Vários protestos decorreram esta quinta-feira num subúrbio de Joanesburgo, na África do Sul, devido à morte de um adolescente de 16 anos portador de deficiência, morto na quarta-feira pela polícia local.
No Parque Eldorado, no sul de Joanesburgo, a polícia interveio com gás lacrimogéneo, granadas com efeito sonoro e balas de borracha para dispersar as centenas de manifestantes, segundo a agência France-Presse.
De acordo com a mesma fonte, os manifestantes queimaram pneus e estabeleceram barricadas nas ruas, tendo atirado pedras contra a polícia e danificado uma esquadra.
Os protestos surgiram depois da morte de um rapaz de 16 anos. De acordo com a irmã da vítima mortal, aquele não pôde responder às questões colocadas pela polícia devido à sua deficiência. Segundo a irmã, “eles [a polícia] abateram-no num só tiro”, sem aviso prévio, por volta das 20h30 locais (19h30 em Lisboa).
A irmã do adolescente acrescentou que este tinha ido comprar bolachas e ia brincar com outros jovens, quando foi abordado por uma patrulha policial, tendo vindo a morrer mais tarde, já num hospital.
A porta-voz da polícia, Mathapelo Peters, disse numa declaração que a polícia foi destacada para o Parque Eldorado “na sequência de violentos ataques de residentes, que acusaram a polícia de alvejar um rapaz de 16 anos na noite de quarta-feira”.
De acordo com a AFP, o corpo de fiscalização da polícia está a investigar a morte do adolescente.
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, vai demitir-se devido a problemas de saúde, de acordo com a rádio pública japonesa (NHK), citada pelo New York Times e o Washington Post.
A decisão é tomada após quase oito anos como chefe de Governo — batendo mesmo esta semana o recorde de longevidade no cargo.
A especulação sobre o estado de saúde do primeiro-ministro japonês já durava há algumas semanas, depois de Shinzo Abe ter reduzido as aparições públicas e mais ainda, como sublinha o New York Times, depois de ter visitado um hospital duas vezes no espaço de dias.
No final da semana passada, o chefe de gabinete do primeiro-ministro assegurava que Shinzo Abe continuaria no cargo e que o seu estado de saúde não tinha sofrido qualquer agravamento, mas, segundo a rádio japonesa, terá mesmo chegado ao fim o seu mandato.
Shinzo Abe esteve inicialmente no poder em 2006, mas acabaria por demitir-se no ano seguinte, e voltou em 2012, mantendo-se como primeiro-ministro desde então.
A República do Congo condenou um famoso caçador de elefantes a 30 anos de prisão pelo crime de tráfico de marfim e pela tentativa de assassinato de guardas do parque onde actuava.
Mobanza Mobembo Gerard, conhecido como Guyvanho, liderou expedições de caça no país centro-africano que podem ter morto mais de 500 elefantes desde 2008, revelou a organização Wildlife Conservation Society (WCS).
O julgamento marcou a primeira condenação de um traficante de animais selvagens na República do Congo.
No passado, crimes ambientais eram julgados em tribunais civis e podiam implicar em penas de no máximo 5 anos.
A diretora regional da WCS, Emma Stokes, disse que a condenação, “envia uma mensagem extremamente forte de que os crimes contra a vida selvagem não serão tolerados e serão processados nos níveis mais altos da Justiça”.
As acusações de tentativa de assassinato contra Guyvanho estavam relacionadas a um incidente ocorrido em 2019 onde o grupo de caça dele teria atirado e ferido membros de uma patrulha de guardas florestais no Parque Nacional Nouabale-Ndoki National Park, segundo a organização.
O parque se estende-se por quatro mil quilómetros quadrados no norte da República do Congo.
A densa floresta tropical é um refúgio para os raros elefantes de floresta da região, que foram confirmados como uma espécie distinta do elefante africano das savanas apenas em 2010.
O antigo Presidente da República, Armando Guebuza, propõe a troca do nome de guerra da selecção sénior feminina de basquetebol, Samurais, para uma designação tipicamente moçambicana.
A proposta foi avançada esta quarta-feira 26, na esteira das celebrações do centenário de Eduardo Mondlane, em que o ex-Chefe do Estado foi o orador.
Armado Guebuza falou da vida e obra de Eduardo Mondlane e o papel dos jovens na preservação e valorização dos ideais de Mondlane.
Nesta ordem de ideias, o ex-presidente disse não fazer sentido que se pretenda trocar o nome de guerra da selecção masculina de Futebol, Mambas, porque o mesmo faz referência a algo particular da nossa identidade.
