A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) sugere a suspensão dos contratos de trabalho durante seis meses, com substituição dos salários por subsídios, como forma de apoiar as empresas mais afectadas com a pandemia da covid-19.
O turismo, aviação civil e agricultura serão os sectores mais afectados, antecipa a principal associação patronal moçambicana, num estudo a que a Lusa teve hoje acesso, em que sugere que os subsídios sejam financiados pelos parceiros de cooperação.
“Propõe-se a suspensão dos contratos de trabalho nestes sectores, por um período de seis meses, sujeito a prorrogação dependendo da evolução da pandemia nos próximos meses”, defende a CTA no documento elaborado com apoio da cooperação norte-americana (Usaid).
O chefe de Estado, Filipe Nyusi, nomeou ontem (30) Lúcia Maximiano do Amaral para o cargo de presidente do Tribunal Administrativo, na sequência de outras nomeações realizadas no sector da justiça na última semana, anunciou a Presidência em comunicado.
No mandato passado de Filipe Nyusi, Lúcia Maximiano do Amaral desempenhou a função de Procuradora-Geral Adjunta.
No sector da justiça, Filipe Nyusi nomeou ainda, na última semana, João António Beirão ao cargo de vice-presidente do Tribunal Supremo e designou Vasco Mambo e Manuel Júnior para membros do Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa.
A China considerou ontem (30) “cínicas” as declarações da secretária de Estado francesa para os Assuntos Europeus, Amélie de Montchalin, que acusou Pequim de estar “a instrumentalizar” a ajuda chinesa que dá a outros países contra a pandemia de covid-19.
A pandemia está, em termos gerais, suprimida no território chinês, com apenas um ou nenhum novo caso de origem local anunciados nos últimos dias.
Nas últimas semanas, o Governo chinês ofereceu máscaras, roupas de protecção e luvas a países atingidos pela covid-19, além de enviar especialistas médicos, principalmente para a Itália.
“Às vezes é mais fácil fazer propaganda, [passar] imagens bonitas e instrumentalizar o que está a acontecer”, disse Amélie de Montchalin no domingo, no programa “Questions politiques”, da France Inter, do jornal Le Monde e da France Télévisions.
“Estou a falar sobre a China e sobre a Rússia, que encenam as coisas”, disse, sem, no entanto, dar exemplos concretos.
A China foi acusada por alguns críticos de querer tirar proveito da ajuda que fornece, particularmente aos países europeus, para exaltar o seu modelo político.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China respondeu, entretanto, sublinhando que o país não percebe a razão das críticas.
“Ouvi, várias vezes, ocidentais mencionarem a palavra ‘propaganda’ em relação à China. Gostaria de lhes perguntar: exatamente a que é que se estão a referir?”, questionou o porta-voz do ministério, Hua Chunying.
“O que é que querem? Que a China fique de braços cruzados face a esta grave epidemia que está a afetar os outros países? Que se mantenha indiferente?”, referiu numa conferência de imprensa, hoje realizada.
Os funcionários das fábricas chinesas de máscaras e de outros materiais de proteção estão atualmente a trabalhar em pleno para responder aos pedidos de países onde esses equipamentos estão em falta.
“Os esforços [desses trabalhadores] devem ser respeitados e não denegridos”, disse Hua Chunying.
A própria França encomendou “mais de mil milhões de máscaras”, sobretudo à China, segundo o ministro da Saúde, Olivier Véran.
“Gostava de perguntar às pessoas que fazem comentários cínicos o que é que estão a fazer contra a pandemia?”, afirmou ainda Hua, acrescentando que a China espera que a pessoa em causa ofereça, por palavras e ações, benefícios à cooperação internacional (contra a covid-19)”.
A França ofereceu, em fevereiro, à China várias toneladas de equipamentos médicos, incluindo fatos de proteção, máscaras, luvas e desinfetantes.
Entretanto, a embaixada chinesa em Haia garantiu hoje que “não há qualquer consideração geopolítica” no seu apoio a outros países para combater o coronavírus e enfatizou que é “normal que alguns problemas surjam”, como aconteceu com o lote de 600.000 máscaras defeituosas recebidas para a Holanda.
O embaixador, Xu Hong, afirmou, em comunicado hoje divulgado, só ter tido conhecimento pela comunicação social do problema com “algumas máscaras compradas” à China pelo Governo holandês e assegurou que tem estado a acompanhar de perto a investigação nos Países Baixos, esperando que “este incidente isolado” não afete a cooperação entre os dois países.
