Um empresário foi sequestrado em frente a sua casa, por volta das 18 horas, na cidade da Maxixe, em Inhambane. A Polícia da República de Moçambique (PRM) resgatou a vítima.
Imagens captadas por uma câmara de videovigilância mostram o empresário a ser interpelado em frente a sua residência, por um homem armado, acompanhado por vários outros, que o ajudaram a arrastar a vítima até uma outra viatura usada para o sequestro.
Na madrugada de hoje, a Polícia conseguiu resgatar a vítima que já está no convívio familiar.
Em conexão com o caso, a PRM deteve um indivíduo e apreendeu duas viaturas usadas durante o sequestro.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Métodos Quantitativos para Gestores. Saiba mais.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Direito Administrativo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Monitoria e Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem. Saiba mais.
A PATH pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Regional em Desenvolvimento da Primeira Infância – Projecto COVida. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestores Provinciais dos Conselhos Empresariais Provinciais (CEP’s). Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta um (1) Gerente de Produção de Serviços de Catering (M/F). Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor dos Estudos e Análise Económica da CTA. Saiba mais.
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar um (1) Professor Catedrático na área de Métodos Quantitativos e Desenvolvimento Económico. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para a região centro do país um (1) Chefe de Cozinha. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para zona centro do país um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma empresa de Consultoria Estratégica de Recursos Humanos, na qual recruta actualmente para a zona centro do país um (1) Gerente de Produção de Serviços de Catering. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Melhoria de Qualidade para Projectos Específicos. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor da Unidade de Desenvolvimento Associativo e Relações Institucionais (UDARI). Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor da Unidade de Mecanismos Consultivos da CTA. Saiba mais.
O Presidente brasileiro, Michel Temer, concordou que o Brasil esteja a atravessar uma crise económica e defendeu que a crise política não afecta o desempenho da economia.
“Não existe crise económica no Brasil. Estamos a crescer no emprego, na indústria e no agronegócio. Lá [no Brasil] não existe crise económica“, afirmou o chefe de Estado brasileiro, em Hamburgo, citado pelo jornal brasileiro O Globo.
Temer participará na cimeira do G20 – grupo dos 20 países mais industrializados, que decorre até sábado nesta cidade alemã.
A economia brasileira está no patamar de 2010.
A taxa de desemprego situou-se nos 13,3% no trimestre encerrado em maio, afectando 13,8 milhões de pessoas, a taxa mais elevada para este semestre desde 2012. Já a produção industrial, em 12 meses, recua 2,4%.
O Produto Interno Bruto (PIB) teve uma subida de 1% no primeiro trimestre deste ano, em comparação com os últimos três meses de 2016, mas influenciado principalmente pelo bom desempenho da agropecuária. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, o PIB caiu 0,4%.
Questionado se a crise política não atrapalharia a retoma do crescimento económico do país, Temer apenas disse “não”, fazendo um sinal negativo com o dedo indicador da mão.
O Presidente justificou a viagem a Hamburgo, que tinha cancelado na semana passada.
“Haverá a reunião dos BRIC [grupo que reúne o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul], onde vamos discutir naturalmente o desenvolvimento desta aliança entre os cinco países e de alguma maneira participar nesta grande reunião que é o G20, onde alguns temas fundamentais para os membros do grupo serão debatidos, entre eles o meio ambiente“, disse.
O ministro da Fazenda (Finanças), Henrique Meirelles, afastou que o país esteja numa situação de “ingovernabilidade”, expressão utilizada pelo presidente do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), mas reconheceu alguma influência da crise política no desempenho da economia.
O ministro destacou no entanto a recuperação económica.
“Existe, sim, uma certa diminuição do nível de confiança, mas num terreno positivo. Estamos bastante focados na agenda económica“, disse, citado pelo mesmo jornal.
“A economia vai bem, o que é o aspecto mais relevante. O mercado tem mantido uma relativa estabilidade, e do nosso ponto de vista também continuamos com alguns ajustes de cronograma, trabalhando com os deputados, tendo em vista a aprovação das reformas“, disse.
Segundo o governante brasileiro, a reforma do mercado laboral está a avançar e a reforma da Previdência (Segurança Social) deverá ser discutida no segundo semestre.
Questionado se poderia continuar como ministro da Fazenda num novo governo, no caso da destituição de Temer, disse apenas: “Não trabalho por hipóteses“.
