O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDCongo) confirmou a existência de mais quatro vítimas mortais devido ao ébola na província do Kivu do Norteo Norte, numa altura em que o país se confronta com o décimo surto do vírus letal.
Com estas quatro mortes elevam-se a sete o número de vítimas mortais entre os 16 casos confirmados, desde que o novo surto foi declarado, a 1 de agosto. Todos foram registados na região de Beni, em Mabalako, próximo da vila de Mangina, onde a epidemia teve início.
“No total, 43 casos de febre hemorrágica foram sinalizados na região, entre os quais 16 confirmados e 27 prováveis. Estão a ser investigados outros 31 casos suspeitos”, detalhou o ministério no seu boletim epidemiológico datado de segunda-feira. Doze equipas de vacinação vão ser enviadas para as diferentes zonas mais afetadas, adiantou a mesma fonte.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou que o novo surto deste vírus mortal na província de Kivu do Norte coloca um particular desafio, por ser considerada uma “zona de guerra” com diversos grupos armados ativos e milhares de civis deslocados. A proximidade da cidade de Beni e o intenso tráfego fronteiriço com o Uganda e o Ruanda também complicam os esforços para conter a doença, que se propaga através do contacto dos fluidos corporais dos infetados, incluindo os que morreram.
A RDCongo anunciou o surgimento desta nova epidemia uma semana após ter declarado o fim de um anterior surto no noroeste com 33 mortes. Ainda não é claro se existe uma relação entre o novo surto, que surgiu a 2.500 quilómetros de distância, com o anterior.
A província da Zambézia continua a registar casos de condutores que teimam em conduzir sob efeito de álcool. Só este ano, noventa condutores foram inibidos de conduzir, durante o período de um ano, por ter sido flagrados a conduzir embriagados. Igualmente, 72 cartas foram apreendidas por falta de pagamentos de multas.
Só este ano o INATTER na Zambézia enviou aos tribunais da Zambézia 6.525 autos de contravenções rodoviárias não pagas para efeito de cobranças coercivas.
“Quando os condutores são autuados têm um período de 15 dias para efectuar o pagamento voluntário ou para reclamar”, disse Alcides Macucule, delegado do INATTER.
As autoridades estão preocupadas com casos de jovens que ao longo da noite sentam nas bermas das estradas a consumir bebidas alcoólicas.
Sete pessoas morreram na sequência de um ataque do grupo extremista islâmico Boko Haram, numa vila no nordeste da Nigéria, disseram hoje fontes locais à agência de notícias France-Presse (AFP).
Os rebeldes chegaram na segunda-feira, cerca das 22:00 horas locais (a mesma hora em Portugal), em carrinhas ‘pick-ups’ e motos à vila de Munduri, onde massacraram sete civis que tentavam fugir.
“Os agressores pegaram em sete pessoas e massacraram-nas antes de disparar contra toda a vila”, afirmou à AFP um líder da milícia local, Umar Ari.
De acordo com um residente, Abdullahi Bunu, os jihadistas dispararam “indistintamente” na cidade, localizada a dez quilómetros da capital de Borno, Maiduguri.
O grupo extremista islâmico Boko Haram realizou vários ataques nas últimas semanas no nordeste da Nigéria, nomeadamente em bases ou comboios militares e matou dezenas de soldados nigerianos.
Segundo a AFP, na semana passada, cinco pessoas morreram durante um ataque na aldeia de Gasarwa, perto da cidade de Monguno, na região do Lago Chade.
Estes ataques surgem numa altura em que o Governo nigeriano insiste que o grupo jihadista está prestes a ser derrotado.
Os ataques do Boko Haram no nordeste do país causaram mais de 20.000 mortos e quase 2,6 milhões de deslocados, desde 2009.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Estagiário de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Cadeia de Aprovisionamentos. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Programa (Programa de Fístula Obstétrica). Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Programa (Saúde Materna). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal seis (6) Oficiais de Projecto. Saiba mais.
A Teixeira Duarte – Engenharia e Construções (Moçambique) Lda. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro Electrotécnico. Saiba mais.
