brasil, o incêndio iniciou num armazém por volta das 14h05 (hora local) e foi controlado algumas horas depois, embora tenha causado danos substanciais à infra-estrutura dos estúdios. Durante a operação de combate ao fogo, três bombeiros ficaram feridos e foram imediatamente transportados para o hospital para receber tratamento.
Imagens partilhadas nas redes sociais mostram o momento em que as chamas consumiam parte dos estúdios, evidenciando a intensidade do incêndio e os esforços dos bombeiros para controlar a situação.
As autoridades competentes estão a investigar as causas do incêndio, enquanto a Globo se prepara para avaliar os danos e as consequências para as produções afectadas. A situação traz à tona preocupações sobre a segurança e a protecção das instalações de produção audiovisual, especialmente em um momento em que a indústria enfrenta desafios contínuos.
Um trágico acidente aéreo ocorreu nas imediações do aeroporto regional de Marana, no estado do Arizona, onde duas aeronaves colidiram, resultando na morte de duas pessoas.
As informações foram confirmadas pelas autoridades locais e divulgadas pela ABC News.
As aeronaves envolvidas na colisão eram um Cessna e um Lancair, com duas pessoas a bordo de cada uma delas, conforme noticiado pelo Departamento Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês). Segundo relatos preliminares, a colisão entre os aviões ocorreu enquanto ainda era manhã, no espaço aéreo local.
Após o impacto, o Cessna conseguiu realizar um pouso seguro, enquanto o Lancair não teve a mesma sorte, despenhando-se ao solo e a incendiando-se em consequência do acidente. A tragédia resultou na morte dos dois ocupantes da aeronave Lancair.
As investigações sobre as causas do acidente estão a cargo do FAA e do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, na sigla em inglês), que já se encontram no local para averiguar os pormenores da ocorrência.
O aeroporto de Marana, que não possui torre de controlo de tráfego aéreo, exige que os pilotos utilizem frequências específicas para comunicar as suas posições às outras aeronaves, sendo o piloto em comando responsável por manter uma distância segura das demais aeronaves durante o voo.
O Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Agostinho Langa Júnior, anunciou que a empresa enfrenta prejuízos significativos, avaliados em 17 milhões de meticais, resultado de actos de vandalização que têm afectado a sua operação.
Em declarações à imprensa, Langa revelou que a CFM está a trabalhar para reforçar a sua resiliência frente a estas perdas, que têm sido constantes. Um dos casos mais recentes foi o cancelamento de um comboio de passageiros que tinha como destino Chicualacuala, na província de Gaza.
Este cancelamento foi motivado por protestos que ocorrem na localidade de Chókwè, tornando-se uma situação recorrente que tem impactado a segurança e a operação dos serviços ferroviários.
“Cancelamos um comboio de passageiros esta manhã porque está a haver manifestação em Chókwè. Os comboios de passageiros têm sido os mais apetecíveis para a vandalização. Então, fomos obrigados a cancelar”, explicou o PCA.
O Papa Francisco revelou, numa conversa recente, a sua preocupação com a gravidade da sua condição de saúde, admitindo que a pneumonia bilateral que o afecta poderá ser fatal.
A informação foi avançada pelo jornal Politico, que destaca a fragilidade do Sumo Pontífice, de 88 anos, e a necessidade de “fechar pendentes” antes da eventual sucessão.
O Papa encontra-se internado no Hospital Gemelli, em Roma, desde o passado dia 14 de Fevereiro, devido a uma infecção respiratória que evoluiu de uma bronquite para uma infecção polimicrobiana das vias respiratórias e, por fim, para uma pneumonia bilateral. Apesar de o seu estado clínico ser considerado “estável”, as fontes próximas ao pontífice indicam que este apresenta dores intensas e tem seguido rigorosamente as recomendações médicas, ao contrário de outras ocasiões em que mostrava resistência a tratamentos.
