Uma criança de seis anos idade morreu, na tarde de ontem (14), após cair do 11º andar de um prédio localizado na zona Baixa da Cidade de Maputo. Foi um fim trágico, registado num momento em que a menor encontrava-se sozinha em casa.
Como tem sido habitual, a criança de seis anos de idade brincava na varanda do apartamento situado no 11º andar do Prédio Cardoso, quando desequilibrou-se e caiu. Os pais encontravam-se a trabalhar e a empregada doméstica com quem a pequena tem ficado, tinha descido para área de serviços do prédio, a fim de lavar a roupa. Testemunhas dizem que tudo aconteceu num ápice.
“Eu estava sentado aqui ao lado. De repente, ouvi barulho de uma janela. As tantas alguém diz que parecia pessoa. Movimentamo-nos e fomos ver de que se tratava. A corpo da criança estava mesmo ali”.
Reagindo ao sinistro, Paula Tivane, empregada com quem a criança ficava na ausência dos pais, disse, meio zonza: “Nos primeiros dias eu levava a criança, quando ia lavar a roupa, lá a baixo. Mas ela não gostava de ir comigo. Então a mãe disse para eu passar a deixá-la em casa. Por isso deixei-a sozinha hoje, como tem sido habitual. Eu não esperava que isso podia acontecer… as janelas e as portas estavam trancadas. Acho que ela levou uma cadeira. Aproximou-se à janela e saltou…”, disse inconformada Paula Tivane, a empregada.
A menor foi tirada do alpendre do prédio pelo corpo de bombeiros. Tomados pela dor da perda, os pais da criança preferiram não prestar declarações.
Paula Tivane trabalha para a família da criança há três meses.
De vara em punho e óculos de sol sempre à mão, Francisco Sabalo Pedro, angolano e ex-militar da tropa colonial portuguesa, conta que ainda sabe de cor, aos 68 anos, os nomes de todos os filhos e que os reconhece na rua. Nada de especial, não fosse o caso de ter sido pai a cada cinco meses em 40 anos.
É na verdadeiramente desértica aldeia da Ilha do Mungongo, na província do Namibe, que o ‘sultão’ Tchikuteny, como também é conhecido localmente, vive com a esposa, a “Dona Eva”, com quem se casou em 1975, e grande parte das actuais 42 outras companheiras.
Pelo meio há um registo oficial de 167 filhos vivos e mais 50 que já morreram.
“Elas não estão pelo modo carnal, mas pelo espiritual”, começa por explicar à Lusa, debaixo de um sol escaldante, o “pai grande” do Namibe, fundador da Igreja de Jesus na Cruz da Missão do Evangelho, que está na origem da família Tchikuteny, já lá vão mais de 40 anos.
“Nasceram-me 217, os outros morreram. O último foi em 2014, era um miúdo de oito anos que caiu à lagoa. Custa-me muito”, desabafa, pausadamente e de expressão clara, para logo de seguida recordar a empresária de 40 anos, que é a sua filha mais-velha.
A história de Francisco Sabalo Pedro escreve-se ainda na tropa colonial portuguesa, em Luanda, onde prestou serviço e aprendeu a ler e a escrever. Depois de desmobilizado com a independência de Angola, regressa ao Namibe para fundar a igreja, começando a alfabetizar o povo local e a explicar a doutrina da bíblia.
“Avanço com o evangelho, tirando as pessoas do obscurantismo deste povo, que não tinham conhecimento de Deus“, recorda, explicando em simultâneo que é o “domínio espiritual”, juntamente com a protecção e o apoio, que as mulheres ainda procuram nele. Tudo sempre explicado com diferentes e várias passagens da bíblica, que sabe de cor.
Por não terem terminado os trabalhos de casa, dois alunos indianos foram punidos de uma forma que está a chocar o mundo.
O professor de um centro de explicações obrigou os alunos a despirem-se à frente da turma como castigo. Depois disso, expulsou-os da sala de aula e manteve-os do lado de fora da porta, como explica o Metro UK.
As imagens tornaram-se virais, com muitos internautas a pedir uma intervenção dos pais dos alunos e da polícia indiana.
Moçambicano detido há uma semana com 50 quilos de droga, avaliada em 16 milhões de meticais, na África do Sul, vai hoje ao Tribunal de Barberton, província sul-africana de Mpumalanga, pedir liberdade condicional sob caução.
