Em mensagem de ano novo, o Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, acusou o Parlamento de ser responsável pela sua decisão de o dissolver.
Embalá disse que a relação institucional entre o Parlamento e o Governo foi quebrada durante o debate parlamentar do Orçamento Geral do Estado, o que levou a uma “grave crise política”.
O Presidente guineense também reconheceu que o ano de 2023 não foi fácil para o país, devido à guerra na Ucrânia e à má campanha de comercialização da castanha de caju.
No entanto, Embaló disse que vê o ano de 2024 com optimismo e prometeu que os projetos a serem realizados terão sempre o seu olhar atento.
O líder da oposição, Domingos Simões Pereira, exigiu o esclarecimento dos tiroteios do caso 1 de Dezembro, ocorridos no dia da votação do Orçamento Geral do Estado.
Simões Pereira disse que a história foi mal contada e que é preciso um inquérito profundo para esclarecer o caso.
















