Uma trágica explosão na refinaria da empresa petrolífera ENI, situada próximo de Florença, ocorreu na passada segunda-feira e resultou na morte de cinco pessoas, além de 14 feridos.
O balanço final foi actualizado na terça-feira, após a recuperação das corporações dos três últimos desaparecidos.
O presidente da região da Toscana, Eugenio Giani, confirmou durante uma visita à refinaria de Calenzano que, neste momento, ainda existem 14 pessoas hospitalizadas, com duas delas em estado crítico na unidade de queimados do hospital Cisanello, em Pisa.
As autoridades locais continuam a investigar as causas do acidente, tendo a procuradoria de Prato iniciado uma investigação por homicídio múltiplo, embora ainda não haja suspeitos identificados.
Segundo uma análise preliminar, a explosão poderá ter sido desencadeada por uma fuga de combustível durante o abastecimento de camiões-cisterna.
Entre as vítimas, destaca-se um dos motoristas dos camiões-cisterna envolvidos, enquanto a identificação dos restantes falecidos aguarda os resultados de testes de ADN.
Pelo menos 22 mil passageiros foram severamente impactados pela interrupção da circulação de comboios e automotoras entre segunda e terça-feira, resultado da colocação de barricadas nas linhas de Goba, Limpopo e Ressano Garcia.
A situação gerou um clima de descontentamento entre os utentes, que dependem do transporte ferroviário não apenas para chegar aos seus postos de trabalho na cidade de Maputo, mas também para obter assistência médica.
Maria Macamo, residente em Ressano Garcia, era uma das muitas pessoas afectadas. Com a intenção de realizar exames de rotina para diabetes no Hospital Central de Maputo (HCM), viu a sua viagem interrompida na Estação da Machava, no município da Matola. “A viagem estava tranquila até chegarmos à Machava, onde nos mandaram descer devido à impossibilidade de prosseguir. Agora, serei obrigada a caminhar até Ressano Garcia. Não tenho onde dormir nem familiares nas proximidades”, lamentou.
Nas estações de Daniel e Matola-Gare, muitos passageiros foram forçados a regressar a casa após longas horas de espera. O professor Manuel Chavisso, que se dirigia à Escola Secundária Josina Machel, também se viu na mesma situação. “Optei pela via ferroviária porque a estrada está bloqueada. Cheguei à estação às 5.00 horas e, quando o comboio de Ressano chegou, fui informado que terminaria na Machava. Resolvi não arriscar e voltar para casa a pé”, relatou.
A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) confirmou, em declarações ao “Notícias”, que a paralisação ocorreu devido a vandalizações que afectaram a circulação na área metropolitana do Grande Maputo. Uma fonte interna garantiu que será reforçada a presença policial nas estações, assim como o destacamento de equipas para a remoção das barricadas, com o objectivo de garantir a segurança e restabelecer a circulação normal de pessoas e bens.
Uma tragédia abalou o icónico Santuário Floresta dos Macacos em Ubud, na Indonésia, na passada terça-feira, quando uma árvore gigante cedeu, resultando na morte de duas turistas.
As vítimas, uma mulher de 32 anos oriunda de França e outra de 42 anos da Coreia do Sul, foram identificadas pelas autoridades locais.
Segundo o comissário chefe da polícia de Ubud, Gusti Nyoman Sudarsana, a queda da árvore ocorreu durante o passeio das turistas pela reserva natural. Além das duas fatalidades, uma outra visitante sul-coreana ficou ferida e foi imediatamente transferida para um hospital nas proximidades, onde está a receber tratamento.
As imagens do trágico incidente rapidamente se espalharam nas redes sociais, gerando uma onda de choque e lamento entre internautas de todo o mundo.
Em resposta aos acontecimentos, o Ministério do Turismo da Indonésia emitiu uma nota de condolências às famílias das vítimas, informando que o santuário permanecerá temporariamente encerrado para garantir a segurança pública.
O departamento também anunciou que irá reforçar os padrões operacionais de segurança em diversas atracções turísticas naturais, especialmente em face das condições meteorológicas extremas que têm afectado a região. O Ministério instou os turistas a exercerem cautela ao se dedicarem a actividades ao ar livre, especialmente em áreas de risco.
O Santuário da Floresta Sagrada dos Macacos, conhecido por abrigar mais de 1260 macacos de cauda longa, é uma das principais atracções turísticas de Bali e é considerado um local sagrado pela população local.
