Forcom e MISA denunciam agressão de jornalistas de rádio comunitária em Manica. Incidente ocorreu durante cobertura das ações de fiscalização e cobrança de impostos da Polícia Municipal no distrito de Báruè.
O Fórum de Rádios Comunitárias (Forcom) denunciou a agressão de dois jornalistas de uma rádio comunitária na província de Manica, centro de Moçambique, por agentes da Polícia Municipal.
Segundo uma nota enviada à comunicação social, os jornalistas da Rádio Comunitária Catandica terão sido agredidos quando cobriam ações de fiscalização e cobrança de impostos por parte da Polícia Municipal no distrito de Báruè.
“Os jornalistas vítimas desta agressão informaram ao Forcom que, depois de receberem denuncias dos vendedores e no meio a uma confusão, aproximaram-se para aferir de perto o que estava a acontecer e constataram no local que os vendedores contestavam a pressão e modalidade daqueles membros na cobrança de impostos”, refere a nota da organização, que acrescenta que o material de trabalho dos repórteres (gravadores e telemóveis) foi apreendido.
O Instituto para a Comunicação Social da África Austral (Misa -Moçambique) também condenou o episódio, considerando que o ato da Polícia Municipal de Manica é ilegal.
“O Misa-Moçambique condena vigorosamente este crime de violência física, de abuso de poder e uso da força policial para limitar as liberdades de imprensa. O ato dos policiais municipais de Catandica”, acrescenta o Misa na nota de repúdio.
A decisão sobre o recurso de ‘Teodorin’ Obiang, vice-Presidente e filho do Presidente da Guiné Equatorial, condenado a pena suspensa de três anos e 30 milhões de euros de multa, vai ser conhecida hoje em Paris.
Teodoro Obiang Mangue foi originalmente acusado e condenado por branqueamento de dinheiro obtido com práticas corruptas no seu país, mas recorreu da decisão, sabendo-se hoje o veredicto do Tribunal de Cassação face a esta última possibilidade de recurso.
Caso Teodorin, como é conhecido o filho de Teodoro Obiang Nguema, não veja revertida a sentença, os seus bens irão, pela primeira vez, ser ressarcidos pela França à população da Guiné Equatorial em forma de ajuda direta ao desenvolvimento neste país africano.
Um dos bens na lista de arresto das autoridades francesas é um edifício na Avenue Foch, numa das zonas mais luxuosas da cidade, avaliado em 110 milhões de euros. O imóvel, segundo a defesa, já era na altura das buscas a sede da missão diplomática da Guiné Equatorial em França e, ao ter sido invadida pelas autoridades francesas, constituiu uma violação da Convenção de Viena.
O Reino Unido aplicou na semana passada sanções financeiras, por considerar que o estilo de vida luxuoso de ‘Teodorin’ é “inconsistente com o seu salário oficial como ministro do Governo”. Em resposta, Malabo anunciou o encerramento da sua embaixada em Londres.
As sanções incluem congelamento de ativos e proibição de viagens ao país, medidas que já foram aplicadas antes a outros 22 dirigentes e outras pessoas de países como a Rússia, África do Sul, Sudão do Sul e América Latina.
Quatro jornalistas afegãos, que voltavam de um distrito controlado pelo Talibã, foram detidos pelas forças de segurança afegãs, que os acusa de fazer propaganda para os insurgentes, anunciou o governo na terça-feira (27).
Os repórteres foram detidos na segunda-feira (26) em Kandahar, uma grande cidade no sul do Afeganistão, depois de visitarem o distrito de Spin Boldak, na fronteira com o Paquistão, que está nas mãos do Talibã desde 14 de julho.
“Qualquer forma de propaganda a favor dos terroristas e contra o interesse nacional do Afeganistão é um crime”, disse Mirwais Stanikzai, porta-voz do Ministério do Interior afegão, em um comunicado.
“As forças de segurança estão investigando o assunto”, acrescentou. Por sua vez, o instituto de defesa da mídia afegã, Nai, alegou que os jornalistas foram detidos por ordem do Serviço de Inteligência Afegão.
“Ainda não está claro o que aconteceu”, explicou o Nai, observando que três dos jornalistas presos trabalhavam para Mellat Zhagh, uma estação de rádio local.
“Eles estão detidos há mais de 24 horas (…) suas famílias estão muito preocupadas”, acrescentou o instituto.
