A província da Zambézia prevê escoar, ainda este ano, cerca de 650 mil toneladas de milho para a empresa Cerveja de Moçambique que vai operacionalizar uma nova linha de produção de cerveja, com base neste cereal.
O director provincial das Indústrias e Comércio na Zambézia, Momad Juízo, citado hoje pela Rádio Moçambique, explicou que com a operacionalização da nova linha de produção de cerveja na base de milho, abrem-se boas perspectivas na cadeia de comercialização agrícola.
A direcção provincial da Indústria e Comércio na Zambézia vai estabelecer parcerias com produtores de milho, através de associações agrícolas, com vista a colocar este cereal em quantidades industriais na vizinha província de Nampula, onde será processada a nova cerveja.
“A nossa expectativa é de que tanto esta oportunidade possa permitir que não fique nenhuma quantidade nem excedente”, explicou Momad Juízo.
Por outro lado, as autoridades da Indústria e Comércio exortam os produtores para reservarem uma parte da produção do milho, para sementeira na próxima época agrícola.
As denúncias sobre a interferência russa nas eleições americanas chegaram a família de Donald Trump.
De acordo com reportagem publicada na edição de domingo (9) do The New York Times, o filho mais velho do presidente americano, Donald Trump Jr., teria se encontrado com uma advogada da Rússia na sede da companhia da família em Julho do ano passado.
Este fato repercute nesta segunda-feira (10) nos principais meios de comunicação nos Estados Unidos.
A reportagem relata que o Trump Jr. teria se reunido com a advogada russa Natalia Veselnitskaya. No encontro, ambos teriam prometido trocar informações prejudiciais sobre Hillary Clinton, a adversária de Trump na disputa, presidencial.
As informações foram repassadas ao jornal por três conselheiros da Casa Branca. O filho de Trump teria prometido repassar ao governo russo, dados prejudiciais sobre a então candidata adversária, Hillary Clinton. A advogada também teria dito que tinha dados sobre a participação de russos no financiamento da campanha democrata.
Em nota enviada ao jornal, Trump Jr. reconheceu que conversou com a advogada Natalia Veselnitskaya. Segundo ele, Natalia “afirmou ter informações sobre pessoas conectadas com a Rússia, que financiavam o Comité Nacional Democrata e apoiavam Hillary”.
“Logo ficou evidente que não tinha informação significativa”, tentou esclarecer, acrescentando que, na sequência, a advogada falou sobre um programa de adopção de crianças russas, por parte de casais americanos, e que havia sido suspenso pelo presidente Vladimir Putin. O filho de Trump alegou que as adopções foram “o verdadeiro tema do encontro, e as afirmações sobre informação potencialmente útil (sobre Hillary Clinton) foram um pretexto para realizar a reunião”.
O porta voz jurídico de Trump, Mark Corallo, disse em um comunicado por e-mail que o presidente dos Estados Unidos não compareceu e não tinha conhecimento do encontro. Ele não fez comentários sobre a reportagem no Twitter, mas pela primeira vez as denúncias atingiram familiares de Donald Trump. Mas o presidente se contradiz sobre o tema.
Na semana passada antes de se encontrar com o presidente da Rússia, Vladmir Putin, na Alemanha, Trump admitiu que a Rússia pode ter interferido nas eleições. Mas no domingo, pelo Twitter, Trump disse que o fato de ter conversado sobre o tema com Putin, na reunião de sexta-feira (7), não significa que ele acredite que a interferência tenha ocorrido.
Rússia
O governo da Rússia negou nesta segunda-feira que tenha algum envolvimento no encontro entre Donald Trump Jr. e Natalia Veselnitskaya. “Não, não sabemos do que se trata e, certamente, não podemos traçar os encontros de todos os advogados russos, seja dentro ou fora do país”, disse o porta-voz de Moscou, Dmitri Peskov.
O governo do Zimbabwe está a considerar a legalização da produção da cannabis sativa, vulgo soruma, para uso medicinal como meio de atrair investidores que queiram cultivar esta planta, anunciou um ministro do governo.
