Uma criança, de dois anos de idade, com problema de pigmentação da pele, já está livre de prisão coerciva, que sofreu quando a mãe e o pai foram detidos, recentemente, na vila de Moatize, na província de Tete, indiciados de terem tentado vendê-la, por quatro milhões de meticais, alegadamente para saldar dívidas, uma das quais de lobolo da progenitora, no distrito de Dôa, donde são naturais e ao mesmo tempo vivem.
O resgate da criança, disse ao “Diário de Moçambique”, director provincial do Género Criança e Acção Social de Tete, Lourenço Buene, foi uma das melhores formas de proteger os seus nobres direitos, na medida em que ela estava presa inocentemente, visto que apenas estava a acompanhar os pais, após ter sido frustrada a sua venda, para a extracção dos seus órgãos, para efeitos supersticiosos.
A fonte deste matutino assegurou que a menor encontra-se actualmente acolhida num dos centros, sendo que o seu resgate foi possível graças à coordenação entre a instituição de Lourenço Buene e a Administração da Justiça, que está ao ser abordada sobre a necessidade da sua libertação, concordou e ordenou a sua “soltura”, enquanto os processos dos seus progenitores correm os trâmites legais.
“Após o resgate, nós iniciamos a prestação de todos os cuidados, à volta da protecção desta menor”, garantiu Buene, quando falava à margem das celebrações de Junho, mês dedicado à criança, por possuir duas efemérides históricas, designadamente 1 e 16 de Junho, dia Internacional da Criança e da Criança Africana, respectivamente.
Foi a Polícia da República de Moçambique (PRM) que frustrou a venda da menor. A criança escapou por um triz, porque, por ironia de sorte, um dos vendedores contactou um agente da corporação trajado à paisana, sem se aperceber que era regulador da Ordem e Segurança, que alertou aos outros, que “estenderam” logo a sua rede, como de teia-de-aranha se tratasse para apanhar as moscas ou outros insectos para a sua alimentação.
A polícia de Seattle, no Estado de Washington, se encontrava no centro de uma polémica na segunda-feira (19) depois de atirar contra uma mulher negra grávida, armada com uma faca, que ligou relatando um roubo.
Os dois agentes que foram ao local “enfrentaram uma mulher de 30 anos, armada com uma faca. Os dois policiais atiraram, ferindo a mulher“, informou a polícia em um comunicado emitido poucas horas após o caso.
Logo depois os bombeiros chegaram e declararam a morte da jovem, segundo a polícia, que aponta que “várias crianças estavam no apartamento no momento dos disparos, mas não ficaram feridas“.
De acordo com membros da família, citados pela imprensa local, a mulher identificada como Charleena Lyles era mãe de três crianças, estava grávida de três meses e sofria de problemas mentais.
Foi iniciada uma investigação para analisar o uso da força por parte dos dois agentes, sob licença administrativa enquanto durar a averiguação, disse a polícia de Seattle.
Foram roubados seis computadores da delegação do Instituto Nacional de Transportes Terrestres (INATTER) de Sofala, cinco dos quais de mesa e um laptop (portátil).
Em consequência da ocorrência, está paralisada a emissão de cartas de condução naqueles serviços.
De acordo com o delegado do INATTER em Sofala, Gilberto Mambo, os funcionários aperceberam-se do sumiço do referido equipamento informático quando chegaram no local para mais uma jornada de trabalho, uma vez que depararam com as portas estavam abertas.
“Chegamos de manhã para trabalhar e notamos que as portas estavam abertas. Antes de entrar, vimos numa das montras que parte dos computadores tinham sido roubados. Então, fomos informar a polícia na 1ª Esquadra”, contou Mambo, acrescentando que os funcionários só entraram no interior do estabelecimento depois da chegada dos homens da lei e ordem.
Após a PRM fazer a perícia, concluiu que tinham sido levados seis computadores. Mas Mambo adiantou que não sabe se os amigos do alheio também levaram ou não documentos, tendo em conta que algumas gavetas estavam reviradas.
A fonte avançou que no âmbito das investigações nas proximidades da instituição, a corporação conseguiu recuperar quatro processadores que estavam escondidos no mangal mesmo nas margens do rio Chiveve, ao lado da rua conhecida como Cais Manarte.
Ele afirmou que em conexão com o roubo, um agente da empresa de segurança privada Soprotecção, que se encontrava a prestar seus serviços no local, encontra-se detido na 1ª Esquadra da PRM.
