O parlamento moçambicano acaba de ratificar, por unanimidade, o Estado de Emergência decretado pelo presidente Filipe Nyusi para travar a propagação do novo coronavírus, causador do Covid-19.
Os 208 deputados da Frelimo, Renamo e MDM debruçaram-se sobre a proposta de Nyusi durante, pelo menos, cinco horas, em Maputo.
O Estado de Emergência, que será entre 1 e 30 de Abril deste ano, impõe, entre outras medidas, a proibição da realização de todos os eventos públicos e privados, incluindo os de natureza religiosa; quarentena obrigatória a todas as pessoas que tenham estado no estrangeiro; e a limitação da circulação de pessoas, em caso de elevado aumento de casos de contaminação.
É a primeira vez que Moçambique decreta Estado de Emergência, desde a independência em 1975.
Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Guiné Bissau estão em estado de emergência com fortes medidas de restrições na circulação de pessoas.
Angola, com duas mortes e cincos casos de infecções pela Covid-19, mobilizou as forças armadas e a Polícia Nacional para fazer cumprir a ordem de quarentena obrigatória. Paolo Balladelli Coordenador residente da ONU em Angola fez saber que todos os recursos já disponíveis no país vão ser canalizados para apoiar no combate à Covid-19.
A região da Lunda Norte será, igualmente, contemplada com parte do fundo do Plano de Resposta Humanitária, criado pelas Nações Unidas para proteger milhões de refugiados, e reduzir a disseminação do vírus no mundo.
Em todo continente somam-se mais de 4.800 casos activos, cento, 52 mortes e 340 recuperações.
O norte e sul de África registam o maior número de casos activos e a África do Sul, com mais de 1.300 casos é o centro da pandemia no continente africano.
Em Cabo Verde com seis casos activos, todas as ligações entre ilhas, aéreas e marítimas, de passageiros continuam proibidas pelo decreto-lei que regulamenta o estado de emergência.
Em Moçambique o presidente Filipe Nyusi decretou, esta segunda-feira, também o estado de emergência. Em São Tomé o governo quer que este se estenda por mais 15 dias.
Com a situação a agravar-se no continente africano – na Argélia há mais de 500 casos activos e no Egipto mais de 460 – é preciso adoptar novas medidas mas para Djamila Cabral, representante da Organização Mundial de Saúde, a implementação de modelos de contenção, que resultaram em outros continentes, pode não funcionar nos países africanos.
Djamila Cabral é da opinião de que África tem um contexto bastante específico, como por exemplo a pobreza, as questões socioculturais, uma forma de socialização muito especial, e por isso as medidas necessárias para combater a pandemia da Covid-19 vão ter consequências diferentes nas famílias africanas.
Entretanto, o presidente da comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamatt, anunciou recentemente a criação do fundo africano anti-Covid19, avaliado em 11,6 milhões de euros, para apoiar os países africanos na luta contra a propagação da pandemia.
O recém-construído Hospital Distrital de Jangamo e o Centro de Trânsito de Vilankulo, em Inhambane, são os locais identificados pelas autoridades albergar e tratar as pessoas que eventualmente forem infectadas pela COVID-19.
O Hospital de Jangamo que deverá atender as zonas centro e sul da província, tem capacidade para 60 camas. Mas para já, apenas 29 foram colocadas à disposição para responder a qualquer eventualidade.
A unidade sanitária tem todo equipamento necessário para atender aos pacientes com a doença, desde materiais de protecção até de auxílio a respiração.
O Hospital Distrital de Jangamo é novo e ainda não entrou em funcionamento. Para além de infra-estrutura ideal para isolar os doentes com a COVID-19, o uso daquela unidade sanitária não afectará o funcionamento normal dos outros hospitais e nem colocará em risco os demais pacientes.
O Centro de Trânsito de Vilankulo servir os distritos de Mabote, Inhassoro, Govuro e Vilankulo, no norte de Inhambane. Tem também capacidade para 20 camas e já dispõe de todos equipamento de suporte.
Em caso de eclosão da COVID-19 em Inhambane, já existe pessoal de várias especialidades de saúde com capacidade técnica para lidar com a pandemia.
