Uma pessoa morreu no fim-de-semana por Covid-19, elevando para 807 o cumulativo de vítimas mortais desde a eclosão da doença em Março do ano passado.
A vítima é uma mulherde 23 anos de idade, de nacionalidade moçambicana, que estava hospitalizada na cidade de Maputo. No mesmo período, 68 indivíduos testaram positivo para a doença, sendo que a área metropolitana do Grande Maputo concentra 44 dos novos casos.
Assim, o país já notificou 69.665 casos positivos, 68.349 dos quais de transmissão locale os restantes importados.
No período em causa, sete pessoas foram admitidas nos centros de isolamento e tratamento da doença e igual número recebeu alta. Há, actualmente, 40 pessoas a receberem cuidados nos centros de tratamento.
Entretanto, foram registados 93 casos de recuperação da Covid-19, na sua maioria nacionais, elevando para 62.501 o número de indivíduos curados.
As autoridades sanitárias referem que no esforço de combate à Covid-19, o cumprimento das medidas de prevenção e orientações das autoridades de Saúde é um meio-caminho andado para se vencer a pandemia.
Para além de cumprir as medidas de prevenção, o MISAU apela à adesão aos postos de vacinação por todas as pessoas que fazem parte dos grupos contemplados na segunda fase, que se prolonga até 1 de Maio próximo.
As autoridades venezuelanas detiveram a diretora de uma conhecida agência de modelos de Caracas, acusada de recrutar jovens mulheres para fins de exploração sexual, anunciou o procurador-geral da Venezuela.
Detida em Maiquetía [principal aeroporto do país], Jenny Lorena Rosales depois de o Ministério Público emitir um mandado de detenção ao determinar a sua responsabilidade na captação de jovens da agência Sambil Model para exploração sexual”.
Segundo Saab, a exploração sexual das jovens era feita pelo grupo criminoso Negro Fábil, em El Callao (sul da Venezuela).
O procurador-geral da Venezuela precisou que foram também emitidos mandados de detenção contra uma outra mulher, Ana Victoria Meses, que atuava como “captadora” e dois homens, António Parada e Fábio González, que eram “organizadores e financiadores.
As detenções, segundo a imprensa local, tiveram lugar depois de serem confiscados vídeos e fotos de crianças que teriam sido feitos sem o consentimento dos pais e publicados num ‘site’.
Três capacetes azuis ficaram gravemente feridos na sequência de tiros de morteiros no norte do Mali, indicaram responsáveis locais e da Organização das Nações Unidas (ONU).
O porta-voz da missão das Nações Unidas no Mali (Minusma), Olivier Salgado, disse que o ataque ocorreu durante a tarde em Tessalti, uma cidade no norte do Mali que acolhe soldados malianos, capacetes azuis e militares franceses.
Três capacetes azuis ficaram “gravemente feridos” durante o ataque, acrescentou o porta-voz, sem revelar a sua nacionalidade.
A retirada dos feridos está “em andamento”, acrescentou a mesma fonte, sem adiantar mais detalhes.
Um representante local de Tessalit, que falou sob condição de anonimato, disse que o acampamento foi atacado por morteiros, atingindo o quartel dos capacetes azuis do Chade.
Corpo de Jimi foi encontrado seis horas depois de se atirar ao rio Thames. Dois jovens atiraram-se ao rio Thames, em Londres, para salvar uma mulher que caíra da London Bridge. O incidente aconteceu depois da meia-noite de sábado, tendo um dos jovens acabado por morrer.
A vítima é Folajimi Olubunmi-Adewole, de 20 anos. O jovem morreu afogado ao tentar salvar a mulher e está, por isso, a ser chamado de herói.
Equipas de emergência foram chamadas ao local e conseguiram retirar a mulher e o outro jovem das águas. O corpo de Folajimi foi encontrado apenas seis horas depois.
Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de homenagem ao jovem, que alguns dizem que se atirou ao rio para salvar uma mulher que queria suicidar-se.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista para um Projecto de promoção da Igualdade e Equidade do Género. Saiba mais.
