A Organização das Nações Unidas renovou esta sexta-feira 28, por um ano, o mandato da sua missão de paz no Líbano (FINUL, na sigla em inglês), com redução de efetivos e exigência de acesso aos túneis que levam a Israel.
Uma resolução desse sentido foi aprovada por unanimidade, pelos 15 membros do Conselho, segundo fontes diplomáticas.
“Reconhecedor de que a FINUL aplicou com sucesso o seu mandato desde 2006, permitindo a manutenção da paz e da segurança desde então”, o Conselho “decide uma redução do número de efetivos de 15 mil para 13 mil”, indicou-se na resolução.
Na realidade, esta decisão não altera grande coisa, uma vez que os capacetes azuis da FINUL rondam os 10.500.
Por outro lado, o texto “apela ao Governo do Líbano para que facilite um acesso rápido e completo da FINUL aos locais onde esta pretende investigar, incluindo todos os locais a norte da Linha Azul ligados à descoberta de túneis” em 2019, que permitem incursões armadas em território israelita.
Presente no Líbano desde 1978, a FINUL vigia desde a guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah a fronteira líbano-israelita, procurando evitar um novo conflito entre estas partes.
O Ministério da Saúde brasileiro publicou uma portaria que obriga profissionais de saúde a avisarem a polícia quando atenderem pacientes que peçam para abortar devido a uma violação, o que gerou críticas de deputadas.
A portaria, que define novas regras para atendimento em situações de aborto nos casos previstos na lei, como é o caso por violação sexual, refere a “obrigatória notificação à autoridade policial pelo médico, demais profissionais de saúde ou responsáveis pelo estabelecimento de saúde que acolheram a paciente dos casos em que houver indícios ou confirmação do crime de violação”.
“Os profissionais mencionados deverão preservar possíveis evidências materiais do crime de violação a serem entregues imediatamente à autoridade policial, tais como fragmentos de embrião ou feto com vista à realização de confrontos genéticos que poderão levar à identificação do respetivo autor do crime, nos termos da lei”, acrescenta a portaria.
O documento, publicado em Diário Oficial da União, estabelece ainda uma série de medidas que devem ser cumpridas pelas equipas de saúde para que as gestantes tenham acesso ao procedimento de interrupção da gravidez, entre elas, o dever de os médicos informarem a mulher da possibilidade de ela ver o feto ou embrião em ultrassonografia, caso assim o deseje.
Segundo especialistas ouvidos pela imprensa local, esta medida é considerada uma forma de demover a paciente de consumar o aborto.
O texto também determina que as mulheres assinem um termo de consentimento com uma lista de possíveis complicações que a interrupção da gravidez possa causar.
Face a esta portaria, um grupo de 10 deputadas federais entregaram ao Congresso um projeto de decreto legislativo para anular a medida.
Na proposta, a deputada JandiraFeghali, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), frisou que a nova norma restringe os direitos das mulheres vítimas de violência sexual.
“Na prática, a portaria inviabiliza o atendimento das mulheres e meninas vítimas de violência sexual nos serviços de saúde, ao fazer tais exigências”, escreveu a deputada, citada pelo jornal o Globo.
“Recebemos a norma como uma reação ao recente caso de autorização judicial para a realização da interrupção da gravidez de uma criança de apenas 10 anos e não com a base técnica que deveria orientar as políticas públicas. Isso é inadmissível”, acrescentou JandiraFeghali.
A deputada referia-se ao caso de menina de 10 anos, que este mês precisou de uma autorização judicial para abortar, após ser violada por um tio ao longo de vários anos, e acabar por engravidar.
O caso, que causou comoção nacional, levou vários manifestantes a reuniram-se em frente à unidade hospitalar em que a criança se encontrava para interromper a gravidez e chamaram “assassina” à equipa médica responsável pelo caso.
Atualmente, o aborto apenas é permitido no Brasil quando a gravidez é resultado de uma violação, quando há risco de vida para a mulher e se o feto for anencéfalo (malformação que consiste na ausência de cérebro ou de parte dele).
