Austrália quer que Facebook e Google paguem aos meios de comunicação social pelas notícias que publicam. Google já ameaçou restringir as buscas de vídeos através do YouTube.
O Facebook ameaçou bloquear publicações e utilizadores australianos como reação contra medidas que visam a compensação a órgãos de comunicação social australianos pela partilha de notícias na rede social.
A empresa norte-americana Facebook refere que está a ser alvo de uma medida de força que visa o pagamento “arbitrário” pelo uso de “quantidades ilimitadas de informações”, acrescentando que se trata apenas de uma pequena parte do serviço da rede social.
As medidas propostas por Camberra forçam o Facebook a retirar os textos das notícias “completamente” ou, caso contrário, as publicações passam a cobrar pelos conteúdos à empresa norte-americana.
“Nenhum negócio pode funcionar desta maneira”, escreveu Will Easton, responsável pela gestão do Facebook na Austrália e na Nova Zelândia.
Entretanto, o motor de busca Google indicou numa carta aberta que a medida proposta pelas autoridades australianas são “uma ameaça às liberdades individuais” e ameaça restringir as buscas de vídeos através do YouTube aos utilizadores australianos.
Josh Frydenberg, ministro do Tesouro do governo da Austrália disse que a legislação que foi anunciada vai “criar condições para a sustentabilidade dos media conseguindo pagamentos pelos conteúdos originais”.
“A Austrália legisla de acordo com os interesses nacionais. Nós não respondemos à coação, venha de onde vier”, disse Frydenberg referindo-se às ameaças sobre os eventuais bloqueios anunciados pela rede social Facebook.
Abel Chivukuvuku, do PRA-JA Angola, disse que “está ser perseguido pelo MPLA”, acusando a direcção do partido no poder de “orientar” o Tribunal Constitucional para não legalizar o seu partido.
O coordenador do projecto político PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, disse esta terça-feira que “está ser perseguido pelo MPLA”, acusando a direcção do partido no poder de “orientar” o Tribunal Constitucional (TC) para não legalizar o seu partido.
“Porque no fundo não é o TC, no fundo o que nos tem chumbado, repetidamente, é a direcção do MPLA, portanto o que há aí são orientações da direção do MPLA e do Presidente João [Lourenço], presidente do MPLA, é que está a dar orientações para que o tribunal chumbe o Abel”, afirmou Abel Chivukuvuku, em entrevista à Emissora Católica de Angola.
Chivukuvuku, que reagia ao terceiro chumbo do TC no processo de legalização do Partido do Renascimento Angolano-Juntos por Angola-Servir Angola (PRA-JA Servir Angola), disse que aquela instância “recebe instruções” para não legalizar o seu partido.
O TC angolano rejeitou o “recurso extraordinário de inconstitucionalidade” submetido pela comissão instaladora do projeto político PRA-JA Servir Angola, liderado por Abel Chivukuvuku, por “não suprir insuficiências” e tornar “indecifrável” o seu pedido.
Segundo o despacho de rejeição de 27 de agosto de 2020 do TC angolano, consultado segunda-feira pela Lusa, o inicialmente denominado “Recurso Extraordinário por Violação” interposto pelo PRA-JA Servir Angola ao invés de suprir insuficiências “demonstra uma intenção clara de confundir o Constitucional”. Tudo o resto que vem dito no requerimento ora apresentado, adiantou o TC angolano, demonstra “uma intenção clara da recorrente, por intermédio do seu mandatário, em confundir este tribunal, tal é a forma ambígua como teceu toda a sua exposição jurídico-processual”.
Esta terça-feira, em declarações à rádio Católica angolana, Chivukuvuku negou incumprimento das normas e clausulas estabelecidas por lei afirmando tratar-se de uma perseguição do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder desde 1975.
Os catorze clubes com direito de disputar o Campeonato Nacional de Futebol, “Moçambola”, edição 2020, só aceitam participar na prova mediante financiamento para o pagamento de determinadas despesas, sobretudo de alojamento e alimentação.
A posição foi defendida ontem durante a reunião com a Direcção da Liga Moçambicana de Futebol (LMF) para avaliar as possibilidades de arranque da prova face à pandemia da Covid-19.
No encontro os clubes foram unânimes em considerar que estão sem meios financeiros para suportar a prova e já experimentam dificuldades para continuar a pagar os salários dos atletas.