Para o ex-Chefe do Estado, o que se deve trocar é a designação da selecção feminina de basquetebol porque Samurais nada tem a ver com a nossa riqueza e identidade cultural.
Segundo Armando Guebuza, há necessidade de se encontrar um nome de guerra com raízes, tradições e vivência moçambicanas para dignificar e identificar os moçambicanos.
Foi lançada a primeira pedra para a construção do Hospital Matola Santos, capital moçambicana, Maputo, um projecto financiado pelo Governo dos EUA, que visa expandir o acesso de pacientes ao tratamento do HIV e outros serviços essenciais.
Segundo comunicado da Embaixada dos EUA em Moçambique, a obra, avaliada em cerca de 730 mil dólares, deverá terminar no fim de Novembro de 2020.
No mesmo comunicado, o governo dos Estados Unidos considera o Hospital Matola Santos “um investimento crítico que vai melhorar a capacidade do país no controlo da epidemia nacional do HIV e responder de forma independente a outras ameaças de doenças.”
“Dados actuais reflectem o impacto da epidemia do HIV na Matola e a necessidade de cuidados e tratamento abrangentes”, continua o comunicado que refere que e m Julho deste ano, “143.873 pessoas estavam em tratamento do HIV na Província de Maputo, sendo 64.871 pertencentes ao distrito da Matola, das quais 7.265 atendidas no Centro de Saúde da Matola C e na Clínica Móvel Matola Santos com assistência técnica e clínica da Fundação Ariel Glaser Contra o HIV Pediátrico (ARIEL)”.
A construção do Hospital Matola Santos faz parte da expansão de infraestruturas financiadas pelo PEPFAR em Moçambique, totalizando mais de 7 milhões de dólares, desde 2017. O PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos E.U.A. para o Alívio do SIDA) é uma iniciativa do governo dos EUA para enfrentar a epidemia global do HIV e os seus projectos beneficiam a mais de 22 milhões de pessoas actualmente em tratamento do HIV.
O governo dos Estados Unidos financiou ainda três laboratórios de biologia molecular em Mavalane, Quelimane e na Machava, que serão entregues ao governo de Moçambique nas próximas semanas. Espera-se que outro laboratório de biologia molecular em Nampula esteja concluído até o final de Setembro de 2020.
O Governo norte-americano prometeu ainda cerca de 3,6 milhões de dólares para financiar renovações em instalações de saúde (centros de saúde escolar) e um novo laboratório de biologia molecular na Província de Gaza em 2020.
Estes projectos e financiamentos assentam numa base de mais de 500 milhões de dólares em assistência anual que o governo dos EUA disponibiliza para melhorar a qualidade da educação e dos cuidados de saúde, promover a prosperidade económica e apoiar o desenvolvimento geral de Moçambique.
Na cerimónia estiveram representantes do governo americano e uma delegação de dignitários moçambicanos, que incluiu o Governador da Província de Maputo, Arquitecto Júlio José Parruque, o Secretário Permanente da Província, Célio Ngoca e ainda o Director Provincial de Saúde, Dr. Daniel Chemane.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz que foi com profunda consternação que o Governo tomou conhecimento da morte de Eduardo José Bacião Koloma, embaixador de Carreira e antigo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
“A República de Moçambique perde um dos seus melhores filhos, da geração pioneira da luta de libertação nacional, fundadora da Nação independente e percursora da nossa diplomacia como país livre”, diz o Chefe de Estado, na nota enviada ao “O País”.
Eduardo Koloma distinguiu-se como abnegado combatente da luta de libertação nacional e educador de jovens aderentes ao ideal de uma Nação soberana.
Depois de se filiar à Frente de Libertação de Moçambique com 31 anos, em 1967, o Eduardo Koloma foi, entre 1968 e 1972, membro do Comité Central e do Comité Executivo, secretário do Departamento de Educação do movimento nacionalista, tendo dirigido, de 1967 a 1968, o Instituto Moçambicano, em Dar-es-Salaam, Tanzânia.
“O seu nome está intimamente ligado à história da diplomacia moçambicana desde a independência. Licenciado, mestrado e doutorado em direito internacional pela Universidade Karl Marx, em Leipzig, República Democrática Alemã, o Dr. Koloma notabilizou-se como jurista ao serviço da jovem nação moçambicana, integrante de um selecto grupo de moçambicanos que deram forma ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, ao qual serviu como proeminente assessor jurídico”, indica o comuncado a nos referimos.