Outras parlamentares juntaram-se nas críticas à portaria do executivo.
“Essa portaria tem muitos temas que ferem a dignidade humana. Praticamente inviabiliza o aborto legal, porque cria uma série de dificuldades para desestimular a vítima. Muitas delas nem sabem que podem realizar o aborto legal, criar obrigatoriedade de notificar a polícia só dificulta. O papel do Ministério da Saúde é assegurar que a mulher não sofra uma nova violência”, afirmou a deputada Sâmia Bonfim, do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), ao Globo.
Também do PSOL, a deputada Fernanda Melchionna acusou o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, de estar a “institucionalizar a tortura de mulheres que foram violadas”.
O presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, testou positivo para a COVID-19, anunciou o organismo que gere o futebol moçambicano.
O diagnóstico foi feito após a sua deslocação para a Província de Cabo Delgado, no dia 21 de Agosto de 2020, no âmbito do exercício das suas funções.
“No seu regresso à Cidade de Maputo, no dia 23 de Agosto, Feizal Sidat sentiu-se mal e do aeroporto dirigiu-se para uma clínica onde foi submetido ao teste da COVID-19 tendo sido imediatamente internado desde o surgimento dos primeiros sintomas”, lê-se no comunicado.
De acordo com a fonte, após o primeiro resultado negativo para a COVID-19, resultante de um exame de sangue, foi realizado um segundo exame PCR, cujo resultado disponibilizado na manhã desta quinta-feira acusou positivo para a doença.
O Presidente da FMF encontra-se neste momento sob cuidados médicos e em total isolamento.
A FMF apela a todos os cidadãos que estiveram em contacto com o Presidente desta instituição para se manterem vigilantes e tomarem as devidas precauções caso verifiquem alguma sintomatologia.
No fim da sua visita de trabalho o Chefe do Estado, Filipe Nyusi efectuou uma visitou esta sexta-feira 28, à escola que ostenta seu nome. Trata-se da Escola Secundária Filipe Nyusi.
A infra-estrutura foi inaugurada a 22 de Agosto do ano passado pelo Primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário.
A escola conta com 15 salas de aula, um laboratório, sala de informática, biblioteca, ginásio entre outras infraestruturas.Trata-se da primeira escola secundária construída de raiz em Quelimane depois da independência Nacional.
Depois de deixar recomendações aos professores no contexto da COVID-19, Filipe Nyusi escalou província de Nampula, local onde irá trabalhar nos próximos dias.
Centenas de munícipes aglomeram-se cerca das sete horas, nesta sexta-feira 28, em frente ao edifício onde funciona o governo provincial, munidos de fotocópias das suas identificações, desrespeitando as regras de distanciamento social.
Em contacto com “O País”, os munícipes, alegaram que através das redes sociais e troca de mensagens, ficaram informados que deveriam proceder a entrega dos seus bilhetes de identidade no gabinete do governador, a fim de poderem beneficiar de um subsídio de 15.500,00 meticais, dividido em duas tranches, refente a apoios para as vítimas do ciclone Idai, que afectou aquela urbe em março do ano passado.
Na verdade logo após a passagem do ciclone, o governo provincial inscreveu cerca de 70 mil pessoas, as mais necessitadas, em toda a província de Sofala, afim de poderem beneficiar de apoios monetários.
Na passada segunda-feira, 18 meses depois, os valores foram finalmente disponibilizados e começaram a ser distribuídos aos beneficiários. Houve aglomerações nas escolas onde o processo decorria e o Instituto Nacional de Assistência Social (INAS), responsável pela distribuição dos valores decidiu cancelar o processo para evitar contaminações da COVID-19, facto que causou uma revolta que culminou no aglomerado de hoje.
Desde as seis horas, centenas de pessoas permanecem em frente ao edifício do governo a espera de orientações. Até este momento não houve nenhum pronunciamento das autoridades e a polícia tem estado a sensibilizar os munícipes de modo a manterem a calma.