Um terrível caso de crueldade animal está sendo investigado na cidade de Chilliwack, no Canadá, após um vídeo perturbador divulgado pela ONG Society For The Prevention Of Cruelty To Animals (BC SPCA).
As imagens mostram funcionários de uma fazendo torturando e até mesmo abusando sexualmente de galinhas vivas.
O referido vídeo faz parte de uma investigação secreta realizada pela ONG Mercy for Animals de Toronto, registado entre os dias 10 de Maio e 9 de Junho na Elite Farm Services Ltda, instituição que cria galinhas, que posteriormente serão destinadas para um matadouro de Port Coquitlam para serem transformadas em produtos da empresa Lilydale/Sofina Foods Inc.
As imagens mostram funcionários, incluindo um supervisor, mutilando e desmembrando galinhas ainda vivas.
“Este vídeo possui os mais brutais e sádicos actos de violência contra animais que já vi”, afirma Marcie Moriarty, presidente da BC SPC em um comunicado. “É extremamente difícil assistir. As imagens são absolutamente repugnantes e os funcionários e companhias envolvidas precisam ser responsabilizadas”, completa a ativista.
Representantes da BC SPC garantem que um relatório está sendo realizado e que será enviado às autoridades o quanto antes com uma série de acusações de crueldade animal que violam o Código Criminal do Canadá e o Ato de Prevenção de Crueldade aos Animais.
Os envolvidos no crime podem ser penalizados com uma multa de 75 mil dólares (aproximadamente 4,5 milhões de meticais), cinco anos de detenção e até uma proibição vitalícia de manter animais sob sua guarda e responsabilidade.
Morreu Otto Warmbier, o estudante norte-americano de 22 anos que tinha sido detido na Coreia do Norte e fora libertado na semana passada, depois de 17 meses de detenção. Warmbier regressou aos EUA em coma.
Em comunicado, citado pelas agências internacionais, a família informou que o jovem “completou a viagem para casa”. “Rodeado pela família, Otto morreu às 14:20”, hora local.
Na mesma nota, os pais de Otto Warmbier agradeceram aos médicos do University of Cincinnati Medical Center, que recebeu o estudante, assinalando: “infelizmente, o tratamento terrível e de tortura que o nosso filho recebeu às mãos dos norte-coreanos assegurou que nenhum outro resultado fosse possível a não ser este que tristemente vivemos hoje“.
De acordo com os médicos que o acompanharam depois de ter voltado aos EUA, o jovem apresentava lesões neurológicas graves.
Otto Warmbier foi condenado em Março de 2016 a 15 anos de trabalhos forçados por ter tentado roubar um cartaz com umslogan de propaganda da Coreia do Norte, segundo a imprensa de Pyongyang.
Foi libertado na semana passada e pôde regressar para junto da família, mas vinha já em coma. O regime norte-coreano alegou que Otto tinha contraído botulismo e que ficara em coma depois de lhe ter sido dado um comprimido para dormir.
O The New York Times avançou, porém, citando um oficial do governo norte-americano, que Washington tinha recebido informação dos serviços secretos assegurando que Otto Warmbier tinha sido repetidamente agredido durante o período em que esteve sob custódia das autoridades da Coreia do Norte.
Fred Warmbier disse, sobre a libertação do filho – que Pyongyang diz ter sido por motivos humanitários – que não acreditava que a Coreia do Norte o tivesse feito “por bondade”. E acrescentou que Otto tinha sido “brutalizado e aterrorizado” pelo regime norte-coreano, frisando que não acreditava na versão dos factos que era transmitida por Pyongyang.
Cristiano Ronaldo dificilmente deverá regressar ao Manchester United, segundo o Daily Star.
As intenções do jogador português em deixar o Real Madrid pareciam encaixar em pleno com o desejo do clube inglês em recuperar o antigo pupilo, mas o sonho bateu de frente com um outro português.
José Mourinho terá recusado a entrada do capitão da Selecção Nacional, com quem trabalhou no Real Madrid e com quem, segundo relatos na altura, não terá ficado amigo.
Além disso, segundo o Daily Star, Mourinho acredita que Ronaldo não quer deixar o Real e que está apenas a aproveitar toda esta situação para melhorar a posição contratual com o clube espanhol.