Segundo Filipe Nyusi, ao dirigir por 11 anos a Direcção dos Assuntos Jurídicos e Consulares do Ministério dos Negócios Estrangeiros, não só participou activamente na concepção da arquitectura jurídica nacional, como também contribuíu na configuração do direito internacional, mormente na área do mar.
O advogado da defesa de Guebuza diz que há uma purga política no caso das Dívidas Ocultas de Moçambique. Chivale reage dias depois do Tribunal Superior de Justiça do Reino Unido, através da sua secção comercial, emitir um despacho em que cita o antigo Presidente da República, Armando Guebuza, como uma das oito personalidade moçambicanas com explicações a dar sobre o processo das chamadas Dívidas Ocultas.
VOA: Como seu advogado de defesa, que informações é que tem deste processo.
Alexandre Chivale (AC): Tudo o que nós sabemos sobre este facto de que faz referência é através das redes sociais. Desde sexta-feira (21) que temos visto a circular o documento e, da análise que fiz, sem muita perícia, parece-me ser um despacho sanador, ou despacho qualquer de um processo.
E, portanto, repito, o conhecimento que temos é por via das redes sociais e por aquilo que se tem dito nalguma imprensa, pelo menos desde segunda-feira. Mais do que isso, nem da Procuradoria-Geral da República, que é quem desencadeou este processo cível, tão pouco do Tribunal de Londres.
VOA: Efetivamente, o que é que se pretende com o despacho em causa?
AC: Isso teria que perguntar a sua excelência Procuradora-Geral da República. Ela é que sabe.É um processo que iniciou por ordens da nossa procuradoria.
Para dizer se é estranho ou não, era preciso perceber o que é que está em causa. Nós vimos analisando esse documento e, efetivamente, ele é citado com outras empresas e outras figuras, como terceiro na causa.
Erradamente, alguma imprensa, não diria erradamente, mas com alguma malícia, tem estado a dizer que ele (Armando Guebuza) é réu, mas não é o que está ali.
Já são 1.968 pessoas totalmente recuperadas da COVID-19 no país, depois do anúncio de mais 61 nas últimas 24 horas, anunciou na tarde desta quinta-feira 27, o Ministério da Saúde (MISAU).
“Gostaríamos de anunciar que o país ultrapassou a barreira dos 50% dos recuperados e isso transmite uma esperança para o povo”, disse a directora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene.
Marlene reconhece os esforços que têm sido feitos por toda sociedade moçambicana na luta contra a COVID-19, embora haja “certo relaxamento das medidas de prevenção”, com destaque para uso incorreto do uso da máscara e realização de eventos com um úmero excedido o número de pessoas.
Quanto aos casos positivos, nas últimas 24 horas o país testou 564 indivíduos, dos quais 503 revelaram-se negativos e 61 acusaram à doença.
Assim, o país conta actualmente com 3.651 casos positivos, dos quais 3.391 são de transmissão local e 260 importados.
Os casos reportados encontram-se em isolamento domiciliar.
As potências da África austral podem desempenhar um papel importante na ajuda a Moçambique a combater uma crescente insurgência islâmica no norte, dizem os especialistas.
A violência em Moçambique foi discutida, na semana passada, quando os líderes regionais da África Austral se reuniram para uma cimeira virtual da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), um bloco de 16 membros, que visa promover a cooperação política, económica e de segurança.
A reunião aconteceu dias depois de militantes filiados ao Estado Islâmico assumirem o controlo de um porto estratégico da Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado.
No seu comunicado mais recente, a SADC expressou a sua “solidariedade e compromisso em apoiar Moçambique na abordagem do terrorismo e ataques violentos, e condenou todos os actos de terrorismo e ataques armados”.
Durante a cimeira, o Presidente moçambicano Filipe Nyusi assumiu a presidência do bloco, que os especialistas afirmam poder ser “uma oportunidade para uma resposta regional melhor coordenada à crise de Cabo Delgado”.
Alex Vines, director do programa de África na Chatham House, em Londres, diz que existe uma preocupação regional crescente com a crise de Cabo Delgado, mas pouca vontade de Moçambique ou dos seus vizinhos para uma intervenção externa formal.
“A realidade é que Cabo Delgado é muito mais um problema regional da África oriental do que do da África austral”, disse Vines à VOA, acrescentando que “a Tanzânia, especialmente, pode ajudar na partilha de lições e inteligência, e no corte das linhas de abastecimento dos insurgentes da África Oriental e além.”
