Um terramoto de magnitude 6,4 atingiu, na segunda-feira, a costa do arquipélago de Vanuatu, no Pacífico Sul, sem que tenha sido emitido um alerta de tsunami.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que regista a actividade sísmica em todo o mundo, localizou o terramoto a 226 quilómetros de profundidade e a 59 quilómetros a noroeste da cidade de Isangel, na ilha de Tanna.
O terramoto foi registado às 13.52 horas.
A República de Vanuatu, de 250 mil habitantes, um arquipélago de origem vulcânica, situa-se perto do chamado Anel de Fogo do Pacífico e dos vulcões subaquáticos da Bacia do Lau.
Em reunião extraordinária em Maputo, a Comissão política da Renamo que busca por uma decisão face aos resultados das eleições de 15 de Outubro, cujo considera “frutos de tamanha fraude”, o Presidente do partido considerou que urge chegar a um consenso no partido, sobre os resultados.
“O desejo dos moçambicanos e da comunidade internacional era de que estas eleições, antecedidas pela assinatura do Acordo de Paz (Definitiva) e Reconciliação Nacional, e da visita do Papa Francisco ao nosso país, fossem livres justas e transparentes. Contrariamente a essa vontade comum e genuína, todos tivemos vergonhosamente, eleições fraudulentas, jamais vistas no nosso país e no mundo inteiro”, disse Ossufo Momade, em discurso de abertura, na reunião alargada a outros quadros.
Ainda esta tarde, será conhecida a decisão do partido.
“O País” está posicionado para acompanhar as incidências.
Renamo está reunida para tomar uma decisão face aos resultados anunciados
A Comissão Política da Renamo está reunida, desde a manhã de hoje, para tomar uma decisão face aos resultados das eleições que consideram de “frutos de tamanha fraude”.
O presidente do partido, Ossufo Momade, e o cabeça-de-lista pela província de Maputo, António Muchanga, consideram que o processo foi vergonhoso.
O autarca da cidade de Joanesburgo e político do maior partido da oposição na África do Sul, Herman Mashaba, anunciou que renunciou ao partido Aliança Democrática (DA) e ao cargo municipal.
“O DA aprovou uma resolução este domingo no conselho federal do partido questionando o papel do partido na coligação de governação municipal de que faço parte, e a forma como essa decisão foi comunicada”, disse em conferência de imprensa Herman Mashaba, na Câmara Municipal de Joanesburgo.
Mashaba defendeu que as “coligações (políticas) são o futuro da África do Sul” e afirmou que “há membros no DA que acreditam a raça é relevante na discussão em torno do combate à desigualdade e pobreza em 2019”.
“É por esse motivo que convoquei esta conferência de imprensa para anunciar a minha renúncia do DA. Não continuarei como vereador do partido e, como tal, não poderei continuar a ser autarca. […] Tive de escolher entre o meu partido e o meu país”, declarou Mashaba.
“Não consigo aceitar que a África do Sul é hoje um país mais desigual do que era em 1994. Não consigo aceitar que haja pessoas que não entendem que temos um dever patriótico de derrubar o ANC do poder e salvar o nosso país antes que seja demasiado tarde”, afirmou.
Mashaba disse que a sua demissão é efectiva em 27 de Novembro.
O autarca de Joanesburgo, capital da província de Gauteng, motor da economia mais industrializada de África, sublinhou que deixa a autarquia “em situação financeira saudável com um balanço positivo de 5,3 mil milhões de rands (321 milhões de euros) em reservas em dinheiro e um fundo financeiro avaliado em 2,7 mil milhões de rands (163,5 milhões de euros)”
A demissão de Herman Mashaba ocorre 24 horas depois da nomeação, no domingo, da antiga líder do DA Helen Zille para o cargo de presidente do concelho federal daquela formação política.
“Aderi à Aliança Democrática porque não conseguia aguentar mais ver o meu país a ser desintegrado pela corrupção, fracasso e arrogância do Congresso Nacional Africano (ANC)”, salientou Mashaba ao anunciar a sua demissão.
Todavia, acrescentou, “o DA deixou de ser o partido que pode dar ao país uma sociedade inclusiva e substituir o ANC na governação do país”.
Antes da eleição do concelho federal do maior partido na oposição, Mashaba disse que deixaria o partido se “elementos da direita” assumissem a liderança daquela formação política.