O Supremo Tribunal de Justiça admitiu um pedido para iniciar um julgamento contra a procuradora-geral da Venezuela, Luísa Ortega Díaz, “pela alegada comissão de faltas graves no exercício do cargo”.
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) admitiu esta terça-feira o pedido para iniciar um julgamento contra a procuradora-geral da Venezuela, Luísa Ortega Díaz, “pela alegada comissão de faltas graves no exercício do cargo”.
A decisão foi tomada pelo STJ, numa sessão presidida pelo presidente daquele organismo, Maikel Moreno, com base num pedido feito pelo deputado Pedro Carreño, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, o partido do Governo). O deputado solicitou a realização de um “pré-julgamento de mérito”, uma figura jurídica que, na Venezuela, implica determinar se existem motivos para afastar um alto funcionário do cargo e submetê-lo a um julgamento.
No entanto, segundo explicou um advogado à Agência Lusa, a legislação venezuelana estabelece que os integrantes do Conselho Moral Republicano (Procuradoria, Controladoria e Provedoria de Justiça) só podem ser destituídos pela Assembleia Nacional, após um pronunciamento do STJ sobre uma falta grave. Actualmente o parlamento, onde a oposição detém a maioria, encontra-se em situação de incumprimento a várias sentenças do STJ.
O superior tribunal venezuelano deverá agora convocar uma audiência pública e notificar a procuradora, Luísa Ortega Díaz, e o deputado que fez requerimento, para que compareçam perante o STJ e façam as exposição que considerem pertinentes, após o que aquele organismo tem até 30 dias para emitir uma sentença.
A 13 de junho último a procuradora-geral da Venezuela, Luísa Ortega Díaz, solicitou ao STJ que levantasse a imunidade e afastasse oito magistrados pelo alegado envolvimento “no delito de conspiração contra a forma republicana da nação”. Segundo a procuradora, os magistrados em questão emitiram, em Março último, duas sentenças que a levaram a denunciar uma ruptura da ordem constitucional.
As sentenças em questão (156 e 157) concediam poderes especiais ao Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para assumir funções do Poder Judicial, limitavam a imunidade parlamentar e permitiam ao STJ assumir as funções do parlamento. O pedido foi depois anulado pelo STJ que considerou não ser necessário afastar os magistrados do cargo.
Luísa Ortega Díaz tem-se pronunciado publicamente contra a convocatória a uma Assembleia Constituinte feita pelo Presidente Nicolás Maduro, por considerar que “não é conveniente nem oportuna para o país”. “É preciso segurança jurídica e não é possível desmantelar o Estado e mudar a Constituição apenas por um capricho” disse a procuradora que tem insistido em denunciar que “o Estado corre perigo”.
Um indivíduo de origem asiática foi detido no Aeroporto Internacional da Beira, na posse de quatros objectos fabricados na base de marfim, quando tentava embarcar para Indonésia.
Os objectos estavam embrulhados em plásticos, no interior de dois pares de sapatos dentro de uma mala. Em contacto com a imprensa, o acusado afirmou que pretendia levar os objectos para a sua terra natal, Indonésia, depois de alegadamente os ter comprado no supermercado central da Beira.
A polícia explicou que a detenção deste indivíduo foi graças aos equipamentos de ponta dos agentes da PRM.
Duas crianças foram envenenadas pela própria avó que alegou não ter condições de criá-los.
A Polícia Civil brasileira prendeu na manhã desta segunda-feira uma mulher que terá tentado matar os dois netos, colocando-lhes veneno ‘Chumbinho’ no café, avança a imprensa brasileira.
Maria Margarida dos Santos residente na região de Itinga, na Baía, colocou o veneno no café dos dois menores, de 11 e 14 anos respectivamente, ambos com necessidades especiais.
Segundo a Policia Civil, uma equipa da Polícia Militar foi accionada por populares, que alertaram para o fato das crianças estarem a passar mal.
As vítimas foram prontamente assistidas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Região. Já na 27ª Delegacia Territorial, a avó alegou ter colocado veneno no café dos netos por não ter condições de criá-los, uma vez que a mãe das duas crianças, sua filha, tem problemas mentais.
As duas crianças deram entrada em estado grave na Unidade de Saúde, mas já encontram estáveis, referiu a delegada Elaine Laranjeira.
O Governador do Banco de Moçambique diz não há haver interesses obscuros na recapitalização do Moza Banco.