O Ministro da Promoção de Investimentos, Obert Mpofu, disse que uma companhia canadiana submeteu um requerimento ao governo para produzir a droga, localmente conhecida por mbanje, numa das Zonas Económicas Especiais (SEZs), a serem criadas brevemente.
“Recebemos numerosos inquéritos de investidores que querem participar nas SEZs e um deles vem de uma grande companhia internacional que quer se envolver na produção da cannabis”, disse Mpofu, citado pelo jornal estatal, Sunday News.
O Zimbabwe está no processo de criar Zonas Económicas Especiais, inicialmente em Harare, Bulawayo e Victoria Falls. As zonas vão oferecer incentivos aos investidores, incluindo isenção de algumas obrigações da lei do trabalho e das normas do empoderamento económico dos negros.
Mpofu disse aos jornalistas que ele pensou que a companhia canadiana, cujo nome ele não revelou, estava a brincar quando recebeu o inquérito deles. Isso foi antes de se aperceber que a produção da cannabis para fins medicinais é um grande negócio.
“Esta empresa vem do Canadá e é um dos maiores conglomerados naquele país e eles estão a produzir cannabis para fins medicinais sob estritas condições”, disse.
“Não vejo nada de mal e penso que se nós legalizarmos (a produção de) mbanje iremos beneficiar em termos de medicamento, porque este produto é usado para a produção de analgésicos como a morfina”, acrescentou.
Nos termos da lei zimbabweana, a posse ou cultivo da soruma é ilegal, e é punível com pena de prisão.
Em 2015, um homem em Harare foi detido pela polícia por cultivar pequenas quantidades de cannabis na sua residência, aparentemente para tratar uma rara doença dos ossos foi condenado a 12 meses de prisão, segundo reportou o jornal The Herald.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou na segunda-feira o ex-director da polícia federal norte-americana (FBI) James Comey de ter cometido um acto “muito ilegal” ao ter dado informações classificadas a meios de comunicação social.
“James Comey deu informação classificada aos media. Isso é muito ilegal”, escreveu Trump na sua conta pessoal na rede de mensagens online Twitter, utilizando mais uma vez letras maiúsculas para expressar uma opinião.
Esta declaração de Trump surge depois de o jornal online The Hill ter publicado uma reportagem sobre as notas pessoais escritas por James Comey, então ainda na qualidade de director do FBI, durante as conversas privadas que manteve com o Presidente norte-americano.
Segundo o jornal, que cita funcionários não identificados conhecedores do conteúdo das notas pessoais de Comey, mais de metade dos memorandos contém informação classificada.
Comey foi demitido de forma repentina, a 09 de maio, numa altura em que estava a supervisionar uma investigação sobre os alegados contactos mantidos entre a campanha de Trump e a Rússia durante a corrida às presidenciais nos Estados Unidos.
No início de junho, James Comey foi ouvido no Comité dos Serviços de Inteligência do Senado (câmara alta do Congresso norte-americano), que também está a conduzir uma investigação sobre o dossiê russo.
Durante a audição, Comey explicou que tinha partilhado com um amigo algumas das suas notas pessoais e que tinha pedido a esse mesmo amigo para fornecer os conteúdos à imprensa, depois de Donald Trump ter ameaçado divulgar gravações das conversas privadas entre os dois.
Semanas depois de ter feito tal ameaça, Trump admitiu que não tinha na sua posse registos das conversas com Comey, mas sem nunca desmentir a eventual existência de gravações.
Numa declaração escrita divulgada na véspera da audição, Comey confirmou, entre outros aspectos, que Donald Trump se pediu para abandonar a investigação sobre Michael Flynn, ex-conselheiro de segurança nacional envolvido no caso da alegada ingerência russa nas presidenciais de Novembro de 2016.
A investigação sobre a eventual interferência de Moscovo está agora nas mãos de outro ex-director do FBI, Robert Mueller, que foi nomeado procurador especial para supervisionar este dossiê.
