O Supremo Tribunal dos Estados Unidos recusou na segunda-feira (07), invalidar uma diretiva das escolas públicas do Oregon que autoriza os estudantes transgénero a utilizar a casa de banho e balneários do sexo com o qual se identificam.
A mais alta instância judicial norte-americana, que tem seis magistrados conservadores em nove, não explicou os motivos pelos quais rejeitou o recurso dos pais de estudantes que contestam essa disposição, nomeadamente em nome de argumentos religiosos ou do direito à privacidade.
Esta decisão é a mais recente de um saga política e judicial já denominada como “a guerra das casas de banho”, que se arrasta há vários anos nos Estados Unidos.
Em 2016, o governo de BarakObama emitiu uma circular onde pedia ao sistema público de educação que permitisse aos alunos utilizarem a casa de banho e os balneários desportivos de acordo com o género com o qual se identificam.
Assim que chegou ao poder, o governo de Donald Trump revogou essas diretrizes, deixando a decisão para as jurisdições locais.
Alguns Estados conservadores adotaram leis para forçar os alunos a utilizar a casa de banho destinado ao seu sexo de nascença, enquanto outros, pelo contrário, assumiram a linha da administração democrata, incluindo o distrito de Dallas, no Estado de Oregon.
A decisão do Supremo Tribunal de deixar essa diretiva em vigor foi saudada pelos defensores das minorias sexuais, incluindo a poderosa associação antidiscriminaçãoACLU.
“O Supremo Tribunal reafirma que os jovens transgénero não são uma ameaça para outros estudantes”, comentou o advogado da ACLU, Chase Strangio.
A decisão envia “uma mensagem importante” num momento em que muitos Estados preparam novas ofensivas legislativas contra os mesmos, referiu o causídico, em comunicado.
João Machava, um dos principais rostos da autoproclamada Junta Militar, uma dissidência armada da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), aderiu ao processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), disse à Lusa o porta-voz do principal partido da oposição.
José Manteigas avançou que João Machava, com patente de coronel, foi desmobilizado no quadro da desativação da base do braço armado da Renamo no distrito de Mabote, província de Inhambane, sul de Moçambique.
“Não tenho detalhes, mas é o único João Machava que tínhamos na base de Mabote. Foi, sim, desmobilizado”, afirmou Manteigas.
João Machava era o comandante da base e com ele foram desmobilizados cerca de outros 300 guerrilheiros que viviam no local.
O Notícias, principal diário moçambicano, escreveu ontem que Machava passou à vida civil e voltou para a sua casa no distrito de Chokwé, província de Gaza, sul do país.
O ex-guerrilheiro apareceu ao lado do líder da Junta Militar da Renamo, Mariano Nhongo, no anúncio da criação deste movimento, em 2019, na serra da Gorongosa, centro do país, chegando a ser considerado o “número dois” da organização.
Na semana passada, o enviado pessoal do secretário-geral da ONU para Moçambique, Mirko Manzoni, disse que pelo menos seis bases da Renamo foram desativadas no âmbito do processo de DDR previsto no acordo de paz assinado em 2019 em Moçambique.
“Contam-se já um total de seis bases encerradas em 2020. Aguarda-se com expectativa o ano de 2021, o trabalho que temos pela frente é imenso”, referiu Mirko Manzoni, numa nota distribuída à comunicação social.
O acordo de paz em Moçambique foi assinado em agosto de 2019 pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e pelo presidente da Renamo, Ossufo Momade, prevendo, entre outros aspetos, o desarmamento, desmobilização e reintegração do braço armado do principal partido de oposição.
Segundo a fonte, há mais 3.700 guerrilheiros que aguardam pelo DDR, de um total de cinco mil guerrilheiros inicialmente previstos.
Apesar de progressos registados no processo, a Junta Militar tem contestado a liderança do partido e o acordo de paz, sendo acusada de protagonizar ataques visando forças de segurança e civis em aldeias e nalguns troços de estradas da região centro do país.
Os ataques têm afetado as províncias de Manica e Sofala e já provocaram a morte de, pelo menos, 30 pessoas desde agosto do ano passado.
O grupo exige novas condições de reintegração e a demissão do atual presidente do partido, Ossufo Momade, acusando-o de ter desviado o processo negocial dos ideais do seu antecessor, Afonso Dhlakama, líder histórico que morreu em maio de 2018.
Um total de 45% de moçambicanos infetados pelo novo coronavírus não apresenta sintomas da doença, revela um relatório da análise da situação epidemiológica divulgada ontem, pelo Ministério da Saúde.
De acordo com o relatório, do total de 16.326 casos positivos já registados no país, 45% são assintomáticos, 35% apresentam sintomas leves, 16% tem sintomatologia moderada, havendo ainda 3% de positivos sem informações e 1% com sintomas graves.
