O Marítimo do internacional moçambicano, Zainadine Júnior, perdeu na segunda-feira (27) por 1-0, na sua deslocação ao terreno do Sporting, em jogo da 18ª jornada da Liga.
Zainadine Júnior, actuou durante os noventa minutos numa partida em que foi o capitão dos insulares. O único golo da partida que deu os três pontos a equipa leonina foi apontado por Cristian Borja.
O internacional moçambicano, estreou-se a marcar ao serviço do Sporting. Numa partida que marcou a estreia do avançado Sporar com a camisola dos leões.
Com o regresso aos triunfos no campeonato, o Sporting aproveita a derrota do Famalicão e recupera o terceiro lugar na classificação, agora com 32 pontos. Já a equipa do vice-capitão dos Mambas, está em 13º lugar com 20 pontos.
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Uma empresa do Grupo A, com sede em Maputo, pretende recrutar para o seu quadro do pessoal três (3) Técnicos de Higiene Segurança no Trabalho – HST Rep. Saiba mais.
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O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sessenta e três (63) Docentes N3. Saiba mais.
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A Mozambique Rovuma Venture SpA – Uma multinacional do ramo de Petróleos e Concessionária para Pesquisa e Produção de Hidrocarbonetos, pretende para o seu quadro de pessoal (1) um Consultor de Planeamento. Saiba mais.
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A Competency & Human Capital (CHC. Lda), pretende recrutar para o seu cliente Cozinheiros para uma rede de restaurantes a abrirem brevemente em Maputo. Saiba mais.
A Associação Megafauna Marinha (AMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Finanças que irá ter a oportunidade com a nossa equipa em expansão, extremamente dedicada. Finalmente, terá a oportunidade também de trabalhar com vista para o mar, na Baía do Tofo – um lugar mágico e inspirador. Saiba mais.
A Eurotresa Lda, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
A empresária angolana anunciou num comunicado que irá recorrer à sociedade de advogados internacional Schillings Partners. “Refuto as alegações infundadas e afirmações falsas”, disse.
Isabel dos Santos anunciou em comunicado que vai processar o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (CIJI), que divulgou o Luanda Leaks.
No comunicado, citado agência Reuters, Isabel dos Santos diz que irá tomar “os passos necessários” e, detalha ainda a empresária angolana, será representada pela Schillings Partners — uma sociedade de advogados internacional que respondeu ao CIJI em nome do seu marido, no âmbito do Luanda Leaks.
Refuto as alegações infundadas e afirmações falsas e informo que tomei os passos necessários para avançar com uma ação judicial contra o CIJI e os seus parceiros — o que será levado a cabo pela sociedade de advogados internacional Schillings Partners”, disse em comunicado citado pela agência Reuters.
O ICIJ, que integra vários órgãos de comunicação social, analisou, ao longo de vários meses, dados relativos aos negócios de Isabel dos Santos entre 1980 e 2018 e revelou 751 mil ficheiros que detalham os alegados esquemas financeiros da empresária angolana e do marido, Sindika Dokolo, que estarão na origem da sua fortuna.
O hacker informático português Rui Pinto assumiu, na segunda-feira (27), ser o denunciante do “Luanda Leaks”, os 715 mil documentos que comprometem Isabel dos Santos, filha do ex-chefe de Estado de Angola, e o seu marido, Sindika Dokolo.
O hacker português que esteve na origem do escândalo do Futebol Leaks, a maior fuga de documentos da história do futebol europeu, assumiu hoje estar por trás dos “Luanda Leaks”. Rui Pinto reivindica a fuga de 715 mil documentos que expõe os esquemas financeiros da milionária angolana, Isabel dos Santos, e do seu marido Sindika Dokolo.
Em entrevista à RFI, Sindika Dokolo já tinha acusado o português Rui Pinto de estar na origem da fuga. “O braço armado deste «complot» é Rui Pinto”, afirmou.
Segundo os advogados Francisco Teixeira da Mota e William Bourdon, o hacker assume ter transmitido, no final de 2018, um disco externo com toda a informação sobre os negócios fraudulentos de Isabel dos Santos à Plataforma de Proteção de Denunciantes na África (PPLAAF).
Rui Pinto “quis ajudar a entender operações complexas conduzidas com a cumplicidade de bancos e juristas que não só empobrecem o povo e o Estado de Angola, mas podem ter prejudicado seriamente os interesses de Portugal”, explicam.
