E…fez-se história no Palais Polyvalent des Sports. 28 anos depois, o Quénia qualificou-se para o Campeonato Africano de Basquetebol sénior masculino. 28 anos depois, volta a disputar uma prova que sediou em 1993, ocupando a quarta posição apos derrota com o Senegal por 90-76.
Pudera, há todo um trabalho levado a cabo na modalidade da bola ao cesto que resultou, em 2019, com o segundo lugar na edição de estreia do Afrocan (Quénia perdeu na final com RD Congo, por 82-61), prova que Moçambique simplesmente não participou por falta de fundos depois de uma qualificação meritória arrancada no Zimbabwe, no desfecho de uma viagem atribulada e nem tão dignificante para os atletas e treinadores.
Sábado (20), numa noite de grandes emoções, o Quénia arrancou uma vitória importantíssima diante do onze vezes campeão africano, Angola, com uma jogada buzzbeatear.
Com dois segundos por se jogar, e o marcador a indicar 73-72, vantagem para os angolanos, Tylor Ongwae acertou um tiro curto que colocou o resultado em 74-73. Mais não houve na quadra, os quenianos conseguiam um resultado histórico e atiravam Moçambique para a periferia do basquetebol continental.
O historial e percurso das duas equipas não fazia prever um final dramático. Pois! Os angolanos controlaram o primeiro quarto do jogo com um parcial de 22-9. Mais do mesmo no segundo quarto, com o intervalo a chegar com o resultado de 39-28.

