O Instituto Nacional de Saúde (INS) avisa que até o próximo ano os casos de COVID-19 vão aumentar no país, sendo que as medidas de prevenção devem continuar como a maior aposta. O INS convida o sector privado a dar mais o contributo contra a pandemia.
O INS estima que o Coronavírus poderá se prolongar e com mais casos nos próximos meses, pelo que a prevenção deve continuar a ser tomada como a maior arma contra a pandemia, avançou ontem o director-geral da instituição, Ilesh Jani.
“Eu penso que podemos ter a certeza que a prevenção vai continuar a ser importante nos próximos meses e, provavelmente, ao longo de todo o ano de 2021. E isso tem implicações para como os empresários olham para as necessidades do sistema nacional de saúde”, disse Jani, durante um encontro virtual com o sector privado.
Jani fazia assim o chamamento ao privado para que o sector dê mais contributo no sistema de saúde, sobretudo neste contexto em que a celeridade no diagnóstico do Coronavírus é um dos maiores desafios.
“O avanço tecnológico está a ser rápido e eu penso que ao longo dos próximos meses haverá outras alternativas de diagnóstico que irão simplificar um pouco a tecnologia. Portanto, é bem possível que antes do fim de ano fiquem disponíveis no mercado nacional algumas tecnologias um pouco mais simples para fazer o diagnóstico da COVID-19, o que poderá abrir um pouco mais algumas oportunidades para o sector privado”, considerou.
Por sua vez, o sector privado em Moçambique diz estar preparado para responder às necessidades diante dos desafios impostos pela pandemia.
“As empresas preparam-se e continuam a preparar-se. Tem apetite em responder as necessidades da COVID-19, e é uma oportunidade para desenvolver a indústria local do sector da saúde”, disse Eduardo Sengo, director-executivo da Confederação das Associações económicas de Moçambique (CTA).
Entretanto, os desafios no sector da saúde estão agudizados com a COVID-19. Em meio a tantos, a proliferação de operadores clandestinos no sector farmacêutico é um dos apontados. Por isso, a Associação dos Importadores de Medicamentos sugere que as autoridades redobrem a inspecção.
“É preciso que todos os medicamentos que circulam no país sejam devidamente registados e testados”, sublinhou Mariamo Ussene, da agremiação que junta importadores de medicamentos.
As constatações foram feitas ontem num encontro virtual que juntou o sector público, através de quadros do Ministério da Saúde e o privado, através da CTA. O debate foi em torno do papel dos operadores privados na resposta às necessidades do sistema nacional de saúde, no âmbito da COVID-19.
O Tribunal Judicial da Província de Maputo (TJPM) condenou esta quinta-feira 27, a 24 anos de prisão, um homem de 36 anos de idade que violou sexualmente uma menina de 10 anos de idade. A sociedade civil e os familiares da vítima consideraram a pena de “exemplar”.
Uma inocência roubada, uma infância negada e a saúde psicológica comprometida. Em 2019, aos 10 anos de idade, Ntavase foi violada sexualmente, por um homem de 36 anos de idade que, esta quinta-feira, foi condenado a 24 anos de prisão pelo TJPM.
“O julgamento decorreu bem e estou satisfeita com a pena aplicada. A justiça ajudou neste crime”, disse a avó da vítima, num tom de satisfação pelo desfecho do caso.
No julgamento estiveram presentes organizações da sociedade civil, que desde o início acompanharam o caso e apoiaram a família da vítima.
Findo o processo, a sociedade civil mostra-se satisfeita com a pena aplicada ao violador e diz que a mesma vai desencorajar a todos que pensem em seguir pelo mesmo caminho.
“Nossa expectativa é que esta pena, de 24 anos, a máxima que se conseguiu, seja mensagem de que este crime é grave, que o mesmo é tratado a nível da sociedade civil, instituições com a gravidade que merece”, expôs, Salomé Mimbir, do Fórum da Sociedade Civil para os Direitos da Criança (ROSC).