A Teixeira Duarte – Engenharia e Construções (Moçambique) Lda. pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Construção Civil. Saiba mais.
O Conselho Provincial de Combate ao HIV/SIDA (CPCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar Administrativo – Estafeta/ Servente. Saiba mais.
O Conselho Provincial de Combate ao HIV/SIDA (CPCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior N1 para Área de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A ORPHAD (Organização para Promoção da Paz e Desenvolvimento Humanitário) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Monitores/ Observadores Eleitorais para a Região Norte. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Técnico (Administrativo D). Saiba mais.
A União Nacional de Camponeses de Moçambique (UNAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Médios Agro-Pecuários. Saiba mais.
A Direcção Provincial de Agricultura Alimentar de Nampula pretende recrutar um (1) Técnico Superior de Agro-pecuária N1 (Licenciado em Medicina Veterinária). Saiba mais.
A Polícia da República de Moçambique em Nampula desmantelou uma quadrilha que se dedicava ao consumo, venda de drogas e assaltos no bairro dos Belenenses na cidade de Nampula.
A PRM cercou e isolou o antigo mercado dos belenenses, tendo detido alguns supostos consumidores, a operação durou mais de cinco horas.
Entretanto a polícia não conseguiu deter o cidadão de Nacionalidade Tanzaniana considerado líder do grupo que pôs-se em fuga. A PRM vasculhou os quatro cantos da residência e só encontrou pequenos vestígios.
Populares acorreram ao local e parte destes lamentaram a detenção dos seus familiares considerando se tratar de inocentes.
A Arábia Saudita anunciou hoje que vai expulsar o embaixador do Canadá em Riade e congelar todas as relações comerciais com o país, em resposta às críticas de Otava à repressão sobre ativistas de direitos humanos.
O reino saudita deu ao diplomata canadiano 24 horas para deixar o país e chamou o seu embaixador no Canadá “para consultas”, num súbito endurecimento das relações bilaterais, que passa também pelo congelamento de “todos os novos acordos de comércio e investimento”.
O reino da Arábia Saudita “não aceitará de nenhum país uma interferência nos seus assuntos internos”, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita através de uma publicação na rede social Twitter.
A embaixada canadiana tinha referido, num comunicado publicado no Twitter, estar “gravemente preocupada” com uma nova onda de detenções de ativistas de direitos humanos na Arábia Saudita.
“Pedimos às autoridades sauditas a libertação imediata dos ativistas pacíficos de direitos humanos”, indicou a nota.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita reagiu, defendendo ser “muito lamentável que as palavras ‘libertação imediata’ figurem no comunicado canadiano”, o que é “inaceitável nas relações entre dois países”.
A 02 de Agosto, a chefe da diplomacia canadiana, Chrystia Freeland, disse ter ficado “muito preocupada ao saber da prisão de Samar Badawi”, ativista pelos direitos iguais entre homens e mulheres, e da colega Nassima al-Sadah.
Samar Badawi foi distinguida em 2012 com o Prémio Internacional de Liderança Feminina pelo Governo dos Estados Unidos.
Curtis Junior, um menino de oito anos, acabou por morrer depois de comer uns “cereais” que encontrou em casa, em Seymour, nos Estados Unidos.
Os “cereais” afinal eram droga, mais propriamente metanfetaminas, e levaram a criança a sofrer de uma overdose fatal. O menino não resistiu ao consumo de uma das drogas mais potentes do mundo, depois de ingerir 180 vezes o limite legal por pessoa.
Curtis Collman, o pai de origem indiana, foi acusado de não ter salvado o filho a tempo de lhe evitar a morte. O homem não levou o menino imediatamente ao hospital para evitar a prisão, temendo que as autoridades soubessem a quantidade de droga que tinha em sua posse.
Após a criança ser submetida a análises, concluiu-se que o pequeno Curtis consumiu o equivalente a 18.000 gramas de droga, sendo que a quantidade considerada legal não ultrapassa os 100 gramas por pessoa.