Quatro indivíduos encontram-se detidos nas celas da Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, indiciados de furto qualificado e violação. Durante as operações policiais foram ainda recuperados diversos bens que se encontravam nas mãos dos supostos criminosos.
Trata-se de dois homens considerados integrantes do grupo que hostiliza famílias nos bairros do Município da Matola, com recurso a catanas. A Polícia continua a encetar diligências no sentido de deter outros membros da mesma quadrilha que se encontram a monte.
Segundo o porta-voz da Polícia, nesta província, Fernando Manhiça, durante uma operação visando esclarecer um assalto contra um estabelecimento comercial, ocorrido na semana passada, na Machava Socimol, foram detidos os restantes dois indivíduos indiciados de furto qualificado.
Na residência dos supostos meliantes foram recuperadas 37 garrafas de vinho, 10 frangos e apreendidas duas viaturas usadas no transporte dos produtos roubados, incluindo outros instrumentos usados no arrombamento das instalações “visitadas”, nomeadamente, alavancas e chave francesa.
A polícia indiana deteve um homem de 60 anos suspeito de matar a mulher a tiro por se atrasar a fazer o jantar.
Segundo a BBC, citando a polícia indiana, Ashok Kumar chegou a casa embriagado no sábado à noite e começou a discutir com a esposa, Sunaina. Na sequência do conflito, o homem terá baleado mortalmente a mulher, que ainda foi transportada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
“Ele costumava beber todos os dias. No sábado chegou a casa embriagado e começou a discutir com a mulher, que estava chateada com o vício do marido. Ele não queria falar e exigiu o jantar imediatamente. Ficou frustrado com o atraso e baleou-a“, confirmou a polícia indiana à BBC.
De acordo com a mesma fonte, Kumar confessou a autoria do homicídio às autoridades indianas mostrando arrependimento.
A violência doméstica é um dos crimes mais frequentes na Índia.
Um incêndio de grandes proporções, que deflagrou e destruiu parte dos armazéns do supermercado Game na Cidade de Maputo, causando danos materiais avultados.
David Cumbane, Comandante do Serviço Nacional de Salvação Pública na Cidade de Maputo, disse a AIM que na altura em que o corpo de bombeiros se fez ao local quando eram cerca de 02h00 da madrugada parte do armazém já tinha cedido.
Por isso, explicou que a missão mais importante, logo após a sua chegada era impedir que o incêndio atingisse a loja objectivo que foi alcançado.
“A loja está intacta. O armazém é que sofreu muito. Neste momento as operações terminaram. Estamos a fazer o rescaldo para darmos por concluída esta parte para se passar a fase subsequente que é apurar as possíveis causas do incêndio”, disse Cumbane.
O trabalho de averiguação das causas é minucioso e envolve pessoal especializado. Por isso, vai levar o seu tempo, disse Cumbane, manifestando o seu optimismo no que concerne ao esclarecimento deste caso.
Referiu que o incêndio foi extinto por volta das 05h30 e “estamos a fazer o rescaldo porque como o tecto cedeu e há focos debaixo das chapas de cobertura do tecto que estamos a debelar para concluirmos o trabalho”.
O incêndio segundo, Cumbane deflagrou numa altura em que ninguém se encontrava a laborar. Apenas um homem dos serviços de segurança se encontrava no local razão pela qual não há registo de danos humanos.
Contactado pela AIM, o gerente do Game da Matola, Ivo Manjate, que se encontrava no local, recusou-se a prestar informações sobre o caso, alegando que o assunto está ainda a ser investigado.
“Por enquanto não temos nenhuma informação a dar, porque o assunto ainda está a ser investigado e quando tivermos algo a dizer vamos convocar uma conferência de imprensa para prestarmos uma informação detalhada”, disse Manjate.
O Game é um dos maiores supermercados na cidade de Maputo e conta com capitais sul-africanos.
Dois irmãos, de quatro e seis anos de idade, foram queimados com óleo de cozinha nas mãos pela sua própria mãe, na noite do passado sábado, depois de terem consumido amendoim torrado, que deveria ser comercializado, numa casa vizinha.