Metade de um lote de 1,3 milhões de máscaras usadas por profissionais de saúde para tratar doentes críticos infetados com a covid-19 foram consideradas defeituosas, colocando em risco médicos e enfermeiros.
A maioria deste material não se encaixa bem no rosto ou tem membranas – os filtros que devem travar as partículas virais – que não funcionam corretamente.
Segundo o Ministério da Saúde, o lote foi entregue com urgência pela China, já que o país estava, na semana passada, em estado de “grande escassez” relativamente a este tipo de material.
Todas as máscaras defeituosas distribuídas pelos hospitais já foram recuperadas, garantiu o ministério.
Xu Hong não confirmou a qualidade defeituosa das máscaras compradas pelo Governo holandês a um fabricante chinês autorizado, mas oferece ajuda das autoridades de Pequim na investigação e pediu para que estes problemas sejam “resolvidos objetivamente”, sublinhando que “não devem ser politizados”.
“O vírus não conhece fronteiras e só fortalecendo a solidariedade e a assistência mútua é que a comunidade internacional conseguirá vencer a batalha contra a pandemia”, lembrou Xu Hong.
“A China continuará a apoiar plenamente os esforços holandeses para combater a pandemia e a trabalhar em conjunto para derrotar o novo coronavírus, que é o inimigo comum”, acrescentou.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil.
Dos casos de infecção, pelo menos 142.300 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu, com mais de 396 mil infectados e perto de 25 mil mortos, é aquele onde se regista actualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 10.779 mortos em 97.689 casos confirmados até domingo.
O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, declarou ontem, 30, estado de emergência como forma de o país lidar com a pandemia do novo coronavírus.
O estado de emergência estará em vigor entre 1 e 30 de Abril e os detalhes do mesmo serão oportunamente divulgados, disse Nyusi.
O decreto carece da ratificação da Assembleia da República, órgão que já recebeu a fundamentação de Nyusi.
Na declaração à nação, Nyusi elogiou os trabalhadores da saúde pelo esforço que fazem na luta contra o novo coronavírus.
O Presidente exortou a população a cumprir as medidas determinadas pelas autoridades, a manter-se calma e a seguir a informação divulgada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde.
Com poucos casos de covid-19 confirmados e o país 15 milhões de habitantes em quarentena, para muitos zimbabueanos, a opção pode ter de ser entre ficar contagiado ou morrer de fome.
“Já estamos arruinados. Que mais mal pode fazer o coronavírus”, pergunta Irene Kampira, enquanto separa roupas em segunda mão para vender num dos mais movimentados mercados de Harare, capital do Zimbabué.
Num dos países mais pobres e devastados de África, a população está confrontada com a escolha diária entre a sobrevivência e o cumprimento das medidas recomendadas para prevenir um vírus, que, segundo Irene, “pode até nem matar”.
O país entrou hoje em quarentena total como medida preventiva face à pandemia de covid-19, mas o distanciamento social está a ser suplantado pela procura de alimentos, dinheiro e transporte público barato, conforme constataram, nas ruas de Harare, os jornalistas da agência noticiosa Associated Press.
“É melhor apanhar coronavírus enquanto se procura dinheiro do que ficar sentado em casa e morrer de fome”, defende Kampira, recolhendo a aprovação generalizada dos outros vendedores do mercado.
Neste contexto, e para muitas das 15 milhões de pessoas do Zimbabué, as medidas de isolamento social e de lavagem frequente das mãos com água potável e sabão, recomendadas pela Organização Mundial de Saúde, parecem desenquadradas.
Este país da África Austral tem poucos casos de infeção pelo novo coronavírus, mas o seu sistema de saúde é frágil e está sobrecarregado com problemas de saúde como o HIV, que afeta 12% da população, ou os graves níveis de subnutrição no país.
No ano passado, um especialista das Nações Unidas classificou como “chocante” o número de pessoas famintas no Zimbábue, tendo em conta que país não tem qualquer conflito ativo, e o Programa Alimentar Mundial (PAM) estimou que mais de 7 milhões de pessoas precisam de ajuda alimentar.
Harare, como a maioria das cidades e vilas do Zimbabué, tem falta de água e os residentes por vezes passam meses, ou mesmo anos, sem uma torneira a funcionar, recorrendo a poços comunitários e favorecendo assim o contacto próximo que poderá acelerar a propagação do coronavírus.