Mashaba criticou o seu próprio partido, que considera ser o “mais difícil” no governo de coligação em Joanesburgo.
Observadores acreditam que a demissão de Herman Mashaba representa uma estratégia de reorganização do DA com vista a ser oposição “mais forte e eficiente” ao ANC, o partido no poder desde 1994.
Em Agosto de 2016, o Congresso Nacional Africano (ANC) obteve 44,5% e 121 mandatos no conselho municipal de Joanesburgo, mas não alcançou a maioria.
Os partidos minoritários votaram com o DA, segundo partido mais votado com 38,4% (104 mandatos), na eleição de Herman Mashaba, tendo sido o primeiro edil da Aliança Democrática fora da Cidade do Cabo.
A coligação de governação do DA integra o Economic Freedom Fighters (EFF, sigla em inglês), partido de esquerda radical do líder dissidente do ANC, Julius Malema – terceiro mais votado com 11,1% (30 mandatos) e o Inkatha Freedom Party (IFP) com 1,7% (cinco mandatos).
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Técnico Superior de Relacionamento com as Comunidades. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende recrutar três (3) Docentes N1 (ETP), na especialidade de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Aldeia de Crianças SOS Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro e pessoal um (1) Oficial de Subvenções e Administração. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Sistemas de Informação para Saúde (Programador). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, quatro (4) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Engenharia Civil (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Geologia (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Informática Gestão (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Gestão Financeira e Bancária. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Empresas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Turística (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, um (1) Docente para o curso de Gestão Turística. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão Turística (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, três (3) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (MSc). Saiba mais.
Dezenas de milhares de pessoas desafiam no domingo (20) a proibição de manifestações em Hong Kong.
As autoridades proibiram o protesto convocado para Tsim Sha Tsui, bairro conhecido por suas lojas de luxo e hotéis, alegando razões de segurança, após os recentes confrontos entre as forças de segurança e manifestantes mais radicais. Esse é o 20º fim de semana consecutivo de manifestação por mais democracia no território autónomo.
A passeata aconteceu de maneira pacífica até que grupos de manifestantes radicais atacaram estações de metrô e agências de bancos chineses ao longo do trajecto. A polícia usou gás lacrimogéneo contra os manifestantes. Desde que as autoridades proibiram o uso de máscaras nas manifestações, no início de Outubro, o índice de violência aumentou, com vários actos de vandalismo contra empresas acusadas de apoiar o governo. Há duas semanas, o metrô de Hong Kong encerra o serviço às 22h.
As agressões que deixaram dois ativistas pró-democracia gravemente feridos também aumentaram a revolta dos manifestantes. No sábado (19), um homem de 19 anos que distribuía panfletos a favor das manifestações foi gravemente ferido por criminoso que o esfaqueou no pescoço e abdómen.
Na última quarta-feira (16), Jimmy Sham — um dos líderes do movimento pró-democracia — foi internado depois de ser atacado com martelos por homens não identificados. Sham é o principal porta-voz da Frente Civil de Direitos Humanos (FCDH), organização que prega a não violência e que convocou algumas das maiores manifestações pacíficas dos últimos meses.
Pequim mantém silêncio sobre as agressões de militantes pró-democracia. Há quatro meses a região semiautônoma enfrenta sua crise política mais grave desde que o Reino Unido devolveu o território à China, em 1997, com manifestações quase diárias para exigir reformas democráticas e denunciar a crescente interferência de Pequim. Para o governo da China, as manifestações são o resultado de uma conspiração ocidental que pretende impor pela força a democracia no território semiautônomo.
A mobilização começou como forma de repúdio a um projecto de lei que pretendia autorizar extradições para a China. O texto foi retirado, mas com muito atraso, segundo os manifestantes, que ampliaram suas reivindicações. Sem qualquer tipo de concessão do Executivo de Hong Kong e de Pequim, o movimento se tornou cada vez mais radical.
O Tribunal Supremo de Joanesburgo, na vizinha África do Sul, ouviu os argumentos de partes interessadas sobre a extradição do antigo ministro moçambicano das finanças, Manuel Chang, para o seu país ou para os Estados Unidos.
Chang é procurado nos dois países por acusações decorrentes do caso Dívidas Ocultas, e enquanto ministro das finanças do governo liderado pelo então Presidente da República, Armando Guebuza, assinou garantias ilegais no período compreendido entre 2013 e 2014, que permitiu a três empresas moçambicanas contratarem empréstimos no valor acima de dois biliões de dólares concedidos pêlos bancos Credit Suisse e VTB da Rússia.
