Um membro da tribo Guajajara foi morto e outro sofreu ferimentos graves à noite durante uma emboscada que terá sido feita por madeireiros armados, na Amazónia brasileira.
O líder indígena Paulo Paulino Guajajara, um dos denominados Guardiões da Floresta, um grupo de indígenas dedicado a proteger a floresta amazónica da destruição ambiental, foi morto por um grupo de invasores das terras indígenas Arariboia, no estado do Maranhão. Outro líder da tribo Guajajara, Laércio Souza Silva, ficou ferido e um madeireiro está desaparecido.
Segundo a versão da tribo, “o confronto partiu de uma emboscada” no município de Bom Jesus das Selvas.
À Folha de São Paulo o indigenista Carlos Travassos, um conhecido de Laércio (também conhecido como Tainaky), conta o que ouviu do guardião da floresta: “Quando chegaram na região conhecida como Cascudo foram surpreendidos por não indígenas armados. Eles tentaram render os indígenas e acabou ocorrendo um tiroteio.”
Membros do programa de protecção dos defensores dos direitos humanos e equipas de segurança armadas foram enviadas para a região para averiguar o sucedido.
Segundo a organização não governamental Survival International, “pelo menos três guardiões já foram assassinados e muitos de seus parentes também foram mortos por madeireiros e grileiros [usurpadores que falsificam documentos para tomar posse de terras] que invadem seu território, a Terra Indígena Arariboia, que agora é a última área de floresta que resta na região”.
A Survival International ouviu Laércio (Tainaky) queixar-se da política de terra queimada autorizada pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.
O avançado Mario Mandzukic está fora das opções de Maurizio Sarri na Juventus e é dado como certo que irá abandonar a vecchia signora já em Janeiro, e depois do interesse do Al Duhail, Sevilha e Manchester United, surge agora o Borussia Dortmund.
Os alemães são, segundo o Tuttomercato, os grandes favoritos para resgatarem o croata de 33 anos.
O emblema germânico quer reforçar a frente de ataque já no mercado de inverno, em virtude de algumas lesões recente nesse departamento, e entrará em contactos com a Juve nos próximos dias para acelerar o negócio.
Grupo jihadista diz ter sido responsável pelo ataque que deixou 54 mortos, a maioria soldados malianos, no leste do país. Se confirmada a autoria, este será o maior atentado do EI desde a morte do seu antigo líder.
O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) reivindicou no domingo (03) a autoria do atentado realizado contra uma posição militar localizada no leste do Mali. O ataque deixou 54 mortos, entre os quais um civil, segundo as informações oficiais.
Entretanto, de acordo com a organização jihadista, o número de baixas chegou a 70. O anúncio foi feito pela agência de notícias do EI, a “Amaq”, e pelo aplicativo de mensagens Telegram.
No texto, o grupo jihadista diz ter obtido êxito num “grande ataque”, em que também houve uma dezena de feridos, incluindo militares malineses. O EI aponta ainda que os jihadistas destruíram vários tanques e veículos militares que estavam na base de Indelimane e depois se retiraram sem qualquer baixa, versão que coincide com a divulgada pelo Governo do Mali.
Os jihadistas estavam equipados com lança-granadas e fuzis de assalto.O grupo chegou em motos e camionetes e abriu fogo por cerca de meia hora, tomando o controle da unidade militar por algumas horas.
“Na sequência do ataque à posição das FAMA [forças armadas do Mali] em Indelimane, foram encontrados 54 corpos, incluindo um civil”, confirmou o ministro porta-voz do Governo do Mali, Yaya Sangaré, numa mensagem divulgada na rede social Twitter.
Caso a autoria do atentado seja confirmada, o atentado no Mali seria o primeiro de grande porte realizado pelo grupo jihadista EI após a morte do seu antigo líder Abu Bakr al Baghdadi, que foi morto na semana passada, na Síria.
A morte de Al Baghdadi, o terrorista mais procurado do mundo, foi anunciada por Trump no último domingo (27). O antigo líder do EI foi morto numa operação na cidade de Barisha, a apenas seis quilómetros da fronteira da Turquia.