Os advogados de Rui Pinto mostram-se, porém, receosos de que o caso “Luanda Leaks” seja utilizado para aumentar a penalização sobre o hacker, que está em prisão preventiva desde março de 2019 e prestes a ser julgado no caso “Footbal Leaks”.
O `hacker` português está a ser julgado por Portugal por acesso ilegal a documentos, mas a justiça portuguesa já aceitou colaborar com a sua homóloga angolana, que utiliza documentação recolhida por Rui Pinto para acusar a empresária Isabel dos Santos de má gestão de dinheiros públicos.
Em declarações à agência de notícias Lusa, a ex-eurodeputada Ana Gomes criticou os “dois pesos e duas medidas” da justiça portuguesa em relação a Rui Pinto, a fonte dos documentos que levaram ao Luanda Leaks, exigindo que o `hacker` tenha estatuto de denunciante.
Um grupo armado atacou na quinta-feira (23) o posto administrativo de Mbau, em Mocímboa da Praia, Norte do país, provocando vários mortos, disseram ontem (27) residentes à Lusa, numa acção entretanto reivindicada pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico.
Segundo os relatos de quem vive na zona, o ataque irrompeu pela manhã contra uma posição militar, vitimando membros das forças de defesa e segurança moçambicanas e população que circulava nas imediações, num total de 15 pessoas.
Já no dia seguinte, um outro ataque foi registado em Chinta, Muidumbe, mais para o interior da província, sem que se conheçam baixas.
Entretanto, o EI reivindicou na Internet a autoria do ataque a Mbau, onde diz que morreram 22 militares e outros ficaram feridos.
“Os confrontos envolveram vários tipos de armamento”, anunciou o grupo, que diz ter tomado duas viaturas carregadas com armas automáticas e munições.
A zona de Mbau já foi palco de outros confrontos entre os grupos armados que atacam Cabo Delgado e militares, desde Setembro, mês em que várias habitações foram destruídas, forçando muitos residentes a fugir para outros locais.
Ataques armados na província de Cabo Delgado eclodiram em 2017 protagonizados por residentes, frequentadores de mesquitas consideradas “radicalizadas” por estrangeiros, segundo líderes islâmicos locais com os quais iam crescendo atritos.
Nunca houve uma reivindicação da autoria dos ataques, com excepção para comunicados do grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, que desde Junho tem vindo a chamar a si alguns deles, com alegadas fotos das acções, mas cuja presença no terreno especialistas e autoridades consideram pouco credível.
Os ataques já provocaram pelo menos 350 mortos, além de deixar cerca de 60.000 afectados ou obrigados a abandonar as suas terras e locais de residência, de acordo com a mais recente revisão do plano global de ajuda humanitária das Nações Unidas.
A província de Cabo Delgado é aquela onde avançam as obras dos megaprojetos que daqui a quatro anos vão colocar Moçambique no ‘top 10′ dos produtores mundiais de gás natural e que onde há algumas empresas e trabalhadores portugueses entre as dezenas de empreiteiros contratados pelos consórcios de petrolíferas.
O Conselho Municipal de Lichinga, no distrito de Niassa, impediu a realização, na semana passada, de uma marcha pacífica contra a insegurança pública, que tem resultado no assassínio e violência sexual contra mulheres, denunciou uma organização civil.
O Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD), uma organização não-governamental moçambicana, revelou hoje esta informação, mostrando uma cópia do despacho do autarca de Lichinga, Luís Jumo, em que este indefere a comunicação da marcha, informando aos rganizadores para “aguardar por uma melhor oportunidade”.
O despacho de Luís Jumo é datado de 14 deste mês e foi comunicado aos organizadores da marcha no dia 23, dia para que estava inicialmente marcada a marcha, depois agendada para hoje.
A marcha foi organizada pelo Fórum das Organizações Femininas de Niassa (FOFeN) e comunicada às autoridades a 14 de janeiro.
“[A FOFeN deve] aguardar por uma melhor oportunidade para o efeito”, lê-se no despacho do Conselho Municipal da Cidade de Lichinga, capital da província de Niassa.
O CDD considerou a proibição da marcha ilegal, porque limita os direitos fundamentais dos cidadãos.