A capacitação do pessoal terminou há uma semana, sendo que parte dele já está de permanência nos locais identificados e outro em prontidão para assim que for solicitado.
Entretanto, a província ainda não tem meios para diagnosticar o vírus que há meses devasta o mundo. Neste momento, Inhambane tem cerca de 20 kits de recolha de amostras para análise no Instituto Nacional de Saúde (INS), em Maputo.
Dezanove pessoas morreram durante um incêndio florestal no sudoeste da China combatido por centenas de bombeiros, que evacuaram moradores próximos, informaram ontem (31) as autoridades chinesas.
A área ameaçada pelo incêndio, na província de Sichuan, tem baixa densidade populacional, mas a imprensa estatal chinesa revela que várias aldeias, uma escola e uma fábrica de produtos químicos estão sob ameaça do fogo.
Citado pela imprensa local, um funcionário da cidade de Xichang disse que o incêndio começou numa quinta, na segunda-feira, e espalhou-se rapidamente para as montanhas próximas, devido aos ventos fortes.
Os mortos são quase todos bombeiros.
Uma evacuação de emergência foi iniciada e mais de 300 bombeiros profissionais e 700 voluntários foram enviados para ajudar no combate ao fogo.
A agência noticiosa oficial Xinhua escreveu que mais 885 bombeiros de outras cidades de Sichuan estão a ser destacados para Xichang, juntamente com 142 carros de bombeiros, sistemas de abastecimento de água e equipamento de combate a incêndios.
Drones estão a ser utilizados para monitorizar o progresso do incêndio.
Além de combater as chamas e retirar moradores, também foram destacadas forças para proteger as principais infraestruturas industriais.
Há um ano, na mesma área, um incêndio nas montanhas arborizadas de Sichuan matou 30 pessoas, entre as quais 27 bombeiros e três voluntários.
Como em muitos outros países, a China registou, nos últimos anos, mais incêndios florestais devido às alterações climáticas, destruição de habitat e invasão humana em áreas anteriormente selvagens.
A consultora Oxford Economics considerou ontem (31) que a perspectiva de evolução da economia de Moçambique ensombrou-se significativamente devido à redução das exportações de matérias-primas, à violência no norte do país e à pandemia da covid-19.
“A perspectiva de evolução da economia a médio prazo deteriorou-se rapidamente no último mês, com a queda dos preços das suas principais exportações, o carvão, o alumínio e o gás natural, devido ao pânico global induzida pelo novo coronavírus”, escrevem os analistas numa nota sobre Moçambique.
Na análise, enviada aos investidores e a que a Lusa teve acesso, os analistas da Oxford Economics escrevem que “a forte queda nos preços do gás natural, em particular, significa que o desenvolvimento dos principais projectos de gás natural liquefeito está em risco”.
A este propósito, os analistas citam uma notícia da Reuters, segundo a qual a ExxonMobil já teria decidido adiar a Decisão Final de Investimento para o próximo ano, mas sobre a qual não há confirmação oficial, apesar de ser genericamente aceite entre os observadores que o adiamento vai mesmo acontecer, principalmente devido à incerteza trazida pela pandemia da covid-19.
“O desenvolvimento destes grandes projetos de gás natural é a base da nossa análise positiva sobre o crescimento do PIB, mas a queda no preço das matérias-primas causada pela pandemia e a escalada de conflito em Cabo Delgado e Sofala vão levar-nos a baixar significativamente a previsão de evolução da economia a médio prazo”, alerta a Oxford Economics.
“Para tornar as coisas ainda piores, os dois ataques nestas províncias ameaçam deixar ainda mais vulneráveis as comunidades já de si arrasadas pelos ciclones do ano passado, e perturbar a logística das exportações”, apontam os analistas.
Desde o princípio do ano, o metical desvalorizou-se em 6% devido à queda do preço das matérias-primas, prejudicando Moçambique, que é um importador da maioria dos bens de consumo “e, consequentemente, uma moeda mais fraca é fortemente associada a preços mais altos para os consumidores”, que deverão ter de enfrentar perturbações na cadeia de distribuição e escassez de produtos”.