Mimbir acrescentou que é necessário que haja um veículo e mecanismos para encaminhar esta mensagem a quem deve ouvir. “Neste caso, às pessoas que, porventura, pensem em violar sexualmente uma rapariga ou mulher seja um crime trivial”, afirmou.
Ainda que a pena seja considerada exemplar, para a sociedade civil a violação sexual da menor de 10 anos deixou sequelas psicológicas que nem o tempo poderá apagar.
“Por mais que a sociedade civil, o Estado ou todos nós nos esforcemos, há uma parte que não vamos conseguir repor. Estamos cientes que conseguimos uma pena exemplar, que por si só fala e transmite um recado, mas há aqui vazio em termos de integridade física e psicológica desta criança” reconheceu Salomé Mimbir. Além de 24 anos de prisão, o réu deverá, igualmente, pagar uma multa de 150 mil meticais à vítima.
Um urso polar atacou um acampamento e matou um homem no arquipélago remoto de Svalbard, ilhas norueguesas no Ártico, disseram autoridades locais, acrescentando ainda que o animal foi abatido.
O homem foi levado de urgência para o hospital em Longyearbyen, capital do arquipélago Svalbard, onde foi declarado morto pelos médicos, disse o vice-governador da região, SoelviElvedah.
Longyearbyen é a principal cidade do arquipélago ártico de Svalbard, na Noruega, que fica a mais de 800 quilómetros ao norte do território norueguês.
O ataque ocorreu de madrugada e está a ser investigado pelas autoridades, disse o gabinete do governador da região.
A identidade e nacionalidade da vítima não foram ainda divulgadas. Ninguém mais ficou ferido no incidente, mas seis pessoas foram hospitalizadas devido ao choque.
Uma autópsia será conduzida no Hospital Universitário do Norte da Noruega, em Tromsoe, ao norte do Círculo Polar Ártico.
O urso polar foi encontrado morto num estacionamento perto do aeroporto depois de ser baleado por curiosos, disse o gabinete do governador num comunicado publicado na sua página oficial na internet.
Não ficou claro se o urso polar era um dos dois animais que estava a vaguear pela área esta semana, disse o gabinete do governador. “Este também é um forte aviso de que estamos num país de ursos polares e devemos tomar precauções para nos protegermos“, disse Elvedahl mais tarde.
A página do Governo refere ainda que os ursos podem aparecer em qualquer lugar de Svalbard e incentiva as pessoas “a ficarem o mais longe possível para evitar situações que podem ser perigosas” Estima-se que 20.000 a 25.000 ursos vivam no Ártico.
As autoridades alertam os visitantes que optam por dormir ao ar livre de que devem ter consigo armas de fogo quando se deslocam para fora das cidades.
A emissora norueguesa NRK disse que a vítima foi a quinta pessoa morta por ursos polares desde 1971. A última vez que isso aconteceu foi em 2011, quando um adolescente britânico foi morto.
A Solidar Suisse pretende recrutar Para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente da área de Água e Saneamento. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
A Rencotek em coordenação com a ITALSEC, Lda é uma empresa de segurança, Pretendem recrutar para o seu quadro de pessoal Cinquenta (50) Vigilantes. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal Oficiais de Crédito. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Iniciativa de Fortalecimento da Governação. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Ligação para Saúde. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal duas (2) Recepcionistas. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal quatro (4) Auxiliares de Limpeza. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Ambientais. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Sociais .Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
A Heading Moz pretende recrutar para o seu cliente, uma empresa do ramo petrolífero, um (1) Assistente Administrativo e Controlador de Documentos. Saiba mais.
O Parque Nacional do Limpopo (PNL), pretende recrutar para reforçar o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Reassentamento. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva-Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Coordenador Provincial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Avaliação e Monitoria. Saiba mais.
A Embaixada da Suécia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa para Energias Renováveis, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. Saiba mais.
Robert Maudsley foi preso em 1974 após o seu primeiro homicídio. O homem tinha 21 anos e foi imediatamente condenado a uma pena de prisão perpétua.