“Ninguém em Moçambique deve proibir as pessoas, devidamente organizadas, de se manifestarem de forma pacífica, pois a manifestação é um direito constitucional”, lê-se na nota de imprensa do CDD.
A organização referiu que a manifestação é um direito fundamental para a consolidação do processo de democratização da sociedade e, por isso, ao invés de proibir, as autoridades devem criar “condições necessárias de segurança para o ato”.
O director-executivo do CDD, Adriano Nuvunga, disse à agência de notícias Lusa que vários casos de violência contra as mulheres em espaços públicos têm abalado a cidade de Lichinga, o que motivou a mobilização da sociedade civil contra esses eventos.
Adriano Nuvunga avançou que a organização envolvia várias organizações da sociedade civil de Lichinga e pretendia uma grande mobilização contra a violência na cidade.
A Lusa não conseguiu obter uma reacção das autoridades municipais.
A equipa do bairro da Mafalala venceu na tarde de sábado a formação de George Dimitrov por 3-2, e sagrou-se campeão da 32ª edição do Torneio de Futebol Bebec a nível da cidade de Maputo.
O vencedor desta edição foi encontrado no prolongamento, dado que as duas equipas terminaram o tempo regulamentar empatadas a duas bolas. Este é o segundo título do bairro da Mafalala, o primeiro foi conquistado no ano 2002.
Salienta-se que o Nsalene fechou o pódio, tendo derrotado Inhagóia por 3-1, no jogo de atribuição do terceiro lugar.
Um tremor de terra de magnitude 4,4 na escala de Richter registou-se na madrugada de ontem (27) nos distritos de Milange e Morrumbala, província da Zambézia.
O director provincial dos Recursos Minerais e Energia, Almeida Manhiça, confirmou a ocorrência do sismo cujas réplicas também se fizeram sentir na vizinha República do Malawi.
Manhiça disse que ainda não há informações sobre os danos humanos e materiais. O abalo sismíco teve a duração de menos de um minuto.
Uma mulher de 60 anos morreu na Austrália enquanto participava de um concurso para comer o maior número possível de lamingtons, um tradicional pão de ló coberto de chocolate e coco ralado.
A morte ocorreu momentos depois de os participantes serem filmados devorando com rapidez os lamingtons.
Competição tradicional
As competições gastronómicas são populares durante o Dia da Austrália, um feriado nacional que marca a chegada dos primeiros europeus à Austrália.
Os participantes geralmente ganham prémios por comer bolos, tortas, cachorros-quentes ou outros alimentos em um tempo limitado.
Os números de infecções e mortes pelo coronavírus têm aumentado e aumentam também as preocupações por todo o mundo, sobretudo depois de se saber que a doença pode ser transmitida durante o período de incubação, ou seja, antes da manifestação dos sintomas.
Em França, são tomados cuidados com os passageiros a chegar da China: “Antes de aterrarmos, deitaram-nos desinfectante. Depois vimos o pessoal da Cruz Vermelha a usar máscaras. Deram-nos panfletos sobre a prevenção”, conta uma passageira.
Desde que o surto começou no mês passado na cidade de Wuhan, foram identificados cerca de dois mil casos. À semelhança dos Estados Unidos, também a França anunciou um plano para repatriar os cidadãos que estão na zona em quarentena.
“Há uma equipa médica encarregue da repatriação, que está já a ser formada pelo Ministério da Saúde para evitar que o vírus se espalhe em França. As pessoas repatriadas vão ser monitorizadas por profissionais de saúde e vão ficar 14 dias numas instalações”, explica a ministra da Saúde Agnès Buzyn.
Mas alguns, como Jonathan, não querem sair: “Não queremos deixar Wuhan, porque a nossa vida está aqui. As opções que temos não nos interessam. Se é para mudar de cidade e ficar de quarentena durante 14 dias num hotel, não vejo a razão”, diz o jovem francês residente na cidade chinesa.
O surto está concentrado na China, embora o vírus tenha sido detectado também noutros países, vizinhos mas também mais longínquos. A França, com três casos, é por enquanto o único país na Europa afectado. Há um caso na Áustria por confirmar.
Os cientistas estão a fazer esforços para criar uma vacina. A epidemia coincidiu com as celebrações do Ano Novo Chinês, a altura mais movimentada em termos de viagens na China. Para conter o vírus, o governo de Pequim anunciou um prolongamento dos feriados até ao dia 2 de Fevereiro.
