O balanço de mortos na onda de violência e saques que atinge a África do Sul há vários dias subiu para 32, após mais 22 mortes confirmadas pelo primeiro-ministro da província de KwaZulu-Natal, Sihle Zikalala.
Zikalala confirmou ainda que, até ao momento, 26 pessoas morreram nesta província do país. Outras seis mortes em Joanesburgo foram confirmadas na noite de segunda-feira pelo Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.
O governante regional mencionou em particular o facto de várias destas mortes terem ocorrido durante “tumultos neste contexto de motins”, sem especificar os locais em que ocorreram.
Os primeiros incidentes, com estradas bloqueadas e camiões incendiados, ocorreram na sexta-feira, um dia após a prisão no país do ex-Presidente Jacob Zuma, condenado a pena de prisão por desacato à justiça.
A violência, os saques e os incêndios espalharam-se no fim de semana na área metropolitana de Joanesburgo, a capital económica do país.
A situação teve continuidade até a madrugada de terça-feira, segundo vários jornalistas da agência de notícias AFP no local, especialmente em Soweto, um enorme município a oeste de Joanesburgo.
O Governo sul-africano destacou na quinta-feira militares das Forças Armadas (SANDF, na sigla em inglês) para as ruas de Gauteng e KwaZulu-Natal para ajudar a conter a situação de violência, pilhagens e intimidação que eclodiu no país desde quinta-feira após a detenção do ex-Presidente Jacob Zuma por desrespeito à Justiça e que parece não dar sinais de abrandamento.
As forças de segurança já fizeram detenções nas localidades em que ocorreram os tumultos.
Cuba amanheceu segunda-feira (12) sem internet móvel e com uma forte presença policial nas ruas de Havana, um dia após milhares de cubanos saírem às ruas em protesto contra o governo e a crise económica e sanitária que atravessam.
Uma “calma tensa” é como a jornalista da agência de notícias espanhola EFE classificou o dia depois dos maiores protestos anti-governamentais registados desde os anos 90.
Sem internet na ilha, a jornalista diz ser difícil “saber ao certo” o que se passa em todo o país, sendo que até meio da tarde – 15:00 em Cuba e 21:00 em Moçambique – não havia relatos nem divulgação de novas manifestações.
A imagem do dia foi, por isso, protagonizada por dezenas de mulheres reunidas em frente às esquadras da polícia para tentar obter informações sobre o paradeiro de maridos, filhos e parentes presos ou desaparecidos durante as manifestações.
Até ao momento, as autoridades não divulgaram ainda um número oficial de detenções, mas existe uma lista provisória elaborada por activistas locais que conta já com 65 nomes só em Havana.
A EFE ouviu relatos de mulheres que denunciaram que maridos, filhos e sogros foram espancados antes de desaparecerem.
As denúncias contrariam a versão do presidente Miguel Díaz-Canel, que segunda-feira na televisão recusou as acusações.
O presidente voltou a acusar os Estados Unidos de estar por trás das manifestações e de ser responsável pela situação económica do país, devido ao embargo que mantém a Cuba há seis décadas
A BNBC – Recrutamento e Selecção – Agencia Privada de Emprego, pretende recrutar para seu cliente, quatro (4) Directores de Gestão de Bacias Hidrográficas. Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Distrital de Protecção à Criança. Saiba mais.
A GrandSYS, Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Profissional nas áreas de Marketing e Comunicação com componente Comercial. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Materiais de Construção e Estruturas. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Geotecnia, Hidráulica e Vias de Comunicação. Saiba mais.
Uma Empresa do ramo de transporte aéreo, sediada na cidade de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Aeronavegabilidade Continuada (RPA). Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
O Ministério da Economia e Finanças pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Provincial de Planeamento e Infra-Estruturas Públicas. Saiba mais.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
Pelo menos 63 pessoas morreram no Norte e Centro da Índia, 11 das quais no forte turístico de Amber, no Estado do Rajastão, devido às trovoadas causadas pela chegada das monções, anunciaram na segunda-feira (12) fontes oficiais.
“Onze pessoas morreram no forte de Amber” na noite de domingo (11), disse à agência espanhola Efe Anand Srivastava, comissário de polícia da cidade de Jaipur, onde ocorreu o incidente.
Segundo Anand Srivastava, o impacto de um relâmpago numa torre no forte turístico, onde turistas e moradores estavam reunidos, também causou 29 feridos.
Apesar de vários meios de comunicação locais terem noticiado que as vítimas mortais foram atingidas por um relâmpago, enquanto tiravam selfies no meio da tempestade, o comissário negou essa situação
Anand Srivastava disse ainda que 18 pessoas morreram em incidentes separados no Estado do Rajastão.
