Tribunal recusou o recurso de Teodoro Nguema Obiang Mangue no caso dos bens mal adquiridos. Teodorin foi condenado a uma pena suspensa de três anos de prisão e ao pagamento de uma multa de 30 milhões de euros.
A decisão do tribunal foi conhecida na tarde da quarta-feira (28.07), com o Tribunal de Cassação de Paris, equivalente a um Supremo Tribunal de Justiça, a rejeitar o recurso interposto pelo vice-Presidente da Guiné Equatorial e filho do Presidente, após a sua condenação em 2020 pelas autoridades francesas.
Assim, ‘Teodorin’ Obiang, como é conhecido, é culpado de branqueamento de dinheiro obtido com práticas corruptas no seu país, sendo válida a sentença de três anos de prisão suspensa, o arresto de bens adquiridos em França no valor de 150 milhões de euros e o pagamento de uma multa de 30 milhões de euros ao Estado francês.
Um dos bens na lista de arresto das autoridades francesas é um edifício na Avenue Foch, numa das zonas mais luxuosas da cidade, que Teodorin obteve através de várias sociedades em França financiadas por entidades públicas da Guiné Equatorial.
O vice-Presidente da Guiné Equatorial vai ainda ter de pagar 3 mil euros à organização Transparency International França pelos gastos que esta teve para rebater o seu recurso. A ação original contra o vice-Presidente da Guiné Equatorial foi interposta pela Transparency International França e pela Associação Sherpa.
Os fundos confiscados a Teodoro Nguema Obiang Mangue vão ser ressarcidos pela França à população da Guiné Equatorial sob a forma de ajuda direta ao desenvolvimento neste país africano, através de uma lei aprovada na semana passada, designada lei do desenvolvimento solidário.
O Reino Unido aplicou na semana passada sanções financeiras, por considerar que o estilo de vida luxuoso de ‘Teodorin’ é “inconsistente com o seu salário oficial como ministro do Governo”.
Nala Ray, uma jovem modelo norte -americana, de 23 anos, faz actualmente furor (e fortuna) a produzir conteúdos eróticos e pornográficos, que vende na plataforma OnlyFans. Mas apesar da escolha de carreira ousada, Nala revela que teve uma educação profundamente rígida, no seio de uma comunidade religiosa, na qual o seu pai era o pastor da igreja Baptista local.
Em entrevista ao Mirror, Nala Ray abre o coração e conta que é a filha do meio de um total de cinco crianças. A família mudou-se para o Illinois, onde o pai de Nala foi ocupar o lugar de pastor. “Fomos todos ensinados em casa. Líamos a Bíblia e íamos à igreja Baptista quase todos os dias. Não era fácil, éramos vistos como modelos a seguir, e tínhamos a atenção de toda a gente em cima de nós. Eu não podia usar maquilhagem, ou roupa provocante. Também ninguém adorava a ideia de redes sociais ou de namoros”, recorda Nala Ray.
Antes de completar 18 anos e sair casa, o único contacto que tinha com o mundo fora da Igreja era o trabalho como empregada café-bar. “Sempre soube que não era para estar ali. Eu era uma rapariga curiosa e sexual. No trabalho deduzia os clientes para ter mais gorjetas. E estava obcecada com a atenção que tinha se me vestisse de forma mais ousada”, revela a jovem norte-americana.
Alguns anos depois, e depois de desistir da faculdade, em 2019, respondeu aos apelos dos milhares de seguidores que tinha nas redes sociais e resolveu começar a vender fotos e vídeos nua e em atos sexuais na plataforma de conteúdo para adultos OnlyFans.
A nova carreira, segundo a própria, tem-se revelado um estrondoso sucesso. No primeiro mês ganhou cerca de 60 mil euros. Ao fim de um ano meses comprou uma mansão em Los Angeles.
“Nos meus primeiros seis meses consegui ganhar um milhão de euros. Agora estou a lucrar mais de 200 mil euros por mês. Estive tanto tempo ‘fechada’, e agora tenho os meus olhos abertos para todo um mundo de sexualidade e sensualidade. Gosto de me sentir e fazer sentir sexualmente libertada”, adianta.