Ataques terroristas afectam o Mali desde 2012, quando houve um golpe de Estado que deixou o controlo do norte do país nas mãos de grupos rebeldes tuaregues, apoiados por células terroristas.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) repudiou o anúncio do Governo de reestruturação da dívida soberana de 726,5 milhões de dólares que teve origem na empresa pública Ematum, exigindo a revogação da medida.
“O partido Renamo e os moçambicanos, em geral, repudiam e condenam a atitude arrogante, de ditadura e desprezo total ao povo moçambicano, à Constituição e às leis, manifestados pelo Governo da Frelimo com o simples objectivo de defender os corruptos e lesa-pátria”, declarou o porta-voz da Renamo, José Manteigas.
A decisão do executivo da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) deve ser revogada e a dívida deve ser paga pelos autores das dívidas ocultas, prosseguiu José Manteigas.
“A atitude do Governo da Frelimo é mais preocupante e irritante para os moçambicanos, porque a decisão de pagar essa dívida inconstitucional e ilegal surge num momento em que circulam informações segundo as quais 10 milhões de dólares das dívidas beneficiaram o partido Frelimo”, disse Manteigas, numa alusão a documentos bancários apresentados durante o julgamento do caso em Nova Iorque.
Por outro lado, o porta-voz da Renamo assinalou que o Conselho Constitucional já considerou inconstitucional a dívida da Ematum, uma das empresas que beneficiaram das chamadas dívidas ocultas.
“Quando se espera pela responsabilização dos envolvidos nesse monstruoso escândalo financeiro, para o arrepio do povo moçambicano e numa nova punhalada à Constituição, o Governo da Frelimo decidiu, na semana passada, pagar a dívida inconstitucional e ilegal da Ematum”, frisou José Manteigas.
O Governo de Moçambique informou na última quarta-feira os credores dos títulos de dívida soberana que já tem “todas as condições e autorizações necessárias” para avançar com nova emissão de títulos por forma a começar a pagar a reestruturação dos 726,5 milhões de dólares da emissão de 2016.
“O Governo de Moçambique comunica aos detentores [da dívida] que recebeu todas as autorizações e aprovações necessárias e exigidas pela lei moçambicana em conexão com a emissão das novas obrigações e entrega da contraprestação em dinheiro, incluindo as autorizações principais”, lia-se num documento oficial do Ministério das Finanças.
O caso das dívidas ocultas está relacionado com as garantias prestadas pelo anterior executivo moçambicano, durante os mandatos de Armando Guebuza, a favor de empréstimos de cerca de 2,2 mil milhões de dólares para as empresas públicas Ematum, MAM e Proindicus.
A justiça moçambicana e a justiça norte-americana, que também investiga o caso, consideram que parte desse dinheiro foi usada para o pagamento de subornos a cidadãos moçambicanos e estrangeiros.
Uma criança desapareceu num centro infantário no município da Matola. Já passam sensivelmente uma semana e os pais da criança estão cada vez mais desesperados.
Olhar de desespero dos pais que a todo momento imaginam o reencontro com a pequena Casia Munguambe, menor de 3 anos de idade, sem deixar rastos, desapareceu de um Centro Infantil na Matola-Gare.
A mãe diz já não suportar ouvir dos responsáveis do centro a garantia de que a pequena voltará aos seus braços e ao convívio da família.
Os responsáveis do centro dizem que é a primeira vez que esta situação acontece. Garantem que tudo estão a fazer para a recuperação da pequena.
Em Junho do presente ano, a Televisão Miramar reportou o desaparecimento de uma criança num centro infantário em Magoanine. A menina viria a ser recuperada tempo depois da publicação da notícia.
Cherries aproveitam actuação abaixo dos Diabos Vermelhos para voltar ao caminho das vitórias e, por consequência, ultrapassar o próprio Manchester United na tabela.
E o Manchester United segue na sina de não conseguir uma boa sequência na Premier League. Na manhã deste sábado, os Diabos Vermelhos visitaram o Bournemouth e foram derrotados pelo time da casa por 1 a 0, golo de Joshua King. Com a vitória, os Cherries chegaram a 16 pontos e ultrapassaram o próprio United, que estacionou nos 13 pontos.
O Vitality Stadium viu um começo de partida muito igual para os dois lados. Com muita disputa no meio de campo e pouca inspiração no sector ofensivo, os guarda-redes quase não trabalharam no primeiro tempo, e os atacantes não levaram perigo.