Detido na prisão de Wakefield, no Reino Unido, o recluso não se deixou intimidar pela situação e mesmo atrás das grades matou mais três pessoas. Tornou-se, então, segundo o Mirror, no criminoso mais perigoso do Reino Unido.
Robert é considerado tão perigoso que não tem autorização para conviver com outros reclusos, ou até mesmo guardas prisionais. O homem passa todo o seu tempo sozinho, preso numa espécie de caixa de vidro, nas catacumbas da prisão.
O recluso, natural de Liverpool, é um de 12 irmãos que foram acolhidos numa casa de apoio social ainda em criança. Aos 8 anos, os seus pais foram à sua procura e seguiram-se anos de violência, que terão afetado Robert para toda a vida.
O homem fugiu de casa aos 16 anos, mas acabou por perder-se numa vida de álcool e drogas. Para sustentar os seus vícios, dedicou-se à prostituição.
A sua primeira vítima mortal foi precisamente um dos seus clientes. John Farrell, homem que violou várias crianças, viu a sua vida ser-lhe roubada de forma violenta depois de ter mostrado a Robert algumas das fotografias das crianças de quem tinha abusado. O crime foi tão violento que a polícia denominou o caso de ‘Azul’, devido ao tom que a pele da vítima ganhou.
Robert foi preso e até 1977 manteve-se longe de problemas. Essa situação mudou no dia em que ele e o seu colega de cela se barricaram com um confesso pedófilo e o torturam durante nove horas.
A 29 de julho do ano seguinte, Robert matou mais duas pessoas: o assassino de mulheres SalneyDarwood, e Bill Roberts, que estava preso por ter violado uma menina de 7 anos. Ao final do dia, aproximou-se de um dos guardas e calmamente informou-o de que nessa noite havia menos duas pessoas para jantar.
Considerado demasiado perigoso para estar junto de outras pessoas, o estabelecimento prisional começou a construir uma cela própria para Robert. A obra ficou concluída em 1983 e ganhou o nome de ‘gaiola de vidro’ por ser tão semelhante à prisão em que Hannibal Lecter foi mantido em ‘Silêncio dos Inocentes’.
Robert nunca mais será um homem livre e é provável que morra na minúscula sala transparente que tem sido a sua casa durante décadas.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou esta quinta-feira 27, que vai criar um comité independente para estudar a eventual revisão do Regulamento Sanitário Internacional (RSI).
O anúncio foi feito pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa videoconferência de imprensa transmitida da sede da organização, em Genebra, Suíça.
O comité, formado por peritos internacionais, irá apresentar um relatório preliminar em novembro e um em final em maio de 2021.
Caberá ao comité avaliar a eventual necessidade de alteração do Regulamento Sanitário Internacional para que possa ser o mais eficaz possível, de acordo com o diretor-geral da OMS.
O atual RSI vigora desde 2007 e exige que os países notifiquem à OMS surtos de doenças que possam ameaçar a saúde pública mundial.
O documento, que prevê a criação de um comité de avaliação por parte do diretor-geral da OMS, regulamenta a declaração de emergência de saúde pública internacional e medidas específicas a aplicar nos portos, aeroportos e postos fronteiriços.
A OMS declarou a doença respiratória covid-19 uma emergência de saúde pública internacional em 30 de janeiro.
A covid-19 já provocou pelo menos 826 mil mortos e infetou mais de 24,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência noticiosa francesa AFP.
A doença é causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e que se disseminou rapidamente pelo mundo.
Desde 11 de março que a covid-19 é considerada pela OMS uma pandemia.
A cidade de Maputo vai contar em breve com um mercado do frango, a ser erguido ao longo da baía desta urbe.
A infra-estrutura a ser erguida junto ao Mercado do Peixe, vai beneficiar mais de duzentos vendedores que exerciam a actividade informal ao longo da praia da costa do sol.
A construção do mercado de venda de frango e magumba (uma variedade de peixe), insere-se no plano de organização da venda informal, que a edilidade tem estado a implementar nos últimos tempos, refere um documento recebido na nossa redacção.