O Papa Francisco defende que a pandemia de covid-19 mostrou como a Terra pode recuperar “se permitirmos que descanse” e deve incentivar as pessoas a adoptarem estilos de vida mais simples para ajudar o planeta.
“De certa forma, a actual pandemia levou-nos a redescobrir estilos de vida mais simples e sustentáveis”, disse Francisco numa mensagem escrita divulgada na terça-feira (01).
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Ciências de Informação Geográfica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes – Economia/ Gestão e Relações Internacionais. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Termotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes – Engenharia Civil/Construção Civil. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-representante de vendas . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Txeneca – Operador de Credito, Empresa com forte potencial no mercado pretende recrutar para os seu quadro de pessoal Oficiais de Crédito. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva-Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Coordenador Provincial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Avaliação e Monitoria. Saiba mais.
A Embaixada da Suécia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa para Energias Renováveis, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. Saiba mais.
Uma jovem de 22 anos morreu este domingo em Vila do Mato, Tábua, após injectar calmante para cavalos, segundo avança o Diário As Beiras.
A jovem entrou em paragem cardiorrespiratória após administrar a substância. O alerta foi dado cerca das 09h00 de domingo.
A portuguesa, conhecida como ‘Lu’, estaria a viver com uma comunidade nómada, constituída maioritariamente por estrangeiros, segundo avança o mesmo meio.
Uma mulher, nadadora de longa distância, nadou durante 24 horas sem parar, no passado domingo, no Lago Michigan, nos Estados Unidos, para angariar dinheiro para a investigação da diabetes.
Marian Cardwell, que já tinha atravessado o Canal da Mancha em 2012, explicou que inicialmente planeava atravessar o Lago Michigan desde Chicago, no estado do Illinois, até Grand Haven, no estado do Michigan, mas os planos foram derrotados pela pandemia de Covid-19.
Em vez disso, decidiu antes nadar sem parar, durante 24 horas, ao longo da costa e conseguiu angariar 10 mil dólares para o Chicago Diabetes Project, uma colaboração global de médicos, cientistas e investigadores que trabalham para curar a diabetes.
Marian garante, no entanto, que pretende atravessar o lago em agosto de 2021 e tentar bater o recorde de maior percurso percorrido a nado em águas livres sem assistência.
O exército chinês exigiu hoje que a Índia “retire imediatamente as tropas que cruzaram ilegalmente” a chamada Linha Real de Controlo, a fronteira de facto entre os dois países, avançou a agência noticiosa oficial Xinhua.
“Os soldados indianos minaram o consenso alcançado nas negociações anteriores. É uma provocação flagrante”, acusou ZhangShuili, porta-voz do Comando do Teatro Oeste do Exército de Libertação Popular, na noite de segunda-feira.
Pequim negou na segunda-feira que as tropas chinesas tenham cruzado a fronteira disputada com a Índia, depois de Nova Deli ter denunciado “movimentos militares provocadores” na área, e observou que ambos os exércitos têm estado “em comunicação” sobre “questões territoriais”, algo que o lado indiano também reconheceu.
A Índia considerou que as tropas chinesas violaram o consenso alcançado durante as reuniões diplomáticas e militares, por ocasião do confronto em Ladakh, no noroeste da Índia, em junho passado.
Os eventos ocorreram na margem sul do Lago PangongTso, perto da montanha Reqin, onde os militares indianos dizem ter agido para defender as suas posições, frustrando “as intenções chinesas de mudar unilateralmente a situação no terreno”, segundo o ministério de Defesa da Índia.
O porta-voz do exército chinês argumentou que foi a Índia quem “violou gravemente a soberania territorial da China” e “prejudicou a paz e a estabilidade nas áreas de fronteira”.
“A China opõe-se fortemente a este ato injusto. A Índia deve controlar e conter com rigor os seus soldados na fronteira, cumprir com as suas promessas e evitar uma nova escalada de tensões”, disse Zhang.
O porta-voz disse que o exército chinês “vai tomar as contramedidas necessárias e monitorizar de perto os desenvolvimentos, para salvaguardar resolutamente a soberania territorial da China, bem como a paz e estabilidade nas áreas fronteiriças”.
Este novo aumento de tensões ocorre após lutas corpo a corpo entre soldados dos dois países, em junho passado, terem resultado nas primeiras vítimas mortais desde 1975.