A droga estava escondida e selada num dos tanques de combustível do carro Toyota Prado de matricula sul-africana.
Os líderes da comunidade moçambicana em Joanesburgo questionam o sistema de segurança na fronteira de Moçambique, porque traficantes são apanhados do lado sul-africano depois de passarem por Ressano Garcia.
Um homem que enterrou sua esposa após a mulher morrer em um acidente de carro ficou em choque depois que a viu em um canal de TV à procura dele.
Abragh Mohamed pensava que sua esposa tinha falecido em 2014, quando a enterrou em um velório no Marrocos.
Mas dois anos depois Mohamed a viu novamente no programa “Al Mujtafun” (Desaparecidos), depois que seus amigos a reconheceram e o avisaram.
A esposa contou que havia perdido o contacto com o marido. Acredita-se que ela tenha perdido a memória após o acidente.
O mais chocante é que o homem não sabe quem foi a pessoa que ele enterrou no velório que pensava ser sua esposa. “Não sabia que havia sepultado um corpo diferente e que minha mulher ainda estava viva”.
O homem soube por telefone da morte de sua esposa, quando foi comunicado que deveria ia ao local onde o corpo estava, para pagar a conta médica.
Ele chegou e já encontrou a “esposa” envolta por lençóis, dentro de um caixão. Após pagar a conta, ele fez o funeral em Azilal.
A situação dos Direitos Humanos no Sudão do Sul, país no leste da África, é “uma das mais espantosas” do mundo, declarou nesta sexta-feira (11) a Organização das Nações Unidas (ONU), que afirma em um relatório que o governo permite que combatentes “estuprem mulheres como forma de salário”, segundo a France Presse.
“Trata-se de uma das situações mais espantosas no mundo para os direitos humanos, com um uso maciço dos estupros como instrumento do terror e arma de guerra“, afirmou Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, ao apresentar um relatório das Nações Unidas sobre a situação no país.
Em seu relatório, a ONU afirma que, “segundo fontes confiáveis, as autoridades permitem que grupos aliados estuprem as mulheres como forma de pagamento“, seguindo o princípio do “façam o que puderem e tomem o que quiserem”.
“A escala e o tipo de violências sexuais – que geralmente são cometidas pelas forças governamentais do Exército Popular de Libertação do Sudão e por suas milícias afiliadas – são descritos com detalhes terríveis, assim como a atitude – quase casual, mas calculada – daqueles que massacraram civis e destruíram bens e meios de subsistência“, afirma Zeid Ra’ad al Hussein.
Crimes de guerra
O relatório da ONU contém relatos sobre pessoas, incluindo crianças e deficientes físicos, que foram assassinadas, queimadas vivas, asfixiadas em contêineres, executadas, penduradas ou cortadas em pedaços.
“Diante da amplitude, da profundidade e da gravidade das acusações, da repetição e das similaridades observadas no modo de operação, o informe conclui que existem motivos razoáveis para crer que estas violações podem ser consideradas crimes e guerra e/ou crimes contra a humanidade“, disse o Alto Comissário da ONU.
Segundo as Nações Unidas, “a grande maioria das vítimas civis não parecem ser o resultado dos combates, mas de ataques deliberados contra civis“.
Para a ONU, “os actores estatais têm a maior responsabilidade pela violência cometida em 2015, diante do enfraquecimento das forças da oposição“.
O Sudão do Sul completou quatro anos de independência em relação ao Sudão em Julho deste ano. O país de quase 12 milhões de habitantes, que é o mais novo do mundo, é também uma das nações com pior situação humanitária.
Há mais de um ano e meio, o país sofre com a guerra civil que opõe o presidente Salva Kiir e seu ex-vice-presidente, Riek Machar, acusado de preparar um golpe de Estado. De acordo com a agência para refugiados da ONU, o Acnur, o conflito provocou mais de 2,2 milhões de deslocados.
Deste total, mais de 730 mil pessoas que viviam no Sudão do Sul fugiram para países vizinhos e 1,5 milhão tiveram que abandonar as suas casas e procurar abrigo em outras regiões do país. Além disso, o Sudão do Sul acolhe mais de 250 mil pessoas que fugiram do vizinho Sudão.