A indiciada recorreu a óleo de cozinha para cometer o acto. Esta mãe assumiu o facto e diz que era uma forma de educar os menores.
Esta não é a primeira vez que esta mulher violenta os seus próprios filhos. De acordo com o pai dos menores, em Junho do ano passado, o menor de seis anos foi catanado no pé, depois de ter alegadamente chegado à residência as 21 horas.
O caso foi notificado na 4ª esquadra, no bairro da Munhava. O gabinete de atendimento à família e menores vítimas de violência garante que a senhora irá parar na barra do tribunal.
A Polícia diz que nenhuma desculpa justifica para este tipo de violência daí que já retirou a guarda das crianças aos pais. Os menores encontram-se neste momento num infantário na cidade da Beira.
Economistas alertam para a possibilidade de Moçambique entrar num novo ciclo que poderá terminar com uma outra crise de maior dimensão que a actual, se não forem feitas reformas políticas e económicas profundas.
Alguns economistas consideram que a actual crise é resultado de um conjunto de factores, internos e externos, que se vinham agravando nos últimos anos no país e que foram negligenciados pelas autoridades.
Estes e outros aspectos foram analisados esta sexta-feira, 7, em Maputo, num debate organizado pela sociedade civil, sugerindo-se que as instituições com responsabilidade de governação política e económica sejam mais abertas e mais dialogantes, para se evitar uma nova crise.
O economista João Mosca, crítico do Governo, diz que vários estudos apontam para uma outra crise económica.
Medidas
“Se medidas fundamentais não são tomadas, vamos entrar num novo ciclo, que terminar, com certeza, com nova crise“, alerta Mosca.
Para aquele economista, as consequências desta crise “são gravíssimas, de médio e longo prazos, e é preciso estudá-las para que tenhamos a absoluta consciência de quão grave é a situação existente”.
Reformas profundas foram defendidas também pelo Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, sobretudo ao nível das empresas públicas, tidas por alguns analistas como um fardo bastante pesado para o Estado.
Um experiente advogado do Quénia recentemente apresentou uma petição junto ao Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, contra Israel e Itália, bem como figuras históricas mortas há mais de 2.000 anos, pelo julgamento ilegal e pela crucificação de Jesus Cristo.
Sua petição em um tribunal de Nairobi foi indeferida, mas o homem persistente não desistiu. Em 2013, ele apelou para a Corte Internacional de Justiça pela primeira vez, argumentando que a “acusação selectiva e maliciosa de Jesus violou seus direitos humanos por má conduta judicial, abuso de preconceito e racismo. Infelizmente, seu caso foi descartado, mas em Março deste ano, Dola voltou a apelar ao CIJ, esperando finalmente chegar a um julgamento real.
“Eu insisto no caso porque é meu dever defender a dignidade de Jesus e eu fui ao CIJ para buscar justiça para o homem de Nazaré”, disse Dola. “Sua acusação selectiva e maliciosa violou seus direitos humanos por má conduta judicial, abuso de preconceito no cargo e preconceito”.
Em sua petição, o advogado, que já era porta-voz do Judiciário do Quénia, afirma que o modo de questionamento utilizado durante o julgamento de Jesus, bem como a sua acusação, audiência e sentença foram ilegais. Ele acrescenta que a informação usada contra Jesus era frágil e provavelmente falha, e que torturá-lo durante o julgamento é uma contradição com todas as formas de justiça.
O advogado reza para que a Corte Internacional de Justiça possa ver que “...o processo perante os tribunais romanos era uma lei nula, pois eles não estavam em conformidade com a regra da lei na época relevante e qualquer momento posterior.”
Ademais o homem acha que alguns dos presentes no julgamento foram longe demais por cuspir e golpear seu rosto, zombar dele e declará-lo digno de morte.
“A evidência hoje está registada na Bíblia e você não pode desacreditar a Bíblia”, disse Dola Indidis. “Eu sei que, como uma questão de facto e de verdade, temos um bom caso com uma alta probabilidade de sucesso e espero que seja feito.”