O documento indica que o Conselho Municipal de Maputo e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, assinam hoje um memorando de entendimento que viabiliza a construção do mercado de Frango e Magumba.
O ex-agente de Antoine Griezmann, Éric Olhats, revelou que o avançado francês ponderou sair do Barcelona este verão, mas o caso de Lionel Messi acabou por travar a sua decisão.
«Antes do desastre contra o Bayern, Antoine tinha apenas um desejo: sair. Ele sentiu que não fazia parte dos planos, que não poderia continuar assim. Estava a estudar seriamente a saída do Barça», começou por dizer, em entrevista à RMC Sport.
«Entretanto aconteceu o que se sabe e houve conversa com Koeman que o tranquilizou. Ele [Koeman] garantiu-lhe que fazia parte dos seus planos, pois considerava-o um jogador importante para o futuro», acrescentou.
O exército israelita anunciou ter voltado a bombardear hoje a Faixa de Gaza, em resposta a novos ataques do Hamas, apesar dos esforços do Catar para acalmar a tensão na fronteira, que dura há mais de três semanas.
Segundo o exército israelita, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP), ao início da manhã aviões de combate e tanques israelitas atingiram as posições do Hamas em retaliação pelo lançamento de balões incendiários em direção a Israel, que se têm multiplicado desde o início deste mês.
O movimento islâmicoHamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007, reivindicou a responsabilidade pelos ataques com balões, afirmando em comunicado que eram uma “resposta direta à escalada da ocupação israelita”.
Em 21 de agosto, a força aérea israelita já tinha bombardeado Gaza, visando “alvos militares do Hamas“, incluindo locais de “fabrico de armas”.
Testemunhas na Faixa de Gaza relataram à AFP ataques israelitas perto da cidade de Gaza (norte) e no centro do enclave, onde vivem dois milhões de pessoas, metade abaixo do limiar de pobreza.
Em resposta aos balões incendiários, que provocaram mais de 400 incêndios em Israel, de acordo com os bombeiros israelitas, o Estado hebraico também endureceu o bloqueio a Gaza.
Na semana passada, o Estado hebraico fechou a única passagem de mercadorias de Gaza para o território israelita, fazendo com que a única central elétrica do território encerrasse por falta de combustível e limitando os dois milhões de habitantes do território a cerca de quatro horas de eletricidade por dia.
O aumento da tensão, que começou no início deste mês com o lançamento de balões a partir de Gaza, como medida de pressão para que Israel alivie as condições do bloqueio, ainda não causou feridos graves ou mortes, mas provocou danos em infraestruturas, incluindo residências familiares em ambos os lados da fronteira.
Os novos ataques surgem após a passagem por Gaza esta semana do enviado do Catar ao território palestiniano, Mohammed El-Emadi, que se encontrou com líderes do Hamas e responsáveis israelitas em TelAviv, de acordo com fontes próximas, citadas pela AFP.
Israel e o Hamas travaram três guerras (2008, 2012, 2014) e várias confrontos menores nos últimos 13 anos, tendo chegado a um acordo de tréguas no ano passado, concluído através da ONU, Egito e Catar.
O acordo prevê uma ajuda financeira mensal do Catar a Gaza, mas também uma série de medidas económicas – incluindo a extensão de uma zona industrial local e a concessão de autorizações de trabalho em Israel para os habitantes de Gaza -, a fim de reduzir a pobreza e estabilizar o território.
Pelo menos seis pessoas morreram nos Estados Unidos na sequência do furacão Laura, de acordo com um novo balanço, avançado pela agência de notícias Associated Press (AP).
Segundo o ‘site’ NBC News, que cita fonte do Departamento de Saúde da Louisiana, três das seis mortes ocorreram em duas localidades costeiras, Acadia e Calcasieu.
Três pessoas morreram na zona oriental e setentrional daquele estado, com o Departamento de Saúde da Louisiana a atribuir quatro das mortes à queda de árvores.