Várias cidades italianas na zona do Lago Como, no norte do país, sofreram terça-feira inundações e deslizes de terras, que uma organização agrícola assegurou serem exemplos de fenómenos meteorológicos extremos que se intensificaram nos últimos anos.
Os bombeiros foram chamados a mais de 60 situações em torno do Lago, rodeado por montanhas, para responderem a pessoas isoladas, residentes bloqueados por deslizes de terras ou condomínios ameaçados de inundação.
“Estamos a assistir em Itália às consequências das alterações climáticas, com uma tendência para a tropicalização e a multiplicação de eventos extremos”, adiantou aquela organização, designada Coldiretti, que citou tempestades mais frequentes, repentinas e violentas, chuvadas mais intensas e curtas e passagens súbitas de céu solarengo para mau tempo.
Esta situação vivida esta terça-feira em torno do Lago Como ocorre um dia depois de pedras de granizo do tamanho de bolas de ténis terem estragado mais de 100 viaturas e interrompido o tráfego em uma autoestrada, próxima de Bolonna, no note de Itália.
Apesar de as tempestades de granizo serem comuns na planície do Po, o meteorologista Luca Lombroso disse à imprensa local que a força e a frequência destas tempestades este ano tornaram o fenómeno “raro”.
A Coldiretti adiantou que a sua análise mostra que as tempestades de granizo estão a ocorrer a uma frequência de 11 por dia, com 386 já registadas este ano. Estes números comparam com algumas dúzias por ano até há seis anos, uma razão que cresceu para 92 em 2018 e 198 em 2019.
“A dimensão das tempestades de granizo também mudou, crescendo consideravelmente nos últimos anos com quedas de autênticos blocos de gelo do céu — até maiores do que bolas de ténis”, segundo a Coldiretti.
As tempestades de granizo podem destruir campos ou pomares inteiros de vegetais e fruta. A Coldiretti atribuiu a queda em 40% na colheita de pêssegos e damascos e 50% de nectarinas a “este clima louco”.
Milhares de migrantes estão retidos num pequeno porto colombiano à espera de atravessar a fronteira para o Panamá, próximo passo na viagem para os Estados Unidos, disseram na quarta-feira as agências de ajuda humanitária.
A chegada, nas últimas semanas, de um número invulgarmente elevado de haitianos, cubanos, africanos e asiáticos a Necocli, no noroeste da Colômbia, sobrecarregou a capacidade da companhia de navegação local para os levar até ao município fronteiriço de Acandi, disse o responsável da autoridade de emergência local Cesar Zuniga.
Na ausência de passagens terrestres para a fronteira, “a empresa transporta diariamente até 750 (migrantes), enquanto entre mil e 1.200 chegam durante a noite. Há, portanto, um excesso (…) de mais de dez mil pessoas”, indicou.
Dezenas de migrantes aguardam na praia um lugar num barco, de acordo com as imagens transmitidas pelas autoridades da cidade colombiana, com 45 mil habitantes.
Em janeiro, centenas de migrantes ficaram retidos em tendas improvisadas na praia, uma vez que as fronteiras foram fechadas devido à pandemia da covid-19.
O golfo de Uraba, onde se situa Necocli, é um dos principais pontos de trânsito para africanos, asiáticos e haitianos que procuram viajar para os EUA através do corredor da selva, conhecido como Darien Gap.
Em maio, a Colômbia reabriu as fronteiras terrestres, fluviais e marítimas com Panamá, Peru, Equador e Brasil, fechadas durante mais de um ano devido à pandemia, e em julho, fez o mesmo com a Venezuela.
O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni ratificou na terça-feira (27.07) a pena de morte para pessoas que cometem sacrifícios humanos, rituais que em algumas zonas rurais do país são realizados clandestinamente.
De acordo com o jornal estatal New Vision, os parlamentares ugandeses saudaram a ratificação da lei, uma medida que tem sido apoiada pela maioria dos legisladores ugandeses desde que começaram a discuti-la, em abril último.
A partir de agora, os tribunais ugandeses poderão aplicar a pena de morte a qualquer pessoa que mutilar, ferir ou matar outra para fins rituais.
A nova legislação também propõe prisão perpétua para pessoas que financiam tais atos ou espalham a crença de que o sacrifício humano pode trazer boa sorte aos perpetradores.