Quanto a nomeação de João Figueiredo para o cargo de Presidente de Conselho de Administração Provisório do Moza Banco, Rogério Zandamela diz que teve em conta as qualidades profissionais do nomeado.
Nos finais do mês de Maio, o Banco de Moçambique apresentou a Associação kuhanha, entidade ligada ao banco de Moçambique, como novo accionista maioritário do Moza Banco.
Algumas vozes foram contra, alegando falta de ética por parte do banco de Moçambique.
O governador do Banco de Moçambique defende que tudo foi transparente e não há violação.
Quanto a actual situação financeira dos bancos comerciais nacionais, o banco de Moçambique diz que o risco fiscal mantém-se elevado e o mercado interbancário é caracterizado pelo abrandamento dos agregados da moeda e de crédito ao sector privado.
O Banco de Moçambique adianta que apesar da liquidez bancária ter aumentado, ela mantém se desiguais, com os pequenos bancos a apresentarem um nível de liquidez ainda não satisfatório.
Uma mãe é indiciada de ter morto a sua própria filha por asfixia, no distrito de Nipepe, província do Niassa.
A indiciada de 29 de idade, disse à Polícia da República de Moçambique (PRM) que tomou a decisão de tirar a vida da sua filha, para se livrar da responsabilidade da maternidade.
A cidadã submetida ao interrogatório policial teria dito que não precisava da bebé.
Alves Mathe, porta-voz da polícia do comando provincial do Niassa, explicou que, “o caso deu-se quando a mesma se encontrava a dormir com a filha. De manhã, a mãe da indiciada teria ido visitá-la, ao abrir a porta, viu a bebé embrulhada por uma capulana. Procurando saber o que estava a acontecer, visto que a criança não respirava, esta disse-lhe que a matou porque não precisava dela”.
Alves Mate revelou ainda que o processo contra a indiciada, detida, foi submetido ao Ministério Público para procedimentos legais.
Um tribunal argelino condenou um homem a dois anos de prisão por ter pendurado o filho bebé no 15.º andar e ter partilhado uma fotografia no Facebook, dizendo “1000 gostos ou deixo-o cair”.
Depois de várias denúncias, o pai do bebé foi detido e acusado de pôr em perigo a vida da criança.
O incidente ocorreu num complexo de apartamentos na capital do país, Argel.
Um indivíduo está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), desde a semana finda, na província da Zambézia, por posse de um crânio humano, que supostamente era de uma pessoa calva.
O suspeito, que assume o crime de que é acusado, foi detido na última quarta-feira (14), no distrito de Milange, que, a par de Morrumbala, é assolado pela onda de perseguição e assassinato de indivíduos calvos para a extracção dos seus órgãos, devido à crença de que “todo o homem careca tem ouro”.
O cidadão disse à Polícia e à imprensa que foi contactado por um amigo, o qual pediu-lhe que procurasse crânio de um homem que era calvo. Como recompensa receberia dinheiro cuja quantia não lhe foi revelada.
No momento em que o acusado foi detido, dirigia-se ao encontro do suposto comprador, num local previamente combinado, mas que não foi revelado.
Segundo corporação na Zambézia, desde Março deste ano, altura em que se ouviu, pela primeira vez, falar da “caça” e assassinato de homens calvos, pelo menos 18 corpos foram exumados em diversos cemitérios.
Na semana passada, Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da PRM, disse que a perseguição e assassinato de indivíduos calvos tinha como finalidade alimentar presumíveis rituais supersticiosos, devido a motivações culturais.
Trata-se de uma situação alegadamente estimulada pelos médicos tradicionais, dada a crença segundo a qual as vítimas têm, na cabeça, algum poder que gera fortuna.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) pretende recrutar para o seu quadro pessoal quatro (4) Operadores de Caixa. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) pretende recrutar para o seu quadro pessoal cinco (5) Operadores de Bombas. Saiba mais.
A Plan International Moçambique pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Gestor do Projecto Apoio para Melhores Oportunidades para Raparigas. Saiba mais.
O Consórcio SNV/ILRI, entidade contratada pelo Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar dois (2) Oficiais Técnicos Extensionistas. Saiba mais.
Agência Italiana de Cooperação para o Desenvolvimento – secção da Embaixada da Itália em Maputo pretende recrutar a tempo determinado um (1) Motorista. Saiba mais.