No entanto, para o azar do Manchester United, Joshua King teve um lapso de genialidade e anotou um golaço para o Bournemouth. Já nos acréscimos do primeiro tempo, após bola cruzada na área, King dominou, tirou Wan-Bissaka da marcação ao levantar a bola e emendou um voleio para as redes para vencer De Gea e deixar os Cherries em vantagem.
A publicação russa Moscow Times confirmou que sete militares russos foram mortos no norte de Moçambique no mês passado e que pelo menos quatro deles foram decapitados.
Segundo a mesma publicação em língua inglesa, dois soldados foram mortos numa emboscada a 10 de Outubro em Macomia e cinco outros no passado dia 27 em Muidumbe, na província de Cabo Delgado, tendo quatro deles sido decapitados pelos rebeldes.
A Moscow Times cita duas fontes militares moçambicanas não identificadas, acrescentando que as suas informações coincidem com aquelas publicadas anteriormente por meios de informação moçambicanos.
Por outro lado o jornal inglês Sunday Times disse que 10 militares russos já foram mortos em Moçambique.
Grupo Wagner
Todos pertenciam ao grupo Wagner, uma organização privada russa que fornece ajuda militar a vários países africanos, incluindo Republica Centro Africana onde protegem o Presidente.
Mercenários russos sofreram recentemente baixas na Líbia e também na Síria, onde lutam ao lado das forças governamentais.
Noticias recentes indicaram que mercenários russos apoiados por meios aéreos começaram a chegar ao norte de Moçambique em Setembro e desde então têm aumentado os ataques contra bases de rebeldes em Cabo Delgado, que dizem ser associados ao Estado Islâmico, mas cujos objectivos permanecem rodeados de mistério.
Na sexta-feira, 1, o Ministério de Defesa moçambicana anunciou operações contra os rebeldes em Muidumbe e Marere.
Muidumbe é precisamente a zona onde mercenários russos terão sido mortos
“Durante a operação, vários malfeitores foram neutralizados e outros colocaram-se em fuga”, disse um comunicado do Ministério da Defesa de Moçambique.
“As operações prosseguem e as Forças de Defesa e segurança continuam em perseguição aos insurgentes que se encontram fugitivos”, concluiu o comunicado.
Reduziu, significativamente, nos últimos meses, a onda de roubo de viaturas, na província de Gaza, segundo deu a conhecer, o Director Provincial do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em Gaza, Belmiro Guinda.
Falando para o Notícias, Guinda diz ter-se vivido momentos muito tenebrosos em termos de roubos de viaturas, na província de Gaza, concretamente na cidade de Xai-Xai, mas que foi feito um trabalho de vulto, pelas autoridades policiais (SERNIC e PRM) e está a conseguir-se estancar esta onda e neutralizar os grupos criminosos, que estão a actuar, ou que actuavam na cidade de Xai-Xai.
Guinda diz ainda que houve recentes detenções de indivíduos, na província de Inhambane, que eram muito procurados na província de Gaza, ligados a estes roubos.
“Como se tem vindo a notar, nos últimos cinco/seis meses, a situação está um pouco estabilizada, embora aconteça um e outro caso, mas de forma isolada e não na frequência com que ocorria há alguns meses”, congratulou-se o Director Provincial do SERNIC, que aproveita o momento para apelar aos cidadãos, principalmente àqueles que adquirem carros em segunda mão, para que durante o processo entrem em contacto com as autoridades policiais, para que se veja a condição da viatura que vão adquirir.
Steve Easterbrook, que era presidente e director executivo da McDonald’s Corporation foi demitido por ter violado a política de conduta da cadeia norte-americana de fast-food.
Easterbrook envolveu-se com uma funcionária deste grupo de restauração. Acabou por pedir desculpa aos colegas através de uma mensagem interna, mas isso não alterou o desfecho deste caso.
Em comunicado, a McDonald’s diz que o Steve Easterbrook, que desempenhava o cargo desde 2015, demonstrou “fraco discernimento” ao quebrar as normas internas, mas esclarecia que o relacionamento foi “consensual”.