Com a sua combinação de natureza exuberante e rica herança cultural, o santuário atrai visitantes de todo o mundo, que agora se deparam com a necessidade de maior atenção à segurança.
Venâncio Mondlane, candidato presidencial apoiado pelo partido PODEMOS, anunciou na terça-feira a sua intenção de continuar a contestar os resultados das eleições gerais realizadas a 9 de Outubro.
Durante uma transmissão ao vivo na sua página do Facebook, Mondlane prometeu que tomará posse como “Presidente eleito” no dia 15 de Janeiro de 2025, sem clarificar os meios para alcançar tal objectivo.
“Vou tomar posse como Presidente eleito de Moçambique”, declarou Mondlane, reiterando que as manifestações em várias partes do país não cessarão.
O candidato revelou ainda um conjunto de medidas que pretende implementar até à data da sua suposta posse, incluindo a isenção de pagamento de portagens e a suspensão de impostos.
“Na quarta-feira, concluiremos a nossa quarta fase de protestos, mas não vamos parar. Daremos um intervalo e depois iniciaremos a fase ‘turbo V8’, que será anunciada na segunda-feira, dia 16 de Dezembro”, afirmou Mondlane, referindo-se à escalada das manifestações que recentemente têm perturbado a capital, Maputo, e outras vias interprovinciais.
Os protestos, que exigem a “restituição da verdade eleitoral”, têm sido marcados por bloqueios de estradas, impedindo a circulação de muitos cidadãos e provocando atrasos significativos no acesso ao trabalho.
Mondlane advertiu que, caso o governo mantenha os resultados das eleições, as manifestações poderão intensificar-se. “Se o regime ainda quiser impor resultados fraudulentos, não teremos outra alternativa senão avançar para novas fases de protesto”, sublinhou.
Face à repressão policial, os manifestantes têm recorrido a pedras, troncos de árvores e pneus queimados para obstruir as principais vias de acesso à capital.
Segundo a organização não governamental Plataforma Eleitoral Decide, os protestos pós-eleitorais já resultaram em pelo menos 110 mortes desde o dia 21 de Outubro.
A cidade de Maputo enfrenta um cenário inusitado com o adiamento de cerca de 60 casamentos, inicialmente agendados para a segunda semana de Dezembro, em consequência das manifestações que têm perturbado a normalidade da vida no país nos últimos dois meses.
A Primeira Conservatória do Registo Civil de Maputo confirmou que, dos mais de 100 casamentos previstos para esta semana, mais de 60 foram cancelados. A instabilidade social, gerada por protestos e reivindicações populares, está a criar um ambiente de incerteza que impacta directamente a celebração de uniões matrimoniais.
Para além dos casamentos adiados, a conservatória também destacou um aumento significativo no número de divórcios na cidade.
As causas comuns apontadas incluem traição, agressões físicas e a intervenção excessiva de familiares na dinâmica do casal, reflectindo uma crise nas relações conjugais que se agrava num contexto socioeconómico desafiador.
Um incêndio florestal de grandes dimensões deflagrou na noite de segunda-feira, no sul da Califórnia, causando a evacuação de moradores e isolando estudantes da Universidade Pepperdine, localizada em Malibu.
As chamas, que se alastraram de uma área inicial de dois hectares para mais de 700 hectares em apenas um dia, atingiram a famosa cidade costeira, conhecida pelas suas deslumbrantes praias e paisagens naturais.
Segundo informações prestadas pelo xerife do Condado de Los Angeles, Robert Luna, cerca de 18 mil pessoas e 8.100 estruturas estão sob ameaça. Do total, 2.043 estruturas encontram-se sob ordens de evacuação obrigatória, enquanto outras 6.046 foram alertadas com avisos de evacuação preventiva.
O incêndio avança em terrenos acidentados e de difícil acesso, complicando as operações das equipas de emergência. Para combater as chamas, mais de mil bombeiros foram mobilizados, realizando acções tanto por terra como por ar.
“Estamos a coordenar esforços por terra e por ar para enfrentar o incêndio”, declarou o comandante do Corpo de Bombeiros de Los Angeles, Anthony Marrone. O motivo que originou o incêndio permanece desconhecido, mas a situação continua a ser monitorizada de perto pelas autoridades competentes.
O ex-presidente do Everbright Group, uma das maiores instituições bancárias estatais da China, foi condenado hoje a 12 anos de prisão por corrupção, conforme noticiado pela televisão estatal CCTV.