De acordo com o documento, todas as províncias moçambicanas têm casos de internamento por covid-19, sendo a cidade de Maputo, capital do país, a que tem o maior número, com 564, e a província de Niassa, no norte, o menor número, com apenas um caso.
Segundo os dados das autoridades de saúde, entre alguns países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Moçambique tem o menor número de óbitos por milhão de habitantes, com 5,31, numa lista que continua liderada pela África do Sul, com 408,63.
Desde o anúncio do primeiro caso de infeção pelo novo coronavírus, Moçambique registou um cumulativo de 16.326 casos positivos, 136 óbitos e 14.429 (88%) pessoas dadas como recuperadas da infeção.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.535.987 mortos resultantes de mais de 67 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em África, há 53.856 mortos confirmados em mais de 2,2 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais três óbitos devido à covid-19, elevando o número para 136, havendo ainda 82 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, anunciou o Ministério da Saúde.
Três cidadãos moçambicanos, de 43, 63 e 75 anos, perderam a vida, entre domingo e segunda-feira, durante o internamento em unidades hospitalares da cidade de Maputo, disse Benigna Matsinhe, diretora adjunta de Saúde Pública, na atualização de dados sobre a pandemia no Ministério da Saúde, na capital moçambicana.
Com os 82 novos infetados anunciados hoje, o total de casos registados no país subiu para 16.326, dos quais 16.013 são de transmissão local e 313 são importados.
O país contabiliza um total de 14.429 (88%) pessoas dadas como recuperadas da infeção.
Do total de 1.757 casos ativos em Moçambique, a cidade de Maputo, capital do país, tem 1.459, o maior número.
Moçambique testou cumulativamente 239.164 casos suspeitos de infeção, desde o anúncio do primeiro caso, em 22 de março.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.535.987 mortos resultantes de mais de 67 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em África, há 53.853 mortos confirmados em mais de 2,2 milhões de infetados em 55 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia no continente.
Angola regista 354 óbitos e 15.591 casos, seguindo-se Moçambique (136 mortos e 16.326 casos), Cabo Verde (109 mortos e 11.063 casos), Guiné Equatorial (85 mortos e 5.159 casos), Guiné-Bissau (44 mortos e 2.441 casos) e São Tomé e Príncipe (17 mortos e 997 casos).
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
A selecção nacional de futebol de sub-20, os Mambinhas, defrontam a África do Sul, na tarde desta terça-feira, em partida da última jornada do grupo A do torneio regional da categoria, prova que decorre em Port Elizabeth, uma das cidades sul-africanas. Este jogo é de caráter importância para o combinado nacional, já que vai definir a sua qualificação às meias-finais da competição
O combinado moçambicano de sub-20 tem uma partida difícil, esta terça-feira, nas contas para o apuramento às meias-finais do torneio regional da categoria, a Cosafa. Frente a África do Sul, os Mambinhas precisam de uma vitória ou empate para garantir a passagem à outra fase, tendo em conta o posicionamento das duas selecções na tabela classificativa.
A liderar o grupo A, com seis pontos, frutos de duas vitórias, nas primeiras duas jornadas, diante do Lesotho, por uma bola sem resposta, e Zimbabwe, por duas bolas a zero, os Mambinhas enfrentam os anfitriões, dispostos a assegurar a qualificação a todo custo, já que estão na segunda posição, com menos dois pontos, depois do empate a dois golos, frente ao Zimbabwe, e goleada de 7-0, ao Lesotho.
Pelas contas a serem feitas, um empate basta ao combinado nacional para chegar às meias-finais, e ainda mais, em primeiro lugar, relegando os sul-africanos a tentarem ser os melhores segundos classificados dos três grupos, para garantir a passagem.
Mas na pior das hipóteses, e tendo em conta o poderio do seu adversário, em caso de derrota, os Mambinhas precisam assegurar que os números não sejam acima de dois golos de diferença, uma vez que o saldo de golos pode ser determinante na selecção do segundo melhor. Neste momento os Mambinhas tem um saldo positivo de três golos, já que ainda não sofreu e, marcou um ao Lesotho e outros dois ao Zimbabwe.
Mas Dário Monteiro sabe que pode contar um conjunto bastante motivado, não só pelos resultados alcançados, mas também pela possibilidade de chegar a final da prova e garantir um lugar no Campeonato Africano das Nações da categoria, que terá lugar próximo ano.
Os jogos realizados no torneio Solidariedade, disputado antes da partida para Port Elizabeth, conferiram maior rodagem aos Mambinhas, que assim estão com pé e meio nas meias-finais, bastando para tal um empate ou mesmo a vitória, frente a África do Sul.