“Se as torneiras estivessem a funcionar não estaríamos aqui, enxameando o poço como abelhas numa colmeia ou moscas no esgoto. Estamos aqui ocupados a trocar coronavírus, tossindo e espirrando para cima uns dos outros”, disse Annastancia Jack, de 18 anos, enquanto esperava a sua vez num dos poços da cidade.
O governo fechou as fronteiras e proibiu a concentração de mais de 50 pessoas, enquanto incentiva as pessoas a ficarem em casa, mas a maioria dos zimbabueanos precisa de sair diariamente de casa para conseguir colocar comida na mesa.
Com uma inflação de mais de 500%, a maioria das indústrias fecharam, atirando muitas pessoas para a venda ambulante, num país com a segunda maior economia informal do mundo depois da Bolívia, de acordo com o Fundo Monetário Internacional.
Nos últimos dias a polícia tem tentado, sem sucesso, tirar os vendedores das ruas.
Por outro lado, as necessidades diárias da população tornam o distanciamento social uma ilusão. Na baixa de Harare, centenas de pessoas concentram-se à porta dos bancos para levantar dinheiro e outras viajam apinhadas nos transportes públicos.
“Nós somos os únicos a praticar o distanciamento social, sentamo-nos no carro sozinhos o dia todo”, disse Blessing Hwiribisha, um motorista, que aguardava numa fila de mais de um quilómetro para meter gasolina no subúrbio pobre de Kuwadzana.
Num supermercado do outro lado da estrada, centenas de pessoas debatiam-se para conseguir comprar farinha de milho, que se tornou escassa devido à seca devastadora, que há meses assola o país, e à falta de moeda estrangeira para a importar.
“O que está a acontecer no Zimbábue é muito assustador. É como se estivéssemos a jogar às cartas: ou se ganha o coronavírus ou se ganha a fome”, disse, por seu lado, Tinashe Moio, que procurava entrar no supermercado.
“Estou muito assustada”, acrescentou.
Devido à greve, poucos são os médicos e enfermeiros disponíveis nos hospitais públicos.
“Há uma diferença entre ser heroico e ser suicida”, defende Tawanda Zvakada, presidente da Associação de Médicos Hospitalares do Zimbabué.
Os médicos denunciam a falta de desinfetantes, sabão e mesmo água nos hospitais, apesar das repetidas garantias do ministro da Saúde, Obadiah Moyo, de que o Zimbabué está bem preparado para responder aos casos de covid-19.
Os médicos citam a morte de um conhecido apresentador de televisão num centro de isolamento especificamente reservado para os casos da COVID-19.
“Não tinham um ventilador para o ajudar”, disse Zvakada.
“A incapacidade do nosso sistema de gerir um paciente é preocupante. E se houver 50 pacientes”, questionou.
Segundo a associação de Médicos, o Zimbabué tem menos de 20 ventiladores para acudir a pessoas com graves problemas respiratórios, estimando-se que sejam necessárias centenas para lidar com este vírus.
O administrador de Murrupula, em Nampula, foi condenado ontem (30) segunda-feira a um ano de prisão, convertido em multa, por abuso de cargo e função. Crisanto Vicente foi processado pelo Ministério público por ter atribuído um terreno a um empresário estrangeiro, quando a parcela em causa era ocupada por uma empresária moçambicana.
O processo chegou ao Tribunal Distrital de Murrupula no ano passado, sob denúncia de uma cidadã moçambicana que em 2015 foi-lhe conferida a titularidade de um espaço de 100 por 77 metros. Entretanto, em 2018 a mesma soube que o seu espaço estava a ser cedido a um empresario asiático pelo administrador do distrito, Crisanto Vicente, que usou o líder comunitário, Armando Henriques, nas consultas comunitárias para testemunhar que o espaço em causa não tinha ocupante.
A lesada, para além de perder o terreno, viu o seu material de construção vandalizado pela população. O caso deu entrada no Tribunal em Agosto do ano passado, com a acusação formal feita pelo Gabinete Provincial de Combate à Corrupção em Nampula e esta segunda-feira foi lida a sentença.
