O actual modelo de exportação de madeira em vigor em Moçambique vai ser alterado por se considerar que é lesivo dos interesses do Estado e dos próprios operadores do ramo, afirmou o ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural num encontro realizado em Maputo.
O ministro Celso Correia disse que ao abrigo do novo modelo haverá a criação de uma entidade capaz de regular a exportação de madeira de modo a garantir a sua gestão de forma sustentável, tendo para viabilizar a discussão e eventual aprovação do novo mecanismo sido alargado por três meses, até 1 de Julho, o período de veda no abate de árvores.
“Trata-se de uma decisão que se pretende seja transitória até termos uma indústria florestal consolidada”, disse o ministro, que acrescentou estar convicto de que o novo modelo permitirá aumentar dos actuais 20 milhões de dólares para 140 milhões de dólares a receita fiscal do Estado decorrente da exploração florestal.
Celso Correia pretende ainda eliminar a exploração florestal em regime de Licenças Simples para, de seguida, criar uma cadeia de valor completa, cujo pacote incluirá o repovoamento florestal, tendo em vista conceber um sector de florestas completamente diferente nos próximos dois anos.
O ministro adiantou que caso um novo modelo não seja adoptado, Moçambique corre o risco de, nos próximos anos, igualar-se à Tanzânia onde já não se corta madeira e Madagáscar onde uma das espécies comerciais mais procuradas desapareceu.
As propostas apresentadas pelo ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural foram feitas no decurso da terceira Reunião Nacional de Operadores Florestais Madeireiros, de acordo com a agência noticiosa AIM.
As autoridades malaias apreenderam 18 cornos de rinoceronte avaliados em 13,67 milhões de ringgit malaios (2,91 milhões de euros) vindos de Moçambique.
Hamzah Sundang, director do departamento da alfândega do aeroporto de Kuala Lumpur, indicou que os funcionários realizaram uma inspecção a um dos armazéns do recinto e descobriram caixas de madeira suspeita procedente de África.
“A equipa encontrou nas caixas 18 cornos de rinoceronte com um peso total de 51,4 quilos”, declarou Sundang, em conferência de imprensa no aeroporto, indicou o jornal New Strait Times.
As autoridades abriram uma investigação para esclarecer a procedência da carga, que chegou ao país num avião de mercadorias vindo de Moçambique, com escala em Doha.
Os documentos que acompanhavam as caixas “são falsos”, disse o responsável.
Réu por matar a mulher, um kosovar surpreendeu o juiz e os espectadores do próprio julgamento ao dar um soco no rosto do advogado de acusação, em Dublin, na Irlanda.
Vesel Jahiri, de 35 anos, deixou Patrick Marrinan com um sangramento no nariz e acabou imobilizado no chão por cinco policiais. Com a violência, o homem, que se declara inocente, foi banido da Corte.
Acusado de matar a mãe de seus filhos, Anna Finnegan, em 2012, ele sentava no banco do advogado de defesa após demitir seus advogados e assumir a função. Jahiri já havia sido banido do próprio julgamento depois de interrogar testemunhas de maneira evasiva. Na ocasião, o magistrado entendeu que ele estava “abusando da posição para jogar alegações ao alto como confete”.
Segundo a mídia local, o réu ficou furioso ao saber que não teria tempo para o discurso de encerramento. O juiz Coffey pediu um intervalo de 20 minutos e anunciou que o réu havia sido excluído do julgamento, que continuaria sem ele na segunda-feira.
O governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, anunciou que “quatro ou cinco” bancos comerciais do país estão expostos às dívidas ocultas que já levaram o país a incumprimentos.
O governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, anunciou nesta segunda-feira que “quatro ou cinco” bancos comerciais do país estão expostos às dívidas ocultas que já levaram o país a incumprimento por duas vezes. “Neste momento, não tem sido um problema: somente uma percentagem muito pequena dessa dívida está nos bancos comerciais – se não me engano são quatro ou cinco bancos que têm na sua carteira” a dívida emitida nos últimos três anos, avançou o governador.
“Gostaria muito de poder dizer quais são os bancos envolvidos, mas há questões de confidencialidade”, declarou Rogério Zandamela, acrescentando que seria “imprudente e negligente” avançar mais informações. Segundo Rogério Zandamela, o impacto directo das dívidas sobre a carteira destes bancos depende dos valores envolvidos e, neste momento, reafirmou, não tem sido um problema para o sistema financeiro moçambicano.
“As instituições nacionais têm níveis de capitais e liquidez para sustentar qualquer risco que exista pelas operações destas dívidas”, acrescentou Zandamela. O Governador do banco central falava durante uma conferência de imprensa sobre decisões do Comité de Política Monetária.