O autor da legislação e antigo deputado do condado de Ayivu (noroeste do Uganda), Bernard Atiku, considerou que se trata de “um instrumento que ajudará a fazer justiça e dissuadirá outros de praticarem o sacrifício ritual”.
Segundo relatórios da Polícia do Uganda e de algumas ONG, os médicos feiticeiros tradicionais e os feiticeiros de várias zonas rurais aconselham as famílias mais empobrecidas a matar os seus próprios filhos para dar boa sorte no futuro.
A convocatória foi feita através de uma listagem pública com os nomes e documentos de identificação, elaborada pela Comissão Especial da Assembleia Nacional, que investiga alegados crimes cometidos pela direção e deputados opositores do parlamento, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2021
A Assembleia Nacional da Venezuela (AN, controlada desde janeiro pelo chavismo) citou mais de uma centena de antigos deputados da oposição para comparecer a prestar declarações por alegados crimes contra a República, perpetrados durante o anterior período legislativo.
Em declarações aos jornalistas o presidente da Comissão Especial, José Brito (um dissidente da oposição aliada a Juan Guaidó, mas que continua a dizer ser opositor) explicou que as convocatórias estão relacionadas com possíveis danos na gestão de empresas venezuelanas no estrangeiro, entre elas a petrolífera Citgo (filial da petrolífera estatal venezuelana no EUA) e da produtora de fertilizantes colombiano-venezuelana Monómeros.
José Brito explicou que o novo parlamento determinará as responsabilidades políticas dos opositores e no relatório final “recomendará realizar uma reforma pontual do Código Orgânico Processual Penal e da Constituição Nacional (da Venezuela) para que seja possível realizar julgamentos em ausência, com a garantia de que o acusado poderá, na sua defesa, nomear um advogado na Venezuela”.
Entre os citados para comparecer estão os membros das juntas ‘ad hoc’ de empresas e organismos estatais nomeados pela oposição e os embaixadores nomeados pelo líder opositor Juan Guaidó.
A imprensa venezuelana dá conta que entre os citados aparecem conhecidos ex-deputados dos partidos opositores Ação Democrática, Vontade Popular, Primeiro Justiça, Um Novo Tempo, Causa R (Radical) e Encontro Cidadão. A lista integra também José Gregório Correa, um deputado moderado da oposição que participou nas parlamentares de finais de 2020, em que foi eleito, e faz parte do atual parlamento, dominado pelo chavismo.
Alguns dos convocados para comparecer estão atualmente no estrangeiro, em cargos políticos nomeados pela oposição e em campanha internacional a favor do Acordo de Salvação Nacional promovido por Juan Guaidó.
Angola vai participar, durante 90 dias, no esforço regional da missão da SADC para a manutenção de paz em Moçambique com 20 militares, com custo inicial previsto de 575.500 dólares (488 mil euros).
Segundo o ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente angolano, Francisco Pereira Furtado, inclui-se nesta participação a componente dos esforços logísticos e a contribuição da República de Angola na manutenção desta força avaliada num total de 1.174.307 de dólares (995,7 mil euros).
O governante falava no parlamento angolano, durante a apresentação do projeto de resolução que autoriza o Presidente angolano, na qualidade de Comandante em Chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA), a enviar uma componente angolana da Força em Estado de Alerta da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) à República de Moçambique.
O diploma legal, apreciada com caráter de urgência durante a oitava reunião plenária extraordinária da presente sessão legislativa da Assembleia Nacional (parlamento angolano) foi aprovado por unanimidade com 182 votos favoráveis, nenhum contra e nenhuma abstenção.
A componente angolana das Forças em Estado de Alerta da SADC à Moçambique vai contar com 20 militares, nomeadamente 2 oficiais no Mecanismo de Coordenação Regional, 8 oficiais no Comando da Força e uma aeronave do tipo IL-76 de Projeção Estratégica com os respetivos tripulantes com 10 militares.
Apoiar a República de Moçambique à combater os atos de terrorismo violento mediante a neutralização da ameaça e a restauração da segurança visando o ambiente seguro, no domínio do reforço da paz e da manutenção da segurança através da implementação de cursos de ação constituem alguns dos objetivos da missão angolana.
