Quando um vírus se espalha numa população sem imunidade, a um ritmo acelerado e com uma taxa de mortalidade elevada em alguns grupos de risco, como é o caso do novo coronavírus, desenvolver uma vacina torna-se uma missão urgente.
Mais de 30 laboratórios em todo o mundo entraram nesta corrida, e os testes já arrancaram em países como a China, os Estados Unidos ou a Itália. Mas é preciso tempo: uma vacina só é aprovada e disponibilizada depois de ficar garantida a sua segurança e eficácia. Em situações normais, pode levar vários anos, mas em casos de emergência, como o da actual pandemia, é possível entrar numa espécie de fast-track, acelerando o processo mas sem saltar nenhuma etapa de segurança.
E é por isso que, na melhor das hipóteses, será preciso pelo menos um ano até que a vacina esteja pronta.
“Todas as vacinas têm de ultrapassar vários testes de segurança, normalmente feitos em animais, antes de passarem para as diferentes fases de ensaios clínicos em voluntários. Só se avança para uma etapa depois de se cumprir a anterior.
O objectivo é ver se a vacina é segura e não tem nenhum risco adverso para a saúde e também confirmar se é suficientemente potente e eficaz a produzir a resposta imunológica necessária”, explica Markus Maeurer, clínico imunologista e investigador da Fundação Champalimaud, que tem estado a acompanhar em detalhe o desenvolvimento destas vacinas, além de estar em contacto permanente com os hospitais chineses que estão a tratar doentes com covid-19.
“A equipa de investigadores que está a desenvolver a vacina na China [da Academia de Ciências Médicas Militares] é a mesma que criou a vacina para o ébola. Tal como estão a fazer outros laboratórios, os chineses também estão a usar uma componente que já tinha sido testada anteriormente em termos de segurança e eficácia. É como se usassem um mesmo envelope, mas com uma carta diferente lá dentro.”
A sede da vila de Mocímboa da Praia, na província moçambicana de Cabo Delgado, foi tomada de assalto na madrugada de desta segunda-feira, 23, por um grupo de insurgentes, na sequência da onda de ataques que há cerca de três anos aterrorizam aquela região.
A ocupação da sede da vila foi confirmada no início da manhã pelo porta-voz do Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Orlando Modumane, em conferência de imprensa em Maputo.
“Hoje, houve um ataque as 4.30 minutos (horas de Maputo) onde os malfeitores tomaram a vila sede de Mocímboa da Praia, atacaram inclusive o quartel das Forças de Defesa e Segurança e içaram a bandeira deles”, explicou Modumane.
Mais tarde, o comandante geral da PRM, Bernardino Rafael, também confirmou o assalto e disse que decorrem intensos combates para recuperar o controle da vila.
As autoridades não avançam mais detalhes, contudo, informações no terreno indicam que há muitas casas incendiadas e instituições públicas e privadas, também foram visadas pelos atacantes.
Recorde-se que Mocímboa da Praia foi o ponto de entrada dos insurgentes, quando iniciaram as suas ofensivas, em 2017.
Desde então, mais de 300 pessoas morreram e mais de mil foram obrigadas a fugir das suas casas.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, determinou, através de um Decreto Presidencial, o indulto de 25 cidadãos doentes graves e/ou em situação terminal que se encontram a cumprir penas de prisão nos estabelecimentos penitenciários nacionais.
A medida do Chefe de Estado moçambicano é fundada no espírito de humanismo, respeito, protecção da dignidade da pessoa humana e de solidariedade que caracteriza o Estado de Direito Democrático e a sociedade moçambicana, segundo um comunicado de imprensa da Presidência, enviado ao “O País”.
O documento diz ainda que o indulto é concedido ao abrigo do disposto na alínea k) do artigo 158 da Constituição da República.
Após o registo oficial do primeiro caso do novo coronavírus em Moçambique, o Executivo de Maputo solicitou 700 milhões de dólares norte-americanos junto dos parceiros externos, para fazer face aos impactos negativos da pandemia.
A informação foi avançada ontem segunda-feira (23), pelo ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.
O crescimento económico para este ano, foi revisto em baixa. A previsão inicial apontava para um Produto Interno Bruto na ordem de 4%, mas devido ao surto do Covid-19, o mesmo foi cortado para 2,2%.
O orçamento para a Saúde foi revisto, de 30 milhões de dólares para USD 50 milhões este ano.