Os jogos das meias-finais disputam-se na sexta-feira, ficando a final marcada para domingo.
A Namíbia pôs à venda 170 elefantes. Não é a primeira vez que o país vende elefantes e outros animais selvagens.
O objetivo é diminuir as populações de paquidermes num território afetado pela seca e onde os conflitos entre as populações humanas e os animais são cada vez mais frequentes.
A Namíbia tem mais de 28 mil elefantes, nascidos após a independência do país em 1990, fruto de um programa de proteção da espécie que foi saudado no mundo inteiro.
No anúncio da venda, o governo informa que os compradores deverão cumprir as regras da CITES, a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção.
Em outubro, Windhoek já tinha posto à venda 100 búfalos selvagens. Em junho de 2019, após ter declarado o estado de catástrofe natural por causa da seca, o governo tinha proposto à venda de mil animais, entre os quais 600 búfalos, 150 antílopes, 60 girafas e 28 elefantes.
De acordo com o ministério do Ambiente, o objetivo é limitar as perdas dos animais e obter 1,1 milhões de dólares para a conservação das espécies.
O internacional moçambicano ao serviço do Lille da França, Reinildo Mandava, foi eleito Man of the Match (Homem do Jogo) na vitória da sua equipa sobre o Mónaco, por duas bolas a uma, em partida disputada no passado domingo, da 13ª jornada da Ligue 1.
Depois de ter entrado a faltarem cinco minutos na partida da Liga Europa, na passada quinta-feira,na vitória da sua equipa, o Lille, diante do Sparta de Praga, também, por duas bolas a uma, Reinildo Mandava foi chamado a titularidade, este domingo, já para o campeonato francês, e esteve em alta na vitória caseira dos Les Dogues sobre os Les Rouge et Blanc, com golos apontados por Jonathan David, aos 53 minutos, e Yusuf Yacizi, aos 65 minutos, para os donos da casa, e por Pietro Pellegri, ao cair do pano, para os visitantes.
Com muita determinação e certeza na abordagem dos lances, quer a defender e a atacar, Mandava acabou fazendo uma partida de luxo, o que valeu a sua eleição como melhor em campo, segundo escreve o jornal francês L’Equipe, e citado pelo Olho Clinico.
O internacional moçambicano foi totalista na partida e, para além de ter sido eleito o melhor do jogo, acabou recebendo votos suficientes para integrar a o Onze Ideal da Jornada 13 da Ligue 1, o principal campeonato de futebol daquele país europeu.
Com a vitória, a equipa do lateral esquerdo ocupa a segunda posição com 26 pontos, os mesmos do Lyon, que está na terceira posição, menos dois que o líder, PSG, que soma 28.
Os horizontes viram-se, agora, para uma espreita na titularidade, desta feita para a Ligha Europa, onde a sua equipa, o Lille, defronta o Celtic de Glasgow, na última jornada do grupo H, uma partida que vai decidir o líder do grupo. A partida tem lugar esta quinta-feira.
MEXER REGRESSOU AOS CONVOCADOS, MAS NÃO AO JOGO
Outro moçambicano que actua na França, Mexer Sitoe, regressou aos convocados do Bordéus, depois de mais de seis jogos sem ser opção no treinador da equipa, Jean-Louis Gasset. O central moçambicano que andou durante muito tempo lesionado, facto que impediu o jogador de dar seu contributo ao combinado nacional, na dupla jornada de qualificação ao CAN-2021, diante dos Camarões, está recuperado, e por isso mesmo ter sido chamado para o banco de suplentes.
Entretanto, Mexer ainda não assegurou a confiança do técnico para regressar aos jogos, tendo cumprido os 90 minutos no banco de suplentes, na vitória da sua equipa, o Bordéus, diante do Brest, a tangente.
Assim, o Bordéus ocupa a 10ª posição, com 19 pontos em 13 jogos, menos nove que o líder da prova, o PSG. Aliás, a equipa do moçambicano está a apenas quatro pontos dos lugares da Europa.
Uma menor de um ano e 10 meses afogada num buraco, três naufrágios com duas pessoas desaparecidas, famílias desalojadas e vias de acesso bloqueadas, é o balanço preliminar da chuva que caiu sobre a cidade da Beira nos últimos dias.
Segundo o secretário permanente do distrito da Beira, Frederico Meque, a criança em causa morreu na quinta-feira no bairro de Ndunda quando, na ausência da mãe, gatinhou e acabou por cair num buraco de aproximadamente metro e meio de profundidade.
Por outro lado, Frederico Meque deu a conhecer que três embarcações naufragaram na praia do Régulo Luís, originando o desaparecimento de duas pessoas. Decorrem buscas para o seu resgate. Na mesma circunstância, outros quatro tripulantes foram salvos.