Em declarações aos jornalistas no final da aprovação da resolução, Francisco Pereira Furtado, garantiu que as forças angolanas “não estarão diretamente engajadas em ações combativas, mas de apoio à projeção das forças que irão cumprir esta missão de estabilidade da província de Cabo Delgado”.
“Oficialmente, esta é a primeira missão das FAA na vertente de imposição de paz”, disse o governante angolano, anunciando que o contingente angolano parte no dia 29 deste mês para Moçambique.
Francisco Pereira Furtado recordou que Angola já participou anteriormente em missões humanitárias, entre 2016 e 2019, como de apoio às calamidades na cidade da Beira e da missão do Lesoto, referindo que o país vai participar desta nova missão “com orgulho”.
“O Estado angolano está em condições de participar efetivamente das missões de apoio e manutenção da paz e é nesta vertente que temos que trabalhar e temos de nos sentir orgulhosos porque vamos participar nesta missão”, frisou.
Para esta primeira fase de 90 dias, observou o ministro de Estado angolano, a “nossa participação é apenas no capítulo de integração no posto comando da missão e da projeção de forças de outros países que têm dificuldades e meios para o fazer”.
“Por isso disponibilizamos um total de 20 oficiais incluindo a tripulação, não estaremos diretamente engajados em ações combativas, mas se a situação evoluir e haver necessidade deste engajamento logicamente que o Presidente da República solicitará à Assembleia Nacional o envio de um contingente operacional”, rematou.
A missão angolana propõe-se ainda apoiar Moçambique a “repor a lei e a ordem nas zonas afetadas na província de Cabo Delgado” e “prestar apoio em meios aéreos e marítimos a fim de fortalecer as capacidades operacionais das forças armadas e de defesa” daquele país.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Barman. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Empregado de Mesa. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Pasteleiro. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Expediente Geral. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Supervisor geral. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, pretende recrutar para seu cliente um (1) Representante de Vendas de Mota. Saiba mais.
A Eurotresa Lda, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A GrandSYS, Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Profissional nas áreas de Marketing e Comunicação com componente Comercial. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Materiais de Construção e Estruturas. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Geotecnia, Hidráulica e Vias de Comunicação. Saiba mais.
A Polícia Nacional do Haiti anunciou na segunda-feira a prisão do coordenador de segurança do presidente Jovenel Moise, dentro da investigação do assassinato do chefe de Estado, ocorrido este mês.
O comissário Jean Laguel Civil está preso na cidade de Delmas. Ele é suspeito de envolvimento no complô que levou à morte de Moise em sua residência pelas mãos de um comando armado. “Confirmo que Civil foi detido hoje pela polícia, como parte da investigação sobre o assassinato”, disse à AFP a porta-voz da polícia, Marie Michelle Verrier.
Também no âmbito da investigação do magnicídio, a polícia emitiu um aviso de busca contra Wendelle Coq Thélot, juiz do Tribunal de Cassação, máxima instância judicial do país. Ele havia sido destituído por Moise.
O novo primeiro-ministro do Haiti, Ariel Henry, prometeu levar os assassinos do presidente à Justiça. Até o momento, a polícia haitiana prendeu cerca de 20 mercenários, a maioria colombianos, e afirma ter descoberto um complô organizado por um grupo de haitianos que possuem ligações com o exterior, mas muitas perguntas permanecem sem resposta.
O comissário do governo de Porto Príncipe, Me Bed-ford Claude, já havia pedido aos serviços de migração que proibissem quatro agentes da polícia nacional haitiana, responsáveis pela segurança do presidente assassinado, de deixar o país. Além de Civil, tratam-se do comissário Dimitri Hérard, chefe da Unidade de Segurança Geral do Palácio Nacional (USGPN); o comissário Léandre Pierre Osman, chefe da Unidade de Segurança Presidencial (USP); e o inspetor-chefe Amazan Paul Eddy, chefe da unidade de elite responsável por proteger o presidente.
Atrasos no pagamento de salários na empresa distribuidora de água no Bengo leva trabalhadores a paralisar atividades. E os grevistas denunciam ameaças de despedimentos.
Com 11 meses de atraso salarial, os trabalhadores da Empresa Pública de Águas e Saneamento (EPAS) argumentam que não viram outra forma de pressionar o patrão a pagar os seus ordenados se não por via de uma greve por tempo indeterminado. O movimento foi iniciado na passada quinta-feira (22.07). As torneiras das zonas de Caxito, Mabubas e arredores já estão há cinco dias sem jorrar água.
