Eren Toben queimou até à morte a namorada porque não queria ser pai.
Maria Peiner, de 19 anos, estava grávida, mas a notícia não terá agradado ao namorado, um ano mais velho, que com ajuda de um colega de escola armou uma cilada para pôr termo à vida da jovem.
Eren terá fingido que iria às compras de roupa para o bebé com a namorada. A caminho do centro comercial os dois amigos Eren e Daniel, terão levado Maria à força para uma zona florestal em Berlim. Aí bateram-lhe com um pedaço de madeira, esfaquearam-na e regaram-na com combustível antes de a incendiarem.
Eren e Daniel foram detidos e sentenciados a 14 anos de prisão.
Maria estava grávida de oito meses e estaria feliz por vir a ser mãe. Já Eren, e segundo afirmou a juíza em tribunal, quereria “uma vida livre de encargos”.
O conselho empresarial de Manica, no centro de Moçambique, conta desde quinta-feira (18), com novo presidente do órgão que vai substituir o anterior que será encabeçado por Samuel Domingos Guisado.
Samuel Domingos Guisado será coadjuvado por José Fernandes Coelho, ambos eleitos com 12 e 8 votos respectivamente, que vieram substituir o anterior dirigido por Victor Faustino, a pouco mais de quatro anos nos destinos da agremiação.
Os recéns eleitos, comprometeram-se em elevar as actividades do elenco anterior e tentar fazer mais para que esta classe empresarial tenha mais contacto com executivo e seu mandato tem como maior desafio aglutinar-se junto do governo para debaterem e solucionar os problemas da província.
Testemunhando o escrutínio o presidente da confederação das associações económicas de Moçambique CTA Rogério Manuel que disse na ocasião que o acto, visa encontrar um gestor provincial para reforçar a máquina executiva local.
As eleições tiveram lugar na noite da quinta-feira, na cidade de Chimoio, província de Manica centro do país, presididas pela secretaria permanente desta região Francisca Muluana, que instou o sector privado da província para tornar ramo competitivo em relação ao volume de produção.
De salientar que Victor Faustino dirigiu os destinos da agremiação durante quatro anos nesta região central do país que já passam a serem dirigidos pelo Samuel Domingos Guisado desde quinta-feira (18).
Um casal cristão que foi condenada à morte no Paquistão por blasfémia contra o profeta Maomé alegou ter sido torturado para confessar o crime.
Shafqat Emmanuel e Shagufta Kausar, de Gojra, no mesmo país, foram considerados culpados de enviar uma mensagem de texto através de um celular.
O casal, que possui 4 filhos, foi preso em Julho de 2013 depois que a imã local (pessoa que conduz orações em uma mesquita), Maulvi Mohammed Hussain, afirmou que o homem havia usado o telefone da esposa para lhe enviar um texto insultando o profeta.
Emmanuel, que é paralisado da cintura para baixo, afirmou que a única razão pela qual assumiu a autoria do texto foi a de que sua esposa estava sendo torturada pela polícia porque negava o feito.
“Não há homem que possa suportar ver sua esposa sendo torturada pela polícia, e de modo a salvar a minha esposa, eu confessei”, relatou ele em um apelo para conseguir fiança.
O casal alegou que seu aparelho havia sido roubado meses antes de a mensagem ter sido envidada. Farukh Saif, que presta assistência jurídica a eles, disse que não havia qualquer evidência de que as mensagens foram enviadas de um aparelho de propriedade do casal.
Emmanuel e Kausar foram inicialmente condenados à morte, mas é provável que passem o resto de suas vidas na cadeia.
Foi apresentada uma queixa em razão da condição de deterioração do homem, alegando que a falta de tratamento na prisão deixou-o com escaras e problemas de saúde que o oferecem risco de morte.
As Leis de blasfémia do Paquistão são duras e acusações contra o Islã são levadas muito a sério no país. Ser considerado culpado de profanar o Alcorão ou blasfemar contra o profeta Maomé é punível com morte ou prisão perpétua.
Dois indivíduos estão a conta com a polícia desde quarta-feira (17), no distrito de Gondola, província de Manica no centro de Moçambique, acusados de prática de assalto com recurso a arma de fogo nas províncias de Manica e Sofala respectivamente.
Na posse de dois indiciados, foram apreendidos dois pares de uniformes de polícia de protecção que eram usados pelos supostos meliantes para intimidar as vítimas.