As tensões na fronteira aumentaram depois de os militares indianos terem cancelado os seus exercícios anuais na fronteira dos Himalaias, em abril passado, devido ao surto do novo coronavírus.
Analistas de segurança indianos dizem que as tropas chinesas aproveitaram a oportunidade para estabelecer posições em terrenos reivindicados pelo país vizinho, incluindo picos estratégicos do vale de Galwan, com vista para uma estrada indiana recém-construída.
A China alegou que as tropas indianas provocaram os seus soldados.
As duas potências nucleares mantêm uma disputa histórica por várias regiões nos Himalaias. Pequim reivindica ArunachalPradesh, que é controlado por Nova Deli, que por sua vez reivindica Aksai Chin, administrada pelo país vizinho.
A menina ficou presa na cauda do papagaio de papel e foi lançada pelo ar. Só 30 segundos depois é que os funcionários do festival conseguiram agarrar na criança — que ficou com arranhões no pescoço.
Uma menina de três anos ficou presa nas cordas de um papagaio de papel gigante, num festival na localidade costeira de Nanliao, na cidade de Hsinchu, em Taiwan. A criança, cuja identidade não é para já conhecida, acabou por ser elevada a vários metros de altura durante cerca de 30 segundos.
O incidente foi captado num vídeo que foi publicado este domingo no YouTube — onde já foi visto por mais de um milhão de utilizadores — e nas redes sociais.
Nos momentos iniciais do vídeo é possível ver vários trabalhadores do festival a tentar segurar a longa cauda deste tipo de papagaio de papel gignte e a tentar lutar contra os ventos fortes que se faziam sentir, antes do seu lançamento. Dezenas de espectadores e famílias reuniam-se nas proximidades a aguardar o momento em que levantaria voo. Segundo o Taiwan News, o papagaio de papel iria deixar cair pelo céu vários chupa-chupas para as crianças apanharem.
No entanto, os aplausos rapidamente se transformaram em gritos quando perceberam que a criança ficou presa na cauda do papagaio de papel e foi lançada no ar. Só cerca de 30 segundos depois é que os funcionários conseguiram baixá-lo e fazer com que a criança regressasse ao solo, onde foi de imediato agarrada pela multidão. Segundo explicou o presidente da cidade de Hsinchu, Lin Chih-chien, sofreu apenas alguns arranhões no pescoço.
Chen-Ko-fang, secretária-geral do Asian Kite Forum, explicou que as crianças geralmente são mantidas a uma distância de segurança deste papagaio de papel gigante até que este levante no ar, mas os organizadores do festival foram apanhados de surpresa com as rajadas de vento repentinas.
Após o incidente, o presidente Lin Chih-chien emitiu um comunicado a pedir desculpa e a suspender todas as atividades de forma a garantir a segurança do público. “Vamos analisar o incidente para evitar que aconteça novamente. Também iremos investigar a responsabilidade e levar a cabo uma análise aprofundada”, lê-se no comunicado citado pelo The Guardian.
Milhares de pessoas protestaram em Berlim, contra as restrições impostas para deter a propagação da pandemia de Covid-19 depois de um tribunal ter rejeitado uma interdição da manifestação emitida pelas autoridades.
Alguns manifestantes exibiram t-shirts alusivas a teorias da conspiração e bandeiras americanas, russas e alemãs. Outros criticaram a imposição do uso de máscaras.
A marcha é organizada pelo movimento Querdenken 711, que se tornou conhecido pelos protestos de grandes dimensões.
‘A cruz é um símbolo de igreja, e se for removida, quem poderia distingui-la de outros edifícios?’, questionou um membro da igreja.
O portal Bitter Winter, que cobre assuntos relacionados à liberdade religiosa na China, relatou em 9 de junho que as cruzes foram removidas de mais de 250 igrejas administradas pelo estado na província oriental de Anhui nos primeiros quatro meses do ano. De acordo com as informações recém-recebidas, mais 656 locais protestantes estatais na província perderam suas cruzes durante o primeiro semestre deste ano, o total ultrapassando 900.
Anhui tem a segunda maior população cristã da China, concentrada nas cidades de nível de prefeitura de Lu’an, Fuyang, Suzhou e Chuzhou. Naturalmente, essas cidades foram severamente afetadas pela remoção forçada de cruzes.