No dia 21 de Maio, seu último dia no cargo, o ex-ministro da Justiça da África do Sul, Michael Matsupha, nomeado pelo presidente Jacob Zuma, decidiu extraditar Chang para Moçambique. Contudo, o novo ministro da Justiça, Ronald Lamola, nomeado pelo Presidente Cyril Ramaphosa, está a tentar revogar a decisão de Matsupha, que considera de “irracional e ilegal”.
Entretanto, advogados do governo moçambicano estão tentando convencer o Tribunal Superior de Joanesburgo, em Gauteng, que Matsupha tomou a decisão correcta e que Chang deve ser deportado para Moçambique.
A Fundação Sul-Africana Helen Suzman (HSF) e a ONG moçambicana, o Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO) foram autorizadas a pronunciar-se no tribunal e apoiar a decisão de Lamola.
Enquanto as partes dirimiam os seus argumentos no tribunal um grupo de moçambicanos residentes na África do Sul estava do lado de fora do tribunal com cartazes exigindo que Chang fosse extraditado para os Estados Unidos.
O advogado que representa o HSF, Max du Plessis, argumenta que a África do Sul está vinculada por sua constituição a garantir o combate efectivo à corrupção, mesmo que o crime não tenha ocorrido na África do Sul.
“O compromisso da África do Sul exige que, ao tomar uma decisão de extradição, o país para o qual a pessoa acusada de corrupção é extraditada tenha vontade e capacidade necessárias para processar o crime de maneira adequada e bem-sucedida”, disse du Plessis.
Matsupha ‘tinha obrigações para garantir a investigação e processo eficazes de Chang por corrupção e ele foi obrigado a tomar as medidas necessárias para fazê-lo’, disse du Plessis. Ele não o fez e isso tornou a decisão de extraditar Chang para Moçambique “ilegal, irracional e inconstitucional”.
O tribunal deverá emitir o seu parecer dentro das próximas semanas.
Chang foi detido na África do Sul a 29 de Dezembro último, no Aeroporto Internacional OR Tambo, na sequência de um mandado internacional, emitido pela justiça norte-americana, que o acusa de prática de crimes de conspiração para a lavagem de dinheiro, conspiração para cometer fraude de valores mobiliários e conspiração para cometer fraude electrónica.
Em Moçambique, Chang é acusado pelo Tribunal Supremo por crimes de abuso de cargo ou funções, violação da legalidade orçamental, burla por defraudação, peculato, corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais.
Pelo menos 15 pessoas morreram após uma barragem em uma pequena mina de ouro siberiana desabar e a água inundar os dormitórios de trabalhadores.
O Ministério de Emergências disse que sete corpos ainda não foram identificados. O órgão regional da saúde disse que 16 pessoas ficaram feridas.
A barragem não havia sido registrada ou aprovada para uso pela Rostechnadzor, a agência russa de supervisão tecnológica e ecológica, afirmou a agência de notícias Interfax. O colapso ocorreu em um período de fortes chuvas por volta das 6h de sábado do horário local, perto da vila de Shchetinkino, na região de Krasnoyarsk, na Sibéria, cerca de 3.400 quilómetros a leste de Moscou.
O presidente do governo regional de Krasnoyarsk, Yuri Lapshin, disse que a “a estrutura hidrotécnica foi construída de maneira improvisada”. O Comité de Investigação do país disse que abriu uma investigação criminal sobre possíveis violações dos regulamentos de segurança no local de trabalho.
Dois dirigentes da Renamo, que tinham desaparecido no dia da votação no distrito de Zumbo, na província de Tete, foram encontrados esta sexta-feira (18), mortos, crivados de balas numa mata local, disse à VOA o delegado provincial do partido da oposição.
Barbara Jeque, presidente da liga da Liga Feminina da Renamo, no distrito do Zumbo, na companhia do marido, também membro do partido, desapareceram na terça-feira, 14, quando se dirigiram ao posto administrativo de Zambwe, para entregar as credenciais aos delegados de candidatura e as réplicas de cadernos de votação.
“No regresso, cerca das 10 horas, foram interceptados por esquadrões da morte e conduziram-nos na mata e foram-lhes matar”, disse Evaristo Sixpense.