A EA – Private Employment Agency pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Género e Inclusão Social. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MEL). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Programa. Saiba mais.
O papa apelou aos novos padres para se afastarem “da vaidade, orgulho e dinheiro”, porque “o diabo entra ‘pelos bolsos'”, na missa celebrada na Basílica de São Pedro, na qual ordenou nove sacerdotes, informou a agência EFE.
“Afastai-vos, por favor, da vaidade, do orgulho do dinheiro: o diabo entra ‘pelos bolsos’, pensai nisto”, advertiu o sumo pontífice aos novos diáconos, a quem exortava a serem “pobres que amam os pobres” e a pensarem mais no sacerdócio como uma “carreira eclesiástica”.
“Isso não é uma corrida, é um serviço”, acentuou o papa.
A este propósito disse aos novos sacerdotes: “se tu viras funcionário” e “quando o padre se torna empresário, seja da freguesia, seja da escola, perde aquela proximidade com o povo” para acabar por se tornar “empresário, padre empresário, não servo (de Deus)”, quando na realidade os sacerdotes “são pastores”.
No final da cerimónia, celebrada no altar-mor da Basílica de São Pedro, o da Cátedra, que não era usado desde o início da pandemia, o papa beijou as palmas das mãos dos novos padres.
De seguida, num gesto de proximidade, aproximou-se dos numerosos familiares e amigos dos novos sacerdotes que ocupavam os primeiros bancos da Basílica. Ali, já sem máscara, Francisco apertou-lhes a mão, conversou com muitos de forma descontraída e até acariciou os cabelos de algumas crianças e idosos.
Entre os nove padres ordenados pelo papa, está Samuel Piermarini, um jovem italiano que surgiu nos `media´ nos últimos dias por causa da sua história invulgar: foi chamado para ser jogador profissional de futebol, mas decidiu não assinar pelo clube que lhe oferecia essa possibilidade e no ano seguinte ingressou no seminário.
Também entre os novos padres ordenados estão o ex-cineasta italiano Riccardo Cendano, que, aos 40 anos, resolveu mudar a sua vida, o colombiano Diego Armando Barrera Parra, 27, e o brasileiro Mateus Enrique Ataide de Cruz, de 29 anos.
Mais de 30 mísseis foram disparados desde a Faixa de Gaza contra Israel, após confrontos em Jerusalém entre um grupo de judeus de extrema-direita, palestinianos e polícias, levando a um ataque de “retaliação” pelo exército israelita.
De acordo com a agência de notícias Efe, que cita fontes palestinianas, o ataque contra Israel não fez “quaisquer danos ou ferimentos”, enquanto do ataque contra alvos no Hamas no enclave não resultaram feridos, mas “foram registados danos materiais graves”.
Os 36 foguetes disparados esta manhã representam o maior número de lançamentos desde fevereiro de 2020 e ocorrem num “quadro de tensão crescente” na área, depois de vários confrontos registados durante a última semana entre palestinianos e israelitas em Jerusalém.
Até agora nenhuma fação palestiniana em Gaza reivindicou os disparos, mas, descreve a Efe, “diferentes grupos armados emitiram uma declaração conjunta avisando Israel que pagaria um preço pela repressão das manifestações em Jerusalém”.
A violência em Jerusalém começou há 10 dias, depois de a polícia israelita ter proibido multidões de pessoas na Porta de Damasco, na Cidade Velha, durante o mês santo muçulmano do Ramadão, algo que enfureceu a população palestiniana de Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel e desencadeou uma série de confrontos.
O ataque vindo de Gaza aconteceu depois de uma “noite particularmente violenta”, da qual resultaram 120 feridos e 50 detidos, após “fogo cruzado envolvendo um grupo de judeus de extrema-direita cantando “Morte aos Árabes”, palestinianos e polícias”, noticia a agência AFP.
A polícia e os jovens palestinianos “brincaram ao gato e ao rato” perto da Porta de Damasco, após a oração final de sexta-feira por dezenas de milhares de adoradores na Esplanada das Mesquitas, o terceiro local mais sagrado do Islão, durante o mês muçulmano do Ramadão.
