O antigo primeiro-ministro sueco foi morto ao regressar a casa com a mulher, sem guarda-costas, depois de ter ido ao cinema. O antigo primeiro-ministro sueco foi morto a tiro nas ruas de Estocolmo, em 1986, e 34 anos depois, a justiça deu esta quarta-feira o caso por encerrado.
O procurador-geral sueco revelou numa conferência de imprensa que o autor dos disparos foi um designer gráfico que entretanto também já morreu.
A justiça disse, no entanto, que o caso pode sempre ser reaberto, quando e se forem conhecidos novos dados.
O homicídio foi um dos casos mais difíceis de desvendar.
Ao fim de décadas, estão agora postas de parte as teorias de que pudesse ter envolvido a CIA, os independentistas do Curdistão ou os serviços secretos da África do Sul. Tudo indica que se tratou de um crime de ódio pessoal.
Após a morte do general Qassem Soleimani, assassinado por um ataque executado pelos Estados Unidos, o Irã anunciou que vai executar um iraniano que forneceu informações sobre os deslocamentos do militar. Ele teria fornecido informações que ajudaram no plano de matar Soleimani. A informação é do portal G1.
Mahmud Mussavi Majd foi declarado culpado de espionar as Forças Armadas do Irã, “concretamente a força Al Quds”, unidade de elite responsável pelas operações no exterior da Guarda Revolucionária (o exército ideológico iraniano), que era comandada pelo general Soleimani.
De acordo com o porta-voz da Autoridade Judicial do Irã, Gholamhossein Esmaili, o condenado repassou à CIA e ao Mossad, os serviços de inteligência dos Estados e de Israel, respectivamente, informações “sobre as viagens e os locais onde esteve o general mártir Qassem Soleimani”.
A condenação de Majd foi confirmada pelo Tribunal Supremo e será “aplicada em breve”, afirmou um porta-voz judicial, sem revelar detalhes, de acordo com a France Presse.
Ataque
O bombardeiro que matou Soleimani aconteceu poucos dias após manifestantes invadirem a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, entrando em confronto com as forças americanas do local. Na época, o presidente americano, Donald Trump, acusou o Irã de estar por trás dos ataques.
Washington utilizou um drone para atingir Soleimani, que era apontado como o cérebro por trás da estratégia militar e geopolítica do Irã.
Mais uma enorme quantidade de madeira de três espécies, nomeadamente chacate preto, Sândalo e Monzo, transportada em 13 camiões, sendo 11 proveniente da província de Manica, um da província da Zambézia e o outro do interior da província de Sofala, foi apreendida nos últimos três dias no posto policial da balança, no distrito de Dondo em Sofala.
A apreensão da madeira prende-se com o facto de ter sido constatadas diversas irregularidade, sendo a destacar quatro, “nomeadamente a corte de madeira com dimensões inferiores as estabelecidas pela lei, madeira sem sigla, contraste entre o volume da madeira declaradas nas guias e a existente nos camiões e apresentação de especificações não correspondente ao produto transportado”, explicou José Ncuinda, do sector de florestas e fauna Bravia em Sofala.
O produto em referência deveria ser vendida aos compradores e processadores de Madeira na cidade da Beira, mas pelas transgressões, os proprietários deverão pagar primeiro uma multa estimada em um milhão de meticais.
Refira-se que há cerca de três semanas foram apreendidas no distrito de Dondo em Sofala, 50 contentores contendo madeira que foram empacotados sem a presença das autoridades, o que contrasta com a lei e a mesma estava prestes a ser exportada para China.
O homem, de 63 anos, teria violentado duas crianças de 9 e 11 anos por três anos. A mulher foi denunciada por acobertar os crimes. Um casal foi detido em Toronto, no Canadá, por suspeita de abusar sexualmente de duas crianças. Eles são donos de uma creche na região e teriam cometido os crimes no local. A informação é do jornal português Correio da Manhã.