“A mulher (foi atingida) com oito tiros e o marido também foi morto de tiros, e também foi carbonizado”, acrescentou o delegado provincial da Renamo, acrescentando que no fim do dia da votação, o partido lançou um alerta sobre o desaparecimento dos dois dirigentes.
“Ontem começamos a investigar as pistas de um dos populares”, precisou Evaristo Sixpense, para depois acrescentar que “hoje conseguimos achar os corpos e já se realizou o funeral ainda esta tarde”.
A Renamo supõe que o assassinato esteja ligado a motivações politicas.
Coube ao Presidente da Comissão de Eleições da Cidade de Maputo, Ana Chemane, a divulgação dos resultados parciais da votação de 15 de Outubro.
Para as presidenciais, Filipe Nyusi conseguiu 276 086 votos, o que correspondente a 69.2% dos votos. O Candidato da Renamo, Ossufo Momade, foi segundo mais votado com 22.9% dos votos, enquanto Daviz Simango conseguiu apenas 7.3% dos votos. Mário Albino do AMUSI não foi para além 0.40% dos votos na cidade de Maputo.
Na eleição para Assembleia da República, Frelimo obteve 242 105 votos, correspondente a 61.5%, tendo a Renamo obtido 27.8% dos votos e o MDM 7.8%. O partido AMUSI não foi para além de 0.22% dos votos na cidade de Maputo.
A emoção tomou conta dos camaradas logo após o anúncio dos resultados parciais da votação na cidade de Maputo.
Os outros partidos não se fizeram representar na cerimónia de divulgação dos resultados na cidade de Maputo.
A Renamo, principal partido da oposição, pediu a repetição das eleições gerais, por não aceitar os resultados preliminares que até aqui dão vitória a Filipe Nyusi e o partido Frelimo.
O pedido foi apresentado em conferência de imprensa pelo secretário-geral do partido, André Magibire, na sede nacional da Renamo, em Maputo, alegando fraude no acto eleitoral a favor do partido no poder.
Magibire remeteu detalhes sobre a decisão da Renamo para depois da reunião da Comissão Política Nacional agendada para segunda-feira, em Maputo.
O secretário-geral da Renamo comparou as eleições a um exame escolar. “Considerando que alguns eleitores traziam consigo boletins de voto já assinalados a favor do partido Frelimo e do seu candidato, antes de entrar na sala de votação, o partido Renamo considera que houve fraude semelhante àquela em que estudantes se apresentam na sala de exame com cópias de guias de correcção”.
Assim, “a norma pedagógica recomenda que se anule este exame realizado a 15 de Outubro em todo o território nacional e que o país se prepare para novas eleições que devem ser supervisionadas por entidades idóneas”.
A Renamo entende que a Frelimo promoveu a violência e a fraude de tal maneira que violou o recente acordo de cessação de hostilidades, assinado a 01 de Agosto, documento prévio ao acordo de paz assinado cinco dias depois, entre Governo e oposição – representados pelo Presidente da República, Filipe Nyusui, e pelo presidente da Renamo, Ossufo Momade.
O Costa do Sol recebeu e venceu a ENH de Vilankulo, por duas bolas a uma (2-1), em partida referente à 24ª jornada do campeonato nacional de futebol.
Com o triunfo desta tarde o Costa do Sol, consolidou a liderança na prova com 51 pontos, enquanto o seu adversário continua com os mesmos 30 pontos com que entrou para a jornada 24.
Os golos da equipa canarinha, foram apontados na segunda parte primeiro por Eva Nga na transformação de uma grande penalidade e Sibale de cabeça a responder positivamente a um cruzamento do camarones, e Betão de livre directo foi o autor do tento da ENH.
Na próxima jornada o Costa do Sol vai defrontar o Textáfrica do Chimoio, no campo da Soalpo, e a ENH de Vilankulo recebe o Desportivo de Nacala, no Alto Makassa.
Origem do petróleo ainda não é conhecida. Investigação prossegue. Enquanto isso, manchas de óleo já atingiram 200 praias.
Desde o dia 2 de Setembro, foram recolhidas mais de 600 toneladas de resíduos nas praias do litoral nordestino, no Brasil, ao longo dos 2.250 quilómetros afectados pelas manchas de petróleo.
A informação foi avançada no domingo pelo Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), refere o G1. As autoridades ressalvam, contudo, que estes dados são relativos, uma vez que os resíduos estão a ser recolhidos na costa, juntamente com areia.