Tang Shuangning, de 70 anos, foi considerado culpado de desvio de fundos por um tribunal da cidade de Tangshan, situada no norte do país.
A detenção do banqueiro ocorreu em Janeiro, após uma longa investigação conduzida pela agência anti-corrupção da China. As autoridades revelaram que Tang apropriou-se indevidamente de três milhões de yuan (aproximadamente 400 mil euros) de dinheiro público entre Abril de 2003, quando ocupava uma posição no Banco Popular da China, o banco central do país.
Além do desvio de verbas, os investigadores descobriram que, entre 2000 e 2017, Tang aceitou ilegalmente bens avaliados em 11,02 milhões de yuan (cerca de 1,4 milhões de euros) durante o exercício de diversas funções, incluindo a presidência do Everbright Group.
Apesar da gravidade dos actos que lhe foram imputados, o tribunal decidiu atenuar a pena de Tang Shuangning, em consideração à sua confissão e colaboração com as autoridades durante a investigação.
Esta condenação surge no contexto da ampla campanha anticorrupção lançada pelo presidente chinês, Xi Jinping, que se intensificou ao longo da última década, com o objectivo de erradicar práticas corruptas na administração pública e no sector financeiro.
O candidato presidencial pelo partido PODEMOS, Venâncio Mondlane, denunciou que a Renamo está a enganar o povo moçambicano ao afirmar ter vencido as eleições realizadas no passado dia 9 de Outubro.
Durante uma transmissão ao vivo na sua conta de Facebook, Mondlane afirmou de forma categórica: “A Renamo mentiu para o povo. Não ganhou as eleições.”
O candidato sublinhou que, segundo a sua análise, “o povo moçambicano sabe que não é a Renamo que merece o primeiro lugar nas eleições de Outubro passado.”
Esta declaração surge num contexto de crescente tensão política, após a Renamo ter declarado que os resultados apresentados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) são uma “farsa”. O partido de oposição, que tem a perdiz como símbolo, alegou ter realizado uma contagem paralela, cujos resultados, segundo a sua versão, confirmam a sua vitória.
Mondlane não hesitou em pedir a demissão do porta-voz da Renamo, Arnaldo Chalaua, sugerindo que a liderança do partido deve assumir a responsabilidade por estas declarações.
A situação política em Moçambique continua a ser marcada por disputas acirradas entre os principais partidos, com a confiança nas instituições eleitorais a ser posta à prova.
A polémica em torno dos resultados das eleições de Outubro promete ser um tema central nos próximos dias, à medida que as partes envolvidas reacendem o debate sobre a legitimidade do processo eleitoral.
As autoridades sul-africanas emitiram um alerta a todos os viajantes que pretendem deslocar-se para Moçambique, recomendando a utilização do Posto fronteiriço de Mananga, situado em Eswatini.
Esta recomendação surge na sequência da suspensão temporária das operações no Posto de Lebombo, que liga a África do Sul a Moçambique, devido aos recentes protestos violentos que têm assolado o país vizinho.
Em comunicado oficial, o governo sul-africano sublinhou que a travessia pelo Posto de Mananga é aconselhada apenas para pedestres e veículos de pequeno porte, uma vez que a situação na fronteira de Lebombo permanece instável.
Ontem, a Ministra dos Transportes da África do Sul, Bárbara Creecy, visitou o Posto de Lebombo, onde fez um apelo aos transportadores de carga para que suspendessem o envio de camiões até que a situação em Moçambique se normalize.
O apelo visa garantir a segurança de todos os envolvidos e mitigar o impacto dos protestos nas operações logísticas entre os dois países.
Os protestos em Moçambique, que têm gerado preocupação entre as autoridades sul-africanas, refletem a crescente tensão social e política no país.
As autoridades locais estão a acompanhar de perto a situação, com o intuito de restaurar a ordem e garantir a segurança nas fronteiras.
A procuradoria de Manhattan apresentou ao juiz responsável pelo caso do Presidente eleito, Donald Trump, uma série de sugestões para arquivar o processo para evitar punições severas ou prolongadas batalhas judiciais, mantendo, no entanto, o veredicto de condenação já proferido.
Em documentos judiciais divulgados na passada terça-feira, o gabinete do procurador sugere que o juiz Juan M. Merchan considere tratar o caso de Trump como se este tivesse falecido.
Esta abordagem, se aceita, colocaria o processo em um estado permanente de suspensão, o que significa que a condenação do ex-Presidente continuaria a ser válida, mas todas as acções subsequentes, incluindo possíveis recursos, seriam congeladas.