Segundo informações preliminares, os dois são portugueses. O homem, tem 63 anos, e, a mulher, 60.
O comunicado da polícia informa que os abusos foram cometidos pelo homem contra uma menina de 9 anos, entre 2017 e 2020.
Ele também teria abusado de uma criança de 11 anos, entre 2016 e 2020. A esposa foi denunciada por proteger o marido.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta quarta-feira 10, desconhecer ainda se o novo coronavírus atua de forma diferente com as mudanças de temperatura nas diferentes estações do ano e evita comparações com o vírus da gripe sazonal.
“Para ser claro, até ao momento não temos dados que indiquem que o vírus pode atuar de forma mais agressiva ou transmitir-se mais, ou não” no inverno, destacou o diretor dos programas de emergência da OMS, Mike Ryan, citado pela agência EFE, quando questionado sobre o risco adicional que pode existir na América do Sul com a chegada do inverno.
Mike Ryan sublinhou não saber “como o vírus irá atuar no futuro”, após suposições de que na Europa e nos Estados Unidos, com o aumento das temperaturas, com a chegada do verão, haverá uma diminuição natural do contágio.
A preocupação contrária surgiu na América Latina, com a chegada do inverno, que aumenta o medo de um vírus mais forte, bem como uma maior capacidade de propagação deste.
Em ambos os casos, a atuação do novo coronavírus está a ser comparada com a gripe sazonal, uma doença com vários sintomas em comum com a covid-19 e que está associada ao inverno.
“Sabemos que estamos a entrar no ciclo da temporada da gripe no hemisfério sul, mas não sabemos como o novo coronavírus se irá comportar”, atirou Mike Ryan.
O responsável da OMS lembrou que em todo o hemisfério sul a gripe se comporta da mesma forma, ainda que em países como a Austrália, Chile, Argentina ou África do Sul se registe uma temporada gripal mais associada ao frio.
E acrescentou que em sentido contrário, nos países situados na região do equador, “o comportamento da gripe não é tão previsível e tem tendência a persistir durante todo o ano”.
Mike Ryan alertou que não se deve confiar que a chegada do calor irá suavizar o vírus na Europa.
“Muita gente diz que no verão o vírus será menos transmissível, porque toda a gente passa mais tempo no exterior, mas outros dirão que as pessoas tendem a procurar lugares fechados com ar condicionado por causa do calor”, realçou.
A OMS já assinalou que a covid-19 tem tendência a circular melhor em espaços fechados e recomendou a utilização maciça de máscaras caso não seja possível manter a distância recomendada de dois metros entre as pessoas.
Por outro lado, o médico especialista em doenças infeciosas retirou credibilidade ao estudo da Harvard Medical School de que o novo coronavírus já estaria a circular em Wuhan (na China, onde se acredita ter tido origem) desde agosto do ano passado.
O estudo baseia-se na análise de imagens de satélite que mostram um maior afluxo de carros no hospital principal daquela cidade chinesa durante aquele mês.
“É importante não criar muitas especulações” sobre isso, porque não há evidências para sustentar a conclusão do estudo, explicou Mike Ryan.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 411 mil mortos e infetou mais de 7,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, embora com menos mortes.
Oito mortos e mortos e treze feridos é o balanço de um acidente de viação ocorrido, esta quarta-feira 10, na zona de Mihawíe, a cinco quilómetros da vila de Namapa, província de Nampula.
O autocarro, que fazia o troço Nampula-Namapa despistou-se depois de rebentar um dos pneus, por excesso de velocidade.
O administrador de Eráti, Araújo Momade, disse que dos feridos, onze foram transferidos para o Hospital Central de Nampula e seis corpos estão ainda na vila de Namapa.
Um grupo de homens armados incendiou na manhã desta quarta-feira 10, o posto de saúde da localidade de Chiadea, distrito de Nhamatanda, província de Sofala.
