Danny Jordaan, presidente da Associação Sul-Africana de Futebol (SAFA), foi detido acusado de desvio de 1,3 milhões de rands (aproximadamente 4,5 milhões de meticais) dos fundos da organização para fins pessoais.
A detenção do dirigente, que tem sido uma figura proeminente no desporto sul-africano e que desempenhou um papel crucial na realização do primeiro campeonato do mundo da FIFA em África, em 2010, ocorre no âmbito de uma investigação da Unidade Especial de Investigação do país.
As alegações contra Jordaan surgem após uma série de investigações iniciadas em março, que tiveram lugar nos escritórios da SAFA. Segundo as autoridades, o presidente teria utilizado os fundos desviados para contratar uma empresa de relações públicas e uma empresa de segurança privada para fins pessoais, uma ação que levanta sérias questões sobre a gestão financeira da associação que ele lidera.
Após a sua detenção, Jordaan compareceu ao Tribunal de Palm Ridge, localizado em Joanesburgo, uma instância judicial especializada em crimes comerciais.
As infracções de corrupção que estão a ser investigadas teriam ocorrido entre 2014 e 2018, segundo o porta-voz da polícia sul-africana, Katlego Mogale.