Os palestinianos atiraram garrafas de água e pedras à polícia, que usaram granadas atordoantes para tentar dispersar a multidão, enquanto eram registados mais incidentes em vários bairros palestinianos em Jerusalém Oriental.
Também na sexta-feira à noite, centenas de palestinianos reuniram-se na passagem de Qalandiya, que liga Israel e a Cisjordânia, e incendiaram vários objetos, atiraram pedras e cocktails Molotov no Túmulo de Raquel, um local sagrado judeu em Belém na Cisjordânia ocupada, havendo igualmente protestos em Ramallah, a sede da Autoridade Palestiniana.
Em retaliação, o exército israelita bombardeou alvos, do Hamas na Faixa de Gaza.
“Aviões de combate e helicópteros atingiram alvos militares do Hamas na Faixa de Gaza, incluindo infraestruturas subterrâneas e lança-foguetes”, disse o exército israelita numa declaração, que detalhava que o ataque era uma retaliação pelo lançamento de projéteis a partir do enclave durante a madrugada.
O Hospital Central de Maputo realizou, pela primeira vez, na quinta-feira (22), uma cirurgia torácica vídeo-assistida, para a remoção de um pulmão, através de uma abertura de poucos centímetros no corpo do doente.
Um idoso de 60 anos de idade, cujo pulmão estava deteriorado, o que condicionava a sua respiração e lhe provocava tosse com sangue, foi o primeiro paciente, no país, a experimentar o novo procedimento cirúrgico.
O director do Departamento de Cirurgias do Hospital Central de Maputo, Atílio Morais, referiu que na cirurgia torácica vídeo assistida de porta única, as aberturas através das quais são colocados os instrumentos cirúrgicos e de filmagem são muito pequenas.
E como não é aberta toda a cavidade, as imagens captadas pela microcâmara introduzida no organismo são visualizadas através de um ecrã. E o órgão afectado é retirado através de uma abertura de poucos centímetros.
“Por vídeo toracoscopia fazemos mais biópsias, remoção de partes doentes e esta é a primeira vez que tiramos todo o órgão doente e com uma pequena incisão”, esclareceu o cirurgião.
Esta intervenção, que acontece pela primeira vez no país, contou com a presença do cirurgião torácico Diego González-Rivas, médico espanhol que inventou a técnica de uma incisão.
“Já era possível fazer este tipo de cirurgias antes, mas eram feitas três incisões e foi ele quem inventou esta técnica uni-portal. Já vínhamos organizando a vinda dele há um ano e está no país apenas por dois dias, mas já estamos a organizar a vinda dele para o próximo ano”, disse Atílio Morais.
O médico-cirurgião aponta as vantagens da técnica, por exemplo, o doente fica com uma cicatriz de poucos centímetros, o que evita dor na recuperação e, diferentemente dos procedimentos cirúrgicos tradicionais, este tem como vantagem a facilidade na recuperação, que passa de 48 horas para 24 horas na sala de reanimação “se a operação fosse tradicional, a ferida seria grande e teríamos de pôr mais tubos, esta inovação é muito diferente e muito vantajosa”.
O cirurgião sublinhou quem há, ainda, vantagens para o hospital, uma vez que, com esta técnica, o hospital tem menos custos com o internamento dos doentes.
De acordo com o profissional de saúde, foram operados, através da técnica, dois pacientes e as cirurgias correram bem e, esta sexta-feira, poderão sair da sala de reanimação para enfermaria.
Moçambique é o 115º país a beneficiar-se do procedimento.
Doze polícias foram mortos no Afeganistão, incluindo sete numa emboscada dos talibãs a sul de Cabul, anunciaram os responsáveis afegãos.
O ataque ocorreu na província de Logar na mesma altura em que o comandante das forças norte-americanas e da NATO no Afeganistão, o general Scott Miller, declarava que tinham começado os preparativos para a retirada das forças estrangeiras no país, como foi ordenado recentemente pelo Presidente Joe Biden.