Antes de atear fogo sobre o edifício, o grupo apoderou-se de medicamentos, telemóveis e dinheiro dos profissionais da saúde em serviço e dos pacientes internados.
O chefe da localidade de Chiadea, António Manuel, que confirmou o facto, disse que não registo de mortos nem feridos.
“ São membros da Junta Militar de Nhongo. Quando chegaram no Hospital encontram os enfermeiros e alguns pacientes. Mandaram tirar fora, levaram medicamento, levaram telefones dos próprios enfermeiros e de alguns pacientes e também um pouco de dinheiro que traziam e daí, depois de levarem medicamentos, começaram a queimar a unidade sanitária. Disseram, olha, vão dizer que nós queimamos o hospital “, disse.
O Chefe da localidade de Chiadea disse que situação já voltou a normalidade e apelou aos residentes para o reforço da vigilância.
Viagens de fora do bloco estão proibidas como medida de contenção da pandemia de covid-19; abertura será para alguns países.
A Comissão Europeia proporá que seja iniciada uma reabertura das fronteiras exteriores dos países que integram a União Europeia (UE) a partir de 1º de julho, segundo afirmou nesta quarta-feira (10) o alto representante para Assuntos Exteriores do bloco, Josep Borrell.
Em entrevista coletiva, o chefe da diplomacia da UE explicou que o colégio de comissários apresentará nesta semana a proposta de levantamento gradual e parcial das restrições impostas para conter a propagação da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, o que inclui a permissão de entrada de visitantes extra-comunitários.
“Com alguns países, tendo em conta princípios e critérios, e nos baseando em enfoque comum e coordenado entre os Estados membros”, alertou Borrell, indicando que não será uma reabertura irrestrita para todos os visitantes do planeta.
Em 1º de julho, conforme lembrou Borrell, todos os países da União Europeia já terão acabado com os controles internos de fronteira, instaurados por causa da pandemia.
A Itália, país mais afetado na Europa, já reabriu as passagens para visitantes provenientes de nações comunitárias. França, Alemanha e Bélgica, por sua vez, o farão em 15 de junho. A Espanha, por sua vez, prevê a liberação em 1º de julho.
Os preços nas principais cidades do país registaram uma ligeira descida segundo dados publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística no relatório referente ao Índice de Preço no Consumidor.
Segundo o documento, dados recolhidos nas Cidades de Maputo, Beira e Nampula, ao longo do mês de Maio do ano em curso, indicam que o País registou face ao mês anterior, uma deflação na ordem de 0,60%. As divisões de Educação e de Alimentação e bebidas não alcoólicas, foram as de maior destaque, ao contribuírem no total da deflação mensal com cerca de 0,32 e 0,23 pontos percentuais (pp) negativos, respectivamente.
Olhando a variação mensal por produto, destaca-se a queda de preços do tomate, do ensino primário particular, da gasolina, do ensino superior particular, das creches e infantários particulares, da alface e do ensino secundário do 1º ciclo particular. Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,84 pontos percentuais negativos. Contudo, o relatório refere que alguns produtos com destaque para os veículos automóveis ligeiros novos, o açúcar castanho, a cebola, o óleo alimentar, o arroz em grão, os veículos automóveis ligeiros em segunda mão e o peixe fresco, contrariaram a tendência de queda, ao contribuírem com cerca de 0,39 pontos percentuais positivos.
Apesar de ter-se registado uma queda de preços no mês findo, de Janeiro a Maio do ano em curso, o país registou uma subida de preços na ordem de 1,14%. A divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas foi a de maior destaque na tendência geral de subida de preços ao contribuir com aproximadamente 0,85 pontos percentuais positivos. Analisando a variação acumulada por produto, é de destacar a subida de preços do óleo alimentar, de veículos automóveis ligeiros novos, de veículos automóveis ligeiros em segunda mão, do açúcar castanho, do carapau, do peixe fresco e de capulanas.