No continente africano, já morreram 152 pessoas e registaram-se 4.871 casos da covid-19 em 46 países.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 750 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 36 mil.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Moçambique recebeu um total 22 mil “kits” de diagnóstico para o novo coronavírus e as autoridades distribuíram 20 “kits” por cada província, anunciou o Ministério da Saúde.
“Para garantir a segurança, as amostras [de cada província] são transportadas [para Maputo], em ambientes frios”, lê-se numa nota de imprensa publicada na página de Internet da entidade, que acrescenta que, dos 22 mil “kits”, 200 já foram usados.
As amostras são enviadas para o laboratório do Instituto Nacional de Saúde (INS), que recebe diariamente entre 40 e 50 amostras provenientes de várias províncias, e conta com um total de 20 técnicos.
Segundo o Ministério da Saúde, além do INS, com capacidade para realizar 600 testes por dia, existem em Moçambique dois laboratórios que fazem o diagnóstico para a covid-19, mas as amostras são enviadas para países estrangeiros, incluindo Portugal.
“O Ministério da Saúde está a trabalhar numa estratégia para expandir o diagnóstico do novo coronavírus para as outras províncias do país”, conclui a nota.
Moçambique mantém um total de oito casos confirmados registados oficialmente desde o início da pandemia, seis importados e dois por transmissão local, sem mortes.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 750 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 36 mil.
Dos casos de infecção, pelo menos 148.500 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Um bairro da capital indiana foi isolado depois de a polícia ter retirado mais de 1.000 pessoas que supostamente foram expostas ao novo coronavírus durante uma reunião religiosa no início deste mês, antes do confinamento obrigatório.
A polícia da Índia ainda disse hoje que centenas de pessoas, muitas delas estrangeiras, levaram o vírus para várias outras partes da Índia depois de participarem numa cerimónia numa mesquita no bairro de maioria muçulmana de Nizamuddin Oeste.Os paramédicos transportaram centenas de fiéis muçulmanos para as instalações de quarentena mais próximas.
As autoridades dizem que pelo menos 300 pessoas têm sintomas da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.
Autoridades de outros estados indianos apressaram-se a colocar em quarentena as pessoas que compareceram à reunião na mesquita de Nizamuddin Oeste em Nova Deli.
A Índia tem 1.200 casos confirmados do novo coronavírus em todo o país, incluindo 32 mortes, um quarto das quais relacionadas com esta reunião realizada em Nizamuddin.
O confinamento nacional de 21 dias, que começou na semana passada, resultou na suspensão de comboios e serviços de companhias aéreas, mantendo 1,3 mil milhões de indianos em casa, exceto para deslocamentos a locais como supermercados ou farmácias.
O número total de casos conhecidos na Índia é pequeno em comparação com os Estados Unidos, Itália e China, mas especialistas em saúde dizem que a Índia pode estar a semanas de distância de um grande aumento que pode sobrecarregar seu sistema de saúde pública, que já está sobrelotado.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 750 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 36 mil.
Dos casos de infeção, pelo menos 148.500 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu, com mais de 413 mil infectados e mais de 26.500 mortos, é aquele onde se regista actualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 11.591 mortos em 101.739 casos confirmados até hoje.
“Devemos começar a ver uma estabilização porque os casos que vemos hoje reflectem contágios que aconteceram há duas semanas”, correspondendo ao período de incubação do novo coronavírus, afirmou o director do programa de emergências da organização, Mike Ryan.
A Organização Mundial de Saúde admitiu na segunda-feira (30) que a propagação da covid-19 em países como Itália poderá começar a estabilizar, reflectindo as fortes medidas de restrição de movimentos da população adoptadas nas últimas semanas.
“Devemos começar a ver uma estabilização porque os casos que vemos hoje reflectem contágios que aconteceram há duas semanas”, correspondendo ao período de incubação do novo coronavírus, afirmou o director do programa de emergências da organização, Mike Ryan.
Questionado sobre quando poderá ser o pico da pandemia em Itália e Espanha, os países europeus mais afectados, Mike Ryan escusou-se a apontar uma data, recordando que no caso da cidade chinesa de Wuhan, onde o vírus surgiu, o número de novos casos teve flutuações.