“Sete polícias morreram e três outros ficaram feridos numa emboscada montada pelos talibãs” no distrito de Mohammad Agha, disse Dedar Lawang, porta-voz do governador da província de Logar, à qual pertence este distrito. A polícia da província confirmou o ataque.
Eles pertenciam a uma unidade que guardava as minas de cobre, tendo a polícia da província confirmado o ataque.
O Afeganistão, cuja economia foi severamente afetada por décadas de conflito e corrupção desenfreada, tem reservas de cobre, ferro, cobalto e lítio.
Cinco outros polícias morreram e quatro ficaram feridos no distrito de Maiwand, na província de Kandahar, no sul do país, um bastião dos insurgentes, quando um carro cheio de explosivos bateu num veículo policial, adiantaram as autoridades.
O Ministério do Interior afegão apontou recentemente que os talibãs tinham perpetrado seis ataques suicidas e um total de 62 atentados à bomba nos 10 dias anteriores, matando mais de 60 e ferindo 180 civis.
A violência continua em várias províncias afegãs, apesar das negociações entre o Governo afegão e os talibãs.
Perante jornalistas em Cabul, o general Miller declarou que tinham começado os preparativos para retirar os soldados norte-americanos e entregar as bases sobretudo “ao Ministério da Defesa e às outras forças afegãs”.
O Governo norte-americano tem prevista a retirada de todas as tropas no Afeganistão até 11 de setembro, quando se assinala o 20.º aniversário dos atentados de 2001, que conduziram à guerra no país.
Numerosos analistas temem que esta retirada permita uma nova guerra civil no Afeganistão ou o regresso dos talibãs ao poder, do qual foram expulsos no final de 2001.
A partida dos 2.500 militares norte-americanos ainda no Afeganistão inicia-se em 01 de maio, juntamente com outros soldados da NATO. A Missão Apoio Resoluto da Aliança Atlântica junta 9.600 militares de 36 países, incluindo Portugal.
O chefe dos rebeldes no Chade, Mahmat Mahadi Ali, manifestou disponibilidade para cumprir um cessar-fogo, duas semanas depois de ter lançado uma ofensiva contra o regime no país.
“Manifestámos a nossa abertura para uma trégua, um cessar-fogo (…), mas esta manhã fomos novamente bombardeados. Não podemos respeitar um trégua unilateralmente. Uma trégua deve ser feita de ambos os lados”, afirmou Mahadi Ali, do grupo rebelde FACT (‘Front for Change and Concord in Chad’), citado pela agência France-Presse.
O país africano vive num clima de instabilidade, agravada pela morte do Presidente, Idriss Déby Itno, ocorrida na terça-feira, enquanto comandava o Exército chadiano na luta contra os rebeldes no norte do país.
Há 30 anos no poder, Déby tinha sido reeleito para um mandato de seis anos, em eleições presidenciais realizadas em 11 de abril, dia em que o grupo rebelde FACT lançou uma ofensiva a partir das suas bases de retaguarda na Líbia.
O Exército chadiano anunciou que tinha provocado mais de 300 baixas entre os rebeldes, mas o Presidente acabou também ferido e morreu em batalha.
Após o anúncio da morte do Presidente, os militares, que têm agora o poder no Chade, revelaram a intenção de realizar eleições “livres e democráticas” após um “período de transição” de 18 meses, em que o país será liderado por um conselho militar.
Esse conselho militar é presidido pelo tenente-general Idriss Déby Itno, filho do falecido Presidente.
Sobre o processo de transição, o líder dos rebeldes, Mahmat Mahadi Ali, falou num esforço de “diálogo inclusivo”.
“Estamos em sintonia com a oposição e a sociedade civil, que exigem um diálogo inclusivo”, disse em declarações à AFP.
Milhares de pessoas participaram, em Paris, numa “marcha lésbica”, exigindo o acesso de todas as mulheres à procriação medicamente assistida (PMA).
A manifestação juntou cerca de 4.400 pessoas, de acordo com a polícia local, e 10 mil.