Os indiciados reconhecem o seu envolvimento no crime e disseram que a arma por eles usada nas suas incursões, pertence ao tio de um dos indiciados e o fardamento da polícia de protecção ora apreendido, furtaram na residência de um membro da corporação em Muxungué.
Aliás, para este ano, este é o primeiro caso registado pela polícia em Manica de miliantes que usam material da polícia para lograrem seus intentos. Entretanto, nos anos anteriores já foram detidos outros amigos de alheios, que também estavam envolvidos nos casos de géneros.
A Polícia da República de Moçambique em Manica, disse que a arma que era usada para a prática criminal ainda não foi encontrada, pelo que as diligências prosseguem no sentido de neutralizar outros membros da quadrilha.
Elsidia Filipe, porta-voz do comando da polícia em Manica, sublinhou ainda que tudo está se será feito com vista a continuar a desencorajar este tipo de criminalidade nesta região central de Moçambique.
As forças de defesa e segurança moçambicanas recomeçaram nesta quinta-feira (18) a fazer escoltas obrigatórias a viaturas em circulação num troço da Estrada Nacional nº 1 (EN1), na região Centro de Moçambique, para prevenir ataques de grupos armados.
A escolta militar tinha aplicada no mesmo troço entre 2013 e 2014 devido às hostilidades militares que na altura se registavam e só cessaram após a assinatura do Acordo de Cessação de Hostilidades Militares, a 05 de Setembro de 2014, pelo então Presidente da República, Armando Guebuza, e o líder do partido Renamo, Afonso Dhlakama.
“Restituímos as escoltas no troço entre Save e Muxúnguè, visando garantir a segurança das pessoas“, adiantou à Lusa Sididi Paulo, oficial de imprensa do comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Sofala, após uma série de ataques nos últimos dias que as autoridades atribuem à homens armados do partido Renamo.
Esta medida já tinha sido aplicada no mesmo troço, entre 2013 e 2014, na última crise política e militar entre Governo e Renamo, e, apesar disso, foram registados vários ataques que deixaram um número desconhecido de mortos e feridos, incluindo civis, e fortes danos na economia do país. “Este troço já foi palco deste tipo de incidentes anteriormente e, com estes últimos acontecimentos, decidimos voltar ao sistema de caravanas para proteger as populações“, justificou Sididi Paulo.
Segundo a oficial de imprensa da PRM, as colunas são feitas como nos outros anos, entre as 6 horas e às 18 horas, com “um carro militar em frente, outro no meio e um terceiro no fim da coluna“, assegurando, porém, que a situação está calma. “A situação está controlada. Desde o ataque de ontem [quarta-feira], ainda não registámos nenhum outro incidente“. Sididi Paulo não avançou prazo para o fim das escoltas, afirmando que “esta situação vai prevalecer até haver garantia de que já há segurança para que as pessoas transitem“.
Nos últimos dias vários ataques atribuídos a homens armados do partido Renamo voltaram a provocar o medo e insegurança na EN1, a única estrada que liga o sul ao centro e norte de Moçambique, concentrados no troço Save-Muxúnguè mas também na Gorongosa e Maringué, na província de Sofala.
Entretanto o partido Renamo evitou comentar a instalação destas escoltas militares obrigatórias e a confirmar a autoria dos recentes ataques no centro do país, declarando apenas que cabe às autoridades garantirem a segurança das pessoas.
Questionado pela agência Lusa se os recentes ataques na EN1, na província de Sofala, foram realizados por homens armados do maior partido de oposição António Muchanga, o porta-voz da Renamo, limitou-se a dizer que “é tarefa das forças de defesa e segurança garantirem a segurança das pessoas que transitam, independentemente de quem ataca“.
Sobre a instalação de escoltas obrigatórias, António Muchanga recusou-se a fazer comentários, alegando que não é militar.
O nosso país estava em tréguas militares, desde a assinatura do Acordo de Cessação de Hostilidades Militares, contudo a guerra retomou a seguir às Eleições Gerais cujos resultados não são reconhecidos pelo partido Renamo. O maior partido de oposição ameaça tomar o poder em seis províncias do norte e centro do país, onde o movimento reivindica vitória eleitoral.
O partido Renamo pediu recentemente a mediação do Presidente sul-africano, Jacob Zuma, e da Igreja Católica para o diálogo com o Governo, que se encontra bloqueado há vários meses.