“Visitámos os bairros de Mungassa e Ndunda, que consideramos propensos às inundações e constatámos que em algumas unidades as famílias estão em alerta para, na eventualidade de a chuva persistir, abandonarem os locais a tempo.
Meque garantiu, entretanto, que o Governo também está em prontidão para qualquer necessidade de salvar vidas. Para o efeito, o Comité Operativo de Emergência já foi accionado
Quatro toneladas de peixe e camarão fino seco foram apreendidas, quinta-feira, no mercado de pescado da Praia-Nova, na cidade da Beira, pelas autoridades de fiscalização, por terem sido capturadas na vigência do período de veda.
No país, a veda está em vigor desde 1 de Novembro com término previsto para 31 de Março do próximo ano.
Esta informação foi anunciada hoje pelo chefe de fiscalização no Departamento Provincial do Mar, Ȧguas Interiores e Pescas, em Sofala, César Maphossa, explicando que se trata de um produto ilegal resultante do uso de redes de arrasto durante o período de veda.
O produto foi capturado na costa marítima do distrito de Muanza e transportado numa embarcação a motor para a costa marítima da cidade da Beira.
De acordo com César Maphossa, a neutralização desta embarcação e da mercadoria resultou de um trabalho desencadeado por uma equipa multisectorial que, após tomar conhecimento da chegada do mesmo, fez se ao local onde os interpelou.
A fonte revelou que este é o primeiro caso de apreensão que se regista ao nível desta urbe e considerou como de grande vulto por ser em grandes quantidades.
Questionado sobre qual será o destino do produto capturado, César Maphossa referiu que poderá ser distribuído a instituições de caridade ou revendida em hasta pública.
Quanto à penalização a ser aplicada aos infractores, a fonte revelou que ao proprietário e ao transportador da embarcação apreendida será aplicada uma multa no valor de 50 mil meticais.
O chefe de fiscalização aproveitou a ocasião para apelar à comunidade a abandonar a prática da pesca ilegal, transporte e sua comercialização, porque estará a prejudicar o desenvolvimento das espécies.
Entretanto, interpelado pela nossa Reportagem o mesmo proprietário da embarcação, identificado como Fernando Mangane, confirmou o aluguer do seu meio para transporte da mercadoria até à costa marítima da cidade da Beira.
Alegou que não podia despedir os 20 trabalhadores que tem, tanto que, ainda não havia pago os seus salários e o tempo de veda é longo.
Por isso, decidiu aceitar o transporte do pescado como a sua última viagem de modo a arrecadar valores para honrar os seus compromissos com os seus funcionários.
Por sua vez, o transportador, Carlinhos Nunche, negou a sua participação, e defendendo que não sabia que se tratava de uma mercadoria ilegal nem que o período era de veda o que só descobriu quando chegou à Praia-Nova para descarregar os produtos.
O Gabinete Central do Combate à Corrupção quer o envolvimento das organizações religiosas no combate a este fenômeno. Para isso, manteve um encontro na segunda-feira (07), com líderes religiosos para falar do papel da religião na luta contra a corrupção.
O Gabinete do Central do Combate à Corrupção diz-se preocupado com os níveis de corrupção em Moçambique, mas considera que sozinho não está em condições de erradicar este fenômeno, daí que, segundo a directora do GCCC, Ana Maria Gemo, “a corrupção deve ser preocupação de todos”.
Isto porque o Gabinete Central do Combate à Corrupção sabe que ela está enraizada em diferentes formas e em quase toda a esfera social. Daí que um encontro com líderes religiosos poderia ajudar na erradicação da corrupção, já que estes têm um papel preponderante na educação social.
Aliás, Ana Maria Gemo defende que a educação, em matérias de corrupção deve ser dirigida em torno da prevenção de actos corruptos “para evitar falhar, para não ter que responsabilizar as pessoas, porque quando a gente vai para a repreensão, o facto já ocorreu, o dinheiro do erário público já saiu, já serviu interesses privados em prejuízo do interesse público. Então, o que se pretende é evitar que essas situações ocorram e nós contamos com a contribuição de todos vocês aqui presentes”.
Os presentes eram mesmo os líderes religiosos que, por sinal, mostram ter clareza do que a eles compete enquanto líderes espirituais dos cidadãos. Por exemplo, Hassane Magda considera “não difícil identificar o papel da religião no combate à corrupção”.
Magda defende que a religião deve ser um agente activo na “moralização da sociedade” e que só assim é que poderá distinguir o certo do errado e a corrupção, claramente, é uma coisa errada.
Essa moralização, para Dom Francisco Chimoio, significa também e principalmente incutir bons princípios nas pessoas. “Temos que pactuar por aquilo que é o bem, aquilo que constitui o crescimento normal das pessoas. E também a aquisição dos bens deve ser partindo do esforço que cada um exerce para fazer crescer esta sociedade”.