Infelizmente para ele, a CIJ não vê isso assim. Um funcionário do tribunal informou o site de notícias jurídicas Legal Cheek que a corte não tem jurisdição para tal caso.
“A CIJ resolve disputas entre estados. Nem mesmo é teoricamente possível considerar este caso.”
Além de Israel e Itália, Dola Indidis também quer processar o Imperador Tibério, Poncio Pilatos, o Rei Herodes e vários anciãos judeus, todos mortos há mais de dois milénios. Mas o advogado acredita que os governos (na sua forma actual) para os quais esses indivíduos actuaram ainda devem ser responsabilizados. Por isso, Israel e a Itália estão no banco dos réus.
A petição de Dola Indidis provavelmente será indeferida novamente.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Métodos Quantitativos para Gestores. Saiba mais.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Direito Administrativo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Monitoria e Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem. Saiba mais.
A PATH pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Regional em Desenvolvimento da Primeira Infância – Projecto COVida. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestores Provinciais dos Conselhos Empresariais Provinciais (CEP’s). Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta um (1) Gerente de Produção de Serviços de Catering (M/F). Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor dos Estudos e Análise Económica da CTA. Saiba mais.
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Professor Catedrático na área de Métodos Quantitativos e Desenvolvimento Económico. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para a região centro do país um (1) Chefe de Cozinha. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para zona centro do país um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para a zona centro do país um (1) Gerente de Produção de Serviços de Catering. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Melhoria de Qualidade para Projectos Específicos. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor da Unidade de Desenvolvimento Associativo e Relações Institucionais (UDARI). Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor da Unidade de Mecanismos Consultivos da CTA. Saiba mais.
As hóstias usadas na celebração das missas católicas não podem ser isentas de glúten, mas podem ser feitas com produtos geneticamente modificados, alertou o Vaticano.
Numa carta enviada aos bispos, o cardeal Robert Sarah informou que as hóstias podem ter uma percentagem baixa de glúten, mas tem existir proteína do trigo suficiente para que estas se mantenham inteiras sem ser necessário recorrer a aditivos.
As regras foram divulgadas porque as hóstias são agora vendidas em supermercados e na Internet, sendo necessário definir as regras para tenham “validade para a eucaristia”, refere o texto.
A Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos estabelece ainda que as hóstias feitas “com organismo geneticamente modificados podem ser consideradas válidas“.
Sobre o vinho usado na missa, a carta enviada pelo Vaticano, a pedido do Papa Francisco, indica que este “tem de ser natural, da uva, puro, incorrupto e não misturado com outras substâncias“.
Uma mulher muçulmana foi fotografada com o seu filho bebé no colo, momentos antes de fazer explodir um artefacto que transportava numa mala de mão, em Mossul, no Iraque.
A fotografia foi tirada minutos antes desta se ter feito explodir, com o filho nos braços.
Segundo um especialista em conflitos no médio oriente, a mulher terá tentado detonar a bomba no preciso momento em que a imagem foi captada, e na qual a muçulmana passava por entre soldados das tropas iraquianas, numa área da cidade libertada recentemente das forças jihadistas.
O ataque perpetrado pela mulher-bomba matou, para além do filho bebé, dois soldados iraquianos e deixou alguns civis gravemente feridos.
As autoridades iraquianas estão perto de decretar a derrota do Daesh na cidade de Mossul, depois de já terem reconquistado grande parte do território por estes outrora ocupados.
Após uma crise de ciúmes, Keith Hughes de 39 anos, estrangulou a noiva Stacey Gwilliam de 34 anos, que ficou inconsciente e acabou sendo enterrada viva na floresta. O caso bárbaro aconteceu no País de Gales.
Em entrevista ao programa de TV “Good Morning Britain”, Stacey contou que a discussão foi grave. Segundo ela, eles trocavam insultos quando Hughes a agrediu. O agressor teria agarrado a vítima com os braços em volta do pescoço, até ela desmaiar.