“Em função dos novos acontecimentos, o Governo teve que rever a dotação orçamental que estava prevista para este ano. A saúde pública tornou-se uma prioridade”, disse Armindo Tiago, ministro da Saúde, a saída do encontro com os parceiros externos.
O Fundo Monetária Internacional (FMI) referiu que “Moçambique tem muitos amigos que vão poder ajudar”. A solicitação de um fundo de emergência pode ser accionada.
Este fundo, segundo o representante-residente do FMI em Maputo, Ari Aisen, pode ser subtraído do pacote global de 50 biliões de dólares aprovado por esta instituição financeira internacional para os países afectados pelo Covid-19.
A fatia para Moçambique dependerá da quota do país no Fundo Monetário Internacional, explicou Ari Aisen.
O economista-chefe da ONG Comité para o Jubileu da Dívida argumentou ontem (23) à Lusa que a pandemia da covid-19 “torna ainda mais vital” que Moçambique não pague as dívidas ocultas, defendendo uma moratória sobre as outras dívidas.
Em declarações à Lusa no dia em que esta ONG lançou um relatório sobre o custo de emissão de nova dívida, Tim Jones disse que “a crise do novo coronavírus torna ainda mais vital que o povo de Moçambique não pague as dívidas ocultas”.
O dinheiro, vincou, “precisa de ficar em Moçambique para ajudar a financiar os serviços de saúde e lidar com a crise económica e a queda nos preços das matérias-primas”.
Para o economista-chefe desta organização que defende a emissão de dívida de forma responsável, “também é preciso uma moratória nos pagamentos de dívida a outros credores externos”.
Em causa estão as dívidas ocultas do Estado moçambicano de mais de 2,2 mil milhões de dólares contraídas entre 2013 a 2014 em forma de crédito junto das filiais britânicas dos bancos de investimentos Credit Suisse e VTB pelas empresas estatais moçambicanas Proindicus, Ematum e MAM, acentuando uma crise financeira que levou Moçambique a entrar em incumprimento no pagamento aos credores internacionais (‘default’) e consequente afastamento dos mercados financeiros internacionais.
De acordo com a acusação, os empréstimos foram avalizados pelo então ministro das Finanças, Manuel Chang, mas o Governo de Moçambique afirma que ele “não tinha autoridade” para assinar as garantias soberanas, que eram inconstitucionais e ilegais porque o parlamento de Moçambique não aprovou os empréstimos.
A denúncia apresentada pelo Governo de Moçambique alega que as três transacções envolveram o pagamento de subornos a funcionários do executivo, incluindo Chang, que está detido na África do Sul desde 29 de Dezembro de 2018, a pedido da Justiça dos Estados Unidos para julgá-lo em Nova Iorque por fraude, corrupção e lavagem de dinheiro.
O ex-ministro das Finanças enfrenta também um pedido de extradição para Moçambique.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou 341.300 pessoas, das quais 15.189 morreram, a maioria na Europa (9.197).
Foram registados mais de casos de infecção em mais de 174 países e territórios desde o início da epidemia.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Vários países adoptaram medidas excepcionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.
A Polícia moçambicana disse ontem (23) que um grupo armado atacou um quartel das forças de defesa e segurança da vila de Mocímboa da Praia, Norte do país, e içou a sua bandeira, confirmando relatos da população já feitos à Lusa.
“Os malfeitores atacaram a sede de Mocímboa da Praia, incluindo um quartel das forças de defesa e segurança, e içaram a sua bandeira”, disse o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM), numa conferência de imprensa em Maputo.
Segundo Orlando Modumane, os ataques começaram por volta das 04:00 locais (locais) e os grupos criaram barricadas nas principais entradas da vila.
Os relatos ouvidos pela Lusa indicaram que a população está fechada dentro das suas casas e que se ouvem disparos de armas de fogo e gritos de confrontação em vários locais da vila, a par da circulação de, pelo menos, um veículo blindado.
“As forças de defesa estão a desdobrar-se em vários grupos e em vários pontos para identificar os principais pontos que os malfeitores usaram para entrar na vila. Neste momento, as forças de defesa e segurança estão sob fogo cruzado com os malfeitores”, acrescentou Orlando Modumane.