Paciente na sala de espera do Hospital Regional da Asa Norte usando máscara. Sérgio Lima/Poder360 14.03.2020
O Ministério da Saúde confirmou mais 1.344 mortes por covid-19 na 4ª feira (28) e chegou a 553.179 vítimas desde o início da pandemia.
Foram registrados 48.013 novos casos em 24 horas, totalizando 19.797.086 diagnósticos da doença em toda a crise sanitária As autoridades de saúde ainda afirmam que, do total de casos, 18.530.306 já se recuperaram e 713.601 continuam em acompanhamento médico.
(FILES) This file photo taken on November 20, 2017 shows gold plated souvenir Bitcoin coins arranged for a photograph in London.
Bitcoin, which this week soared to a new record high of more than $8,000, is the monetary equivalent of Uber, since it bypasses central bank regulation and could be attractive for financially fragile countries, economists say. Nevertheless, it is precisely the lack of oversight that opens up the users of cryptocurrencies such as bitcoin to risks and dangers, analysts warn. / AFP PHOTO / Justin TALLIS
Na terça-feira (27), o Senado dos EUA teve uma audiência com o tema “Criptomoedas: elas são boas para quê?”. Nela, participaram sob juramento, representantes da Coin Center, Filecoin e uma professora de direito, além dos senadores.
Jerry Brito, diretor da organização sem fins lucrativos para o desenvolvimento de legislação no mercado de criptomoedas Coin Center, mostrou os benefícios do mercado de criptomoedas ressaltando a importância dele para a liderança dos Estados Unidos como um hub global de inovação.
Na província de Cuando Cubango, Angola, moradores denunciam discriminação no acesso à água, saúde e educação por serem da oposição. Alguns relatam até mesmo ter sido preciso pagar para ter acesso à energia.
A Constituição de Angola consagra o princípio de igualdade e afirma que ninguém pode ser privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de suas convicções políticas, mas na província do Cuando Cubando, o acesso à água é apenas uma das várias condições sociais negadas aos cidadãos que apoiam os partidos da oposição ao MPLA, no poder, segundo denúncias de políticos e residentes.
Num município atravessado por dois rios, alguns daqueles cidadãos são obrigados a comprar bidons de água, caso contrário precisam acordar de madrugada para tirar água dos poços – as chamadas cacimbas.
O parlamento da Nicarágua retirou o estatuto legal a 24 organizações não-governamentais, acusadas de violar regulamentos, mas estas ONG denunciaram tratar-se de uma represália pelas críticas à gestão da pandemia da covid-19 no país.
A medida, solicitada pelo Ministério do Interior nicaraguense e aprovada, na quarta-feira, por uma maioria de 70 deputados contra 16, vai implicar também que os bens das 24 ONG se tornem “propriedade do Estado”, de acordo com o texto adotado em sessão plenária.
“Não é uma questão de tentar prejudicar qualquer ONG, é simplesmente uma questão de aplicar a lei”, disse um deputado liberal Wilfredo Navarro, e aliado da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN, no poder) antes da sessão.
Durante mais de dez anos, várias destas organizações, na maioria ligadas ao apoio a doentes, “dormiram o sono dos justos sem cumprir os requisitos legais” para poderem continuar a funcionar, acrescentou.
Entre as ONG afetadas pela medida contam-se associações de doentes que sofrem de insuficiência renal, nefrologia, diabetes, pneumologia, menopausa, ou especializados em anestesia, infeciologia ou tratamento da dor.
Os profissionais de saúde denunciaram a medida como forma de penalizar os beneficiários dos serviços e como uma tentativa do Governo de Daniel Ortega de “silenciar relatórios (por especialistas) da má gestão da pandemia e da saúde por parte das autoridades”.
A Nicarágua, que não tem restrições para evitar a propagação da covid-19, registou oficialmente 9.651 casos da doença, incluindo 194 mortes. Mas estes números estão a ser questionados por grupos de médicos e de cidadãos independentes.