As fortes trovoadas já provocaram pelo menos 37 mortos, incluindo mulheres e crianças, em diferentes distritos do Estado vizinho de Uttar Pradesh, segundo a televisão indiana NDTV, citando fontes oficiais.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, já apresentou no Twitter as suas condolências pelas mortes e anunciou uma compensação financeira de cerca de 2.600 dólares (165,2 mil meticais) para os familiares das vítimas.
O Governo mexicano afirmou na segunda-feira que 68 ativistas de direitos humanos e ambientais, bem como 43 jornalistas foram assassinados durante o atual mandato.
O Presidente, Andrés Manuel López Obrador, tomou posse a 01 de dezembro de 2018, e tinha prometido proteger os jornalistas, mas os críticos têm questionado se o Governo está a fazer o suficiente.
O Ministério do Interior disse que 1.478 ativistas e jornalistas estão atualmente a receber proteção governamental, mas nove dos que foram mortos estavam nesse programa.
Acredita-se que muitos dos assassínios foram ordenados por cartéis de droga ou funcionários corruptos, mas relativamente poucos dos casos foram resolvidos.
As escadarias das barreiras de Maxaquene tornaram-se, nos últimos dias, um lugar perigoso para os transeuntes, devido à acção dos malfeitores que protagonizam assaltos às vítimas, agredindo e roubando seus pertences a qualquer hora do dia.
Apesar de ser uma via que permite uma rápida comunicação entre a zona alta (Museu) e baixa da cidade, com menos de meio quilómetro, a maioria dos munícipes teme usá-la, preferindo seguir pela Av. Patrice Lumumba para alcançar um dos lados.
Trata-se de uma via que no passado foi usada por turistas nacionais e estrangeiros, como ponto de contemplação da paisagem e da vista parcial da baixa da cidade capital do país.
Os utentes, maioritariamente funcionários das instituições próximas à Av. 25 de Setembro, incluindo estudantes das escolas Náutica, Josina Machel e outros estabelecimentos de ensino, afirmam que o uso das escadarias exige coragem, porque nunca se sabe o que pode acontecer.
Passou a ser frequente ouvir relatos de incursões protagonizadas por marginais que, não raras vezes, resulta em ferimentos e roubos de bens, como telemóveis, dinheiro entre outros pertences dos transeuntes.
Cientistas afirmam que substâncias químicas vegetais presentes na bebida ajudam a reforçar o sistema imunológico.
Cientistas norte-americanos afirmam que um café por dia pode ajudar a reduzir o risco de infeção por Covid-19. De acordo com um estudo publicado no jornal Nutrients, a bebida contém substâncias químicas vegetais que ajudam a reforçar o sistema imunológico.
Cerca de 40 mil adultos britânicos foram observados e os cientistas concluíram que o café protege de alguma forma do vírus que causa a Covid-19.
Uma porção de vegetais diária terá um efeito semelhante, acrescenta o estudo. Já o chá e a fruta não parecem ter qualquer efeito no reforço da proteção contra o vírus.
O efeito contrário terá uma dieta rica em carnes processadas como bacon ou salsishas. Este tipo de alimentação aumenta as hipóteses de ficar doente com maior gravidade.
Duas pessoas morreram na sequência de dois atropelamentos, durante o fim-de-semana, nas avenidas de Moçambique e Julius Nyerere, na capital do país.
Segundo anunciaram as autoridades, os acidentes de viação foram causados por excesso de velocidade, aliado à má travessia dos peões. No sinistro registado na Av. de Moçambique, na zona do bairro de Inhagóia, um jovem, de 27 anos, foi colhido por uma viatura da marca Toyota.
Já o outro atropelamento, envolvendo um Toyota Prado, ocorreu nas proximidades do campus da Universidade Eduardo Mondlane, na Avenida Julius Nyerere.
Os corpos das vítimas foram transportados para a Morgue do Hospital Central de Maputo Segundo o porta-voz da Polícia de Trânsito, na cidade de Maputo, Izildo Bule, as autoridades fiscalizaram, no fim de semana, 1212 viaturas, tendo autuado 236 automobilistas por diversas irregularidades, sendo que 120 multas foram por excesso de velocidade.
A ONG CDD criticou o Presidente de Moçambique por não ter informado o Parlamento sobre a entrada de militares do Ruanda para combater grupos armados no norte do país.
Nem a Assembleia da República, órgão de soberania representativa de todos os moçambicanos, foi informada sobre a vinda de militares estrangeiros” para o norte do país, referiu a ONG Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD), numa nota de análise.
A organização observa que o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, anunciou a chegada de militares e polícias do Ruanda numa parada militar na sua terra natal, no distrito de Mueda, província de Cabo Delgado, para onde será enviado o contingente ruandês.