O caso das dívidas ocultas envolve empréstimos contraídos pelas empresas ProIndicus, Mozambique Asset Management (MAM) e Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM) e avalizados pelo Governo moçambicano, em 2013 e 2014, no valor de 1,4 mil milhões de dólares – a que se juntam mais 727,5 milhões da emissão de títulos de dívida soberana que resultaram da reconversão das obrigações corporativas emitidas pela Ematum. Os empréstimos foram avalizados sem o conhecimento da Assembleia da República e dos doadores internacionais.
A descoberta das dívidas levou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e os principais doadores internacionais a suspender a sua ajuda ao país, condicionando o reatamento dos apoios à realização de uma auditoria internacional independente, que está em curso. Em janeiro, o Estado moçambicano optou por não pagar os quase 60 milhões de dólares relativamente ao pagamento da prestação deste ano dos títulos de dívida soberana no valor de 727,5 milhões de dólares, emitidos em abril do ano passado.
Já em março, a Proindicus falhou o pagamento de uma prestação de 119,2 milhões de dólares do empréstimo de 622 milhões, fazendo Moçambique cair novamente em incumprimento financeiro junto dos investidores. As renegociações devem acontecer após concluída auditoria internacional independente.
A Polícia de Manica deteve 15 pessoas, incluindo três menores, por caça furtiva e extracção ilegal de recursos minerais numa coutada do distrito de Macossa, disse à Lusa fonte da corporação.
Uma operação realizada na sexta-feira pela Polícia Ambiental, no interior da Coutada Nove – uma reserva para safaris e caça desportiva -, conseguiu deter 12 pessoas que faziam pesquisa e extracção ilegal de turmalinas e ouro, disse Elsidia Filipe, porta-voz do comando da Polícia de Manica.
Foram ainda apreendidas enxadas, picaretas e baldes usados no processo de extracção das pedras preciosas, referiu.
De acordo com a polícia, a zona é rica em recursos minerais e concorrida por estrangeiros, que compram o produto para contrabando.
Outras três pessoas, foram detidas em flagrante na mesma reserva ao praticar caça furtiva de espécies em repovoação, tendo sido apreendida uma arma de fogo de fabrico caseiro, com munições e pólvora.
As ocorrências surgem numa altura em que o número de incidentes tinha sido reduzido drasticamente no local, referiu Elsidia Filipe.
Em 2011, além de repovoar a zona com diversos animais, a empresa gestora da coutada introduziu doze leões como medida de combate à caça furtiva que ameaça a sobrevivência de várias espécies daquela região do centro de Moçambique.
Os felinos, introduzidos pela empresa gestora daquela área de conservação e turismo, foram importados do Kruger Park, na África do Sul, para “ajudar a controlar” a caça ilegal, segundo explicou na ocasião à Lusa o administrador do local.
Naquela área de conservação está em curso um projecto turístico ligado à conservação de ecossistemas, da biodiversidade e exploração de potencialidades faunísticas, como produto turístico.
Os recursos naturais mais preponderantes na região são animais, sobretudo antílopes, gazelas, cudos e girafas, além de porcos do mato, javalis, macacos, hienas, entre outras espécies, que estão a ser vítimas de caçadores furtivos.
As Linhas Aéreas de Moçambique informou que está a cancelar e reprogramar voos, devido à problemas técnicos registados numa das suas aeronaves.
Segundo a companhia, os problemas registaram-se no domingo e já se contam três aeronaves que estão a ser intervencionadas, reduzindo ainda mais a limitada frota da LAM.
A companhia de bandeira nacional revela, em comunicado enviado a nossa redacção, que continuará a assistir os passageiros, devendo realizar voos em horários alternativos, resultantes das reprogramações, enquanto as três aeronaves estiverem em reparação.
Um centro de comando conjunto composto pelas forças da Rússia, Irã e milícias apoiando o presidente da Síria, Bashar al-Assad, disse que o ataque americano a base aérea síria na sexta-feira (7) ultrapassou limites e que responderia a qualquer nova agressão e aumentaria o seu apoio ao aliado.
Os Estados Unidos dispararam 59 mísseis contra o local do qual teria partido, segundo autoridades americanas, um ataque com armas químicas na terça-feira (4), intensificando assim seu papel na Síria e atraindo críticas dos aliados de Assad, incluindo Rússia e Irã.
“O que a América fez numa agressão à Síria foi ultrapassar limites. De agora em diante vamos responder com força a qualquer agressor e a qualquer violação dos limites vinda de quem for, e a América sabe da nossa habilidade para responder bem“, disse o comunicado publicado pelo grupo no meio de comunicação Ilam al-Harbi.