A estátua de um comerciante de escravos foi removida na terça-feira do local onde se encontrava há cerca de 200 anos em Londres na sequência de uma petição popular e após protestos anti-racismo no Reino Unido.
A fundação Canal Trust e River Trust, proprietária do local onde estava a estátua de Robert Milligan, disse reconhecer “os desejos da comunidade local”, repetidos numa petição lançada pelo conselheiro do município londrino de Tower Hamlets Ehtashamul Haque.”Por mais que apreciemos o valor da história, não devemos glorificar a escravização de indivíduos exibindo uma estátua de um comerciante de escravos”, argumentou Haque.A estátua de Robert Milligan, um comerciante proprietário de plantações e escravos nas Índias Ocidentais no século XVIII e XIX, foi removida ao final do dia de terça-feira. Encontrava-se junto do Museu de Londres Docklands desde o início dos anos 1800.
A decisão foi tomada numa altura em que surge um crescente número de apelos para serem identificados e removidos estátuas e outro tipo de monumentos ou homenagens em espaços públicos britânicos a esclavagistas ou autores de declarações racistas.
Estão em curso petições para remover as estátuas do imperialista Cecil Rhodes de um edifício da universidade de Oxford, a estátua do político Henry Dundas de uma praça em Edimburgo e a estátua do fundador da polícia britânica Robert Peel na praça central de Manchester.
As iniciativas foram tomadas após a estátua do comerciante de escravos do século XVII Edward Colston ter sido derrubada no domingo em Bristol, arrastada pelas ruas e lançada para as águas do porto da cidade por manifestantes anti-racismo.
Um grupo de autarcas do Partido Trabalhista, a Associação do Governo Local (LGA), anunciou na terça-feira que pediu aos seus membros que trabalhem com as suas comunidades para reavaliar “a pertinência” de monumentos e estátuas nas suas áreas.
Também a Câmara Municipal de Londres anunciou a criação de uma comissão para avaliar a diversidade dos monumentos nos espaços públicos da capital britânica.
Os protestos anti-racistas no Reino Unido foram desencadeados pela morte de George Floyd, um afro-americano de 46 anos, em 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.
Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais resultaram em confrontos e violência.
A Women’s Voice and Leadership – ALIADAS pretende recrutar um Consultor Para Concepção de uma Plataforma de E-Learning colaborativa do programa WVL-ALIADAS. Saiba mais.
A SNV pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assessor de Água, Saneamento e Higiene para Inhassoro. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista – Projecto Spotlight, SB-2. Saiba mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo para Mossurize. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo para Machaze. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de M&A e Comunicação Estratégica. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Procurment & Logística. Saiba Mais.
A Global Alliance Seguros, com sede em Maputo, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente
Financeiro, para trabalhar em Maputo. Saiba Mais.
A WASI Metallic Works uma empresa de construção metálica e sistemas de alumínio, encontra-se a recrutar um (1), Chefe de montagem de fachada de alumínio . Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion, pretende recrutar para Sofala, um(a) especialista de
saúde no contexto da pandemia da covid-19. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Técnico Jurídico. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Software. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Sistemas . Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Redes. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Gestor Comercial. Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e quatro (164) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e oitenta e quatro (184) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e cinquenta e dois (152) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar trezentos e vinte e nove (329) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar duzentos e vinte e cinco (225) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e dois (162) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
Membros da Guarda Nacional do Distrito de Colúmbia onde se situa a capital federal dos EUA, Washington, testaram positivo para a doença da covid-19 depois de terem estado envolvidos nos muito participados protestos ocorridos na cidade na semana passada.
Oporta-voz da Guarda Nacional, Brooke Davis, recusou dizer quantas pessoas tinham tido testes positivos. Mas outros responsáveis avançaram, sob anonimato, que o número, até agora, é pequeno.