O número de civis refugiados nas seis bases da Missão da ONU no país (Minuss) já ultrapassou os 150 mil, sendo que alguns estão ali desde o início dos combates, em Dezembro de 2013. Mais de 10 mil pessoas chegaram apenas na semana passada, segundo os números apresentados pela Minuss.
Guerra entre facções
A guerra no Sudão do Sul começou em Dezembro de 2013 com combates entre duas facções do exército, dividido pela rivalidade entre o presidente Kiir e seu ex-vice. Diversas milícias se uniram a cada lado, com confrontos marcados por massacres de carácter étnico.
Os combates se intensificaram em Abril, quando o exército sul-sudanês, SPLA, iniciou uma ofensiva contra as forças rebeldes no departamento de Mayom, que era uma importante região petroleira antes da destruição provocada pela guerra.
A violência no país atingiu tais níveis que, em algumas ocasiões, a ONU denunciou “violações generalizadas dos direitos humanos”. Atrocidades como o assassinato de crianças, castrações, estupros e degolas são alguns exemplos do que ocorre na região.
Em maio, a Unicef denunciou o assassinato de 26 de crianças – algumas de apenas 7 anos – e o sequestro de dezenas de outras em ataques realizados por grupos armados, formados homens e meninos armados, vestidos de militares ou civis, no estado de Unidade.
Independência
O Sudão do Sul conquistou sua independência em relação ao Sudão em Julho de 2011, depois que um referendo realizado em Janeiro daquele ano aprovou a separação com 98,83% dos votos a favor. O referendo estava previsto em um acordo de paz de 2005 que encerrou décadas de guerra civil.
As diferenças étnicas e religiosas do que então era apenas um país foram o principal ponto de conflito entre os dois lados. A população do sul (hoje o Sudão do Sul), formada por diversos grupos étnicos de maioria cristã ou animista, se sentia discriminada pelo governo centralizado em Cartum (no Sudão), de maioria muçulmana e que tentava impor a lei islâmica.
O governo de Cartum foi o primeiro a reconhecer a nova nação, num sinal de secessão tranquila para aquele que foi, até então, o maior país da África – que agora é a Argélia.
A situação económica no país piorou muito desde 2012, quando o governo decidiu fechar a produção de petróleo, até então o petróleo correspondia a 98% da receita pública do país, após discordâncias bilaterais com o Sudão, que tinha toda a infraestrutura para a sua comercialização, como oleodutos, refinarias e portos do Mar Vermelho.
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, considerou que o diálogo com a Renamo não pode ser condicionado, referindo-se implicitamente à exigência do maior partido de oposição em envolver a mediação a África do Sul, União Europeia e Igreja Católica.
“O diálogo deve acontecer naturalmente e para isso escolhemos uma equipa encarregue de preparar o encontro com Afonso Dhlakama (líder da Renamo)“, afirmou Filipe em Nyusi, numa conferência de imprensa na quarta-feira em Lisboa apenas para jornalistas moçambicanos.
Filipe Nyusi, que assistiu na quarta-feira em Lisboa à posse do novo Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, convidou na semana passada o líder da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) para a retoma do diálogo, tendo designado uma equipa para preparar um encontro ao mais alto nível e pedindo ao partido de oposição a nomeação urgente dos seus representantes.
Em resposta, o gabinete de Dhlakama mostrou-se disponível para voltar às conversações, mas, “como forma de evitar os acontecimentos do passado”, sujeitou às conversações a pontos prévios, nomeadamente a mediação do Governo da África do Sul, União Europeia e Igreja Católica.
Nyusi e Dhlakama avistaram-se duas vezes no início de 2015, mas o diálogo entre Governo e Renamo está bloqueado há vários meses, levando o líder da oposição a ameaçar tomar o poder nas seis províncias onde reclama vitória nas últimas eleições gerais.
A instabilidade em Moçambique tem vindo a deteriorar-se, com acusações mútuas de ataques armados, raptos e assassínios de dirigentes políticos.
Nas últimas semanas, foram registados ataques em várias estradas do centro do país atribuídos à Renamo, confrontos entre as duas partes e a fuga de milhares de pessoas para o vizinho Malawi.
Durante a visita a Lisboa, além da posse de Marcelo Rebelo de Sousa e de um encontro com o novo estadista português, Filipe Nyusi avistou-se com o primeiro-ministro, António Costa, mas não houve declarações dos dois governantes aos jornalistas.