Sobre a mensagem que vai transmitir aos restantes países em Hamburgo, a propósito da crise política brasileira, Meirelles explicitou que irá garantir que “o país prossegue com as instituições funcionando bem, dentro da Constituição, das normas vigentes“.
Em breve a Câmara dos Deputados vai tomar uma decisão sobre a denúncia de Temer, referiu, acrescentando que a expectativa do Governo é que “não seja aceite”.
“O mais importante, do ponto de vista dos ministros de Economia, é que a economia funciona bem e está a dar mostras de resiliência e de força neste período de alguma incerteza“, declarou.
Os trabalhadores da Transmarítma estão descontentes com as condições laborais e salariais, e ameaçam paralisar as actividades, caso as suas reivindicações não sejam atendidas.
As inquietações incluem a alegada disparidade salarial entre os membros do Conselho de Administração e o resto dos trabalhadores, num contexto em que a empresa atravessa uma crise, o não pagamento do 13º salário e canalização das contribuições ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).
Os queixosos exigem a demissão de alguns membros do Conselho de Administração por estarem a sobrecarregar as contas já deficitárias da empresa e por alegada “falta de competência”.
Segundo os trabalhadores que pediram anonimato, por temerem represálias, todos os meses descontam valores dos seus salários para o Fundo Social dos Trabalhadores, mas quando solicitam empréstimos não lhes são concedidos.
Argumentam que as tentativas de diálogo com a direcção da empresa não têm sido sucedidas.
Na última reunião entre o sindicato local e os trabalhadores, em Maio, e cuja acta o “Notícias” teve acesso, os trabalhadores afirmam que o presidente do Conselho de Administração nunca se reuniu com os funcionários, o que dificulta a busca de consensos.
A situação da empresa, segundo a missiva, é agravada pela admissão de mecânicos sem qualificações para fazer a manutenção das embarcações “Nyeleti” e “Bagamoyo”, recebendo mesmo assim salários elevados.
Confrontado com as reivindicações, o PCA da Transmarítma, Jafar Ruby, esclareceu que a amortização da dívida com o INSS é uma das prioridades da empresa e avançou que a questão está a receber o devido tratamento.
“A empresa foi afectada pela crise económica que faz parte da conjuntura do país. O 13º será pago, mas isto não é automático, pois depende do nosso desempenho financeiro”, disse.
De acordo com os trabalhadores, o pagamento do 13º vencimento estava previsto para Março, mas o mesmo foi adiado para Junho e depois para Julho.
Todavia, Jafar Ruby referiu que ainda não teve o conhecimento das reivindicações relativas ao fundo social e à disparidade salarial, e explicou que estas podem ser apresentadas pelos trabalhadores, desde que obedeçam os procedimentos para a sua exposição.
Ainda na quarta-feira, o comité sindical local submeteu um pedido para um encontro com os trabalhadores, de modo a informar sobre o estado actual da empresa e, em conjunto, definirem os passos subsequentes.
Ágatha Lios, uma travesti brasileira de 22 anos, foi violentamente assassinada por outras quatro travestis, na Taguatinga Sul, no Brasil.
O crime aconteceu em Janeiro deste ano, mas só agora foram identificadas as suspeitas.
Em causa esteve inveja e raiva, tudo porque a jovem era mais bonita e captava mais atenção por parte dos clientes que pagavam serviços sexuais.
De acordo com o R7, que divulgou imagens do momento do homicídio, a jovem apercebeu-se do intuito das colegas e resolveu esconder-se dentro de um armazém dos correios. As câmaras mostram outras quatro travesti a persegui-la e a apatia dos empregados dos correios não ajudou Ágata.
A jovem foi esfaqueada por várias vezes e acabou por morrer no local.
A polícia já identificou as quatro suspeitas mas, até ao momento, ainda ninguém foi detido.
Um vídeo mostrou o momento em que um helicóptero a caminho de um casamento se despenhou, provocando a morte da noiva e do seu irmão, da fotógrafa do casamento e do piloto. O acidente ocorreu, em São Paulo, Brasil, em Dezembro do ano passado.
Rosemeire Nascimento da Silva, de 32 anos, decidira surpreender o noivo, Udirley Damasceno, ao chegar ao casamento de helicóptero. Mas cerca de 25 minutos após a descolagem, o aparelho despenhou-se, a cerca de 2 quilómetros do destino. Ninguém sobreviveu.
A viagem foi captada pela fotógrafa do casamento, Nayla Cristina Neves Lousada, que estava grávida de seis meses.
