Sociedade Centro e Norte: Acções terroristas cada vez mais enfraquecidas

Centro e Norte: Acções terroristas cada vez mais enfraquecidas

O Ministro da Defesa Nacional, Jaime Neto, assegurou no sábado (30) em Maputo, que as acções dos terroristas no norte da província de Cabo Delgado e da auto-proclamada Junta Militar da Renamo estão cada vez mais enfraquecidas, como resultado da actuação das Forças de Defesa e Segurança(FDS).

Jaime Neto fez estas declarações à margem da cerimónia do lançamento da primeira edição da revista científica sobre defesa e segurança e da obra “O Alívio à Pobreza em Moçambique: uma Perspectiva Ético-Cristã”, de João Aleixo, que teve lugar no Instituto Superior de Estudos de Defesa Tenente-General Armando Emílio Guebuza (ISEDEF).

Segundo o ministro, os terroristas anunciaram em Dezembro do ano passado que, até ao dia 1 de Janeiro corrente, tomariam o distrito de Palma, em Cabo Delgado, o que não aconteceu e, pelo contrário, estão a registar grandes perdas.

Encorajou os jovens que neste momento estão no Teatro Operacional Norte a continuarem a apertar o cerco ao inimigo para anular toda a acção dos invasores e devolver a tranquilidade ao povo.

“Queremos que, em breve, a população deslocada regresse às zonas de origem e retome as suas actividades do dia a dia”, disse o ministro, acrescentando que combater o terrorismo não é uma acção que vai terminar num único dia, mas passa por um trabalho abnegado, não só das FDS, mas da colaboração dos cidadãos.

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Jaime Neto apelou à sociedade para continuar a educar os jovens para não aceitarem ser industriados para combater contra o seu próprio país.

Disse que o mesmo enfraquecimento das acções dos malfeitores verifica-se na região centro, onde nos últimos dias nota-se um abrandamento dos ataques da auto-proclamada Junta Militar da Renamo.

“Penso que a sociedade está a sentir que reduziu de forma significativa o número de ataques ao longo das estradas nacionais números Um e Seis, porque as Forças de Defesa e Segurança estão permanentemente em perseguição do inimigo”, disse Neto, acrescentando que depois de Mariano Nhongo rejeitar a oferta do Presidente da República, Filipe Nyusi, para o diálogo, não resta outra alternativa senão persegui-lo até à sua neutralização.

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