No Malawi, uma juíza do Supremo Tribunal de Recurso condenou pela primeira vez na história do país cinco pessoas a prisão perpétua e trabalhos forçados por assassinarem McDonald Masambuka, um jovem com albinismo.
O julgamento envolveu várias pessoas e pelo menos 12 cidadãos acabaram condenados a várias penas pelo assassinato de MacDonald Masambuka, de 22 anos. Cinco dessas pessoas foram mesmo condenadas a prisão perpétua.
Três semanas depois do desaparecimento de MacDonald Masambuka a 9 de março de 2018, no Malawi, o seu corpo foi encontrado mutilado. Mais tarde, descobriu-se que um padre que foi condenado a 30 anos de cadeia pretendia vender partes do corpo – em particular os seus ossos – para exercícios de bruxaria.
MacDonald Masambuka foi enganado pelo irmão e por outros homens que lhe garantiram que tinham encontrado uma esposa para que ele pudesse casar. Foi o seu irmão Cassim que o conduziu à morte. MacDonald Masambuka foi torturado durante a noite no cemitério e o seu corpo foi encontrado enterrado num jardim.
A Tanzânia, o Malawi, o Quénia, a África do Sul e também Moçambique são países com casos preocupantes de repressão de pessoas com albinismo em África.
O albinismo é uma doença genética hereditária, que não é contagiosa e que se caracteriza pela ausência de pigmento na pele, cabelo e olhos, devido à ausência ou defeito de uma enzima envolvida na produção de melanina.
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