À chegada a Lisboa, na terça-feira, o Presidente moçambicano manifestou a vontade em aumentar as relações de cooperação e económicas com Portugal, que classificou como “excelentes”.
Uma mulher da Roménia arrancou o testículo esquerdo de seu marido porque ele não lhe deu flores no dia internacional da mulher, e em seguida se recusou a ajudar nas tarefas domésticas.
Ionel Popa, de 39 anos, de Vaslui County, no nordeste do país, foi levado para o hospital com seu escroto rasgado depois que sua esposa, Marinela Benea, de 40 anos, agarrou seus testículos e puxou violentamente.
O testículo esquerdo de Popa ficou pendurado para fora de seu escroto após a pele ter sido rasgada.
O homem foi obrigado a passar por uma cirurgia de emergência para reparar o dano, e agora está em condição estável.
Após o incidente, Benea disse que não sabia que sua força pudesse causar um problema tão grande.
Ela contou que durante todo o dia tentou fazer o que o marido pedia, mas depois que pediu a ele para ajudar nos trabalhos domésticos e foi repreendida, ficou furiosa e agarrou os testículos dele.
Ela disse: “Não foi minha culpa – ele se afastou quando isso aconteceu”, alegando que o homem foi culpado de ter rasgado o testículo.
O casal está junto há 15 anos e tem um filho de 15 anos de idade.
O Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) encontrou açúcar com peso abaixo do normal a ser comercializado na Shoprite da Matola, na província de Maputo. O supermercado será sancionado pela instituição tutelada pelo Ministério da Indústria e Comércio por prejudicar os consumidores do produto.
É desta forma que arrancou ontem a campanha a pente fino do Instituto de Normalização e Qualidade. Tudo é fiscalizado ao detalhe para garantir que os clientes não sejam lesados na hora da compra.
Para não permitir que os comerciantes façam primeiro a limpeza da casa para depois receber os fiscais, estes efectuam visita-surpresa. Foi assim que os técnicos do INNOQ conseguiram descobrir que o açúcar castanho de um quilo que está na prateleira da Shoprite da Matola pesa, afinal, cerca de 930 gramas.
O Partido dos Trabalhadores (PT), no poder no Brasil, considerou hoje que o pedido de prisão preventiva de Lula da Silva carece de “fundamento” e é apenas um “evento mediático”.
O pedido de prisão preventiva apresentado pela Procuradoria-geral de São Paulo “vai de encontro ao que tem sido feito pelo procurador e seus aliados, sem provas, contra Lula“, afirmou aos jornalistas o presidente do PT, Rui Falcão, depois de uma reunião no Instituto Lula em que participou o antigo chefe de Estado.
Rui Falcão qualificou a solicitação da Procuradoria de “pedido desbocado”, de “ignomínia” e de atentado ao “sentido comum” e disse acreditar que a Justiça “não acatará o pedido”, que se baseia em alegados crimes de branqueamento de dinheiro e falsificação de documentos num processo de corrupção paralelo à investigação das irregularidades da Petrobras.
Lula da Silva foi informado do pedido de prisão preventiva pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, e reagiu com “tranquilidade”, segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa.
Rui Falcão também reconheceu que Lula “deve estar a pensar” se aceita um cargo ministerial, mas ainda não decidiu até ao momento.
O líder do PT insistiu que o procurador responsável pelo caso “não tem imparcialidade” porque “antes de ouvir qualquer pessoa disse a uma revista que ia denunciar o ex-Presidente”.
Rui Falcão realçou também que a reunião no Instituto Lula “não foi de emergência”, mas que já estava programada há dias com os sindicatos e militantes do partido para discutir a reforma do regime de jubilações e a agenda económica do Governo.
No entanto, como admitiu o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, a agenda “complica-se com o actual cenário político”.
O PT confirmou mobilizações em defesa de Lula em todo o país para os dias 18 e 31 de m«Março e fez um apelo para que os militantes não vão para as ruas no próximo domingo, quando os partidos da oposição têm marcada uma jornada de protesto contra o Governo.
Uma família assistiu horrorizada ao momento em que um filho de 11 anos de idade cortou o próprio dedo, após ser repreendido por jogar games demasiadamente.