A câmara foi recuperada por um irmão da noiva quatro dias mais tarde, quando voltou ao local para procurar pertences dos familiares. O equipamento foi entregue às autoridades e está a ser usado na investigação da Polícia Civil e da Aeronáutica.
Os advogados da família da noiva, do seu irmão, Silvano Nascimento da Silva, e da fotógrafa pretendem mover um processo contra a empresas Helicopter Charter Service, proprietária do helicóptero, e Voenext, que intermediou a compra do voo. Consideram que o acidente foi provocado por erro humano do piloto, Peterson Pinheiro.
“As imagens mostram o desespero dos passageiros e o erro crasso do piloto. [O piloto] estava a dar cambalhotas e não sabia disso. Não fazia ideia o que estava a fazer“, afirmou o advogado, Fernando Henrique dos Reis.
O helicóptero utilizado não estava registado para uso comercial, o que, para os advogados, “só agrava mais a responsabilidade das empresas, que não estavam autorizados a prestar este tipo de serviço“. A empresa proprietária do helicóptero não se vai manifestar. Já a Voenext diz que não lhe cabe analisar as questões técnicas.
O helicóptero caiu na Estrada da Barrinha, uma região de mata fechada de Osaco, cerca das 16 horas, no dia 4 de Dezembro de 2016. O percurso entre a base aérea e o local da cerimónia duraria cerca de 25 minutos. Após cerca de 21 minutos, o aparelho ficou rodeado de nevoeiro e o piloto aparentava dificuldades em manter a aeronave estabilizada.
Foi adiada na cidade da Beira, a assinatura dos dois termos de entrega da extinta empresa Transportes Públicos da Beira (TPB) ao município local e de Dondo.
O memorando prevê que 70 por cento do património deve passar para a gestão do Conselho Municipal da Beira, anfitriã da cerimónia adiada, e 30 por cento para a edilidade de Dondo, ambos da província de Sofala.
O trespasse deveria ter sido formalizado pela Vice-Ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Rebelo, e os presidentes municipais Daviz Simango e Castigo Chiutar.
Segundo escreve hoje o “Diário de Moçambique”, antes do início da cerimónia o edil beirense apresentou questões que o Governo de Sofala, através do director dos Transportes e Comunicações, Hélcio Canda, considera de “um detalhe técnico”.
Esse “detalhe técnico”, segundo Canda, para ser atendido levou a que fossem formadas equipas dos municípios da Beira e Dondo, as quais trabalharão com os vogais da comissão de gestão da extinta firma Transportes Públicos da Beira para se ultrapassar o impasse.
Contudo, à saída da sala onde deveriam ter sido assinados os termos de entrega da firma Daviz Simango disse a jornalistas que não poderia rubricar nenhum documento sem que tivesse feito uma avaliação para saber o quadro orgânico da empresa, os credores, devedores, número de autocarros e infra-estruturas da firma.
“Penso que não há nada muito complicado. O essencial é que nós, como Conselho Municipal da Beira, fomos confrontados com uma situação de assinar documentos que não conhecemos. Não recebemos nenhuma correspondência inerente ao processo”, afirmou o edil, citado pelo mesmo jornal.
Ele adiantou que, ainda na mesma quinta-feira, uma equipa do Conselho Municipal da Beira começaria a trabalhar no sentido de se inteirar do que a empresa tem, o que será concluído ainda esta sexta-feira.
Simango acrescentou que está aberto para assinar os documentos, assim que os trabalhos forem concluídos.
Já o presidente do Conselho Municipal de Dondo, Castigo Chiutar, disse estar preparado para receber os 30 por cento do património dos TPB. “Concordamos com o trabalho que foi feito e estamos preparados para receber os 30 por cento”, afirmou.
O director provincial dos Transportes e Comunicações de Sofala, Hélcio Canda, afirmou que a comissão de gestão que desde Outubro de 2015 gere os TPB fez um trabalho articulado com as duas edilidades, para que soubessem a estrutura patrimonial da empresa.
Segundo ele, a expectativa era que se assinassem esta quinta-feira os termos de entrega, mas houve uma inquietação do CMB, que é “um detalhe técnico”, tendo em conta que pretende ver esclarecido de que é constituído o património dos 70 por cento que vai receber.
“Nós aceitamos este pedido do CMB e, por via disso, as duas equipas de vereadores das edilidades e os vogais da comissão de gestão vão trabalhar durante o dia de hoje para que efectivamente amanhã possamos assinar os termos de entrega”, disse Canda.