O Centro Nicaraguense de Direitos Humanos (CENIDH) lamentou a retirada do estatuto legal a estas 24 ONG que “cuidam da saúde e da vida dos nicaraguenses”, medida que considerou violar o direito à liberdade de associação.
O bicampeão mundial do salto com vara Sam Kendricks está fora das Olimpíadas de Tóquio 2020 por testar positivo para a Covid-19. Bronze nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, o americano era um dos favoritos ao ouro nesta edição e um dos rivais do brasileiro e atual campeão olímpico Thiago Braz na prova do atletismo.
O Comitê Olímpico dos Estados Unidos confirmou a exclusão do atleta, informando que ele está cumprindo os protocolos de segurança, como o encaminhamento para hotel para cumprir período de isolamento.
A saúde e segurança dos nossos atletas, técnicos e estafe é nossa prioridade máxima. Estamos tristes em confirmar que Sam kendricks testou positivo para Covid-19 e não vai competir nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.
Em alinhamento com as regras locais e protocolos, ele foi transferido para um hotel para ser colocado em isolamento e está recebendo suporte da USATF (Federação de Atletismo dos EUA) e do USOPC (Comitê Olímpico dos EUA). Sam é um membro do Time EUA incrível e de sucesso e sua presença fará falta. Por respeito à sua privacidade, não podemos fornecer mais informações no momento
Até o momento, a exclusão de Sam Kendricks é o caso mais importante de pessoas com relação com as Olimpíadas de Tóquio 2020 que testaram positivo para a Covid-19. Nesta quinta-feira, o Comitê Organizador Local reportou 24 novos casos de infectados pelo novo coronavírus, trazendo o total para 200 desde o dia 1º de julho.
A Google vai tornar a vacinação Covid-19 obrigatória para os trabalhadores regressarem aos escritórios. Desta forma, é uma das primeiras grandes empresas a impor a imunização.
A medida vai entrar em vigor nos Estados Unidos da América nas próximas semanas, de acordo com a CNN Business.
“Ser vacinado é uma das coisas mais importantes que podemos fazer para nos mantermos saudáveis nos meses que se seguem”, disse o CEO Sundar Pichai.
Grupo de autodefesa formado principalmente por indígenas durante assembleia com comunidades indígenas em Pantelhó
18/07/2021
REUTERS/Jacob Garcia
Centenas de indígenas que se identificam com um novo grupo de autodefesa emergiram entre as montanhas do sul do México, saquearam e incendiaram estabelecimentos comerciais e escritórios do governo em uma comunidade empobrecida para protestar contra a crescente violência que assola a região.
A ação, na remota cidade indígena tzotzil de Pantelhó, no Estado de Chiapas, ocorre menos de duas semanas depois que um grupo de encapuzados, que se autodenomina “El Machete”, pegou em armas na vizinha Chenalhó para enfrentar o crime organizado.
“Não há segurança aqui, não há paz, não há tranquilidade, só há medo, choro e temor, extorsão e intimidação”, disse um homem com o rosto coberto ao ler um discurso perante uma multidão na tarde de terça-feira na praça principal de Pantelhó, que também foi vandalizada.
O Centro de Direitos Humanos Fray Bartolomé de las Casas disse na semana passada que mais de 3.000 pessoas tiveram que deixar a área nos últimos meses devido ao assédio causado pela incursão de grupos criminosos que buscam tomar o território.
Há mais de uma década o México vive uma onda de crimes e desaparecimentos ligados às disputas entre cartéis de drogas que buscam estender seu domínio para controlar o plantio e o tráfico de entorpecentes e outros crimes como contrabando e roubo de combustíveis.
Cansados da violência e da falta de ação das autoridades, em outras regiões do país, como Michoacán e Guerrero, grupos civis pegaram em armas há mais de uma década para tentar se proteger.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o perigo do consumo de cigarros eletrónicos e outros produtos semelhantes para a saúde, defendendo uma melhor regulamentação.“A nicotina é muito aditiva e os inaladores eletrónicos de nicotina são perigosos e devem ser melhor regulamentados”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, citado pela agência noticiosa AFP.