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A China começou a desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus, que já provocou a morte a 56 pessoas e infetou 1.975 pessoas no país, informou ontem (26) o jornal oficial do Partido Comunista Chinês (PCC).
De acordo com o jornal Diário do Povo, o cientista Xu Wenbo, do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças, disse que este centro já se encontra desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus “depois de isolar com sucesso a primeira estripe do vírus”.
A notícia chega numa altura em que a China está a expandir as de prevenção para a disseminação do vírus, como o encerramento do acesso à cidade de Shantou, no sudeste, ou a suspensão dos serviços de autocarro interprovinciais em Pequim, Tianjin, Xian e na província de shandong.
Além disso, Xangai, no leste do país e que ontem registou a sua primeira morte devido ao novo coronavírus, anunciou a suspensão da linha de comboio que liga o centro da cidade ao bairro de Anting, na fronteira com a província de Jiangsu.
A Comissão Nacional de Saúde da China tinha anunciado esta manhã (madrugada em Lisboa) que o número de mortos causado pelo coronavírus aumentou para 56, tendo sido registados 1.975 casos da doença no país.
A comissão acrescentou que 324 pacientes estão em estado considerado grave.
As autoridades chinesas alertaram que o país está no ponto “mais crítico” no que toca à prevenção e controlo do vírus. Pelo menos 13 cidades chinesas foram colocadas em quarentena.
Os sintomas associados à infeção causada pelo novo coronavírus (denominado provisoriamente 2019-nCoV) são mais intensos do que uma gripe e incluem febre, dor, mal-estar geral e dificuldades respiratórias, incluindo falta de ar.
Além da China continental, foram confirmados três dezenas de casos de infeção em Macau, Hong Kong, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, França, Austrália e Canadá.
Em Portugal, a Direcção-Geral da Saúde reportou o primeiro caso suspeito de infecção de um homem que regressou de Wuhan no sábado, e que foi internado no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, em situação estável.
O Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês) considerou baixa a possibilidade de transmissão secundária no espaço da União Europeia, “desde que sejam cumpridas as práticas de prevenção e controlo de infecção relacionadas com um eventual caso importado”.
A presidente interina da Bolívia Jeanine Anez pediu a renúncia de seus ministros para enfrentar um novo “novo estágio de transição democrática” depois que o líder interino anunciou que seria candidata nas próximas eleições em maio.
O gabinete presidencial disse em comunicado que procuraria preencher as posições o mais rápido possível para manter a continuidade antes das eleições, uma reprise de uma votação disputada em Outubro que levou à renúncia do líder esquerdista Evo Morales.
A ex-senadora conservadora anunciou sua candidatura na sexta-feira, uma medida que provocou uma reacção no país depois que ela descartou a disputa e disse que seu único objectivo era levar o país a novas eleições transparentes.
O presidente norte-americano, Donald Trump, participou na “Marcha pela Vida” Um acontecimento anual em Washington que junta milhares de famílias e fiéis de congregações religiosas contrárias ao aborto.
Trump é o primeiro inquilino da Casa Branca a participar nesta marcha e não escondeu ao que foi: pedir o voto de milhares de mulheres conservadoras e cimentar o eleitorado evangelista.
“As crianças por nascer nunca tiveram um maior defensor na Casa Branca. No que diz respeito ao aborto, os democratas, – e vocês sabem disso, vocês viram o que aconteceu – os democratas abraçaram as posições mais radicais e extremas tomadas e vistas neste país por anos e décadas e pode até dizer-se, por séculos”.
Trump discursava ao mesmo tempo que decorria no Congresso a discussão entre os senadores sobre o seu processo de destituição. Em referência ao processo, o presidente afirmou: “Eles atacam-me porque eu vos defendo”.
No passado, o magnata Donald Trump defendia a liberdade de escolha de cada mulher; hoje, a nove meses da eleição presidencial em que joga o segundo mandato, o presidente condena o aborto.
Os britânicos passaram da dúvida de fazer ou não o Brexit, para a dúvida celebrar ou não o Brexit.
E a divisão é notória, em qualquer dos casos. Com o aproximar do 31 de Janeiro, há quem defenda que o acontecimento deve ser celebrado com pompa e circunstância e quem pense que a celebração é de mau gosto.