De acordo com os últimos números, de janeiro a julho, as cruzes foram removidas de 271 igrejas em Lu’an, 168 em Fuyang, 106 em Suzhou e 98 em Chuzhou. Além disso, cruzes foram derrubadas de 266 locais protestantes nas cidades de Bengbu, Huainan, Ma’anshan e Hefei.
Em abril, o Bureau de Assuntos Religiosos do condado de Taihe administrado por Fuyang ordenou a remoção da cruz de uma das igrejas das Três Autônomas e ameaçou fechá-la se a congregação desobedecesse.
“A cruz é um símbolo de igreja, e se for removida, quem poderia distingui-la de outros edifícios?” um membro da igreja comentou.
Uma igreja de três pessoas no distrito de Yingdong da cidade, que pode acomodar reuniões de 1.000 crentes, perdeu sua cruz também em abril. As autoridades informaram à congregação que a campanha de demolição cruzada fazia parte da política nacional.
“Se uma igreja se recusa a remover sua cruz, os membros da congregação podem perder seus benefícios sociais, como pensões e subsídios para redução da pobreza, e as possibilidades de emprego futuro de seus filhos serão afetadas”, explicou um membro da igreja.
Em 28 de abril, os trabalhadores removeram a cruz da Igreja Hancheng no condado de Hanshan, administrada pela cidade de Ma’anshan, no nível de prefeitura. O chefe do Departamento de Trabalho da Frente Unida local supervisionou os procedimentos.
“Funcionários do Departamento de Trabalho da Frente Unida disseram que todos os cruzamentos mais altos do que os prédios do governo devem ser demolidos porque ofuscam as instituições do Estado”, disse um membro da igreja a Bitter Winter.
“Apenas igrejas que parecem empresas são consideradas legais. Para ‘sinicizar’ o Cristianismo, Xi Jinping não permite que as igrejas tenham cruzes ocidentais ”.
O crente também revelou que funcionários do governo advertiram um ancião da igreja que “protestar contra demolições cruzadas significa protestar contra o governo”.
“Fico triste ao pensar que todas as cruzes da nossa igreja foram demolidas”, acrescentou o crente. “Mesmo sendo um símbolo da nossa fé, quem se atreve a desobedecer à ordem do governo central?”
Outros crentes também se sentem impotentes, incapazes de resistir a centenas de policiais. Em 12 de maio, o governo do condado de Dangtu, administrado por Ma’anshan, removeu cruzes da Igreja Cristã de Lingyunshan.
“Por volta das 2 horas daquela noite, o governo do condado trouxe três grandes guindastes e despachou centenas de policiais”, um membro da igreja relatou os acontecimentos da noite. “Eles isolaram a igreja, proibindo a aproximação de veículos ou pedestres, e então invadiram a igreja com uma corrente de ferro cortada. Uma crente idosa que se adiantou para detê-los teve as mãos feridas. ”
A mulher acrescentou que as autoridades tentaram remover as cruzes já em 20 de abril, mas os membros da congregação conseguiram impedir a demolição. Depois disso, os diáconos da igreja e os crentes idosos se revezaram na guarda da igreja por 22 dias. Na véspera da remoção da cruz, a polícia deteve o diretor da igreja durante a noite para implementar seu plano.
Josep Maria Bartomeu quer que o jogador termine a carreira em Camp Nou e coloca, em cima da mesa, um novo contrato válido até 2023.
Continua a dar que falar a ‘novela’ em torno do futuro de Lionel Messi, depois de o jogador ter feito chegar ao Barcelona um burofax formalizando a intenção de abandonar Camp Nou, ativando a cláusula que lhe permite rescindir unilateralmente no final de cada temporada.
O presidente do emblema blaugrana, Josep Maria Bartomeu, tem falado diariamente com o pai e representante de La Pulga, Jorge Messi, para regularizar a situação, e planeia reunir-se pessoalmente com ele já esta quarta-feira.
No entanto, as posições de ambos estão, neste momento, extremadas, de acordo com o jornal espanhol Mundo Deportivo. No que ao dirigente catalão diz respeito, mantém-se firme e sublinha que o avançado só sai pela cláusula de rescisão, no valor de 700 milhões de euros.
Além disso, mantém a crença de que será possível ‘enterrar o machado de guerra’, de tal maneira que irá fazer saber a Jorge Messi que pretende renovar com o internacional argentino até junho de 2023, para que possa terminar a carreira em Camp Nou.