Ao acordar do desmaio, Stacey percebeu que estava enterrada e, mesmo sem conseguir respirar, retirou toda a terra e mato que havia sobre ela e saiu da cova feita por Hughes.
Ela precisou da ajuda de muletas para andar por semanas e ainda tem dificuldade para comer e falar, após passar 26 dias internada no hospital.
Hughes disse que enterrou a noiva porque pensou que ela estava morta e nega ter tido a intenção de matá-la. “Me arrependi de tudo o que eu fiz. Estava com ciúmes e achava que ela tinha me roubado“, disse.
O agressor foi condenado a prisão perpétua pela Justiça.
Um genérico barato e mais avançado contra HIV foi introduzido pela primeira vez em África, principalmente no Quénia, país que tem 25 milhões de infectados, segundo um Robert Matiru, funcionário da UNOSIDA.
Trata-se do Dolutegravir (DTG), um medicamento disponível no mercado há alguns anos, e largamente utilizado nos países desenvolvidos.
Matiru sublinhou que até muito recentemente, o seu preço continuava muito alto para ser vendido no quadro de programas de luta contra HIV, à grande escala nos países africanos.
Informou que uma caixa de 30 pílulas de DTG, para um mês de tratamento custa entre 25 e 50 dólares, enquanto a versão genérica para o mesmo período é comercializado a quatro dólares.
Para Matiru, o alto preço que custava o DTG inibiu as pessoas a comprá-lo em África.
Disse que há alguns dias, o Quénia iniciou o envio de DTG, em todo o território nacional, devendo, no primeiro momento, ser administrado a 27 mil pacientes que não suportam os efeitos secundários da Efavirenz, actual medicação contra a Sida, mais utilizada no país.
Frisou que autoridades quenianas prevêem aumentar o emprego de DTG paulatinamente, porque o fármaco possui duas vantagens, por ser muito bom do ponto de vista puramente farmacêutico, e o seu preço vantajoso, que tem como objectivo diminuir os custos dos medicamentos que curam as doenças como a Sida e a tuberculose.
Até finais de 2017, programas similares serão lançados na Nigéria e Uganda.
A UNOSIDA, que financiou a compra dos primeiros lotes de DTG, para o Quénia, diz tratar-se do melhor medicamento para o tratamento chamado anti-retroviral actualmente no mercado que permite reduzir a carga viral presente no organismo.
Robert Matiru disse, por outro lado, que o novo anti-retrovial é mais simples de utilizar do que outros tratamentos e provoca menos efeitos secundários, tendo ainda como vantagem a de impedir que o vírus desenvolva uma resistência.
Sublinhou que o DTG foi desenvolvido e comercializado pela companhia ViiV Healthcare, especializada no tratamento contra a Sida, e detida, maioritariamente, pelo grupo britânico GSK.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicados em 2015, indicam que pelo menos 37 milhões de pessoas vivem com Sida no mundo, 70 por cento das quais em África.
Dois mortos e seis desaparecidos, entre eles duas crianças. É este o resultado do desmoronamento de um prédio de habitação na cidade de Nápoles, em Itália.
O prédio desabou por volta das 6h20 de sexta-feira, quando os moradores estavam a dormir.
As autoridades procuram os elementos de duas famílias. Um primeiro balanço das autoridades dava conta de que estariam no prédio uma família composta pelos pais e dois filhos menores, uma outra família de três adultos e uma senhora que vivia sozinha.
Um vídeo publicado pelo jornal Il Matino mostra um momento emocionante. Dezenas de pessoas observam os trabalhos de busca de sobreviventes quando se ouve alguém gritar “está viva”. A multidão irrompe num aplauso espontâneo.
O jornal diz que a vítima localizada com vida é uma mulher. Equipas de busca encontram sobrevivente de derrocada em Nápoles Multidão aplaude notícia da descoberta de uma mulher nos escombros. A Torre Annunziata fica junto a uma linha de comboio e testemunhas contam que tinha passado um comboio minutos antes. Queda de detritos obrigou ao corte da circulação ferroviária.