Segundo contam funcionários, que aceitaram falar sob a condição de anonimato, a falta de pagamento obriga os trabalhadores da EPAS a viverem de sucessivos empréstimos.
“Neste momento, estamos cheios de dívidas, se na verdade eles pagarem estes salários, vamos dar três ou quatro meses na dívida, por que não temos como fazer”, conta um.
Este atraso salarial está a causar consequências sobretudo nos lares dos trabalhadores. Muitos veem as suas vidas privadas severamente afetadas pela falta de dinheiro para sustentar a família.
O Banco Mundial e o sistema Covax criaram um novo mecanismo de financiamento que permitirá vacinar 250 milhões de pessoas nos países pobres até meados de 2022, segundo um comunicado conjunto divulgado.
Este novo mecanismo de financiamento deve permitir aos 92 países membros do sistema Covax uma parceria entre a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Aliança da Vacinação (GAVI) e a Coligação para as Inovações em Matéria de Preparação para Epidemias (CEPI) destinada a garantir um acesso mais equitativo às vacinas contra a covid-19 -, os mais pobres, comprar doses suplementares, além do contingente já totalmente financiado pelos países doadores, sublinha o comunicado.
“O acesso às vacinas é o maior desafio que se coloca aos países em desenvolvimento, para protegerem a sua população do impacto da pandemia de covid-19 do ponto de vista sanitário, social e económico”, declarou o presidente do Banco Mundial, David Malpass.
Por enquanto, a desigualdade de vacinação entre países ricos e países pobres é a regra.
Até hoje, os 29 países mais pobres só puderam administrar 1,5 doses por 100 habitantes, ao passo que os países ricos administraram 95,4 doses por 100 habitantes, segundo dados da agência noticiosa francesa AFP.
Os países desfavorecidos que já têm planos de vacinação aprovados pelo Banco Mundial poderão confirmar o seu desejo de comprar essas doses suplementares junto do Covax, o tipo de vacina e o calendário de entrega.
Uma vez informado por um determinado país do seu plano, o Banco Mundial poderá fornecer ao Covax uma garantia de pagamento e, com a caução do Banco Mundial, “o Covax pode negociar grandes volumes de vacinas anti-covid com os fabricantes a preços competitivos”, refere o comunicado.
Este mecanismo vai permitir aos 92 países mais desfavorecidos que participam no sistema Covax obter mais 430 milhões de doses, ou seja, o suficiente para vacinar 250 milhões de pessoas entre o fim de 2021 e meados de 2022. Poderão também escolher a vacina que preferem, precisa o comunicado.
Presidente Kais Saied determina suspensão das atividades parlamentares por 30 dias e demite primeiro-ministro. Oposição vê golpe de Estado e convoca manifestações pela democracia “como ocorreu na Primavera Árabe”.
O Presidente da Tunísia, Kais Saied, demitiu o Governo e congelou o Parlamento por 30 dias a partir de domingo (25.07) após a dramática escalada dramática da crise política no país. Foram registadas várias manifestações contra o principal partido parlamentar e em apoio à decisão do Presidente.
A decisão atribui plenos poderes a Saied. Os adversários políticos do chefe de Estado, por outro lado, classificaram a medida como um “golpe de Estado”.
Num discurso à nação, o Saied anunciou que a sua decisão foi tomada após uma reunião de emergência com os membros do Parlamento na sequência dos protestos populares que o país tem registado devido à situação política, bem como à crise económica e social agravada pela pandemia.
“Após consultas realizadas com o primeiro-ministro e o presidente do Parlamento, foi implementado o Artigo 80 da Constituição, e tomadas várias decisões. A primeira é a de congelar todos os poderes do Parlamento. A Constituição não permite a sua dissolução, mas não impede o congelamento das suas atividades”, esclareceu.
O comboio-bala maglev, que pode atingir a velocidade de 600 quilómetros por hora, fez a sua estreia em Qingdao, na China.
O Comboio foi desenvolvido pela empresa estatal China Railway Rolling Stock Corporation, e é considerado o comboio mais rápido do mundo, parecendo flutuar graças a uma força eletromagnética que o faz deslizar sobre os carris.