“O Tribunal Judicial do Distrito de Morrupula, em nome da República de Moçambique, decide, primeiro, condenar o co-réu Crisanto Estêvão Mpila, bem identificado nos autos, a uma pena de 12 meses de prisão e 12 meses de multa na taxa diária correspondente a 5% do salário mínimo actual; segundo, o co-réu Armando Henriques, bem identificado nos autos a uma pena de seis meses de prisão e seis meses de multa”, disse o juiz Nuno Miguel Roque, durante a leitura da sentença.
O Ministério Público concordou da sentença, o advogado, não gostou, mas viu negado o direito de recurso por não ter declarado no início das audiências que não prescindia do recurso, como é de regra nos autos de Polícia Correccional.
Entretanto, a pena de prisão foi convertida em multa.
A sentença não aborda, no entanto, a indeminização à lesada, por ser essa matéria de processos cíveis e não criminais, devendo a queixona abrir um outro processo, mas o juiz apelou ao administrador a encontrar entendiemento com a mesma.
South African National Defence Forces take up positions outside the hostel in a densely populated Alexandra township east of Johannesburg, South Africa, Saturday, March 28, 2020. South Africa went into a nationwide lockdown for 21 days in an effort to control the spread of the COVID-19 coronavirus. The new coronavirus causes mild or moderate symptoms for most people, but for some, especially older adults and people with existing health problems, it can cause more severe illness or death. (AP Photo/Themba Hadebe)
África do Sul cumpre dias de quarentena decretado pelo presidente do país, Cyril Ramaphosa. Incidentes terão, segundo o The Guardian, ocorrido este sábado.
No entanto, com as ruas de Joanesburgo ainda cheias de pessoas, a polícia terá recorrido, segundo o The Guardian, à força – disparos com balas de borracha – para tirar os habitantes das ruas.
Segundo o relatado pelo jornal britânico, com 1,100 casos oficialmente já diagnosticados, o governo local irá procurar mitigar ao máximo o crescimento da curva de contágios.
Num vídeo da cadeia News24, pode ver-se a réporter da estação a ser apanhada nos disparos das autoridades, tendo de dizer várias vezes que tem autorização oficial para estar nas ruas.
A Holanda está a recolher centenas de milhares de máscaras de protecção à pandemia da covid-19 importadas da China, dos hospitais locais, por não corresponderem aos critérios de qualidade.
Depois de receber em 21 de Março “uma entrega de um fabricante chinês de máscaras com um certificado de qualidade KN95, o ministério teve uma primeira indicação de que a qualidade do carregamento não correspondeu aos critérios, durante a inspecção”, pode ler-se num comunicado do Ministério da Saúde holandês, enviado à AFP, no sábado.
De acordo com Ministério da Saúde holandês, uma fracção do carregamento foi entregue aos profissionais de serviços de saúde, mas a restante foi colocada de parte e não foi distribuída.
“Uma segunda análise também revelou que as máscaras não atendiam ao padrão de qualidade”, escreve o ministério, decidindo, assim, “não usar todo o carregamento” e, a partir de agora, “as novas entregas vão ser alvo de um teste adicional”.
A recolha envolve quase metade de um lote de 1,3 milhões de máscaras FFP2, de acordo com a televisão pública holandesa NOS.
A NOS acrescenta que as máscaras defeituosas não fecham de forma adequada na cara ou possuem membranas (filtros muito finos que servem para parar as partículas virais) que não funcionam correctamente.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 640 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 30 mil.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Técnico de Reabilitação Escolar. Saiba mais.
A Bolsa de Mercadorias de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores de TIC’s N1 ( Programador). Saiba mais.
A Cimento Nacional, pretende no âmbito da sua política de valorização da mão-de-obra em Moçambique, recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir dez (10) Motoristas, para o preenchimento do quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir um (1) Gestor de Logística/ Operações para o seu quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir dez (10) Assistentes, para o preenchimento do quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Anatomia Animal. Saiba mais. . Vaga para A Universidade Rovuma pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente e Digitador de Dados. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Contabilidade Geral (kaMpfumu). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Geral . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Gestão Financeira. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Contabilidade Financeira. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Corte e Costura. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Canalização. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Agente de Segurança. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Pedreiro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Carpintaria/Mercenária. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Serralharia. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Auto. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Montadora. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Refrigeração. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Secretariado. Saiba mais.
Em apenas oito dias, militares romenos fizeram aparecer um novo hospital, perto de Bucareste, com o objectivo de dar resposta a um sistema de saúde a rebentar pelas costuras de pacientes com covid-19.
