Uma fábrica de mandrax, instalada numa residência arrendada, foi desmantelada pela Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro Mussumbuluco, no município da Matola, província de Maputo.

Em conexão com caso, a polícia deteve cinco indivíduos que foram encontrados, em flagrante, a produzirem 50 quilos desta droga.

Segundo o porta-voz da PRM na Matola, Fernando Manhiça citado na sexta-feira, pelo jornal “Notícias”, a droga vinha sendo produzida naquele local há cerca de três meses.

Dos detidos constam quatro moçambicanos e um zambiano, mas ambos com residências na África do Sul.

Trata-se dos moçambicanos, Z. de Assunção, químico formado na África do Sul, I. Ibrahimo, mecânico, A. Fernando e R. Vasco e do zambiano Antony Lumbasa.

No local foram apreendidos comprimidos, duas máquinas e várias quantidades de produtos que eram usados para a produção da droga para além de três viaturas.

Questionado sobre a sua presença, Lumbassa disse que se encontrava no local por um período de três dias alegando que se deslocou a Maputo para vender bebidas alcoólicas.

Por seu turno, Z. de Assunção, tido como proprietário da fábrica, disse que o seu tio arrendou a casa a uma outra pessoa para fins habitacionais, mas que era usado como fábrica de droga.

Segundo Assunção, o primeiro lote que saiu daquela fábrica foi de 60 quilos e foi vendido na África do Sul.

Angop