Fabiana Favero, de 37 anos, foi encontrada morta na quarta-feira dentro de um armário do apartamento onde vivia em Chapecó, Santa Catarina, Brasil.
De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito é o marido de Fabiana que já foi detido e ficou em prisão preventiva. O corpo da brasileira foi encontrado dentro de um armário por familiares.
Fabiana foi morta com uma facada no coração dentro do apartamento onde morava. Nenhum familiar presenciou o crime e não havia registo de ocorrências de violência doméstica.
Um professor foi detido pela Polícia República Moçambique (PRM), indiciado pelo crime de discriminação, por ter forçado seis alunos muçulmanos a quebrar o jejum durante o Ramadão, disse à Lusa fonte policial.
O docente, que lecciona a disciplina de Química no distrito de Pebane, província da Zambézia, no centro do país, forçou os alunos a beber água na sala de aula durante o jejum do Ramadão, em Junho, para os punir por não terem feito os trabalhos de casa, disse Miguel Caetano, porta-voz da Policia da Zambézia.
Após o incidente, os alunos apresentaram a situação aos encarregados de educação, que juntamente com o conselho ministerial da comunidade islâmica apresentaram uma queixa às autoridades distritais.
As investigações terminaram com a detenção do professor, prosseguiu Miguel Caetano.
“O professor foi detido por crime de discriminação” precisou o porta-voz, considerando que, num Estado laico, o docente violou as liberdades de escolha, ao discriminar os alunos com base na religião.
Reagindo ao incidente, o presidente da comunidade muçulmana na Zambézia, Inusso Ismail, explicou os passos dados: após a denúncia, formou-se uma equipa que procedeu às averiguações e, na sequência, à queixa.
Abdul Satar, presidente do conselho dos Teólogos Islâmicos da Zambézia (Cotiza), que liderou a equipa, disse à Lusa que a atitude do professor mostrou “desrespeito” pela sensibilidade religiosa e falta de ética educacional e ausência de conhecimento antropológico.
“Para nós foi uma mágoa maior, foi um desrespeito face àquilo que são os princípios islâmicos” declarou Abdul Satar, acrescentando que apesar de ser um caso isolado, a quebra forçada de jejum “foi o cúmulo da violação das liberdades de escolha e práticas plasmadas na Constituição da República de Moçambique“.
Abdul Satar referiu que este foi o primeiro caso expressivo na Zambézia, adiantando que a comunidade islâmica ainda trava uma luta com as interdições nas escolas moçambicanas de uso de burcas, apesar da legislação no país.
Nove indivíduos estão detidos no Comando Distrital da PRM de Vandúzi, em Manica, indiciados do roubo e venda de cabeças de gado bovino.
A Porta-voz da PRM, em Manica, Elsídia Filipe, disse que os suspeitos, que actuavam na calada da noite em diferentes currais, roubaram oito cabeças de gado bovino.
Elsídia Filipe disse que os visados fazem parte de duas quadrilhas que se dedicam ao roubo de cabeças de gado bovino.
Uma criança perturbou a actividade num jardim-de-infância, na Alemanha, ao levar uma bomba da II Guerra Mundial que encontrou na floresta, fazendo com que as instalações fossem evacuadas.
A criança descobriu a bomba incendiária durante um passeio num bosque perto da cidade de Darmstadt, no Hesse, no centro do país, antes de a levar para a escola, explicou à agência de notícias AFP a mesma fonte policial.
Um “objecto estranho” foi visto numa prateleira da escola e as educadoras chamaram, de imediato, a polícia, tendo levado as crianças para um terreno seguro que se situava próximo da escola onde costumavam brincar, mas a polícia não deu qualquer detalhe sobre a idade e o sexo da criança.
Os serviços de socorro e a polícia chegaram rapidamente ao local e conseguiram transportar em segurança a bomba, pelo que as crianças regressaram à escola.
Na Alemanha, por causa dos intensos bombardeamentos dos aliados na II Grande Guerra, os serviços de minas e armadilhas costumam neutralizar regularmente bombas que surgem em florestas, jardins, campos e mesmo por baixo de edifícios.
A maior evacuação no país ocorreu em Dezembro de 2016, quando 54 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas em Augsburg, no sul da Alemanha.
Em Maio último, 50 mil pessoas foram também evacuados no norte de Hanover, aquando da neutralização de três bombas britânicas.