“Quando se contam os casos diários durante uma epidemia, reflete-se a realidade de risco e transmissão duas semanas antes”, como se sabe que “quando se olha para uma galáxia através de um telescópio se vê a luz das estrelas de há um milhão de anos”, comparou.
Apesar dessa potencial estabilização, o irlandês referiu a importância de se concentrar a atenção no momento presente, salientando que é preciso “reduzir os números do vírus, porque não vão descer sozinhos”.
Isso depende de “redobrar os esforços” de saúde pública como os que foram tomados na China depois do surgimento da epidemia: “continuar a detectar casos e a isolar todos, incluindo os que apresentam sintomas ligeiros”.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.
O continente europeu, com mais de 396 mil infectados e perto de 25 mil mortos, é aquele onde se regista actualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 10.779 mortos em 97.689 casos confirmados até domingo.
A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 7.340, entre 85.195 casos de infecção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos são o que tem maior número de infectados (143.055).
O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, apelou aos membros do Governo e deputados da maioria a doarem parte do salário aos fundos de “combate” ao coronavírus, seguindo o exemplo da chefe de Estado da Grécia.
katerinaSakellaropoulo, que assumiu funções no passado dia 13 de Março como Presidente da Grécia decidiu doar a maior parte do salário dos dois próximos meses “devido às circunstâncias financeiras difíceis em que o país se encontra por causa da pandemia de coronavírus“.
“Face à ameaça sanitária somos todos iguais mas para a combater cada um deve participar de acordo com as suas próprias forças”, declarou de imediato o chefe do governo KyriakosMitsotakis, fazendo o mesmo que a Presidente da República.
O primeiro-ministro apelou aos políticos do país para que se posicionem no primeiro plano da “solidariedade” exortando os membros do Executivo e a maioria parlamentar que apoia o governo conservador da Nova Democracia.
Sendo assim, as doações passam a ser destinadas ao fundo especial de combate à pandemia na Grécia.
O primeiro-ministro acrescentou ter a “certeza de que todos os partidos” vão tomar uma posição semelhante.
O líder da oposição, o partido de esquerda, Syriza, disse mesmo que “essa obrigação” deveria ser obrigatória e não opcional porque os trabalhadores que perdem a maioria dos salários não têm outra escolha.
O Syriza, o partido do ex-primeiro-ministro Alexis Tsipras disse em comunicado que essa contribuição devia ser aplicada também aos eurodeputados e aos responsáveis de cargos governamentais e jurídicos e outros altos funcionários do setor público.
A Grécia, país com 11 milhões de habitantes, regista até ao momento 43 vítimas mortais da covid-19 e 1.212 pessoas estão infetados.
Uma série de medidas para apoiar o sistema de saúde, as empresas, os salários do setor privado e os profissionais independentes afetados pelos confinamento obrigatório obrigaram a um corte orçamental correspondente a 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
O ministro da Economia, ChristosStaikouras, prevê “prejuízos significativos” a curto prazo para a Grécia, país que ainda se encontra afetado pela crise financeira que se prolongou entre 2010 e 2018.
De acordo com as previsões governamentais, a Grécia corre o risco de regressar à recessão em 2020.
O presidente do Panamá, Laurentino Cortizo, anunciou, na terça-feira (31), medidas, no mínimo, pouco usuais para fortalecer o combate à pandemia de Covid-19, num país que, até à data, contabiliza 1.075 casos confirmados de infecção e 27 mortes.
Através de uma curta nota publicada na sua conta oficial na rede social Twitter, o líder máximo do país anunciou que, já a partir da próxima quarta-feira, homens e mulheres só poderão sair à rua… em dias alternados.
“A partir de 1 de Abril, as mulheres circularão às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras, e os homens às terças-feiras, quintas-feiras e sábados. Nos domingos, todos deverão permanecer nas suas casas”, escreveu.
As únicas excepções a esta medida, previstas no Decreto 507, aplicam-se a funcionários e trabalhadores de sectores tidos como essenciais, como é o caso da segurança, da saúde, da alimentão, dos transportes e dos serviços públicos.
Os idosos com mais de 60 anos e as pessoas com necessidades especiais continuam, também, a poder circular das 11h às 13h locais, acompanhados de uma pessoa, seja qual for o género.
