Documento estipula que “Presidente da transição não seria elegível para as eleições presidenciais e legislativas”, realizadas para fazer a transição de um governo militar para um governo civil.
Um projeto de lei elaborado pelos militares do Mali poderá excluir o chefe da junta militar, o coronel Assimi Goïta, de concorrer a qualquer eleição presidencial futura, de acordo com um documento.
Entretanto, a proposta permanece vaga sobre a data das eleições esperadas, sendo este um ponto de discórdia entre o regime do Mali e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), da África Ocidental.
Depois de a junta ter adiado as eleições prometidas, após o golpe de Estado de 2020, a CEDEAO impôs um embargo comercial. Os Estados membros também fecharam as fronteiras com o Mali, uma medida apoiada pela França, os Estados Unidos e a União Europeia.
A junta tinha proposto permanecer no poder até cinco anos antes da realização de eleições – apesar de um compromisso anterior de realizar uma votação a 27 de fevereiro. O Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão legislativo criado pelos militares após o golpe de agosto de 2020, começou na sexta-feira a examinar um texto de reforma da “carta de transição”, tomaram conhecimento os correspondentes da AFP.
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