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ONU, EUA e embaixadas acusam Junta militar de Myanmar de um massacre que vitimou cerca de 35 pessoas

A junta militar de Myanmar negou na segunda-feira notícias de um massacre de civis, no qual pelo menos 35 pessoas foram mortas, de acordo com várias fontes, alegadamente perpetrado pelo exército no leste do país.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da antiga Birmânia afirmou, em comunicado, que aquelas notícias tinham origem em “elementos antigovernamentais, terroristas e grupos rebeldes” e não foram verificadas, de acordo com a imprensa oficial.

A resposta da junta militar, que tomou o poder em 01 de fevereiro, seguiu-se a condenações de embaixadas, incluindo dos Estados Unidos, e de organizações internacionais, como a ONU.

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