Uma mulher de 21 anos foi presa, no dia 13 de Junho deste ano, acusada de afogar sua própria filha.
Moradora do estado do Texas, nos Estados Unidos, Cheyenne Summer Stuckey teria se distraído no Facebook e esquecido que a bebé, de apenas seis meses, estava dentro da banheira.
Segundo informações do site New York Post, Stuckey explicou que deixou a bebé sozinha por apenas alguns minutos, precisou dar atenção a outra criança, começou a mandar mensagens pelo Facebook e ainda foi distraída pelo barulho da televisão.
Tudo isso a fez esquecer que a filha, Zayla Hernandez, estava dentro da banheira com o chuveiro ligado. Quando ela lembrou da criança, correu até o banheiro e a encontrou desacordada, sem sinais vitais. Stuckey alega que tentou ressuscitá-la, mas como não sabia como fazer massagem cardíaca, resolveu chamar uma ambulância imediatamente.
Depois de ser atendida pelos paramédicos, Zayla foi levada até um hospital na cidade de Azle, onde seu falecimento foi confirmado. Mais tarde, uma autópsia atestou o afogamento com causa da morte da criança.
Ao investigarem o caso, as autoridades do Departamento de Polícia do Condado de Parker descobriram que a mulher passou cerca de 20 minutos usando o Facebook. Agora, ela está presa e aguarda julgamento.
Todos os anos morrem, em média, 190 mil consumidores de drogas ilícitas, cujo tráfico via crime organizado abre portas à corrupção, lavagem de dinheiro e terrorismo, referiu uma agência das Nações Unidas.
Numa nota distribuída à imprensa por ocasião do Dia Internacional contra o Abuso de Drogas e Tráfico Ilícito, a celebrar na próxima segunda-feira, o director executivo do Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e Crime (UNODC), Yuri Fedotov, realça o “impacto severo” que os estupefacientes ilegais têm na saúde, desenvolvimento, paz e segurança.
“O consumo de droga, que mata cerca de 190 mil pessoas anualmente, debilita os doentes com HIV, hepatite e tuberculose, enquanto o tráfico alimenta a lavagem de dinheiro e o terrorismo mortal e a corrupção utilizada no crime organizado existe ao longo de toda a cadeia de abastecimento (de drogas ilegais)“, lembra o responsável da UNODC.
Fedotov recorda também que, numa tentativa de obter uma resposta colectiva a todos estes desafios, a comunidade internacional, por unanimidade, aprovou um documento na sessão especial da Assembleia Geral da ONU que integra mais de uma centena de recomendações destinadas a conter o problema das drogas ilícitas.
“As recomendações, obtidas através de consenso internacional, realçam a necessidade de se conseguirem realizar tratamentos e cuidados médicos a baixo custo, sobretudo nas prisões, e medidas para reduzir a expansão do vírus HIV e outras infecções“, relembra-se no comunicado.
Fedotov destaca que, no Relatório Mundial sobre Droga 2017, recentemente divulgado, é manifestado “outro fenómeno preocupante”, a relação entre drogas, crime e terrorismo.
“Para dar apenas um exemplo, os terroristas e grupos armados não estatais lucram com o tráfico de droga. Segundo algumas estimativas, mais de 85 por cento do cultivo de ópio no Afeganistão acontece nos territórios controlados pelos Talibã. À medida que as novas ameaças surgem, incluindo as metanfetaminas e as novas substâncias psicoativas, aprofundam-se também as velhas ameaças“, acrescenta-se.
Segundo Fedotov, os modelos de negócio estão também sempre a evoluir, contando para tal com o aumento da importância do cibercrime.
Antes vistos como um actor “marginal” no desenvolvimento mundial, a droga e os crimes com ela relacionados estão agora a ser encarados como uma “obstrução” à concretização da Agenda 2030 dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS), sobretudo nas metas 3 (Saúde) e 16 (Sociedades Pacíficas).
“A nossa resposta baseia-se no trabalho muito próximo com os parceiros na prevenção das drogas e do crime que permite alimentar a instabilidade e minar o desenvolvimento, a paz e os direitos humanos“, acrescenta Fedotov no comunicado.
A direcção executiva da Kawena, empresa sul-africana distribuidora de diversos produtos comprados por mineiros moçambicanos, lamenta o incidente que culminou com o encerramento do seu armazém na Machava, província de Maputo, Moçambique, pela Inspecção de Actividades Económicas, INAE.