A unidade hospitalar está preparada para acolher 100 pessoas, numa altura em que o país se depara com quase duas mil mortes associadas ao novo coronavírus.
No entanto, apesar do recente esforço, o governo continua a ser acusado de não garantir o equipamento necessário na parte ocidental do país.
Numa tentativa de responder às críticas, o presidente Klaus Iohannis assegurou que, “após o fim desta crise”, o governo vai “avaliar seriamente todos os hospitais na Roménia e tomar todas as medidas para equipá-los com equipamento médico apropriado”,
O governo romeno disponibilizou ainda mantimentos para pessoas isoladas em casa.
Até ao momento, mais de 40 pessoas morreram com covid-19, no país.
O tribunal de Cingapura confirmou nesta segunda-feira (30) uma lei que criminaliza o sexo entre homens, negando provimento a três apelações que consideram inconstitucional, embora sejam raros os processos sob a lei.
A decisão segue desafios no ano passado à lei da era colonial, uma questão espinhosa na cidade-estado socialmente conservadora, onde os esforços de revogação falharam em 2014, embora os activistas tenham se encorajado depois que a Índia cancelou uma legislação semelhante em 2018.
“É claro que estou decepcionado, mas meu olhar está firme no caminho a seguir”, disse Bryan Choong, um dos três homens que contestaram a lei. “Vou estudar esse julgamento de perto com meus advogados.”
As Câmaras do Procurador-Geral não comentaram imediatamente.
O primeiro-ministro Lee Hsien Loong disse anteriormente que a sociedade em Cingapura “não é tão liberal nessas questões”.
No entanto, após a decisão indiana, um importante diplomata de Cingapura pediu contestação à lei da cidade-estado, enquanto o Ministro da Lei K. Shanmugam disse que uma “minoria crescente” queria que ela fosse revogada e que as leis deveriam acompanhar o ritmo da mudança social.
As pesquisas também sugeriram mudanças de atitude em relação aos homossexuais e um tom de suavização percebido por algumas figuras do establishment.
Os recorrentes nos casos de segunda-feira argumentaram que a Seção 377A, que prevê penas de prisão de até dois anos para um homem que cometeu um ato de “grosseira indecência” com outro homem, era inconstitucional. A lei não se aplica a lésbicas.
Grupos de direitos humanos disseram que a decisão de Cingapura tem implicações mais amplas para a Ásia, onde as atitudes sociais são conservadoras.
“Ao recusar violar essa lei arcaica e discriminatória, o tribunal reafirmou que todos os gays em Cingapura são criminosos efetivamente não apreendidos”, disse Téa Braun, diretora do grupo de direitos humanos de Londres, Human Dignity Trust, em comunicado.
Houve preocupações em torno da crescente intolerância em relação à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros em vizinhos de maioria muçulmana, como Malásia e Indonésia.
De acordo com o jornal catalão Sport, Jurgen Klopp pediu à direcção do Liverpool para avançar para a contratação do internacional francês Ousmane Dembélé, antigo jogador do Borussia Dortmund e atualmente no Barcelona.
O jovem extremo é um dos nomes inscritos na lista de transferíveis dos blaugrana, que em agosto de 2017 não hesitaram em investir 130 milhões de euros para tornar Dembélé no ‘substituto’ de Neymar, entretanto transferido para o Barcelona.
Contudo, um enorme de rol de lesões e episódios de pouco profissionalismo tem tornado a passagem do jogador de 22 anos por Camp Nou numa verdadeira desilusão e Klopp quer ‘recuperá-lo’ em Anfield, acreditando que o seu perfil encaixa perfeitamente na ideia de jogo que tem o Liverpool.
Os reds estarão na disposição de ir até aos 90 milhões de euros para fechar o negócio.
O Zimbabwe Inicia, esta segunda-feira, um isolamento social de três semanas no âmbito dos esforços de combate a propagação do novo coronavírus, COVID-19.
Durante as próximas três semanas, os zimbabueanos terão de ficar em casa, e só poderão sair à rua para comprar comida e ter acesso aos serviços de saúde vitais.
Até ao momento o Zimbabwe está com um cumulativo de cinco casos do coronavírus e uma morte, sendo a vítima um jornalista de 30 anos de idade. (RM /RTP).