Além da presença de tropas ruandesas, o chefe de Estado explicou que a província vai ainda contar com a atuação de militares dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Nyusi fez o anúncio na sexta-feira (09.07), já depois de o Governo de Kigali ter divulgado o envio de mil militares e polícias para Moçambique, para o combate “ao terrorismo em Cabo Delgado”.
O anúncio acontece na altura de pausa entre sessões plenárias da Assembleia da República, não tendo sido convocada nenhuma reunião extraordinária para o debate da presença de militares estrangeiros no país.
Cem estudantes que, na madrugada de domingo, faziam uma festa na zona do Arco da Traição, em Coimbra, sem usarem máscara nem cumprirem o distanciamento, foram surpreendidos com a chegada da PSP.
Foram identificados nove, porque os outros conseguiram fugir.
Oito homens – com idades compreendidas entre os 27 e os 55 anos foram detidos pelo Comando Territorial de Lisboa da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC), na segunda-feira, dia 12, por tráfico de estupefacientes, posse ilegal de arma e posse de arma proibida, nos concelhos de Sintra, Vila Franca de Xira e Lagos.
No âmbito de uma investigação que “decorria há cerca de 18 meses”, por tráfico de estupefacientes, explica a GNR em comunicado, os militares deram cumprimento a “16 mandados de busca: 11 domiciliárias e cinco em garagens”.
Esta ação culminou na detenção dos suspeitos e na apreensão de 30 quilos de haxixe, 287 doses de canábis, 46 doses de cocaína, dois pés de canábis, três viaturas, quatro armas de fogo, sete armas brancas, 118 munições, cinco balanças de precisão, 18 telemóveis e 2.110 euros em numerário.
A vítima é uma menor que se encontrava a vender “Maheu”, nas proximidades do Mercado Xiquelene.
Consta que o indiciado comprou um copo, por sinal o último, e de seguida arrastou a menor até sua residência, no bairro da Polana Caniço “B” e manteve-a sob privação da liberdade, durante a noite toda e só a dispensou às 5h00 da manhã.
Um condutor de transporte semi-colectivo de passageiros, de 40 anos, morreu após ser acometido por um súbito mal-estar, no terminal rodoviário da Praça dos Combatentes (“Xikhelene”), na cidade de Maputo.
O transportador, identificado pelo nome de Arsénio Filimão Macaringue, operava na rota Baixa – Praça dos Combatentes. Segundo Pedro Jorge, colega, o finado teria sido abordado pela Polícia de Trânsito (PT) que lhe arrancou a carta de condução, alegadamente por violação da lotação do veículo. “Estávamos a desembarcar passageiros e não apresentava nenhum problema de saúde.
Contudo, sentiu-se mal logo que levaram o documento e, em menos de três minutos, perdeu a vida no interior da viatura”, explicou. Mas Izildo Bule, porta-voz da PT na capital do país, disse tratar-se de um caso de morte súbita e acrescentou que uma das senhoras que estava na viatura revelou que o condutor teria dito que não estava bem de saúde.
O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, fez uma comunicação televisiva em que acusou os EUA de desestabilizarem o país. UE manifesta preocupação e ONU pede a Cuba que respeite a liberdade de expressão dos cidadãos.
Estamos a acompanhar o que acontece e (…) assegurarmo-nos de que os direitos básicos das pessoas, especialmente a liberdade de expressão e a liberdade de reunião pacífica, serão respeitados”, disse o porta-voz da ONU, Farhan Haq, quando interrogado sobre a situação em Cuba, durante uma conferência de imprensa.
Haq destacou que, perante as manifestações de domingo (11.07) em Cuba, as Nações Unidas mantêm a sua “posição de princípio” sobre a importância de respeitar essas liberdades fundamentais.
Questionado sobre as alegadas agressões sofridas por jornalistas, incluindo um repórter fotográfico de uma agência noticiosa internacional, o porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, sublinhou que “em qualquer parte do mundo a imprensa deve ter liberdade para fazer o seu trabalho sem perseguições e sem violência ou ameaças de violência”.
O Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, negou na segunda-feira (12.07) que tenha havido repressão nos protestos antigovernamentais ocorridos na véspera, apesar de vídeos mostrando uma ação policial contundente e múltiplas denúncias de prisões de manifestantes.
“Eles já sugeriram que em Cuba nós reprimimos, assassinamos. Onde estão os assassinatos cubanos? Onde está a repressão cubana? Onde estão os desaparecidos em Cuba?”, argumentou o Presidente, em entrevista especial, após as manifestações sem precedentes em várias partes de Cuba.
Um incêndio numa enfermaria hospitalar no sul do Iraque para doentes com covid-19 provocou pelo menos 50 mortos e dezenas de feridos, alguns em estado crítico, disseram as autoridades de saúde iraquianas.