O protesto aconteceu numa altura em que em França se debate uma lei de bioética e depois da rejeição por parte do Senado, em fevereiro, da extensão da PMA a mulheres solteiras e a casais de mulheres, provocando a ira de ativistas que criticaram uma “lei de descontos” e uma “palavra lésbica totalmente ausente” dos debates.
A abertura da PMA a todas as mulheres era uma promessa do ex-presidente François Hollande (2012-2017) e depois do atual chefe de estado francês Emmanuel Macron.
“Lésbicas muçulmanas e orgulhosas”, “o feminismo é a teoria, o lesbianismo é a prática” ou “nós somos o génio lésbico”, podia ler-se em alguns cartazes empunhados pelos manifestantes, que levavam também bandeiras arco-íris, símbolo da comunidade LGBTQI+.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ameaçou colocar as Forças Armadas na rua para “garantir a ordem” se as restrições decretadas por vários governadores brasileiros para travar a covid-19 levarem ao “caos”, relata a agência noticiosa Efe.
“Se tivermos problemas, temos um plano sobre como entrar no campo (…). Eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. O nosso Exército, as nossas Forças Armadas, se necessário, vão para as ruas”, avisou o líder brasileiro durante uma entrevista na rede de televisão “A Crítica”, emitida na sexta-feira à noite.
Bolsonaro voltou a criticar medidas como confinamentos e recolher obrigatório que governadores de vários estados do Brasil adotaram de forma a combater a pandemia causada pelo novo coronavírus, descrevendo-as como quarentenas “absurdas” e “cobardes”.
“As nossas Forças Armadas podem ir para as ruas, dentro das quatro linhas da Constituição, para fazer cumprir o quinto artigo” da Carta Magna, que se refere às liberdades individuais, explicou.
O presidente Bolsonaro afirmou que não pode “extrapolar” a lei, mas recusou-se a dar mais detalhes sobre aquilo que garantiu já ter discutido com 23 ministros do seu Governo.
“Falámos disso, do que fazer no caso de se implantar um caos generalizado no Brasil por causa da fome, devido à forma cobarde como algumas pessoas querem impor essas medidas, medidas restritivas para que as pessoas fiquem dentro de casa”, apontou.
As declarações de Bolsonaro, que já se confessou admirador da ditadura militar no Brasil entre 1964 e 1985, surgem numa altura em que está sob pressão pela forma controversa como tem vindo a gerir a pandemia, que já provocou mais de 386 mil mortos e 14,2 milhões infetados no Brasil.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro minimizou a gravidade do novo coronavírus, a que chamou “gripezinha”.
De acordo com a Efe, o Senado brasileiro planeia iniciar na próxima semana os trabalhos de uma comissão especial criada para investigar as possíveis “omissões” do governo Bolsonaro e das administrações regionais na luta contra a covid-19.
Com uma média de três mil mortes por dia, o Brasil é o país com o segundo maior número de mortes associadas à doença causada pelo novo coronavírus, depois dos Estados Unidos da América.
Não há, neste momento, evidências para concluir que a miocardite é um risco associado a esta vacina, assegura a farmacêutica.
Ministério da Saúde de Israel informou no domingo que está a examinar um pequeno número de casos de inflamação cardíaca em pessoas que receberam a vacina contra a Covid-19 da Pfizer, embora ainda não haja qualquer conclusão.
A Pfizer sustentou que não observou uma taxa mais alta da referida condição do que seria normalmente esperado na população em geral.
O coordenador da resposta à pandemia em Israel, Nachman Ash, adiantou que um estudo preliminar mostrou “dezenas de incidentes” de miocardite, principalmente após a segunda dose, entre mais de cinco milhões de pessoas vacinadas.
No entanto, o responsável disse não ser claro se os casos estão relacionados com o fármaco contra o SARS-CoV-2. A maioria dos episódios de inflamação cardíaca foram reportados em homens até aos 30 anos de idade.
A Pfizer disse estar em contacto regular com o Ministério da Saúde de Israel por forma a fazer uma revisão dos dados da vacina. Todavia, não foi estabelecida uma relação causal entre estes episódios de miocardite e o fármaco.