A província da Zambézia debate-se com falta de meios circulantes para evacuação de prováveis casos de doentes de covid-19. Ou seja, neste momento o sector da saúde aguarda por apenas uma ambulância que em breve será enviada do ministério para a província.
Neste sentido, a secretária do estado provincial da Zambézia Judite Mussácula, reuniu com grupo de empresários para pedir apoio necessário, para que os profissionais de saúde consigam fazer intervenção em caso de eventual eclosão do COVID-19.
Os apoios variam desde matérias de higienização nomeadamente baldes, desinfectantes, luvas, máscaras entre outros até meios circulantes.
Na ocasião foi criada uma equipa de gestão que vai dar seguimento o processo de angariação de doações dos actores interessados em apoiar o sector da saúde.
Neste momento, na província da Zambézia já foram rastreadas cumulativamente desde a eclosão da pandemia no mundo, mais de 6.500 pessoas, sendo que estão em quarentena domiciliar 111. Dos cidadãos em quarentena destaca-se chineses, americanos, Malawianos, Tanzanianos entre outros.
E porque nos últimos dias muita desinformação tem estado a ocorrer na província em volta da propagação do COVID-19, os empresários reflectiram com preocupação este facto. O jovem empresário Dinho Puro, foi indicado pela secretária de Estado para criar e gerir um grupo de WhatsApp.
O referido grupo para além dos membros do Governo, segundo a responsável deverá envolver jovens influentes ao nível das redes sociais na província. A visão da criação da plataforma visa partilhar de informações oficiais por forma a evitar situações de desinformação.
O director-geral adjunto do Instituto Nacional de Saúde (INS) de Moçambique disse hoje que “ganhar tempo” é a prioridade na luta contra a covid-19, apontando vantagens em atrasar o pico da doença vários meses, “por exemplo”, até Janeiro de 2021.
“Atrasando o pico para Janeiro ou Fevereiro, o Serviço Nacional de Saúde ganha tempo para mobilização de recursos, para fortalecimento do sistema, para entender melhor a epidemia e para que apareça um medicamento” ou “uma vacina”, detalhou Eduardo SamoGudo.
O director-geral adjunto do INS falava durante a conferência de imprensa diária das autoridades de saúde moçambicanas sobre a pandemia da doença respiratória, numa altura em que o país regista oficialmente oito casos, sem mortes e sem casos novos detectados nas últimas 24 horas.
“O que nós queremos é reduzir, quebrar a cadeia de transmissão, de maneira a que seja muito baixa, com vista a evitar que haja um número grande de indivíduos a padecer da doença num curto espaço de tempo”, sublinhou, destacando a importância das medidas de prevenção, nomeadamente ao nível da higiene pessoal e distanciamento social.
Ou seja, imaginando um gráfico do número de infectados, “em vez de acontecer um pico com centenas de milhares de casos, haver muito menos e atrasar” esse momento, explicou.
“Em vez de ocorrer em Junho – sem nenhuma medida, pensa-se que ocorreria na maior parte dos países africanos nessa altura -, a ideia é afastar [o pico] de modo a que seja mais plano e ocorra, por exemplo, em Janeiro ou Fevereiro” do próximo ano e, assim, evitar um “afluxo grande ao sistema nacional de saúde”, prosseguiu.
Ganhar tempo é importante, referiu SamoGudo, mesmo do ponto de vista da disponibilização de medicamentos candidatos a ter sucesso no tratamento.
Prevê-se que em abril haja resultados preliminares de testes a determinadas substâncias, mas “a produção em grande escala” de um medicamento pode levar vários meses e o mesmo pode acontecer com uma vacina, observou.
Segundo SamoGudo, Moçambique já eliminou o pior cenário possível de propagação – aquele em que não haveria medidas de prevenção – ao implementar restrições antes de ter sido conhecido o primeiro caso oficial.
As medidas impostas incluíram o fecho das escolas, sendo que a “população estudantil equivale a 25%” dos 30 milhões de habitantes de Moçambique, sublinhou, além da suspensão dos vistos de entrada no país e o desaconselhamento de aglomerações de mais de 50 pessoas.
A implementação de restrições e a projeção dos respetivos impactos estão a ser feitas com o acompanhamento de especialistas internacionais, destacou SamoGudo.
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, ficou na sexta-feira com uma porta aberta para impor mais medidas de prevenção, depois de o Conselho de Estado, órgão consultivo, ter sugerido que seja declarado estado de emergência face à ameaça de rápida propagação da covid-19.