O menino, que nomeado com o pseudónimo Xiaopeng pela imprensa chinesa, foi levado para o hospital para uma cirurgia de tentativa de recolocar o dedo após o incidente.
Uma discussão aconteceu depois que o adolescente começou a jogar seu game preferido no smartphone logo que acordou.
Quando sua mãe lhe repreendeu dizendo que ele seria um mal exemplo para o irmão de 6 anos, Xiaopeng começou a pensar o que fazer para corrigir o problema.
Depois que seu pai também lhe repreendeu para defender a esposa, a situação se agravou e o menino decidiu realizar um auto ataque.
Em um acesso de raiva, Xiaopeng pegou uma faca e decepou seu dedo indicador esquerdo.
O menino foi rapidamente levado, junto com o dedo, para um hospital onde foi submetido a uma operação de três horas para recolocar o membro.
Os médicos disseram que ele terá que esperar mais uma semana para saber se a operação foi bem sucedida.
A Ministra da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namashulua, ordenou o afastamento do chefe de planificação no Conselho Municipal da Maxixe, em Inhambane.
O afastamento deste funcionário, professor de carreira, surge na sequência de um trabalho de investigação no quadro de denúncias sobre actos de corrupção caracterizados pela adjudicação de obras na base de comissões e abuso de poder.
Havendo indícios do seu envolvimento, a Ministra da Administração Estatal e Função Pública ordenou a suspensão deste funcionário do cargo de vereador de urbanização e imediatamente ser devolvido ao sector de Educação, de onde é proveniente.
Contrariamente a esta indicação, o Presidente do município da Maxixe criou um gabinete para aparentemente acomodar, Jacinto Chaúque, que está neste momento a ocupar o cargo de chefe da referida repartição de planificação.
Carmelita Namashulua apela ao bom senso do Presidente do município, Simão Rafael, para afastar Jacinto Chaúque dos quadros da edilidade, para permitir o prosseguimento normal da investigação pelos órgãos da administração da Justiça.
“Naquilo que cabia a mim como Ministra da Administração Estatal e Função Pública, dentro das minhas competências orientei ao Presidente do município para que mandasse cessar dois funcionários, o director da UGEA e o director de infra-estruturas porque há indícios de envolvimento destes, na gestão não-transparente da coisa pública”, referiu Carmelita Namashulua.
Ministra da Administração Estatal e Função Pública acredita que mais quadros do município da Maxixe poderão ser afastados pelo seu envolvimento em actos de corrupção.
A Coreia do Norte lançou no mar dois mísseis balísticos de curto alcance nesta quinta-feira (10), desafiando uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, num momento em que forças da Coreia do Sul e dos Estados Unidos realizam um grande exercício militar.
O país também anunciou nesta quinta que está desfazendo todos os acordos com a Coreia do Sul para projectos de intercâmbio comercial e vai “liquidar” os activos sul-coreanos deixados para trás em território do Norte.
A Coreia do Norte tem um grande estoque de mísseis de curto alcance e também está desenvolvendo mísseis de longo alcance e intercontinentais. Os mísseis disparados nesta quinta-feira voaram cerca de 500 quilómetros a partir da cidade de Wonsan, na costa leste, e provavelmente eram da série soviética Scud, de acordo com o Ministério da Defesa de Seul.
O Japão, que está dentro da área de alcance de um variante dos mísseis Scud de maior alcance, apresentou um protesto junto à embaixada da Coreia do Norte em Pequim, segundo a agência de notícias japonesa Kyodo.
A Coreia do Norte normalmente lança mísseis de curto alcance quando as tensões estão elevadas na península coreana. O regime de Pyongyang fica especialmente insatisfeito com os exercícios militares anuais realizados por EUA e Coreia do Sul, que o Norte diz ser uma preparação para invadir o país.
O governador do Niassa exorta aos malawianos para evitar a retirada de marcos ao longo da fronteira comum entre os dois países.
Na sua recente visita ao distrito de Mandimba, Arlindo Chilundo manifestou a sua indignação com o comportamento que coloca em causa a soberania do Estado.
Esta situação verifica-se sobretudo nas fronteiras delimitadas pelos distritos de Ngauma e Mandimba, onde a Rádio Moçambique apurou que são derrubadas árvores e destruídos outros sinais fronteiriços.