O Reality Show Casa do Líder chega a Moçambique através de uma parceira estabelecida entre a empresa GreenStudios de CaboVerde e Ecokaya de Moçambique e a Embaixadora para questões de liderança – a Economista e Empreendedora Tânia Tomé.
Pretende-se através da plataforma SuccessPluz encontrar o moçambicano que irá representar Moçambique em Cabo Verde neste Reality Show, que seque já na sua segunda temporada. SuccessPluz reúne diversos prémios, questionário, mentoria, consultoria, streaming televisivo, e ainda a possibilidade de os lideres e empreendedores se candidatarem e interagirem.
O Reality Show Casa do Lider vai juntar na mesma casa, durante três meses a partir de meados de Julho, 12 jovens que serão confrontadas com desafios e actividades quotidianas, no âmbito cultural e pedagógico, desafiando as capacidades de liderança de cada um. O programa vai reunir pessoas de Cabo Verde, Angola, Moçambique e Portugal. O vencedor terá um prémio equivalente a 1.000.000 de meticais (um milhão de meticais).
Os interessados em participar poderão fazê-lo através do aplicativo para android SucessPluz no Google Play.
A Ecokaya é a instituição que vai mobilizar jovens empreendedores, empresas e líderes moçambicanos a inscreverem-se no programa. Referir que Tânia Tomé será também oradora e formadora do Reality Show, no desenvolvimento de conteúdos ligados a empreendedorismo, liderança, motivação e succenergy.
Fidel Mufunga, de 28 anos de idade, está detido desde sábado (17) por ter agredido fisicamente o seu padrasto, identificado por Carlos, e por deitar-lhe com água fervida, causando-lhe ferimentos graves, durante uma briga familiar, no bairro de T3, no município de Matola, em Maputo.
A vítima que contraiu ferimentos graves foi socorrida, momentos após o incidente, para os serviços de urgências do Hospital Central de Maputo, onde encontra-se internado.
O “Notícias” soube que a rixa surge na sequência de uma chamada de atenção que Carlos fez ao seu enteado no sentido deste comparticipar nas despesas da casa. Foi na sequência disso que o indiciado insurgiu-se, partindo para a agressão.
Segundo Juarce Martins, porta-voz da Polícia no Comando da Província de Maputo, durante a discussão, o jovem teria recorrido a uma chaleira com água fervida que a derramou sobre o padrasto.
Os advogados do presidente do Brasil, Michel Temer, entraram com duas acções judiciais, na segunda-feira, contra o empresário Joesley Batista, um dos donos da multinacional JBS, acusando-o de calúnia, difamação e injúria.
O chefe de Estado também pediu que o empresário lhe pague uma reparação por danos morais.
As ações foram iniciadas após Joesley Batista afirmar, numa entrevista publicada no último sábado pela revista brasileira Época, que o Presidente era “chefe da maior e mais perigosa organização criminosa” do Brasil.
No próprio sábado o Governo já havia publicado uma nota oficial afirmando que “Joesley Batista é o bandido notório de maior sucesso na história brasileira (…) O Presidente tomará todas medidas cabíveis contra esse senhor. Na segunda-feira, serão protocoladas ações civil e penal contra ele”.
Em maio, o dono da JBS firmou um acordo de delação premiada (acordo que permite vantagens, como a redução de pena de prisão, ao dar informações sobre um caso judicial) com as autoridades que estão à frente da operação Lava Jato.
Esta operação investiga uma vasta rede de corrupção no Brasil, que envolve políticos, empresários e grandes companhias como a Petrobras e a Odebecht.
Na última sexta-feira, Joesley Batista prestou depoimento na Polícia Federal do (PF) num inquérito contra Michel Temer e manteve a sua versão de que o Presidente foi subornado para favorecer a sua empresa.
O depoimento faz parte de uma investigação contra o chefe de Estado, iniciada depois de ele ter sido gravado pelo próprio Joesley Batista supostamente autorizando o pagamento de um suborno ao ex-deputado Eduardo Cunha.
Michel Temer também ouviu o empresário da JBS relatar uma série de crimes sem se manifestar e sem denunciar os factos às autoridades competentes.
A gravação gerou um inquérito contra o chefe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF) como suspeito de cometer os crimes de formação de organização criminosa, obstrução da Justiça e corrupção passiva.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve uma mulher de 26 anos de idade, encontrada durante o fim-de-semana com mais de 12 mil randes falsos (cerca de 50 mil meticais).