De acordo com o jornal Mirror, o pai Curtis Collman será julgado por negligência a 4 de Dezembro. O homem enfrenta também acusações de posse de arma de fogo, posse de droga, ausência de registo e roubo.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) retoma esta segunda-feira (06) até 13 de Agosto corrente, das 07h30 às 18h00, a recepção de candidaturas dos partidos políticos, coligações de formações políticas e grupos de cidadãos eleitores, para as eleições autárquicas de 10 de Outubro próximo.
Estas serão realizadas com base num “sistema de lista”, que consiste na escolha dos membros da assembleia autárquica e o cabeça da lista vencedora será proclamado presidente do conselho autárquico.
As candidaturas serão feitas em apenas oito dias [de 06 a 13/08/2018], contra os 23 dias [05 a 27/07/2018] que o mesmo processo levaria quando foi inviabilizado por falta de uma lei que operacionalizasse a Lei número 1/2018, de 12 de Junho, referente à Revisão Pontual da Constituição da República de Moçambique.
Por conta disso, as candidaturas estavam suspensas há cerca de um mês, o que torna o trabalho da CNE cada vez mais apertado.
Na sequência da aprovação das leis número 6 e 7/2018, de 3 de Agosto, aquele órgão reuniu-se na última sexta-feira (03) e deliberou fazer uma segunda adenda ao calendário do sufrágio eleitoral de 10 de Outubro.
A adenda em causa foi apresentada aos partidos políticos, no sábado (04).
No encontro, a CNE deu a conhecer os procedimentos a serem seguidos para a apresentação de candidaturas e sobre os outros passos atinentes ao escrutínio que se avizinha.
O porta-voz da CNE, Paulo Cuinica, disse à imprensa que a apresentação das candidaturas às eleições autárquicas, até a próxima segunda-feira (13), respeita os 60 dias antes da votação, nos termos do número 2 do artigo 161 da Lei número 7/2018, de 3 de Agosto.
Já no sábado, o presidente daquele órgão, Abdul Carimo, disse aos interessados no processo, inscritos na capital do país, que devem submeter a sua documentação no Centro Internacional de Conferência Joaquim Chissano (CICJC). Os que se inscreveram nas províncias submetem nas sedes provinciais da CNE.
A recepção de candidaturas decorrerá em simultâneo com a verificação da regularidade e autenticidade da documentação, bem como a elegibilidade dos candidatos. Paulo Cuinica explicou ainda que, findo esse trabalho, de 14 e 15 de Agosto, a CNE vai publicar as listas aceites ou rejeitadas. Destas, as que forem corrigíveis serão novamente submetidas ao órgão.
As candidaturas definitivas serão afixadas de 19 a 22 de Agosto, sendo o dia 24 de reservado ao “sorteio das listas definitivas na presença dos candidatos ou mandatários que compareçam para fixação da sua ordem no boletim de voto”.
O órgão aprovou ainda os modelos de materiais e conteúdos de educação cívica.
Em Pemba, dois cidadãos foram presos por terem tentado subornar a Polícia, para libertar seus colegas de trabalho que foram detidos há cerca de um mês por supostamente terem participado numa manifestação ilegal.
O Chefe das operações da 4ª Esquadra de Pemba, resistiu a tentação e negou receber 30 mil meticais oferecidos por dois homens, que foram supostamente detidos em flagrante delito.
Um dos acusados confessa o crime, e diz que a ideia surgiu de um agente da polícia, quando seus colegas de trabalho estavam a ser transferidos para outra esquadra.
As investigações continuam, e segundo a polícia, para além de corrupção activa, os dois detidos poderão ser acusados de desordem públicas por terem participado numa manifestação ilegal realizada e Pemba.
Esta, é a terceira vez em menos de um ano, que um policia denuncia tentativa de libertação de detidos mediante pagamento de dinheiro.
Moçambique perdeu 250 milhões de meticais (3,7 milhões de euros) no primeiro semestre deste ano em casos de corrupção envolvendo funcionários públicos, anunciou o porta-voz do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC).