No portal, na internet, do grupo norte-americano o nome de Easterbrook foi já apagado e substituído pelo de Chris Kempczinski, o novo homem à frente dos destinos da McDonalds.
Kempczinski era, atualmente, presidente da McDonald’s EUA. “Era responsável pelas operações comerciais de aproximadamente 14.000 restaurantes McDonald’s nos Estados Unidos”, como se lê no referido portal.
O Granada falhou a possibilidade de se isolar no comando da Liga espanhola de futebol, depois de perder por 2-1 na recepção à Real Sociedad, que se juntou ao grupo de líderes, no fecho da 12.ª jornada.
Com o desaire do FC Barcelona (3-1 com o Levante) e com os empates de Real Madrid (0-0 com o Bétis), Atlético de Madrid e Sevilha (1-1 entre os dois), o Granada entrou em campo com a hipótese de voltar a ser líder isolado, mas acabou por ser a Real Sociedad o grande vencedor da ronda.
Portu, que ‘bisou’ na partida, ofereceu o triunfo à equipa basca aos 89 minutos, depois de já ter aberto o marcador, aos 21. Pelo meio, aos 36, Vadillo fez o tento do Granada, que contou com Rui Silva na baliza e Domingos Duarte no centro da defesa.
Com este triunfo, a Real Sociedad juntou-se a Real Madrid e FC Barcelona no topo da classificação, com 22 pontos, embora ‘merengues’ e catalães tenham menos um jogo disputado.
Por seu lado, o Granada caiu para o sexto posto, com 20 pontos, atrás de Atlético de Madrid e Sevilha, que somam mais um.
Nos outros jogos do dia, o Getafe subiu ao sétimo posto, depois de vencer em Vigo o Celta, por 1-0, graças a um golo solitário do brasileiro Kenedy, aos 37 minutos, e o Osasuna passou a ser oitavo, após receber e bater o Alavés, por 4-2
“Houve novos desenvolvimentos e a questão em torno do caso prende-se com o facto de o anterior ministro ter tomado uma decisão quando o Sr. Chang tinha imunidade, mas nós sabemos que ele se demitiu [do lugar no Parlamento], o que significa que a questão da imunidade deixou de ser um factor”, afirmou à Lusa Sami Modiba.
“E isso terá de ser levado em consideração e o [actual] ministro terá de decidir com base nos novos desenvolvimentos”, salientou.
O advogado sul-africano, do escritório de advocacia Mabunda Attorneys, em Joanesburgo, disse representar a Procuradora-geral da República de Moçambique (PGR), Beatriz Buchili, nomeada em Julho de 2014 pelo Presidente Armando Guebuza, quando faltavam seis meses para terminar o seu segundo e último mandato como chefe de Estado.
Questionado pela Lusa, sobre o actual estatuto de imunidade de Manuel Chang em Moçambique, o advogado sul-africano referiu: “Bom, ele demitiu-se e esse facto consta dos registos do Tribunal, que você pode verificar, e se não for suficiente como facto, então não sei o que mais poderá atestar isso”, salientou.
Manuel Chang, que é um alto quadro do partido Frelimo, no poder em Moçambique desde 1975, renunciou ao lugar de deputado à Assembleia da República e perdeu a imunidade inerente ao cargo, anunciou em 24 de Julho, em Maputo, a presidente do parlamento moçambicano, Verónica Macamo.
Todavia, o Estado sul-africano sustenta que a imunidade do antigo governante moçambicano “ainda persiste” como impedimento para ser processado judicialmente em Moçambique no caso das dívidas ocultas, afirmou à Lusa em 16 de Outubro o advogado do Estado sul-africano Johan van Schalkwyk.
Sobre o posicionamento do Governo de Moçambique relativamente ao processo de extradição de Manuel Chang, que corre hà cerca de um ano na Justiça da África do Sul, Sami Modiba afirmou: “Não sei qual é a posição do Governo porque represento a República”, acrescentando que “o objectivo da exposição ao Tribunal era o de qualquer Estado querer assegurar que lhe seja dada a oportunidade para processar judicialmente os seus próprios cidadãos”.
Nesse sentido, instado pela Lusa a esclarecer se Moçambique pode garantir o julgamento do seu ex-ministro das Finanças por fraude e corrupção, no caso das dívidas ocultas, Modiba questionou: “O que quer dizer com garantir?”