“Usar a bandeira nacional para celebrar algo que é apenas de metade do país – para uma franja fazer uma festa, apropriando-se da bandeira nacional é completamente errado”, diz Tony Greaves um membro liberal da câmara dos Lordes.
Mas os defensores da primeira hora do Brexit não afastam a possibilidade de um comício de celebração daquilo que consideram “um acontecimento importante na história do país”.
Richard Tice, um deputado defensor do Brexit e presidente do movimento “Sair significa Sair” pensa num comício: “Haverá aqui 30, 40 mil pessoas e acho que vai ser um enorme momento de excitação, de pertença. A sensação de ‘nós estivemos aqui'”.
O governo previu uma variada quantidade de eventos para marcar o dia histórico na próxima sexta-feira. Downing Street projectou um relógio com contagem decrescente, o içar das bandeiras na praça do parlamento e a iluminação a vermelho, branco e azul dos principais monumentos de Londres.
O Tesouro público anunciou a emissão de uma moeda comemorativa do Brexit.
A saída do Reino Unido da União Europeia ganha forma no dia 31 de Janeiro. Só poucos dos queriam permanecer têm ainda coragem para mostrar, nas ruas, que não estão contentes.
Angola e Moçambique adoptaram medidas preventivas contra o coronavírus, enquanto Cabo Verde aconselhou cabo-verdianos na China a seguirem as indicações de Pequim. Vírus já matou pelo menos 41 pessoas em território chinês.
O Governo de Angola anunciou no sábado (25) uma série de medidas para prevenir o país de eventuais casos de contaminação por coronavírus, que já matou pelo menos 41 pessoas na China.
O plano inclui a instalação de termómetros no Aeroporto Internacional de Luanda e a implementação de medidas preventivas também nos portos, fronteiras terrestres e locais com grande fluxo de pessoas.
A informação foi avançada pela agência de notícias estatal angolana, ANGOP, que citou a ministra angolana da Saúde, Sílvia Lutucuta: “A instalação de termómetros no aeroporto vai ajudar a identificar rapidamente as alterações da temperatura corporal e ter atenção especial aos passageiros que chegam”.
Ainda de acordo com a ANGOP, a ministra frisou que, nessa fase, o importante é que o cidadãos façam a higienização das mãos e estejam atentos a sintomas como tosse, febre alta e dificuldade ao respirar – principais sintomas relatados por pacientes na China e nos países onde o vírus já se propagou.
Moçambique intensificou medidas
Entre os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), também Moçambique anunciou esta semana medidas contra o coronavírus. Na última quinta-feira (23.01), o Ministério da Saúde de Moçambique assegurou que intensificou o controlo nos principais pontos de entrada de estrangeiros como medida de prevenção.
“Intensificámos a vigilância nos principais pontos de entrada no país, sobretudo, para os viajantes provenientes das zonas afectadas, a República Popular da China”, disse a chefe do Departamento de Vigilância em Saúde no MISAU, Lorna Gujirate, em declarações ao canal público Televisão de Moçambique (TVM).
Além disso, na sexta-feira (24.01), a directora nacional de Saúde de Moçambique, Rosa Marlene, também garantiu que a vigilância foi reforçada no país: “Reforçámos a vigilância em todos os postos de entrada, por exemplo, ao nível dos aeroportos. Fazemos uma história [entrevista] para saber se a pessoa viajou à China, com quem esteve e qual o contacto que teve, se tem febre ou não. As pessoas que viajaram à China são o nosso foco. Não é qualquer pessoa que tem de passar pelo controle”.
Cabo Verde aconselhou estudantes
Por seu turno, o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, apelou na sexta-feira (24.01) aos estudantes cabo-verdianos na China para seguirem “escrupulosamente as indicações das autoridades sanitárias”, face ao risco que representa o coronavírus.
De acordo com a mensagem divulgada pelo chefe de Estado, Jorge Carlos Fonseca falou com a embaixadora de Cabo Verde na China, Tânia Romualdo, contacto que serviu para fazer um ponto de situação sobre os efeitos do vírus que atinge várias regiões daquele país asiático. “E, nomeadamente, sobre a situação dos nossos estudantes”, descreveu Jorge Carlos Fonseca, aludindo aos 350 cabo-verdianos que estudam na China.