Anteriormente, o governador do estado de Louisiana, John Bel Edwards, informara que havia pelo menos quatro mortos devido à queda de árvores nas suas habitações, na sequência do furacão Laura.
As vítimas mortais incluíam uma adolescente de 14 anos e um homem de 68 que morreram devido à queda de árvores nas suas casas, bem como um homem de 24 anos que morreu de envenenamento por monóxido de carbono causado por um gerador, na sua residência.
Outro homem morreu quando o barco em que seguia se afundou, durante a tempestade, informaram as autoridades.
O furacão Laura, de categoria 4 (numa escala de 5), perdeu intensidade quando chegou a terra e passou a ser classificado como tempestade tropical (categoria 2).
Às 04h00 em Portugal, o epicentro do Laura estava localizado a 50 quilómetros a nordeste de Little Rock, no estado do Arkansas, soprando com ventos máximos de 55 km por hora e movendo-se em direção ao nordeste, a 24 km por hora, de acordo com o Centro Nacional de Furacões norte-americano, citado pela agência de notícias espanhola Efe.
Apesar do seu enfraquecimento nas últimas 24 horas, o Centro Nacional de Furacões alertou que a ameaça de inundações continua, com avisos igualmente de tornados.
Segundo a AP, um tornado arrancou esta madrugada parte do telhado de uma igreja rural no nordeste do Arkansas, não provocando feridos.
As previsões apontam para que a tempestade tropical continue na sua trajetória atual nas próximas horas. Esta deverá passar hoje pelo vale central do Mississippi e chegar aos estados do meio Atlântico no sábado, dpara depois partir para o Oceano Atlântico no domingo.
Considerado um dos cinco piores furacões de sempre a atingir os Estados Unidos, o Laura, que chegou a atingir ventos de 240 quilómetros por hora, provocou pelo menos seis mortos na Louisiana e deixou um rasto de destruição, depois de fazer 21 mortos no Haiti e quatro na República Dominicana.
Perto de 900 mil pessoas ficaram sem energia nos estados do Louisiana e do Texas, segundo a AP.
Julio Cesar Mora Tapia, de 110 anos e a mulher, Waldramina Maclovia Quinteros Reyes, de 104, estão casados há 79 anos. Juntos têm uma idade combinada de 214 anos e 358 dias. São o casal mais velho do munfo, título este que lhes foi reconhecido pelo Guinness World Records.
Os centenários casaram-se em Luis Sodiro, Quito, no Equador, a 7 de fevereiro de 1941, numa cerimónia secreta com apenas alguns amigos próximos, uma vez que as suas famílias eram contra a relação.
“Não foi fácil porque os nossos familiares não tinham uma boa relação, mas com tempo e paciência conseguimos uni-los e tornamo-nos um exemplo e a melhor referência para as gerações mais novas”, explicou o casal equatoriano ao jornal britânico Mirror Online.
Julio e Waldramina têm cinco filhos, um dos quais já morreu, 11 netos, 21 bisnetos e nove trinetos.
“União familiar sob as regras do amor, respeito mútuo, trabalho honesto e educação adequada baseada nos valores familiares são as chaves para uma coexistência saudável”, disse o casal.
“É uma enorme honra e orgulho ter um título do Guinness World Records, porque é o maior prémio que o mundo reconhece”, rematam Julio e Waldramina.
Mais sessenta e uma pessoas acusaram positivo a Covid-19 em 564 amostras testadas nas últimas 24 horas, no país. Dos novos infectados, 59 são moçambicanos e dois estrangeiros, dos quais um cubano e outro indiano.
Os dados foram avançados, esta quinta-feira 27 em Maputo, pela directora Nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, na conferência de imprensa, sobre a situação do novo coronavírus no país e no mundo.
Em Moçambique, o número de recuperados da Covid-19 no país ultrapassa 50 por cento do cumulativo de 3.651 infectados pela doença.
Até esta quinta-feira o número de recuperados situava-se nos 1.968, de acordo com a actualização do Ministério da Saúde.