Formadores de agentes do IV Recenseamento Geral da População e Habitação, que vai decorrer em Agosto, em Moçambique, paralisaram a actividade em várias províncias devido a más condições de trabalho.
Segundo o maior diário moçambicano, na província de Gaza, sul do país, 300 formadores recusaram-se, por algumas horas, a assistir à sessão de capacitação na quarta-feira, devido à alimentação precária, falta de transporte e de alojamento.
Os formadores também paralisaram a actividade no distrito de Mocuba, província da Zambézia, e na Beira, Sofala, onde 400 formadores se queixaram num encontro com a governadora da província, Helena Taipo, da falta de alimentação e alojamento.
Em declarações à Lusa, o porta-voz do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), Cirilo Tembte, afirmou que os formadores já retomaram a actividade e que a paralisação resultou de mal entendidos e de algumas deficiências no processo.
Cirilo Tembe disse que o INE não prometeu o pagamento de um subsídio, porque “ainda são candidatos a formadores”.
O responsável admitiu que devido ao elevado número de candidatos a formadores, pode ter havido deficiências no fornecimento da alimentação, mas o INE deu-lhes a opção de receberem, cada, 1.500 meticais por dia para custearem pessoalmente as despesas de alimentação e alojamento.
“O candidato a formador que optar por contar com alojamento e alimentação pagos pelo INE tem esse direito e o que quiser receber o dinheiro e fazê-lo pessoalmente, também tem essa garantia”, declarou.
O INE de Moçambique prevê registar, de 01 a 15 de agosto, 27 milhões de habitantes, no âmbito do IV Recenseamento Geral da População e Habitação.
“Em 2007, o censo apurou que eramos 20,8 milhões [de habitantes], em 2017, de acordo com as nossas projeções, a população do país está estimada em cerca de 27,1 milhões”, um crescimento de 30%, disse Cirilo Tembe, numa entrevista à Lusa, no início do mês.
O custo do IV Recenseamento Geral da População e Habitação está estimado em 75 milhões de dólares, dos quais 45 milhões de dólares serão despendidos durante o censo, afirmou Cirilo Tembe.
O primeiro Recenseamento Geral da População em Moçambique foi realizado em 1980, cinco anos após a independência, seguindo-se os de 1987, 1997 e 2007, com um intervalo de dez anos entre cada um, como recomendam as práticas internacionais sobre censos populacionais.
Residentes do posto administrativo de Vunduzi, distrito de Gorongosa, na província de Sofala, pedem ao líder da Renamo, Afonso Dhlakama e seus homens armados para saírem das matas e se juntarem ao processo de desenvolvimento de Moçambique.
O pedido foi formulado na quinta-feira, na região de Satungira, arredores da Serra da Gorongosa, a um grupo de jornalistas que escalou aquela região para acompanhar o processo de retirada das Forças Defesa e Segurança (FDS) das posições criadas durante o recente conflito político-militar.
A retirada de oito posições militares que cercavam a Serra da Gorongosa é fruto do diálogo entre o Presidente da República, Filipe Nyusi e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, para a busca de uma paz afectiva em Moçambique.
Um grupo de jornalistas moçambicanos, que durante dois dias escalou a zona da Serra de Gorongosa, testemunhou que todas oito posições militares foram efectivamente desactivadas, restando apenas alguns vestígios da presença deixados pelos elementos das FDS.
Por isso, olhando para o actual clima de tranquilidade que se vive em Gorongosa e noutras da região, os residentes de Vunduzi pedem a retirada imediata de Dhlakama e seus homens armados das matas para que a paz efectiva seja uma realidade.
Manuel Bosque, 45 anos, residente em Satungira há mais de duas décadas manifestou a sua preocupação à reportagem da AIM com a presença do líder da Renamo e seus homens nas matas, porque continuam a semear um clima de insegurança para a população.
Segundo Bosque, o líder da Renamo deveria sair do local onde se encontra refugiado, juntamente com os seus seguidores, e juntar-se a outros moçambicanos que dia e noite trabalham para desenvolver o país.
“O governo está interessado em trazer a paz efectiva. Vemos que depois do anúncio da trégua, muitos militares saíram das posições e regressaram aos quartéis de origem. O mesmo devia acontecer com a Renamo, sair das matas porque só assim é que havemos de acreditar que estamos em paz”, disse a fonte.
“Se isso não acontecer continuaremos com medo porque não sabemos o que eles estão a pensar e o que vai acontecer”, acrescentou.