Enquanto alguns membros deste corpo militarizado tinham equipamento de proteção, muitos não tinham máscaras e era-lhes praticamente impossível manter o indispensável distanciamento social.
Em comunicado, Davis especificou que os comandantes de unidade eram responsáveis por garantir que os seus subordinados seguissem as orientações, que eram as de os membros da Guarda Nacional usassem equipamento de proteção e mantivessem a distância social, quando fosse possível.
Estima-se que cerca de cinco mil membros da Guarda Nacional, incluindo os efetivos vindos de 11 Estados, tenham estado na capital dos EUA durante os protestos contra a morte de George Floyd e a brutalidade policial.
George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu em 25 de maio, em Minneapolis, no Estado do Minnesota. A morte ocorreu depois de Floyd ter estado imobilizado no chão por um polícia branco, que lhe colocou o joelho em cima do pescoço, durante oito minutos e 46 segundos, apesar de dizer que não conseguia respirar.
Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas.
Os quatro polícias envolvidos foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi acusado de homicídio em segundo grau, arriscando uma pena máxima de 40 anos de prisão.
Os outros vão responder por auxílio e cumplicidade de homicídio em segundo grau e por homicídio involuntário.
Taurai Inácio Tsama substitui Aly Mallá do cargo de director-geral das Alfândegas. O novo homem forte foi empossado esta terça-feira 08, pelo Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.
Até a sua nomeação, Tsama ocupava o cargo de director adjunto da Unidade de Fiscalização Tributária na Autoridade Tributária de Moçambique.
De acordo com uma nota de imprensa enviada ao “O País”, durante o acto de posse, Maleiane desafiou o recém-nomeado a maximizar a cobrança de receitas para o Estado, atendendo que o país depende apenas desses recursos, desde 2015, para financiar o Orçamento do Estado.
“Igualmente, Maleiane apontou o rigor nas acções, o cumprimento exemplar dos procedimentos e o trabalho em equipa como vectores chaves para o alcance dos objectivos almejados”, refere a nota de imprensa.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) reconhece que há escolas sem condições de retomar às aulas quando o Presidente da República aliviar algumas medidas. O sector assegura, entretanto, estar a trabalhar no sentido de garantir que as escolas consigam leccionar no contexto da COVID-19.
O debate sobre a possível retoma às aulas presenciais do ensino secundário-geral, no dia 06 de Julho deste ano, já está aceso nas redes sociais.
A proposta do reajuste do calendário escolar 2020 posta a circular nas primeiras horas, desta segunda-feira, carrega o nome do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, o emblema da República de Moçambique e divide o calendário escolar em três fases.
Entretanto, o sector da Educação não reconhece o documento e sublinha que só o Presidente da República é que vai ditar ou não o reinício das aulas e, caso o faça, o calendário escolar poderá levar a assinatura da ministra do pelouro, avançou Gina Guibunda, Porta-voz/MINEDH.
Ainda que o chefe do Estado alivie algumas de restrições, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano reconhece que há escolas que ainda não reúnem condições para a retoma das aulas no contexto da COVID-19.
E porque a pandemia da COVID-19 pegou a todos de surpresa, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano conta com o apoio dos parceiros para criar condições mínimas de prevenção do novo coronavírus nas cerca de 14 mil escolas.
Cultivadores de cannabis poderão se candidatar a partir de julho para abastecer legalmente maconha a alguns coffee shops do país. O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Saúde da Holanda.
Cultivadores de cannabis poderão se candidatar a partir de julho para abastecer legalmente maconha a alguns coffee shops do país. O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Saúde da Holanda.
Em 2018, o governo holandês já havia aprovado um experimento em grande escala, autorizando dez cidades a cultivar a cannabis legalmente. O objetivo da experiência era medir os efeitos das plantações de maconha sobre a criminalidade, a segurança, os problemas à ordem pública e a saúde da população.
Em comunicado, o Ministério da Saúde do país anunciou nesta terça-feira que “os produtores que desejarem participar da experiência com a cannabis podem postular a partir de 1° de julho de 2020”.