A província de Cabo Delgado tem sido alvo de ataques de grupos armados, que organizações internacionais classificaram como uma ameaça terrorista e que em dois anos e meio já fez, pelo menos, 350 mortos, além de 156.400 afetados, devido à perda de bens ou obrigados a abandonar casa e terras em busca de locais seguros.
Estes ataques têm acontecido sobretudo no meio rural, mas Mocímboa da Praia é um dos principais centros urbanos da região, sede de distrito, servido pela única estrada asfaltada que cruza a província e com um aeródromo apto a receber voos internacionais.
Trata-se da vila onde em outubro de 2017 começou a ameaça armada que tem atormentado Cabo Delgado.
Mocímboa da Praia fica a 90 quilómetros a sul de Palma, distrito onde estão a ser construídos megaprojetos internacionais de exploração de gás natural.
Angola regista os dois primeiros casos e já faz parte da maioria dos países africanos que têm covid-19. Depois de semanas com doentes a conta-gotas, África pode estar a caminho de uma catástrofe sanitária, avisa a Organização Mundial de Saúde.
Ninguém sabe como a epidemia vai comportar-se ali, mas os sistemas de saúde frágeis e níveis de pobreza generalizada, agravados por doenças endémicas, fazem temer o pior.
em sido uma espécie de enigma: afinal, porque quase não há casos de covid-19 em África?, questionavam-se os especialistas. Poderia ser o clima? O maior isolamento do continente? Simplesmente a impossibilidade de fazer testes em grande escala para confirmar a infecção? Tudo isso junto? Não existe uma resposta satisfatória – e o cenário da epidemia pode estar a mudar.
Todos os dias mais Estados africanos anunciam casos da doença e, neste sábado, Angola, com os dois primeiros casos confirmados no território – dois cidadãos que regressaram ao país nos dias 17 e 18 de Março, a partir de Portugal -, juntou-se à lista dos que já têm covid-19.
Neste fim de semana foram detectados mais de uma centena de novos casos em 12 países africanos. Cabo Verde tornou-se o primeiro lusófono a registar um caso de infecção pelo vírus e agora chegou a vez de Angola. Nesta altura são já mais de mil os casos em 38 dos 54 países do continente africano.
Depois de semanas em que os doentes foram surgindo a conta-gotas, os números estão agora a crescer, sugerindo que a epidemia pode estar a entrar numa nova fase naquele continente.
Por isso, nesta semana a Organização Mundial da Saúde (OMS) veio soar os alarmes: “A situação [em África] está a evoluir muito rapidamente”, afirmou a diretora da OMS África, Matshidiso Moeti, na última quinta-feira, alertando para a necessidade de reforçar os sistemas de saúde no continente, no qual a própria OMS tem estado empenhada.
Desde meados de fevereiro, altura em que não havia ainda nenhum caso de covid-19 na região, que a OMS está a apoiar o reforço da capacidade de diagnóstico da doença, enviando equipamento e fazendo formação para possibilitar rastreios nos países africanos.
Há cerca de um mês, a diretora regional da OMS para África sublinhava ser “fundamental” os países da região “poderem detetar e tratar casos graves de forma precoce, para evitar a propagação de um surto” que acabaria por “desestabilizar os sistemas de saúde frágeis” na região.
No início da epidemia, ainda a doença mal tinha atravessado as fronteiras da China, só dois países em África tinham capacidade para fazer o diagnóstico laboratorial do covid-19. Hoje, 40 estão aptos a fazê-lo. Mas, claramente, não chega.
No final desta semana, Matshidiso Moeti afirmou não estar convencida de que haja neste momento transmissão em larga escala do covid-19 nos países africanos, mas teve de admitir que não existem kits de teste em número suficiente para se poder ter uma certeza absoluta.
Números a crescer
O número total de casos em África é de 1007, para uma população global de 1,3 mil milhões de pessoas. Parece pouco, e é muito inferior ao que muitos países europeus estão nesta altura a registar diariamente, como acontece na Itália, que só nesta sexta-feira contabilizou quase seis mil novos casos, em Espanha (2335) ou na Alemanha (4528). Mas o problema é que ninguém sabe exactamente como a situação vai evoluir a partir daqui no continente africano.
Por isso, na última quinta-feira, o próprio director da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, preferiu não poupar nas palavras e pediu aos governos africanos “para despertarem”.
O primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin concedeu às autoridades cinco dias para desenvolver um sistema para rastrear pessoas que entraram em contacto com alguém com coronavírus usando dados de localização geográfica de telefones celulares.