A Tanzânia, vizinho de Moçambique a norte, registou ontem (31) a sua primeira morte pelo novo coronavírus, anunciando o óbito de um homem com 49 anos, que já tinha outros problemas de saúde.
“Lamento anunciar a primeira morte de um paciente com o novo coronavírus esta manhã; este homem de 49 anos já estava a sofrer de outras complicações médicas”, disse o ministro da Saúde do Uganda, um país que já confirmou 19 casos positivos, incluindo vários viajantes estrangeiros e pessoas que estiverem em contacto com eles.
A Tanzânia já fechou todas as escolas e universidades para conter a pandemia da covid-19, e o parlamento começou a limitar hoje a duração das sessões e o número de deputados que nelas participam.
Ao contrário de outros líderes políticos, no entanto, o Presidente da Tanzânia, John Magufuli, tem desvalorizado a gravidade da pandemia, tendo dito, na semana passada, numa cerimónia religiosa, que não é preciso deixar de ir a igrejas ou mesquitas.
“É tempo de consolidar a nossa fé e continuar a rezar a Deus, em vez de depender de máscaras nos nossos rostos”, disse então o chefe de Estado, citado pela agência France-Presse (AFP).
“Não deixem de ir a igrejas e mesquitas para orar; tenho a certeza de que é só o vento a soprar e [o vírus] vai desaparecer como outros já desapareceram”, acrescentou, quando esteve numa igreja na capital, Dodoma.
“É uma pequena doença e nós vamos derrotá-la em nome de Deus”, disse o chefe de Estado, muito criticado pela oposição por estas declarações.
No continente africano, já morreram 152 pessoas e registaram-se 4.871 casos da covid-19 em 46 países.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 750 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 36 mil.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Enfermeiras de SMI – Médios. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Técnico de Reabilitação Escolar. Saiba mais.
A Bolsa de Mercadorias de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores de TIC’s N1 ( Programador). Saiba mais.
A Cimento Nacional, pretende no âmbito da sua política de valorização da mão-de-obra em Moçambique, recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir dez (10) Motoristas, para o preenchimento do quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir um (1) Gestor de Logística/ Operações para o seu quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir dez (10) Assistentes, para o preenchimento do quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Anatomia Animal. Saiba mais. . Vaga para A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente e Digitador de Dados. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Contabilidade Geral (kaMpfumu). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Geral . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Gestão Financeira. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Financeira. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Corte e Costura. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Canalização. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Agente de Segurança. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Pedreiro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Carpintaria/Mercenária. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Serralharia. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Auto. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Montadora. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Refrigeração. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Secretariado. Saiba mais.
A Esposa do Presidente da República, Isaura Nyusi, recebeu, uma doação de cem mil dólares norte-americanos (100.000.00Mt) da Comissão Executiva da UBA a serem aplicados no combate à pandemia do COVID-19.
O acto ocorreu durante a audiência concedida por Isaura Nyuie ao Presidente da Comissão Executiva da United Bank for Africa (UBA), Rotimi Morohunfola.
O encontro tinha como propósito interagir e prestar apoio ao Gabinete da Esposa do Presidente da República, no âmbito da epidemia do Covid-19, em reconhecimento da necessidade imperiosa de se solidarizar com os esforços do Governo de Moçambique.
De referir que o UBA é um banco africano com sede na Nigéria, presente em 23 países africanos, na Europa e nos Estados Unidos da América.
O secretário-geral da Frelimo, Roque Silva, diz tratar-se de uma situação que contraria os esforços, ora em curso, para combater a pandemia.
Roque Silva fava a jornalistas, esta segunda-feira em Maputo no final de uma sessão do Secretariado de Frelimo destinada a analisar a situação do coronavírus, no país.
“ Não poucas vezes em transportes públicos, continuamos a ver alguns mini-buses com uma concentração excessiva de pessoas e algumas paragens de transporte público com grande concentração de pessoas e muitas das vezes até sem obedecer aquele distanciamento que é recomendado. Temos estado a ver em alguns locais de venda de produtos diversos, também concentrações sem a observância daquelas medidas que são recomendadas”, disse.