O governo prevê que a seleção de dez produtores será realizada durante seis meses segundo critérios precisos. O projeto dos candidatos deve principalmente prever a produção de, no mínimo, 6.500 quilos de cânhamo seco e uma gama de dez variedades diferentes da planta da maconha ou haxixe.
Cinco plantas de cannabis por cidadão
Segundo o plano do governo, que recebeu o aval do Conselho do Estado, as cidades envolvidas no projeto vão supervisionar durante vários anos as plantações de cannabis. O mesmo ocorrrerá com a distribuição do produto aos coffee shops, que poderão vendê-lo aos clientes.
A Holanda descriminalizou a venda de pequenas quantidades de maconha – menos de cinco gramas – em 1976. A lei holandesa permite que cada cidadão cultive legalmente cinco plantas de cannabis para uso pessoal.
No entanto, a plantação e o comércio em larga escala do produto continuam proibidas. Isso faz com que centenas de proprietários de coffee shops dependam do crime organizado para satisfazer a demanda.
Centenas de pessoas juntaram-se esta terça-feira em Houston para o funeral de George Floyd. A cerimónia culmina seis dias de luto em que o corpo percorreu as cidades que marcaram a vida de Floyd: Minneapolis, onde morreu por asfixia enquanto era detido pela polícia; Raeford, onde nasceu e no coração do Texas onde viveu a maior parte da vida. Segundo o jornal The New York Times, Floyd vai ser enterrado numa campa ao lado da sua mãe.
Foi o último adeus a George Floyd. Familiares, amigos e figuras públicas que entre lágrimas partilharam as memórias do George Perry Floyd, estiveram na igreja Praise Church de Houston, para se despedir do norte-americano que morreu depois de oito minutos com o joelho de um polícia de Minneapolis sobre o seu pescoço. A morte violenta de George Floyd desencadeou protestos contra o racismo nos Estados Unidos e em outros países do mundo.
Um dos discursos mais emotivos na cerimónia que antecedeu o enterro foi proferido por Brooke Williams, a sobrinha de George Perry Floyd. Emocionada, Brooke Williams prometeu que “enquanto respirar, vou exigir que seja feita justiça para o Perry”. A sobrinha de George Floyd acusou os quatro polícias que estiveram envolvidos na operação que matou o seu tio de não terem mostrado “coração ou alma”.
“Aquele polícia não mostrou remorsos enquanto via a alma do meu tio abandonar o seu corpo. Ele implorou e implorou muitas vezes para te levantares, mas só o empurraste com mais força [apontou, dirigindo-se ao polícia Derek Chauvin]. Porque é que o sistema tem de ser corrupto e incorrigível?”, indignou-se.
“Que não haja mais crimes de ódio, por favor. Alguém disse que ia ‘fazer a América fantástica outra vez’ [Make America Great Again]. Mas quando é que a América foi fantástica?”, questionou a sobrinha.
A cerimónia para os familiares foi transmitida pela TV e contou com presença de celebridades e de uma mensagem de vídeo do ex-vice-presidente.
“Não podemos voltar as costas e ignorar o racismo que fere a nossa própria alma. Não podemos virar as costas. Não devemos virar as costas”, apontou, criticando ainda “o abuso sistemático que ainda atormenta a vida americana”, afirmou em videochamada, Joe Biden, o antigo vice-presidente dos Estados Unidos da América e actual candidato à nomeação presidencial pelo Partido Democrata.
“Sei que tens muitas perguntas, querida. Nenhuma criança deveria ter de fazer as perguntas que demasiadas crianças negras têm de fazer há gerações: ‘porquê, porque é que o pai partiu?’”, comoveu-se Joe Biden durante as cerimónias fúnebres em Houston de George Floyd.