Os casos de corrupção envolvem funcionários de instituições públicas moçambicanas, alguns dos quais já têm processos para a sua responsabilização em fase de instrução preparatória, explicou Cristóvão Mondlane, citado hoje pelo diário Notícias.
Entre os principais casos, destacam-se os processos que envolvem sete presidentes municipais, cinco administradores distritais, seis presidentes de Conselho de Administração, seis secretários permanentes e 15 directores.
Mondlane acrescentou ainda que muitos destes funcionários estão envolvidos na criação de empresas fantasma de construção civil, com o objectivo de ganhar concursos públicos nas entidades que dirigem.
Pelo menos 82 pessoas morreram e centenas ficaram feridas em um terremoto de 7 graus na Escala Richter no domingo (05), na ilha indonésia de Lombok, apenas uma semana depois de outro tremor no mesmo lugar.
O epicentro do tremor foi registrado a 10 quilómetros de profundidade, segundo o serviço geológico dos EUA (USGS). Ele foi seguido por dois tremores secundários – um de magnitude 5,4 – e cerca de 20 réplicas. Os tremores também foram sentidos na cidade vizinha Bali, onde chegaram a danificar edifícios.
O terremoto atingiu no início da noite de domingo a uma profundidade de 10,5 quilómetros na parte norte de Lombok. Um alerta de tsunami foi emitido depois que ondas de 15 centímetros de altura foram registradas em três aldeias, disse o chefe da Agência de Meteorologia, Climatologia e Geofísica da Indonésia, Dwikorita Karnawati.
Um vídeo mostrou pessoas gritando de pânico em casas em um bairro de Bali e veículos balançando. Em Lombok, soldados e outros socorristas transportaram feridos em macas e tapetes para um centro de ajuda.
Tragédia
Vítimas. Segundo Agung Pramuja, chefe de serviços de busca e resgate em Mataram, entre os mortos está um bebê de um ano e um idoso de 72 anos. “Todos imediatamente saíram de suas casas, todos estavam em pânico”, disse Iman, que, como muitos indonésios, tem apenas um nome.
Em várias partes da cidade o fornecimento eléctrico foi cortado e os pacientes tiveram de ser retirados dos principais hospitais. Muitas vítimas precisaram esperar atendimento em macas improvisadas fora de uma clínica. O porta-voz da agência indonésia de gestão de catástrofes, Sutopo Purwo Nugroho, afirmou que vários edifícios foram afectados em Mataram. “Muitos eram imóveis construídos com materiais pouco sólidos”, afirmou.
O ministro de Assuntos Internos de Cingapura, K. Shanmugam, que estava em Mataram na hora do terremoto, escreveu em seu perfil no Facebook que seu quarto de hotel no 10.° andar balançou violentamente e as paredes racharam.
A Direcção do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de Cabo Delgado esta com dificuldades de controlar a criminalidade devido a falta de meios para trabalhar. A situação deplora-se ainda mais nos distritos, onde os agentes são obrigados a andar a pé, usar meios pessoais ou a pedir ajuda a particulares, em missões de serviço.
Em todo caso, para minimizar a crise e controlar a criminalidade em Cabo Delgado, o governo Central alocou três viaturas operativas para a província.
As viaturas são insuficientes, o governo espera que as mesmas minimizem a situação do trabalho da SERNIC, que tem a dura missão de defender a população e as riquezas de Cabo Delgado.
Para além de meios circulantes e material de trabalho, a SERNIC em Cabo Delgado tem problemas sérios de instalações, e as poucas que existem precisam de uma reabilitação profunda e urgente, devido ao nível de degradação.
Sem ter sido ouvido, o cabeça-de-lista da Renamo na capital moçambicana, Venâncio Mondlane, foi na última quinta-feira (02) notificado do facto de ter sido constituído arguido pela Procuradoria da Cidade de Maputo, por “haver indício de crime de difamação” contra uma pessoa não identificada, no “processo número 577/1105/2017”, o que pode colocar em causa a sua candidatura às eleições autárquicas a realizarem-se no dia 10 de Outubro.