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, tem reiterado a sua disponibilidade para se avistar com o líder da Renamo, mas Afonso Dhlakama considera que não há mais nada a conversar depois de a Frelimo ter chumbado a revisão pontual da Constituição para acomodar as novas regiões administrativas reivindicadas pela oposição e que só retomará o diálogo após a tomada de poder no centro e norte do país.
Um consórcio português formado pelas empresas Mota Engil e Soares da Costa edificaram a Piscina Olímpica do Zimpeto, sem colocar viga, muito menos pilares. Em menos de 5 anos, ruiu e matou uma pessoa e 8 feridos.
Trata-se do complexo que alberga a Piscina Olímpica do Zimpeto e alguns espaços de lazer, comummente apelidado de “bloco zero” que no passado fim de semana, quando terminava de acolher uma prova do Campeonato de Natação Verão 2016, a uma ventania, cedeu tendo esmagado viaturas que estavam estacionadas, em seu redor, causando a morte, no local, do treinador dos Tubarões de Maputo e ao mesmo tempo seleccionador nacional de Natação, Frederico dos Santos.
Aos olhos de qualquer cidadão é notório a péssima qualidade das obras, após o desabamento, onde o destaque vai para falta de vigas e pilares que suportam as paredes.
Uma comissão de inquérito foi despachada para o local, formada pelos Ministérios da Saúde; Juventude e Desporto; Obras Públicas e Do Trabalho, Emprego e Segurança Social que tem a missão de, em sete dias, dar a conhecer as reais causas do desabamento.
A par das obras construídas no âmbito dos jogos africanos, também uma estrutura de campo de treinos de basquetebol, no recinto do clube da Maxaquene, também foi abaixo no mês passado.
Uma outra infra-estrutura construída também “às pressas” foi a Vila Olímpica que até antes dos novos proprietários, na sua maioria jovens, estarem ao serviço de pagamento por 25 anos, já aparentavam ter deficiências que provavelmente antes mesmo de terminar com a amortização pode não estar em condições habitáveis. Até lá, um trabalho de revisitar as estruturas será necessária.
A indústria da maconha nos Estados Unidos não brinca em serviço. Foria Relief é uma nova forma de tentar explorar o potencial mercadológico da erva.
A empresa criou um supositório vaginal que une manteiga de cacau e concentrado de THC e CBD, componentes presentes na maconha que prometem relaxar os músculos do corpo feminino, proporcionando alívio.
Cada cápsula contém 60mg de THC e 10mg de canabidiol. Tudo, vale o grifo, sem efeito psicoativo da planta. Como chegaram no produto? A região pélvica é a parte do corpo com mais receptores canabinoides, depois do cérebro, diz o fundador da Foria, Mathew Gerson.
O mau tempo que se fez sentir durante o final da tarde e início da noite do sábado (20) causou a morte de sete cidadãos no distrito de Boane, na província de Maputo, deixou algumas dezenas de feridos e destruiu cerca de uma centena de habitações de construção precária.
Depois do calor intenso sentido na províncias de Maputo, devido a influência de um sistema de baixas pressões de origem térmica, no final da tarde de sábado o tempo alterou-se chovendo com intensidade e levantando-se vento com rajadas relativamente fortes. Muitas habitações de construção precária, e mesmo aquelas que são edificadas com blocos não rebocados, sem vigas e cobertas por chapas de zinco, não resistiram à força da natureza e caíram.
De acordo com as autoridades do distrito, citadas pela Rádio Moçambique, pelo menos 90 dessas casas tinham ficado destruídas.
Uma escola e uma igreja também ficaram danificadas devido a força do vento que causou 39 feridos. Sete pessoas perderam a vida devido ao desabamento de habitações e electrocussão.
Um casal de diplomatas foi surpreendido a ter relações sexuais numa casa de banho, enquanto decorriam as negociações sobre a permanência dos britânicos na União Europeia, em Bruxelas.
Segundo o jornal “Daily Mail”, o casal estava trancado num lavabo do edifício Lex, na capital belga, quando, na noite de quinta-feira, diplomatas eslovenos os apanharam.
O casal será de nacionalidade alemã, avança o “The Sun”, o que, a confirmar-se, não irá agradar à chanceler Angela Merkel.