De acordo com o comandante de Operações Navais da Marinha, esta é a primeira vez que um problema desta magnitude atinge a costa brasileira.
“O acidente é totalmente inédito no Brasil. Arrisco a dizer que no mundo ocidental, também”, sublinhou.
O mesmo responsável afirmou que as investigações continuam, havendo apenas a certeza de que as manchas de óleo não têm origem no Brasil.
“A certeza que temos é de que não é originário do Brasil. Nosso petróleo é fino e a densidade desse material é maior. Sabemos que [o derrame] teve origem no Oceano Atlântico, entre 500 e 600 quilómetros da nossa costa”, disse.
Segundo o último balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), divulgado este sábado, as manchas de óleo já atingiram 200 praias, de 78 municípios de nove estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
De recordar que o ministro do ambiente brasileiro chegou a acusar a Venezuela de ser responsável pelo aparecimento das manchas. Por seu turno, a petrolífera venezuelana negou qualquer envolvimento no problema, defendendo serem “infundadas” as acusações de Ricardo Salles.
Ainda assim, o governante insiste tratar-se de “óleo venezuelano”. Este domingo, Ricardo Salles usou o Twitter para agradecer a uma empresa a ajuda disponibilizada. “Agradecemos muito a ajuda da empresa, mas, infelizmente, não deu resultado para esse tipo de óleo venezuelano, mais denso e espesso”, escreveu.
Cinco pessoas morreram no incêndio de uma fábrica de confecção de vestuário alvo de pilhagens no norte de Santiago, elevando para sete o número de mortos desde o início dos violentos protestos no Chile.
“Foram detectados cinco corpos no interior da fábrica devido ao incêndio”, anunciou aos media locais Diego Velasquez, comandante dos bombeiros de Santiago.
Duas pessoas já tinham perdido a vida na noite de sábado para domingo no incêndio de um supermercado que também estava a ser saqueado por populares no sul da capital.
As manifestações decorrem desde sexta-feira em protesto contra um aumento (entre 800 e 830 pesos, cerca de 1,04 euros) do preço dos bilhetes de metro em Santiago, que possui a rede mais longa (140 quilómetros) e mais moderna da América do sul, e que transporta diariamente cerca de três milhões de passageiros.
O presidente Sebastián Piñera decretou o estado de emergência para 15 dias na capital, com sete milhões de habitantes, mas no dia seguinte, no sábado, recuou e suspendeu o aumento. Mas as manifestações e os confrontos prosseguiram, também devido à degradação das condições sociais e às desigualdades neste país, onde as áreas da saúde e educação estão quase totalmente controladas pelo sector privado.
Dezenas de supermercados, veículos e estações de serviço foram saqueados ou incendiados. Os autocarros e as estações de metro registaram importantes danos. Segundo o Governo, 78 estações de metro registam estragos, e algumas foram totalmente destruídas.
Os prejuízos no metro foram avaliados em mais de 300 milhões de dólares (268 milhões de euros) e o regresso à normalidade em certos percursos deverá prolongar-se “por meses”, considerou Louis de Grange, presidente da Companhia nacional de transportes públicos.
No aeroporto de Santiago foram cancelados ou reprogramados numerosos voos, também devido às dificuldades dos trabalhadores em garantir meios de transporte.
Os estudantes apelaram a novas manifestações na segunda-feira. Através de palavras de ordem como “Fim aos abusos” ou “O Chile levantou-se”, difundidas nas redes sociais, o país enfrenta uma das piores crises sociais.
Segundo um balanço das autoridades, já foram detidas pelo menos 716 pessoas em todo o país.
O cessar-fogo permanece em vigor em cinco regiões, incluindo a capital Santiago, e foram mobilizados mais de 10.000 polícias e militares, precisou um responsável militar.
Piñera deverá reunir os seus ministros e outros responsáveis para efectuar um balanço da situação. Anunciou ainda um diálogo “amplo e transversal” para tentar responder às reivindicações populares.
Depois da vitória de sábado da Juventus frente ao Bolonha por 2-1, o defesa central proveniente do Ajax voltou a ser alvo de críticas por parte da imprensa italiana.
Apesar do resultado positivo no jogo a contar para a oitava jornada da liga italiana, foram os erros cometidos pelo jovem holandês – um corte com a mão e várias jogadas em que foi salvo pelo colega de defesa Bonucci – a chamar a atenção da Gazzetta dello Sport e do Tuttosport, que o definiram como ‘errático’ e ‘imperfeito’.