A procuradoria diz que o político “fica notificado nos termos do artigo 251 do Código do Processo Penal” e o crime que supostamente cometeu é “previsto e punido pelo artigo 229”, do mesmo dispositivo, “no âmbito dos autos de instrução preparatória”.
O @Verdade apurou, telefonicamente, do próprio arguido, no sábado (04), que não foi ouvido pela entidade que o notificou.
Ele assegurou-nos que não conhece a natureza da queixa, nem a identidade do queixoso e tão-pouco o fundamento para ser constituído arguido. “Vou-me apresentar [à Procuradoria] porque também desejo saber o que se passa”.
Alguma opinião pública não tem dúvidas de que este processo é uma tentativa de impedir a concorrência do visado nos pleitos eleitorais que se avizinham. Os suspeitos podem ser os mesmos de costume.
Venâncio Mondlane disse-nos que a Procuradoria da Cidade de Maputo não lhe esclareceu quem é o queixoso, nem que prática ele cometeu e que consubstancie difamação.
Todavia, sem revelar o nome e muito menos avançar pormenores, o político assegurou que tem uma ideia vaga sobre quem pode ser o queixoso e por que razão.
“Estou à espera também que me digam [a Procuradoria] o que é que eu fiz” e contra quem, disse o nosso interlocutor.
Ele afirmou que não está assustado porque em 2013 passou por uma situação similar, em que o queixoso “era a Frelimo”, que o acusava de ter feito campanha eleitoral extemporânea, quando um grupo de jovens se apresentou no campo de Maxaquene trajado de camisetas com a sua foto estampada, mas sem quaisquer dizeres políticos. “O processo não avançou por falta de matéria (…)”.
Ocorre que, recentemente, Venâncio Mondlane desistiu do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e renunciou a deputado pela bancada do mesmo partido na AR, por alegadas “incompatibilidades e constrangimentos (…)”.
Num outro desenvolvimento, ele mostrou-se estupefacto com o facto de ter sido constituído arguido depois de se afastar do Parlamento e numa altura em que está a preparar a sua estratégia para as eleições autárquicas.
Segundo os artigos 174 (imunidade) e 175 (irresponsabilidade) da Constituição da República, “nenhum deputado pode ser detido ou preso, salvo em caso de flagrante delito, ou submetido a julgamento sem consentimento da Assembleia da República”.
“Tratando-se de processo penal pendente em que tenha sido constituído arguido, o deputado é ouvido por um juiz conselheiro” e o mesmo deputado “goza de foro especial e é julgado pelo Tribunal Supremo, nos termos da lei”.
Ademais, a Lei-Mãe estabelece que os deputados da AR não podem ser processados judicialmente, detidos ou julgados pelas opiniões ou votos emitidos no exercício da sua função de deputado.
Porém, “exceptuam-se a responsabilidade civil e a responsabilidade criminal por injúria, difamação ou calúnia”.
Neste contexto, Mondlane não tem dúvidas de que está a ser “caçado” por já não ter imunidade, mas ao mesmo tempo não percebe por que motivo não foi notificado muito antes porque a “Constituição da República prevê as situações” em que se “pode requer ao Parlamento a quebra de imunidade” para que determinado processo-crime instaurado contra um deputado tenha o devido andamento.
A nossa fonte contou, a título de exemplo, alguns casos em que certos parlamentares foram alvos desse procedimento.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
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O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Elaboração da Estratégia do Preservativo. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Técnico (Administrativo D). Saiba mais.
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A Direcção Provincial de Agricultura Alimentar de Nampula pretende recrutar um (1) Técnico Superior de Agro-pecuária N1 (Licenciado em Medicina Veterinária). Saiba mais.
A Direcção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar pretende recrutar três (3) Técnicos Superiores de Agro-Pecuária N1 (Médicos Veterinários). Saiba mais.
A Direcção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar pretende recrutar treze (13) Técnicos Profissionais de Agro-Pecuária (Expansionistas Médios). Saiba mais.
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar dois (2) Professores Catedráticos nas áreas de Medicina Interna e de Sociologia do Ensino Superior. Saiba mais.