Enquanto isso, o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, disse que a passividade russa contribuiu com o ataque químico, dizendo que Moscou fracassou em relação ao acordo de 2013 para a destruição de armas químicas sírias.
Ele disse que os EUA esperavam que a Rússia assumisse uma posição mais dura em relação à Síria e repensasse a sua aliança com Assad, pois “cada vez que um desses ataques horríveis ocorrem, ele traz a Rússia para mais perto de um nível de responsabilidade“.
O presidente russo, Vladimir Putin, e o do Irã, Hassan Rouhani, disseram durante telefonema que as acções agressivas dos EUA contra a Síria não são admissíveis e violam as leis internacionais, disse o Kremlin neste domingo.
Os dois líderes também fizeram um chamado por uma investigação objectiva sobre os incidentes envolvendo armas químicas e se disseram prontos para aprofundar a cooperação para combater o terrorismo.
Hassan Rouhani
O presidente iraniano, Hassan Rouhani, enfatizou o apoio do país à Síria no que foi chamado de guerra contra o terrorismo durante um telefonema ao ditador sírio, Bashar al-Assad, neste domingo, dizendo que o ataque com mísseis dos EUA é uma violação à soberania síria.
A Sana, agência oficial de notícias síria, afirmou que Assad disse a Rouhani que a população síria e o Exército estavam “determinados a esmagar o terrorismo em cada parte do território” e agradeceu pelo apoio.
Os EUA lançaram um ataque com mísseis na sexta-feira contra uma base aérea síria em resposta à acção com armas químicas que matou 87 pessoas, incluindo 31 crianças, numa operação que, segundo Washington, foi realizada pelo regime sírio.
O governo de Assad nega qualquer envolvimento na acção.
A administração Trump vai vender aviões de alta tecnologia à Nigéria para a sua campanha contra os extremistas islâmicos do Boko Haram, apesar das preocupações sobre abusos das forças de segurança nigerianas, segundo responsáveis norte-americanos.
O Congresso deverá receber a notificação formal dentro de semanas e o acordo prevê que a Nigéria compre até 12 aviões Super Tucano A-29 da Embraer, com sofisticado equipamento de mira, por cerca de 600 milhões de dólares, disse um dos responsáveis, que não quiseram ser identificados.
Embora o Presidente Donald Trump tenha deixado clara a sua intenção de aprovar a venda dos aviões, o Conselho Nacional de Segurança ainda está a analisar a questão.
Também se espera a aprovação de vendas de material militar para vários outros países.
A força aérea da Nigéria, que está a tentar comprar os aviões desde 2015, tem sido acusada de bombardear alvos civis pelo menos três vezes nos últimos anos.
O caso pior aconteceu a 17 de Janeiro, quando um avião bombardeou um campo em Rann, perto da fronteira com os Camarões, onde se encontravam civis que tinham fugido da violência do Boko Haram. Entre 100 e 236 civis e trabalhadores humanitários foram mortos, segundo balanços de líderes oficiais e comunitários.
Num relatório de 2016, o Departamento de Estado indicou que o governo nigeriano tomou “poucas medidas para investigar ou processar funcionários que cometeram violações, seja das forças de segurança ou do governo, e a impunidade continuou generalizada a todos os níveis da administração“.
A Amnistia Internacional acusou as forças armadas da Nigéria de crimes de guerra e contra a humanidade nas execuções extra-judiciais do que estimou em cerca de 8.000 suspeitos do Boko Haram. Os militares nigerianos negam as alegações.
A Major Drilling Mozambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Supervisor/ Operador de Equipamento de Perfuração de Exploração. Saiba mais.
A Fundação Ariel Glaser Contra o Sida Pediátrico (ARIEL), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Assessor de Laboratório para Direcção Provincial de Saúde (DPS). Saiba mais.
A Fundação Ariel Glaser Contra o Sida Pediátrico (ARIEL), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Assessor de Laboratório para Direcção Provincial de Saúde (DPS). Saiba mais.
A SNV Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Especialista em Comunicação para Mudança de Comportamento em Saneamento (SBCC). Saiba mais.
A Electricidade de Moçambique (EDM), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, dezanove (19) Técnicos de Operação e Manutenção Eléctrica. Saiba mais.
O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Assistente de Base de Dados. Saiba mais.
O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Manutenção das Instalações. Saiba mais.
O ICAP-Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Oficial de Laboratório para Apoio ao Programa de Avaliação Externa de Qualidade. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Gestor Provincial de Tutoria de Gestão e Sub-Acordos. Saiba mais.