“Nós estamos a fazer o roteiro de um filme, mas os actores somos cada um de nós, cada moçambicano é um actor para mitigar o impacto do novo coronavírus em Moçambique”, concluiu SamoGudo.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já infectou mais de 667 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 31.000 e pelo menos 134.700 são consideradas curadas.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.
O número de mortos no Brasil devido ao novo coronavírus aumentou hoje (30) para 136, sendo que o país ultrapassou hoje os quatro mil casos confirmados da doença, registando 4.256 infectados, informou o Ministério da Saúde do país.
Segundo o executivo brasileiro, liderado pelo Presidente JairBolsonaro, a taxa de mortalidade da covid-19 no Brasil é de 3,2%, de momento.
O país sul-americano registou um aumento de 352 infectados e de 25 óbitos nas últimas 24 horas, sendo que todas as regiões do Brasil – norte, nordeste, sudeste, centro-oeste e sul – têm mortes confirmadas pela covid-19.
Segundo os dados hoje divulgados, 13 das 27 unidades federativas do país (26 estados mais o Distrito Federal) registaram óbitos devido ao novo coronavírus: Amazonas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
São Paulo é o estado brasileiro mais afectado, totalizando 98 mortos e 1.451 infectados. Segue-se o Rio de Janeiro com 17 óbitos e 600 infectados e o Ceará que, até ao momento, contabilizou cinco vítimas mortais e 348 casos positivos da covid-19.
O sudeste brasileiro, que engloba os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, é a região com o maior número de infectados, totalizando 2.342 casos confirmados do vírus. No lado oposto está a região norte do país, com 227 casos de infecção.
Apesar de o ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, ter frisado, no sábado, a necessidade de isolamento social para evitar o avanço da doença, JairBolsonaro contrariou hoje as recomendações sanitárias de quarentena no país e passeou pelas localidades de Ceilândia, Sobradinho e Taguatinga, na área metropolitana de Brasília.
As visitas surpresa do Presidente brasileiro, que foram partilhadas na sua conta pessoal no Twitter, não figuravam na agenda oficial e surgem após várias críticas de Bolsonaro à forma como diversos estados, nomeadamente São Paulo, têm reagido à pandemia.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 697 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 33.200.
Dos casos de infecção, pelo menos 137.900 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O continente europeu, com mais de 382 mil infectados e mais de 23 mil mortos, é aquele onde está a surgir actualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 10.779 mortos em 97.689 casos registados até hoje.
A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 6.528, entre 78.747 casos de infecção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos são o que tem maior número de infectados (mais de 124 mil).
Com apenas 31 novos casos de Covid-19 quase todos oriundos do exterior, a China começa a celebrar a vitória contra o novo coronavírus e a voltar às suas rotinas, tradições e hábitos culturais longe das recomendações sanitárias aplicadas há poucas semanas.
Segundo o Daily Mail, nos mercados chineses voltou-se a ver animais, designadamente coelhos e patos, a serem abatidos e esfolados no chão destes locais, criando poças de sangue no chão com restos de partes de animais.
Nestes mercados, são também vendidos morcegos e escorpiões como produtos utilizados na medicina tradicional, e encontram-se ainda cães e gatos à venda em jaulas enferrujadas.
Segundo o jornal britânico que enviou um correspondente para o país, os mercados voltaram a encher-se de milhares de pessoas, sendo que o mercado de Guilin, uma região no sudoeste da China, registou lotação máxima. “Os mercados voltaram a funcionar exactamente da mesma maneira que operavam antes da chegada do coronavírus“, aponta o repórter.
Recorde-se que alguns dos primeiros casos de Covid-19 no mundo foram reportados após os infectados terem estado num destes mercados em Wuhan, a região chinesa onde começou o surto do novo coronavírus.
Desde sábado, a China suspendeu temporariamente a entrada no país de cidadãos estrangeiros, incluindo quem possui visto ou autorização de residência, como medida de prevenção contra a propagação da pandemia.
Para impedir uma segunda vaga de contágios no país, o Governo chinês impôs ainda uma quarentena rigorosa de 14 dias a quem entrar na China.