Sob o novo sistema, as pessoas receberiam informações se entrassem em contacto com alguém infectado e as mesmas informações fossem repassadas para sedes regionais especiais criadas para combater a pandemia.
O Kremlin disse que a medida é legal e faz parte das medidas que a Rússia está tomando para tentar impedir a propagação do vírus.
A medida rastreará “cidadãos que estão em contato com pacientes com nova infecção por coronavírus com base em informações de operadoras de telefonia celular sobre a localização geográfica de um telefone celular de uma determinada pessoa”.
Isso “permitiria que os cidadãos fossem notificados (por telefone) se estivessem em contato com uma pessoa que sofria do novo coronavírus, enviando mensagens relevantes para informá-los da necessidade de auto-isolamento …”, disse o ministério das comunicações. uma afirmação.
A Rússia, que proibiu temporariamente a entrada de estrangeiros, tem 438 casos confirmados de coronavírus e uma morte relacionada a vírus – menos do que muitos países europeus.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, disse aos moradores da capital com mais de 65 anos e com doenças crônicas que fiquem em casa.
A Rússia está gradualmente reforçando as regras de quarentena e preparando seu sistema de saúde para mais casos. Sobyanin disse aos idosos e outros residentes vulneráveis que só visitem farmácias e lojas se for absolutamente necessário, de quinta-feira a 14 de Abril.
Mais prisioneiros poloneses terão a possibilidade de cumprir suas penas em casa devido à epidemia de coronavírus, sob uma proposta do ministério da justiça que pode beneficiar até 20.000 condenados.
Até o momento, a Polónia registou 684 casos de coronavírus, incluindo oito mortes. Fechou escolas, cinemas e outros locais públicos, proibiu a entrada de estrangeiros no país e instou os poloneses a ficar em casa, se possível.
Alguns presos já podem cumprir suas sentenças em casa, sob vigilância eletrônica.
“Propomos aumentar o limite superior de uma sentença ou a duração total das sentenças que podem ser cumpridas no sistema de supervisão electrónica para 18 meses”, afirmou o ministério da justiça em comunicado.
Até agora, era possível para sentenças de até um ano.
As prisões já proibiram as visitas e pararam de deixar a maioria dos prisioneiros trabalhar do lado de fora. Oficinas em várias prisões começaram a costurar máscaras e trajes protectores usados na luta contra o coronavírus, disse o Ministério da Justiça.
De acordo com a rádio RMF privada citando estimativas do Ministério da Justiça, quase 20.000 prisioneiros poderiam tirar proveito dessa possibilidade. Ele também disse que os idosos condenados a até três anos de prisão podem pedir a suspensão de seu mandato até que a epidemia termine.
Não ficou claro quando os projectos de propostas podem se tornar lei.
Actualmente, existem mais de 75.000 pessoas detidas em 172 prisões e centros de detenção poloneses.
As autoridades nigerianas anunciaram ontem (23) a primeira morte causada pela Covid-19, depois de o país mais populoso da África, com 200 milhões de habitantes, ter registado um aumento acentuado do número de casos de infecção nos últimos dias.
A primeira morte da Covid-19 foi registada”, anunciou a Agência Nigeriana de Controle de Doenças (NCDC) na sua conta no Twitter.
“Trata-se de um homem de 67 anos, que regressou à Nigéria depois de ter sido hospitalizado em Inglaterra”, adiantou a mesma entidade.
Segundo a NCDC, o estado de saúde deste paciente foi agravado pelo facto de ter diabetes e estar a fazer quimioterapia, referiu.
Ainda de acordo com a mesma entidade, hoje de manhã registaram-se mais 36 casos de Covid-19, a grande maioria em Lagos, uma cidade em expansão, com 20 milhões de habitantes.
A Nigéria suspendeu todos os voos internacionais, fechou escolas e limitou as reuniões públicas a 50 pessoas em vários estados do país.
O país é particularmente vulnerável a pandemias, com densidades populacionais entre as mais altas do mundo em muitas das suas megacidades, milhões de pessoas deslocadas por conflitos, especialmente no norte do país, e um sistema de saúde extremamente precário.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 341 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 15.100 morreram.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu é aquele onde está a surgir atualmente o maior número de casos, com a Itália a ser o país do mundo com maior número de vítimas mortais, com 5.476 mortos em 59.138 casos. Segundo as autoridades italianas, 7.024 dos infetados já estão curados.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em África há 1.396 casos confirmados de infeção por Covid-19, em 43 países.