O edifício Lex é usado por intérpretes e tradutores e, mesmo ao lado, decorriam as difíceis negociações entre o Reino Unido e os restantes líderes europeus.
O acordo foi alcançado na noite se sexta-feira com apoio unânime. O primeiro-ministro britânico conseguiu garantir um “estatuto especial” para o seu país dentro da União Europeia, anunciou através do Twitter.
A Igreja católica na Bélgica recebeu, desde 2012, mais de 400 queixas de alegadas vítimas de abusos sexuais cometidos por padres quando eram menores, anunciaram esta segunda-feira responsáveis católicos.
Em Abril de 2010, o antigo bispo de Bruges Roger Vangheluwe confessou ter abusado de dois sobrinhos e apresentou a demissão.
Esta confissão desencadeou a apresentação de milhares de testemunhos sobre abusos sexuais cometidos por padres ou membros das congregações religiosas ao longo de décadas na Bélgica. Acusada de ter mantido o silêncio sobre os crimes e confrontada com uma crise, a Igreja decidiu, no início de 2012, apostar na transparência e convidou as vítimas a apresentarem-se através de dez “pontos de contacto”, comprometendo-se num processo de indemnização.
Em 2012, 286 pessoas apresentaram-se num destes pontos de contacto. Em 2013, eram 37 e em 2014-2015, 95. Ao todo, 418 “comunicações” no período 2012-2015, disseram, em conferência de imprensa, o bispo de Tournai (oeste), Guy Harpigny, e de Antuérpia (norte), Johan Bonny, na apresentação de um novo relatório anual das iniciativas da Igreja neste domínio.
As alegadas vítimas são, de um modo geral, relativamente idosas – 87% tinham mais de 40 anos e 41% mais de 60 – e 71% eram do sexo masculino. Os factos denunciados ocorreram há mais de 30 anos, em 80% dos casos. Na altura dos factos, 89% das alegadas vítimas tinham menos de 18 anos e 23% menos de dez. Os dois bispos pediram a outras eventuais vítimas “para se manifestarem” e “acabar com o tabu”.
Unidas desde o ventre, as gémeas Lynda e Ann agora estão unidas também na viuvez.
As irmãs de 61 anos, que se casaram na mesma cerimónia em 1975, em Derby, na Inglaterra, ficaram viúvas com apenas um dia de diferença.
Os maridos Ron Ross e Derrick Tomlinson, que eram melhores amigos e vizinhos desde a infância, conheceram as gémeas na mesma noite de 1973, em uma boate.
Ron trabalhava como polidor de carros enquanto Derrick era motorista. As gémeas trabalham como merendeiras na mesma escola.
Oito anos atrás, Derrick perdeu os dedos do pé por causa da diabete e precisou parar de trabalhar.
Mas Ron, que foi diagnosticado com um câncer no intestino no ano passado, foi o primeiro a morrer, no dia 7 de Fevereiro, aos 64 anos. Um dia depois, Derrick sofreu um ataque cardíaco e morreu no mesmo hospital.
O funeral conjunto será na próxima quarta-feira (24).
“Foi um milagre eles terem partido juntos. Nossa conexão de gémeas vai definitivamente nos ajudar a lidar com isso juntas. Amo Derrick e vou sentir falta dele para sempre“, chorou Lynda em entrevista ao “Derby Telegraph”. Ela tem duas filhas, Marie e Sarah, e seis netos. Ann tem três filhos, Andrew, Adam e Lindsay.
Moçambique vive dias muito difíceis agudizados por uma crise política desde as últimas eleições gerais que tiveram lugar em Outubro de 2014.
Este impasse, reportado pelo Global Voices em Novembro de 2015, está cada vez mais premente com o escalar de mortes e destruição de bens na zona centro do país. Há relatos de confrontos entre as forças governamentais e o maior partido de oposição, a Renamo, conforme relatam alguns órgãos noticiosos:
“Os homens armados da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança voltaram a confrontar-se na manhã de hoje no troço Rio Save-Muxúngúe, [mais] concretamente em Zove, Distrito de Chibabava, Província de Sofala. Os confrontos fizeram com que a circulação das viaturas naquele canto da nossa pérola do Índico ficasse interrompida por algumas horas“.