“Agora é o momento para a justiça racial”, disse o democrata que vai desafiar o presidente Donald Trump nas eleições de novembro, tendo acrescentado que “milhões” de manifestantes têm saído à rua nas últimas semanas com uma mensagem semelhante.
“Não podemos virar as costas. Não podemos deixar este momento a pensar que podemos, mais uma vez, afastar-nos do racismo que nos arde na alma”, acrescentou.
Cerca de 500 convidados, todos com máscara devido à pandemia do Coronavírus, encheram a igreja, incluindo os actores Channing Tatum e Jamie Foxx, bem como o campeão de boxe Floyd Mayweather, que se ofereceu para suportar todas as despesas da cerimónia.
“É hora de celebrar a sua vida”, afirmou a pastora Mia Wright, na lotada igreja Fountain of Praise, onde familiares e amigos se abraçaram pela primeira vez diante do caixão aberto.
George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu em 25 de Maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.
Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de aCtos de pilhagem.
Os quatro polícias envolvidos foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi acusado de homicídio em segundo grau, arriscando uma pena máxima de 40 anos de prisão. Os restantes vão responder por auxílio e cumplicidade de homicídio em segundo grau e por homicídio involuntário.
A morte de Floyd ocorreu durante a sua detenção por suspeita de ter usado uma nota falsa de 20 dólares, numa loja.
Moradores de Felo, uma aldeia de pastores situada no noroeste do país, foram mortos por combatentes do grupo Estado Islâmico da África Ocidental. Ataque seria resposta ao assassinato de combatentes jihadistas pela milícia local, que protegia o gado da aldeia.
Combatentes do grupo Estado Islâmico da África Ocidental (Iswap, sigla em inglês) mataram 59 pessoas em um ataque contra uma aldeia de pastores situada no noroeste da Nigéria, informaram à agência France Presse milicianos e um funcionário local.
Os responsáveis pelo ataque chegaram à aldeia de Felo, no distrito de Gubio (estado de Borno), por volta das 14h GMT, matando 59 moradores, segundo o líder da milícia antijihadista Babakura Kolo, cujo balanço foi confirmado por outro miliciano e uma autoridade local. Segundo Kolo, “alguns foram baleados e outros, atropelados por jihadistas”.
O ataque foi uma resposta ao assassinato de combatentes jihadistas pela milícia local, que protegia o gado da aldeia, informou o líder local, que não quis ser identificado.
O roubo constante de gado levou os moradores a criar uma milícia para proteger a aldeia, explicou o miliciano Ibrahim Liman, que também reportou a cifra de 59 vítimas. Os milicianos “perseguiram os insurgentes” pela montanha, matando alguns deles em uma troca de tiros, assinalou.
O distrito de Gubio, localizado a 80 km da capital regional, Maiduguri, é alvo frequente dos jihadistas do Iswap. Em resposta, mais de 100 milicianos e caçadores tradicionais foram mobilizados por autoridades locais para proteger a localidade e seus arredores.
O Iswap é uma facção dissidente do Boko Haram, do qual se separou em 2016. Ele aumentou o número de ataques contra o Exército nos últimos dois anos, mas, em meses recentes, foram registrados vários ataques do grupo contra civis.
O Bayer Leverkusen assegurou um lugar na final da Taça da Alemanha, após ganhar ao Saarbrüken, onde vai enfrentar o vencedor do jogo entre o Bayern Munique e o Eintracht Frankfurt.
O Bayer Leverkusen venceu esta terça-feira o Saarbrüken por 3-0, assegurando um lugar na final da Taça da Alemanha de futebol, onde vai enfrentar o vencedor do jogo entre o Bayern Munique e o Eintracht Frankfurt.
O médio alemão Kerem Demirbay foi a grande figura do jogo, ao fazer as três assistências para os golos do Bayer Leverkusen, que jogou na condição de visitante e que marcou aos 11 minutos, por intermédio do atacante francês Moussa Diaby, aos 19 pelo avançado argentino Lucas Alario, e aos 58 pelo médio alemão Karim Bellarabi.