Informações divulgadas pelo Politico, e citadas pelo portal SIC Notícias, revelam que, inicialmente, o Papa relutou em ser internado, mas acabou por ser aconselhado a procurar ajuda médica sob pena de risco de vida.
Em face da sua saúde cada vez mais fragilizada, o líder da Igreja Católica tem estado a preparar-se para a transição do seu papado, incluindo a extensão do mandato do cardeal italiano Giovanni Battista Re, que permitirá a sua participação em discussões cruciais à porta fechada antes do conclave que escolherá o seu sucessor.
A pneumonia bilateral, que afecta ambos os pulmões, é considerada mais grave do que a pneumonia comum e pode levar à insuficiência respiratória, complicando ainda mais a recuperação do Papa. Com um histórico de problemas pulmonares, que inclui a remoção de parte do pulmão direito há várias décadas, a situação actual suscita a preocupação dos médicos e dos fiéis.
O sector da saúde da província de Gaza anunciou a notável redução de mais de 1.630 casos de malária nas primeiras quatro semanas deste ano, sem registo de óbitos associados à doença.
Este significativo declínio representa uma diminuição de aproximadamente 91,6 por cento em comparação com o mesmo período do ano anterior, que contabilizou acima de 19.500 casos.
Sérgio João, médico chefe provincial em Gaza, atribui esta melhoria a um conjunto de campanhas de educação em saúde e palestras focadas nas medidas de prevenção da malária. Estas iniciativas têm como objectivo sensibilizar a população sobre a importância da profilaxia e dos cuidados necessários para evitar a propagação da doença.
As autoridades locais expressaram optimismo face a estes resultados, destacando a importância da continuidade dos esforços de prevenção e educação em saúde para minimizar ainda mais a incidência da malária na região. Esta redução significativa é um reflexo do trabalho conjunto entre as instituições de saúde e a comunidade, que demonstram um empenho crescente na luta contra esta doença endémica.
Julia Wandelt, a jovem polaca de 23 anos que alegou ser a desaparecida Madeleine McCann, foi detida na passada quarta-feira à noite no aeroporto de Bristol, no Reino Unido.
A detenção ocorreu poucos minutos após a aterragem do avião em que viajava, segundo avançou o jornal Daily Mail.
As autoridades britânicas procederam à detenção de Wandelt sob suspeita de perseguição e assédio aos pais da menina desaparecida, Gerry e Kate McCann. A informação foi corroborada por fontes próximas ao caso, que indicaram que uma amiga de Wandelt, com cerca de 60 anos, também foi detida durante o incidente.
Esta ação das autoridades surge num momento em que Wandelt intensificou a sua presença nas redes sociais, utilizando uma conta intitulada ‘Eu sou a Julia Wandelt?’. Nesta plataforma, a jovem tem partilhado novos resultados de testes de ADN que, segundo afirma, foram submetidos a um “especialista mundial”, alimentando ainda mais as especulações em torno da sua identidade.
O partido PODEMOS acusou formalmente o ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane de ter violado a cláusula de confidencialidade do acordo de coligação firmado entre as partes.
A conclusão foi apresentada no âmbito da décima sessão do Conselho Político do partido, realizada no dia 14 deste mês.
A relação entre o PODEMOS e Mondlane chegou ao fim, mas os ecos dessa parceria continuam a ressoar, gerando tensões internas e externas. Durante a reunião, os membros do Conselho Político discutiram a alegada traição do político, que, segundo o partido, divulgou os termos do acordo nas redes sociais.
“O partido PODEMOS, em nenhum momento, violou qualquer cláusula do acordo coligatório. A violação ocorreu em relação ao princípio da confidencialidade e à forma como a cessação do acordo foi tratada, sendo estes actos de inteira responsabilidade do ex-candidato à presidência da República, senhor Venâncio António Bila Mondlane”, declarou Duclésio Chico, porta-voz do PODEMOS.