Os relatos são tantos que os cidadãos, receosos, clamam pela Paz. Abinelto Bié disse:
“Após quase 2 anos da assinatura dos Acordos de Cessação das Hostilidades Militares entre as as forças governamentais e a Renamo, os moçambicanos voltam a viver o drama das colunas no troço entre Muxungwe e Rio-Save na província de Sofala no centro do país. Tal cenário deve-se aos ataques ocorridos há dias naquele ponto do país, onde aventa-se a possibilidade de terem sido perpetrados por homens armados da Renamo, aliás, a Polícia da República de Moçambique em Sofala atribui a autoria dos ataques a Renamo, tendo em conta o aviso dado há dias por este partido político onde anunciou o bloqueio da EN1 no troço aqui referido“.
A escolta de viaturas, em algumas estradas de Moçambique, já é uma realidade como relata Francey Zeúte:
“Confirmado: Voltamos às escoltas/colunas no [troço] Rio Save – Muxungué“.
Dino Foi, diz não perceber as acções da Renamo:
“Então a Constituição da República (a Bíblia do nosso país )deve ser pontapeada para acomodar orgias pela governação parcial da nação? Sabe que os carros que anda a destruir, independentemente de serem de privados ou do Estado, tem um efeito nefasto na nossa economia? Quem lhe deu essa autoridade para andar a disparar sobre civis? Penso que já é altura de ilegalizar alguns partidos, retirar imunidade e colocar na cadeia quem deturpa a ordem pública. Queremos trabalhar e desenvolver o nosso país“.
Estes acontecimentos fizeram com que o Consulado Português em Moçambique emitisse um alerta aos cidadãos que viajam para a zona centro de Moçambique:
“Persistem tensões político-militares entre o Governo moçambicano e o maior partido de oposição, Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), sobretudo nas províncias do centro [Sofala, Manica, Tete e Zambézia e norte de Inhambane], onde têm vindo a ser noticiados incidentes, incluindo confrontos armados, declara o aviso“.
As autoridades consulares portuguesas recomendam “medidas adicionais de prudência, vigilância e autoproteção” nas zonas de risco, que, além da estrada N1, na província de Sofala, incluem também a N6, em Manica, enquanto a situação de instabilidade perdurar, para além do acompanhamento do evoluir da situação através da comunicação social.
O ensaio da circulação de viaturas de transporte de passageiros na faixa exclusiva, no sentido centro da cidade/Zimpeto, na capital moçambicana, está temporariamente suspenso.
A medida deve-se às conversações em curso entre as partes envolvidas no projecto sobre o condicionamento do tráfego na Avenida da OUA, uma via que dá acesso à Estrada Nacional Número Um, EN-1 a partir da Avenida 24 de Julho, rodovia que os carros de transporte de passageiros usam para sair do centro da cidade.
Outra razão da suspensão dos testes vespertinos é, de acordo com o director municipal de Transportes e Trânsito na cidade de Maputo, a necessidade da criação de mecanismos de escoamento do tráfego desde a Missão Roque ao centro da cidade, que praticamente parava o condicionamento no sentido contrário.
Segundo a edição desta sexta-feira do “Notícias”, Carlos Diante não precisou a data do fim das discussões técnicas que envolvem o Conselho Municipal de Maputo, o Instituto Nacional de Transportes Terrestres, INATTER, Trans African Concessions, TRAC, a concessionária da EN-4, e os transportadores.
Entretanto, deixou claro que um dos grandes nós de estrangulamento é a largura da OUA.
A abertura de uma faixa de circulação exclusiva para transportadores de passageiros nas tardes passa pelo condicionamento do tráfego naquela rodovia e na EN-4 de modo que haja um terceiro corredor a escoar o tráfego da Praça 16 de Junho até à Portagem de Maputo na contra-mão.
A TRAC já veio a público dizer que é inviável tirar uma das duas faixas do sentido Matola/Maputo, sob pena de gerar um engarrafamento de paralisar completamente a circulação. Ao que a concessionária explicou, a intensidade de tráfego em ambos os sentidos é praticamente igual nas tardes.
Sem a OUA outro possível acesso à EN-1 seria a Avenida do Trabalho, mas, de acordo com o director, aquela via é demasiadamente estreita e torna-se inviável.
A fonte disse que a solução deverá sair da concertação em curso, pois não faz sentido abrir-se faixa exclusiva apenas na Avenida de Moçambique e as viaturas continuarem a passar por congestionamentos a partir dos terminais do centro da cidade.