Jorge Messi, por sua vez, irá insistir na interpretação de que o filho está no direito de rescindir unilateralmente e procurar um novo projeto, uma vez que considera que o atual não é vencedor. Ainda assim, estará disposto a negociar uma saída “amigável”.
O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, defendeu esta segunda-feira 31, o reforço dos poderes da comissão de integridade do partido no poder para combater a alegada corrupção de governantes do Congresso Nacional Africano.
“Os quadros [do partido] acusados de envolvimento em atos de corrupção, devem explicar-se perante a comissão de integridade, aqueles que não derem uma explicação aceitável podem ser suspensos, os condenados devem renunciar aos cargos de liderança e enfrentar ações disciplinares”, declarou Ramaphosa.
O chefe de Estado adiantou que a direção do Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), no poder desde 1994, “reconheceu” a existência uma “campanha coreografada” contra a sua liderança que “não irá distrair o movimento do combate à corrupção e à captura do Estado”.
O chefe de Estado sul-africano falava hoje aos jornalistas através uma conferência de imprensa virtual sobre a mais recente vaga de mega corrupção no seio do Governo e do ANC, do qual também é presidente, relacionada com o combate à pandemia da Covid-19 que já infetou mais de 650 mil pessoas e causou 14.028 mortos no país desde março.
Ramaphosa reuniu durante o fim de semana a direção do partido para tentar evitar um desafio à sua liderança por parte de fações rivais aliadas ao antigo chefe de Estado, Jacob Zuma, que se opõem às medidas de combate à corrupção no país e à implementação de reformas económicas anunciadas desde que assumiu o poder em 2018.
Falando também na ocasião, o secretário-geral do partido no poder, Ace Magashule, aliado de Jacob Zuma, disse que a constituição da África do Sul “é a Carta Magna pela qual todos se devem reger”, mas sublinhou que “o movimento [ANC] tem os seus próprios processos internos para lidar com questões de corrupção no seio dos seus dirigentes”, que são também governantes.
Entre os dirigentes políticos do ANC recentemente implicados em casos de corrupção, encontram-se a porta-voz presidencial KhuselaDiko e o ministro da Saúde da província de Gauteng, BandileMasuku.
A moeda nacional, o Rand (ZAR), desvalorizou cerca de 0,9% relativamente ao dólar na sequência da reunião especial da direção do partido no poder.
Cerca de 660 contratos públicos relacionados com a aquisição de bens e serviços necessários para a resposta do Governo à pandemia da Covid-19, no valor de 5 mil milhões de rands (247.1 milhões de euros), estão a ser investigados pela Unidade Especial de Investigação (SIU, na sigla em inglês) criada em 1996 para investigar a corrupção no Estado sul-africano, segundo a polícia.
Em declarações ao canal público de televisão sul-africano SABC News, o analista político McebisiNdletyana disse hoje que a continuidade de Cyril Ramaphosa na presidência do país, bem como na presidência do partido no poder, estão “por um fio”, à medida que a indignação pública aumenta com as alegações de “corrupção galopante” no seio de elite dirigente.
“A indignação pública é o fatordiferenciador desta vez, este presidente prometeu um ANC completamente diferente e não se pode ter pessoas a roubar dinheiro no segundo ano da sua presidência, é como se não tivesse autoridade alguma”, salientou.
“Toda a reputação [de Cyril Ramaphosa], e toda a sua presidência, dependem da sua atuação. O ANC sempre falsificou as questões porque tem um monte de gente corrupta no partido e por isso é que não vai permitir a aplicação de medidas decisivas contra a corrupção porque os implica a todos”, afirmou o analista político sul-africano ao canal público.
O atual chefe de Estado sucedeu a Jacob Zuma, que em 2018 foi instado pelo partido a afastar-se devido a múltiplos escândalos relacionados com corrupção.
Uma comissão judicial de inquérito, liderada pelo juiz Raymond Zondo, investiga desde fevereiro 2018 alegações de mega corrupção e fraude na administração pública sul-africana, incluindo nos órgãos do Estado, de mais de 500 mil milhões de rands (24.7 mil milhões de euros) no mandato presidencial de Jacob Zuma, em que Cyril Ramaphosa ocupava o cargo de vice-presidente da República.