A Tanzânia, que faz fronteira com Cabo Delgado a norte, enviou tropas para a fronteira para evitar a propagação da violência que se desenrola naquela.
Altas expetativas
Em maio, os líderes da Zâmbia, Botswana, Zimbabwe e Moçambique reuniram-se na capital do Zimbabué, Harare, no comité de segurança da SADC. A reunião centrou-se principalmente na situação de segurança no norte de Moçambique.
Na altura, os líderes comprometeram-se a prestar apoio a Moçambique para combater a insurgência em Cabo Delgado.
Especialistas dizem que os moçambicanos têm grandes expectativas em relação à SADC, mas o bloco tem demorado a apresentar uma resposta prática para a insurgência em Cabo Delgado.
“De maio a agosto, não aconteceu muita coisa”, disse Adriano Nuvunga, director executivo do Centro para a Democracia e Desenvolvimento em Moçambique (CDD). “Os insurgentes ganharam confiança, capacidade, mais coordenação e foram mais ousados nas suas ações”.
Nuvunga disse à VOA que estando a situação a se deteriorar no norte de Moçambique, “esperam-se ações rápidas” das potências regionais, mas não tendo isso acontecido, “essas altas expectativas parecem estar a reduzir.”
Mas o facto de Moçambique “ter assumido a presidência da SADC pode revelar até que ponto o governo poderá usar essa plataforma para mobilizar apoio nas suas acções contra a insurgência em Cabo Delgado”, acrescentou Nuvunga.
Empresas militares privadas
As autoridades moçambicanas têm contado com empresas militares privadas da África do Sul e da Rússia para ajudar na segurança de Cabo Delgado, onde várias empresas estrangeiras de petróleo e gás, como a ExxonMobil e a Total, têm projetos de investimento.
Os especialistas afirmam que, embora algumas unidades militares moçambicanas sejam mais motivadas e disciplinadas do que outras, as forças governamentais em geral estão desmoralizadas e fragmentadas com a competição, particularmente entre os militares e a polícia.
“Tem havido uma série de ofertas e uma aceitação de que Moçambique precisa de contratar empresas milatares privadas (EMPs) para ajudar nos seus esforços de contra-insurgência,” disse Vines da Chatham House.
“O envolvimento das EMPs não é uma opção de longo prazo; É necessário um melhor treinamento das forças governamentais, linhas de abastecimento consistentes e muito melhor comando e controle e coleta de inteligência ”, acrescentou Vines.
Emilia Columbo, investigadora sénior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Washington, diz que mesmo as empresas militares privadas têm tido dificuldades de coordenação com as forças de segurança moçambicanas na luta contra os insurgentes.
“À medida em que as operações apoiadas pela EMPs foram bem-sucedidas em repelir os insurgentes, vimos que eles se adaptarem, reagruparem e atacarem novamente”, disse ela à VOA, acrescentando que “é importante observar que mesmo com as EMPs a operar em Cabo Delgado, a insurgência cresceu em capacidade e sofisticação ”.
Quem são os militantes?
Desde a eclosão da insurgência no norte de Moçambique, em 2017, os ataques de militantes contra civis e forças de segurança do Governo mataram mais de 1000 pessoas e deslocaram mais de 210 mil, de acordo com as Nações Unidas.
Conhecida localmente como al-Shabab, Ahlu Sunna wa Jama é o principal grupo militante responsável por esses ataques. É tido como a filial moçambicana do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS)
Em abril de 2019, o ISIS declarou a sua província da África Central, conhecida como ISCAP. Os ataques atribuídos à sua afiliada na Província da África Central limitaram-se a Moçambique e à República Democrática do Congo.
Autoridades e especialistas moçambicanos acreditam que os combatentes estrangeiros desempenham um papel importante na insurgência no norte de Moçambique.
Numa conversa recente com David Malpass, presidente do Banco Mundial, o presidente moçambicano Nyusi disse haver evidências de que militantes estrangeiros têm estado a treinar insurgentes locais em Cabo Delgado.
“Temos sinais de envolvimento, nesta ameaça terrorista, de estrangeiros que estão a recrutar e a treinar os jovens locais, e que também devem estar a equipá-los, porque nós não sabemos como é que eles conseguem equipamento”, disse Filipe Nyusi, num encontro virtual com Malpass.
O analista Nuvunga disse que o conhecimento que os insurgentes mostram sobre a geografia da zona e a forma como se engajam com a população local sugere que eles são da área.