“Existe um processo, você vai lá [a Moçambique] ver os registos e verifica que existe um processo e há pessoas que foram já indiciadas no processo e por isso existe um caso [de Justiça]”, salientou.
Todavia, o advogado sul-africano, representante da PGR de Moçambique, não especificou se e quando é que Manuel Chang foi indiciado da prática de crimes de fraude e corrupção em Moçambique e em que data foi agendado o seu julgamento no seu país no âmbito das dívidas ocultas.
Modiba escusou-se ainda a comentar se o Estado moçambicano irá apelar da decisão anunciada hoje pelo Tribunal Superior de Gauteng, em Joanesburgo, remetendo a decisão para o seu “cliente”.
Moçambique e a África do Sul não dispõem de tratado de extradição, à semelhança do que acontece entre Pretória e os Estados Unidos, sendo que, à luz do instrumento legal regional – o Protocolo de Extradição do SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), a extradição de pessoas acusadas de crimes entre os Estados membros pode ser recusada.
“Se a pessoa cuja extradição é solicitada tenha, ao abrigo da lei de cada um dos Estados, adquirido imunidade para ser processada judicialmente ou punida por qualquer motivo, incluindo prescrição ou amnistia”, sublinhou hoje a juíza Denise J. Fisher na leitura da nova decisão judicial.
O Tribunal Superior da África do Sul ordenou hoje o Governo do Presidente Cyril Ramaphosa a decidir a extradição do ex-ministro das Finanças de Moçambique.
A juíza Fisher ordenou o actual ministro da Justiça da África do Sul, Ronald Lamola, a determinar se o ex-governante moçambicano Manuel Chang deve ser extraditado para o seu país ou para os Estados Unidos.
Manuel Chang encontra-se detido na África do Sul desde 29 de Dezembro de 2018, a pedido da Justiça dos Estados Unidos, por fraude, corrupção e lavagem de dinheiro numa burla internacional de 2,2 mil milhões de dólares.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de Emergência para área de Protecção. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Emergência para Educação e Segurança Alimentar. Saiba mais.
Empresa especializada em Engenharia em Projectos de Construção Civil, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Fiscalização. Saiba mais.
Empresa especializada em Projectos de Construção Civil, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Business Development Manager. Saiba mais.
A P.E.S Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Jacto de Areia (Sand Balster) para Área de Construção. Saiba mais.
A P.E.S Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Controlador de Documentos para Área de Gerenciamento de Projectos. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Tecnologias de Comunicação e Informação (ICT), Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende recrutar três (3) Docentes N1 (ETP), na especialidade de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, quatro (4) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Engenharia Civil (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Geologia (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Informática Gestão (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Gestão Financeira e Bancária. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Empresas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Turística (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, um (1) Docente para o curso de Gestão Turística. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão Turística (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, três (3) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (MSc). Saiba mais.
O deputado opositor venezuelano, Júlio Borges, pediu aos países que reconhecem Juan Guaidó como presidente interino do país, que repliquem a decisão do El Salvador de expulsar do país os diplomatas que representam o governo de Nicolás Maduro.
“Apoiamos a medida tomada pelo governo de El Salvador para expulsar os representantes do regime e pedimos que seja replicada por todos os países que reconhecem a Assembleia Nacional [parlamento] e o presidente Juan Guaidó”, escreveu na sua conta do Twitter.
Júlio Borges, que foi designado responsável para as Relações Exteriores pelo presidente do parlamento, Juan Guaidó, sublinhou ainda que deve manter-se a pressão contra o regime venezuelano.
“O caminho da pressão deve continuar”, sublinhou na mesma mensagem, o também ex-presidente do parlamento (onde a oposição detém a maioria) e representante da oposição perante o Grupo de Lima, actualmente radicado no estrangeiro.
Entretanto, o presidente do parlamento, Juan Guaidó, usou também a rede social Twitter para agradecer a El Salvador pela decisão tomada.
“El Salvador respaldou a causa venezuelana e isola mais o regime de Maduro. Faz parte da pressão internacional que tem de nos encontrar nas ruas. Obrigado presidente Najib Bukele pelo seu apoio à presidência interina e à luta de todos os venezuelanos”, afirmou.