O astro do futebol internacional, Didier Drogba, recebeu uma má notícia, quando a Comissão Eleitoral da Federação Marfinense de Futebol (FIF) rejeitou sua candidatura à presidência da federação. “A comissão eleitoral (…) rejeita a candidatura do senhor Drogba Tébily Didier Yves Tébily”, diz um trecho do artigo 5 da decisão negativa da comissão.
Esta rejeição foi baseada nas críticas do ex-atacante por várias violações de requisitos de elegibilidade e destaca os desafios que o astro enfrentou ao tentar se estabelecer na indústria do futebol da Costa do Marfim, apesar de seu status internacional, histórico atlético e riqueza pessoal – e além de apenas ser um jogador em campo.
Requisitos de elegibilidade
Drogba, que foi parcialmente treinado na França e já jogou pelos clubes europeus Chelsea e Marselha, só conseguiu obter o patrocínio de dois clubes da primeira divisão – um a menos dos três exigidos.
Embora tenha, de fato, três clubes patrocinadores cadastrados, o terceiro tecnicamente não contava porque veio por meio do vice-presidente e não do próprio presidente que deu seu apoio ao presidente da Liga, Sory Diabaté (que conta com o apoio de seis clubes da Divisão 1).
Os grupos de interesse também devem seguir as mesmas regras, já que cada candidato deve obter o patrocínio de pelo menos um de cinco em particular. Drogba não conseguiu o apoio da Associação de Ex-Alunos nem da Associação de Jogadores da Costa do Marfim.
Da mesma forma, em arquivo, contou com o apoio da associação de árbitros (AMAF). No entanto, foi uma situação semelhante de falha por um tecnicismo visto que “o patrocínio” veio de uma pessoa “que não tem capacidade para vincular legalmente a AMAF”, segundo a comissão eleitoral.
Opinião pública e de pares
Uma das personalidades públicas mais famosas e celebradas da Costa do Marfim, Didier Drogba, foi um tesouro para a seleção nacional de futebol e recebeu de muitos de seus ex-companheiros de equipe e pares, como Eugène Diomande, os irmãos Yaya e Kolo Touré, Aruna Dindane e muitos outros.
Por outro lado, alguns de seus outros colegas da indústria mostraram apoio a Idriss Diallo, o ex-3º vice-presidente do Fif (apoiado em particular pelo atual vice-presidente do Fif), como Cyril Domoraud, Bonaventure Kalou ou Ahmed Ouattara. Ainda mais colegas como Didier Zokora, Youssouf Fofana e Abdoulaye Traore (conhecido como Ben Badi) apoiaram o presidente da Liga, Sory Diabaté.
O ícone do futebol marfinense tem cinco dias para fazer um apelo à comissão governante.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu cautela no uso de emergência de vacinas contra a covid-19, recordando que têm de possuir uma eficácia mínima de 30 por cento.
Segundo a cientista-chefe da OMS, SoumyaSwaminathan, o uso de emergência de uma vacina tem de ser ponderado “com cautela” e “caso a caso”, tendo em conta a sua eficácia e segurança.
SoumyaSwaminathan falava na habitual videoconferência de imprensa transmitida da sede da OMS, em Genebra, na Suíça.
De acordo com a responsável, “a aprovação prematura de uma vacina”, sem todos os estudos adequados finalizados, pode implicar que essa vacina tenha “baixa eficácia, não funcione ou tenha um perfil de segurança inaceitável”.
A cientista-chefe da OMS recordou que uma vacina para a covid-19 terá de possuir uma “eficácia mínima” de 30%.
“Idealmente, não queremos que uma vacina com menos de 30% de eficácia seja aprovada”, frisou.
A OMS está a trabalhar em conjunto com especialistas sobre os critérios de segurança e eficácia para aprovação de uma vacina para a covid-19.
Justificando a importância dos resultados de eficácia e segurança dos ensaios clínicos de vacinas experimentais, o diretor-executivo do Programa de Emergências Sanitárias da OMS, Mike Ryan, advertiu para o risco de se “negligenciar alguns efeitos adversos” se se começar a vacinar milhões de pessoas “muito rapidamente”.
A pandemia da covid-19 já provocou pelo menos 847.071 mortos e infetou mais de 25,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência noticiosa francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.822 pessoas das 58.012 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A covid-19 é uma doença respiratória causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Os estudantes da Nigéria saíram às ruas de Abuja, a capital, para exigir a reabertura de suas escolas, já fechadas como parte dos esforços para conter a disseminação do coronavírus.