“Eles são jovens locais que foram mobilizados e instrumentalizados por certos interesses para causar toda essa destruição”, disse Nuvunga.
Nuvunga disse que “os mentores e líderes que acredito estarem por trás de toda essa instrumentalização” ainda não foram identificados.
Há previsão de “tempo muito quente”, podendo as temperaturas máximas variarem de 34 a 39 graus celsius, esta sexta-feira e sábado, nas províncias de Maputo e Gaza, sul do país, alerta o Instituo Nacional de Meteorologia (INAM).
“Espera-se mudança do estado do tempo no domingo, dia 30 de Agosto, caracterizada por descida acentuada de temperatura, ventos com rajadas fortes, aguaceiros moderados e trovoadas fracas a moderadas”, informa o INAM, em comunicado enviado ao “O País”.
Segundo a instituição, a vaga de calor far-se-á sentir nos distritos de Matutuíne, Boane, Namaacha, Marracuene, Moamba, Magude, Manhiça e cidades de Maputo e Matola, na província de Maputo.
Em Gaza, o “tempo muito quente” vai assolar “principalmente os distritos de Chicualacuala, Massangena, Chigubo, Mabalane, Chibuto, Mandlakazi, Bilene, Chonguene, Limpopo, Mapai, Massingir, Guijá e cidades de Chókwé e Xai-Xai.
Como medidas, o INAM recomenda a ingestão de líquidos (água ou sumos de fruta), especialmente crianças e idosos; evitar a exposição direta ao sol, procurar sombras e locais frescos e arejados; evitar atividades que exijam esforço físico e usar roupa larga, leve e fresca, indica o documento a que nos referimos.
Os adeptos de futebol regressaram aos estádios no Canadá depois de meses afastados devido às restrições para impedir a propagação, no país, da pandemia causada pelo novo coronavírus.
O Impact de Montreal derrotou, esta terça-feira, o Vancouver Whitecaps por 2-0 no Estádio Saputo, no Quebéque.
O Impact tornou-se, assim, no primeiro clube de futebol profissional a deixar entrar os adeptos no estádio desde março deste ano.
Os 250 fãs, o máximo permitido pelas autoridades de saúde locais, foram espalhados pelas oito bancadas do estádio Saputo que tem 20.801 lugares.
Durante a partida, equipa da casa dominou o Whitecaps, com Romell Quioto e Lassi Lappalainen a assinarem os golos da vitória.
O futebolista argentino Lionel Messi recusa-se a treinar com o restante plantel do FC Barcelona, numa altura em que pretende rescindir unilateralmente o contrato que tem com o emblema catalão até Junho de 2021.
“Messi comunicou-nos que não irá comparecer aos treinos. Estamos a falar com o jogador e estamos a tentar arranjar a melhor solução para o clube e também para o próprio Messi”, disse o diretor desportivo do FC Barcelona, Ramons Plantes.
O dirigente catalão falava aos jornalistas durante a apresentação de Trincão, contratado esta época ao Sporting de Braga, numa conferência de imprensa virtual em que a chegada do extremo português foi ‘ofuscada’ pelo tema Messi.
“É preciso ter um respeito enorme pelo Messi e pela sua história no clube. Esse casamento trouxe muita alegria a todos. Estamos a conversar e queremos arranjar a melhor solução possível. Queremos um ‘Barça’ vencedor com Messi, que é um vencedor”, disse Plantes.
Até domingo, os jogadores do FC Barcelona vão ser testados à covid-19 e, na segunda-feira, a formação catalã inicia a pré-temporada.
Na terça-feira, o internacional argentino comunicou ao FC Barcelona a intenção de rescindir unilateralmente, com os seus advogados a informarem o clube que o jogador pretende deixar a Catalunha já neste verão, ao abrigo de uma cláusula que consta do seu contrato e que expirou em 10 de junho.
A imprensa espanhola revela que o contrato de Messi inclui uma cláusula que lhe permite rescindir unilateralmente o contrato no final de cada temporada, embora com um prazo definido para o fazer.
Neste caso, o FC Barcelona alega que o prazo expirou em 10 de junho, pelo que considera que o contrato do avançado, de 33 anos e que tem uma cláusula de rescisão de 700 milhões de euros, é válido até 30 de junho de 2021.
Ainda assim, de acordo com o jornal espanhol Marca, Messi e os seus advogados acreditam que o contrato poderá ser rescindido, com base nas alterações no calendário da época 2019/20, que foi prolongada devido à pandemia de covid-19.