A Organização Internacional para Controlo de Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO-CSA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Cientista (Operações). Saiba mais.
A Organização Internacional para Controlo de Gafanhoto Vermelho nas Regiões Central e Austral de África (IRLCO-CSA), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Piloto de Pessoal Sénior. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para seu quadro de pessoal, um (1) Assistente de Planificação, Monitoria & Avaliação e Gestão de Conhecimento. Saiba mais.
Um indivíduo de 24 anos de idade está a contas coma Polícia, na província de Maputo, indiciado de violar sexualmente uma idosa de 85 anos de idade.
O caso deu-se no bairro Intaka, no município da Matola, onde o suposto violador arrombou a porta da residência da vítima, de quem é vizinha, tendo de seguida cometido o acto.
O porta-voz do Comando província de Maputo, Fernando Manhiça, disse que a detenção do suposto violador, foi graças à denúncia feita pela anciã, logo após a consumação do acto.
Gregory Green, apelidado de ‘o Diabo disfarçado’, matou as duas filhas e os dois enteados à frente da mulher, Faith, para a torturar, depois de esta ter pedido o divórcio várias vezes.
O caso remonta a Setembro do ano passado mas Gregory já tinha cadastro por crimes muito semelhantes. Em 1991 foi condenado por ter esfaqueado a ex-mulher, Tonya, que estava grávida de seis meses e tinha ameaçado deixá-lo. Mas havia alguém que acreditava na redenção do criminoso.
O pastor da igreja local que Gregory frequentava, Fred Harris, escreveu uma carta a apelar a uma redução da pena do norte-americano, argumentando que o homem “tinha mostrado arrependimento profundo” e que “foi a falta de autocontrolo que o levou a cometer tal acto”.
Gregory acabou por sair da prisão ao fim de 15 anos. Foi recebido de braços abertos na igreja e ficou eternamente grato ao pastor Fred Harris. Mal este sabia como o homem que tinha ajudado lhe iria agradecer.
Gregory apaixonou-se pela filha do pastor, Faith, que cinco anos depois viria a tentar matar. Faith já tinha dois filhos, Kara e Chadney, de 17 e 19 anos, quando se casou com Gregory, em 2008. Os dois tiveram duas meninas Koi e Kaleigh, que desde cedo mostraram talento para o ballet.
A pouco e pouco, Faith começou a ver a verdadeira personalidade do marido: quando se irritava, esmurrava-a, pontapeava-a, ameaçava-a de morte e dizia ‘que as coisas iam ficar muito feias’ para ela e para os filhos. A mulher pediu uma ordem de restrição em 2013, que lhe foi negada e, em Agosto de 2016, foi-lhe concedido o pedido de divórcio. Era a terceira vez que o pedia. Gregory ficou furioso e decidiu que se ele não podia ter a família que queria, mais ninguém podia.
Espancou Faith e os enteados e amarrou-os. Levou a mulher para a garagem e depois as filhas de ambos, de quatro e cinco anos. Fechou as meninas que choravam no carro e ligou uma mangueira ao tubo de escape, inserindo-a no interior do veículo. Faith foi obrigada a ver as duas meninas morrerem à sua frente, intoxicadas pelo fumo, antes de ser esfaqueada com um x-ato.
O marido cortou-lhe a cara e deixou-a permanentemente desfigurada. Depois foi buscar uma arma. Trouxe os filhos de Faith e abateu-os a tiro em frente à mãe. Depois chamou uma ambulância e confessou os crimes. Quando os serviços de emergência chegaram encontraram os filhos mais velhos de Faith mortos aos pés da mãe.
Os corpos das meninas, Koi e Kaleigh, foram encontrados num quarto. Gregory foi prontamente detido. No início do julgamento, Faith prestou um corajoso depoimento em frente do homem que lhe destruiu a família. “És um artista do engano. Um monstro, o Diabo disfarçado. Vais arder no Inferno para toda a eternidade pelo que fizeste” afirmou a mulher.
Para poupar a Faith a dor de um demorado julgamento, a acusação encetou um acordo com o criminoso, que se declarou culpado e foi agora condenado a pelo menos 97 anos de prisão.
As igrejas que possuem fontes de receita, como escolas, creches, universidades, entre outras, já estão a pagar impostos à Autoridade Tributária de Moçambique (AT), como resultado da implementação do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
Segundo o director-geral de Impostos da AT, Augusto Tacandua, revelou que, até há pouco, as confissões religiosas submetiam pedidos de isenção fiscal para todas as suas actividades, incluindo as que geram alguma receita.