“Os efeitos adversos são revistos de forma regular e exaustiva”, frisou a empresa, realçando que, neste caso, não se observa uma taxa mais alta de miocardite do que seria esperado na população em geral. Assim sendo, “não há evidências neste momento para concluir que a miocardite é um risco associado ao uso da vacina Pfizer/BioNTech.
Uma explosão numa fábrica de oxigénio, no Brasil, fez no sábado (24), cinco feridos.
A explosão acontece numa altura em que o país enfrenta uma nova vaga da pandemia e em que notícias anteriores sobre a falta de fornecimento de oxigénio aos hospitais, deixou as pessoas preocupadas. Contudo, a empresa garantiu que o incidente na sua fábrica em Fortaleza “não afetará a sua produção de oxigénio”.
Em comunicado, a empresa explica que estas instalações são usadas apenas para envasar o produto, que é fabricado e transportado da unidade fabril do Complexo do Pecém, a cerca de 50 quilómetros.
“A produção de oxigênio líquido no estado não foi comprometida e a empresa está buscando alternativas para o enchimento dos cilindros”, informou a empresa.
Em relação às vítimas, quatro dos cinco feridos são funcionários da empresa, sendo três deles feridos leves.
As causas da explosão estão a ser investigadas, informa a Agência Brasil.
Dois indivíduos de 22 e 40 anos foram detidos e apresentados, na cidade de Maputo, pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), indiciados de roubo de viaturas.
De acordo com o Jornal Notícias, trata-se de S. Pedro, polidor de viaturas e A. Pedro, despachante aduaneiro.
O crime ocorreu no dia 22 de Março, na zona baixa da capital, quando a proprietária de uma viatura de marca Toyota, com a chapa de inscrição AEF 722 MP, deixou o carro e às chaves com o polidor.
Na sequência, S. Pedro foi aliciado pelo despachante aduaneiro a efectuar a cópia das chaves para roubar o veículo, sob promessa de receber parte do valor que seria arrecadado na venda.
De acordo com o Jornal Notícias, os indiciados assumem as acusações que recaem sobre si e afirmam que a viatura foi vendida a 60 mil meticais.
Hilário Lole, porta-voz do SERNIC, afirma que os meliantes foram detidos após a denúncia da vítima e o carro recuperado pela corporação no bairro de Malhazine.
O ministro da saúde do Iraque, Hassan al-Tamimi, foi demitido pelo primeiro-ministro Mustafa al-Kadhimi, e está a ser agora investigado no caso de um incêndio num hospital que matou 82 pessoas e feriu 110.
O fogo deflagrou em Baghdad, no sábado (24), provocado pela explosão de um tanque de oxigênio, numa unidade de saúde equipada para receber doentes Covid.
O ex-presidente do Peru, Martin Vizcarra, testou positivo para o novo coronavírus, seis meses depois de ter beneficiado de vacinação antecipada, que originou um escândalo político.
Apesar dos cuidados necessários para evitar trazer o vírus para casa, a minha esposa e eu tivemos resultado positivo para a covid-19 e somos sintomáticos. A minha família está a tomar as medidas de isolamento necessárias. Não vamos baixar a guarda”, lê-se numa publicação partilhada na conta oficial de Martin Vizcarra na rede social Twitter.
O contágio ocorreu na semana em que o ex-presidente foi proibido, pelo Congresso, de exercer cargos políticos, por ter sido vacinado indevidamente em outubro com doses da Sinopharm.
Martin Vizcarra não poderá por isso ocupar o lugar de deputado para o qual foi recentemente eleito.
O ex-presidente do Peru, de 58 anos, está envolvido num escândalo batizado ‘Vacinagate’. Em fevereiro, ficou a saber-se que um grupo de 470 pessoas tinha sido vacinado secretamente contra a covid-19, antes do arranque oficial da campanha de vacinação.
O escândalo levou à demissão da ministra da Saúde, Pilar Mazzettu, e da dos Negócios Estrangeiros, Elizabeth Astete.