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) pretende recrutar dois (2) Professores Associados nas áreas de Reprodução Animal e de Anatomia da Cabeça e Pescoço.Saiba mais.
O Presidente angolano, João Lourenço, revogou, por despacho que invoca “interesse público”, um contrato de quase 30 milhões de euros, atribuído pelo anterior chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, aos egípcios da El Sewedy Power.
De acordo com o despacho 93/18, de 25 de Julho e ao qual a agência Lusa teve esta quinta-feira acesso, em causa está um contrato atribuído ao grupo egípcio em Janeiro de 2016, para o fornecimento e instalação de sete grupo geradores GE-16V228, visando o reforço da capacidade – em 19,6 MegaWatts – de produção de electricidade da central termoelétrica de Saurimo, província da Lunda Sul.
“Havendo necessidade de se proceder à rescisão do contrato acima referido, por imperativo de interesse público”, lê-se no despacho assinado por João Lourenço, que revoga o contrato atribuído por José Eduardo dos Santos, no valor, equivalente em kwanzas, de 34,8 milhões de dólares (29,8 milhões de euros), igualmente ao abrigo da legislação sobre Concursos Públicos.
Um empresário sul-africano foi hoje raptado num hotel em Palma, na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, disseram à Lusa familiares da vítima e testemunhas.
Andre Hanekon, com cerca de 60 anos e que actua na área do transporte marítimo, em Palma, desde 2012, foi raptado por volta das 14:30 por um grupo de quatro pessoas encapuzadas que vestiam uniformes militares, segundo disse Fernando Amarula, director do edifício hoteleiro onde o rapto ocorreu, citado pela Lusa.
“Eles invadiram o hotel. Estavam a segui-lo” num carro, contou. “Perguntei o que se estava a passar e eles nada disseram. Dispararam contra ele (Hanekon) no braço e na zona do abdómen e depois levaram-no”, explicou Fernando Amarula.
O grupo, segundo a descrição do director do hotel, situado a quase dois quilómetros do centro da vila de Palma, fazia-se transportar num veículo castanho, sem matrícula, que depois de levar Andre Hanekon seguiu em direcção ao centro da vila.
Um homem teve que amputar as duas pernas após receber uma lambida do seu próprio cão.
Greg Manteufel, de West Bend, Wisconsin, Estados Unidos, contraiu uma bactéria encontrada na saliva dos cachorros e gatos, chamada de Capnocytophaga canimorsus, que, dependendo das condições, podem causar uma infecção grave.
“A doença o atingiu vigorosamente. Ele ficou cheio de hematomas. Parecia que alguém tinha batido nele com um taco de baseball”, contou Dawn Manteufel, esposa de Greg, à emissora WITI-TV, afiliada da CBS. Assim que a infecção começou, o quadro evoluiu para sépsis, quando generaliza para o corpo
Segundo médicos da Universidade Médica de Wisconsin, essa bactéria pode provocar as mais diversas reacções. “Às vezes, a pressão sanguínea cai tanto que as pernas e os braços acabam morrendo”, disse o especialista Silvia Munoz-Price. No entanto, ele pondera: “99% das pessoas que têm cachorros nunca passarão por isso. É apenas azar”.
Como os custos da internação hospitalar são altos, a família criou uma vaquinha. Até a última actualização da matéria, eles já tinha arrecadado US$ 53 mil, mas a meta é de US$ 100 mil.
A Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) diz que a corrupção, a falta de aplicação da lei e a porosidade nas fronteiras, incentivam a acção dos caçadores furtivos, que estão a dizimar a fauna bravia em Moçambique.
No âmbito do Dia Internacional do Fiscal de Florestas e Fauna Bravia, o director dos Serviços de Fiscalização da ANAC, Carlos Lopes, diz que a caça furtiva continua a ser uma questão muito preocupante nas 14 áreas de conservação de Moçambique.
“Temos uma situação muito delicada do ponto de vista das espécies protegidas, em particular o elefante, o rinoceronte, o pangolim e o leão, que estão a ser dizimados (…) a perda de 48 por cento do efectivo nacional é significativa”, desabafa Carlos Lopes.