Na semana passada, a comunicação social espanhola, nomeadamente da Catalunha, revelou que Lionel Messi se tinha reunido com Ronald Koeman, tendo confessado ao novo treinador do ‘Barça’ que se sentia “mais fora do que dentro do clube”.
Os ingleses do Manchester City e os italianos do Inter de Milão têm sido apontados como possíveis destinos do ‘astro’ argentino, que chegou ao FC Barcelona em 2000, com apenas 13 anos.
Messi, seis vezes eleito o melhor futebolista do mundo para a FIFA, soma mais de 731 jogos e 634 golos pela equipa principal dos ‘blaugrana’, ao serviço dos quais conquistou 10 ligas espanholas, seis taças do Rei de Espanha, oito supertaças espanholas, quatro ligas dos campeões, três supertaças europeias e três mundiais de clubes.
O Ministério da Defesa Nacional já gastou quase todo seu orçamento em apenas seis meses. O sector só ficou com 485 milhões de meticais para cobrir suas despesas.
O Ministério recebeu cerca de 10.6 biliões de meticais do Orçamento do Estado de 2020 e em seis meses gastou 10.1 biliões de meticais, correspondente a 95.5% da verba total. Feitas as contas, o Ministério da Defesa Nacional só ficou com 485 milhões de meticais para custear suas despesas até final do ano.
Aliás, a realização da despesa nesta repartição do Estado moçambicano atingiu o dobro no primeiro semestre deste ano, comparativamente aos primeiros seis meses de 2019, que se situou nos cerca de 5.1 biliões de meticais, segundo o relatório de execução orçamental.
Entretanto, o documento não avança as razões que levaram o Ministério da Defesa Nacional a gastar quase tudo em apenas seis meses.
Para a economista e investigadora do Centro de Integridade Pública, Celeste Banze, que falava no “Noite Informativa” da Stv Notícias, os gastos podem estar relacionados com os ataques em Cabo Delgado e a instabilidade no Centro do país.
E mais, a economista entende que o Ministério da Defesa Nacional pode já ter ultrapassado o seu limite orçamental, pelo que o Executivo deveria avançar para um reforço da despesa pública.
Se a Defesa teve uma realização na ordem de 95.5% entre Janeiro e Junho de 2020, a média dos restantes esteve abaixo de 50%. O nível da execução das despesas na Saúde e Educação, por exemplo, situou-se nos 38.2 e 46%, respectivamente.
Alexey Navalny não corre perigo de vida mas desconhece-se a extensão das sequelas enquanto continua por esclarecer o que aconteceu ao líder da oposição russa, o que o levou ao coma.
O secretário-geral da NATO pede esclarecimentos. Jens Stoltenberg diz não terem “razão para duvidar das conclusões dos médicos no hospital” alemão e que o que é preciso agora “é de uma investigação transparente para descobrir o que aconteceu e garantir que os responsáveis são punidos”.
As autoridades alemãs apoiam a tese de envenenamento. Já a Comissária do Conselho da Europa para os Direitos Humanos, afirmava ser “crucial que as autoridades russas conduzam, rapidamente, uma investigação independente e eficaz” e em particular, conclua se houve, ou não intencionalidade.
Nas redes sociais o primeiro-ministro britânico escrevia que é necessária uma investigação completa e transparente acrescentando que os responsáveis devem ser responsabilizados e que o Reino Unido unirá esforços internacionais para garantir que a justiça será feita.
Já a Rússia mantém a posição de que não há provas de envenenamento. O porta-voz da presidência, Dmitry Peskov, diz que são, “categoricamente”, contra quem fale de envenenamento, “o que ainda não foi confirmado. Trata-se de um cidadão russo que está em coma” e acrescenta que a Rússia gostaria de saber qual foi o motivo do coma de Navalny.
O líder da oposição russa sentiu-se mal durante uma viagem de avião. Antes de embarcar tinha parado num café. Foi hospitalizado na Rússia, os médicos garantiam não haver sinais de envenenamento enquanto a família, que acredita no contrário, lutava para que fosse transferido para a Alemanha o que acabou por acontecer. Foi aí que os médicos indicaram, através de testes feitos num laboratório independente, que há sinais de envenenamento.
A demissão acontece depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ordenado a proibição do TikTok, a menos que a proprietária, a Bytedance, venda as suas operações nos EUA a uma empresa norte-americana num prazo de 90 dias.