Nas últimas semanas, o defesa de 20 anos admitiu não estar à altura da forma da época passada, ao serviço do Ajax, onde chamou a atenção de vários gigantes europeus.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alerta para a ocorrência de ventos fortes com rajadas até 60km/h, aguaceiros ou chuvas moderadas, por vezes acompanhadas de trovoadas, a partir da tarde de hoje, nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane.
O INAM prevê ainda uma descida acentuada de temperatura na terça-feira, indica um comunicado daquela instituição do Estado.
Na província de Maputo, os fenómenos meteorológicos poderão afectar os distritos de Matutuine, Boane, Namaacha, Moamba, Marracuene, Magude, Manhiça, cidades de Maputo e Matola.
Em Gaza, o alerta vai para os distritos de Massingir, Mabalane, Guijá, Chibuto, Mandlakhazi, Chongoene, Chókwè, Bilene, Limpopo e cidade de Xai-Xai.
Em Inhambane, serão afectados os distritos de Zavala, Inhambane, Jangamo, Morrumbene, Homoine, Massinga, Vilankulo, Inhassoro, Gouvuro, cidades de Maxixe e Inhambane.
“No mar, o vento poderá criar agitação marítima e gerar ondas que podem atingir a altura de quatro metros, a sul do paralelo 22 graus sul”, refere o documento que temos vindo a citar.
Em relação ao impacto da situação, o INAM diz que pode haver movimento de poeira e areia, coberturas de casas precárias podem ficar soltas e objectos poderão ser arrastados.
Há possibilidade de queda de árvores, portes de energia e telecomunicações. A condução rodoviária poderá ficar condicionada e pequenas embarcações podem ser arrastadas”.
De uma piscina no Maputo a uma propriedade luxuosa na Riviera francesa, passando por milhões pagos em Abu Dhabi, foi a rota de subornos a um bancário do Crédit Suisse envolvido no escândalo das “dívidas ocultas”.
A revelação foi feita num Tribunal em Nova Iorque na quinta-feira (17), onde também se soube que foi numa piscina em Maputo onde foram acordados os primeiros subornos de um destacado funcionário do Crédit Suisse no conhecido caso das “dívidas ocultas” de Moçambique.
Ao testemunhar em tribunal pelo segundo dia do julgamento do empresário libanês Jean Boustani, acusado de defraudar investidores americanos, o antigo funcionário do Crédit Suisse, Andrew Pearse, revelou também, pela primeira vez, que um funcionário do banco russo VTB, Makram Abboud, também foi subornado para facilitar os empréstimos.
Dezenas de milhares de libaneses manifestaram-se nas principais localidades, contra o regime e a grave crise económica que atinge o país, num dos maiores protestos antigovernamentais já realizados.
Segundo a agência de notícias norte-americana Associated Press (AP), os manifestantes dançavam e cantavam nas ruas, alguns agitavam bandeiras libanesas e gritavam: “O povo quer derrubar o regime”.
Estes protestos espontâneos, em massa, que acontecem pelo quarto dia consecutivo e devem prosseguir na segunda-feira, são as maiores manifestações do Líbano em cinco anos, e estenderam-se além de Beirute. Os manifestantes quiseram demonstrar a “raiva crescente contra uma classe dominante que dividiu o poder entre si e acumulou riquezas durante décadas, mas pouco fez para regenerar uma economia em ruínas e deixou as infraestruturas degradadas”.
Para segunda-feira, a Associação de Bancos Libaneses anunciou o encerramento de todas as agências bancárias, com o objectivo de “garantir a segurança dos funcionários”, durante as manifestações de protesto, previstas.
Os distúrbios surgiram após o governo propor novos impostos, como parte de medidas de austeridade, para fazer face a uma crescente crise económica.
Os protestos trouxeram para as ruas pessoas de todas as idades, e de diferentes linhas políticas e orientações religiosas, que caracterizam o país, destaca a reportagem da AP.
“As pessoas não aguentam mais”, avisou Nader Fares, um manifestante no centro de Beirute, acrescentando que está desempregado. “Não há boas escolas, electricidade e água”, alertou.
Os políticos estão agora numa corrida contra o tempo para apresentar um plano de resgate económico, na esperança de virem a acalmar a população.