Contudo, permanece a dúvida sobre a viabilidade desta proposta dentro do quadro legal do Estado de Nova Iorque. A decisão do juiz sobre este assunto poderá ter implicações significativas para o futuro jurídico de Trump, que continua a ser uma figura polarizadora na política americana.
Nas últimas 24 horas, o Hospital Central de Maputo (HCM), a maior unidade sanitária do país, recebeu um total de 218 pacientes. Dentre estes, 21 pessoas foram admitidas devido a ferimentos resultantes de confrontos ocorridos em várias áreas da província e da cidade de Maputo.
Os feridos, que deram entrada no hospital por volta das 22 horas de segunda-feira, enfrentaram uma espera para atendimento, uma vez que a escassez de técnicos de saúde impediu um atendimento imediato.
A doutora Sánia Cangy, médica de clínica geral, explicou que esta ausência de profissionais se deve aos bloqueios nas vias de acesso, que dificultaram a chegada dos trabalhadores de saúde que habitam em locais distantes da cidade.
Embora não tenha detalhado as circunstâncias que levaram aos confrontos, a doutora Sánia Cangy confirmou que, dos 21 pacientes resultantes das manifestações, um deles se encontra em estado grave.
As autoridades locais estão a monitorar a situação, enquanto a população aguarda por uma resolução pacífica para os recentes tumultos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) fez um apelo à devolução das armas que foram subtraídas por supostos manifestantes durante recentes invasões a sub-unidades policiais.
A exigência foi divulgada na terça-feira pelo porta-voz do Comando Geral da Polícia, Orlando Mudumane, em conferência de imprensa que visou esclarecer a situação do país no contexto pós-eleitoral.
Mudumane afirmou que parte das armas roubadas já foi recuperada, mas que ainda existem algumas em posse de indivíduos que perpetraram os actos de violência. “Neste momento, decorrem diligências para recuperar as armas que continuam nas mãos desses malfeitores, uma vez que nenhum manifestante político se atreveria a atacar uma unidade ou sub-unidade policial”, declarou.
O porta-voz acrescentou que a PRM possui imagens e vídeos que permitem identificar os responsáveis por estas acções, e que estão em curso esforços para neutralizar esses indivíduos.
A situação de segurança no país, segundo as autoridades, tem sido preocupante, com a PRM a reportar 69 casos de perturbação da ordem pública apenas no último domingo, resultando na detenção de dez pessoas.
A Presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, agendou um encontro com o presidente do partido PODEMOS, Albino Forquilha, para esta quarta-feira.
A reunião insere-se no crucial processo de validação das eleições gerais realizadas no passado dia 9 de Outubro.
De acordo com uma nota recebida na redacção, Albino Forquilha poderá estar acompanhado de mais quatro pessoas durante o encontro, que visa discutir os resultados e as eventuais contestações surgidas após o acto eleitoral. A convocação reflete a importância desta etapa na consolidação da democracia e na garantia da transparência do processo eleitoral em curso.
O Conselho Constitucional, enquanto órgão responsável por assegurar a conformidade das eleições com a legislação vigente, desempenha um papel fundamental na avaliação da legalidade e regularidade dos atos eleitorais.
O encontro é, portanto, um passo significativo na análise e validação dos resultados das eleições gerais que marcaram o panorama político nacional.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Informática e Comunicação. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior Provincial de Monitoria e Avaliação – OVC. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Apoio Técnico. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Apoio Psicossocial. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Supervisores Distritais. Saiba mais.
A SAMA – Sacos de Matutuine, S.A pretende recrutar um (1) Facility Maintenance and Repair Technician (Construction Maintenance and Project Management). Saiba mais.
A SAMA – Sacos de Matutuine, S.A pretende recrutar um (1) Senior Electrician/ Electronics Technician – Industrial Production Machinery Maintenance (Woven Sack Manufacturing). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Literacia Climática. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Literacia Climática. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Comunicação. Saiba mais.
A Associação de Solidariedade na Esperança de Vida (OIMPEVI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Professores Voluntários – Física, Matemática, Biologia, Química e TICs. Saiba mais.
A Johanniter International Assistance pretende recrutar um (1) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Officer. Saiba mais.
Nas Filipinas, cerca de 87 mil pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas na terça-feira, após uma breve erupção do vulcão Monte Kanlaon, ocorrida na segunda-feira.