Disse que na presente campanha agrícola a região produziu muita comida. “Conforme estão a ver este ano produzimos cereais, feijões e mandioca. Isso mostra que queremos trabalhar, mas o clima de insegurança é que nos preocupa bastante. Ainda sentimos a dor da guerra, por isso não queremos voltar a viver a mesma situação. Pedimos paz para conseguirmos tomar conta dos nossos filhos e produzir para desenvolver nossa zona e o país em geral”.
O mesmo sentimento é partilhado por Zerinha Baptista, também residente de Satungira. Baptista defende que o líder da Renamo deveria sair imediatamente das matas.
“Dhlakama deve entregar as armas porque nós queremos paz. Enquanto tiver armas vão continuar a ser uma ameaça principalmente para nós que vivemos nesta zona. Os nossos filhos querem estudar e nós queremos produzir mais comida. Isso só será possível se estivermos em paz”, sublinhou Baptista.
Entretanto, o comandante das FDS estacionadas no distrito de Gorongosa, Wendy Wan Bedford, disse que a retirada dos seus homens das oito posições para outras unidades constitui um grande ganho para a população, pois estão criadas condições para que país volte a conhecer uma paz efectiva.
“Vocês viram esta manhã que as posições estão todas abandonadas. No total são oito posições encerradas. Os militares voltaram aos quartéis. Estamos a cumprir as orientações dadas pelo Comandante-em-Chefe das FDS. O que resta é apenas ver qual será a atitude da Renamo para o alcance da paz. Estamos a fazer nossa parte”, afirmou.
Explicou que o militares foram transferidos para o quartel de Satungira e outras unidades de origem.
Os militares não saíram para zonas próximas. Isso é mentira. Foram para os quartéis que não estão a ser reivindicados pela Renamo. Estamos a falar de Satungira que não consta do rol das reclamações de Afonso Dhlakama. A Renamo quer a retirada definitiva das posições de instaladas durante os últimos acontecimentos militares terminados em princípios deste anos.
Refira-se que as oito posições mencionadas por Dhlakama são Nharirosa, Lourenço, Mapanga-panga, Nhauchegue, Nhamadjiwa, Nhantaca, Mucoza e Satungira, criadas a partir de Maio de 2016 durante a perseguição aos homens armados da Renamo.
Um cidadão maliano foi detido no Aeroporto Internacional de Maputo, quando tentava embarcar com 64 mil dólares norte americanos (cerca de 4 milhões de meticais), não declarados.
Segundo Paulo Nazaré, porta-voz da Polícia da República de Moçambique, no comando da cidade de Maputo, o indivíduo, ora sob custódia das autoridades, pretendia embarcar num voo da Etiopian Airlines.
Neste momento está em averiguação a proveniência e o destino final do dinheiro.
O que era para ser apenas uma comemoração pelo casamento acabou em morte na cidade de Bteghrin, Líbano.
O noivo teve a ideia estranha de festejar o matrimónio atirando com uma metralhadora AK-47 para o ar, mas perdeu o controle da arma e disparou em direcção aos convidados. Os tiros atingiram um fotógrafo que registava a festa.
No vídeo divulgado na internet, é possível ver que o noivo acerta primeiro várias comidas que estavam em cima de uma mesa de plástico e, em seguida, as balas pegam no fotógrafo. Segundo a imprensa local, a vítima, não identificada, foi levada às pressas para o hospital.
Parentes do homem baleado, no entanto, se revoltaram e começaram a agredir os médicos, sem motivo aparente. “Não temos explicação para o que eles fizeram. Trouxeram a vítima e, depois, começaram a atacar aqueles que estavam tentando ajudar a pessoa ferida”, disse um profissional de saúde. A polícia foi chamada e levou os agressores.
Uma mãe de 30 anos, descobriu o que tanto a incomodava ao sentir um cheiro ruim vindo de sua filha de apenas 18 meses, na Inglaterra.
De acordo com o site ‘Jornal Ciência’, Katerina Getsevich notou que, mesmo após sair do banho, a bebê ficava com um cheiro ruim e resolveu levar a filha ao médico. Ao examinar a criança, o médico descobriu que havia um pedaço apodrecido de esponja preso em seu nariz. Segundo a mãe, a criança espirrava e parecia estar com um resfriado simples.
Conforme o site, a mãe não imagina como o pedaço de esponja foi parar no nariz da filha. Ela resolveu divulgar a história para servir de alerta.