Na noite de sábado, o líder cristão libanês Samir Geagea abandonou o governo de coligação, com a renúncia de quatro dos seus ministros.
Geagea, que chefia o Partido das Forças Libanesas, de direita, afirmou que já não acredita que o actual Governo de unidade nacional, liderado pelo primeiro-ministro Saad Hariri, consiga retirar o país da profunda crise económica.
“Estamos agora convencidos de que o governo é incapaz de assumir as medidas necessárias para salvar a situação. Em consequência, o nosso bloco decidiu pedir aos seus ministros para se demitirem”, declarou.
O anúncio de Geagea foi acolhido com regozijo pelos manifestantes em Beirute, que apelaram a outros países para abandonarem o governo.
Na noite de sexta-feira, o primeiro-ministro do Líbano, Saad Hariri, tinha dado aos seus parceiros da coligação governamental um ultimato de 72 horas, para apoiarem as reformas económicas em curso.
Um dia depois, Hariri disse que iria reunir-se com os ministros para “alcançar o que serve os libaneses”.
O país atravessa uma crise económica sem precedentes, quando a dívida do país ascende a mais de 86 mil milhões de dólares (77 mil milhões de euros), 150% do Produto Interno Bruto (PIB).
O detonador destes protestos foi a decisão do Governo de impor novos impostos, no quadro do seu programa de austeridade, taxando, por exemplo, as chamadas e mensagens através da aplicação Whatsapp. Casos de corrupção e de má gestão governamental intensificaram os protestos.
A Associação de Bancos Libaneses anunciou hoje, por seu lado, que a banca estará encerrada na segunda-feira, para “garantir a segurança dos funcionários”, durante as manifestações de protesto, previstas.
O grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI) anunciou na sexta-feira (18) ter repelido um ataque militar no Norte de Moçambique contra uma das suas posições, num confronto em que provocou várias baixas e fez um prisioneiro.
A informação é veiculada no boletim Al-Naba do EI.
Até ao momento, analistas e fontes no terreno contactadas pela Lusa rejeitaram a ligação destes ataques no norte do país a movimentos terroristas internacionais de extremismo islâmico, apontando tensões locais nas comunidades como causa dos casos de violência.
A organização terrorista diz que os seus homens na província de Cabo Delgado, Norte de Moçambique – que dizem fazer parte do Califado da África Central – “repeliram um ataque contra as suas posições” na zona de Mbau, distrito de Mocímboa da Praia, levado a cabo por “vários soldados dos exércitos moçambicano e russo”, no domingo, dia 13.
“Os confrontos resultaram na morte de vários soldados, ferimentos em muitos deles”, anuncia o EI, que diz ter feito um prisioneiro e recolhido “armas e munições” que os militares “deixaram para trás” ao fugir.
O Ministério da Defesa moçambicano anunciou ontem ter feito um ataque de artilharia, já depois deste confronto descrito pelo Estado Islâmico, em que conseguiu neutralizar vários membros dos grupos armados.
O ataque de artilharia foi executado na quarta-feira, anunciou.
A Rússia negou à Lusa ter militares em solo moçambicano.
O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, José Pacheco, anunciou há duas semanas que o apoio russo diz respeito ao fornecimento de equipamentos militares.
A zona em causa, umas vezes referida como Nbau outras como Mbau, foi palco de confrontos em 23 de Setembro, após um ataque reivindicado pelo grupo ‘jihadista’ em que terão morrido 10 pessoas e em que foram incendiadas várias casas, incluindo a sede da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder.
A região de Cabo Delgado é afectada desde Outubro de 2017 por ataques armados levados a cabo por grupos criados em mesquitas da região e que eclodiram em Mocímboa da Praia.
Como consequência já terão morrido, pelo menos, 250 pessoas, quase todas em aldeias isoladas e durante confrontos no mato, mas, nalgumas ocasiões, a violência atingiu transportes na principal estrada asfaltada da região, bem como a área dos megaprojetos de exploração de gás – em que há várias empresas subempreiteiras portuguesas.
Autoridades e analistas ouvidos pela Lusa têm considerado pouco credível que haja um envolvimento genuíno do grupo terrorista nos ataques, que vá além de algum contacto com movimentos no terreno.
A Comissão Nacional de Eleições estima que 5.400 eleitores da região não tenham podido votar nas eleições gerais de terça-feira por terem fugido da área de residência e por terem perdido os seus haveres, incluindo documentos, nas incursões dos grupos armados.