O Secretário-geral da Frelimo, elogiou os esforços em curso com vista ao combate do novo coronavírus e apelou a todos os moçambicanos, sem distinção, a envolverem-se neste processo.
Pelo menos nove pessoas, seis pastores e três moto-taxistas, foram detidas na província angolana do Bié por crime de desobediência às medidas do estado de emergência, que entraou esta segunda-feira o quarto dia, devido à Covid-19.
Segundo o porta-voz da polícia na província do Bié, José Daniel Capingãla, citado esta segunda-feira pela imprensa local, os seis pastores foram detidos, no sábado, nos municípios do Cuito e Nharea, por realizarem cultos religiosos com aglomeração de mais de 35 fiéis.
Os líderes religiosos e os três moto-taxistas, detidos esta segunda-feira no município do Andulo, por exercício contrário às indicações das autoridades, estão indiciados nos “crimes de desobediência”.
Um decreto presidencial sobre o estado de emergência em Angola para conter a propagação do novo coronavírus, que teve início na sexta-feira passada e deve durar 15 dias prorrogáveis, proíbe a aglomeração de mais de 50 pessoas e o exercício de mototáxi.
Angola regista já duas mortes de pessoas infetadas pela Covid-19 num total de sete casos positivos, conforme anunciou, do domingo, a ministra da Saúde angolana, Sílvia Lutucuta.
Os transportes colectivos públicos e privados devem apenas transportar no máximo “um terço de passageiros”, em relação à sua capacidade, no âmbito do estado de emergência, que interdita também a circulação e permanência de pessoas na via pública.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19, já infectou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infecção, pelo menos 142.300 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
A empresa farmacêutica norte-americana Johnson & Johnson anunciou na segunda-feira que conseguiu seleccionar uma potencial vacina contra o SARS-CoV-2, cujos testes em pessoas deverão começar em Setembro, e que poderá estar disponível para utilização em 2021.
De acordo com um comunicado divulgado, citado pela agência France-Presse, a Johnson & Johnson assinou um acordo com a Autoridade para a Pesquisa e Desenvolvimento Biomédico Avançado dos Estados Unidos, que se traduzirá num investimento de 1.000 milhões de euros.
A empresa farmacêutica começou a desenvolver em Janeiro esta vacina contra a doença provocada pelo novo coronavírus (SARS–CoV-2), utilizando a mesma tecnologia que ajudou a conceber uma potencial vacina contra o ébola.
“Testámos várias candidatas a vacinas em animais para seleccionar o melhor. Demorou 12 semanas”, afirmou o chefe da divisão da Johnson & Johnson dedicada ao desenvolvimento desta vacina, Paul Stoffels.
A equipa que agora está a trabalhar para criar uma vacina eficaz contra a covid-19 também já tinha desenvolvido uma vacina candidata contra o SARS.
O trabalho não foi concluído, no entanto, uma vez que a situação foi controlada.
A Johnson & Johnson anunciou ainda que aumentou a capacidade de produção de todas as fábricas, tanto nos Estados Unidos, como em outros países, para conseguir fabricar mais de 1.000 milhões de vacinas.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 750 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 36 mil. Dos casos de infecção, pelo menos 148.500 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Em Portugal, segundo o balanço feito na segunda-feira pela Direcção-Geral da Saúde, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infecções confirmadas. Dos infectados, 571 estão internados, 164 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.
A mais recente actualização levada a cabo pelo Ministério da Saúde da Austrália quanto aos efeitos da pandemia de Covid-19 revela que a faixa etária situada entre os 25 e os 29 anos é aquela que mais casos de infecção sofreu no país até à data.
Feitas as contas, a nação da Oceânia contabiliza já um total de 3.970 casos confirmados, dos quais 449 (215 homens e 234 mulheres) – o equivalente a, sensivelmente, 11,3% – se registaram em cidadãos nesta faixa etária.
Lyn Gilbert, investigador do Instituto para as Doenças Infecciosas e Biosegurança da Universidade de Sydney, relacionou este fenómeno com a tendência dos mais jovens para se juntarem “em grupos mais estreitos” no país.