“A decisão de se começar a tributar as instituições secundárias criadas pelas igrejas e que geram rendimentos surgiu pelo facto de se ter constatado que, muitas destas, movimentam elevadas somas de dinheiro que resulta de actividades de cariz comercial“, disse.
Sem revelar o número de instituições tributadas e o valor que a AT já arrecadou, Tacandua assegurou que o instrumento que regula a cobrança de impostos para as igrejas já está a ser implementado e que o processo decorre com normalidade.
A fonte sublinhou que a AT produziu um instrumento que esclarece quando é que as congregações religiosas estão isentas de pagamento de impostos, principalmente porque em algumas situações os crentes contribuem de forma voluntária para o funcionamento das respectivas igrejas.
Explicou que, de acordo com o Código do IVA, as igrejas ficam isentas às transmissões de bens, às prestações de serviços de assistência social e às transmissões de bens com elas conexas efectuadas por entidades públicas ou organismos sem finalidade lucrativa, cujos fins sejam reconhecidos pelas autoridades competentes.
“A matriz indica ainda que os organismos sem finalidade lucrativa ficam isentos das importações definitivas de bens cuja transmissão no território nacional beneficie de isenção objectiva“, disse.
O Código estabelece que as igrejas ficam também isentas do IVA na aquisição e importação de bens destinados a ofertas a instituições nacionais de interesse público e de relevantes fins sociais, desde que tais bens sejam inteiramente adequados à natureza da instituição beneficiária e venham por esta ser utilizados em actividades de interesse público.
“Não pagam o IVA as prestações de serviços efectuadas no interesse colectivo dos seus associados por organismos sem finalidade lucrativa, desde que esses organismos prossigam objectivos de natureza política, sindical, religiosa, patriótica, filantrópica, recreativa, desportiva, cultural, cívica ou de representação de interesses económicos e a única contra-prestação seja uma quota fixada nos termos dos respectivos estatutos“, afirmou.
Tacandua disse perceber-se a preocupação de alguns crentes relativamente à utilização do valor arrecadado das instituições secundárias que geram rendimento às igrejas. “Essas organizações que enveredam por actividades comerciais devem pagar todo o tipo de imposto aplicável a qualquer que seja o negócio em função da sua definição“.
“Os líderes das confissões religiosas distorceram o conceito original de igreja nos últimos anos ao funcionarem como se fossem centros de negócios. A nossa preocupação não é com as igrejas, mas com a actividade que é realizada por elas e geram receitas“, disse Tacandua.
Assim, segundo Tacandua, para controlar essas actividades, a AT criou um grupo de fiscalizadores para fazer o acompanhamento dos rendimentos gerados nessas instituições.
Adam Vickers, de 24 anos, conta como ficou abalado quando foi largado pela noiva, apenas seis semanas antes do casamento. Seu coração ficou quebrado depois de perder a namorada, que conheceu ainda na escola de Middlesbrough, em 2007. Laura O’Callaghan era a mulher de sua vida, mas ela o trocou por uma outra mulher.
Além de ter ficado bem mais pobre, com as despesas todas que já tinha gasto para o casamento e lua de mel, ele ficou ainda mais arrasado quando percebeu que estava sendo traído por sua namorada, com uma linda médica, que estava trabalhando com ela.
Enquanto Adam estava investindo amor e dinheiro para o casamento, sua namorada, a enfermeira Laura, estava envolvida em um romance secreto com a médica Sinead Keziah.
“Eu nunca suspeitei que era lésbica. Eu me senti doente do estômago”, contou Adam, sobre sua reacção quando descobriu a verdade sobre a sua noiva. O jovem encanador pensou, no momento, que havia algo de errado com ele e ficou se martirizando, que ele é que “não seria bom o suficiente para ela”, ficando ainda mais para baixo, com toda a situação do final de noivado.
Adam contou como eles estavam planeando o casamento há meses: “Era para ser o suposto dia dos nossos sonhos“. Porém, tudo terminou em um grande pesadelo, quando o jovem descobriu que estava sendo traído com uma mulher. Só depois de saber é que ele foi juntando as coisas, e percebendo que o caso da namorada já poderia estar durando a algum tempo, e sempre bem na frente dos seus olhos, sem que ele desconfiasse de nada.
“Ela falava muito sobre Sinead“, relembrou Adam, que chegou mesmo a sair com a amante de Laura e um rapaz, com quem Sinead estaria saindo. “Eu pensei que ela era divertida, mas eu não sabia de nada. Eu não sabia o que estava acontecendo nas minhas costas“, contou o jovem inglês.