“Maglev” é uma abreviatura de “levitação magnética”.
Liang Jianying, diretor e engenheiro-chefe da CRRC Sifang, disse à imprensa estatal chinesa que, além da sua velocidade, o comboio emite baixos níveis de poluição sonora e requer menos manutenção do que outros comboios de alta velocidade.
Um protótipo do novo comboio maglev foi revelado à imprensa em 2019. Nesse ano, a China anunciou também planos ambiciosos para criar “círculos de transporte de três horas” entre as principais áreas metropolitanas do país.
A ferrovia de alta velocidade é uma grande prioridade na China, que pretende ligar mais as suas grandes cidades a partir de viagens de comboio com o intuito de reduzir o tempo e as despesas necessárias para viajar pelo país mais populoso do mundo.
Atualmente, o comboio de alta velocidade médio na China pode viajar a cerca de 35 km/h, enquanto os aviões voam a 800-900 km/h.
No entanto, há uma coisa que impede este comboio de estar pronto para receber os passageiros, a falta de redes completas de carris apropriados ao maglev.
Atualmente, a China tem apenas uma linha maglev para uso comercial, que liga o aeroporto Pudong, de Xangai, com a estação Longyang Road, na mesma cidade. Essa viagem de 30 km faz-se em cerca de sete minutos e meio, com o comboio a atingir velocidades de 430 km/h.
Várias novas redes apropriadas ao maglev estão em construção, incluindo uma que vai ligar Xangai e Hangzhou e outra entre Chengdu e Chongqing.
A GNR deteve em flagrante delito um homem de 76 anos que ateava um fogo florestal com um isqueiro, em Celorico de Basto, depois de ter provocado outros cinco focos de incêndio.
Em comunicado, a GNR explica que os militares do posto de Celorico de Basto, no distrito de Braga, “intercetaram e detiveram o suspeito em flagrante, junto de mato seco, com um isqueiro na mão, a tentar nova ignição”.
Nas proximidades “depararam-se com cinco pontos de ignição de incêndio e respetivas colunas de fumo”, acrescenta a GNR, que surpreendeu o homem o durante um patrulhamento florestal efetuado na segunda-feira.
Cuba denunciou na segunda-feira que sua embaixada na França foi alvo de um “ataque terrorista” com coquetéis molotov, responsabilizando os Estados Unidos pela agressão.
O corpo de bombeiros da capital francesa informou que dois artefatos incendiários foram lançados contra a sede diplomática, que sofreu danos menores.
O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, denunciou o ataque no Twitter. “Responsabilizo o governo dos Estados Unidos por suas campanhas contínuas contra o nosso país, que estimulam esse tipo de conduta, e pelos chamados à violência, com impunidade, a partir do seu território.”
A polícia não divulgou detalhes sobre o caso. Segundo a chancelaria de Cuba, o ataque ocorreu às 23h45, com três coquetéis molotov, dois dos quais atingiram a parte externa da embaixada, e um, a interna, causando um incêndio controlado por funcionários. Nos últimos dias, foram registradas manifestações a favor e contra o governo cubano em várias capitais, duas semanas após protestos inéditos contra o governo na ilha.
Cerca de 20 países, entre eles o Brasil, uniram-se hoje ao secretario de Estado americano, Antony Blinken, em um chamado ao governo cubano para que “respeite os direitos e liberdades garantidos por lei ao povo cubano e liberte os detidos” durante as manifestações.
“As declarações do secretário de Estado dos EUA baseiam-se no apoio de um punhado de países que foram pressionados a acatar seus ditames”, afirmou o chanceler cubano em outro tuíte. “Cuba conta com o apoio de 184 nações que exigem o fim do bloqueio”, apontou Rodríguez, que pediu ao governo dos Estados Unidos que apresente provas “que demonstrem essas acusações caluniosas”.
A empresa farmacêutica sul-africana Aspen, que embala a vacina da Johnson & Johnson’s na África do Sul, anunciou que irá entregar o seu primeiro lote de vacina de fabrico local.
AAspen “tem o prazer de confirmar que a primeira entrega da vacina covid-19 da Johnson & Johnson’s à África do Sul” será feita, anunciou a empresa, através de uma declaração, sem especificar a quantidade de vacinas que serão entregues.