O Representante da Kawena em Moçambique, Candidato Bila, disse à TVM em Joanesburgo que não é cultura da sua empresa entregar produtos deteriorados aos familiares dos mineiros.
Recorde-se que, o armazém da Kawena foi encerrado devido a irregularidades no tratamento das mercadorias dos mineiros moçambicanos.
Um menino de 11 anos denunciou o próprio pai à polícia por tráfico de drogas, na passada semana, em Lawrence, no estado de Massachussetts, nos EUA.
A criança ligou para o número de emergência norte-americano (911) depois de encontrar uma mala no quarto do pai com 200 gramas de heroína.
“Acho que o meu pai vende drogas“, terá dito o menino durante a chamada.
Ao The Boston Globe, a polícia revelou que o material apreendido valia cerca de 8 mil euros (538 mil meticais) e que o menino contou, durante a mesma chamada, que encontrou o pai “completamente drogado”.
De acordo com o mesmo jornal, depois desta denúncia, Yamil Mercado, de 40 anos, foi identificado e formalmente acusado de tráfico de drogas e ameaça.
O chefe da polícia de Lawrence, James Fitzpatrick, elogiou o menino pela coragem. “Foi bravo e corajoso ao ligar para nós“, disse James adiantado que a criança já tinha denunciado o pai há cerca de um ano por utilizar drogas.
As empresas públicas de transporte de Maputo e Matola têm um número indeterminado de autocarros paralisados devido a problemas mecânicos que já não é possível reparar.
Para o seu reaproveitamento, o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, sugeriu a sua transformação em salas de aula com vista a reduzir o número de alunos que estudam ao relento.
“Esta pode ser uma solução a dar aos autocarros que já não servem para o transporte. Sabemos que a questão de alunos sentados no chão e ao relento é um problema social que preocupa a todos. Claro que será necessário fazer algumas adaptações, mas as diferentes partes do autocarro podem também ser aproveitadas nesse sentido”, considerou Mesquita.
Paul Humphrey, um homem norte-americano de 37 anos, foi diagnosticado com um cancro raro no pénis, em Setembro do ano passado.
Na altura, o homem pesava 267 quilos. Apesar de ter vivido com dores nos genitais durante cerca de dois anos, o diagnóstico da doença foi sempre adiado, uma vez que Paul não cabia dentro do scanner que realiza o exame que poderia detectar o tumor.
Quando a doença foi descoberta, já era tarde de mais. Paul removeu o pénis, na esperança de ainda poder salvar-se.
Durante os tratamentos, o homem emagreceu cerca de 38 quilos, algo que nunca tinha acontecido durante toda a sua vida.
Paul acabou por morrer no sábado passado, depois de ter passado semanas internado em estado considerado terminal.
A polícia de Waco, no Texas, deteve uma mulher de 33 anos por posse de droga. Ashley Cecilia Castaneda tinha consigo metanfetaminas e uma pistola escondida na sua vagina.
O sargento da polícia de Waco W. Patrick Swanton disse que foi feita uma pesquisa corporal e foi encontrada a arma carregada, na vagina.
Durante o julgamento, o advogado de Ashley disse que esta história é impossível. Mas o sargento da polícia de Waco confirmou-a.
Ashley foi condenada a dez anos de prisão e multada em 2.500 dólares (cerca de 150.400 meticais).
A Direcção do Registo Académico da Universidade Pedagógica (UP) anulou, há dias, com efeitos imediatos, o certificado de habilitações literárias e o respectivo diploma, do director distrital de Educação e Desenvolvimento Humano da KaTembe, supostamente por ter apresentado um certificado falso da 12ª classe (nível médio), para frequentar o ensino superior.
Femerepe Jeremias, que é também chefe de actos públicos (protocolo) do governo da KaTembe, ingressou num curso de graduação leccionado pela UP, apresentado um certificado falsificado, presumivelmente emitido pela Escola Secundária Francisco Manyanga, em Maputo, onde fez o nível médio, na década de 90.
Num processo normal de verificação de documentos apresentados pelos candidatos e estudantes da UP, a 26 de Janeiro do ano em curso, a Direcção do Registo Académico endereçou, através da “informação nº. 048/DRA/2193/UP/2017”, uma missiva à Escola Secundária Francisco Manyanga, na qual solicitava a confirmação ou não da veracidade “do certificado de nível médio” de Femerepe Jeremias.