Quando eles iam se aproximando mais da data do casamento, eles começaram brigando mais e seis semanas antes da cerimónia, Laura saiu de casa, onde eles estavam vivendo juntos há alguns meses.
Assim que saiu de casa, ela não explicou nada para Adam e até o bloqueou no Facebook, antes de postar uma mensagem para os amigos, dizendo que o casamento estava encerrado. Arrasado com o desfecho, ele foi de férias em vez de lua-de-mel e, enquanto ele estava ausente, seus companheiros notaram algo estranho nos snaps que Laura colocava, com a médica.
No Facebook, ela colocou como foto de capa um cadeado de amor, com a inscrição “Sinead Laura” com corações.
E foi já em Fevereiro deste ano que Adam viu um post na página de Laura, em que as duas estavam celebrando seu primeiro aniversário juntas, sugerindo que elas já estavam namorando quatro meses antes de deixá-lo.
Adam, entretanto tem uma nova namorada, e garante que está superando o trauma: “Quebrou meu coração na época. Agora eu sinto raiva mais do que qualquer coisa. Eu teria ido para os confins do mundo por ela. Foi uma traição enorme“.
Pelo menos 15 pessoas morreram este domingo em Mogadíscio depois da explosão de um carro armadilhado junto de um comboio militar no qual viajava o novo chefe do Estado Maior do Exército somali, Mohamed Jama Irfid, que sobreviveu ao ataque.
De acordo com os meios de comunicação locais, o atentado aconteceu nas proximidades do complexo que alberga o Ministério da Defesa somali e causou ferimentos em cerca de 20 pessoas.
Segundo testemunhos, a maioria dos mortos são civis, ainda que tenham morrido soldados, polícias e guarda-costas do chefe do Estado Maior do Exército.
O atentado ainda não foi reivindicado, mas os indícios apontam para a milícia islâmica Al-Shabab, membro desde 2012 da rede internacional Al-Qaida.
O grupo pretende instaurar um Estado na Somália, sendo que controla parte do território no centro e sul do país, além de regularmente realizar atentados contra civis, a polícia, os representantes do Governo e os militares.
A Somália vive num estado de guerra e caos desde 1991, quando o ditador Mohamed Siad Barre foi deposto do poder.
Indivíduos desconhecidos e à monte vandalizaram um Posto de Transformação (PT) de electricidade, deixando cerca de 300 famílias residentes nas imediações da Mozal, desde à noite de quinta feira (06), sem energia eléctrica, entre o cruzamento de Texlom e aquela fábrica de fundição de alumínio.
Nelson Xavier, director da Electricidade de Moçambique (EDM) na província de Maputo, disse que um grupo de estranhos cortou os cabos de cobre que ligam o transformador e o quadro, deixando o PT inoperacional.
O roubo só foi detectado ao final da manhã de hoje, quando técnicos da empresa fizeram-se à zona para averiguar as causas da falta de energia reportada pelos consumidores, disse a fonte, acrescentando que o cabo roubado custa cerca de 75 mil meticais, para além do prejuízos de de 150 mil meticais pelo não consumo de energia por parte dos clientes.
Uma fábrica de mandrax, instalada numa residência arrendada, foi desmantelada pela Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro Mussumbuluco, no município da Matola, província de Maputo.
Em conexão com caso, a polícia deteve cinco indivíduos que foram encontrados, em flagrante, a produzirem 50 quilos desta droga.
Segundo o porta-voz da PRM na Matola, Fernando Manhiça citado na sexta-feira, pelo jornal “Notícias”, a droga vinha sendo produzida naquele local há cerca de três meses.
Dos detidos constam quatro moçambicanos e um zambiano, mas ambos com residências na África do Sul.
Trata-se dos moçambicanos, Z. de Assunção, químico formado na África do Sul, I. Ibrahimo, mecânico, A. Fernando e R. Vasco e do zambiano Antony Lumbasa.
No local foram apreendidos comprimidos, duas máquinas e várias quantidades de produtos que eram usados para a produção da droga para além de três viaturas.
Questionado sobre a sua presença, Lumbassa disse que se encontrava no local por um período de três dias alegando que se deslocou a Maputo para vender bebidas alcoólicas.
Por seu turno, Z. de Assunção, tido como proprietário da fábrica, disse que o seu tio arrendou a casa a uma outra pessoa para fins habitacionais, mas que era usado como fábrica de droga.
Segundo Assunção, o primeiro lote que saiu daquela fábrica foi de 60 quilos e foi vendido na África do Sul.