Trata-se de A. Mangue, residente no bairro de Nkobe, município da Matola, que foi encontrada na zona baixa da cidade a tentar fazer câmbio para a moeda nacional no mercado informal, num acto considerado pela polícia como tentativa de burla.
A. Mangue contou à nossa Reportagem que na passada sexta-feira recebeu o valor do seu marido, com quem tem uma filha, e vivem maritalmente desde 2014, quando ele regressava da África do Sul.
Contudo, “desde que fiquei detida, meu marido não atende o telefone, nem sei onde está, eu não sabia que este dinheiro era falso, agora estou na polícia pela primeira vez desde a minha infância”, disse a indiciada.
Paulo Nazaré, porta-voz da polícia no comando da cidade de Maputo, disse que a acusada faz parte de uma quadrilha que possui uma máquina que falsifica dinheiro, por isso, a corporação está ao encalço de outros integrantes do grupo, para a devida responsabilização, bem como encontrar o local e máquina usada para a produção destas notas falsas.
Nazaré acrescentou que os membros da “gang” tentavam trocar mais de 12 mil randes falsos, numa acção de burla. Os outros integrantes do grupo, ao ver a presença da polícia fugiram de onde a mulher estava a tentar burlar as vítimas.
“Pelo crime de falsificação da moeda, ela incorre a uma prisão que varia entre 8 a 12 anos de prisão nos termos da Lei”, disse o porta-voz.
Um incêndio de grandes proporções destruiu parte do equipamento da fábrica de descasque de arroz no distrito de Namacurra, província da Zambézia.
Presume-se que o incêndio tenha sido causado por curto-circuito. O fogo foi debelado uma hora depois, com a intervenção de uma equipa de bombeiros da Electricidade de Moçambique.
Testemunhas disseram que esta é a segunda-vez que se regista incêndio naquela unidade fabril, paralisada desde 2015.
A fábrica de processamento de arroz de Namacurra, pertence ao Estado. Foi construída há cerca de quatro anos num financiamento de 9 milhões de dólares (cerca de 54 milhões de meticais).
Previa-se que a unidade fabril empregasse 160 trabalhadores, mas desde a sua inauguração, nunca chegou a ser a funcionar regulamente devido a avarias constantes e a falta de matéria-prima.
Depois de cerca de três anos, marcados por manifestações em protesto contra a ocupação de um campo de futebol e seis sessões de audiência com o Conselho Municipal de Maputo, os moradores do bairro de Bagomoyo tiveram conhecimento que o campo será devolvido num prazo de 30 dias.
A decisão vem expressa num despacho feito pelo presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, em Abril deste ano.
“Na sequência dos factos apresentados percebe-se que a empresa AJFD efectuou a vedação do campo Codamo e a consequente interdição do mesmo aos munícipes sem a anuência do Conselho Municipal de Maputo, na qualidade de gestor dos campos municipais. Nestes termos ordeno a entrega do campo ao município, designo uma comissão de trabalho para tratar dos trâmites legais de recuperação do campo composta por vereadores de todas áreas envolvidas para que o campo seja devolvido dentro de 30 dias à população daquele bairro”, diz o despacho lido pelo vereador do Distrito Municipal KaMubukwana, Lourenço Vilanculos.
A disputa pelo campo de futebol envolvia de um lado a comunidade que alegava que o espaço era um centro de manutenção física e por outro a empresa AJFD que comprou o espaço da empresa Ceta Moçambique para a construção de um supermercado. Na verdade, o caso é só um exemplo, da disputa de espaço entre a comunidade e privados que acontece um pouco por todo o país.
A decisão agradou a comissão dos moradores, mas que usou a ocasião para dizer que há outros problemas por resolver, causados pelas obras de vedação do campo em disputa.
“O acesso às casas tornou-se muito difícil após a colocação daquele muro. Além disso sofremos muito quando chove porque a água que sai do terreno vem para as nossas casas”, explicou Lizete Fumo.
Por sua vez, a empresa AJFD disse que a decisão é injusta e prometeu recorrer em tribunal logo que tiver acesso ao despacho.
“Esta decisão é uma aberração jurídica, não faz nenhum sentido sermos tirados um espaço pelo qual temos toda documentação”, disse Manuel Pereira.
O despacho do conselho municipal não define se o muro será demolido. De acordo com a vereação de KaMubukwana, nos próximos dias, será divulgado o parecer sobre as outras reclamações dos moradores.
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