Em resposta, a direcção daquele estabelecimento de ensino secundário, disse à UP, através do ofício “Nossa Ref. 82/ESFM/99570/11/17 Maputo 31/01/2017”, que “satisfazendo ao solicitado com a nota de referência no. 048/DRA/2193/UP/2017, cumpre-nos informar à V. Excia que, o certificado apresentado pelo senhor Femerepe Jeremias é falso”.
A Escola Secundária Francisco Manyanga sublinhou ainda que “o número 448/94 Curso Nocturno”, apresentado no certificado, ora falso, do director distrital de Educação e Desenvolvimento Humano da KaTembe, é de um aluna de nome Catarina Amina Purai.
Perante esta constatação, a UP não encontrou outra saída, senão anular, pelo cunho de Elena Magumane, directora do Registo Académico, e do reitor Jorge Ferrão, o certificado de habilitações literárias e o respectivo diploma, do visado.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente um (1) Chefe Executivo para Tete. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente um (1) Cozinheiro para Tete em Moçambique (M/F). Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) pretende recrutar para o seu quadro pessoal quatro (4) Operadores de Caixa. Saiba mais.
O Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) pretende recrutar para o seu quadro pessoal cinco (5) Operadores de Bombas. Saiba mais.
A Plan International Moçambique pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Gestor do Projecto Apoio para Melhores Oportunidades para Raparigas. Saiba mais.
O Consórcio SNV/ILRI, entidade contratada pelo Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar dois (2) Oficiais Técnicos Extensionistas. Saiba mais.
Tânia Tomé participa como oradora na conferência Repensando África: Liderança para Oportunidades, nos EUA. A Economista e Empreendedora é a única representante dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. O evento contará com grandes oradores, incluindo o americano George Fraser do Black Business Empowerment e fundador do Power Networking Conference e ainda Linus Okorie, Nigeriano mediático em liderança.
Tânia Tomé é uma multifacetada empreendedora vencedora de vários prémios em todas áreas em que se envolve. Recebeu o titulo de Jovem Africana Líder pelo Presidente Barack Obama, também e Vencedora do Prémio Académico (Portugal / África) pelo Presidente Mário Soares e todas representações diplomáticas PALOP em Portugal, Vencedora do Prémio do Mérito da Presidência de Moçambique, e Jovem Executiva líder pela Global Banking no Reino Unido.
Tânia actua como Embaixadora e criadora de diversos programas ligados ao empreendedorismo e liderança, tais como SuccessPluz, Succenergy, Waganha Sucesso Mais TV Show, Casa do Líder Reality TV Show – Cabo Verde, Tropics Business Summit – South África e tantos outros.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente um (1) Chefe Executivo para Tete. Saiba mais.
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Agência Italiana de Cooperação para o Desenvolvimento – secção da Embaixada da Itália em Maputo pretende recrutar a tempo determinado um (1) Motorista. Saiba mais.
Um idoso de 60 anos, bebeu demasiadamente e quando voltou para a casa e começou a lutar com um porco que ele criava. Durante a luta, o animal conseguiu arrancar o pénis do homem, além de três dedos da mão, na cidade de San Lucas Ojitlan, no México.
Ao ser encontrado debilitado, foi levado imediatamente para o hospital da cidade. No local, os médicos tentaram controlar a infecção provocada pelas mordidas do porco, mas não obtiveram sucesso. De lá, o homem foi levado para o Instituto Médico Legal para passar por uma autópsia, segundo o jornal Debate.
Mais tarde, os familiares chegaram para reconhecer o corpo, mas não falaram com a imprensa. Não se sabe o que motivou a briga, além do álcool.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Cabo Delgado, deteve três indivíduos acusados de pertencerem a um grupo de muçulmanos que, alegadamente, promove desinformação sobre várias questões sociais.
A notícia foi avançada pela Rádio Moçambique que cita a PRM como tendo dito que os três cidadãos, todos moçambicanos, são membros da seita religiosa Al Shabab.
Eles foram detidos na semana passada no posto administrativo de Mucojo, distrito de Macomia.
“Estes três cidadãos, vêm criando uma desinformação, apelando a população que não tenha consideração a existência do Governo, apelando ao desrespeito às autoridades, a não adesão às escolas e ao uso de objectos contundentes de auto-protecção, como facas e outros instrumentos“, disse a mesma fonte.
Entretanto, o Conselho Islâmico de Moçambique, na voz do Sheik Mzé Anssuat, disse que o grupo não passa de um movimento político que está a fazer reivindicações perante o Governo, usando uma certa via para poder ganhar a comunidade, como se fossem princípios islâmicos quando na realidade não são.
