O ministro do Interior francês pediu reforço da segurança junto de esquadras da polícia e da guarda nacional após o ataque em Rambouillet, Paris, onde um tunisino degolou uma funcionária da polícia antes de ser morto.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, assegurou que o país não vai ceder “em nada no combate ao terrorismo”, na sequência do ataque do tunisino, que segundo fonte próxima do inquérito e citada pela AFP gritou ‘Allah Akbar’ (Deus é grande).
Previamente, o procurador antiterrorista de França anunciou que se vai ocupar do inquérito sobre o ataque do tunisino, e que foi abatido a tiro no local.
Em paralelo, e numa primeira reação no local do atentado, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, considerou que “a República acaba de perder uma das suas heroínas do quotidiano, num gesto bárbaro e de uma infinita cobardia”.
A polícia identificou o agressor como um tunisino de 36 anos, desconhecido das autoridades francesas e que estava em território francês de forma ilegal.
Este ataque coincide com as medidas do Governo do Presidente Emmanuel Macron sobre o reforço da segurança das polícias, que consideram estar submetidos a crescentes perigos devido ao aumento da criminalidade.

