O director executivo da TikTok renunciou esta quinta-feira ao cargo, no momento em que os EUA pressionam o proprietário chinês a vender a popular aplicação de vídeo, que a Casa Branca diz ser um risco para a segurança nacional.
Numa carta aos funcionários, Kevin Mayer disse que sua decisão surge depois de o “contexto político ter mudado drasticamente”.
A demissão acontece depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ordenado a proibição do TikTok, a menos que a proprietária, a Bytedance, venda as suas operações nos EUA a uma empresa norte-americana num prazo de 90 dias.
“Fiz uma reflexão significativa sobre o que as mudanças estruturais empresariais exigirão e o que isso significa para o papel global com o qual me comprometi”, escreveu Mayer.
“Neste contexto, e como esperamos chegar a uma resolução muito em breve, é com o coração pesado que gostaria de informar (…) que decidi deixar a empresa”, salientou o ex-executivo da Disney, que assumiu o cargo de diretor executivo da TikTok em maio.
Os EUA aumentaram o escrutínio das empresas de tecnologia chinesas, justificando a ação com preocupações de que possam representar uma ameaça à segurança nacional.
A Bytedance está atualmente em negociações com a Microsoft para que a empresa norte-americana compre as operações da TikTok nos EUA.
O Laura, que já matou 21 pessoas no Haiti e outras quatro aquando da passagem pela República Dominicana, ameaça agora o Louisiana e o leste do Texas.
O furacão Laura, de categoria 4, num máximo de 5, atingiu esta quinta-feira a costa do estado norte-americano do Louisiana, com ventos máximos sustentados até 240 quilómetros por hora, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.
Às 01h (07h em Lisboa), o furacão, que ameaça provocar inundações “catastróficas”, de acordo com o NHC, atingiu a costa perto da cidade de Cameron.
As autoridades já ordenaram a evacuação da área de Lake Charles na terça-feira, onde vivem cerca de 200 mil pessoas.
O Laura, que já matou 21 pessoas no Haiti e outras quatro aquando da passagem pela República Dominicana, ameaça agora o Louisiana e o leste do Texas.
Os meteorologistas previram, no entanto, um “enfraquecimento rápido” da tempestade, agora que o furacão atingiu o continente.
Ainda assim, esperava-se que o Laura causasse inundações generalizadas em estados distantes da costa, tendo sido emitidos alertas para grande parte do Arkansas.
Segundo as previsões, o furacão pode mesmo voltar a ser uma tempestade tropical assim que atingir o Oceano Atlântico, potencialmente ameaçando o Nordeste.
Os meteorologistas disseram que fortes chuvas podem atingir até sexta-feira partes do Missouri, Tennessee e Kentucky.
Os dois jogadores, que faziam parte dos planos iniciais do treinador francês, não serão convocados para a selecção por terem testado positivo para a Covid-19, adiantou o próprio Didier Deschamps.
Paul Pogba e Tanguy Ndombélé não foram convocados para a seleção francesa de futebol porque testaram positivo para o novo coronavírus. A informação foi adiantada pelo selecionador francês, Didier Deschamps, que anunciou esta quinta-feira numa conferência de imprensa os jogadores convocados para os jogos da Liga das Nações, que se disputa no início de setembro.
Deschamps esperava contar com os dois jogadores para a Liga das Nações, mas o resultado dos testes obrigaram-no a mudar de planos. A confirmação de que Pogba, do Manchester United, estava infetado, chegou apenas durante a manhã desta quinta-feira.
“Mudei a lista no último minuto, porque Paul Pogba, que fazia parte dela, fez um teste ontem que veio positivo esta manhã”, revelou o treinador, que teve de o substituir à última hora por Eduardo Camavinga, do Rennes.
Isto significa que Pogda, que ficará em quarentena durante 14 dias, irá faltar à pré-temporada do Manchester, na próxima semana, lembra a Sky News. Ndombélé também foi colocado em quarentena.
A seleção francesa visita a Suécia no dia 5 de setembro e recebe a Croácia a 8 de setembro para a Liga das Nações.
O advogado de defesa do antigo Presidente da República, Armando Guebuza, reagiu ao despacho da secção comercial do Tribunal Supremo de Londres (Reino Unido), onde o antigo estadista é citado no processo sobre as chamadas dívidas ocultas
Alexandre Chivale diz que quer ele, quer o seu constituinte, tudo o que sabem é através das redes sociais e pela imprensa.