O Governo de El Salvador ordenou no sábado a expulsão dos diplomatas nomeados pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e reconheceu o líder da oposição, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela.
“O Governo de El Salvador expulsa o corpo diplomático do regime de Nicolás Maduro, em consonância com as repetidas declarações do presidente Nayib Bukele, que não reconhece a legitimidade do governo de Maduro”, lê-se num comunicado publicado na conta oficial de Bukele no Twitter.
O corpo diplomático venezuelano tem 48 horas para deixar El Salvador, de acordo com a mesma nota.
O Governo salvadorenho também “reconhece a legitimidade do presidente interino, Juan Guaidó, até que sejam realizadas eleições livres de acordo com a Constituição venezuelana”.
Em resposta, Caracas ordenou a expulsão do corpo diplomático de El Salvador acreditado na Venezuela, alegando o “princípio da reciprocidade”.
O ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreaza, partilhou ainda na sua conta Twitter um comunicado no qual se declara como “‘personas non gratas’ os membros do corpo diplomático” de El Salvador em Caracas, a quem é dado um prazo de 48 horas para abandonar a Venezuela.
A crise política, económica e social, na Venezuela agravou-se desde Janeiro último, quando o presidente do parlamento, o opositor Juan Guaidó, jurou publicamente assumir as funções de presidente interino da Venezuela, até conseguir afastar Nicolás Maduro do poder, formar um governo de transição e convocar eleições livres e transparentes no país.
Nos últimos cinco anos, segundo diversas fontes, pelo menos 4,5 milhões de venezuelanos abandonaram o seu país escapando da crise.
Várias organizações de apoio a migrantes estimam que até finais de 2020 outros 1,5 milhões de venezuelanos vão abandonar o país.
Uma freira foi ao médico e saiu da consulta a saber que estava grávida. O caso ocorreu na Sicília, em Itália. A freira estava acompanhada por irmãs do mosteiro e procurou ajuda médica devido a fortes dores de barriga.
A gravidez foi confirmada através de análises médicas. A freira, de 34 anos, fez os votos de castidade há cerca de um ano e, há uns meses, foi a África visitar a família.
Depois de se saber da gravidez, a mulher foi transferida para Palermo, a maior cidade da Sicília.
De acordo com a imprensa siciliana, depois do parto a freira pode escolher abandonar o mosteiro, dedicando-se à maternidade.
Hong Kong viveu no sábado (02) mais uma noite de confrontos entre manifestantes e polícia. Milhares de pessoas saíram às ruas e concentraram-se naquela que já é considerada a maior manifestação pró-democracia dos últimos cinco meses.
Várias estações de metrô foram vandalizadas e incendiadas, e a polícia lançou gás lacrimogéneo para tentar dispersar a multidão.
Alguns manifestantes depredaram o escritório da agência de notícias chinesa Xinhua em Hong Kong, um ato já condenado por várias associações de imprensa.
Os protestos pró-democracia e por eleições livres no território ocorrem desde Junho, devido a uma legislação que permitiria que suspeitos fossem enviados à China continental para serem julgados.
O governo de Hong Kong anunciou o arquivamento formal do projecto de lei de extradição no início de Setembro, mas os protestos continuam.
A transferência de Hong Kong para a China, em 1997, decorreu sob o princípio “um país, dois sistemas”. Como acontece com Macau, para aquela região administrativa especial da China, foi estabelecido um período de 50 anos com elevado grau de autonomia, nos níveis executivo, legislativo e judiciário, com o governo central chinês sendo responsável pelas relações externas e pela defesa.
Centenas de manifestantes juntaram-se nas ruas de Cartum, capital do Sudão, para pedir a dissolução do partido do ex-Presidente Omar al-Bashir, que esteve três décadas no poder.
O protesto foi organizado por grupos locais ligados à Associação de Profissionais sudanesa, principal componente das Forças da Liberdade e da Mudança (coligação de grupos civis e partidos que liderou a revolução sudanesa).
Em Cartum, os manifestantes também pediram às autoridades que intensificassem a investigação sobre as centenas de pessoas desaparecidas em 3 de Junho, quando as forças de segurança dispersaram um protesto junto à sede das Forças Armadas.