“Exigimos a reabertura de nossas escolas, porque o sector educacional das escolas é o sector número um de qualquer nação progressista, disse um dos manifestantes.
Fomos informados de que há uma pandemia e eles não estão se mexendo porque você está, você deve saber que a única maneira de encontrar a cura é por meio da pesquisa, e as pesquisas são em instituições ”, ressaltou o estudante ofendido.
Em março, a Nigéria fechou escolas e outros locais de grandes reuniões ao impor o bloqueio das principais cidades para evitar a propagação do Coronavírus. Nesta semana, o governo anunciou que reabriria as fronteiras para voos internacionais em 29 de agosto.
“Os voos internacionais estarão abertos na próxima semana, então por que você não pode simplesmente abrir a escola? Você não pode ir à escola, mas pode abrir o mercado internacional, não pode abrir a escola, mas abre locais de culto religioso, não pode abrir a escola, mas abre mercados para as pessoas comprarem coisas, disse um manifestante.
Eles estão verificando as pessoas que estão entrando nos mercados? Eles vão com suas máscaras faciais? Os alunos podem cuidar de si próprios na escola, lamentou ela.
O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, aparecerá perante uma comissão de integridade para responder a perguntas sobre uma polêmica doação de campanha. Isso é de acordo com os funcionários de seu partido no governo.
O membro sênior do Congresso Nacional Africano, ANC Jessie Duarte, no entanto, não especificou quando Ramaphosa se apresentaria diante do painel do partido.
Ramaphosa, de acordo com o órgão anticorrupção da África do Sul, é acusado de enganar o parlamento sobre o dinheiro que recebeu em 2017, no valor de mais de $ 36.000 (£ 27.000). Ramaphosa afirma que foi uma doação para sua campanha pela liderança do ANC.
Como presidente, Ramaphosa apostou sua reputação na limpeza da política do país desde que substituiu Jacob Zuma.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) avisou que a reabertura “sem controlo” das sociedades e economias “é uma receita para a desgraça”, lembrando que a pandemia da covid-19 não acabou.
TedrosAdhanomGhebreyesus falava na habitual videoconferência de imprensa transmitida da sede da OMS, em Genebra, na Suíça.
“Compreendemos que as pessoas estão cansadas e querem continuar com a sua vida, compreendemos que os países querem reabrir as suas sociedades e economias. A OMS também quer, apoia a reabertura das economias e sociedades”, afirmou, advertindo que “abrir sem controlo é uma receita para a desgraça”.
Segundo o dirigente da OMS, “quanto mais controlo os países têm sobre o vírus” que causa a doença respiratória covid-19, “mais conseguem abrir” a sua economia e sociedade, condicionadas pelos efeitos da propagação da infeção.
“Queremos ver as crianças a voltarem às aulas e as pessoas a voltarem ao seu local de trabalho, mas queremos que isso ocorra de maneira segura”, acentuou, assinalando que a pandemia “não terminou” e que o coronavírusSARS–CoV-2 “dissemina-se rapidamente e pode ser fatal para as pessoas de todas as idades”.
TedrosAdhanomGhebreyesus recordou que “a maioria das pessoas continua suscetível” à infeção.
A pandemia da covid-19 já provocou pelo menos 847.071 mortos e infetou mais de 25,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência noticiosa francesa AFP.
Em Portugal, morreram 1.822 pessoas das 58.012 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Angola é talvez um dos países que melhor lidam com a pandemia de coronavírus na África Subsaariana. Recentemente, as autoridades organizaram uma cerimónia de assinatura de um contrato online com a empresa chinesa BGI Group de Shenzhen organizado na passada quinta-feira um para reforçar a capacidade de detecção do COVID-19 no país. Acredita-se que os motoristas de táxi são os mais expostos ao vírus
Serão construídos cinco laboratórios com capacidade diária de 6.000 exames.
Um estado de emergência imposto pelo governo no início de julho para conter a disseminação da Covid-19 foi mais tarde substituído por um estado de calamidade.
O Exército da Colômbia conseguiu resgatar 39 pessoas sequestradas pelo Exército de Libertação Nacional (ELN) na região de Chocó, localizada no oeste do país....
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou intensificar a ofensiva militar contra o Irã na próxima semana, caso Teerã não aceite negociar um...