O número de óbitos devido a Covid-19 no país mantem-se em 21.
O grupo de atacantes que invadiu a 12 de Agosto o porto de Mocímboa da Praia, norte moçambicano, continua na sede da vila, que está actualmente isolada e o exército teve que recuar.
O grupo de atacantes que invadiu a 12 de Agosto o porto de Mocímboa da Praia, norte moçambicano, continua na sede da vila, que está actualmente isolada, disseram esta quinta-feira à Lusa fontes das Forças Armadas de Moçambique.
“Eles continuam em Mocímboa da Praia desde o assalto ao porto. Muitas forças nossas tiveram de recuar. Por exemplo, a minha unidade, uma das que estavam em Mocímboa, recuou até Mueda [a pouco mais 100 quilómetros de Mocímboa da Praia]”, declarou à Lusa uma fonte do exército que está no teatro de operações em Cabo Delgado, através de um contacto telefónico.
A invasão ao Porto de Mocímboa da Praia ocorreu na madrugada do dia 12 e os confrontos deixaram um número desconhecido de mortos, incluindo elementos da Força Marítima, segundo a fonte.
“Nós tivemos muitas baixas. Tenho notado que há esforços para que cheguem mais reforços, mas a situação está muito séria e complicada porque não dá para contar com o porto de Mocímboa da Praia”, declarou.
O ataque ao porto seguiu-se a vários outros que os insurgentes realizaram, entre 5 e 12 de agosto, às aldeias de Anga, Buji, Ausse e à vila sede e, segundo dados do Ministério da Defesa avançados no dia 11 de agosto, pelo menos 59 “terroristas” morreram em operações de resposta das forças governamentais.
Várias infraestruturas foram vandalizadas e, neste momento, as linhas de comunicação também estão interrompidas em Mocímboa da Praia.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, inicia esta sexta-feira uma visita de trabalho de dois à província de Nampula, cujo ponto de entrada será o distrito de Mogincual.
Neste distrito, o Chefe do Estado moçambicano dirige, à cerimónia de inauguração do Mercado de Peixe de Mogincual.
Ainda hoje, o Presidente da República, desloca-se ao distrito de Mogovolas, onde tem agendado à inauguração da estrada Nametil– Nampula.
O estadista moçambicano, dirige igualmente na cidade de Nampula, as sessões extraordinárias do Conselho Executivo Provincial alargada ao Presidente da Assembleia Provincial e do Conselho de Serviços de Representação do Estado na Província.
Amanhã o Presidente Nyusi, desloca-se ao distrito de Monapo, onde irá proceder à inauguração da Fábrica de processamento de castanha de caju, seguida de uma visita à Feira agro-industrial.
O Chefe do Estado moçambicano fará uma comunicação à população da província de Nampula e ao país em geral, através de meios de comunicação social, onde irá abordar o tema: “Industrialização, Comercialização e Promoção do Produto Nacional”.
Moçambique distinguido pelas Nações Unidas como um dos países que menos polui o meio ambiente na região da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
A distinção surge na sequência da constatação da redução de emissão de cerca de quinhentas e quarenta e duas mil toneladas de dióxido de carbono por ano.
Com efeito, a Central térmica de Ressano Garcia foi apontada como Projecto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo pelas Nações Unidas.
O gestor da planta desta infra-estrutura de produção de energia, Orlando Sibanda, explica que a distinção deste projecto, surge como resultado das acções levadas a cabo de avaliação dos impactos das actividades da empresa no meio ambiente.
O Exército da Colômbia conseguiu resgatar 39 pessoas sequestradas pelo Exército de Libertação Nacional (ELN) na região de Chocó, localizada no oeste do país....
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou intensificar a ofensiva militar contra o Irã na próxima semana, caso Teerã não aceite negociar um...
A cidade de Maputo enfrenta um desafio crescente na gestão de resíduos, produzindo diariamente cerca de 1.500 toneladas de lixo, um aumento significativo em...