O insólito aconteceu num clássico da liga Turca, entre o Galatasaray e Trabzonspor a contar para jornada 22ª.
Onde a equipa visitante terminou a partida com sete (7) jogadores em campo, no momento em que o arbitro ia mostrar o cartão vermelho ao Luís Cavanda (Trabzonspor), gerou-se uma confusão e o cartão foi parar nas mãos de Salih Dursum (Trabzonspor) e esse por sua vez expulsou o arbitro da partida.
Com essa atitude o Salih Dursum acabou por ir tomar banho mais cedo e a sua equipa acabou por perder o jogo por duas bolas a uma (2-1).
Está detido na 2ª esquadra da PRM na cidade de Xai Xai, um membro da Renamo indiciado de tentativa de roubo de armas no posto policial de Mazivila,distrito de Bilene.
Trata se de Domingos Mucadui,um major desmobilizado em 1994 ao abrigo do acordo geral de paz.
A equipa do MMO trás uma reportagem fotográfica que resume os danos causados pelos ventos fortes que assolaram a cidade de Maputo no último sábado (21). O temporal foi de tal maneira violento que causou grande destruição na Vila Olímpica, localizada no Bairro do Zimpeto. Veja as imagens.
O acto sucedeu-se hoje, sábado (19), aquando do término da prova nacional de natação por volta das 19 horas, altura que os participantes já se faziam às suas casas. No momento, estes foram surpreendidos pela ventania que, a essa hora, se fez sentir na cidade de Maputo.
Devido a esse incidente uma pessoa perdera a vida, o Treinador Nacional de Natação, Frederico dos Santos. Junto a ele estavam a esposa e filhos que tiveram ferimentos.
Gilberto Mendes, falando às câmeras da TVM, disse que na altura de construção da piscina foram tomadas todas as precauções para construir-se o muro numa posição que pudesse aguentar ventos velozes. Porém admite que havia muita pressa em construir a piscina, tanto que a parede era muito longa e sem viga.
A Ministra da Saúde afirma que até ao momento algumas vitimas sobreviventes foram transferidas para os hospitais José Macamo (5 vítimas) e Hospital Central de Maputo (8 vítimas), entre as quais 3 inspiram maiores cuidados intensivos pois tiveram traumatismo crânio-encefálico, assim, esperam exame de TAC. A boa noticia em meio de tanta tristeza é que as vitimas estão conscientes.
O trabalho de perícia será realizado amanha logo nas primeiras horas do dia para se apurar efectivamente o motivo do sucedido. Assim, desde já, a piscina encontra-se encerrada.
O ministro Desenvolvimento Económico da Nova Zelândia, Steven Joyce, foi atingido no rosto por um pénis de borracha arremessado por uma mulher durante uma entrevista colectiva em Waitangi. A cena foi filmada e fez sucesso nas redes sociais no país.
Joyce conversava com os jornalistas sobre a assinatura de um acordo, no dia 4 de Fevereiro, quando um grupo protestava contra a assinatura. Em um determinado momento, uma mulher arremessou o pénis de borracha e acertou o rosto do ministro.
O ministro participou da assinatura do Tratado Transpacífico (TPP), um acordo de livre comércio. O TPP foi assinado pelos ministros e representantes de EUA, Japão, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Peru, Malásia, México, Nova Zelândia, Singapura e Vietnã.
Um homem de 52 anos, casado, com dois filhos e morador de Kozhikode (Índia), desenvolveu “gravidez psicológica” após fazer sexo com outro homem.
De acordo com reportagem do “Times of India”, o indiano afirmava que podia sentir o bebê se mexendo dentro dele. Ele não queria aceitar o parecer médico de que, obviamente, não havia gestação.
O caso foi supervisionado pelo médico Suresh Kuma, que afirmou nunca ter visto nada semelhante.
O paciente teve relacionamentos homossexuais na adolescência, que acabaram reprimidos quando ele se casos e teve os dois filhos.
“Geralmente, vemos sintomas da gravidez psicológica em alguns pais, como enjoos, ganho de peso e insónia quando as suas parceiras ficam grávidas”, comentou o médico.
“A homossexualidade ajudou na sua crença da gravidez, mas ela não afectou o seu casamento”, acrescentou.
O indiano foi tratado com medicamento antipsicótico e está respondendo bem.
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