O prédio tem quatro andares e estava a ser alvo de obras de remodelação nos dois pisos inferiores. As famílias desaparecidas viviam nos andares superiores do edifício.
Equipas de busca e regate estão no local a tentar localizar as vítimas, com o apoio de cães treinados para estas tarefas. Os trabalhos estão a ser demorados devido à instabilidade do terreno, temendo-se que possa haver novas derrocadas.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, assegurou que pressionou “duramente” Vladimir Putin, durante a cimeira do G20, sobre a alegada ingerência russa nas eleições norte-americanas e considerou que é o momento de ter uma relação “construtiva”.
“Pressionei duramente o Presidente Putin, em duas ocasiões, sobre a ingerência russa nas nossas eleições. Ele negou-o veementemente. Eu já dei a minha opinião“, escreveu Donald Trump na rede social Twitter, após a primeira reunião com o seu homólogo russo, que durou mais de duas horas, segundo a agência de notícias espanhola EFE.
No voo de regresso de Hamburgo, na Alemanha, no sábado, onde decorreu a cimeira do G20, a Casa Branca não quis desmentir as afirmações de Putin, que disse que o Presidente dos Estados Unidos da América deu por boas as explicações do Kremlin de que nada tinha a ver com tentativas de interferir nas últimas eleições norte-americanas.
Trump tem sistematicamente desvalorizado as acusações de interferência da Rússia no resultado das eleições, visando prejudicar as opções da candidata presidencial democrata Hillary Clinton, que defendiam a manutenção de isolamento de Moscovo, como fez o anterior presidente dos EUA, Barack Obama, em questões como a Ucrânia ou a Síria.
Donald Trump, que no passado mostrou sua admiração por Putin e que tem mantido relações mais próximas com líderes autoritários, disse sentir-se “honrado” por se reunir com o Presidente russo, enquanto o seu secretário de Estado, Rex Tillerson, assegurou que falou de uma forma assertiva e longa sobre a suposta interferência nas eleições norte-americanas.
“Negociámos um cessar-fogo para partes da Síria que irá salvar vidas. Agora é o momento de avançar com um trabalho construtivo com a Rússia”, anunciou hoje Trump no Twitter, que durante o G20 confirmou o seu isolamento a que foi vetado por outros membros, em matéria de mudança climática e comércio.
Um homem da cidade de Medford, no estado de Oregon, foi condenado a 20 dias de prisão e oficialmente registado como agressor sexual após confessar ter violentado sexualmente uma galinha.
De acordo com informações do “Mailtribune”, além de cometer o crime contra o animal, Joshua Brian Woltmon, de 27 anos, teria expostos os próprios órgãos genitais em uma praça pública da cidade. Preso na mesma noite, o homem também foi acusado de ter ameaçado fisicamente uma pessoa com uma vara.
Em audiência no tribunal da cidade, Joshua confessou o crime e foi condenado a 20 dias de reclusão. Ele já havia sido condenado previamente por posse de metanfetamina, roubo e agressão.
Uma pessoa morreu e várias ficaram feridas na sequência de um tiroteio num chá de bebé, em Ohio, nos Estados Unidos. Entre os feridos estão três crianças.
O incidente aconteceu na noite de sábado, numa festa em que era suposto a mulher revelar o sexo do bebé.
Contudo, na sequência do tiroteio, a mulher acabou por perder a criança depois de uma bala ter atingido a sua perna.
A polícia continua atrás dos autores dos disparos, que tiveram início pelas 23h30, horas locais. Segundo testemunhas, terão sido dois os homens a entrar na casa e a começar a disparar.
Cinco dos feridos, um em estado grave, foram transportados para o Centro Médico da Universidade de Cincinnati. As crianças estarão num centro pediátrico do mesmo hospital.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma declaração de “emergência de saúde pública de importância internacional” em resposta ao novo surto de ébola...
O ministro moçambicano do Interior, Paulo Chachine, afirmou a importância da modernização da formação policial, tendo em vista os desafios contemporâneos associados ao combate...