A erupção, que durou apenas quatro minutos, lançou uma coluna de cinzas a uma altura impressionante de quatro quilómetros, provocando o cancelamento de, pelo menos, sete voos na região.
As autoridades locais relataram que uma mistura de lava quente, gás e rochas vulcânicas desceu pela encosta sudeste do vulcão, gerando preocupações sobre a possibilidade de novas erupções. As cinzas vulcânicas espalharam-se por uma vasta área, incluindo a província de Antique, localizada a mais de 200 quilómetros do Monte Kanlaon. O director do Instituto de Vulcanologia e Sismologia das Filipinas, Teresito Bacolcol, enfatizou que a deposição de cinzas está a comprometer a visibilidade e a representar riscos significativos para a saúde da população.
Em consequência da erupção, pelo menos seis voos domésticos e um com destino a Singapura foram cancelados, enquanto outros dois voos na região foram desviados. A Autoridade de Aviação Civil das Filipinas confirmou as interrupções causadas pela actividade vulcânica.
As evacuações concentraram-se nas localidades próximas das encostas oeste e sul do vulcão. Em La Castellana, na província de Negros Occidental, aproximadamente 47 mil residentes foram retirados de uma zona de perigo que abrange um raio de seis quilómetros em torno do vulcão, de acordo com informações da Protecção Civil. Mais de seis mil pessoas foram encaminhadas para centros de acolhimento, enquanto outras encontraram abrigo temporário em casas de familiares.
O Presidente filipino, Ferdinand Marcos Jr., assegurou que as autoridades estão preparadas para prestar apoio aos numerosos residentes deslocados, tendo enviado o secretário do Bem-estar Social para a região afetada.
Além disso, o Instituto de Vulcanologia e Sismologia está a monitorizar a qualidade do ar em virtude do risco de contaminação por gases vulcânicos tóxicos, o que poderá levar à evacuação de mais áreas.
Um homem de 32 anos encontra-se sob custódia policial, após alegadamente ter assassinado a sua esposa em circunstâncias violentas. O incidente ocorreu num prédio abandonado localizado no bairro 7 de Abril, no distrito de Boane.
Segundo as autoridades, o indiciado confessou ter agredido fisicamente a vítima durante uma acesa discussão. Após o crime, o homem teria arrastado o corpo da sua mulher para uma mata nas proximidades, onde planeava queimar o cadáver.
As forças de segurança continuam a investigar o caso, enquanto a comunidade local se encontra em estado de choque face a este trágico acontecimento. A Polícia da República de Moçambique apela à população para colaborar com informações que possam esclarecer os detalhes do crime.
Este episódio lamentável levanta questões sobre a violência doméstica e a necessidade de medidas mais eficazes para prevenir tais tragédias. As autoridades reiteram a importância de denunciar casos de abuso, enfatizando que a protecção das vítimas deve ser uma prioridade.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi submetido a uma craniotomia na noite de segunda-feira, com o objectivo de drenar um hematoma, decorrente de uma queda ocorrida em sua residência no passado dia 19 de Outubro.
De acordo com um boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio Libanês, através da conta oficial de Instagram do presidente, Lula da Silva apresentou-se na unidade hospitalar de Brasília com queixas de dor de cabeça.
Após a realização de uma ressonância magnética, os médicos detectaram uma hemorragia intracraniana, levando à sua transferência para São Paulo para a realização da cirurgia.
Felizmente, o presidente encontra-se “bem” e está a ser monitorizado pela sua equipa médica, que garante que todos os procedimentos estão a ser realizados com o máximo cuidado e atenção.
A situação gerou preocupação entre a população e os seus apoiantes, mas as informações positivas sobre a recuperação de Lula da Silva trazem algum alívio num momento delicado.
A continuidade do acompanhamento médico será essencial nos próximos dias para garantir a plena recuperação do chefe de Estado.
Nos últimos cinco dias, Moçambique tem sido palco de intensas manifestações de repúdio aos resultados eleitorais, que resultaram em 47 pessoas feridas, cinco postos policiais destruídos e 77 cidadãos detidos.
A informação foi divulgada na noite de ontem por Orlando Mudumane, porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM).
De acordo com Mudumane, as manifestações tumultuosas levaram à instauração de 119 processos-crime, evidenciando a gravidade da situação.
O porta-voz da polícia reportou que, além da destruição de postos policiais, foram também danificados quatro postos administrativos e uma conservatória de registo e notariado.
