A factura de combustíveis líquidos (gasóleo e gasolina) em Moçambique é cada vez mais alta para as contas públicas. Em 2018, a despesa foi na ordem 946 milhões de dólares, contra USD 794 milhões no ano anterior e USD 584 milhões em 2016.

Entretanto, dados do segundo trimestre de 2019, mostram uma redução na importação deste produto, comparativamente aos primeiros três meses deste ano.

Segundo a síntese de conjuntura económica do Instituto Nacional de Estatística (INE), entre Abril e Junho deste ano, a importação do gasóleo (diesel) baixou 49,8% e gasolina 62,1%.

Em termos homólogos (2º trimestre de 2018), a queda na importação do gasóleo foi de 42,2% e 34,6% para gasolina.
Recorda-se, que em Agosto passado, a empresa fornecedora de combustíveis a Moçambique, a Fienergy, entrou em choque com o Executivo de Maputo, em causa o registo de atrasos no abastecimento do produto no mercado.

O contrato (de seis meses) de fornecimento de combustíveis pela Fienergy, está a cerca de dois meses do término, mas a empresa tem revelado várias dificuldades no cumprimento do mesmo. O Governo diz estar a monitorar a situação para evitar ruptura do stock no mercado.

O País