Esta é a segunda detenção de supostos membros do grupo Al Shabab em Moçambique, sendo que a primeira, ocorreu no mês passado no distrito de Quissanga.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve um jovem de 20 anos, no distrito de Mutarara, em Tete, surpreendido na posse de ossadas humanas, supostamente de um albino.
O indivíduo foi surpreendido por populares a exumar um corpo no cemitério do povoado de Mbala, posto administrativo de Nhamaiabué, em Mutara.
O comandante da Polícia da República de Moçambique, em Mutara, fez saber que o indiciado na companhia dos seus comparsas, exumavam do seu familiar para fins obscuros.
João Sebastião citou que trabalhos investigativos estão em curso, com vista a encontrar o mandante do crime.
Cento e quarenta trabalhadores suspensos da Empresa de Transportes Públicos da Matola (ETM) manifestaram-se, defronte à instituição para exigir o pagamento de salários em atraso e o décimo terceiro.
Agitação e desentendimento fazem parte do cenário vivido, na manhã de hoje, em frente às instalações da empresa gestora do transporte público no município da Matola.
Os trabalhadores foram suspensos há três meses, por alegada falta de condições financeiras da Empresa de Transportes da Matola para pagar salários. Na altura, os trabalhadores receberam a promessa de que seriam contactados.
Diante do silêncio da transportadora, sem emprego e com salários em atraso, os trabalhadores decidiram reivindicar seus direitos.
Quando aperceberam-se da situação, alguns administradores da empresa tentaram acalmar os ânimos, mas as explicações não convenciam a massa laboral.
Os trabalhadores denunciam ainda vários meses em que descontaram para a segurança social, mas o valor não foi canalizado ao Instituto Nacional de Segurança Social.
Entretanto, a Administração da ETM diz que está à procura de dinheiro para resolver a situação dos trabalhadores suspensos. A companhia diz ainda que está em crise e que há trabalhadores em exercício com dois meses de atraso salarial. O administrador explica que os atrasos são causados pelo corte nos subsídios e a baixa tarifa praticada.
A empresa diz que ainda está a procura de dinheiro e só depois poderá decidir sobre o futuro dos suspensos.
Devido a avaria de parte da sua frota, aliada a falta de condições de manutenção problemas de manutenção, a ETM diminuiu nos últimos três anos quase metade da sua força de trabalho.
Um jovem com dificuldade para ir ao banheiro foi submetido a uma cirurgia para a retirada de 13 kg de fezes do seu intestino. O caso aconteceu na semana passada em Xangai, na China.
A situação de Zhou Hai, de 22 anos, que já reclamava de dores abdominais intensas e dificuldade para respirar, foi constatada através de uma tomografia computadorizada. O resultado do exame mostrou cerca de 76 cm do intestino inchado. O procedimento cirúrgico durou três horas.
De acordo com o portal Asia One, após revelar aos médicos que sempre teve prisão de ventre, recorrendo muitas vezes a laxantes, Zhou foi diagnosticado com a doença de Hirschsprung, uma doença genética que causa bloqueio no intestino grosso.
A decisão foi divulgada esta quarta-feira. Manuel Vicente deverá ser julgado em Portugal, uma vez que foi a juíza de Instrução Criminal de Lisboa Ana Cristina Carvalho que pronunciou todos os arguidos para julgamento.
A “Operação Fizz” investigou o recebimento de contrapartidas por parte do magistrado do Ministério Público Orlando Figueira, suspeito de favorecer interesses de terceiros, em dois processos.
Orlando Figueira está a ser acusado de corrupção passiva, branqueamento de capitais (em coautoria com os outros três arguidos), violação de segredo de justiça e falsificação de documento (em coautoria com os restantes arguidos).
O vice-Presidente Angolano, Manuel Vicente, à data dos factos presidente da petrolífera Sonangol, é acusado de corrupção activa (em coautoria com os arguidos Paulo Blanco e Armindo Pires), de branqueamento de capitais.
Pelo menos três jovens do distrito de Macia (Bilene) foram burlados por um grupo constituído por um suposto instrutor da Escola de Formação Básica da Polícia de Matalana, Sérgio Inguane, com provável envolvimento de dois irmãos de apelido Nhabanga, um dos quais professor da Escola Primária de Loane, no posto administrativo de Chissano.