A OMS publicou um novo relatório sobre o combate ao tabagismo, elaborado em colaboração com a organização filantrópica Bloomberg Philanthropies, fundada pelo ex-presidente da Câmara de Nova Iorque Michael Bloomberg.
O relatório denuncia que os fabricantes procuram aliciar crianças e adolescentes com milhares de sabores, tendo listado 16 mil, e com declarações tranquilizadoras.
“Uma vez que as vendas de cigarros estão a retroceder, as empresas do tabaco promoveram agressivamente novos produtos, como os cigarros eletrónicos ou produtos à base de tabaco aquecido, e abordaram governos para limitar a sua regulamentação”, acusou o magnata Michael Bloomberg, que criou a Bloomberg, uma empresa de tecnologia e dados para o mercado financeiro.
Segundo o ex-autarca de Nova Iorque, o objetivo da indústria do tabaco é tornar “uma nova geração viciada em nicotina”.
“Não podemos deixar”, exortou.
A OMS advertiu, em particular, para os efeitos nefastos da nicotina no desenvolvimento do cérebro dos mais novos, assinalando que as crianças que consomem cigarros eletrónicos têm mais probabilidade de fumar mais tarde.
De acordo com o relatório, 32 países proíbem a venda de inaladores eletrónicos de nicotina e 79 adotaram pelo menos uma medida para limitar o seu uso, como o fim da sua publicidade. Contudo, 84 países nada fizeram para travar o aumento destes produtos.
A África do Sul vai enviar até 1.495 militares para Moçambique para combater os ‘jihadistas’ no norte do país, presentes na região rica em gás há mais de três anos, anunciou na quarta-feira o Parlamento sul-africano.
Numa declaração citada pela agência France-Presse (AFP), o Parlamento afirmou que recebeu “correspondência do Presidente, Cyril Ramaphosa, informando que tinha autorizado a utilização de 1.495 membros” das forças de defesa sul-africanas para apoiar Moçambique na sua “luta contra atos de terrorismo e extremistas violentos”.
O destacamento destas forças sul-africanas, previsto de 15 de julho a 15 de outubro, segue-se ao anúncio, em junho, pela Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), de enviar tropas para Moçambique.
Em Cabo Delgado, província junto à fronteira com a Tanzânia, já se encontra um contingente de mil militares e polícias do Ruanda para a luta contra os grupos armados, no quadro de um acordo bilateral entre o Governo moçambicano e as autoridades de Kigali.
Também o Botswana anunciou que enviará um contingente de 300 militares.
Não é publicamente conhecido o número de militares que a organização vai enviar a Moçambique, mas peritos da SADC que estiveram em Cabo Delgado já tinham avançado em abril que a missão deve ser composta por cerca de três mil soldados.
O número de crianças transportadas para o Hospital de Santo André, em Leiria, na sequência de sintomas de uma intoxicação alimentar em Juncal, no concelho de Porto de Mós, aumentou para 13, disse fonte da Proteção Civil.
O comandante distrital de operações de socorro de Leiria, Carlos Guerra, adiantou que foram registados “29 feridos, nove dos quais graves e quatro ligeiros”.
“Destes 29 feridos, 16 foram assistidos no local e um total de 13 transportados para o hospital de Leiria”, esclareceu Carlos Guerra.
Carlos Guerra tinha indicado que eram nove as crianças transportadas para aquela unidade hospitalar de um grupo de 51.
Então, o responsável da Proteção Civil distrital declarou que se tratava de “crianças de um colégio da Marinha Grande, com idades entre os 03 os 09 anos, que foram para uma unidade de turismo no Juncal passar o dia”.
“Das 51 crianças, 29 apresentaram sintomas de intoxicação alimentar uma hora e meia após o almoço, almoço que foi transportado pelo próprio colégio”, explicou Carlos Guerra.
Estavam no local uma ambulância de suporte imediato de vida de Alcobaça, a viatura médica de emergência e reanimação de Caldas da Rainha, e ambulâncias de socorro dos corpos de bombeiros do Juncal, Porto de Mos, Alcobaça, Maceira e Benedita, com um total de 16 veículos e 33 operacionais.
O presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, que se deslocou ao local, acrescentou que sete adultos acompanhavam este grupo de crianças, sendo que os Bombeiros Voluntários do Juncal coordenaram a operação em conjunto com o Instituto Nacional de Emergência Médica.
O Fundo Social dos Trabalhadores da EMOSE, SARL (FUSTE) pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Barman. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Empregado de Mesa. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Pasteleiro. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Expediente Geral. Saiba mais.
A Guvenyol Mozambique, Lda uma empresa do ramo de restauração e Hotelaria, pretende recrutar para o seu quadro pessoal de pessoal um (1) Supervisor geral. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, pretende recrutar para seu cliente um (1) Representante de Vendas de Mota. Saiba mais.
A Eurotresa Lda, que se dedica a actividade de transporte de mercadoria, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A GrandSYS, Lda, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Profissional nas áreas de Marketing e Comunicação com componente Comercial. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Materiais de Construção e Estruturas. Saiba mais.
O Laboratório de Engenharia de Moçambique (LEM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director dos Serviços Centrais de Geotecnia, Hidráulica e Vias de Comunicação. Saiba mais.
Autoridades confirmam ainda 41 mil novos casos. Média móvel de mortes diárias está em 1.094, queda de 8,2% em relação a sete dias atrás. Já a média móvel de casos está em 47.091, alta de 23,2% no mesmo período.
O Brasil registrou oficialmente na terça-feira (27/07) mais 1.333 mortes ligadas à covid-19, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass).
Também foram confirmados 41.411 novos casos da doença. Com isso, o total de infecções reportadas no país chega a 19.749.073, e os óbitos oficialmente identificados somam um total de 551.835.
Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.
A média móvel de novas mortes (soma dos óbitos nos últimos sete dias e a divisão do resultado por sete) está em 1.094, queda de 8,2% em relação a sete dias atrás. E a média móvel de novos casos está em 47.091, alta de 23,2% no mesmo período.
Já a taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 262,6 no Brasil, a 8ª mais alta do mundo, atrás apenas de alguns pequenos países europeus e do Peru.
Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais mortes, depois dos Estados Unidos, que somam mais de 610 mil óbitos, mas têm população bem maior. É ainda o terceiro país com mais casos confirmados, após EUA (34,5 milhões) e Índia (31,4 milhões).
O Conass não divulga o número de recuperados. Segundo o Ministério da Saúde, 18.398.567 pacientes no Brasil haviam se recuperado da doença até a noite de segunda.
No entanto, o governo não especifica quantos desses recuperados ficaram com sequelas ou outros efeitos de longo prazo. A forma como o governo propagandeia o número de “recuperados” já foi criticada por cientistas, que classificam o número como enganador ao sugerir que os infectados estão completamente curados da doença após a fase aguda ou alta hospitalar.
Estudos no exterior estimaram que entre 10% e 38% dos infectados sofrem efeitos da “covid longa” meses após o vírus ter deixado o organismo. Um estudo alemão apontou que sequelas podem surgir até meses depois da fase aguda da doença. Já uma pesquisa da University College London em 56 países listou mais de 200 sintomas observados em pacientes com sequelas pós-covid.
Mais de 4 mil pessoas tiveram que deixar suas casas no noroeste da Colômbia após receber ameaças de grupos armados que lutavam pelo controle das plantações de drogas, informaram as autoridades na terça-feira (27).
“No momento temos 4.041 deslocados, 50% mulheres. São quase 1.675 famílias” que chegaram à área urbana de Ituango, no departamento de Antioquia, disse o prefeito local, Edwin Mauricio Mira.
Embora “não haja nenhum tipo de confronto” entre grupos armados, segundo o presidente, presume-se que os responsáveis pelo êxodo interno sejam grupos dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que “atualmente espreitam a comunidade, extorquindo e matando o campesinato de Ituango”.
Para Mira, é uma “estratégia” dos dissidentes – que se afastaram do acordo de paz assinado em 2016 com as FARC – para “obrigar os camponeses a irem à cidade e pedirem ao exército que saia da área”.