O continente africano já registava este domingo à tarde pelo menos 40 mortes devido ao novo coronavírus, ultrapassando os 1.250 casos em 43 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia da covid-19.
No total, estão contabilizados naquele continente 1.267 casos de infecção desde o início da pandemia, tendo o primeiro sido detectado em 14 de Fevereiro, no Egipto.
De acordo com o portal Worldometer, que compila quase em tempo real a informação da Organização Mundial de Saúde (OMS), dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças de fontes oficiais dos países, de publicações científicas e de órgãos de informação, há registos de mortes pela covid-19 em 12 países africanos: Egipto, Argélia, Marrocos, Tunísia, BurkinaFaso, Gabão, Sudão, Maurícias, Gana e República Democrática do Congo (RDCongo), além da Nigéria e Gâmbia, que anunciaram hoje as primeiras mortes.
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Eneas Comiche, está em quarentena domiciliar após estar, em Londres, com o Príncipe Albert II de Mónaco que fez o teste do COVID-19 e deu positivo.
Uma semana depois de o presidente do Conselho Municipal de Maputo ter regressado da cimeira sobre Água e Clima que se realizou em Londres, Reino Unido e Irlanda do Norte, a organização do evento comunicou que o Príncipe Albert II de Mónaco, com quem Eneas Comiche manteve contacto, fez o teste de COVID-19 e deu positivo.
Apesar de Eneas Comiche ter voltado ao país no dia 13 de Março, altura em que não tinham disparado os casos do novo coronavírus no Reino Unido, o edil de Maputo, juntamente com a delegação que o acompanhava, cumpriram todos os procedimentos sanitários exigidos nos pontos de entrada e, neste momento, estão em quarentena domiciliar.
Em comunicado, o Conselho Municipal de Maputo sublinha que Eneas Comiche e os membros da sua delegação gozam de boa saúde.
A Otta Consulting Lda é uma empresa de consultoria moçambicana, no âmbito de expansão de suas actividades pretende recrutar um (1) Assessor de Finanças e Logística. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente e Digitador de Dados. Saiba mais.
A Associação Internacional de Voluntários Leigos Voluntários pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Projecto. Saiba mais.
O Lycée Gustave Eiffel – École Française Internationale de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório (código TecLab 2020). Saiba mais.
O Lycée Gustave Eiffel – École Française Internationale de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Vigilante para o ensino Secundário. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) vendedor de Van. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Contabilidade Geral (kaMpfumu). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Geral . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Gestão Financeira. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Financeira. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Corte e Costura. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Canalização. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Agente de Segurança. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Pedreiro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Carpintaria/Mercenária. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Serralharia. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Auto. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Montadora. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Refrigeração. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Secretariado. Saiba mais.
Muito associado a uma eventual saída do Barcelona, desde o passado mercado de verão, Ivan Rakitic parece estar cada vez mais perto da porta de saída do clube. De tal forma que, de acordo com o diário catalão Sport, já terá surgido o Sevilha como muito possível destino do croata.
Segundo noticia o referido jornal, o antigo jogador do emblema da Andaluzia terá declarado a sua vontade de regressar ao clube onde, enquanto capitão de equipa, conquistou a Liga Europa em 2014, tendo-se inclusive mostrado disponível para reduzir o salário.
Da parte do Barcelona, o emblema blaugrana terá de optar entre deixar o jogador sair a custo zero no final do contrato, ou encaixar algum dinheiro com a venda do mesmo, uma vez que o vínculo entre as partes é válido até ao verão de 2021.
O Banco de Moçambique anunciou ontem (22) novas medidas para apoiar empresas e famílias que sofram com o impacto da pandemia do novo coronavírus na economia, após uma reunião extraordinária do conselho de administração.
O banco central anunciou a “introdução de linhas de crédito em moeda estrangeira para os bancos e relaxamento das condições de reestruturação dos créditos dos clientes bancários para a mitigação dos efeitos” da covid-19, anunciou em comunicado.