Segundo os manifestantes, pelo menos 128 pessoas foram mortas e centenas desapareceram. As autoridades admitem que 87 pessoas morreram, 17 das quais no local da manifestação.
Dura Gambo, ativista da Associação de Profissionais sudanesa, citada pela Associated Press, disse que os manifestantes querem saber o destino daqueles que desapareceram: “se estão vivos, onde estão? Se estão mortos, onde estão os seus corpos? É isso que queremos saber”.
Não há registo de qualquer incidente durante o protesto.
O ex-Presidente Omar al-Bashir foi afastado pelos militares em 11 de Abril, após quase quatro meses de protestos nas ruas.
Governo de Moçambique anunciou que vai pagar a reestruturação da dívida da EMATUM, atropelando as decisões do Conselho Constitucional, que a considerou “nula e ilegal”. Sociedade civil não gostou.
O Governo de Moçambique vai pagar a reestruturação da dívida da EMATUM, considerada “nula e ilegal” pelo Conselho Constitucional. Maputo informou na quarta-feira (30) aos credores dos títulos da dívida soberana que já tem “todas as condições e autorizações necessárias” para avançar e pagar a reestruturação dos 726,5 milhões de dólares da emissão de 2016 – para já, com uma prestação de 38 milhões.
A sociedade civil não gostou da notícia e acusa o Governo de desrespeitar o Conselho Constitucional. O Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO) quer agora processar o Executivo, por desobedecer a uma ordem suprema.
“Achamos que o alerta foi lançado aquando da renegociação. Mas este anúncio do Governo, de querer pagar os 38 milhões de dólares, veio mostrar que afinal estava a dar passos e já tinha decidido que ia pagar”, afirma a coordenadora da organização, Fátima Mimbire.
O Fórum quer saber de onde vieram “todas as condições e autorizações necessárias”, que o Governo disse ter, para avançar com a reestruturação.
Para Mimbire, ao não revelar as instituições que deram a autorização, o Executivo está a mostrar que em Moçambique não se respeita o princípio constitucional da separação de poderes. O “poder executivo sobrepõe-se aos demais poderes e incorre inclusive em desobediência a uma decisão de um órgão tão supremo [o Conselho Constitucional], cujas decisões não podem ser contrariadas”, afirma.
Segundo o Director do Centro de Integridade Pública (CIP), Edson Cortez, o Governo anda na contramão das investigações às chamadas “dívidas ocultas”, preferindo fazer a reestruturação da dívida “sem esperar o fim do processo, para ter a noção do que terá acontecido”. Cortez refere que o CIP mantém a posição de que esta dívida não deve ser renegociada, nem paga pelos moçambicanos, porque é ilegal e há processos a correr nos tribunais.
“Não se justifica que, [havendo] casos na Justiça em Moçambique e nos EUA – e [com] o Conselho Constitucional [a declarar a nulidade da dívida], o Governo pontapeie tudo isso para renegociar com os credores”, diz.
O director do CIP lembra que a organização “trouxe especialistas internacionais que mostraram as opções que o Governo tinha para não aceitar pagar estas dívidas. Mas, pelos vistos, o Governo nunca se deu ao trabalho de ler as propostas do CIP”.
A dívida da EMATUM está incluída no pacote das chamadas “dívidas ocultas”, contraídas sem o conhecimento do Parlamento moçambicano no mandato do Presidente Armando Guebuza, num valor que totaliza 2,2 mil milhões de dólares.
As autoridades policiais moçambicanas não divulgaram ainda o relatório da investigação do assassinato, por seus agentes, do activista de direitos humanos Anastácio Matavel, com o argumento de que o mesmo foi submetido “às entidades competentes”.
Matavel foi assassinado, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza, a poucos dias para as eleições gerais de 15 de Outubro, por agentes da polícia moçambicana, após uma sessão de preparação da monitoria da votação vencida pela Frelimo e fortemente contestada pela oposição.
A seguir ao assassinato, a Polícia da República de Moçambique anunciou a abertura de uma investigação para a responsabilização dos envolvidos, que agora diz ter sido concluída, mas não pode divulgar o conteúdo.
Ontem, 30, na sessão semanal com a imprensa, o porta-voz da corporação, Orlando Mudumane, disse confirmou a conclusão da investigação, que será divulgado “no devido momento”.