Por sua vez, o governo do departamento responsabiliza dissidentes das FARC e do Clã do Golfo, maior gangue do narcotráfico de origem paramilitar do país, e oferece recompensas que somam o equivalente a 51 mil dólares por informações que permitam a captura de seus líderes.
Mira especificou que a área é “um ponto muito estratégico para o tráfico de armas e drogas”, pelo qual esses dois grupos armados lutam.
De acordo com a prefeitura, é o maior deslocamento forçado que o município já sofreu, agravado pelas fortes chuvas que desde quarta-feira causaram deslizamentos e danos na área. Cerca de 1.800 pessoas foram afetadas pela “onda de inverno”.
Com acesso ao Caribe e próximo ao Pacífico, onde traficantes transportam drogas para os Estados Unidos e Europa, Antioquia é o quinto departamento com mais plantações de drogas do país.
Moradores de várias urbanizações pertencentes de Stamata, a nordeste de Atenas, Grécia, tiveram que abandonar as suas casas por precaução, depois de um incêndio numa área florestal ter atingido casas e danificado viaturas.
O incêndio começou ao final da manhã entre as cidades de Stamata e Rodópolis, a cerca de vinte quilómetros da capital grega, e alastrou rapidamente devido aos fortes ventos que sopravam na região.
“A frente de incêndio é longa e ainda não está controlada“, afirmou o presidente da Câmara de Dionysos, Iannis Karafatelis, uma das localidades atingidas pelo incêndio.
Durante o início da tarde, 310 bombeiros estiveram na área, anunciou em conferência de imprensa o vice-ministro da Proteção Civil, Nikos Jardaliás, que acrescentou que a situação melhorou consideravelmente, mas que os trabalhos de contenção das chamas continuam.
“O facto de haver muitas casas complica o nosso trabalho. Estamos a tentar salvar vidas humanas, antes de tudo o mais“, disse o chefe de uma das corporações de bombeiros envolvidas no combate ao incêndio, Stefanos Kolokuris.
A Proteção Civil alertou os moradores de várias cidades da região através de mensagens curtas de texto [SMS], pedindo para fecharem janelas, portas e entradas de chaminés, para evitar que o calor entre nas casas, e o trânsito está interrompido em várias estradas.
Estatal petrolífera angolana é declarada única proprietária do investimento Galp. Decisão da justiça holandesa põe fim a litígio que opunha Sonangol à Exem Energy – sociedade detida por Isabel dos Santos.
A sentença foi dada a conhecer num comunicado divulgado na segunda-feira (26.07) pela Sonangol. A justiça holandesa decidiu a favor da estatal angolana que será reintegrada como acionista única (100%) da Esperaza Holding BV.
A Sonangol detinha 60% das ações da ‘joint venture’, a Exem os restantes 40%. A importância da Esperaza Holding BV se dá no facto de controlar 45% da Amorim Energia que, por sua vez, é acionista de referência da Galp.
O litígio dizia respeito à participação dos 40% que a Exem detinha na Esperaza, o veículo através do qual a petrolífera angolana “fez, em 2006, um grande e bem sucedido investimento” na Galp e que teriam sido “alegadamente cedidos pela Sonangol”, lê-se no comunicado.
Segundo o comunicado, “o Tribunal Arbitral concluiu que a transação pela qual a Exem Energy BV pretendia adquirir sua participação na Esperaza Holding BV estava contaminada por ilegalidade, permitindo aos seus proprietários [Isabel dos Santos e o marido, Sindika Dokolo, que morreu em outubro do ano passado] influenciar o controlo direto da petrolífera nacional, para colher em seu favor vantagens financeiras extraordinárias em detrimento da primeira e, consequentemente, do Estado de Angolano”.
O tribunal declarou, por isso, a transação nula e sem efeito, decretando que a Sonangol seja considerada a legítima proprietária de 100% da Esperaza Holdings BV. A Exem foi também condenada a arcar com os custos judiciais pela Sonangol, no decurso do processo de arbitragem.
Os 40% das ações em disputa da Esperaza têm um valor atual de mercado de cerca de 700 milhões de dólares, o equivalente a 593 milhões de euros.