As vítimas chegaram a ser orientadas a viajar até Matalana, com uma passagem pelo Comando-Geral da Polícia, onde alegadamente estaria um agente à sua espera para o local de instrução.
Ao todo, pagaram não menos de 115 mil meticais ao trio, com a expectativa de facilidades de ingresso na escola de formação básica da Polícia, sem que se sujeitassem à inspecção e exames de selecção a que todos os candidatos são submetidos.
Os valores cobrados a cada um dos três burlados (sublinhe-se, três vítimas até o momento) não eram uniformes. Tudo dependia da aparente condição social e económica, mas variavam de nove mil à 50 mil meticais.
O “Diário de Moçambique” soube dos contornos da trapaça na vila da Macia, onde entrevistou as três pessoas lesadas, Alexa Mathe, Teodora Mathe e Alex Checo, bem com seus parentes.
“O meu nome é Alexa Mathe, de 25 anos de idade. Sou natural de Chibuto. No mês de Março deste ano, recebi um telefonema do senhor Gildo S. Nhabanga, professor na Escola Primária de Loane, posto administrativo de Chissano, actual distrito do Limpopo. Ele sugeriu-me que fosse a Matalana fazer treinos para posterior emprego, mas, em troca, eu devia pagar 50 mil meticais. Concordei com o desafio, tendo em conta que até este momento estou desempregada e preciso de alguma ocupação/ formação, para garantir algum emprego na minha vida. O que me fez confiar no professor Nhabanga é que eu e ele temos um amigo em comum. Assim, não houve margem para desconfiar da sua pessoa. Marcou o local de encontro para o pagamento de 25 mil meticais, correspondentes a metade do valor necessário. Mas, antes, sugeri que lhe entregasse os meus documentos, que também constavam das exigências, mas na hora exacta ele recusou-se a receber os documentos e disse para aguardar, porque o processo seria tramitado a posterior”, contou Alexa Mathe.
Disse que, passados alguns dias, o mesmo indivíduo, Gildo Silvano Nhabanga, exigiu o desembolso de mais 25 mil meticais, facto que começou a levantar suspeitas no seio da família Mathe, mais precisamente do pai, Salomão, que se socorria da pensão de reforma resultante de longos anos de trabalho nas minas da África do Sul, a fim de ajudar a filha a arranjar emprego.
“Eu próprio fui ter com o tal professor. Pedi explicação sobre o caso, se era, de facto, um assunto sério ou burla, porque os tempos são outros, sobretudo agora que os moçambicanos se debatem com uma crise sem precedentes. O professor disse-me que para ter a certeza devia ir ter com a pessoa que trata do assunto em Maputo. Passou-me todos os contactos e a identidade. Quando cheguei à capital do país, reuni-me com a pessoa [presumivelmente Sérgio Inguane] e entreguei-lhe 25 mil meticais. Isso tudo aconteceu à luz do dia e foi dinheiro vivo”, explicou Salomão Mathe.
Identificado como Andrw, o jovem publicou as fotos da preparação, com três fórmulas em cada unha.
Confundido com uma menina por causa das suas unhas, ele ainda aproveitou para criticar estereótipos: “Se eu tomasse uma dose para cada vez que alguém achou que eu fosse menina, eu ainda estaria bêbado amanhã. Rapazes podem ter unhas bonitas, então parem de ditar normas de género”.
Um vídeo feito em uma clínica na cidade de Mississauga, no Canadá, mostra o momento em que uma mulher exige um “médico branco” que não tenha “dentes marrons” e “fale inglês” para atender seu filho.
As imagens foram gravadas por outro paciente, Hitesh Bhardwaj, no último domingo (18). Em entrevista à rede de TV CBC News, ele, que é imigrante, afirmou que foi impossível não filmar tudo o que estava vendo e ouvindo. “Isso é mau, inadequado e não pode passar despercebido”, garantiu. Em cerca de quatro minutos, a mulher começa exigindo por um médico de pele branca.
Ao ser avisada que isso não seria possível, ela se revolta, chegando a dizer: “Por ser branca nesse país, eu deveria atirar em mim mesma”. A mãe segue alvoroçada, afirmando que havia levado o filho a um médico que não era branco e este não tinha ajudado nas dores na barriga da criança. “Eu gostaria de ver um médico branco. Você está me dizendo que não há um médico branco em todo esse edifício?”
O ministro moçambicano do Interior, Paulo Chachine, afirmou a importância da modernização da formação policial, tendo em vista os desafios contemporâneos associados ao combate...
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