Enquanto isso, o representante do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos alertou os líderes religiosos para que não aceitem ser usados por pessoas desonestas. “Há pessoas que, em nome da religião, praticam a corrupção, entram no país em nome da religião e praticam actos de desonestidade e nesse momento nós é que ficamos em maus lençóis. Acabamos sendo mal vistos”.
O encontro com líderes religiosos promovido na segunda-feira pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção faz parte de um leque de actividades no âmbito da semana Internacional do Combate à Corrupção, que terá o ponto mais alto a 09 deste mês data em que se assinala o Dia Mundial de Combate à Corrupção.
Clemente Boca, antigo edil de Massinga, na província de Inhambane, um ex-vereador e outras quatro pessoas vão a julgamento, este mês, por alegada prática de corrupção que lesou o Estado em mais de dois milhões de meticais.
Os indivíduos simularam pagamentos de indemnizações a um cidadão que supostamente teria cedido um espaço ao Município de Massinga para construção de uma escola e casas para os membros da Assembleia Municipal de Inhambane. São ainda acusados de pagamento indevido correspondente a mais de 200 dias de alojamento a um grupo de formadores, que segundo apurou a investigação só tinha direito a 90 dias.
Com o esquema, o Estado teve um prejuízo de mais de dois milhões de meticais, dos quais apenas 15 mil meticais foram recuperados.
Quem também irá a julgamento, brevemente, é o antigo juiz presidente do Tribunal Judicial da Cidade da Maxixe, acusado de desviar mais de dois milhões de meticais dos cofres daquele tribunal.
Numa semana em que o país reflecte sobre a corrupção, a secretária de Estado em Inhambane, Ludimila Magune, fala do impacto negativo deste mal, na vida das pessoas.
A dirigente defende que a corrupção enfraquece as instituições e os valores da democracia, ética, justiça e compromete uma proporção importante dos recursos dos Estados destinados a melhorar as condições de vida das comunidades mais desfavoráveis. Por isso, a corrupção compromete, em parte, o desenvolvimento sustentável e o Estado de Direito.
Ludimila Magune diz ainda que a gravidade dos problemas e as ameaças decorrentes da corrupção podem criar instabilidade e insegurança na sociedade, pelo que cada moçambicano deve fazer a parte para a edificação de uma sociedade livre deste fenómeno.
A governante aproveitou a ocasião para apelar à promoção da integridade e de outros valores que permitam construir uma sociedade “íntegra, fundada na dignidade e honra”.
Aliás, ainda em Inhambane, há também três funcionários da Direcção Provincial de Saúde, que respondem em juízo alegado por envolvimento num esquema que lesou o Estado em mais de quatro milhões de meticais.
O grupo permitiu o uso indevido de mais de 106 mil litros de combustível, emitindo senhas sem no entanto registar em livro próprio daquela instituição as requisições feitas.
Todos os processos acima referidos já foram acusados pelo Ministério Público e correm trâmites no tribunal para efeitos de julgamentos.
A instalação clandestina de portagem numa estrada não classificada e cobrança de 250 meticais, por viagem a cada camionista de transporte de inertes, está a gerar conflitos entre várias associações que actuam no distrito da Moamba, província de Maputo.
Passam mais seis anos desde que a confusão se instalou na Moamba devido ao uso de uma estrada com cerca de 30 quilómetros, construída como alternativa para a circulação de camiões nas estradas do interior da vila sede daquele distrito.
Pela referida estrada, passam camiões de alta tonelagem carregados de areia do Incomáti. Contudo, andar por aquela via não é de borla, diz António Tembe, camionista que trabalha naquela via já há uns três anos.
“Tem os homens da associação que fazem a manutenção da estrada e os camiões pagam 250 meticais por viagem”.
Estima-se que cerca de 100 camiões usam a estrada em causa diariamente. Os 250 meticais por cada viagem fica nas mãos da Associação dos Transportadores de Inertes e Areeiros da Moamba. A cobrança está a gerar conflitos com as outras associações com interesses no mesmo troço.
A Associação dos Transportadores de Inertes e Areeiros da Moamba “estabeleceu essa taxa [250 meticais]”, contou António Tembe, para quem o valor era exigido mediante promessa de reparar a estrada, o que não aconteceu até hoje.
Um empresário do sector de transportes e carga, conhecido por “John e Filhos” é presidente da agremiação que ilegalmente cobra dinheiro aos camiões de carga. Ele defende-se dizendo que houve consenso para a fixação da tarifa em causa. “São eles, os utentes, os transportadores, que devem pagar [os 250 meticais]. Então isso é um consenso, não porque alguém acordou e decidiu marcar esse valor”.