Martin Vizcarra nega ter sido vacinado indevidamente. O ex-governante alega que ele, o seu irmão e a sua mulher foram voluntários num ensaio clínico, que aconteceu antes do início oficial da campanha de vacinação.
A Índia contabilizou 352.991 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo máximo a nível mundial, numa altura em que o país se debate com falta de oxigénio e de recursos para combater a doença.
O país registou ainda 2.812 mortes provocadas pelo coronavírus SARS-CoV-2, um novo máximo nacional desde o início da pandemia, segundo dados do Ministério da Saúde indiano.
Com uma população de 1,3 mil milhões de habitantes, a Índia está a braços com um surto devastador, batendo recordes de mortes e contágios durante cinco dias consecutivos, e levando vários países a oferecerem ajuda ao gigante asiático.
No domingo, o Governo britânico anunciou que enviou mais de 600 peças de equipamento médico de emergência, incluindo respiradores.
No mesmo dia, os Estados Unidos decidiram enviar recursos médicos e matérias-primas para fabricar vacinas na Índia, retribuindo a ajuda que receberam daquele país no início da pandemia.
A União Europeia também está a organizar o envio urgente de medicamentos e oxigénio para aquele país, tendo França e Alemanha igualmente prometido fornecer ajuda de emergência.
O chefe do Governo de Nova Deli, Arvind Kejriwal, anunciou no domingo o prolongamento do confinamento por uma semana da cidade de 20 milhões de habitantes, a mais afetada pela nova vaga.
Desde o início da pandemia, a Índia acumulou 195.123 óbitos e 17.313.163 infeções, sendo o segundo país do mundo com mais casos, atrás dos Estados Unidos, e o quarto com mais óbitos, depois de EUA, Brasil e México.
O país tem atualmente 2.813.658 casos ativos, segundo o Ministério da Saúde indiano.
O Governo continua empenhado na restauração da segurança em toda a província de Cabo Delgado, alvo de ataques terroristas desde 2017 e que já causaram mais de mil mortos, 710 mil deslocados e destruição de infra-estruturas públicas e privadas.
A garantia foi dada pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, afirmando que tudo está a ser feito, sobretudo para restaurar a segurança na área dos projectos de gás natural, onde “as obras da Total estão suspensas e não abandonadas”.
“Sobre o projecto da Total em Afungi, podemos garantir que o Governo está a trabalhar para a restauração da segurança nas zonas afectadas pelos ataques terroristas em Cabo Delgado”, disse Max Tonela, que falava no último dia da sessão de perguntas ao Governo na Assembleia da República (AR).
Na mesma ocasião, o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, reiterou que é responsabilidade primária dos moçambicanos combater o terrorismo e todos males que representam ameaça à existência de Moçambique como Estado soberano.
“É uma questão de colocarmos o interesse nacional acima de qualquer outro. Devemos encarar e enfrentar o terrorismo como inimigo do povo moçambicano numa só voz e numa só força”, acrescentou.
Na condenação e combate a todas as formas e manifestações do terrorismo, referiu, todos devem desempenhar um papel activo, independentemente da raça, etnia, religião, cor partidária, de entre outras formas de distinção.
Carlos Agostinho do Rosário reiterou que questões de natureza militar como sejam estratégia, táctica, logística e meios usados para o combate ao terrorismo são reservadas às Forças de Defesa e Segurança (FDS).
“Reiteramos o nosso apelo para uma maior compreensão sobre a necessidade de mantermos alguma prudência na abordagem deste tipo de matérias de carácter militar”, referiu.
Acrescentou que o Governo continuará a investir na modernização e no reforço das capacidades operativas das Forças de Defesa e Segurança, para permitir que prossigam com a sua missão de proteger a população e defender a integridade territorial e soberania nacional em face das agressões terroristas e outras ameaças.
A experiência, disse o Primeiro-ministro, em situações de agressão terrorista, há tendência de surgimento de campanhas de desinformação e divulgação de notícias falsas, rumores e boatos que são veiculados através de diferentes plataformas de comunicação.
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