O país recebe mais um lote de vacinas contra a Covid-19, constituído por um milhão de imunizantes.
O Ministro da Saúde Armindo Tiago, durante a cerimónia de recepção de mais de trezentas mil vacinas da Johnson & Johnson, uma doação do governo dos Estados Unidos da América através da iniciativa COVAX.
O Ministro da saúde referiu ainda que as vacinas que estão a chegar ao país irá permitir a imunização de vinte por cento da população moçambicana contra a Covid-19 até finais de Setembro deste ano.
““A aquisição de vacinas pelo governo, anunciado por sua Excelência o Presidente da República complementar-se-á, estamos a convidar a todos para estarmos aqui de novo, à noite, para receber um milhão de doses de vacinas para o nosso povo.
A vacinação da população moçambicana vai também contribuir, como foi dito, para diminuirmos a pressão sobre o Sistema de Saúde, diminuirmos os internamentos e o número de óbitos que está a ser verificado. Por isso, queremos usar esta oportunidade para apelar a todos aqueles que serão abrangidos na próxima fase de vacinação, que vamos anunciar amanhã, para que adiram de forma massiva à vacinação que nós vamos providenciar”, afirmou.
Segundo o Ministro da Saúde, perto de três por cento da população elegível já foi vacinada desde o início da campanha de vacinação em Março último.
Esta terça-feira prosseguiram as manifestações junto à Praça del Popolo. O certificado de vacina vai ser obrigatório no país a partir de 6 de agosto para entrar em bares, restaurantes ou cinemas, mas não para ir ao trabalho ou frequentar transportes.
Centenas de pessoas manifestaram-se na terça-feira em Roma contra a obrigação em Itália de apresentar o certificado sanitário da covid-19 para certos serviços, como por exemplo consumir dentro de bares e restaurantes ou ir ao cinema.
Os opositores a esta medida organizaram-se e têm-se manifestado há vários dias em diferentes partes do país, sendo que esta terça-feira acorreram ao centro da capital.
Na Praça del Popolo, em Roma, centenas de pessoas reuniram-se para contestar a decisão do governo do primeiro-ministro, Mario Draghi, embora fossem muitos menos do que os milhares estimados pelos organizadores.
O certificado de saúde, válido a partir da primeira dose da vacina contra a covid-19, vai ser necessário a partir de 6 de agosto para entrar em bares, restaurantes, cinemas, teatros, ginásios ou grandes eventos, e não será solicitado no trabalho ou transportes públicos.
O Governo alemão disponibilizou 26 milhões de euros para “resposta humanitária urgente” em Cabo Delgado.O montante foi disponibilizado através do Programa Alimentar Mundial (PAM), em resposta ao apelo feito pela organização à comunidade internacional, visando a “disponibilização urgente de novos fundos” para apoiar as vítimas da violência armada, segundo um comunicado.
“Sinto-me orgulhoso destes fundos que sem dúvidas chegam num momento em que a população de Cabo Delgado mais precisa para sobreviver e se reerguer”, disse Lothar Freischlader, embaixador da Alemanha em Moçambique.
Segundo o PAM, o valor vai permitir ajudar mais de 290 mil pessoas afetadas pela violência armada no norte de Moçambique, numa altura em que a necessidade de assistência “aumenta para níveis recordes”.
“Sem o apoio e ação imediata, milhares de pessoas sofreriam de insegurança alimentar no Norte de Moçambique. O PAM continuará a apoiar os mais vulneráveis e a fornecer assistência de recuperação e resiliência, trabalhando em estreita colaboração com as instituições nacionais”, disse Antonella D’Aprile, representante e diretora do PAM em Moçambique.
De acordo com o comunicado, com os fundos adicionais anunciados, a Alemanha contribuiu para o PAM em 2021 “duas vezes mais do que o que foi contribuído nos últimos quatro anos combinados”.
Neymar Júnior anunciou a sua despedida da selecção brasileira, encerrando uma trajectória marcada por conquistas, mas sem o sonho de levar para casa o...
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou a incineração de...