O Fórum de Monitoria do Orçamento reuniu duas mil assinaturas e solicitou, ao Conselho Constitucional, que declare inconstitucionalidade à inscrição da dívida da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum) na Conta Geral do Estado de 2014.
O facto surge na sequência da publicação do Boletim da República no qual consta a dívida da Empresa de Atum. Assim, o Conselho Constitucional deverá avaliar se procede a solicitação do Fórum que monitora o orçamento moçambicano.
No ano passado, o Governo incluiu a dívida da Ematum na Conta Geral do Estado de 2014 que apresentou ao Parlamento. Ainda em 2016, o documento foi aprovado pelos deputados e posteriormente publicado no Boletim da República. O Fórum diz que ainda não solicitou inconstitucionalidade às outras dívidas não declaradas, nomeadamente da ProIndicus e da Mozambique Asset Management, pelo facto de não terem sido publicados, até agora, outros Boletins da República que incluem as dívidas polémicas na Conta Geral do Estado.
“Julgamos que o Estado moçambicano é soberano e não pode ser obrigado a fazer nada que não seja de acordo com os princípios que conduzem um Estado soberano. Falamos da Constituição da República. É válido que os cidadãos não queiram pagar por uma dívida que não foram consultados para a sua contratação, através da Assembleia da República”, argumentou Humberto Zaqueu, que falava hoje numa conferência de imprensa que visava anunciar o pedido de inconstitucionalidade à dívida da Ematum na Conta Geral do Estado.
O Fórum de Monitoria do Orçamento avança, ainda, que é preciso repensar nas lideranças do país, para que o Estado moçambicano não seja posto em causa. Esta quinta-feira, a instituição organiza um debate sobre as dívidas ocultas.
Os professores angolanos agendaram para 15 de Julho uma reunião geral para decidirem se avançam para a terceira fase da greve nacional, iniciada em Abril, alegando que persiste “um descontentamento geral”, apesar das negociações em curso com o Governo.
A posição foi transmitida esta quinta-feira à Lusa pelo vice-presidente do Sindicato Nacional dos Professores Angolanos (Sinprof), Manuel de Vitória Pereira, tendo apontado como exemplo “o irrisório” número de vagas para a reconversão da carreira, uma das reivindicações dos professores do ensino geral.
De acordo com o sindicalista, o Ministério da Educação garantiu apenas 6.701 vagas para reconversão dos docentes, um número que afirma ser insuficiente face “aos problemas” em todas as províncias. “Só há 34 vagas na província do Bié. Parece que vai dar problemas, daí que vamos manter encontro com os nossos secretários provinciais”, disse.
Segundo Manuel de Vitória Pereira, esses dados foram revelados “sob pressão” pelo Ministério da Educação de Angola no encontro mantido com o Sinprof na quarta-feira onde o patronato garantiu a implementação de algumas reivindicações dos professores “apenas em 2018”.
“Que tem a ver com a revisão da carreira docente, recenseamento dos beneficiários do subsídio de diuturnidade e tem a ver também com a passagem de uma série de professores do regime probatório”, sublinhou.
Ainda no quadro das negociações, referiu, o Sinprof manifesta-se descontente por persistir no âmbito da classificação laboral e salarial dois pesos e duas medidas, entre docentes com o mesmo histórico e qualificações. “Significa que ficaram de fora da revisão das suas categorias uma série de quadros e esta injustiça é gritante. De tal forma, que estão quadros licenciados a ganhar como tal e outros a ganharem como técnicos médios, por exemplo”, explicou.
São essas preocupações, disse ainda, que serão levadas no encontro de 15 de Julho com os secretários provinciais do Sinprof, de forma a “avaliar os cenários”, sendo que a terceira fase da greve geral “não está posta de parte”, em função do “descontentamento no seio dos professores”.
“A justeza é inquestionável e questões de ordem operativa poderão levar os professores a tomarem essa posição ou outras porque os professores estão numa fase de luta”, asseverou.
Manuel de Vitória Pereira lamentou ainda a onda de intimidações e ameaças de que, afirma, são alvo os representantes do Sinprof e professores no interior do país, considerando mesmo existir “guerra sem quartel” em vários pontos contra os professores.
“Enquanto nós diplomaticamente lidamos com o patronato a nível central, os poderes locais fazem uma guerra sem quartel com os professores com ameaças e retaliações constantes a par de perseguições policiais”, lamentou.