Quando pediram para que a irmã Francisca cuidasse da alimentação do grupo de homens que reformavam o convento onde vivia enclausurada no coração de Santiago, no Chile, não tinha ideia do quanto aquilo mudaria sua vida.
Ela resume o que ocorreu em três palavras: “Começou meu calvário“, segundo a emissora local TVN.
Tudo ocorreu em 2012, quando a madre superiora autorizou um grupo de homens a dormir no convento onde trabalhavam. Francisca cuidava deles.
Mas certo dia, aproveitando que ela não se sentia bem, segundo conta a religiosa, um dos homens, Hernán Rios Valdivia, a levou para um quarto e a estuprou.
Foi “um golpe assustador que mudou a minha vida“, relembra ela hoje.
Traumatizada e com medo de que ninguém acreditasse na história, irmã Francisca não contou para ninguém o que havia acontecido.
“Como mulher, me senti incapaz de falar, com medo de não acreditarem em mim e fazer ameaças. E eu preferia ficar quieta“, diz.
Mas, três meses depois do ataque, ela descobriu que estava grávida. No convento, a notícia não foi bem recebida.
“Fui caluniada, disseram que era culpada e que fiz aquilo de propósito“, conta a freira.
“Eu implorei dizendo que era inocente. Minhas irmãs foram muito cruéis comigo.”
Desde então, a encarregada do convento passou a pressioná-la para que deixasse o hábito e assinasse sua demissão “voluntária” da ordem. No entanto, Francisca se negou.
Como ninguém acreditou em sua versão – e até chegaram a acusá-la de roubo, de acordo com o seu testemunho -, Francisca decidiu deixar o convento.
Denúncias à Justiça
Com a ajuda de ONGs, ela deu seu bebé para adopção e denunciou o que aconteceu para a Justiça.
Em Novembro de 2015, Rios Valdivia foi condenado por estupro.
No entanto, a irmã Francisca diz que isso não foi suficiente para que pudesse viver em paz, como disse à TVN.
“Eu tive que me calar, tive que fingir que estava tudo bem, tive que engolir minhas lágrimas e tive que esconder coisas que me aterrorizavam“, diz ela.
E culpa uma instituição que considerava “minha única família” e a abandonou: “A igreja, que sempre defendi como um leoa“.
Francisca processou a arquidiocese de Santiago e Ordem das Clarissas Capuchinhas.
A resposta da igreja
Os assessores do arcebispo de Santiago, Ricardo Ezzati, dizem que ele não esteve a par do caso.
“O bispo não entra em detalhes da vida interna, comum e quotidiana das freiras“, disse Jorge Concha, bispo auxiliar de Santiago, entrevistado pelo programa de televisão 24 horas.
A principal diocese da Igreja Católica no Chile diz que soube do caso apenas quando recebeu a notificação do processo civil e que, anteriormente, nunca tinha sido informada pela vítima ou pela madre superior. Francisca duvida dessa versão.
Ela garante que advogados da arquidiocese a visitaram anteriormente com “suas irmãs” para discutir a sua renúncia.
“Senti-me extremamente intimidada“, diz a Francisca.
Um jovem de 20 anos morreu na Índia depois de ter sido atado a uma árvore e brutalmente agredido por populares. Em causa, escreve o jornal Hindustan Times, o facto de se ter apaixonado pela rapariga errada.
A vítima, de origem muçulmana, namorou durante cerca de um ano com uma jovem hindu e quando a população descobriu quis fazer justiça pelas próprias mãos.
Tudo aconteceu na quinta-feira. O casal combinou encontrar-se na cidade de Gumla durante uma cerimónia religiosa hindu. Os vizinhos viram os dois jovens e amarraram Mohammad Shalik a uma árvore.
O que se seguiu foi um ‘festival’ de agressões gratuitas sem possibilidade de defesa, o que levou à morte do jovem de 20 anos.
Recorde-se que existe uma grande rivalidade entre os muçulmanos e os hindus que ficou ainda mais acentuada após a descolonização do império britânico. No final dos anos 40, os territórios foram divididos entre o Paquistão e a Índia e as pessoas foram realojadas territorialmente consoante a sua religião: os hindus foram viver para a Índia e os muçulmanos para o Paquistão. Porém, esta divisão fez com que o ódio racial fosse aumentando e ainda hoje é um problema não resolvido, como aliás se percebe pelo teor desta notícia.
O grupo extremista Estado Islâmico (EL) reivindicou ontem (09), os dois atentados no Egipto em igrejas coptas, uma minoria cristã no país.
“As equipas do Estado Islâmico realizaram ataques contra duas igrejas em Tanta e em Alexandria“, indicou a agência de propaganda do EI, numa comunicação divulgada em redes sociais e citada por agências internacionais de notícias.