As acções de vandalismo não se limitaram a instalações públicas. Um estabelecimento penitenciário foi invadido e vandalizado, enquanto quatro residências foram alvo de fogo posto, utilizando bombas de fabrico caseiro.
As autoridades moçambicanas continuam a monitorizar a situação, com o intuito de restaurar a ordem e garantir a segurança dos cidadãos.
A tensão nas ruas reflete o descontentamento popular com os resultados das eleições, levantando questões sobre a estabilidade política e social no país.
Um professor britânico de 35 anos, natural de Prestwich, Manchester, sobreviveu de forma “milagrosa” a uma queda de 15 metros de uma varanda, enquanto se encontrava de férias na capital cambojana, Phnom Penh.
Nicholas Jones, que lecciona inglês em Xangai, na China, saiu para a varanda da sua acomodação após ter consumido bebidas alcoólicas, quando escorregou devido ao chão molhado pela chuva.
“Saí para a varanda para fumar depois de algumas bebidas. Chovia e escorreguei, só me lembro de acordar no chão”, relatou Jones ao jornal britânico Metro. A queda, que o fez embater no chão de betão, chocou os médicos que o atenderam no hospital, onde foi levado de urgência. A equipe médica ficou impressionada por ele sobreviver sem lesões internas ou traumatismos cranianos.
“Os médicos disseram que tinha um anjo da guarda, pois não apresentava ferimentos na cabeça ou hemorragias internas”, afirmou o professor. Apesar da sua sorte, Nicholas não escapou sem consequências; sofreu fracturas em três dedos do pé esquerdo, no pé direito, no fémur esquerdo e no cotovelo direito. Actualmente, um mês após o acidente, encontra-se em fisioterapia com o objectivo de recuperar a mobilidade e voltar a andar.
Testemunhas que assistiram à queda relataram que Jones colidiu com dois aparelhos de ar condicionado durante a descida, um facto que poderá ter contribuído para a sua sobrevivência.
A história de Nicholas Jones serve como um lembrete do poder da sorte e da resiliência humana diante de adversidades.
A Síria entrou numa nova era de incertezas após a queda do regime de Bashar al-Assad, ocorrida no último domingo, quando o grupo rebelde Hayat Tahrir al-Sham (HTS) proclamou a libertação da capital, Damasco.
O presidente deposto, juntamente com sua família, refugiou-se em Moscovo, onde recebeu asilo político.
Depois de 13 anos de uma devastadora guerra civil, que resultou em inúmeras atrocidades e violações dos direitos humanos sob o governo autoritário da família Assad, a renúncia do regime foi celebrada como um marco histórico.
O HTS, que se destacou na luta contra o governo de Assad, anunciou a libertação de grandes cidades, culminando na tomada de Damasco, conforme demonstrado em um vídeo transmitido pela televisão estatal síria.
A ofensiva rebelde, que se desenrolou ao longo de 11 dias, reavivou um conflito que se encontrava relativamente estático desde o cessar-fogo estabelecido em 2020. O HTS começou sua campanha com um ataque surpresa em Aleppo, a segunda maior cidade do país, no dia 30 de Novembro, antes de expandir suas operações para Hama e Homs, avançando inexoravelmente em direção à capital.
Na manhã de ontem, o ex-primeiro-ministro sírio, Mohammad Ghazi al-Jalali, anunciou a entrega do poder ao líder do HTS, Abu Mohammad al-Jolani, após uma reunião que visava estabelecer uma transferência de poder que assegurasse a prestação de serviços à população síria. O novo primeiro-ministro, al-Bashir, já tinha experiência anterior como líder da região rebelde de Idlib, no norte da Síria.
Em comunicado, al-Jolani expressou confiança na capacidade de sua administração em levar adiante as necessidades do povo sírio, destacando a experiência adquirida em Idlib, uma região com escassos recursos, mas que demonstrou resiliência e competência na gestão de diversas questões locais.
A queda do regime de Assad gerou reacções mistas a nível internacional. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, referiu-se à brutalidade do governo deposto, que resultou na morte de centenas de milhares de sírios, mas também alertou sobre os desafios que o futuro poderá trazer para a Síria. “A queda desse regime é um ato de justiça. É um momento histórico de oportunidades”, declarou Biden.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) confirmou que a nova fase do fenómeno climático El Niño, já identificado nas províncias de Gaza e Inhambane,...
O presidente da Argentina, Javier Milei, acusou o Brasil e outros países de estarem financiando uma campanha contra a Argentina.
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