O argumento é rebatido por Joshua Sitoe, também presidente da Associação dos Agricultores da Moamba, para quem o montante para o uso da via “foi estabelecido por eles. Não é de consenso porque não se consultou a ninguém. Nós vimos os camionistas a serem cobrados valores. Alguns deles vinham ter connosco para intervirmos e dissemos que não”.
O Conselho de Representação do Estado da Província de Maputo explica, através do director de infra-estruturas, Fernando Andela, que a taxa exigida aos camionistas é ilegal, tal como é a existência da portagem naquela estrada não classificada.
Segundo o interlocutor, as delegações da Administração Nacional de Estradas (ANE) e do Fundo de Estradas não têm conhecimento da existência de uma associação que opera nos moldes reportados. Se existe, “é de facto ilegal”.
Uma criança morreu e vinte adultos ficaram com alteração comportamental, por intoxicação alimentar, no distrito costeiro de Memba, na província de Nampula, devido ao consumo de farinha de mandioca amarga, supostamente, mal processada.
A intoxicação ocorreu recentemente na localidade de Simuco, no posto administrativo de Mazua, zona onde registou-se uma outra intoxicação alimentar em Junho deste ano, em que teriam morrido doze pessoas da mesma família, por consumirem carne de tartaruga contaminada.
O director distrital da saúde em Memba, Agostinho Maguenta, disse que a morte da criança deveu-se ao atraso da evacuação para a unidade sanitária local, com vista a sua desintoxicação e as vinte pessoas receberam tratamento médico e encontram-se fora de perigo.
Segundo explicou, primeiro suspeitava-se que a origem da intoxicação fosse carne da galinha, mas depois de se decidir confeccionar o alimento com outro caril, viu-se que o problema continuava, aliás, algumas galinhas e pintos que consumiram os restos da chima de caracata, também morreram.
“Portanto, para nós tratou-se de uma intoxicação alimentar por consumo da farinha de mandioca amarga e que pode estar relacionada com o seu mau processamento antes de ser confeccionada”, disse.
Contudo, o responsável afirmou que já foram colhidas amostras do produto consumido para efeitos de exames laboratoriais, na cidade de Nampula, cujos resultados poderão ser conhecidos nos próximos dias.
Em tempos idos o distrito de Memba foi assolado por uma vaga de fome que levou ao consumo massivo da mandioca amarga resultando na morte de muitas pessoas.
Agostinho Maguenta referiu que a mandioca amarga está associada a uma patologia denominada “Konzo”, cujas consequências podem culminar com a paralisia além de alteração do comportamento dos infectados.
O Gabinete de Combate a Corrupção, ao nível da província de Maputo, está a investigar 108 processos de corrupção, cometida por diferentes quadros de direcção, naquela parcela do país.
Os titulares dos processos constam órgãos de direcção e chefia, agentes da Polícia da República de Moçambique, indiciados nos crimes de corrupção activa e passiva, peculato e abuso de cargo.
Nestes processos foram desfalcados cerca de dois milhões de meticais e há necessidade de actuar de forma severa para acabar com o fenómeno, disse Hélio Nuvunga, do Gabinete Provincial de Combate a Corrupção.
“Na presente semana, durante as actividades de prevenção e combate ao fenómeno, ganharam maior visibilidade”, referiu.
Nuvunga reiterou a promessa de ser implacável com todos aqueles que se envolverem em actos que lesam o Estado, segundo anunciou, Hélio, magistrado do Gabinete provincial de Combate a corrupção.
O facto foi anunciado ontem (7), na cidade da Matola, província de Maputo, durante as celebrações do dia Internacional de Combate a corrupção que se assinala na 4ª feira
As conferências episcopais da África do Sul e de Moçambique defendem que a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) deve ajudar as autoridades moçambicanas a combater a insurgência armada em Cabo Delgado porque o sofrimento das pessoas é dramático.
Uma missão das duas conferências terminou na sexta-feira, 4, uma visita à província de Cabo Delgado, onde observou as dramáticas condições em que vivem milhares de deslocados de guerra, na cidade de Pemba.
O programa incluiu deslocações aos centros que acolhem as pessoas fugidas dos distritos de centro e norte de Cabo Delgado, por causa da insegurança.
Para o presidente da Comissão de Justiça e Paz na Conferência Episcopal da África do Sul, que integra os bispos de Eswatini e Botswana, a SADC deve ter um papel activo na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, “tanto mais que o conflito não está a afectar apenas Moçambique, porque as vítimas dos ataques estão à procura de segurança em quase toos os países da região”.
Victor Palana afirma ser necessário materializar os objectivos da SADC nos domínios político-militar e diplomático, visando não apenas o combate à insurgência como também o reforço das acções de assistência às vítimas dos ataques terroristas.