“Estas medidas reforçam as decisões anteriormente tomadas e visam disponibilizar liquidez em moeda estrangeira e em moeda nacional para apoiar as empresas e as famílias a honrarem os seus compromissos, na sequência do agravamento dos riscos decorrentes dos impactos macroeconómicos” da covid-19, justificou.
As medidas consistem em “introduzir uma linha de financiamento em moeda estrangeira para as instituições participantes no Mercado Cambial Interbancário, no montante global de 500 milhões de dólares, por um período de nove meses”, a partir de segunda-feira.
Foi ainda autorizada “a não constituição de provisões adicionais pelas instituições de crédito e sociedades financeiras nos casos de renegociação dos termos e condições dos empréstimos, antes do seu vencimento, para os clientes afectados pela pandemia”.
Esta medida entra também hoje em vigor, até 31 de Dezembro.
O Banco de Moçambique “continuará a monitorar os indicadores económico-financeiros e os impactos macroeconómicos” da covid-19, “e tomará as medidas correctivas adicionais sempre que for necessário”, concluiu.
Já há uma semana a instituição tinha anunciado a redução das reservas obrigatórias exigidas ao sistema bancário em moeda nacional (metical) e estrangeira.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 308 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 13.400 morreram.
Depois de surgir na China, em Dezembro de 2019, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.
O jogador argentino Pablo Dybala anunciou no sábado (21) que os exames que ele e a namorada, a actriz e modelo Oriana Sabatini, apontaram que eles foram infectados com o novo coronavírus.
O jogador, no entanto, disse que eles se sentem bem. “Olá a todos. Gostaria que soubessem que acabamos de receber os resultados do teste para a Covid-19 e tanto eu quanto a Oriana tivemos um resultado positivo. Felizmente, estamos em perfeitas condições. Obrigado por suas mensagens e saudações a todos”, disse, em uma publicação nas redes sociais.
O atacante da Juventus e a modelo já estavam em isolamento há mais de uma semana devido a um surto dentro da equipe do jogador. Dybala é o terceiro atleta infectado no elenco do clube de Turim, após os diagnósticos de Daniele Rugani e Blaise Matuidi.
Presidente dos EUA afirmou este domingo que o combate à pandemia da Covid-19 é “uma guerra no verdadeiro sentido”, mas mostrou-se otimista em relação ao desenvolvimento de uma vacina e à recuperação da economia. Pelo meio, voltou a deixar críticas à China.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou este domingo em conferência de imprensa que a luta contra a pandemia da Covid-19 é “uma guerra no verdadeiro sentido”, mas mostrou-se otimista que será possível vencê-la “mais cedo do que o esperado”.
O líder dos EUA considerou que estes eram “tempos desafiadores”, que constituem “um grande teste nacional”, mas disse que os americanos “vão provar que estão à altura do momento”. “O inimigo está a atacar em 144 países, nunca vimos nada assim… Vamos sair totalmente vitoriosos”.
Trump disse ainda que acredita que a economia irá “disparar” quando a pandemia da Covid-19 for controlada.
Na conferência de imprensa deste domingo com o grupo de trabalho de resposta à pandemia, Trump voltou também a criticar o regime chinês, insistindo que este deveria ter alertado sobre o novo coronavírus “três meses mais cedo”, o que teria permitido “salvar muitas vidas”.
A Coreia do Norte confirmou que os dois mísseis de curto alcance disparados no sábado (21) fazem parte de uma nova arma táctica guiada e o exercício foi acompanhado pessoalmente por Kim Jong-un.
A Coreia do Norte confirmou este domingo que os dois mísseis de curto alcance disparados no sábado fazem parte de uma nova arma tática guiada e o exercício foi acompanhado pessoalmente por Kim Jong-un.
O líder norte-coreano supervisionou o teste de sábado, que procurou “confirmar e mostrar aos oficiais comandantes do Exército Popular da Coreia as características táticas e o poder de um novo sistema de armas a ser entregue às suas unidades”, informou a agência noticiosa estatal norte-coreana KCNA.
Os mísseis foram lançados de Pyongyang do Norte (oeste), revelou o exército sul-coreano, considerando a situação “extremamente indesejável” face à crise de saúde global devido à pandemia de Covid-19.
Pyongyang realizou 13 testes de armas em todo o ano de 2019, um ano marcado pelo fracasso da Cimeira de Hanói, na qual Washington considerou insuficiente a oferta norte-coreana de desarmamento no âmbito das negociações bilaterais sobre desnuclearização, recusando levantar sanções económicas.