Arlindo Chilundo apelou à vigilância da população na denúncia de casos de violação e afastamento de marcos fronteiriços.
“A subida dos preços de alimentos é inevitável na África do Sul, devido ao impacto da seca”, afirmou o ministro sul-africano da Agricultura, falando, esta terça feira na Assembleia Nacional.
Senzeni Zokwana, referiu que as perdas resultantes da seca no sector agrícola são estimadas em dezasseis biliões de randes.
O Ministro disse por outro lado, que a resposta do governo a esta crise está para além de um bilião de randes.
O montante inclui uma alocação de mais de quinhentos milhões aos pequenos agricultores e mais ainda um financiamento de cento e trinta milhões de randes da corporação, para o desenvolvimento industrial destinados aos agricultores comerciais
Zokwana assegurou, por outro lado, que o governo estava a considerar um pedido formal ao tesouro nacional para compensar as perdas no sector agrícola.
À África do Sul vai importar, em breve, quatro milhões de toneladas de milho para atender as necessidades domésticas- referiu o ministro da Agricultura.
Na presente campanha, o país produziu o equivalente a sete milhões e duzentas mil toneladas de milho que irão responder as necessidades locais de consumo apenas até Abril próximo.
O Ministro Senzeni Zokwane afirmou que apesar da gravidade da situação, não vai ser necessário o governo declarar a seca um desastre nacional, dada a melhoria que se regista nas províncias atingidas pelo fenómeno.
“Declarar um desastre nacional poderia implicar a redução da assistência dos bancos ao sector agrícola”, defendeu Zokwana.
Ainda assim, quatro das nove províncias sul-africanas foram declaradas áreas de desastre.
Estimativas recentes do Banco Mundial referem que mais de cinquenta mil pessoas poderão a curto prazo passar a viver abaixo da linha limite da pobreza, na África do Sul.
Um homem foi preso, na última terça-feira, em Cuiabá, no Brasil, após agredir a filha e a obriga-la a passar 16 horas ajoelhada de castigo por usar uma rede social.
Segundo informações do G1, o pai da adolescente já tinha agredido também uma outra filha, de 11 anos, e a mulher.
A polícia fez saber que, durante o castigo, a adolescente chegou a desmaiar por não ter comido nada, além de ter diversos hematomas pelo corpo.
“Ela contou que era muito espancada e que até com o cabo do martelo ele bateu nas filhas um dia. Eram sessões de tortura. Um absurdo. Quando mãe ia defendê-las também era espancada“, afirmou o delegado André Eduardo Ribeiro.
Durante a denúncia à polícia, a mãe e as filhas choraram muito ao contarem as agressões.
“Elas tinham medo de denunciar porque ele ameaçava-as de morte. Percebi que elas tinham muito medo dele“, relatou.
O homem foi detido e acusado de violência doméstica.
O Governo moçambicano anunciou estar a investigar as acusações de alegadas violações dos direitos humanos das Forças de Defesa e Segurança contra populações da província de Tete e refugiadas no Malawi, devido a confrontos com a Renamo.
“Sobre a referência de alegadas violações dos direitos humanos, reportadas por alguns órgãos de comunicação social, o Governo reitera o seu compromisso em continuar a trabalhar com todos os segmentos da sociedade para compreender em que consistem tais violações dos direitos humanos e tomar medidas apropriadas à luz da lei“, indica um comunicado do Conselho de Ministros moçambicano enviado à Lusa.
O Governo, em colaboração com os órgãos da Administração da Justiça, prossegue a nota de imprensa, está a reforçar as medidas visando a consolidação do Estado de direito, para garantir o respeito contínuo pelos direitos e liberdades fundamentais no país.
As autoridades moçambicanas estão a coordenar com instituições especializadas nacionais e internacionais a prestação de assistência humanitária aos moçambicanos que fugiram para o Malawi, bem como assegurar o seu regresso e assentamento no país, acrescenta o texto do Conselho de Ministros.
“A promoção do diálogo com todas as forças vivas da sociedade constitui um dos principais compromissos do Governo de Moçambique, tendo em vista contribuir para a consolidação da unidade nacional, paz e bem-estar do povo moçambicano“, refere o comunicado.
O Governo moçambicano condena supostos ataques protagonizados pelo braço armado da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), apontando o diálogo como a única via para a restauração da paz no país.