Palama avança ser importante o reforço das relações diplomáticas entre os países membros da SADC, para identificar a origem do problema, combater o terrorismo e prestar assistência humanitária aos deslocados.
O apelo à intervenção da SADC em Cabo Delgado foi feito também pelo vice-presidente da comissão da Justiça e Paz na Conferência Episcopal de Moçambique, bispo Dom Inácio Saure, para quem, a solução para o problema de sofrimento das pessoas passa pelo fim da guerra, e neste particular, os países da região devem ter um papel activo.
Entretanto, o bispo de Eswatini, Dom José Luiz, afirma ter ficado bem impressionado pelo facto de os deslocados, apesar de terem perdido tudo, acreditarem num amanhã diferente.
Refira-se que, recentemente, alguns líderes da SADC questionaram o facto do Governo de Moçambique não apresentar um plano coerente para a intervenção da região no combate aos insurgentes em Cabo Delgado.
Cerca de uma centena e meia de candidatos de todas as classes profissionais, entre eles jornalistas com a capa de sociedade civil, concorrem para sete lugares de vogais na Comissão Nacional de Eleições (CNE), em Moçambique.
A corrida deste ano, mostra uma apetência jamais vista para aqueles lugares, o que para alguns sectores de opinião, mostra uma desorganização da própria sociedade civil.
“Para nós, enquanto ativistas da sociedade civil, estamos a demonstrar fraca organização dos processos”, disse Alberto Manhique, ativista social, que desde 2003 participou, como membro do Observatório Eleitoral, nos processos que culminaram com a submissão das propostas da sociedade civil para a CNE.
Na sua avaliação, da forma como a corrida deste ano está acontecendo, as perspetivas não são lá muito boas.
“Antes já tínhamos vogais da sociedade civil que eram cooptados pelos partidos políticos para defender os seus interesses; desta vez, do jeito que as coisas estão, teremos membros de partidos políticos na fictícia sociedade civil e aqueles que o partido político vai indicar como estabelece a Lei eleitoral, portanto, ao invés de consolidar os ganhos conquistados, vamos perder as conquistas” defendeu Manhique.
Do lado dos três partidos com assento parlamentar – Frelimo, Renamo e MDM – já há indicação de quem deverá ocupar.
A Frelimo, no poder, vai manter três vogais, e indicar dois novos, entre eles Carlos Cauio.
Da Renamo continua Fernando Mazanga, ex-porta-voz e próximo do falecido líder Afonso Dhlakama. O MDM vai manter Barnabé Nkomo, autor do popular livro “Um Homem, Uma causa”, sobre Urias Simango, um dos fundadores da Frelimo e pai do atual edil da Beira, Daviz Simango.
Mazanga e Nkomo, que conhecem a casa e os desafios, enquanto esperam pela confirmação da sua eleição, dizem que quem quer que venha a fazer parte do órgão, tem que ter a capacidade de mudar o comportamento.
“Todo aquele que é membro da Comissão Nacional de Eleições, na minha opinião, deve primar pela imparcialidade, isto é fundamental” apontou Mazanga.
“Para mim, o problema dos processos eleitorais não é a lei, tem a ver com o comportamento das pessoas durante o percurso, então é preciso moldar as pessoas para entenderem e dar as mãos para que os processos eleitorais em Moçambique sejam livres e transparentes” defendeu Nkomo.
Nesta terça-feira os candidatos da sociedade civil vão à primeira avaliação parlamentar, de onde serão apurados os que irão à votação final pelo plenário.
Esta é a primeira vez que o jovem, de 23 anos, admite ter colaborado no plano do ataque que matou 22 pessoas e feriu outras tantas.
HashemAbedi, que está a cumprir uma pena de prisão de 55 anos, pela morte de 22 pessoas no ataque bombista à Arena de Manchester, admitiu a autoria do crime pela primeira vez.
O jovem de 23 anos assumiu o envolvimento no ataque na sequência de um inquérito relacionado com o atentado terrorista que aconteceu em maio de 2017, durante um concerto da Ariana Grande.
A 22 de outubroHahemAnedi confessou ter tido um papel crucial no planeamento e preparação do ataque.
Recorde-se que Hahem, que é irmão de SalmanAbedi, que foi quem detonou a bomba, tinha sido declarado inocente no início do ano. O jovem afirmava na altura que nada tinha a ver com o ataque perpetrado pelo irmão, afirmando mesmo que estava chocado com o que o irmão tinha feito.
As Forças Armadas dos Estados Unidos e do Japão realizaram hoje uma demonstração de coordenação militar, com manobras no arquipélago japonês abertas à imprensa e focadas num possível ataque a ilhas remotas do território.