“Existe o sentimento de que não os afecta, que não vão ficar doentes. E, provavelmente, não irão apanhar uma doença grave. Mas transmitem-na”, explicou, em declarações prestadas à edição australiana do jornal The Guardian.
A Austrália contabiliza, neste momento, 107 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus (2,7%) em cidadãos com mais de 80 anos. Esta faixa etária é, no entanto, aquela onde se vai registando a maior taxa de mortalidade, na ordem dos 47%.
OInstituto Robert Koch, situado em Berlim, anunciou que, nas últimas 24 horas, a Alemanha registou 4.615 novos casos confirmados de infeção por Covid-19 e 128 mortes, o que totaliza uma média de 74 casos por cada 100 mil habitantes.
Ao todo, o país soma já um total de 61.913 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus (o terceiro maior número na Europa, apenas atrás de Espanha e França) desde o início da pandemia, assim como 583 vítimas mortais.
O estado regional da Baviera continua, para já, a ser o mais afectado de todo o país. Ao todo, são já 14.810 os infectados, mais 821 do que no dia anterior. O maior número de mortes (165) ocorreram, no entanto, em Bade-Vurtemberga.
No dia anterior, recorde-se, o Instituto Robert Koch havia dado conta da ocorrência de 4.751 novos casos na Alemanha.
O antigo Presidente da República do Congo Jacques Joachim Yhombi-Opango, no poder entre 1977 e 1979, morreu na segunda-feira, aos 81 anos, em França, devido ao novo coronavírus, revelou a família à agência AFP.
“O meu pai, ex-Presidente YhombiOpango, morreu hoje à tarde [segunda-feira] no hospital norte-americano em Neuilly–sur-Seine, perto de Paris. Ele foi vítima do coronavírus“, declarou à AFP, ao telefone, o seu filho, Jean-Jacques Yhombi–Opango.
Também a televisão pública congolesa confirmou a informação no seu jornal da noite de segunda-feira.
O estado de saúde de Yhombi–Opango agravou-se nos últimos meses, forçando-o a viver longe do seu país, nomeadamente em França, indicou a família.
Natural de Cuvette, no norte da República do Congo, Yhombi–Opango nasceu em 1939, tendo assumido o poder após o assassínio do Presidente MarienNgouabi (1968-1977), numa altura em que a antiga colónia francesa estava alinhada com a União Soviética, em plena guerra fria.
Yhombi–Opango governou o país durante apenas dois anos antes de ser deposto pelo Presidente Denis SassouNguesso, natural da mesma região, e que permaneceu 35 anos no poder, com um intervalo entre 1992 e 1997.
Detido após a sua deposição, Yhombi–Opango só foi libertado em vésperas da conferência nacional de 1991, que abriu o país a um sistema multipartidário. Foi então que fundou o partido RDD.
Candidato derrotado nas eleições presidenciais de 1992, uniu posteriormente forças ao Presidente eleito Pascal Lissouba, do qual se tornou primeiro-ministro entre 1994 e 1996.
Yhombi–Opango exilou-se em França quando a guerra civil estalou no país em 1997, o que permitiu ao Presidente SassouNguesso regressar ao poder.
O exílio de Opango terminou em 2007 e, desde então, viveu ora em França, ora na República do Congo.
Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 vão realizar-se entre 23 de Julho e 08 de Agosto de 2021, praticamente um ano depois das datas previstas, anunciou o presidente da comissão organizadora japonesa, Yoshiro Mori.
Os Jogos Olímpicos estavam marcados para decorrerem entre 24 de Julho e 09 de Agosto de 2020, mas foram adiados em um ano, devido à pandemia de covid-19.
O anúncio foi feito por Yoshiro Mori, pouco depois de uma conversa telefónica com o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach.
Na terça-feira passada, o COI e o Governo japonês “concluíram que os Jogos da XXXII Olimpíada em Tóquio devem ser remarcados para uma data posterior a 2020 e nunca depois do verão de 2021″.
Esta decisão inédita foi tomada “para salvaguardar a saúde dos atletas, de toda a gente envolvida nos Jogos Olímpicos e da comunidade internacional”.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infecção, pelo menos 142.300 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de Março e até às 23:59 de 02 de Abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infecções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direcção-Geral da Saúde.
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