Segundo os dados oficiais, o número de casos diagnosticados na China continental – que exclui Macau e Hong Kong -, desde o início da pandemia, é de 81.470, entre os quais 75.700 pessoas receberam alta, fixando o número de pacientes em 2.396. Ao todo 3.304 pessoas morreram, até agora na China, devido à Covid-19.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 697 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 33.200. Dos casos de infeção, pelo menos 137.900 são considerados curados.
A China anunciou hoje (30) 31 novos casos da Covid-19, quase todos oriundos do exterior, numa altura em que o país suspendeu temporariamente a entrada no país de cidadãos estrangeiros, incluindo residentes.
As autoridades de saúde chinesas indicaram que 30 casos são importados, ou seja, pessoas que estão a regressar do exterior, e apenas um caso de contágio local, na província de Gansu, no noroeste da China.
A Comissão de Saúde da China indicou que, até à meia-noite na China (16:00 de domingo em Lisboa), morreram mais quatro pessoas no país, devido à infecção pelo novo coronavírus, o que fixa em 3.304 o número de vítimas mortais.
Segundo os dados oficiais, o número de casos diagnosticados na China continental – que exclui Macau e Hong Kong -, desde o início da pandemia, é de 81.470, entre os quais 75.700 pessoas receberam alta, fixando o número de pacientes em 2.396.
Desde o início do surto, em Dezembro passado, 704.190 pessoas em contacto próximo com infectados estiveram sob vigilância médica, incluindo 16.235 ainda sob observação, de acordo com dados oficiais.
Quando a doença começou a atingir o resto do mundo, muitos chineses regressaram ao país, que passou assim a registar centenas de casos oriundos do exterior.
A partir de sábado, a China suspendeu temporariamente a entrada no país de cidadãos estrangeiros, incluindo quem possui visto ou autorização de residência, como medida de prevenção contra a propagação do novo coronavírus.
Para impedir uma segunda vaga de contágios no país, o Governo chinês impôs ainda uma quarentena rigorosa de 14 dias a quem entrar na China.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 697 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 33.200.
Dos casos de infecção, pelo menos 137.900 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou a declaração de estado de calamidade para o estado do Michigan, libertando verbas federais adicionais para ajudar a lidar com a pandemia de covid-19, anunciou a Casa Branca.
Esta semana, a governadora do Michigan, Gretchen Whitmer, tinha criticado o Governo de Donald Trump pela sua lenta resposta à propagação do novo coronavírus nos Estados Unidos, dizendo que o seu estado “não pode resistir sozinho” aos efeitos da pandemia, perante um rápido aumento de casos de infeção.
O Governo norte-americano reconheceu, na sexta-feira, que a cidade de Detroit, no Michigan, era um dos pontos mais críticos na evolução da pandemia nos EUA e que a situação deveria piorar nos próximos tempos.
Mais de 3.600 pessoas no Michigan foram infectadas com o novo coronavírus e pelo menos 92 morreram, segundo um relatório das autoridades, divulgado na sexta-feira.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu que os Estados Unidos podem tornar-se no epicentro da pandemia de covid-19, país que tem mais de 100.000 casos registados e cerca de 1.700 mortes.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000.
Dos casos de infecção, pelo menos 129.100 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a OMS a declarar uma situação de pandemia.
Vários países adoptaram medidas excepcionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.
A Rússia anunciou que vai fechar totalmente as suas fronteiras, a partir de hoje e temporariamente, para tentar travar a propagação do novo coronavírus.
De acordo com um decreto do Governo, a Rússia “restringirá temporariamente o tráfego” em todas as suas passagens rodoviárias, ferroviárias e marítimas, a partir das 00:00 de segunda-feira (21:00 de domingo em Portugal continental).
O Governo russo já tinha decretado, a partir de hoje e até dia 05 de Abril, o encerramento de várias actividades comerciais, incluindo de restauração, com excepção de comércio à distância, tendo recomendado aos cidadãos para limitarem as suas deslocações.
A Rússia ultrapassou o milhar de infectados e registou quatro mortes, vítimas da pandemia covid-19, na sexta-feira, com a maioria dos casos em Moscovo.
O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000.
Dos casos de infecção, pelo menos 129.100 são considerados curados.
Depois de surgir na China, em Dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Vários países adoptaram medidas excepcionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) apresentou ontem ao Ministério das Finanças uma proposta para a revisão das taxas, encargos e contribuições...
O Centro de Saúde 1.º de Junho, situado na cidade de Maputo, foi alvo de um roubo perpetrado por indivíduos não identificados.
O equipamento subtraído...