A empresa descreveu esta entrega como um “marco significativo” na história da África do Sul e da África em geral, porque “estas são as primeiras vacinas covid-19 produzidas no continente africano, por uma empresa africana e para pacientes africanos”.
A Aspen produz as suas vacinas na sua fábrica em Gqeberha (antiga Port Elizabeth), no sul do país.
A África do Sul acelerou recentemente o seu programa de vacinação, com 6,3 milhões de injeções dadas e 10% da população com pelo menos uma dose de vacina.
Inicialmente limitada aos maiores de 35 anos, a vacinação será aberta a todos os maiores de 18 anos, a partir de 01 de setembro.
Na semana passada, a BioNTech e a Pfizer assinaram um acordo com a Biovac da África do Sul para a produção de vacinas covid-19 na Cidade do Cabo.
Após anunciar uma queda de 20% do número médio diário de novos casos de covid-19, o presidente sul-africano anunciou domingo à noite o levantamento da proibição de venda de bebidas alcoólicas, bem como o alívio de outras restrições devido à pandemia.
Em plena pandemia, vários produtos passaram a ser encomendados através de serviços online em Moçambique. Modelo ainda gera receios quanto a possíveis burlas. Governo não consegue cobrar taxas de venda nas redes sociais.
Na província de Inhambane, as mulheres comerciantes encontraram na internet uma forma de reverter o esfriamento das atividades económicas provocado pela pandemia de Covid-19.
O encerramento de empresas nos últimos meses aumentou o número de desempregadas e muitas trabalhadoras viram formas de buscar meios alternativos para gerar renda e novos negócios em serviços online.
Segundo a empreendedora, “nem todos aceitam depositar 50% do dinheiro para encomendar o produto”, isso faz com que a confiança seja um pilar do negócio.
A Índia registou hoje menos de 30 mil casos de covid-19, pela primeira vez desde março, quando começou a segunda vaga que levou a um colapso do sistema de saúde do país, disseram as autoridades indianas.
O Ministério da Saúde da Índia identificou, nas últimas 24 horas, 29.689 infeções e 415 mortes. Desde o início da pandemia de covid-19 que o país contabilizou 31,4 milhões de casos e 421.382 óbitos.
No entanto, numerosos peritos indicaram que o número real de mortes por covid-19 é provavelmente várias vezes superior ao número registado pelas autoridades indianas.
Um estudo do Centro para o Desenvolvimento Global (CDG), publicado na semana passada, sobre o excesso de mortalidade na Índia, apontou que até mais de cinco milhões de pessoas terão morrido devido à covid-19.
O país asiático administrou 436 milhões de vacinas desde que iniciou a campanha de vacinação em janeiro, com um ritmo mais lento do que o esperado devido à disponibilidade limitada de vacinas.
A segunda vaga de covid-19 na Índia atingiu o pico em meados de maio, com mais de 400 mil casos e quatro mil mortes por dia, e sobrecarregou o sistema de saúde do país, onde hospitais e crematórios ficaram sobrelotados.
A variante delta do coronavírus, originalmente identificada na Índia e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), já dominante na maior parte da Europa, é vista como um dos fatores que contribuem para o aumento dramático dos casos no país devido à elevada transmissibilidade.
Mais de 11.300 suspeitas de reações adversas às vacinas contra a Covid-19 foram registadas em Portugal e houve 68 casos de morte comunicados em idosos, mas não está demonstrada a relação causa-efeito, segundo o Infarmed.
De acordo com o último relatório a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, até ao dia 22 de julho foram notificadas 11.314 reações adversas (uma por cada 1.000 vacinas administradas), a maior parte (6.485) referentes à vacina da Pfizer/BioNtech (Comirnaty), seguindo-se a da AstraZeneca (Vaxzevria), com 3.480, a da Moderna (Spikevax), com 970, e a da Janssen, com 379 casos.
O Infarmed sublinha, contudo que é preciso conhecer o resultado das análises qualitativas e quantitativas feitas às ocorrências registadas para que se possa estabelecer “a existência de uma relação causal definitiva entre uma suspeita de RAM [Reação Adversa a Medicamento] e a administração de uma vacina contra a covid-19”.
Neymar Júnior anunciou a sua despedida da selecção brasileira, encerrando uma trajectória marcada por conquistas, mas sem o sonho de levar para casa o...
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou a incineração de...