Moçambique possui cerca de 1200 fiscais, dos quais 623 são do sector público, mas o ideal seriam 2500, para fazer face à acção dos furtivos, organizados em sindicatos que integram moçambicanos e estrangeiros.
Lopes afirma ainda que a acção dos furtivos “é facilitado pela porosidade que existe nas nossas fronteiras, corrupção, falta de rigor na inspecção e pela fraca aplicação da lei no país”.
Os furtivos já usam silenciadores nas armas e até visão nocturna, diz Lopes que lamenta a actuação da justiça no contexto da luta contra a caça furtiva.
Momade Assife Abdul Satar, nos meandros do crime conhecido por Nini Satar, já está em Maputo, desde a tarde de quarta-feira (01). Ele foi imediatamente conduzido para o Estabelecimento Penitenciário Especial de Máxima Segurança da Machava, vulgo BO, confirmou o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), à imprensa. É o seu regresso à cadeia que conhece muito bem como a palma da sua mão.
O concidadão, que deixara o país alegadamente para tratamento médico na Índia, o que devia durar apenas 90 dias, foi detido no dia 25 de Julho último, no Reino da Tailândia, na sequência de um mandado de captura internacional, contra ele emitido pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM).
A medida surgiu depois da revogação da liberdade condicional que lhe foi concedido, em Setembro de 2014, após cumprir metade da pena de 24 anos, em conexão com o assassinato do jornalista Carlos Cardoso, em Novembro de 2000.
Nini Satar, que viveu sensivelmente três anos no exterior e de forma ilegal, viu a sua liberdade condicional anulada no ano passado, 24 horas depois de indivíduos encapuzados, que se faziam transportar numa viatura, terem metralhado um carro-celular da Polícia da República de Moçambique (PRM) e resgatado dois perigosos cadastrados, supostamente seus comparsas.
Trata-se de José Ali Coutinho, dias depois encontrado morto na província de Maputo, e Alfredo José Muchanga. Ambos cumpriam penas de prisão maior na BO, mas nas celas anexas ao Comando da PRM da Cidade de Maputo, por práticas crimes hediondos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) sustentou que Nini, também implicado no assassinato do procurador Marcelino Vilanculos, perdeu a liberdade condicional por ter infringido, reiteradamente, as medidas impostas, as quais consistiam em não se fazer acompanhar de pessoas de má conduta e não cometer outros crimes.
Segundo o chefe do Departamento de Relações Públicas do SERNIC, Leonardo Simbine, o compatriota chegou à capital do país por voltas das 14h00.
Ele é acusado de “autoria moral associação para delinquir, roubo e rapto”, disse a fonte, acrescentando foram instaurados processos-crime que estão em “instrução preparatória” na PGR. Os mesmos estão numa fase bastante avançada, “faltando apenas algumas diligências e uma delas é a audição do arguido”.
De acordo com a PGR, num comunicado distribuído à imprensa, em 2017, Nini liderava uma organização criminosa raptava moçambicano com o propósito de exigir avultadas quantias em dinheiro.
Aliás, em conexão com os raptos, Danish Satar, Rachida Satar e Sheila Adão Issufo, sobrinho irmã e esposa de Nini, foram também detidos, em Abril de 2012, foram restituídos à liberdade por ausência de provas contundentes.
Nini terá de cumprir em prisão efectiva o resto da pena a que foi condenado em conexão com o assassinato do jornalista Carlos Cardoso e pela fraude do então Banco Comercial de Moçambique.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, acolheu hoje em Maputo uma delegação da U.S. International Finance Partners (IFP), liderada pelo presidente e...
Iniciou hoje uma formação gratuita destinada a 120 transportadores semi-colectivos de passageiros, na cidade de Maputo. Esta iniciativa visa o averbamento gratuito das cartas...
Esta segunda-feira, mais de 300 expositores de variados sectores de actividade iniciaram a apresentação dos seus produtos e serviços na Feira Económica de Nampula...