As manobras de YamaSakura, que se realizam desde o dia 2 de dezembro na prefeitura japonesa de Kumamoto, no sudoeste do Japão, foram hoje abertas aos jornalistas radicados no país asiático, numa altura de crescente assertividade da China na região.
“Para uma região Indo-Pacífico livre e aberta, a melhoria das nossas capacidades operacionais conjuntas é uma tarefa urgente”, disse o tenente-general RyojiTakemoto, chefe da Divisão Oeste da secção terrestre das Forças de Autodefesa do Japão, citado pela agência de notícias japonesa Kyodo.
O exercício de simulação, que vai durar até 15 de dezembro, envolve a participação de 4.000 soldados japoneses e cerca de 1.000 soldados norte-americanos, incluindo membros de unidades remotas que se juntarão ao exercício via ‘online’.
As manobras de YamaSakura, que os dois exércitos realizam desde 1982, é um dos maiores exercícios conjuntos EUA – Japão.
As Forças Armadas dos dois países também iniciaram hoje mais um exercício militar, o Forest Light, que vai durar até 18 de dezembro, nas prefeituras de Niigata e Gunma, a noroeste de Tóquio, e durante o qual serão usados helicópteros CH-47 e MV. -22s.
O exercício “deve dar confiança não apenas às Forças de autodefesa japonesas e aos fuzileiros navais dos Estados Unidos, mas a todos os nossos parceiros e aliados na região, de que estamos prontos para trabalhar ombro a ombro contra qualquer adversário”, disse Kyodo ao Tenente-Coronel Neil Berry dos EUA.
A divulgação mediática dos exercícios bilaterais ocorre num momento de crescente tensão, devido ao aumento da atividade da China na região e, mais especificamente, à disputa territorial entre Tóquio e Pequim em torno das Ilhas Senkaku (Diaoyu para a China).
Navios chineses entram com frequência nas águas deste arquipélago, administrado pelo Japão, mas reclamado pela China e Taiwan.
O engenheiro romeno BurzoCiprian criou uma máscara transparente e inteligente que deteta pessoas assintomáticas, ou seja, que estão infetadas com Covid-19 e não sabem.
De acordo com o jornal espanhol 20 Minutos, a máscara incorpora várias funções inteligentes: Faz uma análise do ar para detetar vírus como o SARS–CoV-2, mede a febre do utilizador da mesma e notifica possíveis contactos de risco.
A ‘obra’ do engenheiro já lhe rendeu um prémio nos EUA, atribuído pelo concurso Pandemic ResponseCoLab do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
A máscara é feita de materiais plásticos criados por impressão 3D. Na parte da frente tem um dispositivo modular com um sensor bluetooth. Já na lateral há um filtro de ar para uma melhor ventilação e um sensor de temperatura, assim como um pequeno LED que mostra a temperatura corporal do utilizador.
Através do bluetooth, a máscara transmite à aplicação instalada no smarthphone – com o qual foi conectada – todos os dados sobre a qualidade do ar e temperatura.
Se detetar o coronavírus ou aumento de febre, a app avisa o utilizador que deve procurar um médico e avança com uma percentagem da probabilidade de estar infetado.
Além disso, a máscara deteta outras máscaras até 300 metros de distância. Se algum dos utilizadores representar perigo, os contactos de risco recebem um alerta no telemóvel tal como a aplicação ‘Stay Away Covid‘.
A Escola Internacional de Maputo Pretende contratar para o seu quadro de pessoal para o ano lectivo de 2021, professores/as devidamente capacitados para o Ensino Secundário e Pré-Universitário. Saiba mais.
A Escola Internacional de Maputo Pretende contratar para o seu quadro de pessoal para o ano lectivo de 2021, professores/as devidamente capacitados para o Ensino Primário. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente do Projeto Abrigo. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Sénior de Segurança. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Segurança e Ambiente. Saiba mais.
O Fórum das Associações de Pessoas com Deficiência (FAMOD) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Capacitação do Staff. Saiba mais.
A Meco Empreendimentos é uma Empresa inovadora nos serviços de Recursos Humanos, Recrutamento e selecção de mão de Obra, pretende recrutar um(a) Estagiário/a de RH. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento Urbano – PAMODZI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração e Finanças. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente um (1), Representante de Vendas de Van. Saiba mais.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) pretende recrutar um (1) Inquiridor – Cabo Delgado. Saiba mais.36. Vagas para Inquiridores – Niassa
O Instituto Nacional de Estatística (INE) pretende recrutar dois (2) Inquiridores – Niassa. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes Estagiários de Engenharia de Construção Civil. Saiba mais. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Estagiário de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
O Conselho de Ministros nomeou Dino Foi para o cargo de Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável (FNDS),...
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