O Saarbrüken, que milita nos campeonatos regionais (quarta divisão), foi o tomba gigantes da edição deste ano da taça alemã, tendo afastado da prova emblemas como o Colónia ou o Fortuna Düsseldorf.
A final da Taça da Alemanha vai disputar-se em 4 de julho, com o Bayer Leverkusen a defrontar o vencedor da partida entre o Bayern Munique e o Eintracht Frankfurt, dos internacionais portugueses André Silva e Gonçalo Paciência, marcada para quarta-feira.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige, esta quarta-feira no Porto de Maputo a cerimónia de relançamento de transporte marítimo interno de mercadorias.
O projecto de revitalização da cabotagem marítima é uma iniciativa do governo moçambicano, inscrita no programa quinquenal do governo com o objectivo de reduzir os custos de transporte de mercadorias no país e a consequente redução dos preços ao consumidor final, refere um comunicado recebido na nossa redacção.
Jacinto Veloso, membro do Conselho Nacional de Defesa e antigo ministro da Segurança no Governo de Samora Machel, em artigo publicado no semanário Savana, afirma estar convencido de que Moçambique está a enfrentar uma grande operação cujo objectivo é bloquear os projectos de gás na província de Cabo Delgado.
Analistas, no entanto, discordam da ideia do general moçambicano, de que o país está a lidar com uma mega-operação concebida, dirigida e executada de fora do país, para retardar aqueles projetos.
“Estes projectos”, escreve Jacinto Veloso, “são considerados uma séria ameaça comercial aos gigantescos interesses económicos das grandes empresas envolvidas em projectos idênticos na região, que estão competindo pelos mesmos mercados”.
Em reação, o jornalista e investigador Joe Hanlon, citado pela publicação Carta de Moçambique, realça que Jacinto Veloso descarta a ideia de que a situação em cabo Delgado “é uma guerra interna baseada em descontentamentos locais e rejeita as opiniões de que é principalmente uma insurgência doméstica”.
Expetativa das multinacionais
Entretanto, para o presidente do Centro para a Democracia e Desenvolvimento(CDD), Adriano Nuvunga, as afirmações de Jacinto Veloso “têm elementos suficientes de verdade porque, inicialmente, as mutinacionais estavam preocupadas com a participação, nos projetos, de empresas como ENH (Empresa Nacional de Hidrocarbonetos).
“Essa era a expectativa das multinacionais, mas isso não justifica o conflito, de maneira nenhuma”, realça Nuvunga, acrescentando que “é a governação, sobretudo as expectativas que alguns moçambicanos têm em relação aos contratos de apropriação, que explica mais o conflito do que propriamente as multinacionais”.
O director do CDD destaca ainda que “há questões de fundo que devem ser resolvidas em Cabo Delgado, entre as quais a marginalização, a exclusão e a expropriação do Estado que os jovens estão a ver, e também a questão do tráfico de drogas e outras atividades criminosas” .
Por seu lado, o editor da publicação Mediafax, Fernando Mbanze, diz que respeita a opinião de Jacinto Veloso porque “é uma pessoa idónea, que conhece a realidade do país”, mas, relativamente a Cabo Delgado, a sua posição parece exagerada.
Exclusão e pobreza
“A situação em Cabo Delgado não tem a ver apenas com aquilo que Jacinto Veloso diz, mas também com questões muito sérias como exclusão, pobreza e o facto de muitas pessoas não terem nenhuma na vida”, afirma Mbanze.
Entretanto, o sociólogo Francisco Matsinhe é da opinião de que Jacinto Veloso pode ter razão no que diz porque “os ataques começaram, precisamente, na altura em que as companhias petrolíferas estavam a instalar-se em Cabo Delgado. Não vamos fazer acusações sem provas, mas esta coincidência não deixa de ser curiosa”.
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