“Tudo o que nós sabemos sobre este facto de que faz referência é através das redes sociais. Desde sexta-feira (21) que temos visto a circular o documento e, da análise que fiz, sem muita perícia, parece-me ser um despacho sanador, ou despacho qualquer de um processo e, portanto, repito, o conhecimento que temos é por via das redes sociais e por aquilo que se tem dito nalguma imprensa” disse Chivale, em entrevista à nossa reportagem.
Aquele causídico disse ainda que, com base na análise feita ao documento posto a circular nas redes sociais, ainda assim, assegura, Guebuza não é réu.
“Nós vimos analisando esse documento e, efectivamente, ele é citado com outras empresas e outras figuras, como terceiro na causa. Alguma imprensa, com alguma malícia, tem estado a dizer que ele (Armando Guebuza) é réu, mas não é o que está ali (no documento) ” explicou.
Sobre o que, efectivamente, o tribunal londrino pretende de Guebuza, Chivale diz desconhecer, justificando com o facto de não ter recebido qualquer comunicação acerca do processo.
“Não sei o que iriam precisar que ele esclarecesse… Alguma imprensa tem estado a dizer que o Tribunal de Londres quer o ouvir. Não sei. Talvez essas pessoas estejam melhor informadas. Aliás, como a nossa Procuradoria-Geral da República nos habituou a colocar as coisas na imprensa, antes de nós sabermos, pode ser que estes jornais saibam com base neste modus operandi da Procuradoria de uns tempos para cá, o que é estranho, mas, prontos, o que lá está, é o que lá está” avançou.
Para a defesa de Armando Guebuza, por trás deste caso, há uma perseguição política protagonizada contra a família do antigo estadista, em particular.
“Aqui é o chamado combate à corrupção, entre aspas, que mais não é, se não uma verdadeira caça às bruxas. Não é, também, senão um ajuste de contas políticas…portanto, temos razões de sobra para repetir que estamos perante um processo de purga política, um processo em que há uma verdadeira judicialização da política e politização da justiça”, sentenciou.
Na sua deslocação à província da Zambézia para visita presidencial, o Chefe de Estado inaugurou, esta quinta-feira 27, no distrito de Derre, a Escola Secundária Geral de Derre, um sistema de abastecimento de água e uma agência bancária. Esta no âmbito da iniciativa “Um distrito, um banco”.
As três infra-estruturas que o Presidente da República colocou à disposição da população, apelando para a conservação das mesmas, custaram cerca de 90 milhões de meticais.
A Escola Secundária de Derre custou aos cofres de Estado um total de 31 milhões de meticais. Tem três blocos que ao todo perfazem 10 salas de aula, devendo servir mil alunos. Dispõe de salas de informática, laboratório e bloco administrativo.
O sistema de abastecimento de água também custou 31 milhões. O mesmo vai, numa primeira fase, beneficiar a três mil habitantes da vila sede distrital de Derre. No futuro, dependendo do aumento das ligações, a infra-estrutura pode garantir o precioso líquido a oito mil habitantes, de acordo com Vasco Andrade, fiscal das obras.
Agência bancária inaugurada pelo Chefe de Estado é do Moza Banco e a sua construção custou 27 milhões de meticais.
O Moza Banco tem estado a estender a sua rede pelo país, estando, neste momento, na terceira posição em termos de rede de agências bancárias em todo o país, conforme referiu Manuel Guimarães, administrador da mesma instituição, durante a interação com o Presidente da República.
Filipe Nyusi disse esperar ver a médio prazo desenvolvimento no distrito de Derre e o Governo está a trabalhar nesse sentido, provendo melhores condições de vida aos habitantes.
O distrito de Derre encontra-se a mais de 150 quilómetros da cidade de Quelimane e tem cerca de 100 mil habitantes que serão servidos pelo novo balcão daquele banco.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
A Rencotek em coordenação com a ITALSEC, Lda é uma empresa de segurança, Pretendem recrutar para o seu quadro de pessoal Cinquenta (50) Vigilantes. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal Oficiais de Crédito. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Iniciativa de Fortalecimento da Governação. Saiba mais.
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A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Ligação para Saúde. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal duas (2) Recepcionistas. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal quatro (4) Auxiliares de Limpeza. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Ambientais. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Sociais .Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
A Heading Moz pretende recrutar para o seu cliente, uma empresa do ramo petrolífero, um (1) Assistente Administrativo e Controlador de Documentos. Saiba mais.
O Parque Nacional do Limpopo (PNL), pretende recrutar para reforçar o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Reassentamento. Saiba mais.
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O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
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