Além disso, o partido acusou Mondlane de liderar uma campanha para denegrir a imagem do PODEMOS, utilizando plataformas sociais e canais televisivos para atacar tanto a formação política quanto o seu presidente, Albino Forquilha. “O candidato não só vilipendiou o partido, mas também a sua figura máxima. Este comportamento levou à ruptura do acordo de confidencialidade, sendo ele o responsável por essa violação”, acrescentou Chico.
Cerca de 25 mil das 32 mil famílias afectadas pela severa seca na província de Sofala estão a receber assistência alimentar do Governo e de parceiros, de acordo com informações veiculadas pela Rádio Moçambique (RM).
As famílias beneficiadas residem nos distritos de Chemba, Caia, Marromeu, Nhamatanda, Búzi, Chibabava e Marínguè, regiões que sofreram um impacto significativo na campanha agrária devido à falta de chuvas.
Ermelinda Xavier, porta-voz do Conselho Provincial dos Serviços de Representação do Estado em Sofala, revelou que já foram disponibilizadas 100 toneladas de produtos alimentares para mitigar os efeitos da crise. “Neste momento, aproveitando as chuvas que estão a cair, o esforço que o Governo está a fazer é a alocação de sementes e o fortalecimento da assistência, através de pensionistas, para que a população possa produzir alimentos para garantir a sua sustentabilidade”, afirmou.
A iniciativa visa não apenas suprir a necessidade imediata de alimentos, mas também promover a autossuficiência das comunidades afectadas, permitindo que os agricultores recuperem as suas actividades produtivas. O apoio contínuo do Governo é fundamental para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas e garantir a segurança alimentar na região.
O Tribunal Militar Regional da Guiné-Bissau proferiu na quarta-feira um acórdão que resultou na condenação de quinze indivíduos, entre os quais militares, agentes da polícia e civis, a penas de prisão efectiva que variam entre 12 e 29 anos.
Os réus foram julgados pelo seu envolvimento na tentativa de golpe de Estado ocorrida em Fevereiro de 2022, um caso que se tornou conhecido como “1 de Fevereiro”.
Após três anos em instalações militares, os 26 acusados que estiveram em julgamento conheceram o seu destino judicial. Do total de réus, três foram condenados a 13 anos de prisão, oito a 24 anos e três a 29 anos. Em contrapartida, onze arguidos foram absolvidos, tendo o tribunal concluído que não existiam provas suficientes para sustentar a sua implicação na tentativa de golpe.
Os crimes imputados aos condenados incluem a Alteração do Estado de Direito, Atentado contra o Presidente da República e Homicídio Agravado. O advogado de defesa, Marcelino Intupe, declarou que irá analisar detalhadamente cada um dos casos assim que receber o acórdão, sublinhando que “existem algumas condenações justificáveis e outras pouco justificáveis”.
É importante destacar que, entre os absolvidos, dois indivíduos permanecem detidos, algo que causa estranheza ao advogado Intupe, que questiona a razão pela qual o tribunal não ordenou a sua libertação. O causídico espera ainda que os anos de prisão sejam considerados, uma vez que os condenados já cumpriram mais de três anos de pena enquanto aguardavam o desfecho do processo.
O Tribunal Militar de Bissau afirmou que ficou provado que os quinze condenados atentaram contra o Estado de direito e contra a vida do Presidente da República. O acórdão também fez menção ao trágico saldo de doze vidas perdidas no dia da tentativa de golpe, reforçando a gravidade das acções dos arguidos.
Um trágico acidente de viação ocorreu no distrito de Rapale, na província de Nampula, resultando na morte de quatro pessoas e deixando cinco feridos,...
O aclamado músico moçambicano Stewart Sukuma recebeu uma homenagem no Festival Nostalgia 2026, em reconhecimento ao seu inestimável contributo para a valorização e divulgação...
O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a constituição de uma equipa conjunta para investigar alegações de desvio e venda clandestina...