Na origem do incêndio no Hospital Universitário al-Hussein, na cidade de Nasiryah, terá estado a explosão de uma garrafa de oxigénio, segundo um profissional de saúde provincial, embora também haja relatos que apontam para um curto-circuito.
O Ministério da Saúde não se pronunciou sobre as causas do incêndio. Na nova ala do hospital, aberta há três meses, existiam 70 camas, de acordo com dois médicos.
O desabamento de um hotel na cidade chinesa de Suzhou, leste do país, provocou ontem (12) oito mortos, e deixou ainda nove pessoas desaparecidas, segundo revelaram as autoridades.
O colapso ocorreu às 15h30, de segunda-feira, informou a televisão estatal CCTV.
Seis pessoas foram resgatadas com vida dos escombros do Siji Kaiyuan Hotel, mas três estão em estado grave, de acordo com a mesma fonte.
Pelo menos 200 pessoas foram detidas e sete morreram nas acções violentas que afectam pelo quinto dia consecutivo várias áreas do KwaZulu-Natal e Gauteng, na África do Sul, divulgou a polícia sul-africana.
De acordo com a polícia, pelo menos cinco pessoas morreram em distúrbios armados na Grande Joanesburgo e outras duas no KwaZulu-Natal desde o início das acções violentas na passada quinta-feira(08).
Pilhagens a lojas e centros comerciais, assaltos, intimidação, confrontos armados com as forças de segurança e veículos incendiados prosseguiram, pelo quinto dia consecutivo, nomeadamente na capital económica Joanesburgo.
Médicos de uma clínica hospitalar no bairro de Hillbrow, em Joanesburgo, relataram a entrada de um bebé de seis meses com um tiro na cabeça, um homem esfaqueado até quase à morte, violência entre pacientes hospitalizados e uma tentativa de assalto da clínica por um ‘gang’ local, salientando que “o cenário é de guerra”.
Em Durban, as forças policiais confrontaram, com munição real, manifestantes armados na auto-estrada N2, segundo a imprensa local.
No norte da cidade de Pietermaritzburg, capital do KwaZulu-Natal, província que faz fronteira com Moçambique, grupos armados montaram operações de segurança à entrada de estabelecimentos comerciais e áreas residenciais, adiantou.
Os incidentes começaram na província oriental KwaZulu-Natal, onde nasceu o antigo chefe de Estado sul-africano Jacob Zuma, após este ter sido detido na sua residência, em Nkandla, na quarta-feira (07) à noite pelas forças de segurança, para cumprir uma pena de prisão de 15 meses por desrespeito a uma ordem do Tribunal Constitucional, a mais alta instância judicial do país.
Na sexta-feira, os distúrbios alastraram-se a várias áreas de Joanesburgo, a maior cidade do país, na província de Gauteng, onde se situa também a capital da África do Sul, Pretória, e onde se localizam vários albergues dos Zulus, o maior grupo étnico do país.
A GrandSYS, Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Profissional nas áreas de Marketing e Comunicação com componente Comercial. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Materiais de Construção e Estruturas. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Geotecnia, Hidráulica e Vias de Comunicação. Saiba mais.
Uma Empresa do ramo de transporte aéreo, sediada na cidade de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Aeronavegabilidade Continuada (RPA). Saiba mais.
O Centro Médico e de Treinamento em Segurança e Saúde (CMTSS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
O Ministério da Economia e Finanças pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Provincial de Planeamento e Infra-Estruturas Públicas. Saiba mais.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
Além da criança, outros dois homens foram também atingidos. Polícia Militar investiga as circunstâncias da perseguição policial.
Um menino de 10 anos e dois adultos foram baleados pela Polícia Militar, na cidade de Hidrolândia, no Ceará, na noite de sexta-feira. As vítimas estavam dentro de um carro que foi atingido pelos tiros disparados pelos agentes.
A criança foi levada para uma unidade hospitalar com uma bala alojada no pescoço, Um dos homens baleados perdeu a visão de um dos olhos e o outro foi atingido na região da coluna e da coxa. Os três sobreviveram.
De acordo com a Polícia Militar, que investiga as circunstâncias da perseguição policial, os agentes envolvidos foram afastados e as armas foram apreendidas para perícias.
A autoridade refere que o destacamento policial foi acionado para uma ocorrência que envolvia disparos de armas de fogo por um grupo que estava num carro escuro.
Após buscas na região, um veículo com as mesmas características foi localizado a circular com os faróis desligados. Os agentes ordenaram que parasse, mas o condutor não obedeceu. Foi nessa altura que começou a perseguição em que os três ocupantes do carro acabaram baleados pela polícia.
Na viatura seguiam também duas mulheres, uma delas grávida de gémeos, que saíram ilesas da situação
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