O balanço do número de vítimas mortais da primeira explosão junto a uma igreja na cidade de Tanta, a norte do Cairo, subiu para 26, havendo também 71 pessoas feridas.
Magdi Awad, chefe do serviço de ambulâncias, confirmou a informação relativa à explosão de uma bomba quando os fiéis celebravam o Domingo de Ramos.
A segunda bomba explodiu numa igreja copta em Alexandria, Egipto, deixando pelo menos 11 mortos e 35 feridos, incidente que ocorreu horas depois de uma primeira explosão também numa igreja copta na cidade de Tanta.
“Uma explosão na Igreja Mar Morcos em Alexandria (…) vários feridos“, indicou uma televisão do Estado.
Os cristãos copta significam cerca de 10% da população do Egipto e são frequentemente alvo de ataques por parte dos extremistas islâmicos.
O papa Francisco, que visitará o Egipto a 28 e 29 de Abril, condenou hoje o atentado no interior de uma igreja cristã copta na cidade egípcia de Tanta, ao norte do Cairo.
Francisco pediu que “[Deus] converta o coração das pessoas que semeiam o terror, a violência e a morte“.
O papa também expressou as suas condolências às famílias das vítimas, aos feridos e aos egípcios, assegurando-lhes que estão nas suas orações, momentos antes de rezar o Angelus na praça de São Pedro, no Vaticano.
Francisco presidiu hoje a celebração litúrgica tradicional do Domingo de Ramos, dando início aos ritos da Semana Santa.
O Vaticano anunciou oficialmente três visitas de Francisco para o ano corrente.
Uma dessas visitas será a Fátima, por ocasião do centenário das “aparições” de 13 de Maio de 1917. Francisco estará em território português nos próximos dias 12 e 13 de Maio.
Jorge Bergoglio é esperado no Egipto a 28 e 29 de Abril, e na Colômbia, em Setembro.
Mais de 60 mil pessoas saíram às ruas para manifestar contra a decisão do Presidente Sul-africano Jacob Zuma de demitir o ministro das Finanças numa altura em que a depreciação do rand em relação ao dólar acentua.
Até aqui, os protestos são considerados pacíficos. No dia 12 de Abril, quarta-feira, dia em que Jacob Zuma completa 75 anos, está previsto que vários partidos políticos sul-africanos marchem por vários edifícios emblemáticos daquele país para exigir a saída do poder ao Presidente Jacob Zuma.
A demissão do ministro das Finanças levanta a suspeita de que a corrupção no Governo irá aumentar e a situação económica vai degradar-se. Na sexta-feira, cinco pessoas foram feridas por balas de borracha durante uma marcha perto da sede nacional do ANC, em Joanesburgo.
Entre os manifestantes estava o laureado com o Nobel da Paz, o bispo Desmond Tutu, que aos 85 anos fez uma rara aparição pública para apoiar os protestos e os pedidos de demissão do Presidente.
O ministro das Finanças, Pravin Gordhan, foi demitido há uma semana, uma situação que culminou com a queda do rand em 10% em relação ao dólar norte-americano.
Jacob Zuma demitiu Pravin Gordhan, alegando que ele e o seu vice estavam envolvidos numa campanha de mobilização da comunidade internacional para não investir na África do Sul em protesto contra as medidas radicais do Presidente.
Entretanto, o vice-Presidente e outros outros membros seniores do ANC rejeitaram as alegações de Jacob Zuma, considerando-as inaceitáveis e ridículas.
A COSATU e o Partido Comunista, aliados do ANC na governação, disseram que Zuma já não tem capacidade para liderar a aliança tripartida governamental.
Os adversários políticos e sociais de Jacob Zuma mobilizaram-se em todo o país e prometem continuar até que Zuma abandone o poder.
Depois de vários dias de rumores e tensões, o Chefe de Estado sul-africano tinha anunciado no 31 de Março uma remodelação governamental de grande amplitude, marcada pela nomeação de dez ministros e de igual número de vice-ministros, muitos deles considerados seus fiéis.
Em três anos, Zuma trocou quatro ministros das finanças. A demissão do ministro das Finanças Pravin Gordhan foi seguida pela descida do “rating” do país pela Standard & Poors no primeiro patamar do “lixo”, citando a demissão do ministro.
Em virtude da maioria que tem no Parlamento, Jacob Zuma terminará o seu segundo e último mandato em 2019. Em 2014, Zuma formou um Governo com cerca de 75 ministros, o maior na história da África do Sul, mas o seu desempenho tem sido muito criticado dentro e fora do ANC.
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