Trata-se do temido Juiz Alexandre Njovo que em Janeiro de 2017 até finais de 2018, exerceu funções como juiz presidente do Tribunal Judicial da Cidade da Maxixe.
Tal como diz a acusação de um processo disciplinar em que o magistrado foi arguido, logo depois de assumir funções começaram os saques ilícitos nas contas daquele tribunal.
Uma auditoria feita naquele tribunal, colocou a nu um esquema liderado pelo juiz através do qual, o magistrado e o escrivão de direito, apoderaram-se para fins pessoas de mais de 2.7 milhões de meticais.
Segundo a deliberação do Conselho superior de magistratura judicial em que o “O País” teve acesso, o juiz assinava cheques das contas de depósitos obrigatórios a favor do escrivão Francisco Cumbane, posteriormente o valor era partilhado entre ambos.
A sequência de saques consideráveis da dupla começaram a 15 de Fevereiro de 2018, em que apoderaram-se de uma só vez 303 mil meticais. Dois meses depois, a 3 de Abril, o juiz assinou a favor do seu escrivão outro cheque no valor de 354 mil meticais. No dia 16 de Maio, a dupla passou outro cheque no valor de 100 mil meticais.
Como que cronometrado, a 4 de Junho a dupla voltou a entrar em acção, desta vez para sacar 291 mil meticais. Quatro dias depois, ainda em conluio com o escrivão, o magistrado retirou 81 mil meticais a seu favor.
Ainda no mês de Junho, nos dias 21 e 29, o magistrado e o escrivão retiraram 155 mil e 66 mil meticais respectivamente.
Em apenas seis meses de trabalho naquele tribunal, o Juiz Alexandre Njovo e seu escrivão apoderaram-se de 1.250 mil meticais dos cofres do mesmo.
O documento que temos vindo a citar refere que para além de se apropriar ilicitamente do dinheiro daquele tribunal, o magistrado cometeu várias irregularidades na gestão das contas do Tribunal no âmbito do processamento dos emolumentos.
Como forma de ocultar as incursões os dois funcionários daquele tribunal rasgavam os canhotos dos cheques. Mais grave ainda, o documento refere que na tentativa de justificar o dinheiro desviado, o juiz Alexandre Njovo solicitou junto do seu irmão, a data dos factos gerente da Construa Build It no distrito de Massinga, justificativos falsos a favor do Tribunal.
Em processo disciplinar desencadeado a 10 de Abril de 2019, o Conselho Superior de Magistratura Judicial reunido a 9 de Outubro decidiu expulsar o Magistrado e encaminhar os autos ao Ministério Público para responsabilização criminal dos arguidos.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende recrutar três (3) Docentes N1 (ETP), na especialidade de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Aldeia de Crianças SOS Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro e pessoal um (1) Oficial de Subvenções e Administração. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Sistemas de Informação para Saúde (Programador). Saiba mais.
A Linha Fala Criança (LFC) está a oferecer uma oportunidade de aprendizagem para quatro (4) Conselheiros Voluntários (Atendentes de Chamadas). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Gestor de Stock e de Imobilizado. Saiba mais.
A TJ Consultants está a recrutar para um empresa que actua no ramo açucareiro, um (1) Profissional de Assuntos Corporativos e Posição de Marketing. Saiba mais.
O WWF (World Wide Fund for Nature) Delegação de Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Contratos e Subvenções. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, quatro (4) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Engenharia Civil (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Geologia (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Informática Gestão (PhD). Saiba mais.
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A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (PhD). Saiba mais.
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A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (PhD). Saiba mais.
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A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (PhD). Saiba mais.
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A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (PhD). Saiba mais.
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A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Empresas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (PhD). Saiba mais.
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A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Turística (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, um (1) Docente para o curso de Gestão Turística. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão Turística (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, três (3) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (MSc). Saiba mais.
Um incêndio devastador deflagrou-se num edifício residencial na cidade de Antuérpia, resultando na morte de seis pessoas e deixando dezenas de feridos. O sinistro...
Quatro agentes do Corpo de Investigação Científica, Criminal e Forense (CICPC) da Venezuela foram expulsos da corporação na passada terça-feira, após serem acusados de...
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Esta afirmação foi feita...
Durante uma visita ao distrito de Meluco, na província de Cabo Delgado, o Presidente da República, Daniel Chapo, enfatizou a importância da participação activa...