Numa declaração que deixou a imprensa atónita, Mudumane disse que o relatório “está a ser analisado ao mais alto nível”.
A morte de Matavel, proeminente líder da sociedade civil moçambicana, provocou uma reacção de repulsa por parte de defensores de direitos humanos, para os quais o envolvimento de agentes da polícia aponta para a existência de esquadrões de morte, cuja missão é silenciar críticos do Governo.
O assassinato foi executado por cinco indivíduos, dos quais quatro ligados às Forças Especiais.
Dois morreram no acidente que facilitou a sua identificação e outros dois estão, segundo a Polícia, detidos.
O Governo de Nicolás Maduro ordenou a expulsão do corpo diplomático de El Salvador acreditado na Venezuela, alegando o “princípio da reciprocidade”, após o país da América Central ter feito o mesmo na noite de sábado.
“No âmbito do princípio da reciprocidade, a Venezuela expulsa o corpo diplomático de El Salvador em Caracas. [Nayib] Bukele assume oficialmente o triste papel de peão da política externa dos EUA, ao dar oxigénio à sua estratégia de agressão contra o povo venezuelano”, afirma o ministro das Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreaza, na rede Twitter.
Arreaza partilhou ainda na sua conta Twitter um comunicado no qual se declara como “‘personas non gratas’ os membros do corpo diplomático” de El Salvador em Caracas, a quem é dado um prazo de 48 horas para abandonar a Venezuela.
O Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, que não reconhece legitimidade ao homólogo venezuelano, Nicolas Maduro, ordenou no sábado a expulsão de todos os diplomatas venezuelanos no prazo de 48 horas.
“O Governo de El Salvador expulsa o corpo diplomático do regime de Nicolás Maduro, consistente com as repetidas declarações do Presidente Nayib Bukele, que não reconhece a legitimidade do Governo de Maduro” e “os diplomatas venezuelanos têm 48 horas (…) para deixar o território nacional”, de acordo com um comunicado da Presidência divulgado na conta Twitter de Bukele.
Mesmo antes de assumir o cargo no início de Junho, Bukele disse que pretendia manter um relacionamento “distante” com Caracas e estreitar os laços com os Estados Unidos da América, exigindo a saída de Maduro.
Mais de 50 países reconheceram como Presidente interino da Venezuela o presidente do parlamento e líder da oposição, Juan Guaidó.
O embaixador norte-americano em El Salvador, Ronald Johnson, recebeu com satisfação a decisão. “Saudamos o Governo do Presidente Nayib Bukele para garantir que El Salvador esteja do lado certo para a história”, escreveu o diplomata no Twitter.
O Governo do Presidente socialista Nicolás Maduro é acusado de violações dos direitos humanos e detenções arbitrárias, enquanto a economia daquele país petrolífero passa por uma grave crise.
Contudo, Nicolás Maduro continua a ser apoiado nas Nações Unidas pela Rússia e pela China, em particular.
Com uma maioria de 232 votos a favor e 196 contra, a Câmara dos Representantes aprovou a proposta de resolução dos Democratas que autoriza a fase de inquérito.
A proposta pede audiências em público e defende que o comité de informações tem de apresentar um relatório com conclusões e recomendações. A aprovação já era esperada, graças à maioria de congressistas que o Partido Democrata tem na câmara baixa do Congresso norte-americano.
Donald Trump já reagiu. Na conta oficial do Twitter escreveu que a decisão do Congresso é a “maior caça às Bruxas” na história da América.
O Partido Democrata acusa Donald Trump de abuso de poder por ter pedido ao presidente da Ucrânia para investigar a família de Joe Biden, um dos principais rivais de Trump nas presidenciais de 2020.
Mesmo que a Câmara dos Representantes venha a acusar Donald Trump é muito provável que o presidente não seja condenado quando o processo chegar ao Senado. A condenação só acontece com uma maioria de dois terços, ou seja com o sim de 67 senadores, e o Partido Democrata só deverá contar com 47 votos.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Moçambique iniciou os preparativos para o novo ciclo eleitoral, tendo aprovado um orçamento de 72,6 milhões de...
A Polícia Federal do Brasil iniciou um inquérito para investigar possíveis irregularidades na produção do filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, em...