A superlotação nas cadeias da Província de Tete tem sido uma preocupação crescente para os serviços penitenciários locais.
Segundo Emília Celestino de Matos, directora dos serviços penitenciários da região, este ano registou-se um aumento significativo no número de reclusos nos centros reclusórios da cidade de Tete.
Emília Celestino de Matos destacou que, como exemplo, a cadeia provincial, com capacidade para noventa reclusos, actualmente abriga mais de setecentos. A situação de superlotação também é evidente na cadeia feminina de Chingodzi, que conta actualmente com cerca de cem reclusas.
Apesar dos desafios impostos pela superlotação, a directora dos serviços penitenciários assegurou que foram criadas condições para garantir a segurança, saúde e educação dos reclusos.
A nível da Província de Tete, apenas os distritos de Marara, Chifunde, Chiúta e Dôa ainda não possuem centros reclusórios, destacou Emília Celestino de Matos.
