Na terça-feira, a responsável pelo centro de acolhimento de Kapise, no Malawi, disse à Lusa que quase 11.000 moçambicanos estão concentrados num campo de refugiados improvisado no local Kapise (sudoeste do Malawi) para fugir aos confrontos militares.
Contactada telefonicamente pela Lusa a partir de Lisboa, Monique Ekoko disse desde Kapise, a apenas seis quilómetros da fronteira com Moçambique, que, até segunda-feira, foi possível registar 8.776 moçambicanos, estimando que estarão a aguardar idêntico procedimento cerca de 2.250 outros.
“Até ontem [segunda-feira] registámos 8.776 moçambicanos que estão a pedir asilo. Alegam que têm estado a ser perseguidos pelas tropas governamentais (moçambicanas na província de Tete), que as suas casas têm estado a ser queimadas e que essas forças os acusam de albergarem soldados da Renamo“, explicou Monique Ekoko.
Segundo a responsável pelo centro de acolhimento, que indicou não haver cidadãos de outras nacionalidades, essas informações têm sido comuns aos moçambicanos que estão a chegar a Kapise desde Tete, atravessando a fronteira aleatoriamente sem passar pelos postos fronteiriços oficiais.
A 01 de Março, o governador de Tete, Paulo Auade, negou a existência de refugiados moçambicanos no Malawi, defendendo que a maioria das pessoas que estão em Kapise são cidadãos malauianos que, por causa da seca, “se fazem de deslocados”.
No entanto, Auade acabou por ser desmentido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação moçambicano, Oldemiro Baloi, que, dois dias depois no parlamento, confirmou a existência de moçambicanos a precisar de assistência no Malawi e que a prioridade do Governo de Moçambique é garantir assistência humanitária, embora sem admitir que se trata de refugiados.
“Para se ter o estatuto de refugiado, não é automático. A atribuição dessa categoria subordina-se a requisitos, que incluem ser requerente de asilo, mas, independentemente disso, a componente humanitária sobrepõe-se a essa questão“, frisou Baloi.
Os passageiros e a tripulação da Air France ficaram perplexos quando encontraram uma criança de um ano, na bagagem de uma mulher.
O caso ocorreu na noite de segunda-feira, no voo AF1891 da Air France de Istambul para Paris, quando um passageiro notou movimentos numa mala. Depois de informar a tripulação, a mulher e o bebé foram deslocados para a parte da frente do avião, onde ficaram até ao final da viagem.
Uma testemunha contou ao site “Planet.fr” que a mulher “queria abrir a mala e foi nessa altura que um passageiro viu que alguma coisa estava a mexer-se dentro da mala“.
Assim que se descobriu o bebé, as autoridades francesas foram chamadas ao local de destino do avião. A Air France está a cooperar abertamente com a investigação em marcha.
A Polícia de Manica, centro de Moçambique, deteve um homem suspeito de matar quatro familiares no interior de uma residência, motivado pela feitiçaria, disse à Lusa fonte Policial.
Elcídia Filipe, porta-voz do comando da Polícia de Manica, contou que o suspeito prendeu por fora a porta da residência do irmão, em Vanduzi, na madrugada de segunda-feira com um arame e de seguida espalhou combustível em redor da construção e incendiou a casa, matando o casal e duas crianças menores.
“Do trabalho feito pela polícia, concluímos que quem executou toda acção ou este ato criminoso foi o irmão do finado, porque foi ao curandeiro, que lhe disse coisas de obscurantismo e decidiu pela via que usou“, disse Elcídia Filipe.
Segundo a porta-voz, o homem também sofreu queimaduras, que levantaram suspeitas à polícia.
O suspeito, disse Elcídia Filipe, foi capturado no distrito de Barue, quando estava em fuga para a cidade de Tete, no centro de Moçambique, onde reside, e confessou o crime, justificando-o com o obscurantismo.
A polícia diz que o suspeito acusava o irmão de usar a feitiçaria para enriquecer à custa de mortes de familiares, incluindo alguns dos seus filhos.
A porta-voz mostrou preocupação com este caso, que remete para outros no passado e que têm em comum a motivação do obscurantismo.
“O obscurantismo não serve para fundamentar qualquer comportamento que fere a lei, então ele vai ser responsabilizado“, concluiu Elcídia Filipe.
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