A Escola Primária de Chiconono, distrito de Muembe, no Niassa, vai acolher, a 31 de Janeiro, a cerimónia central de abertura do ano lectivo 2020, anunciou o Governo.
A cerimónia será dirigida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, segundo informação partilhada esta quinta-feira em Maputo no final da I Sessão Ordinária do Conselho de Ministros.
A porta-voz da sessão, a Ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Kida, disse que a abertura do ano escolar terá réplicas em todo o país.
Recentemente o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) garantiu ter recebido até início do mês em curso 70,52 por cento da encomenda do livro escolar para o presente ano lectivo, esperando fazer a alocação atempada em todas as escolas do país.
O sector da Educação adquiriu pouco mais de 18,5 milhões de livros escolares para o Ensino Primário. Deste número, cerca de 18,1 milhões são livros da primeira à sétima classe e os restantes 325.600 manuais e guiões para professores.
O MINEDH garante igualmente que vai alocar atempadamente o livro escolar a todas escolas do país, apesar dos constrangimentos que se registam no processo.
Para o ensino bilingue, que constitui uma das apostas do sector para a melhoria da qualidade e facilidade no processo de ensino e aprendizagem, foi adquirido para este ano pouco mais de 1.1 milhão de livros do aluno e 11.375 manuais do professor.
Os livros da terceira à sétima classe são atribuídos aos alunos por “empréstimo”, o que significa que o aluno recebe o livro no início do ano lectivo e devolve-o no fim do mesmo ano. Mesmo assim anualmente o MINEDH faz uma reposição destes livros na ordem de 40 por cento.
Lenda do basquete americano, o jogador aposentado Kobe Bryant, de 41 anos, morreu no domingo (26) em um acidente de helicóptero na Califórnia, segundo relatos da mídia americana.
Bryant estava viajando em um helicóptero particular que entrou em chamas quando sobrevoava a cidade de Calabasas, segundo relatos.
O departamento de polícia de Los Angeles confirmou que 5 pessoas morreram em um acidente de helicóptero em Calabasas, com nenhum sobrevivente. Os relatos do acidente foram recebidos na manhã de domingo (26).
A prefeitura de Calabasas confirmou a notícia “com grande tristeza” e disse que “ninguém que estava no chão ficou ferido”.
Segundo a mídia americana, a filha mais velha de Bryant, Gianna, de 13 anos, também morreu no acidente. As outras três pessoas que estavam no helicóptero não foram identificadas.
Testemunhas oculares disseram ao site americano TMZ que ouviram o motor do helicóptero falhar antes de cair. A causa da queda está sendo investigada.
Um de 34 anos de idade feriu a mulher e a sogra, com gravidade, com recurso à catana, no distrito de Govuro, província de Inhambane. As vítimas estão internadas e o agressor a contas com a Polícia.
O casal vivia uma relação conturbada, segundo testemunhas, e não terminou em tragédia por um triz, na terça-feira.
Cansada de maus-tratos, a companheira decidiu separar-se e voltou para casa da mãe, no bairro Mahave, arredores da vila de Mambone, em Govuro. E foi lá que o pior não aconteceu.
Inconformado com a separação, o marido foi atrás da mulher, em casa da sogra, mas ela recusou-se a voltar para o marido. E foi essa negação que supostamente fez o homem perder o controlo e decidiu partir para violência.
Com recurso a uma catana, o jovem desferiu golpes na esposa, de 21 anos, e na sogra, de 40 anos.
Em seguida, o jovem colocou-se em fuga. Vizinhos comunicaram a ocorrência à Polícia da República de Moçambique (PRM) e as vítimas foram imediatamente socorridas para o Hospital Rural de Vilankulo.
O director clínico daquela unidade sanitária considera que o estado das vítimas é estável e não correm perigo de vida.
Em menos de 24 horas depois da fuga do indiciado, o agressor foi neutralizado pela Polícia e está a ver o sol aos quadradinhos a partir das celas do Comando Distrital de Govuro.
O porta-voz da PRM em Inhambane, Juma Dauto, disse que o indiciado não revelou por que razão recorreu à violência para resolver problemas passionais com a sua companheira.
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reafirmou o compromisso do governo com o empoderamento económico das mulheres, através da implementação do Fundo Pro-Mulher.
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