A Lusa noticiou em Junho passado que as reivindicações dos professores angolanos sobre actualização de categorias, promoções, reajustes salariais e subsídios, que já levaram a dois períodos de greve este ano, apenas serão contempladas no Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2018.
Em declarações à agência Lusa na ocasião, o coordenador da equipa técnica do Ministério da Educação de Angola, David Chivela, esclareceu junto dos sindicatos que as respostas às preocupações dos professores serão dadas a medida das capacidades financeiras do país. O Sinprof suspendeu em Abril a segunda fase da greve no ensino geral, no quadro das negociações como o Ministério da Educação, alertando que as reivindicações deviam ser resolvidas até finais do mês Junho.
O sindicato afirma aguardar desde 2013 por respostas do Ministério da Educação e das direcções provinciais de Educação ao caderno reivindicativo, nomeadamente sobre o aumento do salário, a promoção de categoria e a redução da carga horária, mas “nem sequer 10% das reclamações foram atendidas”.
As entidades que garantem a segurança e a ordem públicas e combatem infracções à lei detiveram uma jovem de 23 anos de idade suspeita de envolvimento na burla de 17 pessoas, através de cobranças de dinheiro, prometendo trabalho que nunca mais se concretizou.
A indiciada, presa na 16ª esquadra das Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro 25 de Junho, em Maputo, agia em conluio com o seu primo, ora em parte desconhecida, mas alegou que não sabia que se tratava de uma burla.
Segundo contou a jornalistas e à corporação, o primo dela telefonou-lhe dizendo que pretendia lhe dar trabalho, uma vez que era desempregada.
Para lograr os seus intentos, o aludido parente fez-se passar por gerente de um restaurante situado no bairro da Costa do Sol e que estava em processo de início de actividades. Um dos jovens lesados narrou que a cidadã detida, manteve vários contactos telefónicos com ele, inclusive a altas horas da noite, no sentido de exigir dinheiro e “pedir para eu procurar outras pessoas que precisam de emprego”.
Vários outros indivíduos foram também vítimas das referidas artimanhas.
“A miúda sempre tinha desculpas para não nos levar até as pessoas que pretendiam nos recrutar. Eu comecei a desconfiar e um dia desloquei-me até Costa do Sol para tentar localizar os restaurante que estava prestes a abrir. Quando lá cheguei descobri que não havia nenhum restaurante pronto para abrir, mas sim, todos funcionavam normalmente há muito tempo”, disse uma jovem prejudicada.
A visada disse, em própria defesa, que a sua tarefa da jovem era arranjar gente interessada no trabalho e as vagas publicitadas eram de cozinheiro, recepcionista, limpeza, entre outras.
“Ele [o primo] disse que eu teria um vencimento mensal de oito mil meticais, mas no seu local de trabalho os chefes queriam dinheiro” para admitir funcionários.
Os valores exigidos às pessoas que procuram pelo suposto trabalhado variavam de 2.000 e 3.000 meticais, mas quem não estivesse em condições de desembolsar um desses montantes podia pagar 1.000 meticais.
Incansável, mesmo supostamente receber o dinheiro que lhe foi prometido, a jovem encontrava sempre alguém disposto, até a endividar-se, a ter uma hipotética ocupação rentável ao fim de cada mês.
Após recolher os documentos de candidatura, a rapariga ora detida encontrava-se com o primo algures na Avenida Eduardo Mondlane. Porém, tudo não passava de uma trapaça.
“Quando me apercebi de que já eram muitas pessoas”, que nunca mais tinham o emprego, “eu perguntei a ele [o primo] se seria possível admitir tanta gente” de uma só vez. A resposta foi de que ninguém devia se preocupar porque estava tudo acautelado.
Para evitar suspeitas, o jovem implicado neste caso levou a miúda para o referido restaurante que precisava de empregados, para que ela visse tudo in loco e convencesse as pessoas a ter paciência.
“Ele levou-se ao Taverna, mostrou-me o espaço, sentámos e conversámos. As pessoas [candidatas] sempre telefonavam para mim” a procurar saber quando é que iriam começar a trabalhar porque já passava bastante tempo.
Em vez de trabalho prometido, o indivíduo inventava sempre desculpas para continuar a serenar os ânimos dos burlados.
A última vez a jovem angariou mais uma candidato, teve o azar de ser detida pela Polícia, com o currículo vitae de um dos injustiçados na mão.
A PRM disse que já foi aberto um processo-crime com vista à responsabilização da indiciada e está-se no encalço do primo foragido.
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