Desde então, as conversações sobre a desnuclearização do regime permaneceram suspensas.
A chanceler alemã decidiu fazer quarentena depois de saber que teve contacto com um médico infectado pelo coronavírus.
A informação foi avançada este domingo por um porta-voz do governo de Berlim, poucas horas depois da chanceler alemã ter anunciado novas restrições no pais para travar a Covid-19.
Angela Merkel teve contacto na sexta-feira (20) com um médico que testou positivo para o novo vírus, Vai continuar as actividades oficiais em casa e vai fazer testes, nos próximos dias, para saber se foi contagiada.
É o regresso ao trabalho um pouco por toda a China enquanto Wuhan se despede dos profissionais de saúde que lutaram, durante meses, contra um inimigo invisível, o novo coronavírus, vindos de outras partes do país.
A China, e a cidade de Wuhan em particular, que foi o epicentro desta crise, regressa à normalidade. Continua a ser o país com mais casos de infecção, desde o início da propagação, mas é hoje o único onde a evolução, em termos de combate tem dado, de facto, esperança ao resto do mundo.
As empresas voltam a trabalhar, algumas atracções turísticas e museus estão já abertos ao público. Cerca de 70% da indústria da província de Hubei já voltou a operar, ainda que fiquem todos obrigados a implementar medidas de controlo de epidemias e de segurança.
Ainda assim, registaram-se 46 novos casos de infecção nas últimas 24 horas e seis mortes na China. Mas dos mais de 80 mil casos registados “apenas” mais de 5300 continuam activos. Um número importante mas, ao mesmo tempo, irrisório. Mais de 72 mil pessoas já recuperaram da doença no país.
O novo coronavírus já causou pelo menos 14.396 mortes em todo o mundo, depois de ter sido identificado pela primeira vez em Dezembro, de acordo com um balanço de hoje da agência noticiosa France-Presse.
Segundo os dados da AFP, libertados pelas 20:00, desde o início da pandemia da covid-19, foram detectados mais de 324.290 casos de infecção em 171 países e territórios.
Estes dados reflectem uma fracção do número real de contaminações, já que muitos países só estão a testar os casos que necessitam de internamento hospitalar.
Relativamente ao balanço da véspera, foram identificadas 1.671 novas mortes e 32.869 novos casos em todo o mundo.
Os países que tiveram o maior número de novas vítimas mortais nas últimas 24 horas foram a Itália (651), a Espanha (394) e o Irão (129).
A Itália, que registou a primeira morte no final de Fevereiro, conta com 5.476 mortos, de um total de 59.138 casos. Hoje, foram contabilizadas 651 mortes e 5.560 novos casos. Segundo as autoridades italianas, mais de 7.024 dos infectados já estão curados.
A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, onde a epidemia surgiu no final de Dezembro, conta com um total de 81.054 casos (46 são novos casos registados entre sábado e hoje), tendo sido registados 3.261 mortes (seis novas) e 72.244 pessoas curadas.
Os países mais afectados a seguir à Itália e à China são a Espanha, com 1.720 mortes (28.572 casos), o Irão, com 1.685 mortes (21.638 casos), a França, com 674 mortes (16.018 casos), e os Estados Unidos (EUA), com 390 mortes (31.057 casos).
Desde sábado, às 18:00 (hora a que são recolhidos mundialmente os dados pela AFP), a Roménia, o Kosovo, a Colômbia, o Afeganistão, a República Democrática do Congo, o Chile, o Chipre e o Gana anunciaram as suas primeiras vítimas mortais nos seus territórios.
Já Moçambique, Timor Leste, Uganda, Eritreia e a Faixa de Gaza reportaram o diagnóstico dos seus primeiros casos no mesmo período.
A Europa totaliza agora 163.411 casos (8.692 mortes), a Ásia tem 96.749 casos (3.482 mortes), os Estados Unidos e o Canadá contam com 32.387 casos (409 mortes), o Médio Oriente segue com 24.975 casos (1.714 mortes), a América Latina e as Caraíbas contabilizam 4.001 casos (49 mortes), a Oceania tem 1.417 casos (sete mortes), e estão confirmados 1.351 casos (43 mortes) em África.
O balanço da France-Presse foi realizado a partir de dados recolhidos pelas suas redacções junto de autoridades nacionais competentes e com base em informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
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